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Cannes 2021 | Titane é o Vencedor da Palma de Ouro e Diretora faz discurso Emocionante

Neste sábado, dia 17 de julho, a 74ª edição do Festival de Cannes chegou ao fim com a consagração do perturbador e nauseante Titane, segundo filme da diretora francesa Julia Ducournau (Grave). Ela tornou-se a segunda diretora a ganhar o maior prêmio do evento, seguindo Jane Campion, por O Piano (1993), a qual obteve um empate com Adeus, Minha Concubina (1993), de Kaige Chen. Julia Ducournau é, portanto, a primeira mulher a ganhar sozinha a maior láurea do Festival de Cannes

Leia também: Crítica | Titane | Outra vez Julia Ducournau faz a plateia passar mal, mas não seduz

Emocionada e surpresa com a premiação, Julia Ducournau subiu ao palco ao lado dos atores Agathe Rousselle e Vincent Lindon e agradeceu principalmente ao júri e ao presidente Spike Lee por escolher um filme fora dos “padrões” do evento. “Obrigada júri por aclamar por mais diversidade no cinema e em nossas vidas. Obrigada, júri, por deixar entrar os monstros”, declarou a diretora no Théâtre Lumière.

Sharon Stone entrega a Palma de Ouro a Julia Ducournau. (Foto: © Andreas Rentz / Getty Images)

Em um discurso tocante e repleto de lágrimas, Julia Ducournau agradeceu também aos atores, produtores, distribuidores e aos seus pais por apoiá-la e deixá-la ser livre. Leia abaixo as palavras de agradecimento da ganhadora de 2021: 

Quando eu era pequena, era um ritual assistir a cerimônia na televisão com os meus pais e, nessa época, eu tinha certeza que todos os filmes premiados deviam ser perfeitos, porque eles tinham a honra de estar neste palco… E, esta noite, eu estou neste palco e eu sei que o meu filme não é perfeito. Eu sei que meu filme não é perfeito, mas eu acho que nenhum filme é perfeito aos olhos daqueles que o fizeram. Dizem que ele é monstruoso. 

Agora que me tornei adulta e diretora me dei conta que a perfeição é uma ilusão passada… E a monstruosidade, que assusta algumas pessoas e permeia o meu trabalho, é uma arma, uma força para repelir o mundo da normatividade que nos cerceia e nos separa. Há tanta beleza, emoção, liberdade a serem descobertas no que não se pode colocar numa caixa…

Quero agradecê-los infinitamente. Ao júri, por reconhecer com esse prêmio a necessidade ávida e visceral que temos de um mundo mais inclusivo e fluído. Obrigado ao júri por aclamar por mais diversidade no cinema e em nossas vidas. Obrigada, júri, por deixar entrar os monstros”. 

Antes desse momento, o presidente do júri Spike Lee quase estragou o fim da festa ao anunciar logo no início o vencedor da Palme d’Or. É rápido, mas é perceptível a palavra ‘Titane’. O rosto de desespero de Mélanie Laurent é compreensível, assim como resto da reação do júri. Veja o vídeo:

Entre os demais prêmios da noite, o ator norte-americano Caleb Landry Jones ganhou o de interpretação masculina, por seu papel em Nitram, enquanto a atriz Renate Reinsve recebeu a láurea feminina por The Worst Person in the World (A Pior Pessoa do Mundo). Já o diretor israelense Nadav Lapid (Ahed’s Knee) e o tailandês Apichatpong Weerasethakul (Memoria) compartilharam um empate no Prêmio do Júri. 

A Melhor Direção foi dada para Leos Carax pela ópera rock Annette, filme de abertura do Festival. O encerramento da 74ª edição também foi marcada pela entrega da Palma de Honra ao diretor italiano Marco Bellocchio, responsável por filmes como Vincere (2009) e O Traidor (2019). A atriz e diretora Jodie Foster recebeu a mesma honraria na cerimônia de abertura.

Veja a lista de todos os premiados:

Palme d’or: Titane, de Julia Ducournau
Grand prix ex aequo: A Hero, de Asghar Farhadi e Compartiment Nº 6, de Juho Kuosmanen
Interpretação Masculina: Caleb Landry Jones (Nitram)
Prêmio do Júri ex aequo: Ahed’s Knee, de Nadav Lapid e Memoria, de Apichatpong Weerasethakul
Direção: Annette, de Leos Carax
Interpretação feminina: Renate Reinsve (The Worst Person in the World)
Roteiro: Drive my car, de Ryūsuke Hamaguchi e Takamasa Oe
Caméra d’or (Câmera de Ouro – Primeiro Filme): Murina, de Antoneta Alamat Kusijanovic
Palme d’or de curta-metragem: Tous les corbeaux du monde, de Tang Yi
Menção Especial de curta-metragem: Céu de Agosto,  de Jasmin Tenucci
Prêmio Un Certain Regard: Les Poings Desserres, de Kira Kovalenko

‘Viúva Negra’: Saiba porque as cenas com Tony Stark foram descartadas da adaptação

Nos primeiros rascunhos de ‘Viúva Negra‘, Tony Stark (Robert Downey Jr.) faria uma participação na trama, que é ambientada entre ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinta‘.

No entanto, o roteirista Eric Pearson afirmou ao Comic Book que a diretora Cate Shortland, Kevin Feige e os produtores executivos decidiram descartar as cenas de Stark ou qualquer outro Vingador do sexo masculino.

Isso porque Shortland e Feige acreditavam que a heroína não precisava da ajuda de nenhum homem em seu próprio filme.

“Inicialmente, houve discussões sobre os diferentes personagens que estariam no filme. O que decidimos foi descartar alguns deles, como Tony Stark. Kevin foi ótimo quando disse: ‘Ela não precisa da ajuda dos homens’. Não queríamos que o público sentisse que ela precisava de apoio. Queríamos que fosse autosuficiente. E ela foi.”

Confira:

Infelizmente, Pearson não revelou como seria a participação de Stark. No entanto, é provável que seu papel não fosse tão grande como foi em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

E aí, você gostaria de ter visto o herói com vida uma última vez?

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ se tornou o filme a cruzar mais rapidamente a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias norte-americanas na era pandêmica.

O filme demorou apenas seis dias para ultrapassar a marca. O recorde anterior era de ‘Velozes e Furiosos 9‘, que demorou oito dias para arrecadar o valor. Os outros dois filmes que conseguiram ultrapassar os US$ 100 milhões nos EUA na era pandêmica foram ‘Godzilla vs Kong‘ e ‘Um Lugar Silencioso= 2‘.

Mundialmente, ‘Viúva Negra‘ já atravessou a marca dos US$ 200 milhões.

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Confira a nossa crítica: 

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Dexter’: John Lithgow dá detalhes sobre seu retorno como Trinity Killer no revival

Os fãs da série ‘Dexter‘ ficaram bastante surpresos quando o retorno de John Lithgow foi anunciado em junho.

Para quem não se lembra, Lithgow foi introduzido na 4ª temporada como Arthur Mitchell, um homem de família aparentemente normal, que acaba sendo revelado como um perigoso assassino em série, conhecido como Trinity Killer, o Assassino da Trindade.

Quem acompanhou a série, sabe que Dexter (Michael C. Hall) assassinou o personagem ao fim da temporada… Então, como ele poderia retornar?

Em entrevista para o Deadline, Lithgow foi questionado com a mesma pergunta.

Em reposta, o astro confirmou que o Trinity irá retornar em flashbacks e lembranças na mente de Dexter.

“Estamos fazendo completamente diferente da série original. Estamos em uma parte diferente do mundo, uma parte diferente do país e com um elenco totalmente novo. Quando ao Trinity, há todos os tipos de surpresas maravilhosas e essas cenas que remetem às primeiras temporadas.”

Ele continuou:

“Como todos os fãs de Dexter‘ sabem, vimos o fim do Trinity Killer, então, por definição, significa que minhas cenas são flashback e lembranças. Foi maravilhoso me reunir com a equipe de novo e ver todo aquele sangue. Fiquei muito animado por rever Michael, Jennifer Carpenter e Clyde Phillips [criador da série].”

Como Lithgow indicou, Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’) também vai retornar, reprisando seu papel como Debra Morgan.

Vale lembrar que a personagem morreu no final da série original, e suas cenas também serão de flashbacks.

Confira o novo teaser do revival:

Há alguns meses, Michael C. Hall concedeu uma entrevista ao The Daily Beast e afirmou que o revival irá reparar o “desfecho decepcionante” da série original, que permanece como um dos finais mais criticados das telinhas.

“Vamos falar a verdade: os espectadores acharam que a conclusão da série foi muito decepcionante e sempre houve esperanças de que surgisse uma história que valesse a pena ser contada. Eu me incluo nesse grupo que se pergunta: ‘O que aconteceu com aquele cara?’. Então, estou empolgado em retornar. Nunca tive essa oportunidade de interpretar um personagem vários anos depois.”

