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Pokémon 25 anos | A franquia que estreitou os laços orientais com o ocidente

Pokémon é uma das franquias orientais mais populares do mundo. Estima-se, inclusive, que seu valor gire em torno de US$ 100 bilhões juntando videogames, jogos de carta, animações, brinquedos e acessórios. Esse fenômeno foi idealizado por Satoshi Tajiri entre o finalzinho dos anos 1980 e o início dos anos 1990, quando ele percebeu que a moda dos videogames não era passageira e resolveu se aventurar no mercado com uns amigos. Na impressão dele, a industrialização havia limitado muito o senso de aventura das crianças, que já não brincavam mais ao ar livre. Então seria interessante fazer um jogo que simulasse os passatempos de sua infância para o ambiente virtual. Calhou que Satoshi tinha a frustração de ser proibido por sua mãe de ter mascotes, e sua atividade preferida era explorar florestas e rios, além de observar, catalogar e colecionar insetos em potinhos. Foi daí que vieram conceitos da franquia, como os treinadores serem crianças respondendo a cientistas, a pokédex, que nada mais é que um grande catálogo, as pokébolas e a aparência dos monstrinhos da primeira geração, quase todos muito parecidos com animais de verdade.

O legado de Satoshu Tajiri marcou a vida de milhões de crianças e jovens pelo mundo. Reprodução/ Internet.

Na época, ele tinha fundado uma empresa de videogames com uns amigos, que viria a ser a idolatrada Game Freak, produtora oficial da franquia. Trabalhando no mesmo prédio da Nintendo, ele precisava bolar um novo videogame. Aquela ideia de replicar as experiências da infância estava matutando na cabeça, até o dia em que ele viu dois jovens jogando Game Boy e usando o Cable Link – o nosso “cabinho” – para conectar seus dois aparelhos. Ele pensou em como isso poderia viabilizar um sistema de trocas dos monstrinhos e promover uma grande interatividade entre os jogadores. Satoshi apresentou o projeto, ganhou sinal verde e passou em torno de cinco anos trabalhando em Pokémon Red & Green. O lançamento aconteceu em 27 de fevereiro de 1996 e foi um sucesso, considerando que vendeu mais de 8 milhões de cópias no Japão sem contar com qualquer tipo de publicidade. Um verdadeiro fenômeno. O jogo foi exportado para o ocidente na versão Pokémon Red & Blue, outro sucesso explosivo. A “Blue Version” foi tão popular que acabou sendo lançada também no mercado japonês.

A três versões que fizeram a criança não desgrudar do Game Boy. Reprodução/ Internet.

Como os jogos se tornaram clássicos instantâneos, chegando a vender mais de 10 milhões de cópias do ocidente, veio a ideia que permitiu Pokémon se tornar o que é hoje: criar um anime. O desenho animado era uma forma de conseguir novas arrecadações diretas, além de ajudar a expandir e popularizar ainda mais os videogames pelo mundo. Afinal, se a criança não tiver um Game Boy, provavelmente ela terá uma TV em casa e poderá consumir Pokémon, viver Pokémon e sonhar em ter um Pokémon por conta do desenho animado. Foi uma jogada de mestre.

O início de uma amizade que já dura quase três décadas. Divulgação/ The Pokémon Company.

E foi assim que teve início uma das relações entre oriente e ocidente mais legais de todos os tempos. A trama do anime era bem simples. Deveria replicar o estilo de RPG do videogame, com cada episódio trazendo uma quest diferente. Os protagonistas seriam Ash Ketchum (No original, Ash se chama Satoshi em homenagem ao criador da franquia) e a Pokémon Clefairy, que teria a habilidade de falar a língua dos humanos. Mas eles optaram pelo Pikachu em cima da hora. A carinha mais amigável e o formato de ratinho gorducho pareciam mais simpáticos que a fada redondinha de rosto achatado. Com o desenho arrastando uma legião de fãs pelo mundo, a Game Freak preparou uma nova versão da fita de Game Boy chamada Pokémon Yellow: Special Pikachu Edition, com um detalhe que mudaria tudo: o Pikachu do jogo acompanharia o treinador fora da Pokébola, algo muito fofo. Essa edição vendeu sozinha mais de 5 milhões de cópias. Mais um acerto estrondoso.  E o ponto do protagonista ser uma criança vivendo aventuras em um mundo adulto com seu “bichinho” adorável acabou sendo uma das principais chaves do sucesso da animação. Isso porque a maioria dos desenhos animados até então eram protagonizados por adultos ou jovens agindo junto a mentores. Então, ter uma criança independente tomando decisões com seus amigos passava uma sensação de liberdade que nenhuma outra produção direcionada para o público infantil conseguia. Dessa forma, a temporada original de Pokémon se tornou a primeira grande ponte entre a cultura oriental e a ocidental livre para todas as idades.

O primeiro filme Pokémon foi um evento global que levou milhões de crianças aos cinemas para verem Ash e Pikachu enfrentando o Pokémon mais poderoso de todos: Mewtwo. Reprodução/ The Pokémon Company.

A troca cultural foi tão grande e significativa que Pokémon foi crescendo cada dia mais. Atualmente, a franquia é considerada a mais lucrativa do mundo, superando gigantes como Marvel, DC e Star Wars. Essa frente ampla na qual os jogos influenciavam no anime e vice-versa permitiu um sucesso complementar, que afetava diretamente em produtos como os jogos de carta, os mangás e, claro, os bonequinhos e acessórios tão requisitados. Nem mesmo as polêmicas do episódio do Porygon, que causou uma crise epiléptica em aproximadamente 700 crianças japonesas, e a do episódio do Dratini, em que um idoso aponta uma arma para a cara de Ash, foram capazes de impedir o sucesso crescente da franquia. E ao final dos anos 1990, Pokémon era tão popular em todo o mundo que criaram um termo quase pandêmico para definir esse fenômeno: “Febre Pokémon“.

Independentemente do país em que estivessem, os produtos de Pokémon eram os mais buscados e os primeiros a esgotar, mesmo tendo muitas variedades. Figurinhas, bonecos, roupas, calçados, chicletes, relógios, mochilas… Tinha de tudo, e sempre acabavam em questão de minutos. No Brasil, o anime estreou na Record em 10 de maio de 1999, no programa Eliana e Alegria. A apresentadora, inclusive, virou um tipo de embaixadora não oficial dos monstrinhos no país, chegando até a gravar músicas inspiradas na animação. Não teve como não fazer sucesso, e assim Pokémon acabou virando um tipo de trunfo da emissora por um tempo. A “Febre Pokémon” foi algo tão intenso por aqui que o falecido Gugu Liberato chegou a abrir um parquinho inspirado na franquia em um shopping de São Paulo, mas acabou não dando muito certo. Outra prova do sucesso foi a pirataria dos produtos. Era impossível passar por um camelô sem encontrar centenas de itens Pokémon pirateados, e isso não foi exclusividade brasileira, não. As falsificações aconteceram no mundo todo, fator que determina até hoje a dificuldade em avaliar o verdadeiro valor da franquia, já que a arrecadação pirata não chega aos cofres da The Pokémon Company. E mesmo assim, Pokémon é a franquia mais valiosa do planeta.

As cartas distribuídas como brinde no primeiro filme de Pokémon viraram item de colecionador. Reprodução/ Youtube.

Os filmes foram apenas extensões da animação e também conquistaram legiões de fãs ao introduzirem as cartinhas do jogo como brinde. Uma aula de marketing, porque presenteavam as crianças com uma “porta de entrada” para o consumo de outro produto da empresa. Os dois primeiros filmes estão até hoje no top-10 de animações japonesas de maior bilheteria da história, sem contar que renderam mais de 20 continuações. Em nível de comparação, a franquia Velozes & Furiosos lançou até agora noves, sendo um deles spin off da saga principal. Pokémon tem mais do que o dobro de filmes lançados.

Os cariocas e os atletas da Rio 2016 pressionaram bastante pela chegada de Pokémon Go ao Brasil. Reprodução/ Internet.

O último grande momento que tivemos desse fenômeno absurdo de Pokémon pôde ser visto em 2016, com o lançamento do aplicativo para celulares, Pokémon GO. O joguinho que permitiria usar a câmera dos smartphones para capturar os monstrinhos pelo mundo era uma das invenções mais esperadas da história do entretenimento. A possibilidade de percorrer o planeta capturando Pokémon como um autêntico Mestre era fascinante. Ele foi sendo lançado aos poucos pelos continentes, enquanto a América do Sul, mais especificamente o Brasil, ainda não tinha uma data definida, o que deixou os fãs malucos. Com a proximidade das Olimpíadas, os cariocas e alguns atletas olímpicos que viriam para o Rio de Janeiro começaram a pressionar a Niantic para que o game chegasse ao Brasil antes do evento ter início. A campanha foi tão forte que até mesmo o prefeito do Rio, Eduardo Paes, fez uma postagem em suas redes sociais usando imagens dos monstrinhos nos pontos turísticos da Cidade Maravilhosa para dar aquela famosa cobrada na empresa.

Depois de atletas olímpicos e do prefeito do Rio se juntar à campanha, a Niantic correu para lançar Pokémon Go no Brasil a tempo das Olimpíadas. Reprodução/ Facebook Eduardo Paes.

Assim, no dia 3 de agosto de 2016, o tão sonhado Pokémon Go chegou em terras brasileiras. O Boulevard Olímpico virou um verdadeiro safári Pokémon, com gente de todo o mundo usando seus telefones para pegar os monstrinhos de bolso. No entanto, o app causou alguns problemas por aí. A começar pelas quedas e tombos, que viraram rotina para os jogadores, que estavam sempre com os olhos grudados nas telas. Também houve casos de Pokémon aparecendo em lugares “inadequados”, como um Koffing, um Pokémon que solta gás, sendo flagrado no Museu do Holocausto, na Alemanha, e dos Pokémon Psíquicos sendo encontrados com mais frequência perto de sanatórios e centros de recuperação da saúde mental. Além, claro, dos assaltantes colocando as “lures” em pontos estratégicos para atrair os jogadores e facilitar assaltos na vida real.

