A HBO Max renovou oficialmente a série ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘ para a 2ª temporada.
“Estamos muito animados em poder continuar a contar histórias com nosso incrível grupo de mentirosas, explorando suas amizades, romances e segredos,” declararam os criadores Roberto Aguirre-Sacasa e Lindsay Calhoon Bring. “Agradecemos aos fãs que apoiaram essa nova versão de terror de ‘Pretty Little Liars’ – que retornará com tudo, é claro –, e também nossos parceiros na HBO Max, Warner Bros. Television e Alloy Entertainment.”
Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.
O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).
O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).
É OFICIAL! De acordo com o Deadline,David Corenswet (‘Pearl’) e Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) foram confirmados como Clark Kent e Lois Lane no vindouro ‘Superman: O Legado‘.
Corenswet estava concorrendo pelo papel ao lado de Nicholas Hoult (‘O Menu’) e Tom Brittney (‘UnReal’), enquanto Brosnahan concorria com Emma Mackey (‘Sex Education’) e Phoebe Dyvenor (‘Bridgerton’).
Agora que os papéis principais já foram preenchidos, James Gunn deve focar seus esforços para encontrar o novo Lex Luthor.
De acordo com o The Hollywood Reporter, o papel alegadamente está sendo disputado pelos irmãos Alexander Skarsgard (‘O Homem do Norte’) e Bill Skarsgard (‘John Wick 4: Baba Yaga’).
Anteriormente, havia sido reportado que Hoult estava entre os possíveis candidatos, antes de acabar testando para dar vida ao herói titular. Ainda não se sabe, no entanto, se o ator voltará à disputa para interpretar o vilão.
Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.
Na nova temporada, Reginald Andres finalmente assume o controle de sua vida após ser transformado em vampiro. Embora ele não se encaixe nas expectativas estereotipadas da aparência de um vampiro – ele não é esculpido ou classicamente bonito –, Reginald encontrou seu lugar entre um grupo improvável, que inclui o vampiro legal que o transformou, o ex-chefe vampiro que se tornou um aliado inesperado e sua colega de trabalho/ex-namorada.
A produção é baseada na saga literária infanto-juvenil ‘Fat Vampire‘, escrita por Johnny B. Truant.
A série vai acompanhar a rotina de um improvável herói, Reginald Baskin (Batalon) que mergulha de cabeça em um mundo povoado por vampiros lindos, em forma e vaidosos. Como um garoto comum, Reginald vive seus próprios dilemas, como ser rejeitado pela garota que ama, lidar com o gerente valentão do trabalho e um chefe vampiro que quer vê-lo morto. Felizmente, Reginald descobre que tem alguns poderes descolados, algo que ele nunca imaginou ser possível.
A adaptação é escrita por Harley Peyton (‘Twin Peaks’), que também foi contratado como showrunner ao lado de Jeremiah Chechik (‘Burn Notice’).
Publicado pela primeira vez em 2012, a série de livros ‘Fat Vampire’ inclui seis títulos, que são ‘Tastes Like Chicken’, ‘All You Can Eat’, ‘Harder Better Fatter Stronger’, ‘Fatpocalypse’ e ‘Survival of the Fattest’.
Por enquanto, a obra ainda não foi traduzida para o português, mas é uma questão de tempo até que isso aconteça, caso a adaptação faça sucesso por aqui.
A produção será lançada na plataforma no dia 15 de janeiro.
Meghan, a Duquesa de Sussex, condia amigos e celebridades para uma bela propriedade na Califórnia, onde compartilha dicas de culinária, jardinagem e a arte de receber bem.
Dentre os convidados especiais, podemos esperar Mindy Kaling, Alice Walters, Roy Choi e o seu marido Príncipe Harry.
Sucesso! A Konami anunciou que o aclamado jogo ‘Silent Hill f‘ conseguiu ultrapassar a marca de um milhão de unidades vendidas em apenas um dia de lançamento.
A métrica considera a venda global, incluindo cópias físicas e digitais.
“Esta conquista reforça o status dessa saga como uma franquia de terror icônica que continua a ressoar entre os fãs que anseiam por uma experiência de terror psicológico perturbadora. Através do universo destorcido de ‘Silent Hill’, os jogadores têm a oportunidade de mergulhar na narrativa assombrosa de Ryukishi07, que é baseada em sua visão artística bela e assustadora,” declarou a desenvolvedora.
Na trama, quando a cidade isolada Hinako Shimizu é consumida por uma névoa repentina, sua casa, antes familiar, se torna um pesadelo assustador. À medida que a cidade fica em silêncio e a névoa se adensa, Hinako deve se aventurar pelos caminhos tortuosos da cidade de Ebisugaoka, resolvendo quebra-cabeças complexos e confrontando monstros grotescos para sobreviver.
Dirigido por Christophe Gans, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2‘, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.
O longa seguirá James (Irvine), um homem quebrado depois de ser separado de seu único amor verdadeiro (Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele encontra uma cidade transformada por um mal desconhecido. Conforme James desce mais fundo na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes tanto familiares quanto novas e começa a questionar sua própria sanidade enquanto luta para entender a realidade e aguentar o tempo suficiente para salvar seu amor perdido.
Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.
A atriz interpretará Claire, um dos interesses amorosos de Paul (Aaron Taylor-Johnson).
Na trama…
“Os amores de Paul permanecem tão intensos e tão cobiçosos durante sua vida adulta quanto eram em sua adolescência. Seja no cenário do sul da Itália, onde ele teve uma queda pelo marceneiro de seus pais, ou um campus coberto de neve na Nova Inglaterra, onde sua paixão duradoura por uma garota, que ele encontrará repetidamente ao longo dos anos, é pontuada por encontros anônimos com homens.”
“Os apegos de Paul são inapreensíveis, transitórios e para sempre subscritos pelo desejo ardente. À frente de cada passo que Paul dá, suas esperanças, negações, medos e arrependimentos estão sempre prontos para montar suas armadilhas. No entanto, o sonho do amor persiste. Podemos nem sempre saber o que queremos. Podemos permanecer enigmas para nós mesmos e para os outros. Mas, mais cedo ou mais tarde, descobrimos quem sempre soubemos que éramos.”
Amanda Kate Shuman servirá como roteirista, produtora executiva e showrunner.
Embora as filmagens de ‘X-Men: Fênix Negra‘ já tenham sido iniciadas, a 20th Century Fox acrescentou mais um membro ao elenco da adaptação.
Quem também estrelará a produção é a modelo/atriz Kota Eberhardt.
Segundo o That Hashtag Show, a novata Kota interpretará uma personagem chamada Luna, que segundo vazamentos de informações, seria uma “bela e intensa jovem, que exala um senso de poder e é um pouco instável”.
