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Trailer LEGENDADO do novo terror do diretor de ‘Uma Noite de Crime’

O terror ‘The Home‘, estrelado por Pete Davidson (‘Morte Morte Morte’), ganhou trailer legendado.

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James DeMonaco (‘Uma Noite de Crime’) comanda o projeto. Ele também assina o roteiro ao lado de Adam Cantor.

Max, um homem problemático, começa a trabalhar em uma casa de repouso e descobre que seus moradores e cuidadores guardam segredos sinistros. Ao investigar o prédio e seu quarto andar proibido, ele começa a descobrir conexões com seu próprio passado e sua criação como filho adotivo.

John GloverBruce AltmanMatthew MinieroMarilee Talkington e outros completam o elenco.

O longa chega aos cinemas norte-americanos em 25 de julho, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Estrelado por Brendan Fraser, drama histórico sobre o Dia D ganha data de estreia no Brasil

A Universal Pictures finalmente anunciou quando ‘Pressure‘, drama de guerra estrelado pelo vencedor do Oscar Brendan Fraser (‘A Baleia’), será lançado no Brasil.

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 3 de setembro.

Baseado em uma história real, o filme foca nas tensas 72 horas que antecederam o Dia D na Segunda Guerra Mundial, em que o General Dwight D. Eisenhower que precisa tomar a decisão impossível de lançar a maior invasão marítima da história, baseando-se nas previsões do meteorologista James Stagg sob condições climáticas adversas.

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Anthony Maras (‘Atentado ao Hotel Taj Mahal’) é responsável pela direção.

O roteiro do filme foi escrito por David Haig (‘Meu Filho Jack’) e Anthony Maras (‘Em Busca de Redenção’), com base na peça homônima de Haig.

O elenco ainda conta com Andrew Scott, Kerry Condon, Chris Messina, Damian Lewis, Henry Ashton, Con O’Neill, Daniel Quinn-Toye, Toby Williams e Max Croes.

‘Deadpool 2’ ganha data de estreia

Deadpool 2’ ganhou data de estreia. Segundo o IMDb, o longa chega aos cinemas no dia 2 de Março de 2018.

As filmagens começam no dia 1º de maio de 2017, em Vancouver.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Em se tratando de elenco, pouco foi confirmado. O criador do personagem Deadpool, Rob Liefeld, comentou em seu Twitter no mês passado que o vilão Cable era o papel mais desejado de Hollywood.

Confira o post:

“Aqui vai o que eu sei. Cable é o papel mais desejado em Hollywood. A fila vai de fora da porta para além do estacionamento. Acredite!”

Em outra ocasião, os roteiristas da produção, Rhett Reese e Paul Wernick, disseram ao site Collider que a continuação terá muitos personagens, incluindo Colossus e Negasonic Teenage Warhead. Durante a conversa, eles afirmaram que pelo menos “uma aparição” será feita pelos dois.

Fox planeja recomeçar a franquia ‘X-Men’ 

‘Deadpool’ “roubou” cena de ‘X-Men: O Confronto Final’; Assista! 

 

Crítica | Deadpool 

James Wan desmente “boato ridículo” sobre ‘Aquaman’ ter três vilões

Rumores na internet apontavam que ‘Aquaman’ teria três vilões em sua trama. Para encerrar o debate esclarecer a problemática, o cineasta James Wan veio a público desbancar o boato.

Em uma entrevista ao site Entertainment Weekly, o diretor ratificou que a informação não passa de uma mentira:

“Eu vou dizer apenas isso: Eu não tenho três vilões. Acho isso ridículo! Eu jamais faria um filme de origem com tantos vilões assim. Nós ainda não conhecemos o personagem principal, tão pouco seu universo e seu antagonista. Eu creio na premissa de dar passos pequenos no começo”.

Além disso, Patrick Wilson falou sobre seu vilão no filme, o Mestre do Oceano

“Como fã, me sento e vejo as escolhas que eles fazem para os diretores e são diretores individuais muito fortes, focados e que tem confiança. É fácil contratar alguém que seja apenas um homem que concorda com tudo. E eles certamente não são assim, o que é muito emocionante para mim”

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Leia a nossa crítica: Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

A Warner lança Aquaman em 21 de dezembro de 2018.

Jason Momoa confirma que Aquaman apareceu em ‘O Homem de Aço’, Confira!

 

‘They’ll Love Me When I’m Dead’: Documentário da Netflix sobre Orson Welles ganha trailer; Assista!

O documentário da Netflix,They’ll Love Me When I’m Dead‘, sobre o aclamado cineasta Orson Welles, ganhou um novo trailer.

Assista:

A produção aborda a vida de Welles a partir de sua visão, genialidade e expectativas em torno de seu filme, até então inacabado, ‘The Other Side of the Wind‘.

O longa, que marcou o fim da carreira do diretor, foi finalizado pelo cineasta Peter Bogdanovich e lançado em 31 de agosto deste ano, no Festival de Cinema de Veneza.

 

Rodado entre 1970 e 1976, ‘The Other Side of the Wind‘ acompanha a história de um “sacana diretor de cinema” (definição do próprio Welles), especialista em criar talentos e depois destruí-los, que não consegue finalizar sua obra por conta do burocrático sistema de Hollywood.

John Huston, Susan Strasberg, Lilli Palmer, Dennis Hopper e Peter Bogdanovich formam o elenco principal.

 

Crítica TIFF | Uncut Gems – Adam Sandler caminha para o Oscar em filme insano

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

O silêncio das tradições religiosas do Yom Kipur se perde em uma disrupção sonora ensurdecedora. Intensidade a plenos pulmões, gritaria e confusão se mesclam em diálogos inaudíveis de tão caóticos, mas completamente compreensíveis dados ao seu contexto. Em uma Nova York barulhenta, transações financeiras, o mundo das apostas e a velocidade em absolutamente tudo ditam o ritmo de mais uma narrativa completamente autoral. Uncut Gems é exatamente como seu próprio título: uma joia bruta, grosseira e hipnotizante que nos leva aos picos mais intensos de um Adam Sandler para o qual nenhum de nós estávamos preparados. E é exatamente por seu fator surpresa que o novo drama dos Irmãos Safdie é uma das melhores coisas que o cinema nos proporcionou em 2019.

Se há o selo da produtora A24, paira também uma serenidade em relação ao que está por vir. Como a galinha dos ovos de ouro, o pequeno estúdio começou sua jornada timidamente em 2012, com seu primeiro filme distribuído sendo As Loucuras de Charlie, em 2013. Desde então, a empresa já acumulou 25 indicações ao Oscar, com várias vitórias em seu currículo. Em 2019, ela veio disposta a novamente tomar os holofotes para si, entregando o aclamado O Farol, o inesperado e estarrecedor drama familiar Waves e, obviamente, Uncut Gems. E com Martin Scorsese como um dos produtores, estava formada a combinação cinematográfica mais inimaginável, que jamais soubemos que precisávamos: Sandler-Scorsese.

