Foi divulgado o cartaz do filme-catástrofe ‘Tempestade: Planeta em Fúria‘ (Geostorm), que traz várias cidades do mundo sendo destruídas por tempestades, incluindo Rio de Janeiro, Nova York, Hong Kong, Dubai e Mumbai.
Em ‘Tempestade: Planeta em Fúria‘, um criador de satélites (Gerard Butler) precisa trabalhar em parceria com seu irmão para salvar o planeta de uma tempestade de proporções épicas.
A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.
O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.
O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.
‘Venom‘ ganhou um trailer voltado para o mercado internacional, que traz a cena com She-Venom.
Assista:
O filme continua trilhando um caminho de sucesso nas bilheterias mundiais e está prestes a bater um novo recorde.
Segundo a Forbes, o filme está prestes a se tornar mais lucrativo que qualquer outro filme solo do ‘Homem-Aranha‘.
O faturamento global atual é de US$ 508 milhões, contra um orçamento de US$ 100 milhões, que resulta em um multiplicador de 5,08x.
Com isso, ‘Venom‘ já se mostrou mais lucrativo do que ‘Homem-Aranha – De Volta ao Lar‘ (5.03x) e todos os outros filmes anteriores, sendo o menos lucrativo deles ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘, que rendeu um multiplicador de apenas 2.78x.
O único filme do cabeça de teia mais lucrativo até agora foi ‘Homem-Aranha‘, de 2002, que arrecadou US$ 822 milhões com um orçamento de US$ 139 milhões. Isso produz um multiplicador de 5.91x, que ainda deixa ‘Venom‘ um pouco atrás.
No entanto, com o novo lançamento da Sony projetado para arrecadar pelo menos US$ 630 milhões, há uma excelente chance de que o eventual multiplicador do filme ultrapasse a marca de 6x.
“Um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel se torna o centro das atenções quando Eddie Brock (Tom Hardy) se torna o hospedeiro do simbiótico alienígena Venom. Como jornalista, Eddie vem tentando derrubar o notório fundador da Life Foundation, o gênio Carlton Drake (Riz Ahmed) – e essa obsessão arruinou sua carreira e o relacionamento com sua namorada, Anne Weying (Michelle Williams). Ao investigar um dos experimentos de Drake, o alienígena Venom se funde com o corpo de Eddie e de repente ele tem superpoderes incríveis, assim como a chance de fazer o que ele quiser. Sombrio, distorcido, imprevisível e alimentado pela raiva, Venom deixa Eddie lutando para controlar habilidades perigosas que ele também acha poderosas e inebriantes. Uma vez que Eddie e Venom precisam um do outro para conseguir o que procuram, eles se tornam cada vez mais interligados – onde Eddie acaba e Venom começa?”
“Graças a todos os subgêneros que ele abrange, o terror tem enorme potencial e desperta o interesse do público, o que encoraja o AMC a continuar investindo no gênero”, comentou o vice-presidente de Programação e Aquisições para os canais de cinema e séries do AMC Networks Latin America, Pablo Corona. “A aquisição de conteúdo como NOS4A2 continua alimentando o DNA de nosso principal canal com uma série que redefine o terror clássico”, acrescentou.
Quinto faz o papel de Charlie Manx, um sedutor imortal que se alimenta das almas das crianças e depois deposita o que resta delas em Christmasland, uma gélida e distorcida aldeia natalina produto da imaginação de Manx, onde todo dia é Natal e a infelicidade é ilegal. Mas Manx vê seu mundo inteiro ameaçado quando uma jovem da Nova Inglaterra (Cummings) descobre que possui um perigoso dom.
Cummings interpreta Vic McQueen, uma jovem artista de classe trabalhadora cuja criatividade desperta uma habilidade sobrenatural para rastrear Charlie Manx. O que Vic carece em termos de confiança social, ela compensa em coragem, humor e uma garra inabalável. Ela se esforça para derrotar Manx e resgatar suas vítimas sem perder a cabeça ou se tornar mais uma vítima dele.
A Netflix divulgou o trailer da série animada ‘Transformers: War for Cybertron‘.
Confira:
No meio da guerra em curso em Cybertron, forças do bem e do mal se chocam enquanto buscam a fonte de seu poder: o Allspark. Pode não ser a vida que eles imaginaram, mas é uma vida pela qual vale a pena lutar.
‘Transformers: War for Cybertron Trilogy: Siege‘ estreia ainda em 2020.
O Disney+ divulgou o trailer DUBLADO de ‘WandaVision’, sua nova e aguardada série original.
Segundo o jornalista Borys Kit, do The Hollywood Reporter, a produção ainda chegará ao Disney+ em dezembro de 2020 – diferente do adiamento para 2021, conforme previamente anunciado.
Confira, junto ao primeiro cartaz:
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Teyonah Parris.
Alfred Molina será rejuvenescido digitalmente em mais de 15 anos para reprisar seu papel como Doutor Octopus em ‘Homem-Aranha 3’ (‘Spiderman: No Way Home’).
O personagem vai aparecer no novo filme com o mesmo visual que ele tinha em ‘Homem-Aranha 2‘, de 2004.
Usando tecnologias digitais, a Marvel Studios já nos apresentaram um jovem Tony Stark (Robert Downey Jr.) em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e Nick Fury (Samuel L. Jackson) em ‘Capitã Marvel‘.
Situado no universo cinematográfico da Marvel por volta de 2024, ‘Homem-Aranha 3‘ vai relembrar a morte de Ock no filme de 2004, já que o novo filme começa onde a história de Molina terminou em ‘Homem-Aranha 2‘.
Retornar como o infame vilão da Marvel Comics “foi maravilhoso”, disse Molina à Variety. “Foi muito interessante voltar depois de 17 anos para desempenhar o mesmo papel, dado que, nos anos que se seguiram, agora tenho dois queixos, pés de galinha e uma parte inferior das costas ligeiramente esquisita.”
