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‘Army of the Dead’: Derivado focado em Dieter, o abridor de cofres, já foi filmado!

Army of the Dead‘ vai ganhar um filme derivado focado em Dieter, o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer.

O live-action chamado ‘Army of Thieves‘ se passará antes dos eventos do filme de Zack Snyder, e as filmagens já aconteceram sem grande alarde.

A novidade foi revelada pelo ator Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.

Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “

O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, e uma sequência direta.

O diretor Zack Snyder disse que sabe para onde vai a história a partir daqui:

“Olha, se alguma vez houve o desejo de mais Army of the Dead, eu sei exatamente onde a história vai. Então, sim, estamos prontos para fazer a sequência”, disse Snyder ao Entertainment Tonight .

Você gostou do filme?

O CinePOP traz uma matéria especial com 20 curiosidades sobre ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas.

Confira:

  • A Netflix assumiu o projeto da Warner Bros.
  • As filmagens começaram no verão de 2019 com um orçamento de até US $ 90 milhões.
  • Chris D’Elia já havia filmado suas cenas em 2020 quando surgiram histórias sobre ele assediando sexualmente mulheres. Zack Snyder contratou a comediante Tig Notaro para substituir D’Elia. Notaro foi filmada sozinha e inserida no filme em todas as cenas em que D’Elia estava por meio da tela verde e outros efeitos especiais.
  • Este filme estava passando por um inferno de desenvolvimento desde 2004, quando Snyder recusou a chance de dirigi-lo para seguir outros projetos. Em 2010, foi anunciado que o filme finalmente seguiria em frente com Matthijs van Heijningen Jr. na direção e uma data de lançamento no outono de 2013, mas esta versão não foi aprovada.
  • O filme está sendo rodado no antigo Atlantic Club Casino Hotel, em Atlantic City, que está fechado desde 13 de janeiro de 2014. O cassino também era conhecido como Golden Nugget, Hilton e Bally’s Grand. Filmado durante o final do verão de 2019, dezenas de unidades de ar-condicionado foram trazidas para o hotel.
  • O segundo projeto de terror apocalíptico zumbi de Zack Snyder desde Madrugada dos Mortos (2004), sua estreia na direção.
  • Zack Snyder cortou uma piada visual grosseira do filme que mostrava um stripper com um pênis enorme que teve uma mordida, porque ele achou que foi longe demais.
  • Este é o primeiro filme digital de Zack Snyder. Todos os seus filmes anteriores foram rodados em 35mm ou 65mm. Ele usou câmeras digitais para o epílogo de Knightmare na ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, mas isso foi devido às preocupações do COVID-19.
  • James Gunn havia escrito o filme de zumbi anterior de Zack Snyder, Madrugada dos Mortos (2004), mas desistiu de escrever este filme devido ao seu foco no Esquadrão Suicida (2021).
  • Um tigre vivo, cuidadosamente decorado com maquiagem, foi usado para algumas fotos do tigre zumbi com um treinador presente o tempo todo. Quanto ao modelo gerado por computador, a referência foi um dos tigres de Carole Baskin da icônica série de documentários da Netflix Tiger King (2020).
  • Bem ao lado da entrada do cofre está o que parece ser cinco caixas contendo rolos de filme em uma prateleira de metal. Esta é a versão de Snyder da Liga da Justiça, como Zack Snyder compartilhou originalmente com Vero em dezembro de 2019.
  •  Ao contrário de Madrugada dos Mortos (2004), este filme não é baseado em nenhuma obra de George A. Romero, mas alguns elementos serão retirados de seus filmes.
  • Este filme não é uma continuação de Madrugada dos Mortos (2004) de Snyder, que foi escrito por James Gunn. Em Madrugada dos Mortos, o surto foi mundial. Em Army of the Dead, está contido em Vegas.
  • O segundo filme de Snyder baseado em um conceito original dele mesmo, seguindo Sucker Punch (2011).
  • Dave Batista recusou uma oferta para aparecer em O Esquadrão Suicida, a fim de trabalhar neste filme.
  • O segundo filme de Zack Snyder para um serviço de streaming, depois de Liga da Justiça de Zack Snyder (2021).
  • Zack Snyder também atua como diretor de fotografia e operador de câmera neste filme.
  • Garret Dillahunt não é estranho ao gênero zumbi, já que há vários anos ele é a estrela principal de ‘Fear the Walking Dead‘.
  • Com 148 minutos, este é o segundo filme de zumbi mais longo da história, atrás de ‘Dawn of the Dead‘ de George A Romero (1978), que chega a 156 minutos.
  • Army of the Dead‘ é também o terceiro lançamento de terror mainstream mais longo da história, atrás de ‘It: Capítulo 2‘ (169 minutos) e ‘Doutor Sono‘ (180 minutos).

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP foi um dos convidados, o cineasta revelou detalhes sobre as horripilantes criaturas, salientando o seu desejo de ir além no gênero, transformando os zumbis em monstros muito mais evoluídos do que o habitual:

“Eu acho que os zumbis tem perdurado nos cinemas e na cultura POP porque eles são monstros derivados de nós mesmos, então essa é sempre uma ótima forma de pensar sobre eles. Mas nesse filme, eu não apenas senti que queria homenagear clássicos de zumbis, como também queria explorar o que mais eles poderiam oferecer. E uma das coisas que eu mais pensei enquanto criava esse roteiro era na noção de que muito mais que uma evolução, eles representariam até mesmo a nossa substituição”.

Snyder foi ainda mais além, ponderando sobre as características singulares do zumbis de ‘Army of the Dead’. Para o cineasta, a ideia era torná-los independentes e autossuficientes, para que o fator “ameaça” pudesse ser explorado por uma ótica um pouco mais aprofundada:

“A ideia é que eles não sejam apenas esses zumbis de outro nível, que podem pensar, perambular e atacar animais. Mas que eles sejam menos perversos, não destruam o planeta e não se matem. Eles não são muito agressivos. Nós erramos com eles e eles estão devolvendo o favor, mas essa versão da humanidade ou o que quer ela seja representa o fato de que eles conseguem sobreviver sem nós, de que eles vão ficar bem sem nós. E eu achei que isso seria uma jeito divertido e assustador de pensá-los, como sendo os nossos substitutos”.

Ao longo da coletiva, o astro Dave Bautista também comentou sobre o thriller de ação, revelando que quase rejeitou a proposta:

“Eu pude fazer vários filmes com muitas cenas de ação, mas nunca havia feito um onde eu pudesse mostrar minha versatilidade como ator. Quando o projeto chegou a mim, eu não estava muito interessado, porque me foi descrito como um longa de zumbi com assalto e eu não estava à procura de um trabalho desse porte, eu queria me provar como ator. Mas a proposta voltou a mim quando Zack disse que queria que eu interpretasse o Scott. Então eu li o roteiro e era completamente diferente do que pensei que seria”.

O ator, que também faz parte da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘, ainda refletiu sobre a jornada do seu personagem, pontuando o simbolismo por trás das suas motivações. Segundo ele, Scott vive uma trajetória de redenção familiar e reconexão com sua filha:

“O filme realmente me proporcionaria a oportunidade de mostrar diversos lados da minha atuação, para além daquele cara que é um badass em cenas de ação. É a história de um pai que quer se redimir com a sua filha e isso foi o que me convenceu. Era a oportunidade de eu mostrar um lado maior da minha performance. Ele não é um cara apenas da ação. Ele é capaz de ser isso, mas é também alguém que quer se redimir. É uma história sobre redenção”.

‘Pânico’ ganha cartazes RETRÔ belíssimos inspirados nos clássicos do terror

Pânico‘ ganhou dois cartazes belíssimos retrô inspirados nos clássicos filmes de terror.

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O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Avatar: O Caminho da Água’ tem a 7ª MAIOR abertura da história no Brasil; Confira o TOP 11!

Segundo o ComScore Brasil, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ levou quase quase 2 milhões de espectadores aos cinemas nacionais em seu primeiro fim de semana já arrecadou R$ 45,2 milhões nas bilheterias

O filme teve a sétima maior abertura do Brasil em termos de valores, atrás da ‘Capitã Marvel‘ e na frente de ‘Liga da Justiça.

Confira o TOP 11 de maiores aberturas no Brasil:

1Vingadores: Ultimato2019
4
$ 102 335 3365 518 554
2Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa 2021
4
$ 88 890 0004 420 000
3O Rei Leão2019
4
$ 68 659 6743 749 556
4Vingadores: Guerra Infinita2018
4
$ 65 520 3963 710 070
5Doutor Estranho no Multiverso da Loucura2022
4
$ 62 672 0002 880 000
6Capitã Marvel2019
4
$ 51 500 0002 900 000
7Avatar2017
5
$ 45 200 0001 950 00
8Liga da Justiça 2017
5
$ 46 673 0792 685 487
9Batman 2022
6
$ 45 050 0002 180 000
10Capitão América: Guerra Civil2016
4
$ 43 775 5642 653 770
11Batman vs Superman: A Origem da Justiça2016
4
$ 40 592 1922 482 678


Segundo o Exhibitor Relations Co., 57% da arrecadação dos US$ 134 milhões feito por ‘Avatar: O Caminho da Água‘ nos Estados Unidos no fim de semana de estreia veio de salas de cinema em 3D.

A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ registrou US$ 434.5 milhões mundialmente em seu primeiro final semana, tornando-se a segunda maior estreia global do ano.

Mundialmente, o longa de James Cameron fica atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 442M). Além disso, ‘Avatar 2‘ também representa a terceira maior estreia mundial desde o início da pandemia. ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ segue como a maior estreia pós-pandemia, com arrecadação de US$ 587 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 134 milhões em seu primeiro final de semana – resultado abaixo das projeções, que indicavam uma estreia em torno de US$ 150-175 milhões. Internacionalmente, a produção soma US$ 300.5 milhões.

De acordo com o Deadline, o filme apresentou uma enorme demanda em salas 3D e IMAX, que são formatos limitados. O site afirma que os espectadores estão buscando as melhores formas de assistirem a produção, o que deve garantir uma ótima estabilidade nas próximas semanas – especialmente por causa da falta de competição e do movimentado período de final do ano nos cinemas.

“Nós tivemos uma grande recepção, temos um ótimo filme e teremos uma passagem incrível pelos cinemas no decorrer das últimas semanas do ano,” declarou Tony Chambers, vice-presidente de distribuição da Disney.

De fato, o público parece ter adorado o filme, dando-lhe uma nota A através do CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Avatar 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ ganha trailer CHEIO DE AÇÃO

A Netflix divulgou o trailer de Avatar: O Último Mestre do Ar‘, adaptação live-action da animação ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

A série estreia no catálogo no dia 22 de Fevereiro de 2024.

Assista:

Lembrando que a produção terá oito episódios na primeira temporada, com 1 hora de duração cada.

O protagonista Aang é o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Daniel Dae Kim (Lost) também estrela como o Senhor do Fogo Ozai.

Antiga teoria dos fãs de ‘Invocação do Mal’ foi CONFIRMADA em ‘A Freira 2’; Você reparou?

Desde que Taissa Farmiga foi escalada para A Freira‘, há uma teoria entre os fãs de Invocação do Mal‘ alegando que será revelado que sua personagem, a Irmã Irene, está conectada à Lorraine Warren, interpretada pela irmã de Taissa na vida real, Vera Farmiga.

A teoria se baseia unicamente nesse parentesco e na semelhança física entre elas… Semelhança essa que quase influenciou o diretor Corin Hardy a não escalar Taissa, pois sabia que as pessoas notariam a semelhança.

Considerando que ‘A Freira se passa em 1952, quase 20 anos antes de ‘Invocação do Mal, a teoria diz que Irene e Lorraine são a mesma pessoa. No entanto, há alguns furos que sempre fizeram a ideia não ter tanta relevância… Até agora.