Recentemente, Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) foi confirmada como a vilã Lilandra, a Princesa (ou Majestrix) do Império Shi’ar. Nas HQs, ela foi casada com o Professor Xavier e tenta exterminar a Fênix.
Lembrando que Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto) e James McAvoy (Professor X) retornam.
O longa será uma adaptação de “The Dark Phoenix Saga”, geralmente considerada a maior história dos X-Men jamais contada. ‘X-Men: O Confronto Final’ adaptou a história, mas os fãs geralmente não ficaram satisfeitos com o resultado.
‘X-Men: Fênix Negra‘ estreia em 2 de novembro de 2018.
Mãe, escritora, editora, médica. Antes de Gilead ser o que se tornou, a América era um país repleto por figuras femininas diversas, assim como uma série de países onde a escolha é realmente uma opção de vida. Mas com uma nova ordem em vigor, novos princípios nascem, sendo uns angustiantes, outros ainda mais sufocantes. Na narrativa de The Handmaid’s Tale, o papel da mulher é completamente anulado ao ser reduzido a uma doentia escravização sexual mascarada de impulso à natalidade. E em meio a discussões profundas sobre um doloroso histórico real de rejeição feminina, entremeado a uma regressão emblemática atual no seio da trama, a série traz um elemento até então novo: a necessidade latente em toda e qualquer mulher de se posicionar.
Não se trata de mostrar a que veio ou provar o seu valor para o mundo. Mas em um universo onde a mulher é reduzida aos seus atributos físicos e ao tipo de coisas que ela pode ofertar em virtude disso, se posicionar é tão natural quanto respirar. É inerente, é necessário. E no episódio ‘Women’s Work’, um leque diverso de mulheres se apresenta diante da audiência, mostrando aquelas rachaduras substanciais existentes no sistema ditatorial de Gilead. E embora suas vozes tenham sido submetidas a meros ‘sim’ e ‘não’ e seus rostos estejam prostrados em direção ao chão, elas ainda podem ser ouvidas e vistas. Porque assim como é natural para ela se posicionar, se destacar vem a galope – quer goste ou não.
Um dos aspectos mais cativantes do oitavo capítulo da produção de Bruce Miller é justamente o fato de ele evidenciar a necessidade de se caminhar adiante na trama. A aceitação do efeito anestésico de se anular pode perdurar até certo tempo, mas não se perpetua jamais. A natureza avassaladora de quem quer decidir se manifesta assim como manifesta sua revolta. Em ‘Women’s Work’, a fagulha nascida no coração de Serena (Yvonne Strahovski) cresce, exatamente como uma pequena rachadura que quase passou despercebida, até que atingiu proporções magnânimas. O peso de suas escolhas e de seu conceito desvirtualizado de sobrevivência nacional começam a recair sob os seus ombros, pesando e ardendo como as chibatadas de um chicote – ou cinto de fivela. A maldição que proferiu com seus lábios passa a derramar sobre si, gerando na personagem um conflito torturante, mas ironicamente revigorante.
E dentro desse cenário, onde os questionamentos que a audiência nutriu durante toda a primeira temporada, começam a ganhar vida dentro da tela, June emerge como uma doce, delicada e potente voz compassiva. Contrariando todos os traumas óbvios de seu contexto, ela demonstra o grau de misericórdia que só Cristo teve. Abdicando-se de sua própria dor e sucessivas perdas, ela é o sopro de compaixão que queríamos nutrir pelo outro, mostrando uma camada de vulnerabilidade, cuidado e bravura ainda mais profunda. E em um roteiro que especificamente se desabrocha em cinco pequenas narrativas femininas, dimensionamos o valor e força que a mulher tem nos contextos onde foi inserida. Ainda que em meio a tragédias, ela se sobressai, seja pelo amor transcendental de quem carregou um filho no ventre, seja por sua dedicação profissional.
A cada novo episódio, The Handmaid’s Tale se destrincha de maneiras surpreendentes, indo muito mais além dos círculos viciosos de agressão e opressão de Gilead, nos permitindo quase nos transformar em espectadores oniscientes. Irradiando uma expressividade intrínseca à atrizes completamente entregues a suas respectivas personagens, cercadas por uma estética em tons de cinza que brilha com os feixes de luz natural que ainda insistem em penetrar ambientes pouco arejados, a produção da Hulu segue nos levando a uma viagem hipnotizante, desmembrando seus protagonistas com densidade e substancialismo.
O 4º episódio de ‘Game of Thrones‘, intitulado ‘The Long Night’ (A Longa Noite), foi marcado por uma sucessão de mortes e muitos fãs podem até ter ficado confusos a respeito de quais personagens se despediram da produção.
E para sanar suas dúvidas, separamos a lista com todos aqueles que foram mortos durante essa, que foi a maior guerra já filmada para a televisão.
Confira:
Dolorous Edd – O Comandante da Patrulha da Noite foi o primeiro personagem no grande escalão da série a ser morto. Pouco depois de salvar Sam Tarly, ele foi atingido por um Caminhante Branco na cabeça.
Beric Dondarrion – o corajoso líder da Irmandade sem Bandeiras morreu após ser esfaqueado múltiplas vezes por vários Caminhantes Brancos. Ele consegue resistir aos ferimentos por um tempo, escapando das garras dessas criaturas, ao lado do Cão de Caça e de Arya Stark, encontrando refúgio dentro de Winterfell. Pouco depois, Melisandre afirma que as muitas ressureições de Beric serviram para que ele – eventualmente – salvasse Arya, para que ela pudesse cumprir seu destino.
Lyanna Mormont – A pequena corajosa tentou lutar contra um Caminhante gigante (ex-selvagem), que acaba esmagando seu corpo em suas mãos. Mas antes de dar o seu adeus, ela mata a criatura, cravando uma faca em seu olho esquerdo.
Theon Greyjoy – Defendendo Bran Stark, Greyjoy encerra seu arco de maneira heroica, se consagrando como um genuíno Stark. Após Bran agradecê-lo por protegê-lo, o jovem corre em direção ao Rei da Noite, na tentativa de matá-lo. Infelizmente, seus movimentos são mal calculados e ele acaba morrendo pelas mãos do grande vilão.
O Rei da Noite – A morte mais chocante da noite de domingo foi a do grande adversário da batalha. Após sobreviver às chamas do dragão Drogon, ele é subitamente morto por Arya Stark, que o esfaqueia com a adaga valeriana com a qual ela matou o Mindinho. Ironicamente, a arma cujo destino era matar Bran acabou se tornando aquela que salvaria a ele e todo Westeros.