A comunidade Judia emitiu uma nota de repúdio à Niantic pela aparição considerada desrespeitosa no Museu do Holocausto.
Reprodução/ Internet.

Enfim, em 25 anos de existência, a franquia Pokémon conseguiu dominar o mundo e ajudar na globalização da cultura oriental, já que carrega em suas histórias diversos itens e exemplos culturais do Japão. Fenômeno em praticamente todos os lugares do planeta, Pokémon – que é uma abreviação do termo americano “Pocket Monsters” (monstros de bolso) – é extremamente querido e marcou a vida de bilhões de pessoas ao redor do globo, inclusive a minha. Então, por conta de todo esse impacto na nossa sociedade, Feliz #PokémonDay!

 

Saiba Como e Aonde Assistir aos FILMES Indicados ao OSCAR 2021

Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou ao público os indicados à 93ª edição do Oscar.

A apresentação ficou a cargo do casal de atores Priyanka Chopra JonasNick Jonas. Os vencedores serão revelados no dia 25 de abril de 2021.

Em um ano tão atípico em que muitas produções não puderam estrear nas telonas, você sabe onde tirar o atraso e assistir aos concorrentes à estatueta de ouro este ano? O CinePOP te ajuda!

Confira a lista (que será atualizada frequentemente) com as críticas do site:

MELHOR FILME

Meu Paio filme tem estreia prevista nos cinemas brasileiros em 8 de abril.

Judas e o Messias Negro – o filme da Warner está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros (veja nossa crítica)

Mank Netflix (veja nossa crítica)

Minari – Em Busca da Felicidade – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Nomadland – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Bela Vingança – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda. (veja nossa crítica)

O Som do Silêncio Amazon Prime

Os 7 de Chicago Netflix (veja nossa crítica)

MELHOR DIREÇÃO

Thomas Vinterberg, Druk – Mais uma Rodada – estreia dia 25/3 nos cinemas brasileiros. (veja nossa crítica)

David Fincher, MankNetflix (veja nossa crítica)

Lee Isaac Chung, Minari – Em Busca da Felicidade – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Chloé Zhao, Nomadland – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Emerald Fennell, Bela Vingança – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda. (veja  nossa crítica)

MELHOR ATRIZ

Viola Davis, A Voz Suprema do Blues Netflix (veja nossa crítica)

Andra DayEstados Unidos vs. Billie Holiday – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Vanessa KirbyPieces of a Woman Netflix (veja nossa crítica)

Frances McDormand, Nomadland – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Carey MulliganBela Vingança – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda. (veja nossa crítica)

MELHOR ATOR

Riz Ahmed, O Som do SilêncioAmazon Prime

Chadwick Boseman, A Voz Suprema do Blues Netflix (veja nossa crítica)

Anthony Hopkins, Meu Pai – previsão de estreia em 8 de abril nos cinemas brasileiros

Gary Oldmand, MankNetflix (veja nossa crítica)

Steven Yeun, Minari – Em Busca da Felicidade – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Maria BakalovaBorat 2: Fita de Cinema Seguinte Amazon Prime (veja nossa crítica)

Glenn Close, Era Uma Vez um SonhoNetflix (veja nossa crítica)

Olivia Colman, Meu Pai – previsão de estreia em 8 de abril nos cinemas brasileiros

Amanda Seyfried, Mank Netflix (veja nossa crítica)

Yuh-Jung Youn, Minari – Em Busca da Felicidade – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Sacha Baron Cohen, Os 7 de Chicago Netflix (veja nossa crítica)

Daniel Kaluuya, Judas e o Messias Negro – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros (veja nossa crítica)

Leslie Odom Jr., Uma Noite em Miami – Amazon Prime (veja nossa crítica)

Paul Raci, O Som do Silêncio Amazon Prime

Lakeith Stanfield, Judas e o Messias Negro – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. (veja nossa crítica)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Borat 2: Fita de Cinema Seguinte Amazon Prime (veja nossa crítica)

Meu Pai – previsão de estreia em 8 de abril nos cinemas brasileiros

Nomadland – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Uma Noite em Miami… Amazon Prime (veja nossa crítica)

O Tigre BrancoNetflix (veja a nossa crítica)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Judas e o Messias Negro – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. (veja nossa crítica)

Minari – Em Busca da Felicidade – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Bela Vingança – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda. (veja nossa crítica)

O Som do Silêncio  Amazon Prime

Os 7 de Chicago Netflix (veja nossa crítica)

MELHOR ANIMAÇÃO

Dois Irmãos – Disney+ (veja nossa crítica)

A Caminho da Lua Netflix (veja nossa crítica)

Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca Netflix

Soul – Disney+ (veja nossa crítica)

Wolfwalkers – AppleTV+ (veja nossa crítica)

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Collective – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Crip Camp Netflix

The Mole Agent – Globoplay

Professor Polvo – Netflix

Time Amazon Prime

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

Colette – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

A Concerto is a Conversation – canal do youtube do New York Times

Do Not Split – Facebook

Hunger Ward – em breve disponível na MTV

A Love Song for Latasha Netflix

MELHOR FILME INTERNACIONAL

Druk – Mais uma Rodada – estreia dia 25/3 nos cinemas brasileiros. (veja nossa crítica)

Better Days – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Collective – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

The Man Who Sold His Skin – estreia em agosto nos cinemas brasileiros

Quo Vadis, Aida? – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

MELHOR FIGURINO

Emma – Telecine/NOW (veja nossa crítica)

A Voz Suprema do Blues Netflix (veja nossa crítica)

MankNetflix (veja nossa crítica)

Mulan – Disney+ (veja nossa crítica)

Pinóquio – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros (veja nossa crítica)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Meu Pai – previsão de estreia em 8 de abril nos cinemas brasileiros

A Voz Suprema do BluesNetflix (veja nossa crítica)

MankNetflix (veja nossa crítica)

Relatos do Mundo Netflix (veja nossa crítica)

Tenet – aluguel no Youtube/ Google Play (veja nossa crítica)

MELHOR EDIÇÃO

Meu Pai  – previsão de estreia em 8 de abril nos cinemas brasileiros

Nomadland – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Bela Vingança – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda. (veja nossa crítica)

O Som do SilêncioAmazon Prime

Os 7 de ChicagoNetflix (veja nossa crítica)

MELHOR FOTOGRAFIA

Judas e o Messias Negro – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. (veja nossa crítica)

MankNetflix (veja nossa crítica)

Relatos do MundoNetflix (veja nossa crítica)

Nomadland – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Os 7 de ChicagoNetflix (veja nossa crítica)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Amor e Monstros – previsão de estreia em junho na plataforma Paramount+

O Céu da Meia-NoiteNetflix (veja nossa crítica)

Mulan – Disney+ (veja nossa crítica)

O Grande Ivan – Disney+ (veja nossa crítica)

Tenet – aluguel no Youtube/Google Play (veja nossa crítica)

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO

Emma – Telecine/NOW (veja nossa crítica)

Era Uma Vez um SonhoNetflix (veja nossa crítica)

A Voz Suprema do Blues Netflix (veja nossa crítica)

MankNetflix (veja nossa crítica)

Pinóquio – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros (veja nossa crítica)

MELHOR SOM

Greyhound – AppleTV+

MankNetflix (veja nossa crítica)

Relatos do Mundo Netflix (veja nossa crítica)

Soul – Disney+ (veja nossa crítica)

O Som do Silêncio Amazon Prime

MELHOR TRILHA SONORA

Destacamento BloodNetflix (veja nossa crítica)

Mank Netflix (veja nossa crítica)

Minari – Em Busca da Felicidade – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Relatos do Mundo Netflix (veja nossa crítica)

Soul – Disney+ (veja nossa crítica)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Fight for You”, Judas e o Messias Negro – atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. (veja nossa crítica)

“Hear My Voice”, Os 7 de Chicago Netflix (veja nossa crítica)

“Husavik”, Festival Eurovision da Canção Netflix (veja nossa crítica)

“Io Sì (Seen)”, Rosa e Momo Netflix  (veja nossa crítica)

“Speak Now”, Uma Noite em Miami… Amazon Prime (veja nossa crítica)

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO

Toca – Disney+ Genius Loci – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Se Algo Acontecer… Te Amo Netflix

Opera – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Yes-People – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION

Feeling Through – youtube The Letter Room – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

The Present – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

Two Distant Strangers – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

White Eye – sem previsão de estreia no Brasil ou em qualquer plataforma de aluguel sob demanda.

‘The Big Bang Theory’: Elenco dança nos bastidores da série em vídeo hilário

A popular série de comédia ‘The Big Bang Theory‘ está caminhando para o seu encerramento. Os atores estão realizando as últimas atividades de gravação da série e, portanto, se divertindo ao máximo para tornar a despedida menos dolorosa.

No caso, os atores realizaram um flashmob ao som de ‘Larger than Life’ dos Backstreet Boys.

Confira:

Recentemente, Kaley Cuoco, a Penny, a atriz escolheu levar um item que traz diversas lembranças bastante fortes dos dias de gravação intensa. Em conversa com o PopCulture, ela revelou:

“É um pedaço de arte na porta de dois robôs, e tem uma história bem significativa entre eu e o produtor Steve Molaro, por isso também peguei. É uma história pessoal entre nós, mas nós temos uma conexão e ele tem a peça original, e mandou fazer essa para série.”