Em um breve momento em ‘A Freira 2‘, há a confirmação de que, embora eles possam não ser a mesma pessoa, a teoria não está completamente errada, já que esse momento sugere que elas possuem alguma ligação.

Durante o final da trama, a Irmã Irene está sendo incendiada por Valak (Bonnie Aarons), que agora está fortalecido graças aos olhos de Santa Luzia, uma relíquia sagrada que dá ao usuário poderes angelicais.

Antes de ficar totalmente carbonizada, Irene pensa em sua falecida mãe e isso dá início a uma montagem rápida que prova que a própria Irene é descendente de Santa Luzia. Isso permite que ela lute contra Valak, realizando mais um milagre.

Quem não prestar atenção, pode ficar perdido, mas durante cena, há um rápido frame dos olhos de Lorraine Warren.

O diretor Michael Chaves até confirmou quando o The Hollywood Reporter perguntou sobre “um certo par de olhos que piscam na tela”.

“Estou tão feliz que você estava prestes a perguntar sobre isso. Eu estava me perguntando: ‘Alguém percebeu isso?’ Estou tão feliz que você percebeu. Se você identficar de quem são os olhos, a resposta está aí”, disse ele.

Mas o que isso significa?

A cena confirma que Irene e Lorraine estão relacionadas de alguma forma, mas isso também deixa em aberto de que forma elas estão conectadas.

A resposta que faz mais sentido é que ambas sejam descendentes de Santa Luzia, o que também explicaria os dons paranormais de Lorraine.

Além disso, a provocação sugere que a verdadeira resposta pode ser revelada em algum outro filme da franquia.

O que você acha da ideia?

Confira nossa crítica sobre o filme:

Na esquenta para o trailer, ‘Superman’ ganha novo cartaz estampado por David Corenswet

Superman, o filme que marca o início do novo DCU, ganhou um novo cartaz estampado por David Corenswet. O filme ganhará seu novo trailer amanhã, quarta-feira.

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

10 Filmes necessários que estão na Prime Video!

Impressionante o que tem de filme bom escondido na Prime Video! Entre longas-metragens famosos em outros tempos e produções recentes, esse é um dos melhores catálogos do mundo dos streamings. Para te ajudar a escolher um ótimo filme nessa plataforma, pega toda essa lista e guarda!

 

Desejos da Tarde

Em 95 minutos de longa, somos guiados para a vida de uma mulher de meia idade chamada Rachel (Kathryn Hahn), moradora de uma bairro tranquilo e de classe média alta em uma grande cidade dos Estados Unidos. Seu casamento com Jeff (Josh Radnor) está de mal a pior, muito por conta da falta de entrosamento no sexo entre os dois. Para tentar apimentar as coisas, certa tarde, vão até um clube de strip tease e lá conhecem McKenna (Juno Temple). Após esse encontro, Rachel se sente necessitada de ter a jovem stripper por perto, levando a moça para ser babá de seu filho, causando diversas confusões e surpresas para todos na história.

 

Força para Viver

Na trama, conhecemos o confiante e bem sucedido Sam (Billy Crudup), um pai de família que vive intensamente seu cotidiano fazendo dinheiro com seu estável trabalho. Certo dia, uma grande tragédia acontece na biblioteca onde seu filho estudava e esse fato muda completamente o protagonista que se joga no alcoolismo, muda de cidade e vai morar em um barco bem longe de casa. Passados dois anos, agora trabalhando como pintor e sem muitas pretensões na vida, Sam recebe de sua ex-mulher Emily (interpretado pela sempre maravilhosa Felicity Huffman) uma caixa com alguns pertences do filho e isso o faz despertar para um elo esquecido que eles tinham, a música. Preso ainda pelos pensamentos doloridos de seu passado, Sam embarca numa jornada musical, principalmente quando conhece o carismático Quentin (Anton Yelchin) e resolve criar uma banda.

 

A Aventura de Kon-Tiki

Em Kon-Tiki (filme que leva o nome do barco da missão) conhecemos mais de perto a história do lendário explorador de sociedades Thor Heyerdal que após muitas pesquisas, reunidas em um trabalho de quase uma década, resolve convencer seus patrocinadores a investirem em uma travessia de 4.300 milhas para dentro do oceano Pacífico navegando em uma jangada de madeira obsoleta, no ano de 1947, para provar sua teoria de que era possível para os sul-americanos, navegar e chegar na Polinésia pela América do Sul em tempos pré-colombianos.

 

Encontros e Desencontros

Já um clássico da ótima filmografia da cineasta Sofia Coppola, Encontros e Desencontros nos mostra um ator norte-americano que está no outro lado do mundo, no Japão, para participar de um comercial. No mesmo hotel que ele, está uma jovem que está em viagem com o marido que a deixa sozinha quase sempre. Essas duas almas se encontram certa vez e seus destinos acabam interligados a partir desse momento.

 

A Delicadeza do Amor

Na trama, conhecemos Nathalie uma mulher bonita no auge de sua vida que vive apaixonada por seu marido François. Um dia, após ir dar uma corrida na rua, François é ferido gravemente e um tempo depois falece, deixando Nathalie desesperada e sem rumo. Após 3 anos de luto, se dedicando fielmente ao novo emprego a protagonista é envolvida em um relacionamento com um sueco que trabalha na mesma empresa que ela. O amor em sua forma mais delicada e o sofrimento em sua forma mais profunda são elementos que se misturam nesse romance. Para embarcar e ser feliz nesse novo amor Markus precisará ter paciência e conhecer todo o sofrimento da bela jovem.]

 

Pegando Fogo

Na trama, conhecemos o brilhante chef de cozinha Adam Jones (Bradley Cooper), um homem com um passado conturbado regado à brilhantismo, babaquices com outros colegas de profissão e vícios que o foram afundando ladeira à abaixo. Depois de passar meses sumido, tentando uma espécie de reabilitação em forma de jornada pessoal, volta a um grande centro culinário que é Londres e tenta cumprir um novo objetivo: conseguir a sua terceira estrela Michelin (algo como o Oscar da culinária mundial). Para isso, reúne uma competente equipe e conta com a ajuda Tony (Daniel Brühl) um amigo do passado.

 

Todo o Silêncio

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar, um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família serão protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

 

O Nevoeiro

Na trama, somos rapidamente apresentados aos personagens principais que estão presos em um supermercado, por conta de uma estranha tempestade (que traz uma série de criaturas nada amistosas) que cobre a cidade. Rapidamente, a tensão toma conta do lugar. Embates acontecem, grupos são criados e a dúvida nas ações, fora as desconfianças pessoais levam todos ao extremo emocional. O poder religioso toma conta do ambiente levando pessoas comuns a virarem devotos em segundos. Vemos suicídios, pessoas longe dos corpos, gremlins gigantescos, tentáculos sobrenaturais que vão levando o supermercado ao caos, deixando a situação incontrolável. A questão que todos indagam: Como escapar daquela situação? O público é brindado com um desfecho aterrorizante e marcante.

 

O Quarto de Jack

Na trama, conhecemos a história de Jack (Jacob Tremblay), um menino que acaba de fazer 5 anos e mora com a mãe em um quarto de 10 metros quadrados. A rotina do menino é ver televisão, ler e sonhar. Conforme a curiosidade, sobre o mundo fora do quarto, do menino começa a fica mais intensa, a mãe chamada de Ma, depois de Joy, (Brie Larson) embarca em uma jornada de explicações sobre a situação que vivem e o que realmente existe fora daquele quarto. Até que um dia, mãe e filho bolam um plano para conseguir sair do lugar onde vivem.

 

 

16 Clássicos do Cinema que Completam 40 ANOS!

O tempo passa, o tempo voa. E a poupança Bamerindus… bem, ela nem existe mais. Recentemente, você, nosso querido leitor do CinePOP, deve ter percebido um sentimento grande de nostalgia de nossa equipe. Algumas de nossas recentes listas trouxeram os aniversários de muitas produções cinematográficas, que completam 10, 20 e até 30 anos em 2019. Agora, vamos ainda mais longe, voltando 40 anos no tempo para homenagear 16 grandes clássicos que entram na meia idade este ano.

Sim, a maioria de vocês ainda não era nascido, mas temos certeza de que já viram ou ao menos ouviram falar da maioria destes filmes. Alguns, inclusive, seguem dando lucro e gerando continuações até hoje. Portanto, vem com a gente para a festa.

20 Filmes Indestrutíveis que Completam 20 anos em 2019

Alien – O Oitavo Passageiro

Este dispensa apresentações. A obra seminal de Ridley Scott foi tão impactante para a época que sua influência no gênero continua até hoje. O longa popularizou o subgênero da “casa assombrada no espaço” e fez escola. O maior demonstrativo disso é que Alien segue dando frutos e gerando sequências – depois do filme original foram produzidas três continuações diretas (1986, 1992 e 1997), dois derivados (2004 e 2007) e duas prequels dirigidas pelo próprio criador Scott (2012 e 2017). Fora isso, o maior mérito de Alien foi ter criado uma das heroínas mais emblemáticas da história do cinema, a Tenente Ellen Ripley (personificada pela gigantesca Sigourney Weaver), que conseguiu o que nenhum homem fez, mandou para o espaço a criatura mais letal do universo. Alien é o filme de número 52 de todos os tempos na preferência do grande público e levou o Oscar de melhores efeitos visuais.

30 Filmes que Completam 30 Anos em 2019

Mad Max

Produção pequena e independente australiana que viveu para se tornar um verdadeiro fenômeno. E se Alien foi influente como ficção de monstro no espaço, Mad Max igualmente ditou padrões quando o tema é futuro pós-apocalíptico. Saído da mente do cineasta George Miller, o filme apresenta policiais tentando fazer valer a lei numa realidade brutal comandada por gangues. Aqui ainda existia o mínimo conceito de regras na sociedade. O curioso é saber que o astro Mel Gibson, em seu primeiro papel no cinema, havia apenas acompanhado um amigo para o teste, e saiu com o personagem principal. Gibson vive Max, o policial protagonista – que tem a família brutalmente assassinada e abandona a força em busca de sua própria justiça. A obra se transformou em filme cult, mas o estrondo só viria mesmo com a continuação Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981), que elevou a saga a um novo patamar e segue enaltecido como um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Já nas mãos da Warner e nos EUA veio o terceiro. A quarta e tardia parte, Estrada da Fúria (2015), fez de Mad Max um astro do rock n roll.

Rocky II – A Revanche

O fantástico Creed II está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. Mas muito antes de treinar Adonis Creed ou sequer enfrentar o russo Ivan Drago, Rocky Balboa (Sylvester Stallone) se via numa enrascada ao precisar novamente subir ao ringue com o campeão dos pesos pesados Apollo Creed (Carl Weathers). O primeiro Rocky – Um Lutador (1976) é um verdadeiro HINO das histórias de segundas chances e da jornada do herói. É o clássico underdog que contra todas as adversidades sobressai. Conseguindo ir até o fim na luta do original, Rocky se mostrou um vencedor. Porém, Apollo quer revanche e os problemas financeiros de Rocky o levam a aceitar o novo desafio. Rocky II marca o primeiro filme da franquia dirigido por Stallone.

Crítica | Creed II – Continuação faz jus ao original e está à altura da franquia Rocky

The WarriorsOs Selvagens da Noite

“Guerreiros… venham aqui brigaaar….”. Clássico cult indiscutível, esta produção dirigida por Walter Hill ganhou uma incrível legião de fãs ao longo das décadas desde o seu lançamento. De fato, o filme parece ser redescoberto a cada nova geração e inclusive rendeu um moderno jogo de videogame em 2005 – quase 30 anos após seu lançamento nos cinemas.  Passado no futuro, onde a cidade de Nova York é tomada e dividida em inúmeras gangues, os Warriors – a gangue protagonista – são acusados injustamente de assassinar um líder que tentava unir todas as gangues e finalmente trazer paz para a cidade. Agora, os membros do grupo precisam chegar em segurança até sua base e provar sua inocência, enquanto todas as outras “tribos” os caçam pela cidade. A premissa muito criativa é baseada no livro de Sol Yurick; e já passou da hora de uma nova investida – seja para uma sequência ou reboot da história.