Ele completa, fazendo menção ao desfecho da série clássica ‘A Sete Palmos‘, como um exemplo de final satisfatório:

“Eu definitivamente pensei que foi justificável o Dexter fazer o que fez. Acho que algumas críticas são em relação a isso, e também há as críticas sobre como tudo se encerrou, e elas são válidas. Nós vivemos em uma era que as expectativas são muito altas e tão simultâneas quanto as reações do público. Eu já participei dos dois extremos; finais ‘extremamente satisfatórios’ e ‘extremamente decepcionantes’.”

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear ainda em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

Crítica | Bergman Island | Caprichosa metalinguagem em homenagem ao gênio sueco

Falar de cinema dentro de um filme é um fascínio para os amantes da sétima arte. Em estreia na mostra competitiva do Festival de Cannes 2021, a diretora Mia Hansen-Løve (O que Está por Vir) executa com proeza e certa melancolia uma homenagem ao cineasta sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007. Ela nos leva em excursão à ilha de Fårö, em Gotlands län, na Suécia, onde Bergman passou seus últimos dias, escreveu seus roteiros e rodou muitas de suas obras. 

Prolífero artista, Bergman deixo um legado de mais de 50 filmes, em que tratava de temas, desde a metafísica (O Sétimo Selo, 1957), até a introspecção psicológica (Persona,1966) e análise da vida de casal (Cenas de um Casamento, 1974), além da reflexão familiar (Fanny & Alexander, 1982). Assim, todos esses elementos são apresentados no roteiro de Mia Hansen-Løve a partir da curiosidade do casal de cineastas Chris (Vicky Krieps) e Tony (Tim Roth), o qual parte em visita à ilha de Fårö, em busca de conhecimento e inspiração.

Ele é um famoso diretor e especialista na obra do autor sueco, já ela é uma roteirista impregnada com a indecisão de qual final dar para o seu atual trabalho. Além do papel de escritora, ela reflete sobre o seu ofício de mãe, já que não para de pensar na filha pequena deixada alguns dias longe de seus cuidados para focar no trabalho. Desse modo, a diretora francesa projeta uma metalinguagem para falar do processo de criação, influência e admiração no cinema. 

Progenitor de nove crianças de seis mulheres diferentes, Ingmar Bergman foi um pai ausente e alguns dos diálogos do filme processam a vida pessoal atabalhoada do diretor em evidência da enorme quantidade de obras realizadas. Em busca de um lirismo para sua aventura “descortinando Bergman”, Chris conhece o jovem cineasta e pesquisador Hampus (Hampus Nordenson), responsável por lhe apresentar curiosidades da ilha e dos suecos com as quais ela começa a compor o seu roteiro. 

Um segundo filme entra em cena com os personagens Amy (Mia Wasikowska) e Joseph (Anders Danielsen Lie). Eles se reencontram depois de um longo tempo para o casamento de um amigo em comum na ilha de Fårö. Durante três dias, Amy tem a chance de reviver os sentimentos alojados no seu peito, enquanto Joseph mostra-se hesitante com a aproximação da jovem. A fábula de Amy e Joseph ganha contornos tão vívidos e febris que por um momento, a escritora e o diretor da narrativa principal tornam-se secundários.

Acompanhar o sofrimento de Amy por um amor fugaz e idealizado invoca mais curiosidade  do que as andanças e compromissos diários de Chris e Tony. Assim, a vida dos criadores e das criaturas dividem a tela e a nossa atenção. Existe, entretanto, uma atração em ambas as narrativas por conta da cumplicidade de querer enxergá-los como parte da história, não como criações para nos provocar precisas emoções. Ao jogar com a metalinguagem, Mia Hansen-Løve brinca com a nossa percepção de vivenciar sentimentos legítimos por frações de segundos diante da tela. 

Bergman Island não é um filme de conclusões e resoluções, mas de processo. Aqueles que sabem apreciar a marcha ao invés da chegada vão admirar o esforço de Mia Hansen-Løve de nos apresentar um outro lado de Bergman e a vertente oposta da construção de uma história. Os percursos dos personagens parecem entreabertos, mas é por conta dessas possibilidades em jogo, que o seu trabalho possui um zelo particular. 

Crítica | Flag Day | Sean Penn apresenta tépido conflito entre pai e filha embalado em folk-rock

Sexto projeto de Sean Penn (Na Natureza Selvagem) na direção, Flag Day (na tradução livre Dia da Bandeira) é baseado no livro de memórias da jornalista norte-americana Jennifer Vogel, Flim-Flam Man: The True Story of My Father’s Counterfeit Life (2004), no qual relata a relação com seu pai, um falsário congênito. Apresentado ao mundo no Festival de Cannes 2021, o projeto é marcado pela primeira vez que Sean Penn dirige a si mesmo e atua ao lado da sua filha Dylan Penn (Condemned). 

Contado pela perspectiva de Jennifer (Dylan Penn), o filme transcorre da infância até o dia em que a jornalista é chamada à delegacia e a comissária de polícia (Regina King) conta os crimes do seu pai John Vogel (Sean Penn). Assim, Flag Day revisita o final dos anos 1970, 1980 até 1992. Com a estonteante fotografia de Daniel Moder (da série Dead to Me), uma das principais cenas é a iluminação solar sobre um campo de centeio. Uma memória marcante da pequena Jennifer (Jadyn Rylee), revisitada várias vezes no filme, por ser um dos últimos passeios em família com o seu irmão (Hopper Penn) e seus pais. 

Assim como a rápida aparição de Regina King, Flag Day conta a participação especial de Josh Brolin, como Tio Beck, em menos de três minutos em tela. Outra parceria fiel no projeto de Sean Penn é do cantor Eddie Vedder, o qual canta ao lado da filha Oliva Vedder a canção principal There Is a Girl. A trilha sonora, a propósito, é uma espetáculo à parte para os amantes do folk-rock. Além do vocalista da banda Pearl Jam, as cenas de um Estados Unidos de 40, 30 anos atrás são embaladas por Cat Power (Dreams) e Glen Hansard (As You Did Before), ex-banda The Frames

Com a saída de John Vogel de casa, o crescimento de Jennifer é marcado pelo abandono emocional da mãe alcoólatra (Katheryn Winnick, da série Vikings) e a eterna esperança de reunir-se com ele. O pai, entretanto, está sempre envolvido em esquemas secretos, enquanto declara ser um empreendedor. A mentira, portanto, torna-se uma constante na vida da menina. 

Nos anos 1980, Jennifer transforma-se numa adolescente rebelde e viciada em drogas para fugir do seu cotidiano. Seu padrasto (Norbert Leo Butz) rendido à bebida lhe faz visitas noturnas sob a vista grossa da própria mãe. Sem esperança de continuar na escola e determinada a fugir do abuso domiciliar, a jovem parte para construir uma vida ao lado do pai. Apesar de não ser bem recebida, os dois tentam edificar uma convivência equilibrada, mas não por muito tempo. 

Com uma peruca de cabelos escuros, a adolescente Jennifer é a parte mais arrastada da história. A narrativa recupera-se com as cenas entre pai e filha, no qual a jovem toma a responsabilidade de colocá-lo nos eixos. Nesses momentos, Dylan Penn brilha e apresenta a força necessária para torná-la uma protagonista legítima. É evidente que existe uma potência de estar ao lado do seu verdadeiro pai, visto que Sean Penn sabe como poucos atores vestir a capa do vigarista implacável, tanto quanto do fracassado arrependido.  

Por um lado, a dramática relação entre pai e filha funciona e os sentimentos confusos da personagem, entre a admiração infantil e a decepção da realidade, são tocantes. Em contrapartida, Flag Day exibe uma narrativa morna sobre a penúria de crescer em uma família desfeita e as decisões imprudentes tomadas a partir dessa vivência.

Se o roteirista Jez Butterworth (No Limite do Amanhã) retirasse as graciosas cenas de diálogos entre pai e filha, nas quais o mentiroso inexorável continua a usar suas astúcias para a filha já madura, o filme é fraquíssimo. Sem grandes impressões, Jennifer torna-se uma jornalista com um pai presidiário. Flag Day estampa o sentimento de decepção de uma filha por seu pai não ter sido o herói dos seus sonhos.

Crítica | ‘Eu Nunca…’ retorna com uma 2ª temporada ácida, hilária e bastante necessária

O gênero das comédias românticas adolescentes é um dos mais prolíficos do cenário contemporâneo do entretenimento – e, desde o final dos anos 1990, continua a entregar títulos que caem no gosto popular. Apesar de certas produções serem apenas o mais do mesmo, algumas delas conseguem se transformar em narrativas originais e envolventes, como é o caso de ‘Meninas Malvadas’, ‘A Mentira’ e ‘Sex Education’. Mas um dessas obras, de fato, nos chama a atenção não apenas por focar na irreverência narrativa e estética, mas também por abandonar estereótipos de gênero e de raça para uma necessária representatividade – ainda mais levando em conta que estamos em pleno século XXI e que o padrão branco e cis-heteronormativo não é o único a existir.