O aroma de Scorsese permeia Uncut Gems com leveza, deixando sua marca sem comprometer a autenticidade e originalidade que os Irmãos Safdie sustentam à sua maneira. Como um cineasta que emana suas raízes de Little Italy em praticamente tudo que produz, ele traz um pouco da essência vigarista do universo da agiotagem e das máfias contemporâneas, orbitando ao redor de uma trama onde o vício por jogatina e apostas rege os tumultos do nosso protagonista. Neste contexto, Sandler é Howard Ratner, um joalheiro trambiqueiro, que dá nó no vento e não sabe administrar sua vida, deixando que seus vícios pautem uma exaustiva rotina que gira em torno de escapes sorrateiros, desvio de dinheiro, apostas descabidas e negociações histéricas.

E com a histeria plena sendo o termômetro da intensidade da narrativa, Uncut Gems se torna uma experiência sinestésica alucinante, como se a audiência fosse absorvida pela intensa corrente sanguínea de uma figura que aparenta respirar pela pele, tamanha voracidade. Entre uma direção ágil e agitada, que opera em cortes secos e aceleração de imagens, e constantes diálogos amontoados e incompletos, a produção é uma descarga elétrica compulsiva, que nos leva a percorrer os dissabores de uma vida admirável, porém frágil, de um homem que não teme a morte, embora confronte ela a cada esquina em que se encontra. E aqui, Sandler entrega uma atuação que mescla Joe Pesci com Robert DeNiro em Touro Indomável, se tornando um equilíbrio impecável entre o caos e a sofreguidão.

Intenso e unapologetic, o ator – mais conhecido por suas extensas comédias de humor duvidoso e que geralmente são os prazeres culposos de metade dos cinéfilos – apresenta um lado seu até então inexistente. Com boca suja e com uma certa sexualidade aflorada, ele é o avesso de todas as suas caracterizações caricatas e é um banquete impressionante do que uma boa atuação precisa ter. De maneira surpreendente, Adam Sandler arrebata o público com seu jeitão de judeu nada ortodoxo e leva a audiência ao delírio a cada escapada que – milagrosamente – ele consegue dar. Sob uma trilha sonora que faz do synthpop um constante alerta de possíveis ataques cardíacos, passeamos por Uncut Gems sentindo as vibrações do corpo do ator, ficamos aflitos em virtude das consequências de seus atos incoerentes e nos entregamos à trama afoitos para que Ratner encontre aquela versão melhor e mais sadia de si mesmo. Ao seu lado, LaKeith Stanfield entrega mais uma bela atuação, sendo um coadjuvante que sabe brilhar em seus momentos de destaque, nos lembrando porque seu rosto é sempre tão cotado no cinema independente.

E como era de se imaginar, os Irmãos Safdie estendem suas surpresas até o último fôlego de vida da produção, com aquela direção insana e precisa que é capaz de promover todas as sensações citadas. Construindo uma trama que promete um encerramento mais acalentador, Uncut Gems é de fato aquela promessa não cumprida, para o deleite de um bom cinéfilo. Inesperado, o seu final foge às regras de apego afetivo, entregando um desfecho surpreendente e coerente, que segue à risca o mesmo grau de intensidade de todo o seu clímax. Ao som de um intenso synthpop, que não cede nem nos momentos de maior calmaria do filme, o drama produzido por Martin Scorsese é a garantia de que aquele Adam Sandler que um dia sonhamos conhecer é real e oficial. Aleluia!

‘O Mistério do Relógio na Parede’ já está disponível na Amazon Prime Video

A popular comédia de aventura ‘O Mistério do Relógio na Parede‘ já está disponível na plataforma de streaming da Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta semana.

Na trama, Lewis, de apenas 10 anos, acaba de perder os pais e vai morar em Michigan com o tio Jonathan Barnavelt (Jack Black). O que o jovem não tem ideia é que seu tio e a vizinha da casa ao lado, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett), são, na verdade, feiticeiros.

Sucesso nas bilheterias, o longa arrecadou mais de US$ 131 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 42 milhões.

Confira o trailer:

Dirigido por Eli Roth, o filme é uma adaptação do livro homônimo de John Bellairs.

Jack BlackCate Blanchett e Owen Vaccaro estrelam.

‘Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’: Thriller com Daniel Craig estreia na HBO Max

O aclamado indicado ao Oscar ‘Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres‘ já está disponível na HBO Max. A produção – que recebeu cinco indicações ao Oscar -, é estrelada por Daniel Craig e Rooney Mara.

Na trama, um jornalista investigativo e uma hacker de computador são contratados para desvendar o desaparecimento de uma jovem há 36 anos. À medida que avançam na investigação crescem os riscos, pois a família da jovem não quer ter seus segredos revelados.

David Fincher assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Steven Zaillian. O thriller é uma adaptação da saga literária ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres‘, de Stieg Larsson.

Confira o trailer:

Christopher Plummer, Stellan Skarsgård, Steven Berkoff e Robin Wright também estrelam.

‘F.A.S.T.’: Juliana Canfield, de ‘Succession’, entra para thriller de ação escrito por criador de ‘Yellowstone’

O vindouro thriller de ação ‘F.A.S.T.’ segue ganhando forma e mais um membro de seu elenco foi anunciado.

Segundo o Deadline, Juliana Canfield é a mais recente adição ao projeto. A atriz é conhecida por ter estrelado a aclamada série ‘Succession’ e por ter sido indicada ao Tony Award por ‘Stereophonic’.

Detalhes referentes à sua personagem permanecem em sigilo. Ela se junta ao astro em ascensão, Brandon Sklenar, conhecido por seus papéis em ‘Drop‘ e ‘É Assim que Acaba‘.

O aguardado thriller de ação é escrito por Taylor Sheridan, criador do universo ‘Yellowstone‘, para a Warner Bros.

Na trama, Sklenar interpretará um ex-comando das forças especiais recrutado pela DEA para liderar uma operação clandestina contra traficantes de drogas protegidos pela CIA. O filme marca a reunião entre o ator e Sheridan após a bem-sucedida colaboração na série ‘1923‘, do Paramount+.

Com previsão de estreia para 23 de abril de 2027, ‘F.A.S.T.‘ terá direção de Ben Richardson — também egresso do universo ‘Yellowstone‘ — que fará sua estreia como diretor de longa-metragem. Richardson atuou anteriormente como diretor de fotografia em várias produções de Sheridan.

O roteiro foi encomendado pela Warner Bros. antes do atual contrato exclusivo de Sheridan com a Paramount. O estúdio concedeu uma exceção para que o criador pudesse atuar no projeto dentro de uma janela específica permitida pelo acordo.

Entre os produtores estão David Heyman e Jeffrey Clifford, da Heyday Films (‘Harry Potter’, ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘), com Sheridan e Jenny Wood, da Bosque Ranch Productions, em negociação para também produzirem.

O presidente de produção da Warner Bros., Jesse Ehrman, e o vice-presidente executivo Kevin McCormick supervisionam o projeto.

Taylor Sheridan se consolidou como um dos nomes mais influentes do entretenimento nos últimos anos, com créditos como ‘Sicario‘, ‘A Qualquer Custo‘ (Hell or High Water) e ‘Terra Selvagem‘ (Wind River), além de um império televisivo que inclui ‘Yellowstone‘, ‘1883‘, ‘Mayor of Kingstown‘, ‘Tulsa King‘, ‘Lioness‘, ‘Landman‘ e ‘1923‘. Entre seus próximos projetos está o neo-western ‘The Madison‘, com Michelle Pfeiffer.