Franquia Rocky | Do Pior ao Melhor – Incluindo Creed II

Jornada nas Estrelas: O Filme

Sim, queridos leitores milênios. Muito antes de ficar globalmente conhecida por seu título original, a franquia Star Trek era chamada Jornada nas Estrelas por aqui. Esta é outra marca que se encontra novamente em seu auge de popularidade, com uma série fresquinha na Netflix (Discovery) e continuações a todo vapor no cinema (uma inclusive sendo pensada com Tarantino na direção). O início de tudo, no entanto, foi lá em 1966, com a série de TV. Em 1979, a equipe da Enterprise ganhava as telonas, com todos os tripulantes reprisando suas funções. O longa dirigido por Robert Wise (A Noviça Rebelde), no entanto, se mostrou de difícil acesso – soando mais como 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968) do que com Guerra nas Estrelas (Star Wars, 1977). Cinco continuações foram produzidas até 1991 com a tripulação original, quatro com a nova geração e três filmes com o novo elenco do reboot.

Apocalipse Now

Nem só de franquias e ficção científica foram feitos os grandes sucessos de 1979. Aqui, temos um dos longas mais cultuados do ano, que ainda se mantém em pé como marco do cinema de guerra. Trata-se de Apocalipse Now, épico sobre a Guerra do Vietnã, de Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão). A experiência durante a produção do filme foi tão traumática, que os relatos ficaram tão famosos quanto à obra em si e gerou documentários de bastidores.  Na trama, o protagonista de Martin Sheen é enviado até o coração do Camboja, para eliminar o Coronel Kurtz (Marlon Brando), que enlouquecido, se tornou renegado e uma espécie de Deus para os locais. Indicado para 8 Oscar, incluindo melhor filme e diretor, a produção levou os prêmios de fotografia e som. O longa consta como número 50 dentre os melhores de todos os tempos para os fãs.

Manhattan

Tido até hoje pela maioria dos fãs como um dos melhores (ou o melhor) filme da carreira do cultuado Woody Allen, Manhattan é um drama todo em preto e branco, que resume muito bem todos os conceitos apresentados ao longo da carreira do cineasta. Curiosamente, o próprio não é o maior entusiasta da obra. E nem a estrela Meryl Streep, que no filme interpreta a ex-mulher lésbica do protagonista vivido por Allen. A atriz declarou após o trabalho que nunca mais voltaria a fazer um filme do diretor. Dito e feito. Manhattan foi indicado para dois Oscar (melhor coadjuvante para Mariel Hemingway e roteiro original). No filme, Allen interpreta um divorciado de 40 anos que se envolve com uma menina colegial (Hemingway). Diane Keaton, musa do cineasta na época, completa o elenco principal.

Horror em Amityville

Uma das franquias de terror mais duradouras do cinema (ou de qualquer outro gênero), Amityville teve inúmeras continuações (já que a história é de domínio público e não atende apenas a um estúdio ou franquia) e diversos documentários produzidos. Esta, porém, foi a primeira produção sobre a trágica história real. A trama todos já conhecem: uma família se muda para uma casa tida como amaldiçoada, onde anos antes ocorreu um terrível massacre. Os novos moradores logo começam a experimentar surtos e possessões, recriando entre eles os horripilantes acontecimentos. Mas não pense você que Amityville começou como filme B – o que os recentes projetos se tornaram. Aqui, tínhamos a direção de Stuart Rosenberg (Rebeldia Indomável, 1967), e gente do calibre de James Brolin (pai de Josh Brolin), Margot Kidder (a Lois Lane dos filmes Superman, com Christopher Reeve) e Rod Steiger (No Calor da Noite, 1967). O filme, inclusive, foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora.

21 Filmes de Terror que Completam 30 anos em 2019

007 – Contra o Foguete da Morte

Sim, este é o filme no qual James Bond vem ao Brasil (ao Rio de Janeiro mais especificamente) e entre outras firulas, anda do lado de fora nos bondinhos do pão de açúcar, ao que o vilão Jaws (Richard Kiel) parte os cabos com seus dentes de aço. Tudo bem, é preciso admitir também que este é o pior filme da franquia 007 no cinema – apesar do valor imenso de prazer culposo (daquele tipo que de tão ruim se torna bom). Tudo porque o agente secreto decide ir ao espaço na segunda metade do filme, para uma base na lua – os produtores queriam pegar carona no imenso sucesso de Star Wars. Interpretado por Roger Moore (o mais fanfarrão dos James Bond), o personagem havia se tornado tão cartunesco na quarta aventura nas formas do ator, que para o próximo filme a opção foi pela maior sobriedade em um filme seu, com Somente para Seus Olhos (1981).

A Vida de Brian

Talvez não muito conhecidos para as gerações atuais, a trupe de comédia britânica Monty Python permanece lembrada como sinônimo do humor inteligente – o que não os livra do escracho e da comédia incorreta. Aqui, a insana e criativa ideia narra a vida de Brian de Nazaré, desde a infância até a vida adulta. Pelo nome já deu para perceber que esta é uma sátira da Bíblia e da história de Jesus. Brian, é um menino nascido no estábulo ao lado do de Jesus – o que o faz ser confundido durante toda a vida com o verdadeiro Messias. Esperem o típico humor ácido britânico, que não poupa nada e nem ninguém. Dentre os mais famosos membros do humorístico encontram-se o diretor Terry Gilliam e o ator John Cleese. O filme está entre os 250 melhores na opinião do grande público.

O Show Deve Continuar (All That Jazz)

Na lista já apareceram filmes icônicos para os gêneros da ficção científica e comédia. Agora, chega um representante máximo quando falamos em musicais. Escrito e dirigido pelo coreógrafo renomado Bob Fosse (lenda da Broadway), este longa é uma biografia sua, não declarada. No filme, Roy Scheider (Tubarão) vive uma versão do diretor, aqui chamado de Joe Gideon, um dançarino mulherengo, viciado em drogas e álcool, que leva uma vida sórdida. Jessica Lange vive sua musa, Angelique. All That Jazz  foi indicado para 9 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme, diretor e protagonista masculino, e saiu com 4 estatuetas técnicas.

Muppets: O Filme

Os fantoches mais famosos da cultura pop, criados por Jim Henson, ganhavam seu primeiro longa-metragem para o cinema há 40 anos. Muppets: O Filme é uma história de origem e mostra como o sapo Caco (agora Kermit – como na versão americana) conheceu a turma toda e assim formaram o famoso grupo. Eles viajam pelos EUA com sonhos de estrelato em Hollywood. A obra foi indicada para dois Oscar de canção original e gerou mais sete continuações (sendo duas bem recentes, de 2011 e 2014), uma famosa animação infantil e todo tipo de merchandising.

13 Animações que Completam 10 ANOS em 2019

Alcatraz – Fuga Impossível

Clint Eastwood é um dos marcos históricos do cinema de Hollywood e mundial. O veterano de quase 90 anos está em cartaz nos cinemas brasileiros com o drama A Mula, sua despedida das telas como ator. Há 40 anos, no entanto, o ator estava no auge da forma neste lendário filme sobre fuga de prisão. Baseado no livro de J. Campbell Bruce, Eastwood é Frank Morris, um dos três prisioneiros audaciosos que tentam escapar da fortaleza conhecida como “a rocha”, a prisão de segurança máxima Alcatraz – cuja fuga era praticamente impossível, já que se encontrava numa ilha. Bem, praticamente, afinal, no caminho do prisão temos Clint Eastwood.

Os Grandes Durões da carreira de Clint Eastwood no Cinema

Hair

Outro musical clássico aparece na lista aniversariando. Inicialmente um musical da Broadway de 1968, escrito por Gerome Ragni e James Rado, a obra ganhou as telonas comandada pelo saudoso checo Milos Forman (Um Estranho no Ninho). A ideia por trás do texto é a declaração anti-Guerra, no auge da guerra com o Vietnã – que viu muitos jovens americanos arrastados ao conflito para perderem suas vidas, voltarem incapacitados ou traumatizados para o resto de suas vidas. Esta também foi a época do auge do movimento hippie, que pregava o oposto, o amor e a liberdade – sem muito compromisso com os velhos padrões sociais. Assim, na trama, o protagonista Bukowski (John Savage) é alistado para a guerra, ao mesmo tempo em que descobre uma comunidade hippie e o uso de entorpecentes. O filme é dono de um repertório musical marcante.

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Nosferatu – O Vampiro da Noite

Recentemente, na matéria sobre os grandes trabalhos de Willem Dafoe, falamos sobre a homenagem que o clássico Nosferatu recebeu em 2000, com o longa A Sombra do Vampiro. É claro que a homenagem foi para o Nosferatu dirigido por F.W. Murnau em 1922, baseado no livro Drácula, de Bram Stoker – um filme mudo e em preto e branco que retrata o pilar do expressionismo alemão. Quase 60 anos depois, e este ícone absoluto foi revisitado por Werner Herzog (Fitzcarraldo, 1982), um cineasta conterrâneo. Desta vez colorida e com som, a produção alemã traz Klaus Kinski como o vampiro, a francesa Isabelle Adjani como Lucy Harker, e o veterano suíço Bruno Ganz como Jonathan Harker.

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Calígula

Um dos mais polêmicos filmes de todos os tempos – por seu teor sexualmente explícito – Calígula foi o primeiro e único filme produzido pela famosa revista erótica masculina Penthouse. Trata-se de um épico biográfico sobre a ascensão e o declínio de um dos mais importantes e infames Imperadores Romanos: Gaius Germanicus Caligula. Voltando para a controvérsia, a intenção dos realizadores era empurrar as barreiras do aceitável em um filme mainstream, acrescentando muito sexo e erotização nada sutis. Assim, temos uma mescla de um filme pornô (com cenas de sexo reais) e um drama de época. Atores como Malcolm McDowell (que vive o protagonista) e a Dama Helen Mirren (vencedora do Oscar), passeiam em tela entre uma felação e outra. Por outro lado, artistas como Peter O´Toole e Sir John Gielgud, que também fazem parte do elenco, afirmaram não ter conhecimento prévio de que seriam adicionadas ao longa cenas reais de sexo.

10 Comédias dos anos 80 com Grandes Astros – que Foram Completamente Esquecidas!

Os anos 80 foram uma época inesquecível e extremamente nostálgica. E mesmo para os que não viveram o período, ela traz aquela qualidade do “saudade do que a gente não viveu”, ou seja, as gerações mais novas já ouviram falar tanto dela e a viram ser representada em tantos filmes e séries, que é praticamente como se nela tivessem vivido também.

No entanto, para cada ‘De Volta para o Futuro’, ‘Star Wars’, ‘Um Tira da Pesada’ e ‘Karatê Kid’, ou seja, os filmes icônicos da época, precisam existir também aqueles que não permaneceram no imaginário da cultura popular, ficando esquecidos até mesmo por quem adora a época – afinal é impossível lembrar de tudo o tempo todo (e para isso estamos aqui, fazendo este trabalho). Consequentemente, tais filmes também não são passados para as gerações mais novas. Mas nessa matéria iremos jogar luz justamente neles. Aqui, escolhemos um gênero adorado por todos: a comédia. Essas são 10 comédias dos anos 80 que ficaram esquecidas nos dias de hoje. Confira, procure e assista.