Recentemente, foi confirmado que o episódio final terá uma hora de duração.

A informação foi compartilhada pelo criador da produção, Chuck Lorre, em entrevista ao TVLine. Segundo ele, o final será dividido em um episódio duplo.

Disse:

“Será um episódio de uma hora – dois capítulos que se conectarão. Eles serão episódios separados que contarão com uma linha de conexão”.

Os detalhes em relação ao episódio final permanecem sigilosos e ainda não se sabe quando ele irá ao ar.

Confira:

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Jim Parsons compartilhou uma simbólica carta aberta, acompanhada da primeira foto tirada nos bastidores das filmagens da última temporada.

“É difícil (quase impossível na verdade) aceitar que esta é uma foto do primeiro dos 24 episódios finais que vamos filmar para The Big Bang Theory. Sinto-me muito feliz por termos outros 23 episódios para gravar nesta temporada, porque tenho esperança de que, com cada um, meu nível de REALMENTE aceitar esse fato afundará. Algo mais pelo qual me sinto grato – e essa gratidão não precisa de tempo para “afundar” ou tornar-se mais “ciente”; Esse sentimento de gratidão está sempre comigo, mas é multiplicado neste momento em que anunciamos nossa última temporada – mas sinto uma gratidão tão intensa por nossos espectadores dedicados, que são a razão REAL da oportunidade de explorar esses personagens por 12 anos das nossas vidas.

Sinto-me grato à nossa tripulação – muitos, muitos dos quais estão conosco desde o primeiro dia – e que são as pessoas que trazem uma sensação de estabilidade e confiabilidade, que são tão calorosas e gentis e sempre rápidas em dizer olá e sorrir para nós. Toda vez que chegamos ao set e que, mesmo que você não os veja na TV, são em muitos aspectos o batimento cardíaco real e constante que mantém esse corpo de trabalho vivo e respirando, enquanto nós, como braços e pernas agitados, agimos como idiotas e tolos na tentativa de fazer alguém rir.

Sou grato a todos os escritores do programa – aqueles que estão conosco agora e aqueles que vieram e partiram – porque, sem eles, não haveria literalmente The Big Bang Theory jamais, nunca. Os roteiristas pensaram neste show, os roteiristas criaram esses personagens, os roteiristas são aqueles que encontraram maneiras de continuar criando formas orgânicas e divertidas de manter a vida desse show, o que é uma tarefa muito, muito mais desafiadora do que qualquer outra pessoa, que não fossem eles, jamais saberiam ou entenderiam.

E enquanto eu sei que eles já sabem disso, vale a pena repetir uma e outra vez: Eu sou tão completamente grato pelo elenco nesta foto e os membros do elenco que não são retratados aqui – se eles estavam em uma cena ou muitos episódios ao longo do caminho; todos vocês são meus companheiros de brincadeira, pelos quais me apaixonei e que se tornaram parte da minha vida no set e fora dele. Vocês são meus companheiros de brincadeira quando não sentimos vontade de brincar, mas temos que fazer isso porque é nosso trabalho ir lá e nos comunicar e fingir que somos essas outras pessoas fictícias e quando nos olhamos nos olhos e dizemos essas palavras, acabamos criando uma estranha realidade alternativa, que enriqueceu minha vida mais do que jamais vou entender completamente. Vou sentir falta de todos vocês e de tudo isso, mais do que posso dizer e mais do que eu posso saber neste momento”.

De acordo com a EW, com um salário de US$ 1 milhão por episódio, Jim Parsons – ao lado dos quatro protagonistas originais, Kaley Cuoco, Johnny Galecki, Kunal Nayyar e Simon Helberg – receberiam mais de US$ 50 milhões, incluindo lucros, caso ele concordasse em ficar em ‘The Big Bang Theory‘ por mais dois anos. A CBS e a Warner estavam tentando negociar com o astro, a fim de que ele aceitasse a proposta.

No entanto, ele não aceitou as tratativas e sem o seu principal protagonista, a alternativa foi finalizar a série.

Netflix anuncia derivada de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ e outras seis séries infantis

Netflix anunciou hoje, 23, uma gama de conteúdos originais que farão parte de seu catálogo – e está incluindo o público infantil entre 2 e 6 anos de idade, incluindo uma série derivada de Como Treinar o Seu Dragão intitulada ‘DreamWorks Dragons Rescue Riders’ (ainda sem título oficial).

Confira abaixo as sinopses das novas produções:

  • ‘DreamWorks Dragons Rescue Riders’ (2019) é uma animação de aventura e comédia em CGI que abre um novo capítulo para a franquia indicada ao Oscar Como Treinar o Seu Dragão. A nova série gira em torno dos gêmeos Dak e Leyla, que, por terem sido criados por dragões, têm a habilidade única de se comunicar com eles. Os irmãos lideram um time de cinco dragões e passam o dia resgatando outras criaturas e ajudando as pessoas em sua cidade adotiva Huttsgalor.
  • ‘Hello Ninja’ (2019): para Wesley e seu melhor amigo Georgia, todo dia é uma aventura. Quando Wesley une suas mãos, se curva e diz as palavras “Olá, Ninja”, tudo à sua volta se transforma em um mundo ninja medieval. O show é baseado no romance homônimo do autor N.D. Wilson.
  • StarBeam (2020): Zoey está animada para começar o segundo ano da escola, mas quando o perigo dá as caras, ela se esconde e se transforma em StarBeam, a mais rápida, poderosa e entusiasta super-heroína de todas.
  • ‘DreamWorks Go, Dog. Go!’ (2020) é uma série animada baseado no icônico e amado livro infantil homônimo de P.D. Eastman. A trama é focada na jovem cadelinha Tag Barker e suas aventuras em Pawston, uma colorida comunidade de cachorros.
  • ‘What-To-Doodles’ (2020): um time de aventurosas e amáveis criaturas brinca, cresce, ri, aprende e canta nessa série animada que ensina várias coisas aos jovens telespectadores.
  • ‘Izzy Bee’s Koala World’ (2020): Izzy Bee é uma garota de onze anos conhecida como a Coala Sussurrante. Ela vive na Ilha Magnética, na Austrália, onde resgata e cuida de coalas com sua mãe veterinária, Ali, e seu pai, Tim.
  • ‘Emily’s Wonder Lab’ (2020): nessa série de não-ficção, os telespectadores irão se divertir com a aclamada comunicadora e cientista Emily Calandrelli, que ensina às crianças experimentos e atividades incríveis.

‘1917’: Sam Mendes leva prêmio máximo do sindicato de diretores

O diretor Sam Mendes levou para casa o prêmio máximo da 72ª edição do Directors Guild of America (DGA) por seu incrível trabalho em 1917 – tornando-se o favorito para levar para casa a estatueta do Oscar 2020.

“Tive sorte o bastante para levar para casa esse prêmio duas décadas atrás”, ele disse durante seu discurso, fazendo referência à estatueta que levou por Beleza Americana em 1999. “E acho que, sendo honesto comigo mesmo, não sentia realmente como se soubesse o que estava fazendo. Me sinto um pouco mais ciente agora”.

Mendes também levou o prêmio de Melhor Diretor no Globo de Ouro e no Critics’ Choice Awards.

Confira nossa crítica:

O longa é dirigido por Sam Mendes (‘007 – Operação Skyfall‘), que coescreveu o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns.

Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (MacKay) e Blake (Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.

O elenco inclui George MacKay, Dean-Charles Chapmann, Mark Strong, Andrew Scott, Richard Madden, Claire Duburcq, Colin Firth e Benedict Cumberbatch.

‘Made in Italy’: Comédia com Liam Neeson ganha trailer oficial; Confira!

Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de Made in Italy, nova comédia estrelada por Liam Neeson.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de James D’Arcy, que também assina o roteiro.

Um artista britânico e seu filho afastado tentam recuperar seu relacionamento conforme trabalham juntos para reparar uma causa dilapidada na Itália.

Micheál RichardsonLindsay Duncan e Valeria Bilello completam o elenco.

Made in Italy tem estreia marcada nos cinemas norte-americanos para 07 de agosto. No Brasil, segue sem previsão de lançamento.

‘Freaky: No Corpo de um Assassino’: Terror cômico ganha novo teaser recheado de cenas INÉDITAS; Confira!

O terror cômico Freaky: No Corpo de um Assassino é a mais nova produção da Universal Pictures e da Blumhouse e ganhou mais um teaser recheado de cenas inéditas.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 92% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 12 reviews até o momento.

Confira as principais reações:

“Imagine que ‘Sexta-Feira Muito Louca’ se encontrou com ‘Sexta-Feira 13’ e você acertou em cheio” – We Live Entertainment.

“O filme é uma carta de amor aos slashers e às produções adolescentes, mas também é um abraço cinematográfico coberto de sangue” – Bloody Disgusting.

Vaughn e Newton estão se divertindo como nunca nesse mash-up entre horror e comédia” – JoBlo.

‘Freaky’ é inteligente, pungente e divertido” – IGN Movies.

‘Freaky’ é um dos melhores slashers sobrenaturais desta era” – Daily Dead.

Freaky‘ recebeu alta classificação etária e só poderá ser visto por pessoas maiores de idade ou acompanhadas de um responsável.

O longa foi classificado por “violência forte e sangrenta, conteúdo sexual e linguagem inapropriada”.

O thriller é dirigido por Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), que também assina o roteiro ao lado de Michael KennedyJason Blum entra como produtor.

Millie Kessler (Kathryn Newton) de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vince Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.

Dana Drori, Katie Finneran e Alan Ruck completam o elenco.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de dezembro.