Sklenar, por sua vez, tem uma agenda movimentada: além de ‘F.A.S.T.‘, ele será visto nos thrillers ‘The Housemaid‘ e ‘After Shock‘, ambos da Lionsgate, e no western ‘The Rescue‘, da Skydance.

Com roteiro assinado por um mestre do gênero e uma estrela em ascensão no papel principal, ‘F.A.S.T.‘ promete unir ação intensa e drama com a assinatura inconfundível de Taylor Sheridan.

‘Bright’: Will Smith mata fada com vassoura no novo trailer

A Netflix divulgou o novo trailer de ‘Bright‘, fantasia de ação estrelada por Will Smith, Joel Edgerton e Noomi Rapace.

A direção é de David Ayer, que trabalhou com Smith ano passado em ‘Esquadrão Suicida’.

Confira:

Na trama, passada numa realidade alternativa, nosso mundo coexiste com criaturas fantásticas como Orcs e Elfos. Imagine um filme policial misturado com seres míticos.

No filme Edgerton é um orc, parceiro policial do humano vivido por Smith. Os dois investigam um caso. Noomi Rapace vive uma elfa. Ayer é um especialista em filmes policiais, tendo escrito Dia de Treinamento (2001) e dirigido Marcados para Morrer (2012).

Bright estreia no dia 22 de dezembro na Netflix.

Podres de Ricos

(Crazy rich asians)

 

Elenco:

Constance Wu

Gemma Chan

Lisa Lu

Direção: Jon M. Chu

Gênero: Comédia romântica

Duração: 120 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 25 de Outubro de 2018

Sinopse:

Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir no casamento do melhor amigo, em Singapura, ele esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro.

Crítica | Podres de Ricos – Longa entrega nova roupagem para comédias românticas (Nota: 7.0)

 

Curiosidades:

» ‘Podres de Ricos’: 7 Razões que Tornam a Comédia com Elenco Asiático Imperdível!

»  A comédia ‘Podres de Rico’ se tornou sensação nos Estados Unidos e os fãs podem comemorar! A Warner Bros. está desenvolvendo uma sequência, que contará com o retorno do diretor Jon M. Chu e todo elenco e equipe do primeiro filme, incluindo os produtores Brad Simpson, Nina Jacobson e John Penotti.

» Superando as expectativas, ‘Podres de Ricos‘ teve a melhor abertura para uma comédia romântica nos últimos três anos, conseguindo arrecadar um valor de US$ 35,3 milhões em três dias.

 

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Adeus, Stan Lee! Conheça a emocionante história de vida do quadrinista…

Ele se foi. É duro, caros leitores, mas a “Lenda Viva dos Quadrinhos” não está mais entre nós. Lidar com coisas assim é muito difícil, porque é complicado de entender como se pode sentir tanto a falta de alguém que a gente nem ao menos conheceu.

Stanley Martin Lieber viu a história moderna ser escrita, mas não se contentou com isso. Ele teve de criar, cocriar e trazer à vida os ícones do nosso tempo. É um legado tão vasto e bonito que fica difícil de explicar, só dá pra sentir e admirar. Essa perda de hoje serve para nos mostrar que até mesmo um senhorzinho de 95 anos pode deixar a vida comum rumo à Imortalidade. Basta ter uma ideia na cabeça e executá-la com empenho.

Stan servindo ao Exército na Segunda Guerra Mundial

Suas obras não serão esquecidas. Suas ideias não serão apagadas. Seu carisma é eterno, apesar das controvérsias na carreira. Stan Lee foi uma lenda acessível, admirado tanto pela Marvel quanto pela DC. Seu estado de saúde já não era bom faz tempo. E desde que Joan, sua esposa, faleceu, muitos diziam que era só questão de tempo até que Stan se juntasse a ela. Afinal, depois de passar quase 70 anos juntos, cada dia sem a companheira devia ser muito triste. Ele, porém, parte deixando uma mensagem tão incrível quanto suas histórias: acreditem em vocês mesmos.

Ele brilhou até mesmo em “Os Jovens Titãs em Ação: O Filme”, da concorrente DC

Stan era oriundo do Bronx. Tinha origem humilde, mas nunca duvidou do que poderia fazer. Aos 95 anos, não há um sonho que ele não tenha alcançado, profissionalmente falando. Além de querer ser um grande escritor, o jovem aspirava trabalhar como ator. Apesar de não ter feito nenhum papel de protagonista, tem como alguém dizer que suas performances em tela não foram memoráveis? Falando nisso, sua participação está garantida até Vingadores 4. Os irmãos Russo gravaram cerca de três Cameos de uma vez, já pensando na fragilidade de Stan.

Ele aproveitou como ninguém, foi amado como ninguém… Viveu como ninguém. E suas histórias ajudaram muita gente também, inclusive esse que vos escreve. Minha adolescência foi marcada fortemente pelas histórias do Homem-Aranha, Demolidor e, meu favorito, o Capitão América dos anos 60. Materiais fantásticos que traziam esperança e ingenuidade para um jovem meio confuso diante do mundo atual.

Uma pessoa pode fazer uma grande diferença. É o que eu acho!” – Stan Lee, em Homem-Aranha 3

Essa segunda-feira (12) é um dia de luto no Universo Marvel. É uma perda sentida em todas as realidades do Multiverso e vai ser assim por muito tempo, porque diferente dos nossos heróis dos cinemas/quadrinhos, não tem Reino Quântico ou Viagem no Tempo que o traga de volta. Infelizmente. Por isso, sintam sua perda, mas aproveitem ao máximo a vida, porque Stan aproveitou muito a dele e gostaria que seus fãs fizessem o mesmo.

Excelsior!

Stan Lee morre aos 95 anos

10 Celebridades com ÓTIMA reputação

As aparências enganam, diria o ditado. E quando pensamos em Hollywood, esse jargão é mais do que verdade. Para fãs e cinéfilos, é sempre bacana saber que nossos ídolos são gente boa fora das telinhas também, por isso nós do CinePOP fizemos aqui uma listinha de quais celebridades são legais de verdade, mesmo longe dos holofotes. Confiram!

 

10. Jack Black

Não são só os papéis que ele interpreta: Jack Black é mesmo um cara relaxadão e que zoa a si mesmo o tempo todo. Segundo um amigo de infância, Jack é o tipo de sujeito que escondia doces por todo o play da escola apenas para que as outras crianças os encontrassem. E, segundo um funcionário de cinema, um dia Jack estava para assistir um filme e acidentalmente derramou pipoca no chão. Antes que o funcionário conseguisse se aproximar para limpar, Jack já estava agachado catando as pipocas. Parece coisa boba, mas é superbacana que uma pessoa consiga pensar nos funcionários de um lugar, ainda mais se for uma celebridade.