A Melhor Defesa é o Ataque (1984)

defesa cinepop
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Eddie Murphy voltou com tudo em nova fase de sua carreira. No auge de seus 63 anos ele protagoniza um dos maiores sucessos desta temporada com o lançamento de ‘Um Tira da Pesada 4’ na Netflix. Voltando quatro décadas no tempo, no mesmo ano em que protagonizava o primeiro ‘Um Tira da Pesada’ e se tornava um astro internacional, Murphy também participava deste que viria a se tornar o filme mais obscuro de sua carreira. Quem protagoniza na verdade é o baixinho Dudley Moore (falecido em 2002), que marcou os anos 80 graças ao sucesso de ‘Arthur – O Milionário Sedutor’ (1981). Unir os dois em tela parecia uma receita de sucesso, pena que eles não dividam sequer uma cena. Para piorar o filme fala sobre a criação de um tanque de guerra. Kate Capshaw também está no elenco e igualmente faria sucesso no mesmo ano com ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’.

Vice-Versa (1988)

vice cinepop
vice cinepop

Por falar em ‘Um Tira da Pesada 4’, aqui temos outro ator da franquia, que ao lado de Eddie Murphy esteve em todos os quatro filmes. Falamos, é claro, de Judge Reinhold, o Billy Rosewood. Um ano depois de ‘Um Tira da Pesada 2’, ele estrelava como protagonista nesta comédia de troca de corpos (subgênero muito popular na época). Fazendo par com ele, outro ator sensação da época, esse um astro mirim com então 12 anos. Fred Savage fez enorme sucesso com a série ‘Anos Incríveis’ (1988-1993). Aqui eles eram pai e filho, que através de um artefato místico trocam de corpos, nessa comédia da Columbia Pictures. O filme passava bastante na Sessão da Tarde da época, e não deixa de ser um filme gêmeo de ‘Quero Ser Grande’, lançado no mesmo ano.

Os Trapaceiros da Loto (1987)

loto cinepop
loto cinepop

Outro que volta esse ano a um de seus papeis mais marcantes é o indicado ao Oscar Michael Keaton. Em ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’, Tim Burton dá sequência a um de seus filmes mais cult, novamente contando com Keaton para viver o fantasma zombeteiro Beetlejuice. Um ano antes do filme original, o ator, que era principalmente conhecido por seus filmes de comédia, protagoniza aqui como um golpista que se vê metido em uma encrenca maior do que pode lidar, contando com a ajuda de uma detetive particular, papel de outro nome muito conhecido da época, Rae Dawn Chong, de ‘Comando para Matar’ (1985).

Meu Adorável Fantasma (1982)

fantasma cinepop
fantasma cinepop

Existem histórias que são universais, podendo ser traduzidas em diversos idiomas e ser contadas sem perder muito de sua essência. Bem, podemos dizer que isso não se aplica aos filmes brasileiros, pois a “brasilidade” é “intraduzível”! Mas e quem disse que os americanos iriam deixar de tentar? E se eu dissesse que Hollywood descaradamente tentou levar o fervoroso ‘Dona Flor e seus Dois Maridos’ (1976), baseado no clássico de Jorge Amado, para terras gringas, bancado pela Fox? Pois bem, isso é real, e a adaptação se chama ‘Meu Adorável Fantasma’. A proposta é a mesma, jogando a trama para a fria Nova York. O trio escolhido foi a vencedora do Oscar Sally Field como a “Dona Flor” da vez, Jeff Bridges como o certinho novo marido e o saudoso James Caan na pele do “Vadinho”, aqui um dramaturgo da Broadway.

Dançando na TV (1985)

dancando cinepop
dancando cinepop

Todo mundo conhece e ainda dança até hoje ao som do clássico oitentista ‘Girls Just Wanna Have Fun’, que Cyndi Lauper lançou em 1983. Mas você sabia que a música fez tanto sucesso que Hollywood resolveu criar uma versão em filme para a canção dois anos depois? A trama fala sobre uma adolescente estudando em um colégio só para garotas, comandado por freiras, que sonha em participar de um programa de dança na TV e conhecer um grande amor. Protagonizando temos ninguém menos que Sarah Jessica Parker e a vencedora do Oscar Helen Hunt bem jovenzinhas – além de participação da saudosa Shannen Doherty.

Clube Paraíso (1986)

clube cinepop
clube cinepop

Sabe aquela piada antiga que começava com “um português, um inglês e um japonês entraram em um bar”? Pois bem, a anedota que visava demonstrar o quão inusitada era essa mistura, muito bem poderia ser a tradução deste filme. Afinal aqui temos nada menos que a união em tela do saudoso Robin Williams, o veteraníssimo britânico Peter O’Toole, a modelo Twiggy, o cantor de reggae Jimmy Cliff e o sumido Rick Moranis – coloque tudo em um liquidificador e temos a receita de uma comédia passada em um resort paradisíaco em uma ilha do Caribe.

Essa é Minha Chance (1980)

chance cinepop
chance cinepop

Com música tema de Diana Ross, ‘Esta é a Minha Chance’ é uma comédia romântica estrelada por Jill Clayburgh, que interpreta uma mulher precisando decidir entre o atual namorado ou um homem que acabou de conhecer, o filho da mulher que vai se casar com seu pai. O nome mais conhecido do elenco na atualidade é Michael Douglas, que vive o filho da noiva, e é atualmente o Homem-Formiga original da Marvel (será que ele volta para algum outro filme no MCU?). Completando o elenco, o saudoso Charles Grodin.

As Trapalhadas de um Conquistador (1989)

conquistador cinepop
conquistador cinepop

Por falar em atores que já fizeram um pouco de tudo, inclusive aparecer no MCU, temos o onipresente e multifuncional Jeff Goldblum estrelando aqui. O ator foi um dos que marcou presença na década de 80, e aqui fechava ela com esta comédia em que interpreta um comediante que rouba a cena de sua atração principal. O filme chama atenção por seu elenco – já que além de Goldblum traz Rowan Atkinson (o eterno Mr. Bean), como seu colega e rival de trabalho, e a classuda britânica vencedora do Oscar Emma Thompson, no papel de uma enfermeira com quem o protagonista inicia um romance.

O Homem que Não Existiu (1983)

existiu cinepop
existiu cinepop

Antes da pandemia, ‘O Homem Invisível’ (2020) fez um enorme sucesso de crítica e bilheteria. Filmes sobre o tema marcaram Hollywood através das décadas. Mas antes de ‘O Homem Sem Sombra’ (2000) e antes mesmo de ‘Memórias de um Homem Invisível’ (1992) existiu ‘O Homem que Não Existiu’. Aqui quem estrela é Steve Guttenberg, o eterno Mahoney da franquia ‘Loucademia de Polícia’. Antes de qualquer um dos longas da citada franquia, e antes mesmo de ‘Cocoon’ e sua continuação, Guttenberg viveu um sujeito se deparando com uma tecnologia capaz de deixar invisível qualquer um que entre em contato com ela. Jeffrey Tambor e Lisa Langlois completam o elenco. A sacada aqui era a febre dos filmes 3D que dominavam os cinemas na época (aqueles dos óculos de celofane azul e vermelho) – e lançaram ‘Sexta-Feira 13 – Parte 3D’, ‘Tubarão 3D’ e ‘Amityville 3D

Fábrica de Robô (1981)

robô cinepop
robô cinepop

Fechando a matéria temos uma das comédias mais curiosas dos anos 80. E se hoje temos medo da inteligência artificial e o que ela vem sendo capaz de fazer, os anos 80 foram repletos de ficções científicas futuristas que apresentavam robôs superinteligentes, como ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Blade Runner‘ e ‘Robocop’. Aqui, conhecemos quatro robôs, o comediante Catskill (Jack Carter), Philco (um animatrônico que soa como R2D2), um robô manobrista ValCom 17485 e uma robô acompanhante AquaCom 89045 (Bernadette Peters). Os últimos dois fogem e decidem viver a sós, apaixonados. Esse é um veículo para o humorista Andy Kaufman, que interpreta o robô principal ValCom e viria a falecer três anos depois. Para a época, os efeitos e a caracterização foram tão impressionantes neste filme da Universal Pictures, que o longa foi indicado para o Oscar de melhor maquiagem para o saudoso Stan Winston.

‘Grey’s Anatomy’: “15 anos de emoções”, diz novo cartaz da 15ª temporada

A 15ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ ganhou cartaz com Meredith Grey em destaque.

Confira:

Alex Landi interpretará o Dr. Nico Kim, o primeiro cirurgião gay da série.

Em janeiro, Ellen Pompeo fez comentários bombásticos sobre sua personagem ter um novo relacionamento.

“A tinta ainda não estava nem seca na documentação [de saída do Patrick] quando eles se apressaram em introduzir um novo interesse amoroso. Eu estava de férias, relaxando, e eles me ligavam tipo ‘o que você acha desse cara? e deste?’, e me mandavam fotos. Eu fiquei tipo ‘Vocês estão de brincadeira comigo? Por que vocês acham que têm que substituir esta pessoa?’ Eu não pude acreditar quão rápido o estúdio e a emissora sentiram que eles deviam arrumar um novo pênis.”

Recentemente, o ator Chris Carmack se juntou ao elenco recorrente da série. O astro, que participou do elenco da série ‘Nashville’, viverá um cirurgião ortopedista do hospital Grey Sloan Memorial.

Embora não haja detalhes referentes ao personagem, o pouco que se sabe é que ele é considerado na trama como o ‘deus da ortopedia’.

‘Grey’s Anatomy’ é renovada para a 16ª e 17ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série ‘Grey’s Anatomy‘ para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, a 17ª temporada.

A notícia chega como uma surpresa para os fãs, que estavam especulando que a produção seria encerrada no próximo ano.

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

‘O Máskara 2’: Jim Carrey topa voltar para a sequência, com uma condição

Em entrevista ao Comic Book, Jim Carrey revelou que retornaria para uma sequência de ‘O Máskara, mas apenas com uma condição.

“[Para eu retornar para uma sequência] de ‘O Máskara’, dependeria do cineasta. Realmente depende do cineasta por trás do projeto. Eu não quero voltar para uma sequência apenas por voltar. Eu retornaria apenas se envolvendo um cineasta visionário muito louco. Com certeza.”

Recentemente, rumores apontam que a Warner Bros está desenvolvendo uma sequência e o estúdio estaria animado em trabalhar com Carrey novamente, e que o já iniciou as negociações para reprisar o papel como Stanley Ipkiss.

Apesar da novidade, não há nada confirmado oficialmente.

Detalhes sobre a trama não foram revelados, então não se sabe se o filme será uma sequência da adaptação original ou se será uma história independente.

Anteriormente, o criador do personagem, Mike Richardson, disse à Forbes que gostaria de um remake com uma protagonista feminina.

“Eu gostaria que o personagem tivesse uma ótima comédia física. Eu tenho alguém em mente, mas não falarei o nome dela. Vamos ter que fazer muito para convencer essa atriz em particular, mas nós veremos… Nunca se sabe o que acontecerá no futuro. Nós temos algumas ideias.”

Ele continuou, “Quero um filme focado em uma personagem lidando com o poder absoluto. Quando temos o poder absoluto, escolhemos com frequência um caminho mesquinho, que sobrepõe nossa natureza humana, usando esse poder para o bem.”

Lançado em 1994, o filme original faturou US$ 351 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um modesto orçamento de US$ 23 milhões.

A trama conta a história de Stanley Ipkiss, um cara decente que trabalha em um banco mas é socialmente desajeitado e sem muito sucesso com as mulheres. Quando encontra a estranha máscara de Loki, um deus escandinavo, ele se transforma em O Máskara, um ser com o rosto verde que possui a coragem para fazer as coisas mais arriscadas e divertidas que Stanley receia fazer, inclusive flertar com Tina Carlyle, a bela e sensual cantora que se apresenta no Coco Bongo, a discoteca do momento. O Máskara tem velocidade sobre-humana e um humor não-convencional e, enquanto isto, o gângster Dorian Tyrrell, que namora Tina, se esforça para destruir o Máskara e se apoderar da máscara para usar seus poderes para o mal.