‘M.O.D.O.K.’: Série animada do Hulu ganha novo teaser oficial; Confira!

O Hulu divulgou um novo teaser de ‘M.O.D.O.K.’, série em stop-motion produzida ao lado da Marvel Television.

A série tem estreia marcada para o dia 21 de maio.

Confira:

Episódio 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.” (escrito por Jordan Blum & Patton Oswalt; dirigido por Eric Towner & Alex Kramer) – O supervilão M.O.D.O.K. leva sua organização do mal, a A.I.M., à ruína, e é forçado a vendê-lo para a companhia de tecnologia GRUMBL. À medida que o megalomaníaco vilão luta para reconquistar controle de sua criação, ele arrisca perder algo ainda mais importante… Sua família!

Episódio 01×02: “The M.O.D.O.K. That Time Forgot” (escrito por Geoff Barbanell Itai Grunfeld; dirigido por Eric TownerAlex Kramer) – Em uma tentativa para reconquistar sua esposa, Jodie, M.O.D.O.K. a leva em uma viagem através do tempo para um concerto da banda Third Eye Blind que perderam anos atrás. Eles são atacados por um colega de M.O.D.O.K., que rouba a máquina do tempo e os prende no passado.

Leia a sinopse completa abaixo:

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

Confira o elenco oficial da produção:

Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.

Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.

Ben Schwartz como Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.

Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.

Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.

Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.

Jon Daly como Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.

Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.

 

‘O Mandaloriano’: Astro da série revela que 3ª temporada começa a ser rodada em setembro

Em uma recente aparição à Steel City Con, o astro Carl Weathers, intérprete de Greef Karga na aclamada série ‘O Mandaloriano’, revelou que a 3ª temporada começará a ser rodada oficialmente em setembro de 2021.

Como se não bastasse, Weathers também confirmou que retornará à cadeira de direção. Ele comandou a iteração “The Siege”, quarto capítulo da 2ª temporada.

“Vamos começar uma nova temporada de ‘O Mandaloriano’ no próximo mês”, ele disse. “Sim. E eu vou estar na frente das câmeras de novo e vou dirigir de novo”.

Lembrando que a série foi uma das grandes relembradas da cerimônia do Emmy Awards 2021, conquistando nada menos que 24 indicações (mesmo número do drama ‘The Crown’). Ela disputa em categorias como Melhor DramaMelhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Giancarlo Esposito Melhor Ator Convidado em Série de Drama para Timothy OlyphantCarl Weathers.

Os vencedores serão revelados no dia 19 de setembro.

O próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Amor, Sublime Amor’: Ariana DeBose conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro 2022

Os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro já estão sendo anunciados – e Amor, Sublime Amor conquistou seu primeiro prêmio.

Ariana DeBose foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Filme por seu incrível papel no filme.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Chromatica | Ranqueamos todas as músicas do aclamado 6º álbum de Lady Gaga

Há exatos dois anos, Lady Gaga retornava às raízes que outrora haviam-na colocado no topo do mundo com o aclamado e adorado Chromatica, seu sexto álbum de estúdio.

Contando com 16 faixas, a produção reuniu Gaga com vários nomes icônicos da indústria fonográfica, como Elton JohnAriana GrandeBLACKPINK para uma jornada em prol da saúde mental e do empoderamento que entraria para a lista dos melhores álbuns não apenas do ano, mas já da década. Mergulhando de cabeça no French-house e no EDMChromatica veio logo no início da pandemia do COVID-19 para lembrar os fãs de que a pista de dança sempre estará esperando por eles.

Em várias entrevistas promocionais, Gaga comentara sobre o processo de construção do disco, dizendo que “o que eu estou fazendo agora é um lembrete da liberdade que tenho como artista, mas também minha absoluta paixão pela música eletrônica, minha absoluta paixão pela habilidade de um computador fazer algo tão visceral e comovente” (via Apple Music).

No dia de hoje, 29 de maio, o álbum já completa dois anos desde seu lançamento oficial e, para celebrá-lo, montamos uma breve lista ranqueando todas as músicas da produção.

Confira abaixo:

13. “PLASTIC DOLL”

“Plastic Doll” é uma explosiva crítica à cultura pop e à objetificação e rotulação de artistas que desejam apenas mostrar o que têm para o mundo sem serem confinados a caixinhas intransponíveis. Novamente, a complexidade vai para muito além da sensorial atmosfera, trazendo reflexões atribuladas e bastante pertinentes para o momento em que vivemos.

12. “FUN TONIGHT”

“Fun Tonight” pode parecer bastante formulaica – mas, na verdade, Gaga utiliza uma sagacidade incrível para construí-la. Movida pelo EDM e pelo electro-pop, a faixa é revestida com uma máscara upbeat que entra em conflito com as densas mensagens assinadas pelas performer. De fato, a canção é uma amálgama de todos os problemas que Gaga enfrentou nos anos predecessores ao álbum e de que forma ela enfrentou esses obstáculos.

11. “1000 DOVES”

Quando nos aproximamos do final de Chromatica, fica bem claro que o álbum é uma experiência diferente dos outros álbuns de Gaga e que a produção parece ter um peso maior que qualquer outro elemento do disco. E isso fica bastante explícito com a contraditória sutileza explosiva de “1000 Doves”, uma ode ao house-pop que inicia o fim da jornada de autorreflexão arquitetada pela artista.

10. “STUPID LOVE”

Sete anos depois de sua última aventura no mundo pop, Gaga voltou com o lançamento de “Stupid Love”. O lead single do aclamado Chromatica trouxe os retumbantes elementos do dance-pop e do house para uma colorida, vibrante e envolvente jornada musical que quebrou recordes e que reacendeu o fogo de suas obras anteriores.

9. “FREE WOMAN”

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de Chromatica, Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

8. “SOUR CANDY”

Gaga não é conhecida por trazer inúmeras colaborações aos seus álbuns, mas Chromatica mostrou-se um lugar propício para “atirar para todos os lados”. Em “Sour Candy”, o deep house ganha vida com a junção épica ao grupo de K-pop BLACKPINK, além de levar para casa inúmeras honrarias.

7. CHROMATICA III + SINE FROM ABOVE”

Não há razão no mundo que explique a polarizada recepção de “Sine From Above” pela crítica internacional – principalmente considerando a poderosa produção exibida na faixa. Aqui, a eletrônica une duas gerações diferentes (Gaga e o lendário Elton John, que já têm uma história de anos) em uma narrativa de empoderamento e superação de medos e problemas. Não é surpresa que, depois do lançamento do álbum, a track tenha se tornado uma das favoritas dos ouvintes.

6. “CHROMATICA I + ALICE”

Contrariando nossas expectativas, Chromatica se inicia com um belíssimo, orquestral e cinemático arranjo que serve como prelúdio para o ambicioso mundo construído por Gaga. O atmosférico prólogo logo dá espaço para “Alice”, que mergulha no melhor do house, marcado por beat drops incríveis e consagrando-se como emocionante aventura muito mais profunda do que aparenta – recheada de pequenos detalhes que podem passar despercebidos quando ouvidos pela primeira vez.

5. “REPLAY”

Seguindo os passos das faixas que a antecederam, “Replay” é uma das assinaturas mais claras de Gaga e reitera uma capacidade quase única dessa lendária artista em transformar dor em arte. A canção é movida pelo mote “as cicatrizes em minha mente estão em repetição” e se joga de cabeça em um house-pop tão marcante que chega a ser impossível não ser arrastado para as pistas de dança por essa incrível música.

4. “ENIGMA”

Apesar de sempre entregar músicas icônicas, Gaga parece não prestar muita atenção nos desejos do público e acabou desperdiçando “Enigma”, assim como tantas outras faixas, de se tornar um single extremamente bem-sucedido de Chromatica. Afinal, a música parte de um preceito bastante claro que culmina em um explosivo refrão eletrônico auxiliado pelas notas ecoantes do piano e por questionamentos sobre o funcionamento da própria vida – uma vibrante e narcótica fusão de elementos que não desliza em nenhum momento.

3. “RAIN ON ME”

“Rain On Me” foi considerado a melhor música de 2020 por inúmeras razões: além da colaboração aplaudível entre Gaga e Ariana Grande, a faixa se tornou a música mais premiada do ano passado, além de ter sido a primeira colaboração feminina tanto a debutar em #1 na Hot 100 quanto a levar para casa o Grammy de Melhor Performance Pop Duo/Grupo. Chove em mim!

2. “BABYLON”

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o último álbum lançado por Gaga. A impecável conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

1. “CHROMATICA II + 911”

Estendendo suas referências a Daft Punk e a Giorgio Moroder, a combinação etérea de Chromatica II” e “911” não pode ser desassociada em nenhum momento. A cinemática apresentação do interlúdio é apenas pretexto para a explosão robótica do hino EDM, com toda a construção upbeat corroborando para as mensagens de saúde mental e para a conciliação de Gaga com seus demônios interiores.

‘A Ilha’: Joaquin Phoenix e Rooney Mara vão estrelar novo thriller dramático; Saiba mais!

Segundo o Collider, o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix e a indicada ao Oscar Rooney Mara foram escalados para estrelar o thriller dramático The Island’ (A Ilha).

Inspirada em eventos reais, a história acompanha um casal estadunidense desiludido com a sociedade dos anos 1930. O casal, então, trocam a civilização por sua própria ilha deserta, onde pretendem construir um paraíso particular e, essencialmente, viver como bem entenderem. Entretanto, quando um milionário aparece na ilha, os segredos dos dois se tornam uma sensação pública, atraindo a atenção de uma Condessa europeia.

O projeto será dirigido e escrito por Pawel Pawlikowski, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Ida’‘Guerra Fria’.