Jorah Mormony – Jorah morreu fazendo aquilo que ele sempre amou: protegendo sua Khaleesi, Daenerys Targaryen. Após lutar bravamente contra vários Caminhantes Brancos, ele morre cheio de facadas, estirado nos braços de sua rainha.
Caminhantes Brancos e Viserion – Com a morte do Rei da Noite, todos os seus exércitos foram instantaneamente dizimados, encerrando assim a Longa Noite.
Melisandre – A última morte de ‘Game of Thrones‘ foi a da Mulher Vermelha. Ao nascer do sol, como anunciado previamente por ela mesma, ela retira seu colar mágico – que a mantinha jovem – e volta à sua forma original, como uma senhora bem idosa. Caminhando para longe de Winterfell, ela se desfalece em meio à neve, morrendo pouco depois do fim da guerra.
Para comemorar o fim da aclamada minissérie ‘Arremesso Final‘, que relembra a estrondosa jornada de sucesso do astro MichaelJordan, a ESPN fez uma homenagem ao atleta.
No Twitter, a emissora transformou o popular vilão Thanos – de ‘Vingadores: Ultimato‘ no jogador, fazendo uma referência ao final do filme ‘Guerra Infinita‘, onde o personagem contempla o seu tão sonhado equilíbrio na humanidade, enquanto descansa em sua casa em meio a um belo campo.
A brincadeira é uma referência à própria carreira de Michael Jordan, que após anos de muito trabalho, agora pode também contemplar todas as usas conquistas.
A homenagem traz Thanos com um charuto cubano e com a famosa argola em uma das orelhas, duas características que eram marca registrada do jogador.
‘The Last Dance‘ traz entrevistas e imagens inéditas da temporada 97-98 de Jordan pelo Chicago Bulls, mostrando a trajetória de sucesso do time em direção ao título de campeão da NBA, além de acompanhar a carreira do jogador até sua aposentadoria.
O suspense ‘A Mulher na Janela’, baseado no romance homônimo de Tracy Letts e estrelado por Amy Adams, estreia na Netflix nesta sexta-feira (14) e as primeiras avaliações já estão entre nós.
E amargando meros 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi duramente criticado por sua falta de ousadia e por não corresponder às expectativas em relação à sua construção narrativa.
Ainda segundo a crítica, o thriller peca por não saber aproveitar seu grande elenco de forma mais rica e profunda, se tornando mais um filme esquecível da Netflix.
Confira:
“Como exercício de suspense, é muito menos bem-sucedido”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club
“A Mulher na Janela seria um thriller incrível se simplesmente ousasse se comprometer com uma visão singular e a executasse sem desculpas”. – Anne T. Donahue, Globe and Mail
“Efetivamente temperamental, mas oferecendo calafrios frustrantes, A Mulher na Janela subestima seu herói de várias maneiras”. – Sheri Linden, Hollywood Reporter
“A Mulher na Janela nunca consegue transcender a impressão de que está apenas sendo esperta”. – Pat Brown, Slant Magazine
“Um terrível desperdício de um grande elenco”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network
“Vamos apenas dizer que, embora a composição óbvia aqui seja ‘Janela Indiscreta‘, há um pequeno toque de ‘Psicose‘ também. Isso faz sentido. Assim como sempre há espaço no Bates Motel, há muito espaço naquela casa feita em brownstone”. – Mark Feeney, Boston Globe
Na trama, Anna Fox (Adams) mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma agorafobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, conversando com estranhos na internet.
Quando uma nova família se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê um assassinato que muda tudo para sempre.
Mas será que ela realmente presenciou o crime ou o criou em sua mente?
A popular série de ação isralense da Netflix, intitulada ‘Fauda‘, está caminhando para sua 5ª temporada e as filmagens dos novos episódios ganharam de início. Segundo o The Hollywood Reporter, os trabalhos começam no final do mês de abril.
Os detalhes referentes ao elenco e à trama permanecem em sigilo. De acordo com a yes Studios, responsável pela distribuição internacional da produção, o novo ciclo estreia em 2026 na TV israelense.
O novo ciclo também será lançado mundialmente pela Netflix, após sua estreia na TV local. As quatro primeiras temporadas estão disponíveis na grade de programação do streaming.
Com todas as suas temporadas com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Fauda‘ (palavra árabe para “Caos”) acompanha um grupo de agentes israelenses que trabalham disfarçados na Palestina, a fim de encontrar um terrorista do Hamas. Ao mesmo tempo, a trama mostra a trágica vida de uma família palestina, que em meio aos horrores do conflito, nutre um crescente ódio por Israel.
Nesta quinta-feira, 9 de abril, o aguardado anúncio da seleção oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado em Paris, confirmou uma ausência significativa: não há filmes brasileiros na seleção oficial. Ainda assim, permanece a expectativa por possíveis participações nas seções paralelas, como a Quinzena dos Realizadores e a Semana da Crítica, cujas programações serão divulgadas nos próximos dias.
Em um ano marcado por transformações na indústria global e pela ampliação geográfica da curadoria, o Brasil aparece apenas de forma indireta, em uma coprodução envolvendo a produtora Tatiana Leite, da Bubble Project. O filme Elefantes na Névoa, dirigido pelo nepalês Abinash Bikram Shah e ambientado no Nepal, integra a mostra Un Certain Regard. Trata-se de uma coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega, portanto, um projeto multinacional que, apesar da participação brasileira, não apresenta traços culturais diretamente associados ao país.
A produtura Tatiana Leita representa o Brasil na coprodução nepalesa ‘Elefantes na Névoa’.
Enquanto a disputa principal reúne 21 títulos — sem nenhuma produção estadunidense, mas com nomes já esperados como Pedro Almodóvar e Asghar Farhadi (veja nossa lista de previsões) —, um dado preocupante volta à tona: entre os concorrentes à Palma de Ouro, apenas cinco filmes são dirigidos por mulheres, evidenciando que o festival ainda está distante de alcançar maior equidade de gênero.
Segundo Thierry Frémaux, delegado geral do festival, esse cenário reflete um momento de mudanças profundas na indústria americana, marcado por fusões e aquisições que impactaram o volume e o perfil das produções. Um dos nomes mais notáveis ausentes é Steven Spielberg, cujo novo filme, Dia D (Disclosure Day), ficou fora da seleção por decisão do estúdio, com estreia prevista para 11 de junho no Brasil.
Se, por um lado, Brasil e Estados Unidos ficaram de fora da competição, por outro, o festival amplia sua presença global com a entrada inédita de países como Nepal, República Centro-Africana e Costa Rica. Ao todo, foram cerca de 2.500 filmes inscritos, evidenciando o crescimento da produção mundial.