‘Legacies’: Leo Howard é promovido ao elenco regular da 3ª temporada

De acordo com o Deadline, o ator Leo Howard (‘Why Women Kill‘) foi promovido ao elenco regular da 3ª temporada da série ‘Legacies‘.

O ator, que apareceu em três episódios da segunda temporada, interpreta o personagem Ethan, filho do Xerife Mac. Ele é descrito como um atleta competitivo e um estudante de coração imenso que passa a frequentar a Mystic Falls High.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

‘See’: Série com Jason Momoa é renovada para a 3ª temporada

Apple TV+ renovou oficialmente a série distópica ‘See‘, estrelada por Jason Momoa (‘Aquaman’), para a 3ª temporada.

Vale lembrar que a segunda temporada será lançada no dia 27 de agosto, então a expectativa é que o terceiro ciclo estreie apenas em 2022.

Confira o trailer:

A série foi criada por Steven Knight (‘Peaky Blinders’).

Em um futuro distópico, a raça humana perdeu o sentido da visão e a sociedade teve que encontrar novas maneiras de interagir, construir, caçar e sobreviver. Tudo isso é desafiado quando um par de gêmeos nasce com visão.

O elenco ainda conta com Alfre Woodard, Yadira Guevara-Prip, Nesta Cooper, Sylvia Hoeks, Archie Madekwe, Hera Hilmar e Dave Batista.

Série DERIVADA de ‘The Boys’ ganha trailer com muita violência, palavrões e pegação…

O Prime Video revela hoje o trailer e o cartaz oficiais de The Boys Presents: Diabolical, a antologia animada de oito episódios que se passa no universo da série indicada ao Emmy The Boys. A animação estreia em mais de 240 países e territórios exclusivamente no Prime Video em 4 de março.

Confira:

Awkwafina, Michael Cera, Don Cheadle, Chace Crawford, Kieran Culkin, Giancarlo Esposito, Eliot Glazer, Jason Isaacs, Kumail Nanjiani, Justin Roiland, Seth Rogen, Andy Samberg, Ben Schwartz, Elisabeth Shue, Christian Slater, Kevin Smith, Antony Starr, Nasim Pedrad, Simon Pegg, Kenan Thompson, Aisha Tyler e a vencedora do Oscar Youn Yuh Jung dublam.

Os oito episódios, que terão entre 12 e 14 minutos e com estilos próprios de animação, revelarão histórias inéditas do universo de The Boys, trazidas à vida por algumas das mentes mais criativas e brilhantes do entretenimento da atualidade.

Os episódios são:

“Laser Baby’s Day Out”

Roteiristas: Evan Goldberg e Seth Rogen

Diretores: Crystal Chesney-Thompson e Derek Thompson

Estilo de animação: Inspirado em curtas animados clássicos americanos

 

“An Animated Short Where Pissed-Off Supes Kill Their Parents”

Roteiristas: Justin Roiland e Ben Bayouth

Diretor: Parker Simmons

Estilo de animação: Inspirado pela estética de Justin Roiland

 

“I’m Your Pusher”

Roteirista: Garth Ennis

Diretor: Giancarlo Volpe

Estilo de animação: Uma homenagem aos quadrinhos originais de The Boys

 

“Boyd in 3D”

Roteirista: Eliot Glazer

História concebida por: Eliot Glazer e Ilana Glazer

Diretora: Naz Ghodrati-Azadi

Estilo de animação: Inspirado em quadrinhos e animações francesas

 

“BFFs”

Roteirista: Awkwafina

Diretora: Madeleine Flores

Estilo de animação: Inspirado em clássicas animações matinais

 

“Nubian vs Nubian”

Roteirista: Aisha Tyler

Diretor: Matthew Bordenave

Estilo de animação: Inspirado em animes

 

“John and Sun-Hee”

Roteirista: Andy Samberg

Diretor: Steve Ahn

Estilo de animação: Inspirado em dramas e filmes de terror coreanos

 

“One Plus One Equals Two”

Roteirista: Simon Racioppa

Diretores: Jae Kim e Giancarlo Volpe

Estilo de animação: Uma visão sombria das animações de super heróis americanas

Jovens lutam pela sobrevivência no trailer do terror ‘Tubarão: Mar de Sangue’; Confira dublado e legendado!

A Paris Filmes divulgou o trailer nacional do terror ‘Tubarão: Mar de Sangue‘ (Shark Bait).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de dezembro.

O longa é dirigido por James Nunn.

A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.

O elenco conta com Holly Earl, Jack Trueman, Catherine Amy Hannay, Malachi Pullar-Latchman e Thomas Michael Flynn.

Isabella Gomez, de ‘One Day At A Time’, estrelará novo TERROR independente

De acordo com o Deadline, Isabella Gomez, conhecida por estrelar a série ‘One Day At A Time‘, foi confirmada no elenco do terror independente ‘O Manequim‘ (The Mannequin).

Apesar da greve dos atores em Hollywood, o projeto ganhou aprovação do SAG-AFTRA e se junta à lista de projetos que receberam um acordo provisório da guilda.

As filmagens irão começar na próxima semana, em Los Angeles.

Na trama…

“Liana Rojas (Gomez), uma assistente de estilista faminta por inspiração, descobre que o edifício histórico no centro de Los Angeles, onde sua irmã morreu misteriosamente, é assombrado por um serial killer que assassinou e desmembrou suas vítimas meio século antes. Isso força Liana e seus amigos a encontrar uma maneira de escapar do fantasma sinistro antes que percam partes de seus próprios corpos.”

O elenco ainda contará com Lindsay LaVanchy, Shireen Lai, Maxwell Hamilton, Gabriella Rivera e Jack Sochet.

John Berardo (‘A Iniciação’) será responsável pela direção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Austin Stowell interpretará versão jovem do Gibbs em pré-sequência de ‘NCIS’

De acordo com o Deadline, Austin Stowell (‘A Ilha da Fantasia’) foi contratado para estrelar a pré-sequência de ‘NCIS‘, intitulada ‘NCIS: Origins‘.

O ator interpretará uma versão mais jovem do protagonista Leroy Jethro Gibbs, interpretado pelo Mark Harmon na série original.

Narrada por Harmon, a pré-sequência será ambientada em 1991, muitos anos antes dos eventos de ‘NCIS‘, e se aprofundará na história de Gibbs. Na trama, Gibbs estará apenas começando sua carreira como um agente especial, onde ele deverá lutar pela sua posição ao lado de uma equipe liberada pelo lendário Mike Franks.

Harmon e seu filho Sean Harmon, que chegou a interpretar o Gibbs em flashbacks na série original, servirão como produtores executivos ao lado de David J. North e Gina Lucita Monreal, que também foram responsáveis pelo roteiro do primeiro episódio e atuarão como coshowrunners.

CBS Studios está desenvolvendo o projeto.

Vale lembrar que a Paramount+ também deu sinal verde para um novo derivado da franquia focado no Tony & Ziva, que contará com o retorno dos atores Michael Weatherly e Cote De Pablo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Dia do Chacal’: Série de suspense com Eddie Redmayne é RENOVADA para a 2ª temporada

O Peacock renovou oficialmente ‘O Dia do Chacal‘ (The Day of the Jackal), série de suspense estrelada por Eddie Redmayne (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’) e Lashana Lynch (‘A Mulher Rei’), para a 2ª temporada.

Sucesso entre o público, a produção alcançou o topo das produções mais assistidas da semana no serviço de streaming – entrando para o TOP 5 no território norte-americano durante o final de semana de abertura.

Além disso, a série quebrou recordes de audiência para a Sky, registrando 3 milhões de visualizações em apenas sete dias.

No Brasil, ‘O Dia do Chacal‘ já está disponível no streaming do Disney+.

Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ronan Bennett, a série é baseada no romance homônimo de Frederick Forsyth.

Brian Kirk (‘Game of Thrones’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Úrsula Corberó, Charles Dance, Richard Dormer, Chukwudi Iwuji, Lia Williams, Khalid Abdalla, Eleanor Matsuura, Jonjo O’Neill e Ben Hall.

Cartaz do filme O Dia do Chacal, 2024.

‘O Instituto’: Adaptação do livro de Stephen King é RENOVADA para a 2ª temporada

A MGM+ renovou oficialmente a série ‘O Instituto‘, baseada no livro homônimo de Stephen King, para a 2ª temporada.

“Ficamos muito satisfeitos com a recepção da nossa primeira temporada, o que é uma prova da dedicação do nosso fantástico elenco e equipe. Estamos muito felizes que Michael Wright e todos na MGM nos permitiram continuar essa história poderosa de Stephen King. Desde o início deste projeto, sentimos que haveria muito mais história para contar, à medida que nossos brilhantes personagens continuam a navegar pelos perigos do mundo que estão enfrentando,” declararam os produtores Jack BenderBenjamin Cavell.

Além deles, King também se pronunciou: “Libertados, mas caçados, novos perigos aguardam os fugitivos do Instituto e mal posso esperar”.

Sucesso entre os críticos, a produção conquistou 72% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Quando Luke Ellis (Joe Freeman), um gênio de 12 anos, é sequestrado, ele acorda no Instituto, uma instalação cheia de crianças que chegaram lá da mesma maneira que ele e que possuem habilidades incomuns. Em uma cidade próxima, o assombrado ex-policial Tim Jamieson (Ben Barnes) veio em busca de começar uma nova vida, mas a paz e a tranquilidade não irá durar, uma vez que sua história e a de Luke estão destinadas a colidir.

O elenco ainda conta com Simone Miller, Jason Diaz, Fionn LairdHannah GallwayJulian RichingsRobert JoyViggo HanveltArlen SoBirva PandyaDan BierneMartin RoachJane Luk.

Jack Bender (‘Mr. Mercedes’) fica responsável pela direção, a partir do roteiro assinado por Benjamin Cavell (‘Justified’).

A MGM+ Studios encomendou oito episódios para a primeira temporada.

o instituto poster

‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro 2’: Diretor explica por que a sequência ainda não saiu do papel

Em entrevista ao Slash Film, o diretor André Øvredal (‘Drácula: A Última Viagem de Deméter’) explicou o motivo da sequência ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro 2‘ ainda não ter saído do papel.

A continuação havia sido anunciada há sete anos, mas o projeto recebeu poucas atualizações desde então.

“Só posso dizer que o projeto está preso por causa de complicações dos direitos com dois estúdios que não existem mais. CBS Films e EOne produziram o primeiro filme, mas eles não existe mais. Os direitos ficaram fragmentados entre as duas empresas, então elas precisam chegar a um acordo. E isso tem levado algum tempo.”

Ele completa, “Nós conversamos sobre a sequência regularmente, e parece que há esperanças. Mas o projeto se tornou um problema do departamento legal, não das forças criativas. Temos uma história que eu adoraria contar, então só preciso que alguém diga: ‘Eu tenho os direitos. Vamos fazê-la’.”

A continuação será baseada em uma história criada por Guillermo del Toro, que produziu o primeiro filme. Além disso, ele irá assinar o roteiro ao lado de DanKevin Hageman.

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘, retorna como diretor da continuação. Guillermo del Toro volta a produzir.

O primeiro longa é baseado em um livro de contos publicados em 1981.

O longa conquistou a crítica e o público, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando mais de 100 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Jurassic World’: Chris Pratt e Bryce Dallas em cena deletada cheia de cocô

Uma peculiar cena de ‘Jurassic World não sobreviveu ao corte final.