Molina reveja que conversou com o diretor Watts sobre a preocupação de trazer Otto Octavius 20 anos após sua morte com um ator que envelheceu 17 anos desde ‘Homem-Aranha 2‘.
“Ele apenas olhou para mim e disse: ‘Você viu o que fizemos com Robert Downey Jr. e Sam Jackson?'”, riu.
O ator ainda se referiu a ‘O Irlandes‘: “Eles deixaram o rosto de Robert De Niro mais jovem, mas quando ele estava lutando, ele parecia um cara mais velho. Parecia um cara velho! Isso é o que me preocupou em fazer isso de novo.”
Como será que o personagem será reintroduzido no novo filme? Resta saber, mas aparentemente algo aconteceu no momento em que ele afunda seu reator no rio para evitar que Nova York fosse destruída.
E aí, você acha que o Aranhaverso é real mesmo?
Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A aguardada sequência de ‘Pânico‘ é um dos grandes destaques da nova edição da revista Total Film, que traz detalhes da vindoura produção, além de imagens inéditas.
E o que mais chamou a atenção foi a parte em que o co-diretor Tyler Gillett revela que eles já imaginam novos filmes da franquia após o quinto:
“Este novo elenco de personagens é tão maravilhoso. O elenco legado é tão maravilhoso. Acho que o que descobrimos, e o que [os roteiristas] Guy [Busick] e James [Vanderbilt] fizeram, é que encontraram uma razão real para a existência da próxima história. Sabemos que há mais gasolina no tanque. Há mais histórias a serem contadas em Woodsboro, e sobre esses personagens, com certeza.”, afirmou.
Na mesma publicação, Neve Campbell revelou detalhes sobre o enredo do quinto filme:
“Sidney agora é mãe”, revelou Campbell. “Então, ela tem outro nível de força como mulher. Ela está morando fora de sua cidade natal. Ela mora longe de Woodsbooro. E ela tem uma vida feliz. E isso é tudo que posso dizer”, revelou.
A atriz ainda conta como foi convencida a voltar para o quinto filme.
“Eu pensei que tinha deixado Sidney para trás quando perdemos Wes. Eu estava apreensiva com a ideia de Pânico ser revivido por outra pessoa. Quando o filme apareceu, pensei: ‘Oh, não!’. E então eu assisti Casamento Sangrento, e percebi que os diretores eram soberbamente talentosos, e que seu filme certamente estava de acordo com o tom dos filmes da franquia.”, concluiu.
Confira fotos divulgadas pela revista:
Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Confira o trailer e a sinopse:
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”
Hayao Miyazaki, o renomado diretor por trás de clássicos da animação como ‘Princesa Mononoke‘, ‘Ponyo‘ e ‘A Viagem de Chihiro‘, lançou o impactante trailer de seu último filme animado, intitulado ‘The Boy and the Heron‘ (também conhecido como How Do You Live).
Assista:
Diferentemente da estratégia adotada para o lançamento no Japão, que se limitou a um único pôster mostrando uma ave enigmática, o lançamento internacional do filme terá uma abordagem mais convencional.
Também foram reveladas pelo estúdio as primeiras imagens do projeto sob o título ‘The Boy and the Heron‘ (O Menino e a Garça). O filme está programado para chegar aos cinemas dos Estados Unidos ainda em 2023.
A animação é inspirada em uma obra infantil de 1937, escrita por Yoshino Genzaburo. O livro original acompanha um jovem de 15 anos que reflete sobre a vida em um Japão pré-guerra, o filme foi descrito como uma “grande e fantástica história”.
Confira as imagens:
Miyazaki também fica responsável pelo roteiro da produção.
Vale lembrar que o filme ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.
O último longa animado dirigido por Miyazaki foi ‘Vidas ao Vento‘ (2013) que, assim como boa parte da filmografia do diretor, está disponível na Netflix para ser visto nesse momento.
O diretor havia anunciado sua aposentadoria, porém, decidiu sair e dirigir um último filme. Miyazaki iniciou a carreira de 1963. Seu primeiro longa-metragem, ‘O Castelo de Cagliostro‘, é de 1979. Ele se tornou um diretor cult com ‘Nausicaä do Vale do Vento’ (1984), antes de co-fundar o Studio Ghibli, o primeiro de animação no Japão.
Um evento que exibiria os dois filmes da franquia ‘X‘ ganhou uma bela surpresa.
Segundo o Hollywood Reporter, o diretorTi West e a atriz Lily Collins surgiram de surpresa para uma série de perguntas e respostas em um cinema na noite da última quinta, 20 de junho, quando o público estava prestes a ver ‘Pearl‘.
“Se vocês já viram esse filme, por que assistir novamente se podem assistir a MaXXXine?”.
Assista
It was supposed to be an X & PEARL double feature but during a Q&A, filmmaker Ti West pulls a fast one, saying the crowd won’t be watching Pearl but rather his upcoming film, MAXXXINE. Crowd goes wild… pic.twitter.com/zVC4tbCons
O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho, uma semana após sua estreia nos EUA.
Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito e Kevin Bacon.
Após assumir o controle criativo da franquia de filmes ‘James Bond‘, o CEO da Amazon Jeff Bezos foi ao X perguntar aos seguidores quem eles escolheriam como o próximo ‘007‘.
Os produtores de longa data da franquia, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, não terão mais controle criativo sobre os próximos filmes e séries.
A reportagem destaca que o Amazon MGM Studios, Wilson e Broccoli firmaram um acordo e criaram uma nova joint venture para abrigar os direitos de propriedade intelectual da franquia. Assim, as três partes continuarão como coproprietárias, mas a Amazon MGM terá o controle criativo.