Fora da competição, há espaço para nomes conhecidos e novas experiências, como Diamond, a aposta do cubano-americano Andy Garciana direção, e Her Private Hell, do dinamarquês Nicolas Winding Refn, que retorna após um hiato de dez anos. Já nas seções paralelas, surgem representantes da América Latina, como El Deshielo, da chilena Manuela Martelli, e Siempre Soy Tu Animal Materno, da costa-riquenha Valentina Maurel.
O panorama geral revela um Cannes cada vez mais internacionalizado, atento a novas cinematografias, mas que ainda evidencia lacunas importantes — seja pela ausência brasileira na competição, seja pelo distanciamento momentâneo de Hollywood. Agora, resta acompanhar, entre os dias 12 e 23 de maio, como essa seleção se refletirá na recepção crítica e na disputa pela Palma de Ouro.
A Warner Bros. divulgou o trailer da comédia ‘Te Peguei!‘ (TAG), baseada num artigo produzido pelo Wall Street Journal que conta a história de um grupo de amigos envolvidos em uma longa partida de pega-pega – que tem durado 30 anos! Assista:
A comédia será dirigida por Jeff Tomsic, que fará sua sua estreia nos cinemas após anos trabalhando com programas de TV. O roteiro ficou a cargo de Mark Steilen e Rob McKittrick.
A estreia está agendada para 28 de agosto de 2018.
Milla Jovovich vai voltar a trabalhar com o diretor e marido, Paul W. S. Anderson. Ambos trabalharam juntos na franquia ‘Resident Evil’.
A dupla irá trabalhar na adaptação do jogo ‘Monster Hunter’, da Capcom. Milla será a protagonista e Anderson assume a direção.
Porém, o longa teve suas filmagens adiadas. De acordo com informações do Omega Underground, a produção agora só começa em 1º de outubro, na África do Sul, enquanto antes existia a expectativa de acontecer agora em setembro.
A produção é da Constantin Filmse terá orçamento estimado em cerca de US$ 60 milhões.
O longa ainda não possui data de lançamento. Novas informações devem sair em breve.
O Brasil se despede neste sábado (6) de um de seus maiores artistas de todos os tempos. Aos 91 anos de idade, Ziraldo faleceu. A informação foi confirmada pela família do quadrinista, que afirmou que ele morreu dormindo em sua casa na Lagoa, na Zona Sul do Rio de Janeiro, por volta das 15h.
Natural de Caratinga, Minas Gerais, Ziraldo Alves Pinto ganhou esse nome incomum como uma homenagem aos nomes de seus pais. Foi da mistura de dona Zizinha e seu Geraldo que o pequeno Ziraldo nasceu. O menino se apaixonou pela literatura ainda na infância. Aos seis anos de idade, ele teve seu primeiro desenho publicado no jornal Folha de Minas. Foi a primeira de incontáveis ilustrações que viriam a marcar o cotidiano do povo brasileiro e viraria um dos traços mais marcantes da história do país.
Ao longo de sua vida, Ziraldo esteve intrinsecamente ligado à imprensa e às artes. No entanto, quis o destino que o cartunista, chargista, pintor, escritor, dramaturgo, cartazista, caricaturista, poeta, cronista, desenhista, apresentador, humorista e jornalista começasse sua carreira acadêmica no Direito, graduação que concluiu em 1957 na UFMG.
Porém, foi nas páginas da Folha da Manhã, atual Folha de São Paulo, que Ziraldo começou a encantar o Brasil. Ele ganhou uma coluna humorística, que virou sucesso e abriu as portas para que ele fosse para a revista O Cruzeiro. Na década de 50, O Cruzeiro era uma das revistas de maior prestígio do país. Com suas charges e personagens repletos de personalidade, Ziraldo “explodiu”. Seu sucesso foi enorme e o levou para o Jornal do Brasil, onde cativou incontáveis leitores com sua arte.
Então, na década de 1960, ele começou a trabalhar com a mídia que o imortalizaria: as histórias em quadrinhos. Ziraldo pegou os personagens das charges da revista O Cruzeiro e deu a eles uma HQ própria com Turma do Pererê. Inspirado no folclore do país, o Pererê entrou na história dos quadrinhos nacionais por ser o primeiro gibi impresso em cores 100% brasileiro. Foi um sucesso total com 43 edições publicadas com a impressionante tiragem de 120 mil exemplares por edição.
Infelizmente, o gibi foi cancelado em 1964 logo após o golpe da Ditadura Militar. Ainda assim, Ziraldo foi voz ativa na luta contra o Regime. Ele foi membro-fundador e editor do semanário O Pasquim, que abraçava a Contracultura, falando sobre sexo, feminismo e tocava em tabus sociais, além de criticar abertamente os militares do país. Não por acaso, ele foi preso no dia seguinte à aprovação do nefasto AI-5.
Sua subversão o ajudou a se consolidar como um dos artistas populares da época. Curiosamente, foi nesse mesmo período que ele adentrou no ramo da literatura infantil. Sua estreia foi em 1969 com uma das obras infantis mais marcantes da história, o clássico Flicts. A história da cor ‘Flicts’, que não se encaixava em nenhuma das sete cores do arco-íris, mas embarca numa jornada para conhecer seu valor, foi escrita e ilustrada em apenas três dias. Com um argumento poético, fio sucesso instantâneo.
E mesmo com tantos sucessos publicados, seu ‘garoto de ouro’ viria a nascer apenas na década de 80. Sim, em 1980, Ziraldo publicava o livro O Menino Maluquinho, que contava a história de “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Com sua personalidade agitada e suas aventuras divertidas, o Maluquinho se tornou um fenômeno literário tão grande que virou história em quadrinhos.
Nos gibis, o Menino Maluquinho atravessou décadas e gerações, chegando ao Olimpo dos personagens de quadrinhos sul-americanos, ao lado de ícones como a Mônica e a Mafalda. Sua popularidade foi tão grande que ele virou desenho animado, série de TV e filme de cinema.
Ziraldo se tornou um dos maiores embaixadores da cultura brasileira, recebendo diversos prêmios pelo mundo e encantando gerações com suas obras. Neste sábado (6), o Brasil perdeu uma verdadeira lenda que, com seu trabalho, incentivou diferentes gerações a se apaixonarem pela literatura e a questionarem imposições políticas em tempos sombrios.
Um perda inestimável para a história brasileira. Os fãs do Rio de Janeiro poderão ter um contato especial com as obras de Ziraldo, porque o Centro Cultural Banco do Brasil, o CCBB-RJ, está com a exposição interativa Mundo Zira em cartaz até 13 de maio.