‘Eu Nunca…’ veio sem muito alarde ao catálogo da Netflix no ano passado e, pouco depois de seu lançamento, ascendeu ao patamar de uma das melhores originais da gigante do streaming. Apesar da curta temporada, não demorou até que um segundo ciclo fosse anunciado, continuando a trama de Devi (Maitreyi Ramakrishnan), atrapalhada jovem indiana que, vivendo em uma família bastante tradicionalista e ofuscada pela presença tanto da mãe quanto da prima, volta-se para as imposições românticas adolescentes e tem como principal objetivo conquistar o coração do garoto mais popular do colégio. Entretanto, conforme vimos no season finale anterior, Devi acabou se apaixonando por seu “aminimigo”, Ben (Jaren Lewison), e entendeu que precisava fazer uma dura escolha.

É a partir daí que os novos episódios ganham vida: Devi, agora, deve optar por Ben, que, mesmo zombando dela constantemente na escola, mostrou ser um empático e adorável garoto pelo qual ela começou a nutrir sentimentos; e pelo charmoso Paxton (Darren Barnet), motivo de suspiros das meninas e dos meninos nos corredores do colégio com quem se envolveu inesperadamente. É claro que o enredo da jovem protagonista que se apaixona por duas pessoas diferentes não é nenhuma novidade no escopo mainstream, mas isso não importa: Mindy Kaling e Lang Fisher, criadores da série, sabem muito bem como utilizar os clichês a favor de competentes capítulos que nos levam a querer saber o desfecho de um intrincado triângulo amoroso.

Kaling e Fisher são sagazes o bastante para manter a breve estrutura da iteração anterior, construindo episódios de pouco menos de meia hora em um período expandido, ainda que condensado em frenéticos eventos. Cada beat tem um objetivo próprio, cujas ramificações atingem tanto os personagens principais quanto os coadjuvantes: as mentiras que Devi conta para manter o namoro com Ben e com Paxton “resolvem-se” logo de início, abrindo espaço para uma tentativa desesperada de recuperar a amizade perdida e para o luto pela morte do pai que resolve esconder nas camadas mais inalcançáveis do subconsciente.

Ramakrishnan mostra exímio empenho no papel de Devi, fornecendo a complexidade que precisávamos para tirá-la do rótulo da nerd atrapalhada e fundi-la com altos e baixos, calcando uma montanha-russa sentimental e emocionante que justifica o peso dramático da série em si. Todavia, ela não é a única a se beneficiar de um afiado roteiro: Kamala (Richa Moorjani) é agraciada com maior tempo de tela ao finalmente entrar para o doutorado e lidar com o machismo e o racismo estruturais no âmbito científico – sendo até mesmo desencorajada pelo marido prometido a não se impor, enquanto vê um duro trabalho passar longe do reconhecimento. Nalini (Poorna Jagannathan), mãe de Devi, deixa de lado a posição austera de matriarca da família e percebe que precisa focar em si mesma, seja no âmbito profissional, seja no romântico – razão pela qual passa a se envolver com o Dr. Chris Jackson (Common).

No ciclo anterior, o público foi apresentando ao vibrante universo de ‘Eu Nunca…’, o que explica o ritmo mais vagaroso dos capítulos. Agora, estando acostumados às múltiplas personagens que habitam esse cosmos tão relacionável com qualquer pessoa, é possível apostar fichas mais ousadas em temáticas de discussão indispensável, como a supracitada disparidade de gênero e a falta de ética trabalhista no tocante a homens e mulheres; além disso, há uma exploração interessante sobre aceitação, empatia e pertencimento, destinada à Fabiola (Lee Rodriguez): o medo de revelar ser lésbica para a mãe já foi enfrentado (e recebido com apoio incondicional); agora, ela se vê num ciclo sem fim de manter-se fiel a quem realmente é ou lutar para se encaixar no avesso cotidiano da namorada, Eve (Christina Kartchner).

As investidas se desenrolam inclusive para análises sobre a opressão sistêmica da cultura do belo, principalmente com a entrada impactante de Megan Suri como Aneesa, outra estudante indiana que transfere para Sherman Oaks e ameaça o coeso mundo de Devi. Como percebemos, Aneesa revela que sofreu com anorexia em seu antigo colégio e que foi obrigada a mudar para um recomeço mandatório – até ser alvo de boatos que abalaram a confiança que sentia em Devi. Esse desequilíbrio também aparece com Eleanor (Ramona Young), que se envolve com um tóxico e egocêntrico ator sem perceber que está mergulhando num vórtice inescapável de pedantismo controlador.

Problemas pontuais à parte, a 2ª temporada de ‘Eu Nunca…’ ganha força com uma comédia inteligente, pincelada com incursões trágicas que nunca se rendem à monotonia ou à previsibilidade. Comandado por performances avassaladoras e aplaudíveis, o novo ciclo é tudo o que mais precisávamos para navegar por um ano conturbado e que clamava por um escapismo de alto qualidade.

‘A Roda do Tempo’: Saiba quando será lançado o 1º trailer da adaptação da Amazon Prime

Através do canal do Youtube do evento JordanCon, o showrunner da vindoura série baseada na saga ‘A Roda do Tempo’, Rafe Judkins, anunciou que o primeiro trailer será lançado em agosto.

Para quem nunca ouviu falar, a convenção é dedicada aos fãs de Robert Jordan, autor de ‘A Roda de Tempo’, e reúne diversas novidades sobre as obras do escritor, falecido em 2007.

No vídeo, Judkins ainda menciona que já está trabalhando na 2ª temporada da atração desenvolvida pela Amazon Prime.

Confira:

“Estou aqui em Praga, apenas começando a trabalhar na segunda temporada de ‘A Roda do Tempo‘. Estou muito empolgado com a reação dos fãs sobre o que já foi divulgado até agora. Vamos disponibilizar muito mais breve… o trailer [da 1ª temporada] deve ser lançado no final de agosto.”

Anteriormente, o Deadline divulgou que a plataforma de streaming estará com um painel na San Diego Comic-Con@Home, trazendo novidades de seus vindouros títulos.

Agendado para 23 de julho, o painel da Amazon será transmitido no canal oficial da SDCC no YouTube a partir das 15h.

O evento terá a participação de produtores, diretores e showrunnres de filmes e series, como A Roda do Tempo’.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine, membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai, quando ela chega na pequena cidade de Two Rivers. Lá, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Até lá, confira um teaser da atração:

Lembrando que a temporada inicial ainda não tem data de estreia confirmada, mas sabe-se que será lançada ainda em 2021.

A produção será estrelada por Rosamund Pike, dando vida a Moiraine, membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Barney Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; e Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também fazem parte do elenco.

Confira a sinopse oficial:

Esse épico fantástico é ambientado em um mundo no qual a magia existe, porém só é utilizada pelas mulheres. A trama gira em torno de Moiraine, pertencente à organização feminina conhecida como Aes Sedai, e sua jornada pelo mundo na qual é acompanhada por cinco jovens homens e mulheres. Moiraine acredita que um deles pode ser a reencarnaçaõ de uma poderosa criatura, cujas profecias indicam que pode salvar ou destruir a humanidade.

Rafe Judkins fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.

Crítica | ‘Rua do Medo – Parte 3: 1666’ conclui de forma satisfatória a trilogia slasher da Netflix

No terceiro capítulo da trilogia slasher Rua do Medo, a diretora Leigh Janiak resolve nos levar ainda mais longe no passado e nos transporta para o místico e conturbado século XVII com ‘1666’. Mergulhando de cabeça nos escritos de R.L. Stine, um dos mestres do terror jovem-adulto, Janiak une-se novamente com uma talentosa equipe criativa para uma sólida e inesperada conclusão – que pode não ser tão instigante quanto o longa-metragem anterior, mas traz todos os elementos necessários para nos manter envolvidos do começo ao fim.

A saga começou com o pé esquerdo, por assim dizer, resvalando em tramas circinais e vários clichês fora de lugar. O mesmo não pode ser dito do divertido e sangrento ‘1978’, que conseguiu usar as fórmulas de uma forma competente, ainda que fazendo total alusão à franquia Sexta-Feira 13. Agora, as principais inspirações se destinam ao terror psicológico ‘A Bruxa’ e ao suspense ‘A Vila’, migrando para uma época repleta de tabus e da caça a qualquer um que fugisse à “normalidade”. É nesse contexto que Deena (Kiana Madeira) encarna a notória antagonista Sarah Fier para descobrir o que aconteceu – e quais foram as misteriosas circunstâncias de sua morte.