“Desde sua introdução nos cinemas há mais de 60 anos, James Bond se tornou um dos personagens mais icônicos do entretenimento cinematográfico”, afirmou Mike Hopkins, chefe do Prime Video e Amazon MGM Studios.
“Nós somos gratos ao falecido Albert R. Broccoli e Harry Saltzman por levar James Bond aos cinemas ao redor do mundo, e a Michael G. Wilson e Barbara Broccoli por sua dedicação inabalável e seu papel em continuar o legado da franquia, que é apreciado por legiões de fãs ao redor do mundo. Temos a honra de dar continuidade a essa herança preciosa e estamos ansiosos para dar início à próxima fase do lendário 007 para o público ao redor do mundo”, acrescentou.
Wilson acrescentou: “Com minha carreira de 007 se estendendo por quase 60 anos incríveis, estou me afastando da produção dos filmes de James Bond para me concentrar em projetos artísticos e de caridade. Portanto, Barbara e eu concordamos que é hora de nosso parceiro de confiança, o Amazon MGM Studios, liderar James Bond no futuro”.
Broccoli comentou: “Minha vida foi dedicada a manter e expandir o extraordinário legado que foi passado a Michael e a mim por nosso pai, o produtor Cubby Broccoli. Tive a honra de trabalhar de perto com quatro atores tremendamente talentosos que interpretaram 007 e milhares de artistas maravilhosos da indústria. Com a conclusão de Sem Tempo para Morrer e Michael se aposentando dos filmes, sinto que é hora de me concentrar em meus outros projetos”.
Vale lembrar que o capítulo mais recente de ‘007’ foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.
O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.
Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.
A segunda noite da 4ª edição do CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO foi marcada pela pré-estreia de ‘Honestino‘, dirigido por Aurélio Michiles. Ao lado do protagonista Bruno Gagliasso, o cineasta compareceu ao Centro de Convenções da cidade de Bonito no último sábado (25) para apresentar ao público o documentário que narra a história do desaparecimento de Honestino Guimarães, líder estudantil, ex-presidente da UNE e aluno da UnB.
Chegando aos cinemas de todo o Brasil em 13 de agosto, a obra apresenta depoimentos de importantes nomes que se mesclam com a atuação de Gagliasso como o militante preso em 1973, aos 26 anos.
“Assim como eu tenho vontade de mudar o mundo, o Honestino também tinha. Eu acredito na democracia. Acredito na liberdade.”, contou o ator que destacou a importância de conhecermos nossa própria história: “Meu papel como ator é esse. É discutir. É trazer à tona o que de fato aconteceu no nosso país. Tentaram apagar a história desses meninos e não conseguiram. Porque mataram o corpo, mas não mataram o espírito. Tá todo mundo aqui falando sobre o Honestino Guimarães.”
Alinhado com Gagliasso, o cineasta Aurélio Michiles foi enfático ao comentar sobre a importância de produções como HONESTINO na preservação da memória:
“Quando pensei em fazer um filme sobre o Honestino, quis fazer essa conexão entre o passado e o presente. Como se fosse uma coisa só e não uma nostalgia: ‘Ah, no meu tempo, naquele momento…’ Não. Ele tá presente. Ele está aqui, agora. O monstro está vivo. E nós precisamos combatê-lo. E esse combate é do cotidiano, sabe? É do cotidiano dos intelectuais, do operariado, dos camponeses, dos empresários, das artes, da cultura, dos atores… enfim, todos. É um combate coletivo para impedir que a barbárie se imponha novamente.”
Ressaltando o papel da arte na missão de combater o esquecimento, Bruno Gagliasso comentou sobre a importância de festivais como o Bonito CineSur:
“Não há nada mais gratificante do que levar o filme a festivais, como o de Bonito, e ver as salas lotadas, com filas de pessoas aguardando para assisti-lo. É o momento que a gente se fala, respira cinema. E quando a gente fala sobre respirar e falar cinema, a gente tá falando sobre arte, cultura, sobre política, sobre tudo.. “
Memória sul-americana: A História Oficial, de Luis Puenzo
Antes da exibição de HONESTINO, o Bonito CineSur homenageou póstumamente o diretor argentino Luis Puenzo, que faleceu neste ano, aos 80, com o Troféu Pantanal In Memorian, com a exibição de sua aclamada obra A HISTÓRIA OFICIAL, de 1985, na tarde de sábado (25). Representando Puenzo, subiu ao palco sua compatriota Cecília Diez, produtora e professora universitária com longa trajetória no audiovisual, que recebeu o prêmio das mãos do cineasta brasileiro Joel Pizzini. Assim como o filme de Michelis, seu filme levanta uma discussão imprescindível para a América do Sul: a memória.
Vencedor do Oscar® de Melhor Filme Internacional, o longa-metragem protagonizado por Norma Aleandro, Héctor Alterio e Chunchuna Villafañe acompanha Alicia, professora de História de classe média que passa a suspeitar que sua filha adotiva seja filha de desaparecidos da ditadura argentina. Escrito por Puenzo com Aída Bortnik e lançado em abril de 1985, dezenove dias antes do início do julgamento das juntas militares, o filme narra a apropriação de bebês pelo ponto de vista de quem apropriou sem saber. Daí a sua força: quem ensina a história oficial é justamente quem desconhece a própria.
Puenzo colocou a América Latina no mapa do Oscar® e abriu as portas para Campanella, Szifron, Lelio e Walter Salles. A poética de Puenzo é a do confronto ético. Ele filmou a dor, a culpa e a responsabilidade de uma nação inteira para que as gerações futuras entendessem e não esquecessem. Por essa razão o Bonito CineSur 2026 reverencia Luis Puenzo.