As gravações devem começar apenas em 2023, depois que Phoenix terminar as filmagens do vindouro ‘Coringa: Loucura a Dois’, em que co-estrela ao lado de Lady Gaga.

Esta é a primeira vez que Phoenix e Mara trabalharam juntos desde o drama histórico ‘Maria Madalena’, em 2018.

Mais informações não foram reveladas.

‘Doogie Kamealoha’: 2ª temporada do reboot de ‘Tal Pai, Tal Filho’ já está disponível no Disney+

A 2ª temporada de ‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce‘, reboot da clássica série oitentista ‘Tal Pai, Tal Filho‘, já está disponível no Disney+.

O novo ciclo foi lançado hoje, 31 de março, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A trama acompanha Lahela Kameāloha, uma garota de 16 anos com descendência asiática que tenta seguir a carreira de médica no Havaí, enquanto tenta conciliar com a vida de adolescente. Lahela contará com a ajuda da sua atrapalhada família. Enquanto sua mãe irlandesa é pavio curto e supervisora o hospital onde ela trabalha, seu pai havaiano luta para aceitar que sua filha não é mais uma garotinha.

A nova versão foi criada pela havaiana Kourtney Kang, que teve grande sucesso como roteirista de ‘How I Met Your Mother‘ e ‘Fresh Off the Boat‘.

Kang assina o roteiro, além de ser uma das produtoras executivas do projeto.

Peyton Elizabeth Lee, Kathleen Rose Perkins e Jason Scott Lee estrelam a produção.

Na versão original, Neil Patrick Harris vive um gênio adolescente, que tenta lidar com as complexidades da juventude, à medida em que atua como um médico licenciado em um programa de residência bem exigente. O enorme sucesso da produção, que no inglês se chama Doogie Howser, M.D., transformou a carreira do ator, lançando-o ao estrelato.

Tal Pai, Tal Filho‘ foi exibida entre 1989 e 1993.

‘O Assassino’: David Fincher ficou SURPRESO após ser aplaudido por cinco minutos no Festival de Veneza

O Assassino (The Killer), próximo filme de David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’), chega apenas em 10 de novembro à Netflix – mas teve sua primeira exibição no Festival de Veneza 2023.

Após a estreia mundial, tanto a produção quanto Fincher foram ovacionados em pé durante cinco minutos. O aclamado cineasta, por sua vez, ficou surpreso e em choque com a recepção e com os aplausos, não tendo ciência de que aquela era uma tradição italiana e tentando “escapar” daquilo.

Confira o vídeo:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 90% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 21 reviews até o momento. No Metacritic, o longa alcançou uma pontuação de 73/100, com base em 16 reviews.

Confira:

“É tão insensível quanto qualquer thriller de Fincher, ao mesmo tempo previsível em sua simplicidade, mas também estranhamente ousado por causa disso” – IndieWire.

“Um thriller completo e divertido” – London Evening Standard.

“O filme cumpre seu propósito com uma resolução gelada e ondulante de dióxido de carbono líquido” – Daily Telegraph.

“Fincher no modo divertido e Fassbender arrasando. Acerta em cheio” – Total Film.

“Alguns momentos do filme fazem o sangue ferver, mas, fora isso, O Assassino é curiosamente inerte, suas rodas girando com pouca tração” – Vanity Fair.

A produção traz nomes como Michael Fassbender, Tilda Swinton e a brasileira Sophie Charlotte no elenco.

Ao longo da história, um cruel assassino terá que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O Assassino é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

SAG Awards 2024 | Elizabeth Debicki leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘The Crown’

A leva final de episódios de The Crown’ já chegou à Netflix e, agora, a plataforma de streaming está colhendo os frutos de uma ótima temporada.

Durante a cerimônia de vencedores do SAG Awards 2024Elizabeth Debicki foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por sua incrível performance como Princesa Diana.

O ciclo de encerramento traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) como a Rainha Elizabeth II e Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) como a Princesa Diana.

O elenco também conta com Dominic West (‘The Wire’) como o Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Olivia Williams (‘O Pai’) como Camilla Parker, Ed McVey como o Príncipe William, Meg Bellamy como Kate MiddletonKhalid Abdalla como Dodi Fayed e mais.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Umbrella Academy’: 4ª e ÚLTIMA temporada estreia na Netflix!

A 4ª e última temporada de The Umbrella Academy já está disponível na Netflix.

O ciclo de encerramento foi lançado na plataforma de streaming hoje, 08 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

https://youtu.be/oOFIxbotYCU?si=hZfLzAo7alF0ywYq

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Cinderela | Os 75 anos de uma das animações mais CONHECIDAS da Disney

Com a ascensão inevitável da II Guerra Mundial, os estúdios Walt Disney voltaram-se para a produção de curtas-metragens animados e didáticos como forma de conscientizar a população acerca da ideologia nazifascista que se alastrava pela Europa e que ameaçava cruzar os oceanos e invadir a América. Não é nenhuma surpresa que o grande magnata do entretenimento tenha se afastado de suas grandes produções cinematográficas como Pinóquio’ e Dumbo’ para focar em uma vertente mais cômica e que apresentasse um nacionalismo exacerbado com o intuito de abraçar os países vizinhos e conseguir aliados para um futuro certamente polarizado – e é justamente aí que personagens como Zé Carioca e Panchito, representando países latinos como Brasil e México.

Eventualmente, a companhia enfrentou uma de suas piores crises financeiras ao perceber o parco sucesso iminente que tais obras faziam, ainda que realizadas com maestria notável; suas narrativas inclinavam-se a investidas documentais ao invés de resgatar o sobrenatural e o fantástico de outras histórias, e acabaram funcionando como tapa-buracos de uma época em que o escopo socioeconômico girava em torno da questão bélica – e os recursos eram disponibilizados para os soldados e para as tropas aliadas que embarcavam em uma jornada de vida e morte. Com o fim da segunda Grande Guerra, Disney conseguiu canalizar os seus esforços mais uma vez para a adaptação de clássicos da literatura mundial e então realizou um de seus grandes longas-metragens que salvarão a companhia de ceder à ruína total: Cinderela.

Baseado no conto de Charles Perrault, a trama principal gira em torno de uma pobre moça que vê sua vida mudar bruscamente após a morte do pai, a partir da qual é diminuída para o patamar de uma açoitada empregada doméstica que vive à mercê das compulsões mandatórias de suas duas meias-irmãs mimadas e de uma cruel madrasta que consegue encarnar o próprio demônio quando quer. É claro que o grupo de roteiristas não adaptou na íntegra tal tour-de-force, mas conseguiu absorver seus pontos principais para criar um mini musical que inclusive possibilitou a insurgência de um dos hinos mais conhecidos desse panteão animado – A Dream Is a Wish Your Heart Makes”, cuja tradução resgata todo o sentimento de esperança que foi perdido durante os árduos anos da guerra, além de fornecer uma perspectiva floreada para a próxima geração a consumir os produtos audiovisuais.

É claro que tal narrativa segue o mesmo padrão utópico de Branca de Neve e os Sete Anões’, baseando-se em uma fórmula que funcionaria por várias décadas até chegar a uma contemporaneidade assertiva e que não mais dialogava com os valores e as morais defendidas por uma sociedade conservadora. Mesmo assim, Cinderela representa um grande avanço em termos de construção de personagem, se afastando, mesmo que a passos curtos, de um excessivo floreio estereotipado de suas princesas para lhe dar um senso um pouco mais crítico do que acontece a seu redor. Obviamente a personagem-título aceita o seu lugar dentro do imenso casarão, mas por falta de perspectiva futura até que um certo acontecimento lhe dá uma chama de esperança.

O trio de diretores por trás da animação, formado por Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske, faz questão de aprender com os erros do passado e conseguir arquitetar em pouco menos de oitenta minutos algo conciso e que seja muito equilibrado para cada um de seus personagens. Em outras palavras, os inúmeros coadjuvantes têm o seu protagonismo e o seu momento de brilhar, sem serem esquecidos ou colocados de lado – e é justamente aí que entram figuras antropomorfizadas como os memoráveis ratinhos Jaq e Gus, representando os reais amigos de Cinderela e seus fiéis ajudantes. Até mesmo Bruno, o cachorro, tem um arco interessante quando colocado ao lado de um dos antagonistas, o gato Lúcifer – cujo nome conversa diretamente com sua personalidade evasiva e mesquinha.

Sem dúvida alguma, os maiores créditos residem na criação dos arqui-inimigos de nossa protagonista. Mais uma vez, é possível notar um claro afastamento dos maniqueísmos de Branca de Neve’, no qual a encarnação da Rainha Má seguia apenas uma linha e tinha um objetivo infundado de apenas “tornar-se a mais bela do Reino” – ora, nem mesmo um nome ela tinha, caracterizando-se como uma personalidade intangível. Aqui, por outro lado, temos as insuportáveis Drizella e Anastasia – que também arrancam algumas risadas e alguns suspiros de ódio -, comandadas pela terrível Lady Tremaine. A matriarca da família é mais uma prova da quantidade de esforço exercido pelas mentes criativas dos estúdios Disney para vilãs e vilões, tentando colocar-lhes em um arco consideravelmente inteligível e que se afaste dos clichês convencionais dos contos de fada: ela é graciosa, refinada e mesmo assim não tem papas na língua quando desmerece ou menospreza todo o trabalho que sua enteada faz na casa, influenciando suas próprias filhas de sangue a acabarem com os sonhos da pobre jovem de ir ao baile real.