 

9.Thalita Rebouças

Escritora, roteirista, apresentadora e, por que não, atriz. Ela já vendeu milhões de livros e teve muitos deles adaptados para o teatro e para o cinema, e, mesmo assim, Thalita Rebouças continua sendo a mesma pessoa que ama os leitores. Ela é o tipo de escritora que participa de todas as feiras literárias que consegue encaixar na agenda, seja numa capital ou numa cidadezinha pequena do interior. Ela atende cada leitor com carinho e conversa com eles e com os pais, ficando até o final da fila de autógrafos. Seu carisma vai muito além das telinhas.

 

8.Lady Gaga

Não é à toa que ela chegou onde chegou. Lady Gaga tem um coração enorme e não esconde que passou o pão que o diabo amassou para conseguir realizar seus sonhos. Ciente de que muitos dos seus fãs passam por dificuldades iguais no dia a dia, a diva pop sempre busca uma forma de compartilhar suas experiências com seus seguidores, na tentativa de inspirar as pessoas. Mesmo cancelando sua participação no Rock in Rio em cima da hora, a vencedora do Oscar 2019 de Melhor Canção continuou com lugar cativo no coração dos fãs.

 

7.Mark Ruffalo

Todo mundo já viu pela Internet fotos de Mark Rufallo tirando fotos e vibrando com seus colegas Vingadores. Isso porque o ator, mais do que companheiro de trabalho, é fã do que faz e é profundo admirador dos amigos. Quando da estreia de ‘Guerra Infinita’, Mark levou seu filho e os colegas dele ao cinema, e, ao fim do filme, os adolescentes todos estavam surtando. Mark ligou para seu colega, Robert Downey Jr (Homem de Ferro) e fez uma vídeo-chamada mostrando os adolescentes correndo, gritando e surtando no cinema. Além de engraçado e carismático, o ator apoia abertamente a defesa dos direitos LGQTB+ e é grande crítico do governo Trump.

 

6.George Clooney

O rostinho bonito por trás de muitas campanhas de perfume e da Nespresso na verdade passa boa parte do seu tempo entre a Inglaterra e a Itália, afastando-se do caótico mundo das celebridades de Hollywood. Anos atrás, parece que o ator de seu conta do ambiente tóxico em que estava e se afastou das fofocas, dedicando seu tempo a causas humanitárias, como o alerta sobre o genocídio na Armênia e a crise em Darfur. Ele já foi até preso por seu ativismo.

 

5.Ed Sheeran

Esse cara SÓ PODE ser legal de verdade, do contrário, como ele conseguiria visitar a casa de tantas celebridades e participar de tantas coisas aleatórias, como uma ponta em um episódio de ‘Game of Thrones’? O cantor é conhecido por visitar seus fãs em hospitais quando eles não conseguem ir aos shows, por resgatar um gatinho que estava prestes a ser sacrificado e por se certificar, em alguns shows, de que todos os ingressos tivessem o mesmo preço, de modo que todos os seus fãs tivessem a mesma oportunidade de ver sua apresentação. Isso bem que podia virar moda né?

 

4.Tom Hanks

Ele tem dois Oscars, dezenas de filmes e, mesmo assim, ainda zoa a si mesmo e é uma das poucas celebridades que continua casada com a mesma pessoa desde o início da carreira. Um bom sinal de integridade, não é? Quando encontra os fãs, Tom consegue manter sempre o bom humor e busca se divertir com eles, seja tirando fotos hilárias, seja fazendo piadas. E isso faz com que a gente goste ainda mais dele!

 

3.Rodrigo Santoro

Queridinho, crush da adolescência de todos e todas, Rodrigo Santoro é boa gente tanto com os fãs quanto com a imprensa. Há relatos de que uma repórter foi entrevistá-lo pela primeira vez e congelou ao vê-lo. Paciente e generoso, o ator esperou a repórter se recuperar e respondeu tudo tranquilamente, dando espaço para que a entrevistadora conseguisse fazer as coisas a seu tempo. Recentemente, na première de ‘Turma da Mônica: Laços’, o ator fez questão de dar especial atenção às crianças que iam procurá-lo no final da sessão. Um fofo!

 

2.Keanu Reeves

Única pessoa no mundo que figura em todas as listas de queridinhos de Hollywood. Gentil, gente boa, defensor dos animais, carinhoso, troca elogios com os fãs e conseguiu até mesmo ficar envergonhado ao ser avisado de que é o atual crush da internet. É impossível encontrar alguém falando um ai dele. Keanu Reeves é amor puro!

 

1. Tom Hiddleston

Não dá para fazer uma lista dessas e não incluir Tom Hiddleston. Não são poucos os vídeos que mostram o ator sendo super atencioso com os fãs em todas as ocasiões, ao ponto de ofuscar Chris Hemsworth durante as gravações de ‘Guerra Infinita’ em Nova York. Em outra ocasião, uma fã pediu para ele gravar um recadinho usando a língua de sinais para sua amiga, e ele o fez. Tom Hiddleston é praticamente o troféu Melhor Pessoa de Hollywood.

‘Bumblebee’: Diretor teve que cortar cena com Megatron; Entenda o motivo!

O diretor Travis Knight revelou que precisou cortar uma cena estrelando Megatron, o maior vilão dos Autobots, em ‘Bumblebee‘.

Em entrevista ao io9, revelou:

“Eu tinha essa cena toda desenhada onde veríamos Megatron com ele chegando que nem o Sauron, só explodindo as coisas e tocando o terror por todo o lado, mas isso afetaria a cronologia da saga. Então mesmo que eu quisesse ver o Megatron da Geração 1 no campo de batalha durante a queda de Cybertron, eu não poderia fazer. Mas eu queria colocar o máximo de elementos G1 que eu amava ali, então coloquei meus personagens preferidos na cena.”

Assista nossa entrevista:

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O ator Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner’, será o dublador oficial do personagem título.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel CrowStephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

A estreia no Brasil acontece dia 20 de dezembro de 2018, ou seja, hoje.

Quentin Tarantino está desenvolvendo cross-over entre ‘Django Livre’ e ‘Zorro’

De acordo com o site Collider, o aclamado diretor Quentin Tarantino está desenvolvendo uma sequência para seu filme Django Livre, baseado em uma minissérie em quadrinhos que uniu o personagem-título a outra icônica figura: Zorro.

Segundo as novas informações, o roteiro será co-escrito pelo cineasta e por Jerrod Carmichael (Artista do Desastre), porém poucos outros detalhes foram revelados, inclusive quando as filmagens devem começar.

O próximo filme de Tarantino a chegar aos cinemas é o aguardado Era Uma Vez em Hollywood. Confira o trailer oficial abaixo:

O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.

Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

‘Dois Irmãos’: Animação com Tom Holland e Chris Pratt ganha novo trailer; Confira!

A animação Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica’ ganhou um novo trailer oficial.

Confira:

Em um mundo de fantasia suburbano, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ apresenta dois irmãos elfos adolescentes que embarcam em uma jornada extraordinária para descobrir se ainda há alguma magia no mundo.

“Na Disney•Pixar, nós tentamos criar histórias que surgem de algum tipo de verdade pessoal”, disse Scanlon. “Esse filme foi inspirado na minha própria relação com meu irmão”.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Com direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘, de 2013, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ está previsto para estrear nos cinemas dia 6 de março de 2020.