O que os cinéfilos mais gostam nessa vida, fora assistir a todos os filmes possíveis durante o ano, é bater papo sobre cinema com pessoas que tenham a mesma paixão que ele. Ser cinéfilo é amar a sétima arte de forma a entender todas as formas de pensar e sentir um filme, uma história. Nós cinéfilos não brigamos, nós argumentamos com emoção.
Pensando nesse sentimento bonito que existe entre a comunidade cinéfila espalhada por todo o Brasil e pelo mundo, resolvi eu, um humilde cinéfilo carioca, entrevistar de maneira bem objetiva, e aproveitando para matar a saudade dos pensamentos cinéfilos dos amigos, diversos amantes da sétima arte. Famosos ou não, que trabalham com cinema no Brasil e/ou no mundo ou não.
Neste segundo volume da coluna nesse espaço de quem ama filmes e cinema, entrevisto abaixo um cineasta colombiano que ama o Brasil, Juan Zapata. Um apaixonado pela sétima arte, sempre com seu portunhol afiado e bem informado sobre o mercado audiovisual da América Latina, o artista, que já foi diretor do Instituto Estadual de Cinema do RS (Iecine), estudou cinema na Universidade Jorge Tadeo Lozano, em Bogotá, e na Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba, em Havana. Uma figura inteligente e bastante querida, longos papos sobre cinema com Zapata são sempre uma grande aula para qualquer cinéfilo.
1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação à programação? Detalhe o porquê da escolha.
Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, Cine Bancarios, Capitolio, Espaço Itaú e Guion. Pela sua qualidade de programação e diversidade.
Los Angeles: O cinema de Tarantino em West Hollywood. É a mais eclética programação que já vi na minha vida e um dos meus cinemas favoritos no mundo.
Medellin: Procinal Las Americas, Centro Colombo Americano, Odeon 80, La America y Capri: foram minha escola e refúgio na minha cidade natal. Aí sonhei em fazer cinema e aprendi a amar esta arte.
2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente?
E.T. – O Extraterrestre.
3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?
Muitos, difícil escolha. Desde Paul Thomas Anderson, Richard Lindaker, Alejandro Amenábar, Woody Allen, Almodóvar, Agnès Varda, Coutinho, Kurosawa, Kusturica, Campanella e tantos, mas valorizo muito o Eliseo Subiela e o impacto que teve El Lado Oscuro del Corazón (O Lado Escuro do Coração) na minha vida e na minha escolha por fazer cinema (sempre é polêmico quando confesso isto).
4) Qual seu filme nacional favorito e por que?
Edifício Master e Jogo de Cena. Desculpa, mas é difícil e injusto escolher só um. Acho que Coutinho estava sempre passos à frente de todos. Baita cineasta e ser humano. Quanta saudade o cinema brasileiro sente por alguém como ele.
5) O que é ser cinéfilo para você?
É encontrar no cinema as respostas da vida. É amar e entender esse poder do cinema e fluir, surfar nele. É refúgio, abrigo, colo, um bom filme é como um cafuné na alma!
6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possui programação feita por pessoas que entendem de cinema?
Vou a todo tipo de cinema, em diferentes partes do mundo. É meu vício. E devo te dizer que nas minhas favoritas sim, entendem e muito, mas constato cada vez mais que redes de cinema e algumas salas tem como prioridade muitas outras coisas e não o entender o cinema e seu cliente. Vivemos num universo de imposição de programação por interesses econômicos das ‘Majors”, por isso valorizo as salas rebeldes e corajosas que dão alternativas.
7) Algum dia as salas de cinema vão acabar?
Não imagino o mundo sem cinemas.
8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.
Vou indicar alguns que estão em plataformas, dois colombianos que admiro muito, Jardin de Amapolas e Perro come Perro. Tem um filme que curto muito chamado El Espanto (Argentino) e Matar un Muerto (Paraguaio). Cinéfilo sempre quer compartilhar pérolas, e amo cinema Latino.
9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a Covid-19?
A Espanha abriu com nível de ocupação de 10% por exemplo. Sou a favor do Livre arbítrio, na consciência social.
10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?
O cinema brasileiro é melhor do que ele mesmo acha que é. Só precisa dialogar mais com o mercado internacional, inclusive para sua legitimidade nacional, como vem sendo nos últimos anos. Sou fã deste cinema e acredito no seu potencial.
11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.
É ampla esta pergunta. Qualquer filme com Fernanda Montenegro. Admiro e desejo algum dia trabalhar com ela. Quanto a diretores… posso me encrencar nesta resposta, mas gosto muito de Karim (Aïnouz), Beto Brant, (Laís) Bodanzky, (Jorge) Furtado, (Paulo) Nascimento, (José) Padilha, sinto muita falta do cinema do (Fernando) Meirelles, são tantos e tão diversos.
12) Defina cinema com uma frase.
Plenitude.
13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.
Na minha adolescência ia sempre a filmes e sessões em horários onde normalmente estava sozinho. É meu barato, primeira sessão e o cinema para mim. Mas no cinema já vi desmaios (Cisne Negro)… sim… isso foi notícia nacional e eu estava aí. Já vi todo o cinema chorar ao ponto de não conseguir escutar o filme (Titanic), já vi sair gritando (La Mosca), já gritei e participei do filme (Jumanji, primeira versão), vi dormir e roncar a vários (Samsara… filme que eu curto muito). Mas principalmente no cinema tenho visto sorrir, se divertir e emocionar tantas vezes ao meu filho junto que acho que é essa a melhor que tenho experimentado.
O próximo trabalho no cinema de Zapata será como diretor do filme Uma Vez em Veneza, todo rodado na Itália, o longa-metragem fala sobre dois estrangeiros com visões distintas sobre o amor. O lançamento comercial está previsto para o início de 2021.