Na tomada em questão, os protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas se cobriram de cocô de dinossauro para se protegerem durante a busca pelos sobrinhos da personagem Claire Dearing.

Confira:

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

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‘The Kitchen’: Domhnall Gleeson negocia estrelar adaptação da DC/Vertigo

O astro Domhnall Gleeson, de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, está negociando estrelar a mais nova adaptação da DC/Vertigo, intitulada ‘The Kitchen‘. Segundo o portal The Hollywood Reporter, o acordo deve ser formalizado em muito breve.

Na trama, Gleeson viverá o veterano do Vietnã, Gabriel O’Malley, um homem que já trabalhou como assassino de aluguel, mas que conseguiu  escapar do aprisionamento enfrentado pelos maridos. Buscando vingança, ele ficará frente a frente com o trio de mulheres guerreiras.

The Kitchen’ já conta com Elisabeth MossTiffany Haddish e Melissa McCarthy como o trio de protagonistas.

A direção e o roteiro ficam a cargos de Andrea Berloff, que marcará sua estreia atrás das câmeras.

Na trama, Moss interpretará a esposa de um homem abusivo, que é capaz de superar sua tímida natureza, à medida que descobre uma sede e afinidade pela violência.

Produzido pela New Line Cinema, ‘The Kitchen’ estreia nos cinemas no dia 20 de setembro 2019.

‘Barry’: Teaser anuncia data de estreia da 2ª temporada

Barry’, série da HBO estrelada por Bill Hader, ganhou um novo teaser da 2ª temporada, que anuncia sua estreia.

A produção retorna à TV em 31 de março.

Confira:

Na produção, Hader vive um ex-combatente da Marinha norte-americana que passa a levar seus dias como um assassino de aluguel no meio oeste do país. Desesperado, ela aceita um emprego em Los Angeles, onde ele descobre um inesperado interesse pelas artes cênicas, que se torna sua grande aspiração profissional

Produzida pelo mesmo produtor de ‘Silicon Valley’, Alec Berg, ‘Barry’ é também roteirizada, co-produzida e dirigida por Hader.

O elenco da série conta também com Henry Winkler, Stephen Root, Sarah Goldberg, Anthony Carrigan e Glenn Fleshler.

Festival de Cannes 2020 é cancelado em virtude do Coronavírus

A situação global atual continua impactando na realização de grandes eventos e após muitas especulações, fora confirmada o cancelamento do Festival de Cannes 2020, um dos mais importantes e prestigiados do mundo.

O evento, que tradicionalmente acontece no mês de maio, ainda não tem data para acontecer. A decisão foi tomada em virtude do crescente número de casos de Coronavírus na França, o que gerou uma grande preocupação por parte dos organizadores.

A informação foi revelada em um comunicado feito pela conta oficial do Twitter do Festival:

“Em virtude da crise na saúde e do desenvolvimento da situação francesa e internacional, O Festival de Cannes não mais acontecerá nas datas planejadas, de 12 a 23 de maio”.

O comunicado completo ainda pontua que a instituição responsável pelo evento está analisando a possibilidade de realizar o festival no final do mês de junho ou início de julho:

“Assim que o desenvolvimento da situação da saúde francesa e internacional nos permitir avaliar a real possibilidade, nós divulgaremos essa decisão, em concordância com a nossa constante orientação do Governo Francês e da Prefeitura de Cannes, bem como com os membros do conselho do Festival, com os profissionais da indústria cinematográfica e todos os parceiros do evento”. 

Para quem não sabe, muitos dos filmes que são lançados no Festival de Cannes tendem a consolidar uma grandiosa trajetória de prestígio nas principais premiações, como o Oscar, Globo de Ouro, e SAG Awards.

‘Soul’: Novo trailer EMOCIONANTE anuncia o lançamento em Home Video; Assista!

A aclamada animação da Disney/Pixar, ‘Soul‘, já está disponível nas versões 4K, Digital HD, Blu-ray e DVD.

E para comemorar este lançamento – que aconteceu na última terça-feira (23), a produção ganhou um novo e apaixonante trailer, que celebra o valor da vida, a importância da música e a busca por um propósito.

Assista:

Confira a lista completa de atrações presentes nas versões em Blu-ray e DVD:

  • Cenas deletadas
  • Introdução – O roteirista Mike Jones e a supervisora ​​de história Kristen Lester apresentam as cenas deletadas de “Soul”.
  • Orientação do Mentor – Joe entra furtivamente na orientação do Programa de Mentor do You Seminar, tentando descobrir como ele pode voltar à… Terra.
  • Clubhouse Falsificação – Joe segue 22 em seu “covil secreto” enquanto ela relutantemente concorda em ajudá-lo a encontrar o caminho de volta para a Terra.
  • Aulas em casa – Preso dentro do corpo de Joe, 22 tenta – desajeitadamente – ajudar o vizinho de baixo.
  • Living the Dream – Joe tem uma conversa franca com 22 sobre o medo dela de viver na Terra, então tenta voltar para casa através de um portal de sonho.
  • Press Shot – Joe, preso no corpo de um gato, e 22, presa no corpo de Joe, pegam o metrô para o clube de jazz para uma sessão de fotografia publicitária.
  • Comentários em áudio – Assista ao filme com comentários em áudio do diretor Pete Docter, do codiretor/roteirista Kemp Powers e da produtora Dana Murray.
  • Não é o seu Joe comum – Veja o pensamento e o cuidado envolvidos na elaboração de Joe e sua história no primeiro filme da Pixar a apresentar um personagem principal negro.
  • Astral Taffy – Dê uma olhada com profundidade na arte e na inovação técnica que envolveu a criação dos cenários e dos personagens no mundo de ‘Soul’.
  • Pretty Deep for a Cartoon – Os cineastas lidam com grandes questões, como de onde vem a personalidade de um recém-nascido, qual é o significado da vida e muito mais!
  • Into the Zone: The Music and Sound of Soul – Explore os diferentes mundos sonoros do filme e descubra como a música impulsiona e adiciona especificidade à jornada de Joe.
  • ‘Soul’, improvisado – Veja como a equipe da Pixar Systems e a equipe de ‘Soul’ conseguiram terminar o filme dentro do prazo durante o auge da pandemia COVID-19.
  • Jazz Greats – Gigantes do mundo do jazz que deram consultoria em ‘Soul’ compartilham sua paixão e sabedoria duramente conquistada sobre o que a música e o que ela faz por todos nós.

Confira a nossa entrevista com o elenco de dubladores:

Assista ao trailer:

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

Crítica | The Princess: Documentário traz olhar intimista sobre Princesa Diana

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Sempre cercada pelos holofotes e constantemente monitorada pelas opiniões do mundo, a Princesa Diana viveu uma vida longe dos estereótipos fabulosos com os quais crescemos assistindo nos filmes da Disney. Na mira das lentes dos paparazzis e com seus movimentos analisados de perto por membros da corte e anônimos, a amada realeza desfrutou de uma dolorosa e curta vida, marcada pela dor e pelo escrutínio da Família Real e da imprensa sensacionalista. E The Princess chega aqui como um documentário intimista, que visa nos apresentar Diana exclusivamente pelas lentes do mundo.

Não trazendo nenhum fato novo, o longa de Ed Perkins merece um olhar especial por tentar nos mostrar Diana apenas pela perspectiva pública. Sem entrevistas padrões e sem fontes próximas relembrando a princesa com histórias do passado, o documentário é uma reconstrução da vida da realeza a partir de imagens de época, vídeos caseiros e coberturas jornalísticas. O que torna The Princess valioso é sua abordagem narrativa mais crua, que traz detalhes do fenômeno cultural que Diana se tornou e como tudo isso fora percebido e vivido pelo Reino Unido.

Unindo uma coleta de conteúdos já apresentados em algum determinado momento do passado, o filme é feito em terceira pessoa, com o diretor se distanciando do seu objeto documental, apresentando mais uma coletânea dos momentos mais marcantes da realeza. Entre flashes de paparazzi e reportagens jornalísticas, aqui nos lembramos de Diana em sua forma mais desconfortável: sempre inquieta pela perseguição midiática e obviamente frustrada pela realidade principesca que de glamourosa pouco (ou quase nada) verdadeiramente tinha. Mas um dos pontos mais marcantes da cobertura jornalística da família real foi deixada de fora, o que torna The Princess uma mistura entre encantamento e profunda indignação.

A entrevista mais polêmica de Diana, ao Martin Bashir para a emissora BBC, foi deixada de fora. Ainda que ela seja cercada por circunstâncias problemáticas, como as táticas abusivas e manipuladoras do entrevistador, ali também reside um dos instantes mais dolorosos da amada princesa. Com semblante caído e uma beleza singular que tenta abafar o seu sofrimento, ela relata brevemente o pesadelo da sua vida conjugal, destruída pelas traições de Charles com a nada carismática Camille. E com esse desfalque, The Princess fica no meio do caminho como uma produção que, embora seja simbólica, nos deixa à deriva em relação às injustiças vividas por Diana.

Dito isso, o documentário de Perkins mantém o seu valor por seu aparato histórico estampado em vídeos antigos que hoje possuem um valor imensurável não apenas para o Reino Unido, mas para a cultura mundial. Com uma montagem meticulosa e impecável, The Princess consegue – em meio aos seus erros – ser uma experiência imersiva, que nos transporta para uma viagem no tempo memorável e até mesmo assustadora. Relembrando Diana a partir dos olhos do mundo, algo que nenhum documentário anterior havia se dedicado a fazer, a produção nos ajuda a pelo menos compreender uma pequena dimensão da sufocante e vigiada vida de uma das mulheres mais espetaculares e maltratadas que já viveu entre nós.

Crítica Netflix | Estou Pensando em Acabar com Tudo – Charlie Kaufman é soberano em alimentar nosso pesadelo existencial

Estou Pensando em Acabar com Tudo (I’m Thinking of Ending Things) começa com as reflexões de uma jovem (Jessie Buckley) sobre a jornada para conhecer os pais do namorado Jake (Jesse Plemons). Juntos há seis semanas, o casal realiza sua primeira viagem e ela começa a questionar os motivos desse encontro, já que não enxerga um futuro para relação e mantém um olhar nostálgico sobre os momentos compartilhados com o rapaz. 

Com a neve a cair torrencialmente na estrada, Charlie Kaufman cria mais uma vez um cenário de angústia, apreensão e mistério sobre nossas percepções e desejos dentro da sua ótica surrealista. Algo que faz com maestria tanto em seus roteiros, vide Quero Ser John Malkovich (1999), Adaptação (2002) e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004), quanto na sua veia de diretor ao comandar os inquietantes Sinédoque, Nova Iorque (2008) e Anomalisa (2015).

Baseado no romance homônimo do canadense Iain Reid, o desconforto narrativo é sentido pelo tom de voz da protagonista, enquanto o enigma é conduzido pelas ações embaçadas de Jake. Conforme eles conversam, a moça continua a pensar sobre a iminente separação e como os seus pensamentos estão salvos na sua cabeça, no entanto, a sensação é a de que Jake está sempre à espreita e pressente o seu objetivo. 

Observamos Jake pela visão da narradora, ela pondera as coisas que lhe agrada e o que lhe causa repulsa. Embora questione a relação, ela mantém uma curiosidade sobre a origem do rapaz e confessa ser este motivo de aceitar o convite para um jantar numa distante fazenda no meio de condições climáticas desagradáveis. Seus questionamentos aguçam os nossos à espera do próximo acontecimento. Entre conversas, a protagonista pondera: “os outros animais vivem o presente, os humanos não conseguem, por isso inventaram a esperança”. 