‘Falcão e Soldado Invernal’ pode ganhar novo título para a 2ª temporada

Em uma recente edição do podcast Murphy’s Law, o conceituado jornalista Charles Murphy revelou que ‘Falcão e Soldado Invernal’, aguardada produção original do Disney+, pode ganhar um novo título oficial caso decidam seguir com mais uma temporada.

“Com o final da primeira temporada, [Bucky Barnes e Sam Wilson] terão passado por várias experiências traumáticas e serão diferentes”, ele explicou. “Houve um ponto em que havia planos para uma segunda temporada… Se eles fizessem mais uma temporada, não seria chamada ‘Falcão e Soldado Invernal’, mas tematicamente similar com um nome diferente”.

Recentemente, a série ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem em destaque uma popular locação do universo de ‘X-Men‘. 

As fotos, divulgadas com exclusividade pelo portal Murphy’s Multiverse, trazem o país fictício Madripoor, cuja primeira aparição nos quadrinhos aconteceu no spin-off de ‘X-Men‘, Novos Mutantes’, futuramente se torando uma locação recorrente nas HQs da Marvel Comics.

Nas fotos em questão, é possível conferir um mercado de rua local, que trazem elementos que conectam a série ao inverso de ‘X-Men‘, bem como à nova série da Disney de ‘Guerreiros Secretos‘.

Confira:

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Kylie Minogue anuncia tracklist OFICIAL de ‘Disco’, seu mais novo álbum de estúdio!

Kylie Minogue é um dos grandes nomes da música contemporânea e retornará este ano com Disco, seu 15º álbum de estúdio que marca o retorno às raízes do disco e do dance-pop.

Agora, em seu site oficial, a popstar anunciou a tracklist oficial do CD, cuja versão deluxe conta com nada menos que 16 faixas (incluindo os singles “Magic”“Say Something”).

Confira:

1. Magic
2. Miss A Thing
3. Real Groove
4. Monday Blues
5. Supernova
6. Say Something
7. Last Chance
8. I Love It
9. Where Does The DJ Go?
10. Dance Floor Darling
11. Unstoppable
12. Celebrate You
13. Till You Love Somebody
14. Fine Wine
15. Hey Lonely
16. Spotlight

Disco será lançado no dia 06 de novembro.

Confira a capa do álbum:

A artista, ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performersdos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete – estilo que vem usando e reinventando desde seu début com seu álbum homônimo.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Minogue fez seu último lançamento de inéditas em 2018, mergulhando de cabeça no country-pop com Golden. Em 2019, lançou o incrível Step Back in Time: The Definitive Collection, compilado de seus maiores sucessos que estreou no topo das paradas mundiais – e que ganhou uma versão estendida no mesmo ano.

A História da Representatividade LGBTQIA+ no Cinema e na Televisão

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

Elenco de ‘Rua do Medo’ reage às mortes mais SANGRENTAS da trilogia; Confira!

A última parte da trilogia Rua do Medo, intitulada ‘1666’, finalmente estreou na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores em que o elenco protagonista reage às mortes mais sangrentas da saga.

Confira:

Leigh Janiak entra como diretora e roteirista dos três filmes.

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

 

‘Riverdale’: Conspirações ganham vida no novo clipe oficial do episódio 06×04; Confira!

The CW divulgou um novo clipe oficial de “The Witching Hour(s)”, quarto episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “conforme o Cometa Bailey passa por Rivervale, Cheryl e Nana Rose revisitam as trágicas histórias das mulheres Blossom ao longo dos anos. Enquanto isso, o evento celestial permite que Cheryl invoque um rosto familiar à cidade: Sabrina Spellman”.

O episódio vai ao ar hoje, 07 de dezembro.

Confira, junto à promo:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Sam Raimi fala sobre como ‘Homem-Aranha’ mudou o cinema para sempre

Sam Raimi volta em breve aos cinemas com o aguardado Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, da Marvel Studios – mas antes de fazer parte do MCU, ele comandou o clássico longa-metragem ‘Homem-Aranha’ em 2002, que é considerado até hoje como uma das melhores adaptações super-heroicas da história.

Agora, em entrevista ao Slash Film, Raimi falou sobre seu trabalho no projeto e como isso impactou o gênero em questão até os dias de hoje, dizendo até mesmo que os produtores Avi AradKevin Feige merecem o mesmo tanto de créditos que ele, senão mais.

“Não penso sobre isso dessa maneira, porque o panorama geral é que Avi Arad realmente estava tentando fazer com que a Marvel Studios caminhasse, Kevin Feige era seu assistente à época e ele estava comandando a Marvel Studios. Ele era o produtor por trás de ‘Blade’X-Men‘Homem-Aranha’. Ele estava tentando chegar ao Universo Marvel, aos estúdios Marvel, e fez um trabalho ótimo. Ele até mesmo trabalhou em Homem de Ferro e outros. E Kevin naturalmente foi seu assistente. Eu tive muita sorte em dirigir os filmes do ‘Homem-Aranha’, ele comentou.

Raimi continua: “mas realmente foram muitas pessoas. Foram as pessoas da Sony Pictures – Amy PascalJohn Kelly foram os executivos que passaram pelo problema de limpar os direitos do Homem-Aranha para transformá-lo em um filme. Houve muitas pessoas. É sobre a geração de leitores, que finalmente cresceram para se tornar executivos e realizadores, e eles sabiam quais eram as melhores histórias por aí – as histórias da Marvel”.

Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ estreia em 05 de maio de 2022 nos cinemas nacionais.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

 

 

Crítica | ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ entrega um 5º episódio de tirar o fôlego

Cuidado: spoilers à frente.

Depois de duas semanas de episódios sólidos, mas com um forte sentimento de fillers, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ retorna com um dos melhores capítulos da temporada até agora. Afinal, a mais nova iteração não apenas dá continuidade às múltiplas tramas apresentadas, mas responde a algumas perguntas e traz revelações incríveis que nos mantêm vidrados do começo ao fim e que nos fazem imaginar o que as próximas semanas nos aguardam.

Como já mencionado nos textos anteriores, um dos enredos mais coesos e envolventes é o delineado entre o príncipe anão de Khazad-dûm, Durin IV (Owain Arthur), e o altivo elfo arquiteto Elrond (Robert Aramayo). E, depois de sermos apresentados a sua amizade conturbada, é notável como os criadores do show investem mais esforços para explorar esse relacionamento tão incrível e tão recheado de química: dizer que Aramayo e Arthur fazem um trabalho espetacular é apenas uma maneira modesta de elogiá-los; no final das contas, isso não seria possível a preocupação em desenvolvê-los sem pressa e dentro de suas peculiaridades. No capítulo anterior, Durin fez com que Elrond jurasse segredo sobre a descoberta de mithril e, agora, o elfo se vê em um impasse entre quebrar a confiança do amigo ou ser um dos responsáveis pela queda da raça élfica e da destruição da luz.