Não tem jeito: quando paramos em nosso sofá, a ideia de assistir a um filme atrás do outro nos acompanha! E o melhor é quando assistimos uma sequência de filmes que realmente nos prendem a atenção. Para você que está buscando algumas dicas para sua próxima maratona cinéfila, deixamos algumas sugestões abaixo:
Mike (Jay Baruchel) e Doug (Matt Johnson) são dois amigos nerds que ditam o ritmo em uma micro empresa de tecnologia, buscando algum dia alçar voos mais altos no setor de comunicação. Em certo momento, o destino da dupla se cruza com Jim (Glenn Howerton), um experiente homem de negócios que enxerga em um projeto dos amigos um grande potencial. Assim, entre decisões movidas pela emoção, amizades estremecidas e lidando de forma atabalhoada com a iminência da concorrência, no fim dos anos 1990, nasceu o primeiro famoso smartphone da história – o Blackberry.
Ao longo de 93 minutos, acompanhamos a trajetória de Chris (Finn Cole), um mergulhador especializado em grandes profundidades, que é escalado para uma missão de manutenção em oleodutos submarinos, ao lado de Duncan (Woody Harrelson) e Dave (Simu Liu). Quando o navio que os leva começa a sofrer com o tempo ruim, Chris acaba ficando para trás com apenas 10 minutos de oxigênio emergencial restante. Correndo contra o tempo, Duncan, Dave e toda a equipe de comando no navio buscam soluções para trazê-lo de volta.
Andrea (Natalia Oreiro) é uma mulher batalhadora e viúva, uma mãe carinhosa que vive em um bairro de classe média com os três filhos. Um dia, é surpreendida com a prisão do filho mais velho, Gustavo (Federico Heinrich). Tendo que se adaptar a essa situação, ela passa a visitá-lo sempre que pode na prisão, onde acaba conhecendo outras mulheres em situação semelhante e também um outro detento, Alejo (Alberto Ammann), de quem se aproxima cada dia mais.
Jonathan Larson é um jovem que, beirando ao seu aniversário de 30 anos, trabalha em uma lanchonete em Nova Iorque sem esquecer do sonho de conseguir o sucesso com o que ama. Ele está juntando as peças finais de um musical de sua criação para uma apresentação que pode mudar sua vida. Assim, vamos caminhando por meio das emoções, conflitos, medos desse artista que marcou seu nome no cenário teatral norte-americano e que faleceu muito cedo, aos 35 anos.
O filme, grande sucesso de crítica e público pelos lugares onde já fora exibido, como em Cannes, é uma grande jornada emocional com recheios poéticos onde atravessamos e somos testemunhas de uma alma quase solitária que busca em seu rotineiro cotidiano, sem grandes eventos, formas lindas de ver a tão pacata vida.
Tár (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Na trama, conhecemos a maestrina Lydia Tar (Cate Blanchett), uma das figuras mais importantes da música em nossos tempos, PHD em musicologia pela faculdade de Viena que chegou com todos os méritos ao posto de regente de uma grande orquestra alemã. Próximo de uma aguardada gravação – a quinta sinfonia de Mahler -, uma série de conflitos fora dos palcos acontece, culminando em uma caminhada da genialidade ao desespero.
A vida não é fácil para Karoline (Vic Carmen Sonne), uma jovem que após o desaparecimento do marido se vê em um mar de desilusões quando se envolve com o seu chefe, fica grávida mas logo é rejeitada. Sem saber o que fazer quando a criança nascer, acaba conhecendo Dogmar (Trine Dyrholm), uma mulher que comanda uma agência de adoção clandestina. Esse encontro trará desenrolares impactante quando verdades começam a aparecer.
Lord Doyle (Colin Farrell) é um apostador completamente impulsivo que está em Macau –região com impulsos econômicos ligados aos jogos de azar, também conhecida como Las Vegas da Ásia -, passando os dias jogando bacará sem parar e se afundando na própria ruína. Quando percebe que seu passado o alcançou por conta das inúmeras dívidas que possui em outros cantos do mundo, ele conhece Dao Ming (Fala Chen), uma mulher misteriosa que pode ter algumas soluções para seus problemas.
Com a primeira guerra mundial destruindo economias em toda Europa, o casal Heinz (Daniel Brühl) e Marget (Sydney Sweeney) resolve abandonar tudo e se mudar para uma ilha distante no arquipélago de Galápagos, um lugar quase inabitável. Eles chegaram até ali a partir de relatos e ideias do médico Ritter (Jude Law), que vive no local com a esposa Dore (Vanessa Kirby). Ao longo dos meses, passarão por situações alarmantes, nas quais o respeito e a interpessoalidade são dribladas pelos instintos e seus propósitos (essência humana corrompida), principalmente após a chegada de uma baronesa (Ana de Armas), que deseja construir um hotel no lugar.
Elizabeth (Elizabeth Banks) é uma experiente cirurgiã em um hospital de alta demanda nos Estados Unidos. Durante uma cirurgia de rotina, seu residente, Richard (Richard Crouchley), comete um grave erro sob sua supervisão. No dia seguinte, a paciente morre, e Elizabeth passa a enfrentar embates com a administração do hospital, o machismo escancarado, o sexismo e o peso da opinião pública.
007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.
Após sete filmes na cronologia oficial da série 007 no cinema, os anos 70 deixavam para trás a era Sean Connery definitivamente. O ator, que havia saído no quinto filme, aberto espaço para um substituto que não vingou (George Lazenby) e retornado no sétimo longa, se despedia (agora de verdade) dos filmes que haviam lhe transformado num fenômeno de renome internacional. Sem seu astro, a EON (produtora da franquia) precisava se reestruturar. A aposta foi um contrato com um antigo “flerte” da casa num filme que apostava na onda da época: o blaxploitation. Confira abaixo detalhes sobre a produção de Viva e Deixe Morrer, o oitavo filme oficial da franquia.