Quando a mãe (Toni Collette) e o pai (David Thewlis) entram em cena, Kaufman apresenta o seu melhor estilo de nos colocar no meio da aflição da protagonista. Os móveis e os objetos mudam de lugar, os personagens percorrem o passado, presente e futuro diante de nossos olhos em mudanças drásticas de fisionomia. A casa da infância é simbólica em diversos aspectos, lá estão guardados os medos, os anseios e os desejos de Jake. Enquanto a estética nos provoca, é possível montar um conjunto de informações e sentar à beira da poltrona para não deixar nenhum elemento escapar. 

O espaço residencial torna-se cada vez mais reduzido e sufocante. Ao passo que a jovem repete incansavelmente que precisa voltar para sua casa naquela noite, Jake está sempre a dar atenção a outros fatores. Collette e Thewlis são magnânimos em nos fazer apreciar cada cena com espanto e diligência. O poder da sugestão é posto de diversas formas e, nesse sentido, podemos fazer pontes com Mãe! (2017), de Darren Aronofsky, no entanto, a temática está mais voltada a Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004), Sonhando Acordado (2006) e A Espuma dos Dias (2013), todos de Michel Gondry.  

Estou Pensando em Acabar com Tudo vai longe em sua argumentação sobre a causalidade e o existencialismo para falar de relacionamentos e entrelaça-la à cultura pop. Ainda na primeira parte, o longa apresenta cortes da viagem de carro ao cotidiano de um zelador a rodar pelos corredores de uma escola e a assistir a uma comédia romântica de Robert Zemeckis (Forrest Gump). O que Charlie Kaufman quer nos dizer com este deslocamento? Em outro momento, os jovens questionam a obra Uma Mulher Sob Influência (1974), de John Cassavetes, e eles concordam que as pessoas veem muitos filmes a fim de “encher a cabeça de mentiras para passar o tempo”. 

Revelação no longa Wild Rose (2018), Jessie Buckley possui o tom e as reações perfeitas para as inquietudes decorrentes à sua volta, assim como Jesse Plemons já comprovou seu talento macabro, tanto no seriado Breaking Bad (2012-2013), quanto na comédia A Noite do Jogo (2018). Jake carrega um vazio e um lirismo em seu olhar distante e no encantamento pelos musicais da Broadway. Um papel que certamente seria do saudoso Philip Seymour Hoffman, protagonista de Sinédoque, Nova Iorque, ao lado de Kaufman

Por vezes, há uma pequena intenção de Jessie Buckley olhar diretamente para câmara como se falasse conosco. Afinal, toda a conversa dos dois vai remoer nossos pensamentos por algum tempo. A narrativa nos tensiona a esperar continuamente por um drástico acontecimento ou uma atenção mais aguçada a fim de compreender quem é Jake. Quem é a narradora? De quem é a voz que ela ouve no telefone? Quem é o zelador? Enquanto as perguntas transbordam, Kaufman nos lembra que tudo isso é poesia, assim como sua protagonista diz: “cores são ações e sofrimentos”. 

De forma poética fantasmagórica, Kaufman apresenta o futuro e o passado ao voltar à escola do ensino médio de Jake, onde o próprio diz ter se sentido rejeitado. Prestes a sofrer esta experiência novamente, Jake sai da rota e decide visitar uma sorveteria, a qual o jingle não sai da sua cabeça, o que nos remete às obras de David Lynch (Twin Peaks). Em seguida no meio de uma torrente nevasca, ele continua a mudar o caminho para chegar à instituição de ensino. 

Em forma de musical, o sonho do rapaz percorre os corredores do estabelecimento. O lúdico completa-se com os diálogos compartilhados anteriormente em forma de dança, premiação, canto e, por fim, a contemplação do público. 

Provavelmente, Jake não vai ganhar o prêmio nobel ou estrelar um musical, mas ali dentro dos seus pensamentos ele pode ter tudo isso. Ao citar Guy Debord e Oscar Wilde, entre demais artistas e pensadores, Charlie Kaufman discorre sobre a existência das relações humanas, da mais simples decisão de corresponder um olhar até lidar com todas as dores e frustrações do outro. Desse modo, Estou Pensando em Acabar com Tudo nos lembra da possibilidade de sonhar e o de ter esperança, mesmo que decidamos nunca subir ao palco.

‘Liga da Justiça’: Arte promocional mostra o uniforme preto do Superman

O Digital Spy divulgou um vídeo mostrando como foi a confecção do figurino dos heróis em Liga da Justiça’, nele podemos ver o uniforme preto do Superman. Confira:

Mais uma cena deletada de Liga da Justiça foi divulgada no Youtube. A cena em questão mostra o esperado encontro entre Superman e Alfred, que ocorre antes do herói se juntar Liga na luta contra Lobo da Estepe. Assista:

Os fãs também poderão ver o aguardado traje negro do Superman em ‘Liga da Justiça‘.

Após um grande mistério quanto à possibilidade ou não do uso do uniforme, uma cena deletada da produção traz o herói frente a frente com a nova versão.

Confira:

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

‘Alita: Anjo de Combate’: Robert Rodriguez anuncia novo trailer para segunda-feira (23)

Alita: Anjo de Combate, nova superprodução de ficção científica dirigida por Robert Rodriguez, irá ganhar um novo trailer nesta segunda-feira (23). O diretor confirmou inclusive que a divulgação acontecerá por volta do 12h00 (horário de Brasília) e terá uma sessão de perguntas na página oficial do Facebook.

Enquanto isso, o filme ganhou um novo colecionável, que traz mais detalhes do visual da protagonista homônima.

A pequena estátua está em exibição na San Diego Comic-Con e chama a atenção pelos detalhes de sua armadura.

Confira:

A produção teve sua data de estreia adiada pela Fox. Antes prevista para 20 de julho de 2018, e agora está marcado para 21 de dezembro do mesmo ano.

O longa produzido por James Cameron passa agora a disputar bilheteria com outros dois blockbusters: ‘Aquaman’ e ‘Bumblebee’, que estreiam no mesmo dia.

O filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

Enquanto isso, assista um vídeo dos bastidores:

O filme tem roteiro e produção de James Cameron. No elenco, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez, Jackie Earle Haley e Rosa Salazar como Alita. A estreia ocorre no dia 20 de julho de 2018 nos EUA.

Baseado no mangá Battle Angel Alita, conta a história da personagem-título, que vivem em um mundo cyberpunk ambientada no século 26. Na trama, o caçador de recompensas Daisuke Ido encontra uma ciborgue avariada e resolve tratá-la como filha, dando-lhe o nome de Alita. Inspirada no pai adotivo, a menina eletrônica decide, então, seguir seus passos e tornar-se também uma caçadora.

‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ | Pontos IMPORTANTES para prestar atenção no novo trailer

Com estreia prevista para 10 de novembro deste ano, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre tem contado com um material promocional mais “tímido”, mas extremamente poderoso. Com a morte do ator Chadwick Boseman, seu personagem, o Rei T’Challa, também morrerá no MCU. Por isso, a trama girará em torno da despedida do regente de Wakanda e da escolha do sucessor do traje do Pantera Negra. Uma das preocupações dos fãs era como isso seria trabalhado sem manchar o legado de Boseman. Neste ponto, o novo trailer dá uma pista do caminho que será seguido e abre algumas possibilidades do que esperar desta sequência tão aguardada.

E como de costume, o CinePOP separou aqueles pontos que mais chamaram atenção e que você talvez não tenha percebido. Confira!

O trailer já começa com o funeral de T’Challa. São mostradas as cerimônias funerárias de Wakanda, com todos vestidos de branco, tal qual os falecidos no plano espiritual, conforme mostrado no primeiro filme. E essa abertura é de muito impacto, já que traz elementos que remetem diretamente ao T’Challa e ao próprio Chadwick. O filme em si é uma grande homenagem a ele e seu legado em vida.

Então, somos levados ao núcleo submarino de Namor (Tenoch Huerta). É possível ver uma forte influência da arte mesoamericana na parte cultural que envolve o personagem. E isso já estava subentendido desde o primeiro teaser, mas agora está mais do que confirmado que a Atlântida do MCU ficará próxima à América Central, como confirmado no próprio pôster, que traz duas pirâmides mesoamericanas atrás do Príncipe Submarino.

Podemos ouvir ao fundo que “só as pessoas mais feridas podem ser grandes líderes”, enquanto Namor vai em direção ao trono com um traje mais ornamentado, com direito ao que parece ser uma coroa. Não sabemos se ele já será o regente de Atlântida no filme ou se ele será coroado conforme a trama avançar, mas é fato que ele terá o comando submarino em algum momento. Essa frase que ouvimos ao fundo também indica que a nova rainha de Wakanda será justamente a Rainha Ramonda (Angela Bassett), não a Shuri (Letitia Wright). Afinal, ela perdeu praticamente toda sua família nos últimos anos.

Então vemos um ataque do povo submarino a uma plataforma petrolífera. Um dos motivos pelos quais acredito que Namor vá assumir o trono é que ataque desse tipo não foram mostrados previamente no MCU. E nada mais lógico do que um monarca assumindo novas posturas assim que ascende ao trono. Por se tratar de uma petrolífera, é meio óbvio que a questão ambiental e toda a poluição/ destruição que uma plataforma dessas causa aos oceanos entrará em pauta como justificativa para ter o Namor como um anti-herói.

No momento seguinte, M’Baku (Winston Duke), líder dos Jabari, contextualiza um pouco mais sobre a história de Namor, contando ao seu povo que eles estão enfrentando algo muito poderoso. Ele diz que o povo submarino não o chama de “Rei” ou “General”, mas de Kukulcán. Na cultura Maia, o Kukulcán é uma divindade poderosíssima representada por uma serpente com plumas, o que explica a coroa que Namor aparece usando no início do trailer. Ele representa, de certa forma, o “Deus da Atmosfera”, pois reúne atributos de um deus sol, um deus do trovão e um deus do ar.

Uma das melhores sacadas dessa analogia proposta pelo filme é que o Kukulcán era conhecido também por sua habilidade de andar sobre as águas. E como Namor é um príncipe submarino, faz sentido que os povos indígenas reconhecessem essas características divinas nele. Aproveitando essa “versatilidade divina” do personagem, o longa traz Namor atacando com vários elementos naturais. Nessa nova fase da Marvel, eles pararam de tentar justificar mitologias com ciência e tecnologia, e só assumiram que deuses existem e vivem entre eles. Então, podemos esperar sequências fantásticas de Namor atacando de formas bem criativas.

A conversa é terminada com a mensagem de que atacá-lo é arriscar uma guerra eterna. Então, vemos o reflexo do príncipe submarino nas vidraças do castelo de Ramonda, com o atlante se preparando para arremessar sua lança contra ela. Mais para frente, o trailer mostra um encontro entre Ramonda e Namor. Vale lembrar que apesar de rivais, eles são líderes de suas nações, então deve haver o mínimo de diplomacia antes do confronto entre os povos começar.

Há um corte e somos levados para uma sequência de perseguição na cidade entre Okoye (Danai Gurira) e um inimigo não revelado. O mais legal é que vemos atrás dela a armadura da Coração de Ferro (Dominique Thorne), que vai ganhar uma produção solo no MCU após o filme. Ela aparece em alguns momentos no trailer, seja com a armadura ou como a jovem Riri Williams.

Riri faz sucesso nos quadrinhos e é uma das grandes apostas da Marvel para suas novas fases, então acredito que seja uma personagem tratada com bastante carinho nessa sequência.

Até o momento em que somos levados a uma Wakanda sendo tomada por uma quantidade assustadora de água. A rainha Ramonda diz que sabe dos boatos acerca de como Wakanda perdeu seu grande protetor. Ou seja, para a comunidade internacional, a nação mais tecnológica e rica do mundo está à mercê. Isso pode ser uma forma de justificar o ataque não só dos atlantes, mas também de outras possíveis ameaças que surjam no filme. Afinal, se não tem mais um soldado com armadura indestrutível e possuído pelos poderes do Deus Pantera, a reserva inesgotável de Vibranium de Wakanda certamente está com menos proteção.