Ainda que o enredo em questão tenha tempo o suficiente para nos conquistar, ele não é o único a ser trazido às telinhas – e, talvez, a recuperação do ritmo e do equilíbrio estruturais seja apenas um gostinho do que poderemos ver no futuro. Além de Elrond e Durin, temos Galadriel (Morfydd Clark) demonstrando suas habilidades como guerreira e enfrentando o obstáculo de conquistar os humanos de Númenor que a desprezam e convencê-los a viajar para a Terra-Média para lutar contra as forças das trevas. Galadriel, inclusive, protagoniza uma das sequências mais bem coreografadas e que nos traz um pouco de volta a nostalgia da trilogia original de Peter Jackson, divertindo-se em cena ao lado dos soldados númenorianos e desfrutando de momentos arrepiantes com Halbrand (Charlie Vickers) e Elendil (Lloyd Owen).

Também temos a volta de Bronwyn (Nazanin Boniadi) e Arondir (Ismael Cruz Córdova) lutando contra os orcs que se apossaram das Terras do Sul e que, liderados pelo misterioso Adar (Joseph Mawle), lançam um ultimato para aqueles que tentam fugir de um destino pior que a morte. Mesmo com menos furor do que o esperado, a contraposição explosiva entre os dois personagens é o que nos mantém interessados: Arondir é um devoto da esperança e um arauto otimístico de como enfrentar os mais diversos problemas, enquanto Bronwyn parece aceitar que não tem para onde fugir e que, pelo fato de ser humana, é passível de erros e de se render à maldade em um piscar de olhos. É aí que o jovem Theo (Tyroe Muhafidin) insurge como um ponto de austeridade, reunindo o melhor dos dois mundos para que a vitória seja certa e seus inimigos, derrotados.

Apesar da considerável melhora, há um vício que se recusa a sair de perto da série – e esse vício gira em torno do arco de Nori (Markella Kavenagh) e o misterioso gigante que caiu do céu (Daniel Weyman). Neste episódio, eles de fato tem um protagonismo maior, mas são jogados à posição de coadjuvantes quando justapostos aos outros personagens: é claro que as cândidas cenas entre os dois são ótimas e nos tiram o fôlego um momento ou outro, mas a história parece estar demorando demais para se desenrolar – e, com sorte, isso mude logo, principalmente com a aparição duvidosa de um trio do que parecem ser feiticeiras ou bruxas brancas em busca do estranho.

A série permanece dentro de um grandioso e épico espetáculo visual, cortesia de um time criativo que não perde a mão em nenhum momento. Entretanto, um dos elementos que mais nos cativa é a antêmica e potente trilha sonora de Bear McCreary, que vinha sendo subestimada até então: o compositor se afasta o máximo que pode dos convencionalismos encontrados em produções do gênero, porém, não deixa de prestar sua homenagem a Howard Shore com um arranjo impecável de instrumentos de corda e uma celebração etérea do que está por vir. Nos minutos finais, a música consegue atingir uma perfeição sinestésica aplaudível e funciona, ao mesmo tempo, como uma conclusão e um recomeço.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ retorna com força descomunal e prestando mais atenção aos erros que cometeu nas semanas anteriores. O quinto capítulo recupera o que foi cultivado na estreia dupla e adentra, ao menos por enquanto, um caráter testamentário e honrável aos escritos e ao legado de J.R.R. Tolkien (que, sem sombra de dúvida, ficaria bastante orgulhoso com o episódio).

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para o próximo desafio na prévia do episódio 15×10; Confira!

A WoW e a MTV divulgaram um novo vídeo promocional da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’, mostrando a primeira parte do décimo episódio.

O capítulo vai ao ar hoje, 03 de março.

Confira:

A vencedora do Grammy Ariana Grande é uma das juradas convidadas do novo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

Warner Bros. pede DESCULPAS após polêmico marketing de ‘Barbenheimer’; Saiba mais!

Apesar do marketing de ‘Barbenheimer‘ ter se tornado extremamente popular nas redes sociais, nem todos acharam graça dos memes – com a conta japonesa da Warner Bros. no Twitter tendo criticado as propagandas feitas nos Estados Unidos, caracterizando-a como insensível em virtude dos ataques a Hiroshima e Nagasaki ocorridos no final da II Guerra Mundial.

A polêmica ganhou as manchetes ao redor do mundo e incentivaram a própria companhia a emitir um pedido de desculpas, dizendo à CNN“a Warner Brothers se arrepende pelas insensíveis publicações recentes nas mídias sociais. O estúdio oferece as mais sinceras desculpas”.

Enquanto isso, uma hashtag rival (#NoBarbenheimer) ganhou atenção nas redes sociais no Japão. Uma conta, também no Twitter, escreveu: “nós nunca fazemos filmes oficiais do 11 de setembro ou sobre os nazistas. Mas eles podem fazer histórias sobre a bomba atômica. Eu ainda acho que há uma desconsideração subjacente pela Ásia. Estou muito triste para palavras. É uma vergonha.

Outro usuário, por sua vez, disse que ficou “muito desapontado” ao ver uma postagem da conta de Barbie celebrando a parceria entre os filmes. “Não vou assistir”, diz o tweet.

A conta japonesa do estúdio escreveu a seguinte declaração na plataforma:

“Nós consideramos extremamente lamentável que a conta americana oficial da Warner Bros tenha reagido às postagens de ‘Barbenheimer’ dos fãs. Nós levamos essa situação muito a sério. Estamos pedindo para a sede americana tomar as ações apropriadas. Nos desculpamos com as pessoas ofendidas por essa série de reações insensíveis”.

Vale lembrar que, apesar das polêmicas, ‘Barbie‘ já se tornou um dos maiores sucessos do ano. Em menos de duas semanas, o live-action arrecadou impressionantes US$795,7 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 366,4 milhões. Internacionalmente, foram US$ 429,3 milhões através de 69 mercados (mantendo-se no topo das bilheterias de 57 países).

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Oscar 2024 | ‘Assassinos da Lua das Flores’ conquista DEZ INDICAÇÕES à premiação, incluindo Melhor Filme

‘Assassinos da Lua das Flores’ é o filme mais recente do renomado diretor Martin Scorsese – e continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos indicados ao Oscar 2024, o longa-metragem conquistou nada menos que dez indicações, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Scorsese, Melhor Atriz para Lily GladstoneMelhor Ator Coadjuvante para Robert De Niro.

Curiosamente, Leonardo DiCaprio foi esnobado na categoria de Melhor Ator.

Os vencedores serão revelados em 10 de março.

Estrelado por Leonardo DiCaprio, Robert De Niro e Lily Gladstone, o longa é baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann e acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

Crítica com Spoilers | ‘Assassinos da Lua das Flores’ é o filme mais NECESSÁRIO do ano

O grandioso elenco ainda conta com Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

‘Bem-Vindo a Derry’: Rudy Mancuso entra para o elenco da pré-sequência de ‘IT: A Coisa’

De acordo com o Deadline, Rudy Mancuso, conhecido por seu trabalho na recente rom-com ‘Música’, entrou para o elenco de ‘Bem-Vindo a Derry’.

A série funciona como pré-sequência de ‘IT: A Coisa’.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Bill Skarsgård retornará como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’).

Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

A série, que inicialmente estava programada para estrear no Halloween de 2024, foi adiada para uma nova data ainda não definida, provavelmente apenas em 2025.