A princípio, lidamos com um drama de época que remonta a Salem, famosa cidade de Massachusetts conhecida pelo tribunal que condenou à forca inúmeras pessoas inocentes culpadas de bruxaria ou pacto com o diabo. Sarah era apenas uma menina que escondia a verdadeira identidade e mantinha um romance secreto com Hannah Miller (Olivia Scott Welch), aproveitando escapadas noturnas para experimentar a liberdade. Quando presa à retrógrada ideologia de sua comunidade, ajudava o pai em casa e mantinha-se fora do radar daqueles que poderiam lhe causar problema, como o psicótico Mad Thomas (McCabe Slye) – motivo de sua ruína. Além de Hannah, Sarah também encarava o charmoso e melancólico Solomon Goode (Ashley Zukerman) como confidente, visitando-o numa pequena choupana alheia à vila após a morte da mulher e da filha.

A atmosfera aproximativa do filme muda gradativamente e utiliza a força encontrada no capítulo anterior como mote para as diferentes reviravoltas. Após a noite em que os jovens resolvem se embebedar e utilizar frutinhas alucinógenas, as coisas passam a se infiltrar no âmbito da tragédia constante, caminhando em um crescendo angustiante. Se acreditávamos que as coisas não poderiam ficar mais chocantes que ‘1978’, estávamos errados: as sequências de horror pegam páginas emprestadas de Stephen King, M. Night Shyamalan e até mesmo de Arthur Miller para calcar na audiência um sentimento de dúvida e de temor – afinal, Sarah parece ser uma das vítimas e é arrastada para uma judicatura que aponta tanto ela quanto Hannah como culpadas de irem contra as leis divinas e trazerem o mal à Union (nome original de Shadyside).

É claro que os tropeços ainda existem, inclusive no tocante à narrativa. Janiak, que também fica a encargo do roteiro ao lado de Phil Graziadei e Kate Trefry, faz um trabalho interessante e categórico ao amarrar as pontas soltas e lançar luz à maldição que recai até os dias de hoje sobre Shadyside, guiando-nos por uma ambientação mística, nostálgica e envolvente. Algumas cenas almejam à originalidade, mas acertam em simplismos óbvios que podem ser compreendidos pelos espectadores mais desatentos – como a presença do foreshadowing e a gradual revelação do verdadeiro assassino (algo que já imaginávamos, considerando que a presença de Sarah Fier sempre foi carregada de inexplicáveis surtos de ódio e de vingança). Felizmente, o desenrolar do enredo não chega a tangenciar o caos estético, levando o tempo necessário para que nos acostumemos a novas perspectiva e dinâmica entre os personagens.

As inconsistências também residem nas escolhas artísticas, desde a indiferente paleta de cores até a excessiva trilha sonora – cujos caprichos funcionam numa completude aplaudível no capítulo anterior da antologia. Entretanto, os equívocos não são fortes o bastante para apagar a química do elenco e para investidas de tirar o fôlego, como o momento em que o pastor local mata todas as crianças do vilarejo em um ímpeto pestilento. O mesmo se diz sobre a direção da obra, que consegue transformar a vastidão das florestas em um labirinto claustrofóbico e inescapável, razão de Sarah não conseguir escapar de seus algozes e entregar-se como criminosa para salvar Hannah e os outros amigos.

De volta ao presente, a estrutura formulaica de causa e consequência premedita uma batalha final entre o bem e o mal, fazendo questão de que as descobertas caiam no conhecimento público (e que os vilões paguem pelo que fizeram num passado bem distante). Nesse aspecto, a praticidade da conclusão fala mais alto e, enquanto não inova, funciona num pragmático e condescendente “final feliz”.

As temáticas sociopolíticas presentes em outras produções do gênero podem não existir em Rua do Medo: 1666’, mas isso, no final das contas, não importa. A ideia e as mensagens por trás do longa-metragem são bastante claras: estamos lidando com uma carta de amor que Stine e Janiak construíram para os múltiplos clássicos que permearam seus imaginários. Diferente de se aprofundar nas críticas, opta-se por um entretenimento que, vez ou outra, será revisitado por aqueles que desejam apenas se divertir e conhecer as múltiplas facetas de Shadyside.

Nicolas Cage diz que nunca vai assistir ao filme de Nicolas Cage sobre Nicolas Cage

Anunciado em 2019, ‘O Peso do Talento’ (The Unbearable Weight of Massive Talent’) é uma curiosa produção estrelada por Nicolas Cage, que promete explorar sua trajetória artística e pessoal de uma forma bem esquisita.

Na trama, Cage desenvolve conversas internas com sua versão mais jovem, que é um astro hollywoodiano dos anos 90, bem sucedido e que zomba de sua versão mais velha devido ao seu fracasso nos últimos anos.

Na tentativa de se reerguer, ele irá aceitar uma oferta de US$ 1 milhão para comparecer ao aniversário de um misterioso fã vivido por Pedro Pascal, que é revelado como um perigoso traficante de drogas, o que dá início à reviravolta na trama.

A partir daí, Cage será recrutado pela CIA para tentar capturar o traficante numa aventura digna de ‘60 segundos’, ‘A Outra Face e ‘Despedida em Las Vegas‘, grandes sucessos de sua carreira.

No entanto, o astro disse à Variety que não pretende assistir ao filme porque não sabe se vai suportar a exagerada natureza autoconsciente do filme.

“Eu nunca vou ver esse filme. Disseram-me que é um bom filme. Disseram que as pessoas adoraram e estão elogiando bastante, mas fiz isso para o público. É demais para mim ir à estreia e sentar lá com todos. Psicologicamente, isso é muito bizarro e maluco para mim. Não sei se vou conseguir suportar essa viagem introspectiva.”

A reação do astro é totalmente compreensível, já que a narrtiva vai lidar com Cage se sentindo criativamente insatisfeito e enfrentando a ruína financeira.

Lembrando que o Collider anunciou recentemente que o longa chegará aos cinemas dos Estados Unidos em 22 de abril de 2022.

No Brasil, a obra segue sem data de estreia confirmada.

Além de Cage e Pascal, o elenco também conta Sharon Horgan, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, Lily Sheen, Neil Patrick Harris e Tiffany Haddish.

Tom Gormican fica a encargo da direção e também assina o roteiro ao lado de Kevin Etten.

No ano passado, Cage concedeu uma entrevista à Empire e falou um pouco sobre interpretar a si mesmo no filme, revelando detalhes sobre a obra:

“É uma versão estilizada de mim, e o fato de eu até mesmo me referir a mim mesmo na terceira pessoa me deixa extremamente desconfortável. Há várias cenas no filme nas quais o contemporâneo Nic Cage e então o jovem Nic Cage estão colidindo e discutindo e lutando. É uma abordagem acrobática para a atuação”.

Conheça o reality show da Amazon Pirime Video que está bombando no mundo todo

Os dois primeiros episódios da 2ª temporada do popular reality show de moda ‘Making the Cut‘ já está disponível na plataforma Prime Video. Trazendo uma proposta inovadora, o programa ainda permite ao público a oportunidade de comprar os looks apresentados em cada capítulo.

E a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade exclusiva de entrevistar a dupla de produtores e apresentadores, Tim Gunn e Heidi Klum. Mundialmente conhecidos como dois dos maiores ícones da indústria da moda, eles revelaram detalhes da nova temporada e comentaram sobre os desafios de criar um ciclo que fosse ousado, mesmo com as limitações da pandemia.

A competição traz “um grupo diversificado de 10 talentosos empreendedores e designers de todo o mundo, que estão prontos para levar suas marcas emergentes para o próximo nível e se tornarem o mais novo fenômeno global”.

Vale lembrar que as peças de roupas vencedoras nos desafios semanais do reality show poderão ser adquiridas na loja oficial Making The Cut, dentro do site da Amazon.

Os looks completos dos dois primeiros episódios já estão disponíveis para compra aqui!

A supermodelo Winnie Harlow e Jeremy Scott, diretor criativo da Moschino, são os novos jurados do atual ciclo.

Assista a nossa entrevista:

Confira o trailer:

O vencedor receberá o prêmio de US$ 1 milhão para investir em seu negócio, a oportunidade de criar uma coleção na Amazon Store e mentoria com a Amazon Fashion.

“Estou muito animada de estar em minha cidade natal de Los Angeles com um grupo tão talentoso de designers e jurados para a segunda temporada,” afirmou Klum em uma declaração. “O ano passado nos trouxe muitos desafios inesperados no mundo inteiro, então eu me sinto grata por podermos filmar de forma segura enquanto eu e o Tim continuamos nossa jornada para encontrar a próxima marca fashion global.”

O reality é apresentado e produzido por Heidi Klum e Tim Gunn.

‘Doce Vingança’: Brasileira se inspira no filme e comete crime CHOCANTE

De acordo com o R7, uma mulher de 41 anos identificada como Cláudia Campos assassinou o próprio pai, de 65 anos, ateando fogo ao corpo dele depois de tirá-lo de uma clínica de reabilitação na cidade de Embu Guaçu, na Grande São Paulo.