Estávamos ainda saindo da pandemia, em 2022, quando chegou ao catálogo da Netflix um romancezinho fofinho juvenil, de primeiro grande amor, que arrebatou os assinantes da plataforma. O motivo? A história envolvia a grande paixão jovem proibida, com bastante pimenta debaixo do edredom e um estilo de vida solto, abastado e sem limites. Este é ‘Através da Minha Janela’, que se manteve no Top 10 da gigante do streaming durante semanas em 2022. Após a sequência, lançada no ano passado, chegou recentemente à plataforma a terceira e última parte dessa história de romance juvenil, ‘Através da Minha Janela 3: Olhos nos Olhos’, que vem repetindo o feito de seus antecessores e vem se mantendo entre as produções mais vistas.
Após as frustradas férias de verão em Barcelona, o romance de Raquel (Clara Galle) e Ares (Julio Peña) terminou. Raquel voltou para sua casa, para sua vida, e agora está se relacionando com Gregory (Ivan Lapadula), a quem conhecera durante as férias. Os meses passaram, e as férias de fim de ano se aproximam. Raquel teve seu manuscrito aceito por uma editora graças a seu finado amigo, Yoshi, e está às voltas com a publicação. Porém, com o Natal chegando, Ares está de volta à casa vizinha, e trouxe junto sua atual namorada, Vera (Andrea Chaparro). O clima frio e a presença constante de Ares em todos os lugares que vai fará com que Raquel balance sobre suas escolhas.
Seguindo a mesma minutagem e a mesma fórmula dos filmes anteriores, ‘Através da Minha Janela 3: Olhos nos Olhos’ se vale por ser o capítulo final de uma trilogia que cativou leitores e espectadores, porém, o resultado final da produção fica bem abaixo do que é trazido no livro e bem aquém do que poderia ser feito para agradar a expectativa dos fãs.
De um modo geral, é como se o roteiro de Eduard Sola e Ariana Godoy não tivesse história. Claro, sabemos que o casal protagonista está enfrentando aquele distanciamento que – sabemos – é só um pretexto para o final feliz. O problema no roteiro é não oferecer elementos minimamente interessantes como empecilho para o casal enxergar que se ama. Desse modo, as uma hora e quarenta e cinco do filme faz os protagonistas atravessarem situações infantis (perto do que já viveram nos filmes anteriores), como o medo de Vera terminar o namoro com Ares por medo de perder status social e ser renegada pela família. Cansativo.
Marçal Forés volta a comandar este terceiro filme, porém, imprime menos interesse em realizar um filme tal qual a jornada dos personagens. As tais cenas calientes, que fizeram o caminho da franquia, agora são pouquíssimas, e interrompidas; o luxo e glamour que contrastava na vida dos protagonistas desapareceu, e ficamos quase como um romancezinho meia-bomba; por fim, em vez de dar mais emoção aos dramas para valorizar o final feliz, o diretor gasta um tempão na vida do irmão mais velho, Artemis (Eric Masip), como se alguém estivesse interessado nele.
Sem sal e sem carisma, ‘Através da Minha Janela 3: Olhos nos Olhos’ perdeu total o fôlego da franquia. Melhor ficar nos dois primeiros filmes mesmo.
O nome pode não ser muito conhecido, mas ela tem um extenso currículo que incluí episódios de ‘Sleepy Hollow’, ‘Grimm’, ‘Castle’, ‘Gotham’, ‘Lucifer’ e ‘The Flash’, além de ter entrado no universo intergaláctico com ‘Star Trek: Discovery’.
O produtor da nova série, Alex Kurtzman, não tinha nada a dizer além de elogios sobre Culpepper:
Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek.
Stewart foi um personagem-chave em seu tempo na franquia seriada. Jean Luc-Picard apareceu em duas séries e quatro filmes, aparecendo pela primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas. Stewart apareceu pela última vez em ‘Star Trek: Nemesis’.
Graham dará vida a Rita Blakemoor, que é descrita como uma “mulher muito rica que está preparada para o fim do mundo e tenta escapar a infectada cidade de Nova York”.
O ator de ‘Westworld‘ interpretará Stu Redman, “um comum trabalhador de fábrica de classe operária, que se encontra em uma situação extraordinária, com uma qualidade danificada e que contradiz o seu exterior”.
A protagonista de ‘Aquaman‘ viverá Nadie Cross, “uma mulher profundamente em conflito, que sente as consequências de suas ações, mas ainda se sente obrigada a manter sua fidelidade a Randall Flaff, o Homem Sombrio”.
Mais conhecida por seu trabalho no filme ‘A Million Little Pieces‘, a atriz vai interpretar Frannie Goldsmith, “uma jovem grávida que está navegando em um mundo estranho e que também tem um pressentimento de reconhecer que há algo de ruim por trás do Homem Sombrio”.
O jovem ator de ‘13 Reason Why‘ interpretará Nick Andros, “um rapaz surdo e mudo que se encontra em uma posição de autoridade quando o impensável acontece. Ele tem o hábito de arriscar o seu próprio bem-estar em prol da segurança dos outros”.
A história gira em torno de um grupo de sobreviventes após uma praga destruir grande parte da população mundial. A obra já havia sido adaptada em uma minissérie de quatro episódios da ABC, em 1994, que recebeu críticas positivas, no geral.
À medida que as pessoas ao redor do mundo estão em um forçado e necessário isolamento social para impedir que o contágio do novo coronavírus tome proporções ainda mais drásticas, vários fãs de filmes e séries estão ocupados colocando em dia todas as produções que queriam ver há algum tempo – e não conseguiam.
Agora, eles podem adicionar alguns títulos à lista, visto que Cassandra Peterson, a eterna Elvira, postou um vídeo em seu Twitter oficial recomendando longas-metragens de terror para assistir nesse período.
Dentre as sugestões, a icônica artista mencionou os clássicos ‘Louca Obsessão’ e ‘A Noite dos Mortos-Vivos’, além de relembrar a seus fãs que é sempre uma ótima oportunidade revisitar ‘Elvira: A Rainha das Trevas’ – seu filme de estreia lançado em 1988.
“Minha recomendação é assistir alguns clássicos do terror”, ela inicia o vídeo.
Vale lembrar que, em 2017, Petterson anunciou sua aposentadoria, não descartando um possível retorno aos palcos e às telonas.
‘O Grande Ivan’ já está disponível no Disney+ e, para promover seu mais novo filme original, a plataforma de streaming divulgou um featurette em que o elenco de dublagem protagonista explora a adaptação dos livros para as telinhas.
Confira:
Abrindo com 63% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa conquistou boa parte da crítica especializada, sendo considerado um filme com abordagem familiar de caráter inteligente, à medida que se comunica também com outras faixas etárias de público.