O presidente da HBO, Casey Bloys, confirmou o adiamento em uma declaração oficial à Variety:

“‘Welcome to Derry’ estava agendada para o Halloween de 2024. Provavelmente [chegará apenas] em 2025.” Os adiamentos são motivados pelas greves que afetam Hollywood este ano, impactando a produção de várias séries e filmes.

Taylour Paige (‘Zola’), Jovan Adepo (‘Watchmen’), Chris Chalk (‘Gotham’), James Remar (‘Dexter’), Madeleine Stowe (‘Revenge’) e Stephen Rider (‘Demolidor’) estrelam a série

Através do seu Twitter, a HBO Max confirmou que a série será lançada apenas em 2024.

Welcome to Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa’.

Assista nossa visita ao parque do Pennywise:

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‘Cem Anos de Solidão’: AMBICIOSA adaptação chega esta semana ao streaming!

Cem Anos de Solidão, série baseada no icônico romance de Gabriel García Márquez, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A 1ª parte da produção, composta por oito episódios, será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 11 de dezembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é a primeira adaptação audiovisual da obra de Márquez, que é considerado um dos maiores romances da história da literatura e conquistou o Prêmio Nobel em 1982.

Em Cem Anos de Solidão, um dos maiores clássicos da literatura, o prestigiado autor narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo. Para além dos artifícios técnicos e das influências literárias que transbordam do livro, ainda vemos em suas páginas o que por muitos é considerado uma autêntica enciclopédia do imaginário, num estilo que consagrou o colombiano como um dos maiores autores do século XX.

Claudio CatañoJerónimo BarónSantiago VásquezMarco GonzálezDiego VásquezLeonardo SotoSusana MoralesMarleyda SotoCarlos SuarézMoreno BorjaViña MachadoElla Becerra e outros fazem parte do elenco.

4ª temporada de ‘Love, Death & Robots’ chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 4ª temporada da aclamada série antológica sci-fi ‘Love, Death & Robots‘ chega esta semana ao catálogo da Netflix.

O novo ciclo estreia na plataforma de streaming no próximo dia 15 de maio.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Love, Death & Robots’ é uma série de antologia que reúne contos animados em uma mistura de ficção científica, fantasia, terror e comédia. Produzida por diretores do mundo todo, ela traz diferentes histórias sobre lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo aranhas alienígenas. Robôs, monstros de lixo e demônios sedentos também não faltam por lá. Tudo isso combinado com as técnicas e estilos de animação de cada cineasta ou estúdio envolvido no projeto. O que faz de Love, Death & Robots’ um dos títulos mais ousados do catálogo da Netflix, com muito sangue, sexo e violência.

A série foi criada por David Fincher (‘Garota Exemplar’) e Tim Miller (‘Deadpool’).

Opinião | Taylor Swift e a maximização do show business com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Nesta próxima sexta-feira, 3 de outubro, a titânica superestrela Taylor Swift irá presentear seus fãs com o lançamento do aguardado álbum The Life of a Showgirl, que marca seu décimo segundo compilado de originais.

Contando com doze faixas inéditas, a produção foi anunciada no podcast New Heights, coapresentador pelo noivo de Swift, Travis Kelce – e imediatamente causou um grande impacto nas redes sociais, quebrando recordes de visualização e garantindo que as plataformas se transformassem em um arauto maximizado de vibrantes cores para dialogar com a estética das capas promocionais. Após a revelação do disco, os internautas notaram que a performer promoveu uma repaginação completa da identidade explorada em sua obra anterior, The Tortured Poets Department, que apostou fichas em uma atmosfera mais sombria, melancólica e quase fúnebre.

The Life of a Showgirl, como o nome aponta, empresta sua estética da popularidade das showgirls que começaram a ganhar destaque no século XVIII. O termo, a princípio destinado a jovens mulheres que performavam a fim de atrair e encantar os homens, passou por uma grande mudança com a chegada do novo século, referindo-se, comumente, a performers femininas que cantam e dançam em salões de música – seja em cabarés ou em teatros de escopo reduzido, por exemplo. E, apoiando-se na estética eternizada por Bob Mackie e por nomes como Josephine Baker e Dita Von Teese (essa referenciada brevemente no clipe de “Bejeweled”, single do álbum ‘Midnights’), Taylor promove um encontro entre passado e presente e volta a explorar as glórias de Old Hollywood de maneira apaixonante e inebriante.

O novo compilado de originais de Swift promete ser não apenas seu mais ambicioso, como um dos melhores de sua carreira – e a retomada de parceria com Max Martin e Shellback é apenas mais um indicativo disso. Afinal, ambos os produtores já trabalharam com a artista antes e, sendo muito conhecidos no cenário do pop e seus derivados, não é surpresa que o trio tenha se dedicado ao máximo para o projeto. Para além de um apreço quase inescapável pela explosão sonora, esse incrível time criativo não poupou referências e homenagens, que vão para além da estética mencionada no parágrafo acima.

Taylor swift the life of a showgirl

É claro que detalhes mais contundentes do disco não foram divulgados, com exceção de uma produção cinematográfica que acompanhará o projeto – e que chega aos cinemas norte-americanos em lançamento simultâneo. O filme, que trará pensamentos e reflexões de Taylor acerca de sua mais nova era na indústria fonográfica, já fomenta projeções significativas de bilheteria e virá acompanhado do videoclipe oficial de “The Fate of Ophelia”, faixa que abre o álbum. O lead single, inclusive, traz sugestões de que as emulações navegam para fora da esfera do show business e espalham suas raízes para o teatro inglês.

Ainda que inesperado, ambas as linhas fazem sentido quando pensamos no sentido categórico e pragmático de performance – e William Shakespeare, o dramaturgo mais popular de todos os tempos, não é um favorito unânime por qualquer motivo. Sua obra mais famosa, ‘Romeu e Julieta’, já foi relida inúmeras vezes para os outros âmbitos artísticos que não o dos palcos, enquanto ‘Macbeth’, ‘A Megera Domada’ e ‘Sonho de uma Noite de Verão’ continuam a influenciar realizadores ao redor do planeta. Porém, para The Life of a Showgirl, Swift se apropriou da figura controversa e complexa de Ofélia, uma das personagens principais de ‘Hamlet’.

A peça é centrada no personagem titular, um martirizado príncipe que descobre que o tio, Claudius, foi responsável pela morte do pai para usurpar o trono e casar-se com a mãe – partindo em uma jornada de vingança e redenção que, como bem sabemos, acaba em tragédia. Nesse arco, Hamlet cruza caminho com Ofélia, filha do braço-direito de seu tio, Polônio. Os dois eventualmente se apaixonam, mas a jovem é acometida com uma crescente insanidade que premedita sua trágica morte (afogada após entrar em um rio caudaloso e se deixar levar pela correnteza). A personagem, inclusive, ganhou um quadro que foi traduzido em uma das capas do álbum – e pode indicar uma das temáticas exploradas não apenas pelo lead single, mas pelas outras canções.