O crime aconteceu na última sexta-feira (09) e a Justiça decretou a prisão de Cláudia, que permanece foragida.

Ao que parece, ela vinha orquestrando o crime há cerca de 11 anos, quando contou à família que foi abusada sexualmente pelo pai, Aparecido, quando era uma adolescente.

Em mensagens trocadas com o irmão, tudo indica que ela se inspirou no filme ‘Doce Vingança, que conta a história de uma jovem que tortura e mata os homens que abusaram dela.

Na conversa, ela questionou se ele já tinha assistido aos filmes com uma insistente curiosidade, como se estivesse zombando do que iria acontecer.

Sem entender o significado da mensagem, o irmão apenas ignorou, mas entendeu o que ela quis dizer após o crime.

Moradora de Manaus, Cláudia até ajudava a custear o tratamento do pai, internado há cinco anos na clínica, e já tinha feito duas visitas a ele.

No entanto, ela sempre o tratava com carinho, segundo um dos fundadores da clínica, que funciona há 14 anos na região.

Por outro lado, tudo fazia parte do plano, que incluía tirá-lo da clínica para morar com ela para facilitar a conclusão do homicídio.

“Ela sempre foi amorosa. Abraçava, beijava, ficava com o pai no cantinho dela. Ele gostou [da ideia de morar com ela]. A gente entrou com o pedido da aposentadoria dele, estava pra sair agora. Ele falou que o sonho dele era se aposentar e morar com a filha.”

Como o irmão de Cláudia não autorizou a transferência, ela viajou para São Paulo para ver o pai mais uma vez. Depois de ir à clínica e convidá-lo para um passeio ao ar livre, ela ateou fogo no corpo dele quando estavam próximos a uma trilha e ele não resistiu aos ferimentos.

Devido à demora para retornarem, alguns funcionários da clínica saíram para procurá-los, mas só encontraram o corpo do pai, carbonizado.

Até o momento, a Polícia Civil já ouviu dez depoimentos sobre o caso.

Um deles foi concedido pela mãe de mãe de Cláudia, que ofereceu sua casa assim que a filha chegou de viagem. O Outro foi de um ex-namorado, que emprestou dinheiro para que ela pudesse comprar a passagem para São Paulo.

Os depoimentos podem ajudar os policiais a descobrirem o possível paradeiro da assassina e se ela teve ajuda para finalizar o crime.

Lembrado que ‘Doce Vingança‘ foi lançado em em 2010 e um fracasso de crítica, registrando apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas se tornou um clássico instantâneo e agradou em cheio o público.

O longa dirigido por Steven R. Monroe rendeu mais duas sequências, lançadas em 2013 e 2015.


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Marvel adiciona séries do Disney+ na sua famosa intro; Assista!

No último episódio de ‘Loki‘, a Marvel alterou sua famosa introdução adicionando cenas das séries do Disney+.

Assista:

Recentemente liberaram um vídeo no Youtube da Marvel sobre as próximas produções cinematográficas e suas respectivas datas. O mais novo lançamento do estúdio é Viúva Negra, que foi adiado diversas vezes devido à pandemia e finalmente foi lançado tanto nos cinemas quanto no streaming do Disney+.

A trama se passa entre Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita. Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) terá que enfrentar o Treinador, um vilão capaz de imitar as habilidades dos seus inimigos. Para isso, ela precisará se reunir com pessoas importantes do seu passado. O elenco conta também com a presença de Florence Pugh como Yelena Belova, Rachel Weisz como Melina Vostokoff e David Harbour como Alexei Shostakov/Guardião Vermelho.

Adiante teremos Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, personagem que é considerado o maior lutador da Marvel. Primeiro herói de origem asiática protagonista de um filme no MCU, Shang-Chi (Simu Liu) é um jovem chinês criado longe de tudo por seu pai, sendo treinado em artes marciais principalmente o Kung Fu. Quando entra em contato com o mundo exterior, ele percebe que seu pai não é uma pessoa tão boa como dizia ser e se vê obrigado a tomar alguma atitude. Com um elenco com nomes como Awkafina Tony Leung, o filme deve estrear dia 3 de Setembro de 2021.

Em Novembro teremos o aguardado Os Eternos dirigido por Chloé Zhao, segunda mulher da história ganhadora do Oscar de direção (esse ano), com um elenco recheado de estrelas como: Angelina Jolie, Salma Hayek, Richard Madden e Brian Tyree Henry. Iremos acompanhar a trama dos Eternos, que são super-humanos que foram modificados geneticamente por seres espaciais chamados de Celestiais. Em sua criação, ocorreram algumas experiências fracassadas que deram origem aos Deviantes, uma espécie corrompida que serão seus principais inimigos.

O terceiro filme do cabeça de teia vem aí, com previsão de estreia para 17 de Dezembro e foi intitulado de Spider-Man: No Way Home (ainda sem título em português). Não se tem muitas informações sobre a história, mas sabe-se que Alfred Molina (Doutor Octopus) e Jamie Foxx (Electro) voltarão a interpretar os seus personagens de filmes anteriores. Será que o Aranhaverso vem aí?

Para o próximo ano temos a esperada continuação Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura, especificamente com previsão de lançamento para Março de 2022. Também teremos em Maio de 2022 outra sequência de Thor: Love and Thunder, com a volta da personagem de Natalie Portman. Em Julho de 2022 o segundo filme do Pantera Negra, com o título oficial de Wakanda Forever. E finalmente, para fechar o ano, em Novembro teremos a continuação de Capitã Marvel: The Marvels.

Já em 2023 estão confirmadas as continuações de Homem Formiga e Vespa: Quantumania e Guardiões da Galáxia Volume 3, em Fevereiro e Maio respectivamente.

Além dos filmes, a Marvel vem apostando em séries do mesmo universo, que serão exibidas pelo Disney+. Wandavision e Falcão e Soldado Invernal foram as primeiras e fizeram muito sucesso entre os fãs com esse novo formato, aprofundando no enredo dos personagens dos títulos. Em breve também teremos o lançamento de Loki, Ms. Marvel, Gavião Arqueiro, Cavaleiro da Lua, She-Hulk, Invasão Secreta, Coração de Ferro, Armor Wars e Wakanda.

‘The Flash’: Clássico Batmóvel é flagrado na Batcaverna nos bastidores da adaptação; Confira!

Alguns usuários do Twitter estão compartilhando imagens vazadas dos bastidores de ‘The Flash’, e algumas delas mostram o primeiro vislumbre do retorno do clássico Batmóvel.

Para quem não se lembra, o veículo foi visto pela primeira vez em 1989, na primeira adaptação cinematográfica do Batman, estrelada por Michael Keaton e dirigida por Tim Burton.

Além disso, uma das imagens também mostra os detalhes no interior da Batcaverna.

Confira as imagens:

“Novas imagens dos bastidores de ‘The Flash‘, com o retorno do Batmóvel de Michael Keaton no interior da Batcaverna, que mudou muito ao longo dos anos ou é uma parte diferente da caverna.”

Anteriormente, o jornalista John Campea disse que o Bruce Wayne de Michael Keaton será um dos protagonistas do longa, e sua participação será tão importante quanto a de Sean Connery em ‘Indiana Jones e a Última Cruzada‘.

“Seu personagem terá uma grande participação, tão importante quanto a de Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada. É muito maior do que o imaginado”, afirmou.

Anteriormente, o astro também foi clicado gravando algumas cenas em Londres, Inglaterra.

Confira, com outras fotos do set:

Lembrando que as gravações começaram nos estúdios Warner Bros. em abril. Em maio, as cenas foram rodadas em Stamford, Lincolnshire, utilizando a Casa Burghley como a Mansão Wayne.

Ben Affleck também vai reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas no longa, cujo anúncio levou muitos fãs a se perguntarem o que o fez tomar a decisão.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora está disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, Andy explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

Previsto para 03 de junho de 2022, ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Marvel – incluindo ‘Viúva Negra’

Os heróis da Marvel dominaram as críticas e bilheterias na última década e agora estão dando grandes passos para serem dominantes também no streaming. Com a estreia iminente de Viúva Negra, marcado para chegar aos cinemas e ao Disney+ na próxima sexta (9/7), o CinePOP decidiu rankear os 24 filmes na Marvel, incluindo Viúva Negra, do pior para o melhor. Lembrando que esta é uma lista opinativa, então esteja livre para concordar ou discordar.


24- Thor
(2011)

Lançado em uma época na qual a Marvel estava preocupada em abraçar vários tipos de público, Thor veio com uma ideia mais romântica de trazer um universo que misturasse o drama Shakespeariano ao romance adolescente que estava em alta na época. O resultado é um filme de estética incrível, mas de trama cansativa e pouco inspirada. Para não dizer que é uma derrota total, o longa introduziu o Loki de Tom Hiddleston ao público, que logo se transformou em um dos personagens favoritos de todo o MCU.