Confira as principais avaliações do momento:
“Dê crédito a ‘O Grande Ivan’ por tentar fazer uma ponte entre ‘Dumbo’ e ‘Blackfish'”. – Jake Coyle, Associated Press
“Um filme infantil inteligente, que provavelmente vai colar nos espectadores mais jovens”. – Kate Erbland, indieWire
“É bonito e às vezes profundo, embora a aventura da diretora Thea Sharrock (‘Me Before You’) não consiga decidir entre ser uma brincadeira divertida ou um drama sobre os direitos dos animais”. – Brian Truitt, USA Today
“Uma surpresa singular e entusiasmante”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter
“As genuínas explosões de emoção do filme, combinadas com o calor irônico das performances vocais e a renderização habilmente realista dos animais em CGI, dão ao projeto um coração do tamanho de um gorila de dorso prateado”. – Maureen Lee Lenker, Entertainment Weekly
Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.
O longa apresenta as vozes de:Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez,Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.
Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.
A série original de ‘O Protetor’ foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.
Andrew Marlowe e Terri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.
O Disney+ divulgou recentemente os seis trailer oficiais da seleção de curtas-metragens intitulado ‘Launchpad’, cuja primeira temporada tem estreia marcada para o dia 28 de maio.
Os realizadores passaram por um extenso processo de seleção entre nada menos que 1100 candidatos e, através da gigantesca plataforma da Casa Mouse, ganharam a chance de mostrar seu talento ao mundo.
Segundo a descrição do Disney+, “o objetivo da série de curtas Launchpad é diversificar os tipos de histórias que estão sendo contadas e dar acesso àqueles que historicamente não as contaram. Inspirados na jornada da vida, esses seis primeiros curtas-metragens para o Disney+ são baseados no tema ‘descobrir'”.
A 3ª temporada da aclamada série ‘Succession‘ finalmente estreou na HBO Max Brasil!
Intitulado “Secession”, o episódio de estreia foi disponibilizado na plataforma de streaming no último domingo, 17 de outubro. Os próximos capítulos serão exibidos semanalmente.
Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo ciclo foi ovacionado pela crítica especializada, por não apenas suprir as expectativas, mas superá-las de forma grandiosa. Além disso, a brilhante atuação do elenco foi mais uma vez elogiada.
Confira alguns trechos das principais reviews:
“O que me surpreendeu primeiro quando voltei não foi o quão emocionante ou dramático essa série pode ser, mas o quão engraçada ele é”. – Angie Han, Hollywood Reporter
“‘Succesion’ está mais saborosa, divertida e mais confiante do que nunca”. – Brian Tallerico, The Playlist
“A 3ª temporada retorna com hilaridade mesquinha, desgraças punitivas e performances incríveis tanto quanto as temporadas anteriores, com um enredo de guerra civil para mantê-lo viciado nas façanhas dessas pessoas terrivelmente ricas”. – Hanna Flint, IGN Movies
“Mesmo em seus momentos cômicos mais grandiosos, há verdade no mundo cínico de Succession que nos faz perceber que sim, esses idiotas são absolutamente responsáveis pelo nosso mundo e não, não há realmente nada que possamos fazer sobre isso”. – Allison Keene, Paste Magazine
“Haviam muitas expectativas para a terceira temporada e ela não decepciona. A partir do momento em que a melodia estridente do tema de Nicholas Britell rola e penetra em sua cabeça, você sabe que está assistindo a algo habilmente elaborado”. – Susannah Butter, London Evening Standard
A série foi criada por Jesse Armstrong.
A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.
‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série Dramática e Melhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.
A Warner Bros. revelou hoje (09) que está realizando uma grande mudança em seu cronograma de estreia – e um dos filmes a ganhar uma nova data de lançamento foi ‘Wonka’, pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ (via Variety).
As informações indicam que o longa-metragem, estrelado por Timothée Chalamet, foi adiada em nove meses e chegará às telonas no dia 15 de dezembro de 2023.
Confira os outros filmes que também sofreram alterações:
‘DC Liga dos Super Pets’ – de 20 de maio de 2022 para 29 de julho de 2022 ‘Adão Negro’ – de 29 de julho de 2022 para 21 de outubro de 2022 ‘Shazam: Fúria dos Deuses’ – de 02 de junho de 2023 para 12 de dezembro de 2022 ‘Aquaman 2’ – de 16 de dezembro de 2022 para 17 de março de 2023 ‘The Flash’ – de 04 de novembro de 2022 para 23 de junho de 2023 ‘Wonka’ – de 17 de março de 2023 para 15 de dezembro de 2023
Em entrevista à Time, Chalamet revelou que o filme será um musical e que ele está gravando canções originais no Abbey Road, famoso estúdio localizado em Londres, onde as filmagens também ocorrem – e que cantar as músicas no lugar em questão tem colocado muita pressão sobre ele.
“Me senti fora do eixo. Como se eu estivesse profanando a história”, ele revelou.
Entretanto, Chalament comentou que as filmagens do longa têm sido bastante positivas e que a narrativa tem uma mensagem otimista: “não estamos minando emoções obscuras na vida. É uma celebração de ser fora do centro e aceitar as partes esquisitas de nós mesmos que não se encaixam na sociedade”.
O projeto não contará exatamente o origem do personagem, mas mostrará as suas primeiras aventuras e pode conter outros personagens conhecidos, como Charlie, por exemplo.
O produtor David Heyman revelou ao Collider que a história será uma pré-sequência, mostrando a juventude de Wonka.
“Estamos procurando a história ideal, mas já sabemos que será uma pré-sequência. Mostraremos como Willy construiu a fábrica de chocolate, a história por traz do ticket dourado e como ele era antes disso. Porque ele se isolou na fábrica por anos? Vamos explorar isso.”, afirmou.
Paul King, de ‘As Aventuras de Paddignton’, dirige.
A trama gira em torno da jornada de recuperação de uma mulher após sua tentativa de suicídio e a luta para se lembrar – e entender – tudo o que levou ao momento em que ela pulou.
Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill’) viverá James, marido da protagonista Sophie (Mbatha-Raw) e um sócio com boas conexões em uma empresa de capital de risco.
‘A Fera do Mar‘, nova animação de Chris Williams, diretor de ‘Moana: Um Mar de Aventuras’ e ‘Operação Big Hero‘, chegou à Netfllix no ano passado e se tornou um dos títulos mais aclamados da plataforma de streaming.
Agora, foi divulgado um vídeo promocional nos levando aos bastidores do longa-metragem.