Ofélia é uma construção recheada de delineações que já foram exploradas por outras incursões da discografia de Taylor. Afinal, ela vive sob constante vigilância de três homens que cruzam seu caminho: ela é filha de Polônio, irmão de Laertes e interesse amoroso de Hamlet – e cada qual tenta moldá-la a seu bel-prazer, diminuindo sua mera presença em prol de uma submissão mandatória que acompanha a figura da mulher mesmo séculos depois da peça de Shakespeare. Ofélia percebe, mesmo inadvertidamente, que a única maneira de escapar é a morte – e essa morte já existe em sua pseudo-completude, ao existir em uma não-existência, passando dia após dia sendo controlada por cordas invisíveis de mestres de marionetes sádicos e opressores (por mais que isso não fique claro, a priori). Ofélia é complacente ao que lhe foi designado desde o nascimento e interpreta seu papel social até se render à insanidade, tendo seu espectro condescendente jogado fora para uma libertação epifânica.

Esse desejo de escapar aparece na figura da showgirl à medida que Swift transfere a culpa internalizada das mulheres ao cenário do show business e à constante necessidade de reafirmação sob os holofotes e nas explorações minuciosas que acompanham o estrelato. Ora, Taylor inclusive abre espaço para um encontro entre Ofélia e a icônica Elizabeth Taylor (cujo impacto e cuja importância na sétima arte e no entretenimento a garantiram uma menção direta na segunda faixa), e provavelmente usará suas experiências para esse fio condutor entre três épocas muito distintas e, ao mesmo tempo, idênticas.

Swift não é nenhuma estranha a comentários sociais em suas produções, visto que já fez isso com incursões como “You Need to Calm Down”, “The Man” e “Only the Young”. Todavia, ao retornar às glórias do pop e ao abrir um novo capítulo de sua carreira, a artista tem ainda mais espaço para ironizar o engendramento indelével de uma sociedade traiçoeira através de um metafórico álbum que tem tudo para se transformar em um sucesso imensurável.

RUMOR: Roteirista de ‘Andor’ está em negociações para desenvolver novo projeto para a Marvel

Saga do Multiverso do Universo Cinemático Marvel caminha para o seu encerramento com os vindouros Vingadores: Doutor Destino’Vingadores: Guerras Secretas’ – e, por enquanto, o próximo capítulo do panteão super-heroico segue sob segredo.

Rumores indicam que a Marvel Studios têm planos para um leve reboot na franquia, a fim de colocar os Vingadores, o Quarteto Fantástico, os X-Men e tantos outros personagens na mesma realidade – e já sabemos que Ryan CooglerJake Schreier estão dando os primeiros passos para a nova fase.

Enquanto mais detalhes não são divulgados, um novo boato aponta que um conhecido e prestigiado realizador deve integrar a família Marvel na próxima saga.

Segundo o perfil @MyTimeToShineHBeau Willimon (‘Andor’) está em negociações com a Marvel Studios para escrever um projeto a eles”.

Willimon ganhou reconhecimento e aclame por seu trabalho no drama político ‘House of Cards’, trabalhando como showrunner, e encontrou ainda mais sucesso com a premiada série ‘Andor’, da saga ‘Star Wars’. Como se não bastasse, ele assinou contrato com a Warner Bros. para assinar um longa-metragem do universo ‘Game of Thrones’, centrado no primeiro Senhor dos Sete Reinos e Rei do Trono de Ferro, Aegon I Targaryen.

Como nada foi oficialmente confirmado, trate as informações com rumores.

‘Lanternas’: Série do DCU é ACLAMADA pela crítica internacional; Confira!

Lanternas‘ é a mais nova entrada do DCU, trazendo Kyle Chandler (‘Bloodline’) e Aaron Pierre (‘Tempo’) numa narrativa que promete encantar os fãs do icônico universo super-heroico.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 94% de aprovação, com base em 68 críticas publicadas até o momento.

Confira os principais comentários:

“No coração de Lanternasestá uma história de detetive realista, impulsionada pela química fantástica entre Chandler e Pierre” – Geek Vibes Nation.

Lanternas pode acabar se tornando confusa tanto em suas sequências de ação — algumas das quais parecem confundir caos com empolgação — quanto em sua narrativa… Mas a série funciona sempre que Chandler e Pierre dividem a tela” – Boston Globe.

“[A série] tem potencial de funcionar muito bem para os fãs mais fervorosos, que conhecem a obra original e a franquia a fundo, mas a maneira como estabelecem todas as regras desse mundo… Faz com que seja uma excelente porta de entrada para qualquer pessoa” – Perri Nemiroff.

“É divertido, empolgante e traz a dose certa de profundidade emocional para os adultos se aprofundarem” – metro.co.uk.

Lanternasé muito boa… E, embora o último terço da temporada pareça bem menos interessante, é preciso reconhecer o mérito de, pelo menos, ter ousado bastante” – io9.com.

“Diante da atual saturação de histórias de super-heróis, é compreensível que [o criador Damon] Lindelof e a HBO quisessem conferir um tom mais cru e sombrio ao gênero. No entanto, ao escurecerem a atmosfera, acabaram também por tornar tudo mais confuso” – Daily Telegraph.

Lanternas é, sem dúvida, a melhor produção da era Gunn/Safran na DC Studios até o momento, reforçando a ideia de que este universo deve continuar consolidando sua própria identidade, marcada pela visão de seus criadores” – The Playlist.

Primeiras Impressões | ‘Lanternas’ mistura ‘Slow Horses’ e ‘True Detective’ e nos entrega uma das MELHORES séries do ano

Lembrando que o segundo episódio vai ao ar no dia 23 de agosto.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, tem um tom sombrio e inspirado em ‘True Detective‘, e acompanha o policial intergaláctico veterano Hal Jordan e o recruta novato John Stewart investigando um misterioso assassinato no interior dos Estados Unidos – e se envolvendo com uma conspiração sombria que coloca o futuro da Terra em xeque.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

O elenco deLanternas também conta com Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Ulrich Thomsen, Jasmine Cephas Jones, Sherman Augustus, J. Alphonse Nicholson, Jason Ritter, Nathan Fillion, Chris Coy, Cary Christopher e Paul Ben-Victor.

‘Superman’: Henry Cavill voltará a interpretar o herói no cinema

Faz mais de dois anos desde que Henry Cavill reprisou seu papel como Superman em ‘Liga da Justiça‘, e diversos rumores apontaram que o astro havia desistido do papel após as falhas tentativas da Warner Bros em estabelecer o DCEU.

No entanto, o próprio Cavill desmentiu os boatos e disse à Men’s Health que ainda tem planos de voltar a viver o personagem no cinema.

“A capa está no meu armário e o papel ainda é meu.”, afirmou.

O ator ainda revelou que faz questão de voltar a viver o herói para fazer jus ao personagem.

“Não vou me calar enquanto as pessoas ficam comentando. Eu não desisti do papel e ainda tenho muito pela frente como Superman, há um monte de histórias que quero contar e me aprofundar… Eu quero mostrar com louvor as histórias em quadrinhos. Isso é muito importante para mim. Há muita justiça a ser feita pelo Superman. O que eu posso dizer? Aguardem e vejam.”

Ansiosos para verem o ator como o herói mais uma vez?

Lembrando que Cavill também é o protagonista de ‘The Wicther’, nova série da Netflix que estreia em 20 de dezembro.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.