 

23- Homem de Ferro 2 (2010)

Enquanto o primeiro filme foi um sucesso de público e crítica, sendo elogiado por sua consistência e por dar o pontapé inicial para esse universo compartilhado, a sequência foi um filme super inconstante que parece mais interessado em introduzir os Vingadores do que  desenvolver a trama de Tony Stark (Robert Downey Jr.), que inicia esse longa morrendo aos poucos por conta de uma substância química no reator que o mantém vivo. É uma premissa interessante que acaba se misturando a intrigas empresariais, um vilão que surge do passado da família Stark e uma subtrama da S.H.I.E.L.D. que toma tempo demais de tela. Por outro lado, algumas das cenas mais legais e inventivas do herói, como a corrida em Mônaco e a batalha no jardim japonês, acontecem nesse filme. Outros pontos favoráveis são a estreia da Viúva Negra de Scarlett Johansson, que rouba a cena com seus golpes e truques de espionagem, a atuação inspirada de Robert Downey Jr. e a trilha sonora maravilhosa, que é praticamente um compilado com os melhores hits do AC/DC. Infelizmente, nem isso é capaz de fazer desta bagunça inconstante um bom filme.

 

22- Thor: O Mundo Sombrio (2013)

Se o primeiro filme já não tinha sido lá essas coisas, o segundo também não consegue melhorar tanto assim. Com um visual mais voltado para a fase do Jack Kirby nos quadrinhos, a trama desse filme é mais voltada para a relação entre Thor (Chris Hemsworth) e Jane Foster (Natalie Portman). O problema é que nenhum dos dois personagens apresentam grandes coisas e a química deles em cena é bem meia boca. Para piorar, o vilão é tão ameaçador quanto um filhote de labrador, restando ao Loki roubar a cena novamente para tentar impedir que esse filme seja um fracasso total.

 

21- O Incrível Hulk (2008)

Distribuído pela Universal, esse filme traz algumas ideias promissoras e o Hulk mais selvagem que os cinemas já viram. No entanto, fica aquele sentimento de que faltou alguma coisa. Como foi apenas o segundo filme do MCU, é interessante ver algumas ideias que foram propostas e posteriormente abandonadas. Na trama, Bruce Banner (Edward Norton) está foragido no Rio de Janeiro, onde trabalha formas de evitar sua transformação em Hulk e procura medicamentos que o ajudem a se livrar do monstrengo de uma vez por todas. Porém, quando o General Ross (William Hurt) descobre seu paradeiro, vai fazer de tudo para recuperar o Hulk, chegando até mesmo a criar um novo monstro, o Abominável (Tim Roth) – que voltará a ser visto no filme do Shang Chi – para persegui-lo. Então, Bruce vai atrás de sua ex-namorada, Betty Ross (Liv Tyler) – que também é filha do General Ross – para pedir ajuda.

 

20- Homem de Ferro 3 (2013)

Dirigido por Shane Black, Homem de Ferro 3 é um excelente filme de natal, mas não agradou muito como filme com super-herói. Vindo com altas expectativas depois do primeiro Vingadores, a última aventura solo de Tony Stark nos cinemas acabou focando no herói por trás da armadura. Levando Tony a se virar sem o traje, o longa conduz o herói em uma aventura sobre intrigas internacionais, falsos ídolos e a necessidade de um psicólogo sendo substituída por uma conversa com Bruce Banner. É divertido? É, mas os fãs do primeiro filme vão sentir uma diferença. Além de desperdiçar um ator do calibre do Ben Kingsley em um papel que será “resetado” em breve.

 

19- Homem-Formiga e a Vespa (2018)

Lançado na ressaca de Guerra Infinita, esse filme é realmente bom, apesar de não ser da mesma importância dos outros. É praticamente uma comédia romântica bem família que extrai o melhor de seu protagonista para contar uma história sobre amor, amizade e reino quântico. Isso porque o Homem-Formiga (Paul Rudd) vai tentar encontrar a mãe perdida da Vespa (Evangeline Lilly) no reino quântico. Só que acessar essa dimensão microscópica pode atrair atenção de gente perigosa. É um filme muito criativo, que aproveita bem as escalas e faz uma comédia família muito divertida.

 

18- Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

A primeira aventura solo do Cabeça de Teia no MCU foi um grande sucesso comercial da Sony. Após os eventos de Guerra Civil, Peter Parker (Tom Holland) volta para o Queens, onde vai precisar dosar sua vida de estudante com as atividades secretas de super-herói. No entanto, quando o Abutre (Michael Keaton) começa a aterrorizar a vizinhança, ele vai ter que enfrentá-lo sem colocar a vida de quem ama em risco. Essa nova roupagem caiu bem no herói, mas a dependência de Peter de seu novo mentor, Tony Stark, pode não agradar tanto aos fãs mais antigos do Teioso.

 

17- Capitã Marvel (2019)

Ambientada nos anos 1990, a primeira aventura solo de uma personagem feminina da Marvel ficou marcada por uma campanha imbecil de boicote por motivos machistas. Ela não deu resultado e o longa arrecadou mais de US$ 1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Na história, Vers (Brie Larson) é uma recruta desmemoriada do Império Kree que vive atormentada por fragmentos de sua vida passada. Quando ela acaba caindo na Terra, é logo receitada pela S.H.I.E.L.D. e conhece um jovem Nick Fury (Samuel L. Jackson), que vai tentar ajudá-la a descobrir mais sobre quem realmente é.

 

16- Thor: Ragnarok (2017)

Com direção do até então pouco conhecido Taika Waititi, o terceiro filme do Deus do Trovão enfim deixou de se levar a sério, permitindo que o próprio Thor ganhasse um upgrade em seus poderes e que ele e seus novos amigos explorassem novos aspectos dos quadrinhos que não se encaixavam na temática mais séria que os dois anteriores tentaram dar ao herói. Em meio ao fim do mundo nórdico, Thor e Loki acabam caindo em Sakaar, um planeta lixão em que os forasteiros são vendidos como comida ou escravos. Porém, Loki consegue se passar por um dos convidados do regente local, enquanto Thor vira um gladiador. Juntos, eles precisam encontrar um jeito de voltar para Asgard para tentar impedir o Ragnarok. Muito mais divertido e aproveitando o excelente timing que Chris Hemsworth tem para a comédia, esse longa redefiniu o Thor nos cinemas.

 

15- Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Lançado sob muita expectativa, dado o sucesso estrondoso do primeiro filme, Vingadores 2 foi considerado uma decepção na época. Porém, vendo sob uma perspectiva mais ampla, esse filme foi fundamental para que momentos históricos desse universo pudessem acontecer em Guerra Infinita e Ultimato. Fora a introdução de novos heróis e o início do racha entre os heróis, A Era de Ultron traz Stark e Ultron (James Spader) como vilões. Inclusive, o próprio Ultron é uma grande caricatura de Tony Stark. Talvez seja por isso que muitos fãs do Homem de Ferro não gostam muito desse filme.


14- Viúva Negra
(2021)

Desejo antigo dos fãs da superespiã, o filme solo da Viúva Negra explora mais do misterioso passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) na União Soviética e de sua trajetória até se tornar uma Vingadora. Com novos personagens carismáticos que ainda vão render muito no Universo Cinematográfico Marvel e com ação de primeira, é o típico filme que estaria algumas posições acima nesta lista se tivesse sido lançado há uns cinco ou seis anos.

 

13- Capitão América: Guerra Civil (2016)

Adaptando uma das sagas mais famosas de todos os tempos das histórias em quadrinhos, Guerra Civil foi um marco no MCU por ter introduzido dois dos heróis mais amados deste universo, o Homem-Aranha e o Pantera Negra. Fora isso, ele trouxe um núcleo novíssimo de coadjuvantes para o Capitão América (Chris Evans), que se consolidou como o maior rebelde do Universo Marvel. Outro grande mérito da produção é a direção dos Irmãos Russo, que sabe dividir os heróis em núcleos diferentes, dando bastante tempo de tela para cada um.


12- Homem-Aranha: Longe de Casa
(2019)

Após os eventos de Ultimato, o Homem-Aranha segue agindo como o Amigão da Vizinhança enquanto o mundo se recupera dos estragos causados por Thanos. Aproveitando a vida depois do Blip, Peter decide tirar férias do trabalho de super-herói e sai numa Eurotrip com seus amigos da escola. Porém, ele logo vai redescobrir que a vida de herói exige sacrifícios e ele logo se envolve em uma trama da S.H.I.E.L.D. sobre novos heróis, vilões e o Multiverso. Apesar de ter uma questão incômoda do Peter parecer não entender suas responsabilidades, esse longa adapta bem a sensação de ler uma HQ mensal, daquelas histórias descompromissadas que acontecem no intervalo entre duas grandes sagas, e isso é bem interessante.