E é claro que não podemos nos esquecer de uma das personagens mais lidas e relidas de todos os tempos – a adorável fada-madrinha, que não apenas tornou-se o grande arquétipo conselheiro da trama, como foi levada para inúmeras animações posteriores da companhia. Aqui, a feiticeira utiliza de sua boa vontade para conceder uma chance de mudança para Cinderela ao, através da alegre e otimista Bibbidi-Bobbidi-Boo”, transformá-la em uma verdadeira princesa e lançando a tendência narrativa conhecida como rags-to-riches (dos trapos à riqueza, em tradução livre), que serviria de base para inúmeros coming-of-ages do Cinema.

A animação também excede no quesito técnica: após várias tentativas de tornar a rotoscopia o mais natural possível, essa nova investida consegue fundir os cenários prontos e os desenhos adicionados em camadas similares e que permitam outras brechas, incluindo a manipulação da grandiosidade das sequências e das ambiências principais. Em diversos momentos, os enquadramentos prezam pela opulência e pela majestuosidade em contraste com a pouca animosidade de seus personagens mais ricos, os quais estão mergulhados em um ciclo de superficialidade constante que deseja mais o status social que qualquer outra coisa.

Em suma, Cinderela pode ter problemas pontuais, mas não podemos negar que traz uma narrativa envolvente e que nos devolve pouco a pouco algo que vários de nós perdemos ao longo do tempo: a capacidade de sonhar e de acreditar em um futuro mais próspero.

Bionic – 15 Anos | As MELHORES músicas do álbum mais subestimado de Christina Aguilera

Christina Aguilera é um dos nomes mais conhecidos da indústria fonográfica – e uma cantora com voz notável que imediatamente é reconhecível por guturais rendições e músicas icônicas que até hoje permeiam nossa existência. Como se não bastasse, Aguilera é uma das artistas mais prolíficas da última geração, tendo vendido mais de 75 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Entretanto, muitos consideram que a musicista carrega consigo uma mancha na carreira. Com exceção dos fãs, Bionic permaneceu na obscuridade por muito tempo – e, em seu aniversário de quinze anos, é mais que necessário trazermos essa brilhante obra de volta aos holofotes, tentando ao máximo fazer jus ao que a cantora e compositora queria nos mostrar com uma virada tremenda em sua identidade sonora.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções desse subestimado compilado de originais.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “I AM (STRIPPED)”

Apesar da falta de edição clara do álbum, Bionic abre espaço para algumas das produções e rendições mais diferenciadas e experimentais da artista. No final do disco, temos a faixa de encerramento “I Am (Stripped)”, uma elegante balada em que a cantora se mostra vulnerável e humana – e devo dizer que, em qualquer outro lugar, essa arquitetura quase minimalista teria funcionado com o potencial do qual se vale.

4. “SEX FOR BREAKFAST”

O blasfemo e controverso liricismo do álbum pode até ter sido comparado com álbuns que vieram anteriormente, mas é inegável dizer que Aguilera trouxe um toque único para absolutamente tudo o que desejou colocar em voga. “Sex for Breakfast”, nesse quesito, é uma inteligente e envolvente balada que se mascara com a presença inesperada de sintetizadores e não pensa duas vezes antes de deixar estampado o que quer passar.

3. “BIONIC

Apesar dos claros deslizes, o ponto de maior foco é o audacioso e sinestésico projeto do qual Aguilera se dispõe. Seguindo os passos de suas conterrâneas, porém com maior “resplandecência”, por assim dizer, ela fez algo que estaria fora de seu radar, talvez numa busca por reencontrar-se ou descobrir um novo lado. Enquanto vários entendem a faixa-título como uma espécie de “surto” fonográfico, sente-se uma vigorosa paixão de Christina em fazer aquilo que mais ama e sem se preocupar com a resposta que receberá.

2. “VANITY”

Bionic insurgiu como pioneiro em diversos aspectos – ainda mais trazendo para discussão temas críticos como sexualidade, sensualidade e pós-feminismo. Ao longo de letras cruas demais para serem absorvidas de uma vez, “Vanity”, de longe uma das melhores entradas do álbum, é um orgulhoso solilóquio guinado por batidas instigantes de electro-pop e que, sem sombra de dúvida, merecia mais atenção do que teve.

1. “NOT MYSELF TONIGHT”

O lead single do álbum, “Not Myself Tonight”, foi o primeiro gostinho de uma repaginada completa da identidade que Aguilera havia eternizado em seu álbum anterior, ‘Back to Basics’. Infundida com electro-pop, future-pop e breves incursões do R&B em uma explosão sonora, a faixa é uma celebração clara da libertação e do empoderamento sexual da cantora e compositora, contando com versos viscerais e um videoclipe recheado de menções a fetiches – principalmente no tocante ao BDSM.

E, apesar de ter sido recebida com críticas mornas à época do lançamento, é notável como a faixa posa como uma das mais exultantes e interessantes da discografia da cantora – motivo pelo qual se encontra em primeiro lugar na nossa lista.

‘Um Conto de Natal’: Ian McKellen e Tramell Tillman entram para a nova adaptação do clássico

Segundo o DeadlineIan McKellen (‘O Senhor dos Anéis’) e Tramell Tillman (‘Ruptura’) foram escalados para o elenco da nova adaptação do clássico natalino Um Conto de Natal, de Charles Dickens.

Acredita-se que Tillman dará vida ao Fantasma do Natal Presente. Nenhuma informação sobre o papel de McKellen foi divulgada.

A dupla se junta ao previamente confirmado Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’), que será o rabugento protagonista Ebenezer Scrooge.

Intitulada ‘Ebenezer: A Christmas Carol‘, a nova versão será dirigida por Ti West (‘Pearl’).

A trama acompanha a jornada sobrenatural de um homem para enfrentar seu passado, presente e futuro e lutar por uma segunda chance.

Andrea Riseborough (‘Possessor’) também estrelará o longa.

O roteiro da nova versão é assinado por Nathaniel Halpern.

O filme será lançado pela Paramount Pictures, e está programado para o dia 13 de novembro de 2026.

Vale lembrar que o aclamado cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa’) também está desenvolvendo uma adaptação. Sua versão deve ser estrelada por Willem Dafoe.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

#CinemaCon 2026: Confira o logo do novo REBOOT de ‘Resident Evil’!

Após o sucesso de ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, Zach Cregger está em vias de nos entregar um ambicioso reboot de ‘Resident Evil‘. A Sony pagou a ele US$ 20 milhões para comandar este reboot e deu-lhe total liberdade para fazer o que bem entendesse com a franquia.

Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP está participando in loco, foi revelado o logo oficial da nova versão.

Veja abaixo:

Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Lembrando que a nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.

Agora resta esperar para ver se o hype vai sobreviver até a estreia — ou se estamos diante de mais um falso alarme em Raccoon City.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

‘Final Fantasy XIV’ ganhará série de tv em live-action

O site Bloody Disgusting informou que uma série live-action baseada em ‘Final Fantasy XIV‘ será desenvolvida pela Sony Pictures Television em parceria com a Hivemind, produtora responsável pela adaptação de ‘The Witcher’ para a Netflix.

A série contará uma história original ambientada no mundo de Eorzea e mostrará a luta entre a magia e a tecnologia numa jornada em busca da paz para um reino em conflito.

A série irá introduzir personagens inéditos ao universo da franquia, ao mesmo tempo em que eles irão interagir com alguns já conhecidos.

O roteiro ficará por conta de Ben Lustig e Jake Thronton.

Por enquanto, a série de ‘Final Fantasy XIV‘ ainda não tem previsão de estreia.

Karen Gillan revela segredo para se distrair pelas próximas semanas; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Karen Gillan, a Nebulosa de ‘Guardiões da Galáxia‘, compartilhou um divertido vídeo mostrando como faz para se distrair durante o período de quarentena.

No vídeo, ela revela que está aproveitando para treinar karaokê, e parece estar muito animada, cantando e se sacudindo.

A atriz publicou uma série de vídeo como esse e diversos fãs concordaram que é uma ótima dica!

Confira:

 

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Quarantine karaoke

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Quarantine karaoke part 2

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A Nebulosa é uma das personagens do MCU que mais evoluiu ao longo dos filmes, deixando de ser vilã secundária para se transformar numa grande heroína em ‘Vingadores: Ultimato‘.

No entanto, os fãs estão se perguntando se a história da personagem será concluída em Guardiões da Galáxia Vol.3’.

Durante uma entrevista para o Fandom, Gillan foi questionada se o público irá se despedir da filha de Thanos na sequência, e surpreendeu ao dizer:

“Não acho que a história dela tenha terminado, pelo contrário. Sinto que está apenas começando. Nós a conhecemos quando ela estava vulnerável e fragmentada, mas ao longo dos filmes, ela superou todo o abuso que sofreu na vida, mas isso não foi o fim. Eu acho que o mais interessante será descobrir o que vem depois disso, porque ela foi curada, mas ainda restam cicatrizes, é aí que a história dela vai começar de verdade.”

Embora a resposta seja animadora, parece apenas uma opinião pessoal da atriz, então resta torcer para que a Marvel continue explorando sua trajetória depois de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′.

Lembrando que a equipe também vai aparecer em ‘Thor: Amor e Trovão‘, que estreia em novembro de 2021.

A confirmação foi feita por Vin Diesel, que interpreta Groot e que dará às caras no longa-metragem juntamente a Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Bradley Cooper (Rocket Raccoon), Pom Klementieff (Mantias), Dave Bautista (Drax) e Karen Gillan (Nebula).

“Estou empolgado com o que vem a seguir. Taika falou comigo e eu estarei no filme, Thor irá incorporar os Guardiões”., disse ele ao Comic Book.

O grupo se junta ao previamente anunciado Christian Bale, que viverá o antagonista. Detalhes sobre o personagem não foram revelados.

Os primeiros rumores indicavam que o ator iria interpretar o corrupto chefe de Roxxon, Dario Agger, ou até mesmo Adam Warlock.