Além de lidar com a saída definitiva de Sean Connery da franquia, a série de sucesso da EON no cinema passava por outras dificuldades ao adentrar os anos 1970. Talvez a maior tenha sido a briga entre as mentes por trás da produtora: os executivos e “donos” de 007, Harry Saltzman e Albert R. Broccoli. Mal se falando, um acordo foi feito entre os dois. Embora o nome de ambos continuasse constando nos créditos da produção, somente um deles tocaria o barco a cada novo filme. Broccoli havia cuidado de Os Diamantes São Eternos (1971), o episódio anterior; assim o novo filme seria orquestrado por Saltzman.
Adentrávamos a década de 70 e em meio a inúmeros movimentos surgidos, um que se destacava bastante era o chamado blaxploitation. As produções de representatividade negra já faziam barulho, com um dos carros-chefes do movimento, Shaft (1971), se tornando ícone da cultura pop na época. Produções feitas por e para uma audiência específica começavam a ampliar seu leque nacional e mundial, apelando também ao grande público. Assim, surfando nesta tendência, a escolha para o oitavo longa oficial da franquia foi por um livro de James Bond (escrito pelo criadorIan Fleming) passado em tal universo: Viva e Deixe Morrer. Para a direção era trazido de volta Guy Hamilton, que havia comandado o anterior, Os Diamantes São Eternos, e também Goldfinger (1964).
Roger Moore foi um 007 espalhafatoso e sua estreia já mostrava isso.
A produção do oitavo 007 foi uma das mais problemáticas da franquia. Além da ruptura entre os produtores e cabeças por trás da série cinematográfica de sucesso, o projeto precisava ainda escolher seu novo protagonista. A ideia de eleger um desconhecido para construir como o novo astro da franquia não havia dado certo com George Lazenby. E sem poder “resgatar” Connery novamente para mais um round, a EON se via num beco sem saída. Por pouco, como já havia flertado no passado, James Bond não se tornava americano, com astros como Burt Reynolds e Clint Eastwood visados para o papel.
No fim das contas, o personagem cairia nas mãos de Roger Moore, ator britânico que havia sido considerado como o protagonista por duas vezes no passado. Moore era então mais conhecido pela série de sucesso O Santo (1962-1969). No entanto, escalação do ator vinha seguida de alguns “poréns” por parte dos produtores. O primeiro é que à altura de sua primeira encarnação como Bond, Moore já tinha 45 anos – sendo mais velho que Connery (criticado por viver um Bond “quarentão” em Os Diamantes São Eternos). E depois por ser considerado “fora de forma” pelos produtores – esta havia como remediar, e Moore foi mandado para a academia se exercitar.
Turminha da pesada. O 8º filme de James Bond pegava inspiração no movimento blaxploitation.
Como dito, era a época da febre do cinema representativo negro norte-americano, e até mesmo uma das maiores franquias do cinema na época pegava carona nesta onda. Tudo bem que 007não era mais o que havia sido na década de 1960, mas era importante seguir se remodelando ao adentrar os novos tempos. Assim, a franquia trouxe muito frescor ao seu universo ao centrar a trama em torno da cultura africana. Uma das coisas mais legais de Viva e Deixe Morrer é incluir em grande parte de seu elenco atores negros. Aqui, a missão de Bond é investigar os assassinatos de três espiões de sua agência, o que o leva a bater de frente com um rei das drogas do Harlem, em Nova York, o traficante conhecido como Mr. Big. O criminoso parece ter ligação com o ditador de uma pequena ilha fictícia na Jamaica chamada San Monique, o Dr. Kananga.
A bela Jane Seymour é a cartomante e vidente Solitaire, impedida de perder sua “pureza”.
Aqui temos ainda outra polêmica na época, esta, no entanto, um pouco menor. Como dito, ao escolher adaptar o livro Viva e Deixe Morrer, automaticamente um elenco majoritariamente negro seria contratado. Incluindo a Bondgirl principal do filme, a cartomante Solitaire, criada na ilha pelo Dr. Kananga e principal interesse amoroso de Bond na história; que no livro é negra. Com medo da polêmica ao apresentar um romance interracial para o espião na época, a produção e o estúdio (a MGM / United Artists) entraram num impasse – e terminaram voltando atrás e transformando Solitaire numa mulher branca. A bela Jane Seymour (que mais tarde ficaria conhecida pelo romance Em Algum Lugar do Passado, 1980, e pelo seriado Doutora Quinn, 1993-1998) foi escalada.
Encontrando um meio termo, as partes concordaram então em transformar a segunda Bondgirl da trama, Rosie, que no livro era branca, em uma mulher negra. A escolhida para o papel foi a coelhinha da Playboy Gloria Hendry. E sim, ela se envolveu com James Bond, assim ainda tivemos uma relação interracial com 007, embora não fosse o romance principal. De fato, demoraria até 2002, com Halle Berry no papel de Jinx em Um Novo Dia para Morrer, para termos finalmente a Bondgirl principal da história sendo uma mulher negra.
Quanto aos aliados, temos as voltas de Bernard Lee como o chefe M, e Lois Maxwell na pele de Moneypenny. Porém, nada de Q ou Desmond Llewelyn na primeira investida de Roger Moore como Bond.
O saudoso Yaphet Kotto (Alien) é o memorável Dr. Kananga, repleto de capangas peculiares.
A era Roger Moore iniciaria uma galeria de vilões particularmente peculiares não devendo nem para a era Connery (com contava com seu próprio repertório diverso) ou para os super-heróis de histórias em quadrinhos, como o Batman. Quem abre a fase de Moore como vilão é o ator Yaphet Kotto, que havia justamente saído de um sucesso blaxplotation policial do mesmo estúdio, A Máfia Nunca Perdoa (1972), e claro ficaria conhecido por Alien – O Oitavo Passageiro (1979). Se divertindo como nenhum outro vilão da franquia, Kotto pega o papel duplo do Dr. Kananga e do traficante Mr. Big. Apesar disso, o ator e o personagem sofreriam a que é considerada a pior morte de um vilão na franquia, numa cena risível e digna dos filmes mais trash imagináveis – como o vilão inflando como um balão, jorrando da água como um míssil e explodindo em pleno ar. O boneco usado é simplesmente mal feito e ruim demais, sem que consigamos acreditar que a cena de fato entrou no corte final do longa.