 

11- Doutor Estranho (2016)

Estrelado por Benedict Cumberbatch, Doutor Estranho foi um filme que prometeu mais do que entregou. No entanto, o universo e o herói em si são tão interessantes que mesmo ficando abaixo do esperado, o longa conseguiu uma boa posição no ranking. Quando anunciaram que Scott Derrickson, famoso por filmes de terror, dirigiria a aventura do Mago Supremo, logo começaram as entrevistas falando sobre o tom de terror que a história teria. E quando confirmaram um elenco repleto de nomes de peso da indústria, a expectativa foi para uma história diferente de tudo que a Marvel já havia feito até então. Porém, a estrutura de roteiro é praticamente a mesma do primeiro filme do Homem de Ferro, com a diferença de mudar o cenário armamentista americano para um mundo mágico nepalês que mudaria o futuro do MCU. Em outras palavras, é um ótimo filme que tinha potencial para ser ainda melhor. Mas, mesmo assim, a história do cirurgião arrogante que se torna o maior dos magos após um acidente mortal consegue cativar e entreter de forma encantadora.

 

10- Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Penúltimo filme da Fase Um do MCU, a primeira aventura do Capitão América é simplesmente fantástica. Considerado um personagem de difícil adaptação para as telonas por conta de conflitos políticos e ideológicos do mundo real, o Capitão conseguiu conquistar públicos de diversas idades e de diferentes partes do mundo adotando uma estratégia que reinventou os quadrinhos da Marvel nos anos 1960: focar no homem por baixo da fantasia. Ao priorizar Steve Rogers em vez do Capitão América, o diretor Joe Johnston construiu um dos super-humanos mais humanos do cinema. Movido por muita boa vontade e esperança de dias melhores, o jovem Steve foi recrutado para um experimento que deu a ele capacidade física para se tornar o grande herói que ele sempre foi. E como a história se passa toda nos anos 1940, foi um acerto gigantesco trazer Johnston – que trabalhou em grandes produções baseadas na Segunda Guerra, como Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida e The Rocketeer – para a direção, porque ele conseguiu imprimir no filme toda a atmosfera, todo o clima das matinês. Sem contar, claro, a fotografia dando um ar retrô, algo único no MCU.

 

9- Pantera Negra (2018)

Assim como Doutor Estranho, Pantera Negra tem uma estrutura muito parecida com a de outros projetos anteriores do MCU, mas o rico universo explorado, a trilha sonora absurda, a direção mais que competente de Ryan Coogler e um vilão monstruosamente incrível (Michael B. Jordan) garantem essa alta colocação no ranking. Em tempos nos quais reclamam tanto da falta de originalidade nos filmes com super-heróis, a aventura solo do Pantera Negra conseguiu demonstrar sua identidade com muita personalidade, valorizando a mitologia do herói, trazendo diversos elementos de várias culturas africanas e se tornando um verdadeiro fenômeno sociocultural ao redor do mundo.

 

8- Homem-Formiga (2015)

Uma marca curiosa da franquia do Homem-Formiga é ter seus filmes lançados próximos de filmes-evento do MCU, o que acaba reduzindo a repercussão de suas aventuras solo. Com a surpreendente direção de Peyton Reed, que substituiu Edgar Wright, Homem-Formiga é um filme com coração sobre família. Apesar de ter diversas cenas incríveis que brincam com as escalas e os poderes do herói, o grande mérito dessa história são as relações humanas, tanto que os coadjuvantes tem grande destaque, mesmo sendo vendido como um filme de assalto. Nessa mistura de gêneros, a equipe criativa ainda usa bem o timing de Paul Rudd para a comédia e cria um dos filmes mais gostosos de ver e rever quantas vezes quiser no MCU.

 

7- Homem de Ferro (2008)

Responsável por dar início ao MCU e por resgatar a carreira de Robert Downey Jr., o primeiro Homem de Ferro é um filmaço. Embalado pela temática dos super-heróis, esse filme aproveita para falar sobre o mercado armamentista americano e como ele se retroalimenta fornecendo armas para o terrorismo internacional, fazendo dele um negócio muito lucrativo para empresários sem escrúpulos. No início do filme, Tony faz parte desse meio, mas conforme ele experimenta na pele as consequências de suas ações, ele vira o jogo para destruir parte do que ele mesmo construiu, se tornando um grande herói no processo. O ritmo é incrível, as atuações são maravilhosas e a liberdade dada para esse que foi o primeiro grande projeto do MCU é realmente um diferencial. O único deslize desse filme é a batalha final, que poderia ser um pouco mais emocionante, mas ainda assim é coerente com o que foi estabelecido para esse universo.

 

6- Os Vingadores (2012)

Considerado por muitos como o filme definitivo de super-heróis, a obra máxima de Joss Whedon foi o primeiro projeto da Marvel a romper a barreira do US$ 1 bilhão em bilheteria. Reunindo os maiores heróis da Terra para enfrentarem uma ameaça comum, o terrível Loki, Vingadores consegue transmitir otimismo, esperança, diversão, ação e humor na medida certa. Ele empolga quando tem que empolgar, faz rir quanto tem que fazer rir e emociona quanto tem que emocionar. Seu lançamento redefiniu os filmes de grupo nos cinemas e se tornou um marco para os fãs de quadrinhos.

 

5- Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

O top-5 é aberto com a estreia dos Irmãos Russo na Marvel. No segundo filme do Capitão América, vemos Steve Rogers se adaptando ao mundo moderno. O homem fora de seu tempo tenta aproveitar os benefícios do século XXI, mas segue com os pesadelos de fantasmas de seu passado. Enquanto tenta assimilar tudo que viveu depois de ser descongelado, o herói começa a agir como um agente tático da S.H.I.E.L.D., atuando como a “cavalaria” em missões de espionagem. Nesse meio, ele descobre que antigos conhecidos estão vivos e fazem parte de uma conspiração que moldou o mundo como o conhecemos. Inspirada nas tramas de espionagem dos anos 70, a história desse filme é uma das mais maduras e atuais de todo o MCU. Fora isso, os Russo abriram mão da abordagem do herói como “o melhor atleta vivo” para dar a ele poderes e habilidades sobre-humanas, além de técnicas de luta pesadas. É nesse filme também que conhecemos o Falcão (Anthony Mackie), que viria a se tornar um dos heróis mais importantes desse universo.

 

4- Guardiões da Galáxia (2014)

O ano de 2014 foi maravilhoso para os fãs da Marvel. Não bastasse ter Capitão América: O Soldado Invernal, eles ainda foram presenteados com Guardiões da Galáxia, que pegou um grupo de heróis pouco conhecido e elevou todos os seus integrantes ao panteão da Cultura Pop de uma hora pra outra. Dirigido por James Gunn, famoso por seus filmes B, o longa junta um grupo de marginais da sociedade espacial e faz com que eles descubram uns nos outros que a vida pode ser mais do que roubar, enganar e matar os outros, contanto que tenha alguém que se importe com você. Ver esse processo de transformação dos personagens de fracassados sozinhos para uma família disfuncional consegue ser divertido e emocionante, tendo seus sentimentos e diálogos reforçados por uma trilha musical que funciona quase como um personagem senciente. É um filme original, com personalidade, coração e que exala o amor e esmero de todos os envolvidos com ele.

 

3- Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Se o primeiro filme da franquia tinha sido uma obra de arte que introduziu com maestria o universo espacial no MCU, o segundo tinha a difícil missão de manter o mesmo nível de seu antecessor. Mas James Gunn foi além e conseguiu trazer uma obra superior ao original, que expandiu a mitologia dos Guardiões e abordou temas muito adultos de forma orgânica, mascarados pelas cores fortes e piadas. Mesmo com todas as brincadeiras e atitudes moralmente questionáveis dos personagens, esse filme também fala sobre família, luto e abandono, e pela forma como trata esses temas sem perder sua personalidade, sua identidade, é um dos filmes mais maduros do MCU.

 

2- Vingadores: Ultimato (2019)

Resultado de 11 anos de filmes separados, Ultimato tinha a difícil missão de encerrar o ciclo dos principais personagens da Cultura Pop do século XXI de forma respeitosa, criativa a coerente para honrar seus respectivos legados e agradar a diversos tipos de fãs. O resultado disso foi um filme de mais de 3h de duração que presta uma enorme homenagem ao próprio MCU e acerta em cheio no coração dos fãs, que dedicaram anos de suas vidas a acompanhar e consumir tudo relacionado aos Heróis Mais Poderosos da Terra. Dividido em núcleos de heróis sobreviventes, a trama leva os Vingadores ao extremo para tentarem derrotar o genocida Thanos (Josh Brolin) e trazerem os mortos de volta. É uma experiência catártica para os fãs que entrou para a história como um dos maiores filmes-eventos de todos os tempos.