E em certo momento, não sabemos se no começo ou no final do filme – quiçá nos dois -, haverá uma guerra entre Atlântida e Wakanda. Esse embate é antigo nos quadrinhos e costuma render momentos espetaculares. Esse conflito já é sugerido no próprio pôster do filme, que traz as duas nações em perspectivas opostas.

Esse duelo tem tudo para ser um dos mais marcantes do MCU até o momento. E para falar a verdade, toda a construção do reino submarino tem potencial para ser uma das melhores desse universo até aqui, podendo até mesmo almejar indicações a categorias técnicas, como Figurino e Direção de Arte. É bastante promissor saber que terá toda uma hierarquia nova a ser explorada nesse mundo embaixo d’água.

Assim, o trailer mostra a sala do trono de Wakanda submersa, mas ainda assim pegando fogo. No centro dela, a princesa e chefe do setor de tecnologia de Wakanda, Shuri, permanece sozinha e em choque. Não sabemos se a Rainha Ramonda morrerá também nesse filme. Espero que não, porque traria uma dinâmica um pouco melhor para esse núcleo se a monarca e o principal soldado, o Pantera Negra, não fossem a mesma pessoa.

Tudo isso para terminar com a revelação da nova Pantera Negra. Apesar de não terem confirmado oficialmente, existe 99% de chance dessa jovem sob o traje ser a Shuri.

Caso vocês não se lembrem tão bem do primeiro filme, a Shuri era mostrada como a líder do setor tecnológico de Wakanda que não era tão ligada às tradições.

No entanto, ela sempre comparecia aos eventos culturais, como a luta pelo trono de Wakanda, ou outras cerimônias.

Nelas, a jovem aparecia com essa pintura de várias bolinhas brancas no rosto. E isso acabou virando uma das marcas da personagem, já que foi justamente com essas bolinhas faciais que a Marvel a promoveu nos pôsteres de Pantera Negra (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

E uma das novas características do traje de Pantera Negra é a presença de bolinhas prateadas na região facial. Ou seja, mesmo que não tenham confirmado a Shuri sob o manto, tudo indica que seja ela a sucessora de seu “Maninho”, T’Challa.

E vocês? Encontraram mais algum ponto que merece destaque? Diga nos comentários!

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas em 10 de novembro de 2022.

Crítica | O Debate – Cenário Político Brasileiro é o Tema na Estreia na Direção de Caio Blat

O período confinado em casa fez com que muitos de nós voltássemos nossos olhos para dentro de nós mesmos, para as pessoas ao redor, para o local em que vivemos. Muitos de nós também observou o país em que vivemos, a forma como a pandemia foi manejada por aqueles que elegemos, e boa parte de nós não ficou satisfeito com a postura e a inatividade dos governantes eleitos. Na arte, o período do confinamento serviu também de inspiração para diversos tipos de produção, que já começam a chegar ao público esse ano, como o dramaO Debate, estreia na direção do ator (e agora diretor) Caio Blat.

Estamos no primeiro ano da pandemia, 2020. Confinados em seu apartamento, o casal Paula (Débora Bloch) e Marcos (Paulo Betti) avaliam os dezessete anos de casados enquanto passam o tempo da quarentena. Ao mesmo tempo, julgam e analisam as atitudes do governo federal no controle e na condução da pandemia no país. Tudo isso acontece momentos antes de o canal de televisão em que os dois trabalham receber o atual presidente para participar do aguardado debate para as eleições deste ano. Até por isso Paula se sente em conflito sobre divulgar os resultados de uma pesquisa de boca de urna e, dessa forma, acabar favorecendo o candidato que considera não ser o melhor para o país.

Vertiginoso e visceral, o coração de ‘O Debate’ é, definitivamente, os diálogos. Somado a eles há a entrega e a experiência dos competentíssimos Débora Bloch e Paulo Betti, com suas inacreditáveis capacidades de memorizar falas e imprimir o sentimento certo para cada situação de seus personagens, mesclando posicionamentos políticos com os traumas do relacionamento, costurando e intercalando ambos os conceitos com tanta desenvoltura, que chega a ser difícil para o espectador acompanhar quando termina um tema e começa o outro.

Baseado no livro homônimo de 84 páginas escrito pelos diretores Guel Arraes e Jorge Furtado, lançado em 2021, a produção não exatamente adapta a peça de teatro do livro, de modo que o filme tem um bocado da dramaturgia em suas pouco mais de uma hora de duração. Uma escolha, é verdade, que em vez de distrair o espectador com uma meia hora a mais de recheio, focou no que era o principal do enredo: o debate – ou, melhor dizendo, as diversas pautas levantadas nesse diálogo entre os protagonistas, técnica narrativa de clássicos da literatura como ‘Esperando Godot’ e do Teatro do Absurdo de Samuel Beckett.

Caio Blat faz uma boa estreia na direção, acertando em chamar um elenco experiente para seu primeiro filme, e, com isso, ganhar segurança para continuar por esse caminho. Ainda assim, tanto roteiro quanto direção poderiam ter sido um pouco mais criativos em trazer outras possibilidades de cenas que não tivessem necessariamente um cigarro como acessório; do jeito que ficou, os atores literalmente acendem um atrás do outro toda vez que estão no cenário da televisão.

Estreando na primeira semana de propaganda política liberada aos candidatos nas eleições 2022, ‘O Debate’ é uma provocação importante principalmente pensando naqueles que andam considerando a possibilidade de não posicionar seu voto nessas eleições.

Crítica 3 | Star Wars: A Ascensão Skywalker – J.J. Abrams aposta no seguro e entrega o pior filme da saga

“São continuações no nome, mas são refilmagens no espírito.” Esta frase está presente no famoso e polêmico artigo de Martin Scorsese sobre os filmes de super-heróis no New York Times. A maioria das pessoas se fixou no debate “filmes da Marvel são cinema?” e acabaram ignorando muitas coisas interessantes que o lendário cineasta quis dizer. E uma dessas coisas foi justamente isso: há uma tendência de se apostar no que é fácil, de se fazer apenas o seguro. A frase acima foi sobre a Marvel, mas se encaixa perfeitamente para Star Wars.

Lançado no final de 2017, Star Wars: Os Últimos Jedi causou polêmica e protestos por parte dos fãs mais radicais. Eles se incomodaram com a abordagem do Luke, com a nova personagem vivida por Kelly Marie Tran, com o aumento da representatividade feminina e com uma quebra de expectativa envolvendo a história de origem de Rey. Pois bem, falem o que quiser do Episódio VIII, mas uma coisa é certa: Rian Johnson ao menos tentou fazer algo diferente. Pode ter errado aqui acolá, mas fez suas piruetas sem uma rede de proteção.

O mesmo não se pode dizer de J.J. Abrams… Chamado para “salvar a franquia” – o que por si só era um grande exagero -, o diretor optou pela segurança e pelo fan service para entregar aquele que talvez seja o pior e menos interessante longa de toda a saga. Star Wars: A Ascensão Skywalker não arrisca em momento algum. Não propõe nada de novo. Não traz um personagem novo relevante.

J.J. já não havia arriscado muito em Star Wars: O Despertar da Força, praticamente uma refilmagem de Uma Nova Esperança, mas mesmo ali havia um sentimento de novo. Requentado, mas novo. Um novo trio de protagonistas, uma nova ameaça e por aí vai. Passados quatro anos, o diretor decidiu “refilmar” O Retorno de Jedi e preencher a tela de referências à trilogia original, com direito ao retorno de personagens importantes, no pior estilo de El Camino, recente filme de Breaking Bad.

O cineasta já havia usado a nostalgia para cativar o público no Episódio VII, mas aqui parece que a nostalgia é a única coisa que realmente importa. Aqui, o fan service não é elemento narrativo, mas ponto de partida. Ele parece ter recebido a missão de apagar Os Últimos Jedi e faz isso sem nenhuma vergonha. O que talvez não tenha percebido é que fazendo isso, ele também apagou qualquer pingo de originalidade de sua trama, deixando a nova trilogia como algo descartável.

Após a queda do Líder Supremo Snoke, a Aliança Rebelde descobre que não está livre de maiores ameaças. O temido Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) está vivo e disposto a apagar a existência dos jedi. Então, determina que Kylo Ren (Adam Driver) mate Rey (Daisy Ridley) ou traga-a para o lado negro. Sim, estamos diante da mesma dinâmica que vimos entre Palpatine, Darth Vader e Luke no Episódio VI.

Diante da ameaça de Palpatine, Leia (Carrie Fisher) seleciona seu time principal (Rey, Finn, Poe e Chewie) para descobrir onde está o vilão e encontrar formas de detê-lo. A partir daí, temos uma jornada repleta de soluções fáceis. A saga de George Lucas sempre teve suas facilidades de roteiro, mas nunca como acontece em A Ascensão Skywalker. Em vários momentos, os personagens são informados de uma dificuldade para logo se depararem com a solução. “Precisamos encontrar tal coisa, Luke procurou por isso a vida inteira.” Duas cenas depois e eles tropeçam no que precisavam encontrar. E isso acontece diversas vezes, inclusive envolvendo a morte de personagens.

Voltando a investir na história de origem de Rey, apagando a ideia do filme anterior de que qualquer pessoa pode desenvolver a força e voltando para a concepção elitista de que a mesma é algo presente em apenas algumas “famílias”, o novo longa parece não saber o que fazer com seus protagonistas. Finn (John Boyega) volta a ser um capacho de Rey. Não tem atitude própria. Tudo que faz é para agradar/proteger a heroína, que definitivamente não precisa de sua ajuda. O longa ainda trata de investir de forma desorganizada em interesses amorosos para Finn e Poe (Oscar Isaac), quase que para deixar claro que os dois não são gays, como desejava parte dos fãs. Neste sentido, investe tanto para negar a homossexualidade de seus protagonistas – como se isso fosse um grande problema – que inserir um beijo piscou-perdeu entre duas mulheres soa como algo mais oportunista do que revolucionário. Como se o filme dissesse para a comunidade LGBTQ: “toma aí um beijo gay e para de reclamar.” É uma representatividade fake e desimportante. J.J. querendo agradar e fazendo só o básico para isso.

Para agradar aos haters de plantão, o novo longa deixa a Rose de Kelly Marie Tran completamente de lado. Em mais de uma ocasião, ela aparece em cena se recusando a participar da ação principal, algo que vai completamente contra a personagem que vimos no anterior.

Star Wars sempre foi uma saga irregular, com muitos altos, mas com alguns baixos. Star Wars: A Ascensão Skywalker é o pior filme da saga (não contando Han Solo: Uma História Star Wars). Esta talvez não seja uma afirmação fácil de se fazer. Mas não dá pra negar que mesmo a trilogia dos anos 90/2000 tinha o mérito de buscar algo novo. George Lucas cometeu vários erros com A Ameaça Fantasma, Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, mas também tentou coisas diferentes, ousou com um pano de fundo político bem mais forte, por exemplo. Apontado por muitos como o pior da franquia, o Episódio I tinha Jar Jar Binks e uma infantilização exagerada, mas também tinha elementos marcantes, como o Qui-Gon Jinn vivido por Liam Neeson ou o Obi-Wan de Ewan McGregor. Isso sem falar em um vilão visualmente interessante, como Darth Maul.

Em determinado momento, um personagem importante pergunta para Rey: “O que você está fazendo?” J.J. Abrams deveria ter se perguntado o mesmo. Ele entrou no jogo com tanto medo de perder que nunca chegou perto de ganhar. Assim, a mesma pessoa que reviveu o encanto de Star Wars para toda uma nova geração foi a responsável por destruí-lo. Uma pena.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019