Ainda em clima de quadrinhos, os capangas aqui são um atrativo à parte. Julius Harris vive Tee Hee, um sujeito com a mão de gancho mecânico, capaz de dobrar o cano de um revólver; e Geoffrey Holder está especialmente macabro com suas pinturas e risada na pele do mestre vodu Barão Samedi. Outro que chama atenção sem nada ter a ver com a trama principal é o xerife caipira Pepper (Clifton James), personagem criado e incluído após a produção ter tido problemas com a força policial de Nova Orleans no Sul dos EUA, devido ao preconceito contra atores e a equipe negra. O personagem fez tanto sucesso que voltaria a aparecer na sequência.
Um dos aspectos mais interessantes de Viva e Deixe Morrer, para além da estreia de Roger Moore no papel de James Bond, é a escolha da temática negra para o filme, mostrando que a franquia estava antenada e poderia ser multicultural. 007 já havia homenageado a cultura e o cinema japonês em Só Se Vive Duas Vezes e agora fazia o mesmo para a cultura africana. Os fãs da temática e do vodu de Nova Orleans, as crenças, a religião e tudo ligado a este universo, verão um filme único dentro da série.
Para a trilha sonora, pela primeira vez na franquia o maestro John Barry esteve ausente das composições, deixando o cargo para ninguém menos que George Martin, produtor musical considerado o quinto Beatle. Justamente por isso, a canção tema Live and Let Die ficou com um velho conhecido do produtor e compositor, Paul McCartney, que eternizou a música ao ponto de transcender ao filme – algo que só veríamos com alguns episódios mais recentes (como Skyfall, de Adele).
As cenas de ação funcionam como chamariz aqui. Se Moore não estreou com o melhor dos roteiros, no visual a estreia do ator não deixou a desejar. Com perseguições de barco e até mesmo uma corrida do espião por cima de crocodilos no pântano – cena realmente realizada por um dublê (que viria a se tornar uma das mais lembradas pelos fãs, e homenageada em Skyfall). Por essas e por outras que a era de Moore ficaria conhecida pela galhofa e pelo clima cada vez mais brincalhão. Mas lembrando que essa tendência havia iniciado no filme anterior, Os Diamantes São Eternos. Assim, Moore se mostrava eficiente no papel, o filme se tornava sucesso de bilheteria, arrecadando mais que o episódio anterior, e por mais que Viva e Deixe Morrer não tenha sido uma renovação unânime, consegue conquistar por suas características únicas somando ao repertório rico do agente no cinema.
O filme segue uma família em uma viagem pela América, que é abruptamente parada por forças sobrenaturais que pretende matá-los lentamente. Richards interpreta a matriarca, enquanto Barton dá vida a uma viajante que se junta à família e se vê ameaçada por forças do mal.
Com 13 episódios já encomendados para sua primeira temporada, o spin-off vai trazer as aventuras de Callie Jacob e Mariana Foster.
Na trama, os fãs poderão acompanhar a jornada da protagonistas vividas por Maia Mitchell e Cierra Ramirez, à medida que elas embarcam em uma nova fase de suas vidas como jovens adultas, morando em Los Angeles.
A FOX divulgou um novo trailer de ‘BH90210‘, revival da série clássica ‘Barrados no Baile‘, mostrando o que veremos nas próximas semanas da série.
Confira:
Criada por Darren Star, a série original estreou em 1991 e durou por 10 temporadas. Além disso, a produção ganhou um remake na CW, que rendeu mais cinco ciclos.
O projeto tem uma proposta diferente: os atores interpretam versões “intensificadas” de si mesmos – à medida que se reúnem e consideram o lançamento de um revival da série original. A ideia é mostrar os bastidores do reencontro do elenco original quando eles decidem tocar um revival de Barrados no Baile, em um mix de série com reality. Após seguirem seus próprios caminhos desde que a série terminou, Jason, Shannen, Jennie, Ian, Gabrielle, Brian e Tori se reúnem quando um deles sugere que é hora de fazer um revival. O que acontecerá no reencontro desse icônico elenco, que cresceu diante dos olhos de todo o mundo nas telas, quando eles tentarem dar continuidade de onde pararam?
Em entrevista ao Game Informer, a atriz Laura Bailey, que interpretou a Abby no aclamado jogo ‘The Last of Us Part II‘, falou sobre o “hate” que recebeu dos fãs por causa de sua personagem.
“Eu sabia que haveria uma reação negativa, com certeza. Eu sabia que iria receber algum “hate”, mas não previ a extensão. Acho que os vazamentos tiveram muito a ver com isso. Se sua primeira experiência com essa situação tivesse sido no jogo, e então você seguiria em frente, você teria o crescimento e a compreensão. Mas os vazamentos foram divulgados alguns meses antes; as pessoas tiveram meses para formar barreiras e bloqueios antes de serem capazes de entender o lado de Abby e, portanto, muitas pessoas nunca foram capazes de entendê-la.”
Ela completa, “Foi um papel difícil, mas eu acredito que a história é incrível, e eu considero a Abby uma das personagens mais incríveis que eu já interpretei.”
Apesar de não ter agradado os fãs, o trabalho da atriz foi extremamente elogiado pela crítica especializada, chegando a ganhar na categoria Performance do Ano na premiação The Game Awards 2020.