 

1- Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Por fim, na posição mais alta do nosso pódio, Vingadores: Guerra Infinita foi a consolidação da Marvel como estúdio “sério”. Na época, havia críticas sobre os filmes da empresa serem apenas parques de diversão voltados para personagens superficiais e para o humor. Com Guerra Infinita, o estúdio traz uma história mais sóbria focada no vilão: Thanos. Unindo pela primeira vez os heróis da Terra com os do núcleo espacial, o longa soube se manter interessante e trazer novidades para o público, que foi pego de surpresa por um final de cortar o coração. Muita gente fica na dúvida se prefere Guerra Infinita ou Ultimato, mas, pela forma com que os personagens são introduzidos e o vilão é bem trabalhado, assumindo papel de protagonista, Guerra Infinita se sustenta mais como filme e fica no nosso ponto mais alto do pódio do MCU.

E você? Concorda com a lista? Monte a sua nos comentários!

O Incrível Hulk e Homem-Aranha: De Volta ao Lar estão disponíveis na Netflix. Homem-Aranha: Longe de Casa está disponível no Amazon Prime Video. Os filmes restantes estão disponíveis no Disney+, assim como Viúva Negra, que estreia nos cinemas e na plataforma da Disney (por R$69,90) no dia 9 de julho.

‘Um Lugar Silencioso 2’: Entrevistamos a atriz Millicent Simmonds [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Um Lugar Silencioso 2‘, a atriz Millicent Simmonds falou sobre como é atuar com língua de sinais, quem aprendeu mais rápido a se comunicar com ela e se ela pretende voltar para novas sequências.

Assista:

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ continua fazendo barulho nas bilheterias! Em apenas um mês, o terror já arrecadou quase US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Nesse final de semana, o longa acrescentou US$ 9.6 milhões ao seu montante, através de 48 mercados – o que representa uma impressionante estabilidade de 40% em relação à semana anterior.

Nos EUA, o longa já arrecadou incríveis US$ 136.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 112.1 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou US$ 248.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 2‘ será lançado nos cinemas nacionais apenas no dia 22 de julho.

Assista nossa crítica do filme:

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘O Continental’: Série derivada de ‘John Wick’ contrata diretor de ‘O Livro de Eli’

De acordo com o Comic Book, o canal Starz contratou o diretor Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) para comandar dois dos três episódios de ‘O Continental‘, série derivada da franquia ‘John Wick.

Anteriormente, a atração seria retratada como uma minissérie regular, mas o Starz mudou o foco e a reformulou como uma série de eventos de três episódios, com cada episódio sendo tratado como um filme.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos devem girar em torno de US$ 20 milhões.

Antes da mudança de formato, o episódio piloto seria dirigido por Chad Stahelski, co-criador da franquia, que vai assumir o cargo de produtor executivo.

Derek Kolstad, roteirista dos filmes, também assume a função de produtor executivo.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a série.

Anteriormente, o THR divulgou que a série será uma pré-sequência, ou seja, narrará eventos anteriores aos filmes estrelados por Keanu Reeves.

A trama será ambientada no hotel Continental, 40 anos antes dos eventos dos filmes, e focará em Winston, um jovem assassino que, junto com outros, cria um paraíso neutro para outros profissionais no ramo, em um cenário de Nova York dos anos 1970.

O protagonista eventualmente acabará se tornando o personagem interpretado por Ian McShane na franquia principal.

Vale lembrar que ‘John Wick 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 26 de maio de 2022.

‘O Esquadrão Suicida’: Warner pediu para James Gunn incluir a Arlequina de Margot Robbie

O roteirista e diretor James Gunn recebeu carta branca da Warner Bros. sobre ‘O Esquadrão Suicida‘, mas o estúdio tinha apenas um pedido: incluir Harley Quinn, vivida pela Margot Robbie.

A atriz fez sua estreia como a personagem no ‘Esquadrão Suicida‘ de 2016, e foi um dos únicos pontos altos da produção.

“Eu queria criar o que considero o Esquadrão Suicida. Para mim, reagir ao filme de David o tornaria a sombra do filme de David. Eu queria que fosse completamente meu. Quando a Warner Bros. disse que queria que eu fizesse isso, eu assisti o primeiro filme pela primeira vez, liguei de volta e disse: O que eu tenho que esconder deste filme? E eles disseram, nada. Eles disseram: ‘ouça, adoraríamos se Margot estivesse no filme, mas ela não precisa estar’. Você poderia inventar todos os novos personagens ou manter todos os mesmos personagens”, disse Gunn ao The New York Times.

Recentemente, Margot Robbie revelou que deixará de viver a Arlequina por um tempo após ‘O Esquadrão Suicida‘.

“Foi uma experiência rodar Aves de Rapina e O Esquadrão Suicida em seguida. Mas interpretar a Arlequina é exaustivo e preciso dar uma pausa”, afirmou a atriz à EW. 

Lembrando que o longa chega aos cinemas nacionais em 05 de agosto. 

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘Um Clássico Filme de Terror’ está DIVIDINDO a opinião dos assinantes da Netflix

O aguardado terror italiano ‘Um Clássico Filme de Terror (‘A Classic Horror Story’, no original) já está disponível na grade de programação da Netflix e os assinantes estão divididos com a polêmica produção.

Por meio do Twitter, muitos compartilharam o seu desgosto, afirmando não terem entendido a trama, enquanto outros apreciaram o roteiro com uma plot twist inovadora.

O longa, que traz referências a antigos mestres do terror da Itália, como Dario Argento (‘Suspiria’) e Mario Bava (‘Diabolik’), visa homenagear os clássicos do gênero, à medida em que desenvolve a sua própria narrativa original.

Confira algumas das reações:

Relembre o trailer:

Estrelado por Matilda Lutz (‘O Chamado 3‘), a trama acompanha cinco viajantes dividindo carona num motorhome para chegar a um destino comum. Durante a viagem, eles acabam se acidentando quando tentam desviar da carcaça de um animal morto na estrada.

Ao recobrarem a consciência, eles se encontram no meio do nada. A estrada em que viajavam desaparece e há apenas uma floresta densa e impenetrável e uma casa de madeira no meio de uma clareira, onde acontece um culto macabro.

O longa é dirigido por Roberto De Feo (‘The nest’) e Paolo Strippoli, fazendo sua estreia na função.

Além de Lutz, o elenco conta com Francesco Russo, Peppino Mazzotta, Yulia Sobol, Will Merrick, Alida Baldari Calabria e Cristina Donadio.

‘Rua do Medo – Parte 3: 1666’ é ACLAMADO pelo assinantes da Netflix; Confira as reações!

Rua do Medo: 1666‘, a terceira parte da trilogia que adapta os escritos homônimos do lendário romancista R.L. Stine, chegou ontem ao catálogo da Netflix.

Na trama, as origens da maldição de Sarah Fier (Elizabeth Scopel) são finalmente reveladas conforme a história se completa, em uma noite que vai mudar a vida dos Shadysiders para todo o sempre.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão rendendo elogios ao desfecho por conta das reviravoltas, da narrativa reflexiva e por concluir a história de uma forma bastante satisfatória.

Alguns ainda disseram que o filme conseguiu superar suas expectativas e foi declarado como o melhor da trilogia, além de deixar um gostinho de ‘quero mais’.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

 

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ será “bem pesado”, revela James Gunn

Após tantos anos de espera, a aguardada sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ está finalmente começando a ganhar vida e o cineasta James Gunn deu novos detalhes a respeito do seu processo de produção com o vindouro projeto.

Em uma entrevista recente à revista EW, o diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘ compartilhou que os fãs podem esperar um filme “bem pesado”. Ele ainda ponderou que poucas alterações foram feitas no roteiro original.

“Ainda estou filmando ‘Peacemaker‘, mas estou começando a trabalhar em ‘Guardiões 3’. Para a sequência, o roteiro já está basicamente escrito há bastante tempo. Eu tenho brincado com ele de algumas maneiras ao longo dos anos, mas ele basicamente permaneceu o mesmo desde três anos atrás. É muito pesado, na verdade. É uma história mais pesada  então é um processo emocional a ser percorrido”. 

Com estreia prevista para maio de 2023, Gunn também revelou recentemente que as filmagens serão realizadas a partir do fim deste ano.

“A trilha sonora já está finalizada. As gravações do filme serão iniciadas no fim do ano”, ele escreveu.

Infelizmente, Gunn revelou há alguns dias que pretende fazer apenas séries de TV após o lançamento do 3º filme da equipe de heróis da Marvel.

Por enquanto, não há como saber se ele falou sério ou se estava brincando, mas ele revelou que pensou sobre a ideia desde que começou a trabalhar na série do ‘Peacemaker‘.

“Estou adorando fazer [a série] do ‘Peacemaker‘. Acho que vou investir meu tempo apenas em séries de TV depois de ‘Guardiões da Galáxia 3‘. É uma possibilidade.”

Em seguida, ele compartilhou no Twitter a notícia replicada pelo The Direct e reforçou:

“Quero dizer, quem sabe! Estou aberto a tudo o que é mais gratificante e narrativo em todas as suas formas!”