Porém, segundo o Illuminerdi, Bale na verdade viverá um “vilão alienígena”. Especula-se que será Gorr, o Carniceiro dos Deuses, um dos principais vilões de Thor nos quadrinhos.

Gorr dedicou sua vida inteira a caçar e matar deuses por todo o universo e um desses casos ele acabou chegando na terra e matando alguns deuses antigos até ser confrontado pelo jovem Thor Odinson.

 

Anteriormente, o diretor Taika Waititi revelou à Entertainment Weekly que o filme será mais ousado e mais brilhante que o anterior, ‘Ragnarok’.

“O próximo filme do Thor que estou fazendo, basicamente, nos leva mais uma vez para o espectro da aventura. Essa foi a coisa que mais gostei sobre fazer ‘Ragnarok’, parecia que estávamos colocando Thor em uma aventura super legal. Há sempre coisas novas para ver e fazer, e neste, acho que vamos dobrar muitas coisas e criar algo maior, mais ousado e mais brilhante. Teremos coisas muito loucas no filme”.

Por enquanto, Lawrence e a Marvel ainda não se pronunciaram sobre a informação, então considere como rumor.

Lembrando ‘Thor: Amor e Trovão‘ estreia em 05 de novembro de 2021.

‘Homem-Aranha 3’: Fãs estão SURTANDO com o retorno de Andrew Garfield, Kirsten Dunst e Alfred Molina

Parece que o Aranhaverso está mesmo virando realidade depois que Alfred Molina, Andrew Garfield e Kirsten Dunst foram confirmados ao elenco do vindouro ‘Homem-Aranha 3‘.

Para quem não se lembra, Molina deu vida ao Dr. Octopus em Homem-Aranha 2‘ (2004), enquanto Dunst foi a Mary Jane Watson.

Garfield foi o segundo ator a interpretar Peter Parker nas telonas e fez sua estreia em ‘O Espetacular Homem-Aranha’ (2012).

Pelo visto, Tobey Maguire e Emma Stone também estão em negociações para reprisarem seus papéis como Parker e Gwen Stacy.

Como não poderia ser diferente, os fãs estão surtando nas redes sociais, já que a reunião entre as três versões do Cabeça de Teia era algo aguardado há vários anos.

Alguns internautas ainda disseram que a notícia é como um sonho que se realiza.

Confira as reações:

Dr. Octopus e Electro retornam! O que mais queremos ver em ‘Homem-Aranha 3’?

Após o anúncio, tudo indica que a Marvel Studios e a Sony Pictures estão lentamente montando o quebra-cabeças para anunciar seu Aranhaverso em live-action nos cinemas.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Pantera Negra 2’: Vídeo dos bastidores traz intensa perseguição de carros; Assista!

As principais gravações de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ estão acontecendo a todo vapor no Tyler Perry Studios em Atlanta, nos EUA.

Mas diversas cenas da segunda unidade estão sendo gravadas pelas ruas de Cambridge, em Massachusetts, como uma intensa perseguição de carros.

Em seu perfil do Twitter, um repórter do The Direct compartilhou vídeos das cenas e revelou que a perseguição é protagonizada por Shuri (Letitia Wright) e Okoye (Danai Guria).

Confira:

“Shuri e Okoye (em uma moto suja e um muscle car, respectivamente) perseguem uma van cinza. Elas perseguem uma moto enquanto dão uma volta para outra tomada.”

Anteriormente, as estrelas foram fotografadas enquanto gravavam outras cenas.

Confira, com imagens de Dominique Thorne (‘Judas e o Messias Negro’) como Riri Williams, a ‘Coração de Ferro’.

Confira:

Uma página do Twitter também entregou as primeiras pistas sobre a introdução da personagem ao MCU.

As imagens mostram veículos sendo transportados para Worcester, Massachusetts, e apresentam uma identificação de ‘Cambridge’.

Cambridge Massachusetts, é a localização do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a escola que Riri frequenta enquanto constrói o traje da Coração de Ferro.

Então é possível que o filme mostre certos detalhes da jovem idealizando o projeto, que será mais explorado na série da Disney+.

Confira as imagens:

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do filme que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Lembremos que o ator mexicano Tenoch Huerta será o Namor.

O filme tem estreia marcada no Brasil para o dia 07 de julho de 2022.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Mulher-Hulk’ ganha suposta data de estreia e nova sinopse deve IRRITAR os fãs; Entenda!

De acordo com o CBM, o site oficial da Marvel no Reino Unido divulgou uma sinopse preliminar da série da ‘Mulher-Hulk‘ e anunciou a estreia da atração para 17 de agosto.

Para a tristeza de alguns fãs, a sinopse confirma rumores de que a série terá uma temática voltada ao gênero da comédia, já que a heroína terá noção de que é uma personagem de quadrinhos e vai quebrar a 4ª parede para interagir com o publico.

Confira:

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

Apesar de não haver nada confirmado oficialmente, a publicação foi editada para remover qualquer menção à sinopse e à estreia da série, listando-a apenas como um ‘futuro lançamento,’ junto com ‘Invasão Secreta’ e ‘Coração de Ferro’.

Como a informação foi vazada antes da hora, é possível que a Marvel e a Disney+ façam um anúncio sobre a estreia em breve.

Só nos resta aguardar.

E aí, você está animado para acompanhar a atração?

Lembrando que o elenco também conta com Ginger GonzagaRenée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Anu Valia entra como co-diretora ao lado de Kat Coiro.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tornou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.

Segundo o site The Direct, a série trará um aspecto bastante interessante e particular do Universo Cinemático Marvel à vida: a quebra da quarta parede.

As informações indicam que haverá “diversos momentos” em que Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Maslany) irá conversar diretamente com o público. Além disso, acredita-se que Jennifer terá ciência de que é um personagem dentro do MCU.

Vale lembrar que, apesar das similaridades com ‘Deadpool’ (que faz utilização do mesmo recurso nos filmes e nos quadrinhos), Mulher-Hulk não é estranha à quebra da quarta parede, como fez nas HQs The Sensational She-Hulk, de John Byrne, em que constantemente zombava dos heróis e fazia questão de lembrá-los de que “não eram reais”.

Atores e atrizes dos próximos projetos do DCU já foram escalados, revela James Gunn

No início da semana, os presidentes da DC Studios, James GunnPeter Safran, anunciaram dez projetos para o futuro do DCU, divididos entre cinema e TV.

Intitulado ‘Gods and Monsters’ (Deuses e Monstros), o cronograma inclui cinco filmes (‘Superman – O Legado’, ‘The Authority’, ‘The Brave and the Bold’, ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’ e ‘Monstro do Pântano’) e cinco séries para a HBO Max (‘Creature Commandos’, ‘Waller’, ‘Booster Gold’, ‘Lanterns’ e ‘Paradise Lost’).

E, durante uma entrevista para o Comic Book, Gunn revelou que alguns atores e atrizes já foram escalados para darem vida aos personagens mencionados…

“O que estamos fazendo com o DCU é que estamos tendo a animação ligada diretamente aos projetos live-action, seja na televisão, no cinema e nos jogos, todos interligados no mesmo universo. Vamos escalar atores que poderão interpretar os personagens em ‘Creature Commandos’, bem como em outras coisas, algumas das quais já escalamos.”

Uma escalação óbvia é a de Viola Davis como Amanda Waller na vindoura série da personagem.

Agora só nos resta aguardar para saber quais são os nomes que vão compor o panteão super-heroico nessa nova era da DC.

E aí, quais suas suas apostas?

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.

Em entrevista ao ComicBook.com, Gunn e Safran revelaram a estratégia de lançamento dos projetos, dizendo que pretendem lançar quatro títulos por ano.

A DC Studios planeja lançar “provavelmente dois filmes e provavelmente duas séries da HBO Max por ano”, conforme explica Safran. Por enquanto, sabe-se que ‘Superman’ será o primeiro longa-metragem e que, ao lado dele, teremos o lançamento de Waller (spin-off de ‘Pacificador’) e de Creature Commandos.

Quando questionado se a DC Studios continuará a seguir essa estratégias no anos seguintes a 2023, Gunn disse que o plano é “algo como isso”.

Mais detalhes não foram revelados.

As notícias de remodelamento do DCU, ainda que tenham animado os fãs, causaram reações mistas nos jornalistas internacionais.

Confira:

“Meus pensamentos são… Ainda é MUITO #DC para melhor ou para pior. NÃO parece em nada com a #Marvel, de jeito nenhum. Na verdade, é uma espécie de pegada ao estilo Snyder em termos de ênfase em ‘mitos’. A apresentação pode mudar minha mente, temos que ver o tom.”

“Ainda não posso dizer nada sobre o que estava fazendo hoje (embora muitos de vocês sejam bons adivinhadores), mas direi que hoje foi um daqueles dias em que realmente amo meu trabalho e estou muito animado para trabalhar muito para poder passar ao longo de muitas (e muitas) novidades incríveis para você o mais rápido possível.”

“Não tenho permissão para dizer o que sei sobre os anúncios da DC, mas estou pensando seriamente em ficar offline amanhã. Interprete isso como quiser.”

‘The Boys’: Dois personagens de ‘Gen V’ são confirmados no futuro da franquia

O retorno de Cate Dunlap (Maddie Phillips) e Sam Riordan (Asa Germann) ao universo de ‘The Boys‘ está oficialmente confirmado.

A notícia foi anunciada através do Twitter, na página da Vought International, que descreveu os personagens da derivada ‘Gen V‘ como heróis após a sangrenta batalha do episódio final.