Confira:
A produção é ambientada numa época em que as feras aterrorizantes ainda vagavam pelos mares e os caçadores de monstros eram considerados heróis — e o maior de todos eles era o valente Jacob Holland. Agora, o famoso aventureiro encontrará em Maisie, uma garota que embarcou como clandestina em seu navio, uma aliada inesperada numa jornada épica por águas desconhecidas.
O thriller feminista de assassinato ‘Deadloch’ já chegou ao catálogo do Prime Video.
A série foi lançada no último dia 02 de junho na plataforma de streaming.
Quando um homem aparece morto na praia, duas detetives muito diferentes são escaladas para resolver o caso: a meticulosa sargento-sênior Dulcie Collins (Kate Box) e uma rude investigadora chamada Eddie Redcliffe (Madeleine Sami), junto com sua ansiosa policial júnior Abby (Nina Oyama). Enquanto a cidade se prepara para lançar o evento anual de artes, comida e cultura – o Festival de Inverno – o trio deve colocar suas diferenças de lado e unir forças para encontrar o assassino.
Aqui no CinePOP, sempre preparamos matérias especiais com dicas de produções para você conferir – seja para curar corações partidos, para se divertir com a família ou para ficar com medo. Agora, chegou a vez de celebrar o complicado conceito do amor, que se apresenta para nós das mais diversas formas – e de jeitos um tanto engraçados.
E é claro que esse lado da personalidade humana sempre foi matéria para a indústria do entretenimento. Mesmo com produções que transformassem a esfera da paixão em algo utópico e extremamente fabulesco, vários longas-metragens voltaram-se para a perspectiva cômica dos relacionamentos, pincelando arcos hilários e envolventes com pitadas de drama, mistério e um grand finale previsível, certamente, mas de nos arrancar suspiros.
Por isso, separamos uma lista com dez filmesinspiradores para quem está apaixonado. Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
Nove histórias que se entrelaçam mostrando as complexidades da emoção que nos conecta a todos: o amor. Entre os personagens, o belo recém-eleito primeiro-ministro britânico, David, que se apaixona por uma jovem funcionária. Uma desenhista gráfica, Sarah, cuja devoção a seu irmão, doente mental, complica sua vida amorosa. Harry, um homem casado tentado por sua atraente nova secretária. São vidas e amores que se misturam na romântica Londres, e atingem o seu clímax na noite de Natal.
Jackson Maine é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber. É quando conhece Ally, uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Jackson se encanta pela mulher e seu talento, decidindo acolhê-la e eles acabam se casando. Ao mesmo tempo em que Ally ascende ao estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos acabam por minar o relacionamento amoroso dos dois.
A trama é bastante parecida com ‘Simplesmente Amor’ – e talvez até funcione como um remake norte-americano do clássico britânico que tanto nos encantou quando foi lançado. Aqui, a premissa também parte de várias histórias conectadas que giram em torno dos moradores da cidade de Los Angeles passam por altos e baixos em apenas um Dia dos Namorados. No decorrer desse dia, eles encaram primeiros encontros, longos relacionamentos, paqueras adolescentes e chamas antigas. O longa inclusive rendeu uma “sequência”, intitulada ‘Noite de Ano-Novo’.
COM AMOR, SIMON (2018)
A adaptação do romance de Becky Albertalli parecia apenas mais uma comédia romântica qualquer girando nos adolescentes da geração contemporânea, mas o resultado foi bem além do esperado e caiu nas graças do público. A trama gira em torno de Simon Spier, um jovem de 17 anos que aparenta levar uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: não revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de classe, anônimo, na internet.
Trinta anos depois de seu lançamento, são poucas as pessoas que não conhecem ou não foram inspiradas pelo atemporal romance entre Julia Roberts e Richard Gere em ‘Uma Linda Mulher’. Dirigido pelo falecido Garry Marshall, a premissa é bastante simples, mas vem nos arrancando suspiros até hoje: durante uma viagem de negócios a Los Angeles, Edward, um executivo que compra e fragmenta empresas para vendê-las, encontra a prostituta Vivian. Edward a contrata para ficar com ele durante uma semana a fim de acompanhá-lo nos jantares de negócios. Os dois se aproximam e descobrem que há vários obstáculos para serem superados até que possam unir seus mundos tão diferentes.
Alex e Rosie são amigos inseparáveis que cresceram juntos em Londres, compartilhando entre si suas melhores experiências. Tudo muda quando Alex ganha uma bolsa de estudos e passa a morar nos EUA. Separados, seus caminhos agora são outros. Mas nos tempos de hoje é impossível não se conectar. E, em se tratando de amor, o difícil é fazer as escolhas certas.
DEZ COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ (1999)
O final da década de 1990 foi bastante promissor e trouxe um longa-metragem que fez sucesso sem quaisquer precedentes. A rom-com‘Dez Coisas que Eu Odeio em Você’ trouxe para as telonas a química irretocável de Heath Ledger e Julia Stiles, em uma releitura inteligente da peça ‘A Megera Domada’, de William Shakespeare. Stiles dá vida à rebelde Kat Stratford, uma forte e independente jovem que deve sair em um encontro com um amigo misterioso de sua irmã, Bianca, para que ela possa finalmente namorar.
A cinebiografia romantizada do gigantesco transatlântico Titanicera tema de documentários e frias análises fílmicas, mas transformou-se em uma épica história de amor entre os personagens ficcionais Jack e Rose, dois indivíduos de criação e de classes sociais diferentes que cruzaram caminho a bordo do navio e se apaixonaram perdidamente – até que uma tragédia os separou para sempre. O longa levou para casa 11 estatuetas do Oscar e carrega o título de produção mais premiada ao lado de ‘Ben-Hur’ e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’.
HARRY & SALLY – FEITOS UM PARA O OUTRO (1989)
Harry e Sally vão morar em Nova York, se veem esporadicamente e constroem uma grande amizade ao longo dos anos. Mas, aos poucos, percebem com certo temor que estão apaixonados um pelo outro.
QUESTÃO DE TEMPO (2013)
Depois de descobrir que ele pode viajar no tempo, o jovem Tim Lake usa sua habilidade para ganhar o coração da mulher dos seus sonhos e salvar seu amigo de um desastre profissional.
Segundo o Deadline, Travis Kelce, estrela do NFL e namorado de Taylor Swift, foi escalado para o elenco da série de terror ‘Grotesquerie’, de Ryan Murphy.
Sem detalhes sobre seu papel revelados, o projeto marcará a estreia de Kelce no mundo da atuação.