A publicação parece mostrar a mesma reportagem que o Capitão Pátria (Antony Starr) assiste nos momentos finais da season finale, afirmando erroneamente que foram Cate e Sam que salvaram o campus da Universidade Godolkin do ataque de Marie, Emma, ​​Andre e Jordan.

Confira:

“Das cinzas da tragédia, uma nova geração de heróis vai surgir. Curta, compartilhe e nos siga para agradecer aos novos Guardiões de Godolkin por sua coragem em salvar a vida de inúmeros estudantes. Cate Dunlap e Sam Riordan vão retornar!”

Lembrando que o spin-off já foi renovado para a 2ª temporada, e o último episódio da 1ª já está disponível no catálogo do Prime Video.

Primeiras Impressões | Gen V: Série derivada subverte a geração Z ao melhor e mais sangrento estilo de The Boys

Relembre o trailer:

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.” 

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

‘Os Fantasmas se Divertem’ pode ganhar 3º filme? Tim Burton responde!

Com estreia marcada para 05 de setembro, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ demorou 35 anos para ser desenvolvido, dando continuidade à história estrelada por Michael Keaton e Winona Ryder em 1988.

O lançamento de uma sequência acendeu a esperança de alguns fãs em verem uma trilogia, algo que é muito comum em grandes franquias.

No entanto, este não será o caso, como deixou claro o diretor Tim Burton.

Durante uma coletiva de imprensa no Festival de Cinema de Veneza, o cineasta disse à Variety que não pretende revisitar este universo após a sequência, sugerindo que o longa traz um encerramento para a trama.

“Vamos fazer as contas. Levou 35 anos para fazer ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘. Então, em um terceiro, eu teria mais de 100 anos. Só seria possível graças à ciência. Mas, não acho que vai acontecer.”

E aí, você está animado para o novo filme?

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Assista ao trailer:

 

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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CEO da Paramount revela CONFLITO com Tom Cruise durante a produção de ‘Missão Impossível 7’

Brian Robbins, CEO da Paramount Pictures, abriu o jogo sobre os bastidores da produção de ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um’, revelando que houve um conflito com o astro Tom Cruise durante o processo de filmagem.

O longa-metragem foi amplamente afetado pela pandemia e precisou passar por várias pausas, o que resultou em um aumento considerável no orçamento.

“Digamos que o estúdio, a produção e Tom [Cruise] estavam em desacordo sobre a direção, e havia um impasse acontecendo. Tivemos que apertar o botão de pausa. Eles estavam presos em como iriam avançar com Acerto de Contas Parte Dois enquanto terminavam a Parte Um”, explicou Robbins para a Variety.

“Era uma questão de produção, sobre o alcance do que estava sendo pedido. E a pergunta que precisávamos fazer era se precisamos disso e por quê? E então qual será o tamanho e quanto tempo isso vai demorar?”, acrescentou o CEO.

Robbins destacou que a questão central envolvia a sequência de abertura do filme, que incluía cenas com submarinos.

Inicialmente, a ideia era que essa sequência aparecesse apenas no próximo filme da franquia, mas a equipe teve que lidar com a decisão de como incorporá-la à Parte Um.

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1‘ continua em exibição nos cinemas. Apesar de ter sofrido uma queda de 62% em relação ao fim de semana de abertura nos EUA, o longa já arrecadou US$ 370 milhões mundialmente.

Assista a nossa crítica:

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1‘ é dos mesmos roteiristas e diretor dos sucessos ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ (2018) e ‘Missão: Impossível – Nação Secreta‘ (2015). O mundo corre grande perigo e o implacável agente do MI6 Ethan Hunt (Tom Cruise) está de volta em mais uma aventura de tirar o fôlego. Dessa vez, o ex-diretor da CIA Eugene (Henry Czerny) deixa claro para ele que essa será a mais importante e perigosa missão de sua vida, uma inteligência artificial chamada A Entidade. Hunt poderá contar com os parceiros Benji (Simon Pegg), Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) e Luther (Ving Rhames). Enquanto o time de vilões (Esai Morales, Vanessa Kirby e Pom Klementieff) fará de tudo para impedir o

O elenco do novo filme conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’), Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

‘Guerra Civil’: EUA está em caos em novas imagens do longa estrelado por Wagner Moura e Kirsten Dunst; Confira!

‘Guerra Civil’, o novo filme da A24, estrelado por Wagner Moura (‘Narcos’) e Kirsten Dunst (‘Ataque dos Cães’), ganhou novas imagens destacando os Estados Unidos em caos.

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

Confira junto ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Alex Garland, conhecido também por ‘Ex_Machina’, o filme se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos, onde a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson e Nick Offerman.

Pierce Brosnan reflete sobre interpretar um veterano de 92 anos em ‘The Last Rifleman’

Pierce Brosnan falou recentemente sobre ‘The Last Rifleman’, longa no qual interpreta um veterano da Segunda Guerra Mundial de quase 93 anos, lidando com as dores do passado.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator revelou que, de algumas maneiras, se conectou profundamente com o personagem.

“Eu achei que era uma história muito comovente, e ela me levou de volta a uma parte da Irlanda que eu não conhecia”, disse Brosnan sobre o filme, que foi filmado em Belfast.

“Meu padrasto foi um veterano da Segunda Guerra Mundial. Ele era escocês, de Glasgow, e falava pouco sobre a guerra, mas estava no regimento de tanques. Ele mencionava um incidente específico que o assombrava”, concluiu.

Para viver o papel de Artie Crawford, o ator de 71 anos passou por um processo de maquiagem que durava quase duas horas antes das filmagens e depois gastava quase uma hora removendo tudo ao final de cada dia.

“Foi um pouco desafiador”, admite Brosnan. “Havia uma espécie de meditação todas as manhãs, em que eu me sentava na cadeira, e eu tinha dois artesãos maravilhosos que me transformavam no Artie”.

No filme, Brosnan contracena também com John Amos, que faleceu em agosto, aos 84 anos. “Ele foi um homem que viveu uma grande vida, um ator e artista maravilhoso. Ele tinha o coração mais forte e corajoso como ator no seu tempo”.

‘The Last Rifleman’ está disponível no Prime Video.

“Artie Crawford, um veterano da Segunda Guerra Mundial, descobre, em sua casa de repouso, sobre as comemorações dos 75 anos do desembarque na Normandia. Determinado a participar, Artie planeja uma fuga e embarca em uma jornada inspiradora e extraordinária”, diz a sinopse.

O longa é estrelado por Pierce Brosnan, Clémence Poésy, Desmond Eastwood, John Amos, Jürgen Prochnow, Stella McCusker e Samuel Bottomley.

Michael B. Jordan revela desejo de adaptar animes para live-action

Michael B. Jordan, astro conhecido por seus papéis em ‘Creed’ ePecadores, surpreendeu os fãs ao revelar seu desejo de, no futuro, adaptar animes para versões live-action. Embora não tenha citado nenhum título específico que pretende produzir, o ator expressou grande interesse nesse tipo de projeto.

Conforme o ComicBook, Michael B. Jordan comentou sobre seus planos atuais e futuros:

“Estou fazendo Thomas Crown, vou dirigir meu próximo filme, The Thomas Crown Affair. Esse é um filme que venho tentando fazer, ou querendo fazer, nos últimos 13 anos ou mais. Então, esse é um projeto importante para mim”, disse Jordan.

“Sabe, quero produzir mais, dirigir mais. Talvez encontrar um anime, fazer uma versão live-action desse anime. Eu amo animação e anime. Então, só tentando… talvez algo nessa área para dar uma renovada”, acrescentou.

Quando perguntado sobre quais animes está assistindo atualmente, Jordan revelou que acompanha algumas séries de ação que, em sua opinião, têm potencial para uma adaptação:

“A nova temporada de Fire Force acabou de sair, então estou assistindo. Tem outro, Fate/stay night, que é outro anime que tenho assistido, anime é incrível, realmente fenomenal. E a ação é muito legal também”, concluiu.

‘Stranger Things’: Sadie Sink revela que chegou a dormir durante as gravações da 5ª temporada

A 5ª temporada deStranger Things já está disponível na Netflix e a estrela Sadie Sink, que interpreta Max Mayfield no fenômeno da plataforma, compartilhou uma curiosidade inusitada sobre as gravações do novo ano.

Em entrevista à Variety, a jovem atriz revelou que chegou a dormir durante as filmagens das cenas de sua personagem, que se encontra em coma:

“Sim, sim, eu fiz, porque filmamos todas as cenas do coma em um dia. Então todo mundo estava se mexendo ao meu redor como fazem em todas as cenas do hospital. E diferentes atores entravam e saíam para conversar comigo ou simplesmente na minha frente. E eu realmente não precisava me mover. Então, eu cochilei algumas vezes”, afirmou.

A atriz também celebrou a direção de arte e a capacidade da série de recriar diferentes épocas durante as gravações, especialmente a recriação da década de 1950, que trouxe conexões surpreendentes com a peça teatral do universoStranger Things:

“Foi realmente, muito legal. Quero dizer, Stranger Things é simplesmente muito bom na direção de arte, figurino, cabelo e maquiagem. Eles acertaram nos anos 80. Quer dizer, eu não morei nos anos 80, mas pelo que ouvi, é muito preciso”, acrescentou.

“E foi legal vê-los enfrentando os anos 50, e achei que fizeram um trabalho incrível nisso também. Eu simplesmente não conseguia parar de pensar nas conexões com a peça. Achei isso genial. E essa também foi a última semana de filmagem em que fizemos aquelas coisas [do corredor da Hawkins High School dos anos 1950]”, concluiu.

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

O segundo volume da última temporada de ‘Stranger Things‘ estreará no dia 25 de dezembro, às 22h. O capítulo final, no entanto, tem transmissão agendada para 31 de dezembro, às 22h.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.