Sem detalhes sobre a trama divulgados, o misterioso teaser traz a narração da personagem de Nash-Betts sob uma tela preta: “Eu não sei quando começou, realmente não sei dizer, mas está diferente agora. Houve uma mudança, como algo estivesse estivesse abrindo o mundo. Um tipo de buraco no centro do nada. O que eu vi hoje… eles enviaram psiquiatras para todos que trabalharam nesta cena de crime.”
Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento.
A trama acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… Incluindo a sua própria.
Dois amigos de longa data na Filadélfia se apresentam como agentes da DEA para roubar traficantes de drogas de pequeno porte. É um golpe perfeito—até eles escolherem a vítima errada e se tornarem alvos de um grande grupo de traficantes.
O mundo da música é recheado de inúmeras incursões bastante inteligentes e sagazes, que fazem bom uso de metáforas e outras figuras de linguagem que as deixam com um sentido escondido pelas entrelinhas e pelas batidas.
Apenas para citar alguns exemplos, temos o icônico grupo Spice Girls com a clássica “2 Become 1”, que transforma o ato sexual em uma belíssima pintura romântica, e a titânica Lady Gaga, que falou sobre sexualidade com a conhecida “Poker Face”, um de seus maiores hits.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez canções com duplo sentido que você precisa conhecer.
Regravada recentemente pela lendária Beyoncé para seu álbum ‘Cowboy Carter’, ‘Blackbird’ foi eternizada pelo grupo The Beatles no final dos anos 1960 – e foi inspirada pelo momento em que Paul McCartney foi agraciado com a presença de um melro-preto durante seus estudos em Meditação Transcendental na Índia. Porém, a cândida narrativa, na verdade, é inspirada pelo movimento dos Direitos Civis que perdurou por mais de uma década nos Estados Unidos – servindo como plataforma para a defesa da comunidade afro-americana que sofria com a segregação racial no país.
“Walk This Way” é uma das canções mais famosas da banda Aerosmithe não apenas se tornou um emblema de uma das décadas mais fervorosas do rock, como foi uma das responsáveis por colocá-los no cenário mainstream e a revitalizar a carreira do grupo nos anos 1980. E, diferente do que muitos pensam, a música, na verdade, foi inspirada no clássico terrir ‘O Jovem Frankenstein’, fazendo alusão à cena em que o Dr. Frederick Frankenstein (Gene Wilder) começa a imitar o jeito de andar manco de Igor (Marty Feldman), seu servo corcunda.
“EVERY BREATH YOU TAKE”, The Police (1983)
Considerada uma das assinaturas da icônica banda de rock inglesa The Police, “Every Breath You Take”, na verdade, não possui um duplo sentido em seu cerne, mas foi adotada de maneira “equivocada”, por assim dizer, pelos ouvintes. Ainda que inúmeros fãs encarem a canção como uma declaração de amor e proteção, o próprio vocalista do grupo, Sting, afirmou que a natureza do single é mais sombria do que aparenta e, na verdade, fala sobre um homem que está obcecado por uma mulher e observa cada passo que ela dá.
O icônico grupo de hip-hopTLC imortalizou diversas canções no cenário musical, incluindo a famosa e prestigiada “Waterfalls”. Enquanto o enredo é pautado na frase “não vá correr atrás de cachoeiras”, o que pode ser entendido como um aviso para não insistir em coisas que não valem a pena, o verdadeiro significado da música faz apologia à epidemia de HIV/AIDS que assolava os Estados Unidos desde os anos 1980, servindo como hino de uma comunidade marginalizada e que ainda desconhecida os perigos do vírus.
O grupo britânico conhecido como Spice Girls dominou os anos 1990 de maneira incontestável – gerando sucessos que são conhecidos mesmo décadas depois de seu lançamento. E, dentre uma discografia recheada de hits, elas aproveitaram para falar sobre sexo com a ótima balada pop“2 Become 1”: a faixa, que integrou o álbum ‘Spice’ e foi escrita pelos próprios membros do girl group, narra sobre a conexão carnal entre duas pessoas que se amam e que se fundem em uma única entidade quando na intimidade – além de abrir espaço para conversas sobre sexo seguro em meio a metáforas cândidas e muito bem escritas.
No mesmo ano em que Britney Spears fazia sua gloriosa estreia no cenário fonográfico, Christina Aguilera também ganhava momento como um dos emblemas do teen pop. E já em seu single de estreia, Aguilera mostrou que estava pronta para mostrar um lado mais amadurecido de sua carreira, que se iniciou quando muito jovem: “Genie in a Bottle”, que integra seu primeiro álbum de estúdio, utiliza uma narrativa de autovalorização para com um interesse romântico, escondendo mensagens de abstinência e o conhecimento sobre o próprio corpo com referências sexuais muito bem empregadas.
Lady Gaga é uma das cantoras e compositoras mais conhecidas da história – e, logo no começo de sua carreira, eternizou clássicos instantâneos como o single“Poker Face”. Aqui, ela discorre sobre um homem que não consegue decifrá-la, visto que ela é muito em seus blefes românticos e sexuais (que se refletem pelo título da canção). Todavia, a música também fala de maneira jocosa e inesperada sobre a sexualidade da performer, que é abertamente bissexual e que sempre utilizou sua plataforma artística para defender a comunidade LGBTQIA+.
Britney Spears permanece como uma das artistas mais famosas e prestigiadas de todos os tempos, nunca pensando duas vezes antes de utilizar sua plataforma para quebrar tabus sobre a sexualidade e o desejo femininos. E, em 2008, a princesa do pop voltou a causar polêmica com a canção “If U Seek Amy”, cuja história sobre uma misteriosa personagem chamada Amy é, na verdade, uma máscara para o jogo sonoro do título da música: quando cantado, ele parece soletrar a frase F-U-C-K ME, que causou alvoroço considerável entre os mais conservadores.
Lorde ganhou proeminência incomparável com seu single de estreia “Royals”, que lhe rendeu diversos prêmios e a colocou no centro dos holofotes. E, ao passo que muitos encaram a música como uma crítica à impalpabilidade de uma vida burguesa, de que apenas poucos desfrutam, a verdade é que os versos foram inspirados por um time de beisebol chamado Royals, cuja imagem a artista neozelandesa vira em uma revista da National Geographic.
O single de estreia de Hailee Steinfeld veio com grande impacto e inclusive conseguiu entrar para a parada da Billboard Hot 100. Intitulado “Love Myself”, a belíssima e evocativa letra fala sobre aceitar a si mesma, mas carrega uma ambiguidade bastante divertida que fala sobre masturbação, escondida em meio a uma produção sutil e à mensagem de empoderamento. A faixa é uma mistura dançante e envolvente entre dance-pop e electro-pop, contando com a produção de Mattman & Robin e de Oscar Holter.
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