O jogo ainda ganhou o prêmio principal, Jogo do Ano, além de também ter vencido outras cinco categorias, incluindo Direção, Narrativa, Design de Áudio, Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura.
Vale lembrar que a HBO já deu sinal verde para uma adaptação da saga.
A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.
Ainda sem data de estreia, o projeto também terá NeilDruckmann (um dos criadores do game) como produtor executivo.
Lançado em 2013, ‘The Last of Us’ se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.
A série de terror antológica ‘The Haunted Museum‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
A série marca uma colaboração entre Eli Roth e Zak Bagans.
Cada episódio contará uma história aterrorizante inspirada por alguns dos artefatos mais aterrorizantes e amaldiçoados em exibição no Museu Assombrado de Zak Bagans, em Las Vegas.
A produção irá estrear no Discovery+ no dia 2 de outubro, como parte de sua programação especial de Halloween.
O Disney+ finalmente anunciou quando a aguardada sequência ‘Abracadabra 2‘ será lançada.
O longa estreará no serviço de streaming no dia 30 de setembro.
Descrito como uma “sequência ao clássico de Halloween de 1993”, o novo filme contará com o retorno de Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy como as icônicas Irmãs Sanderson.
Doug Jones também reprisará seu papel como Billy Butcherson.
“Já faz 29 anos desde que alguém acendeu a Chama da Vela Negra e ressuscitou as irmãs do Século XVII, que foram executadas por praticar bruxaria, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a um trio de três adolescentes descobrir como impedir que as bruxas causem um novo caos na cidade de Salem antes da meia-noite de Halloween.”
O urso em questão foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.
Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.
O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.
A história do filme mostrará o urso preto de 80 quilos que foi encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta pelo traficante.
Phil Lord e Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) entram como produtores do longa.
O terror ‘Out of Darkness‘, que tem sua história ambientada durante a Idade da Pedra, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Dirigido por Andrew Cumming, o longa originalmente era intitulado The Origin.
Um pequeno barco chega às margens de uma paisagem crua e desolada. Um grupo de seis pessoas luta pelo mar estreito para encontrar um novo lar. Elas estão morrendo de fome, desesperadas e vivendo há 45 mil anos. Primeiro, elas devem encontrar abrigo e atravessar os desertos da tundra em direção às montanhas distantes que prometem as cavernas abundantes de que precisam para sobreviver. Mas quando a noite cai, a expectativa se transforma em medo quando elas percebem que não estão sozinhas.
O longa será lançado oficialmente no Hulu no dia 3 de outubro.
A trama é ambientada em meio às terríveis tempestades de poeira da década de 1930, em Oklahoma, enquanto uma mulher (Paulson) se convence de que uma presença sinistra está ameaçando sua família.
Charles Blakey, um homem afro-americano que vive em Sag Harbor, está preso na rotina, sem sorte e prestes a perder sua casa ancestral quando um peculiar empresário branco com sotaque europeu se oferece para alugar seu porão durante o verão.
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do terror ‘Dolly – A Boneca Maldita‘, que promete ser uma homenagem sangrenta aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha de Sádicos‘.
Na trama, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.
Rod Blackhurst (‘Caminhos de Sangue’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Brandon Weavil.
O elenco conta com Fabianne Therese (‘John Morre no Final’), Seann William Scott (‘American Pie’), Ethan Suplee (‘Duelo de Titãs’) e o lutador profissional Max the Impaler.
O terror sobre vampiros, ‘The Transfiguration’, ganhou um novo vídeo, que traz um desajustado adolescente de 14 anos debatendo sobre o que de fato é ser uma criatura vampiresca.
Com sua estreia mundial durante a mostra paralela do Festival de Cannes, intitulada Un Certain Regard, o filme foi também exibido no festival South by Southwest e conquistou boas críticas.
Confira o vídeo, sem legendas:
Abordando o amor, a perda e vampiros, ‘The Transfiguration’ traz o ator Eric Ruffin como um adolescente desajustado de 14 anos que sofre bullying na escola e acaba se imergindo no mundo dos vampiros para escapar de sua solidão ao retornar para casa.
A terror marca a estreia do diretor e roteirista Michael O’Shea e além de Eric, conta com Chloe Levine no elenco. ‘The Transfiguration’ conta com a vencedora do Festival de Sundance, Susan Leber e chega aos cinemas norte-americanos em datas diferentes: em Nova York, a produção será lançada nesta sexta-feira, 7 de abril, chegando a Los Angeles em 21 do mesmo mês. Ainda não há data de estreia prevista para o Brasil.
A vencedora do Oscar, Jennifer Hudson, vai interpretar a aclamada cantora Aretha Franklin nos cinemas. A informação foi confirmada pelo site Deadline.
De acordo com o portal, a escolha foi feita pela própria artista e a produção será conduzida pela MGM. Na anual festa pré-Grammy do produtor musical Clive Davis, a escolha de Hudson para o papel também foi anunciada.
Durante o evento em questão, Jennifer cantou alguns hits de Aretha, como ‘Think’ e, claro, ‘Respect’.
O Deadline ainda afirma que a MGM está acelerando a produção e já está na busca de um roteirista e um diretor.
Scott Bernstein (‘Straight Outta Compton‘) será o produtor da biografia, ao lado de Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin no passado, além de ter produzido o aclamado musical ‘Dreamgirls’.
Nascida em Memphis, tornou-se a primeira mulher a fazer parte do Rock & Roll Hall of Fame. Muitos chamam Aretha de “Rainha do Soul” ou “Dama do Soul”. Ela é reconhecida por suas habilidades na música soul e R&B, mas também é uma adepta de jazz, rock, blues, pop e até mesmo ópera.
E amargando 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação recebeu duras críticas por seu roteiro – considerado confuso e “bagunçado” – e por ter perdido parte da magia que tanto cativou os fãs da franquia.
Dividindo a opinião da crítica especializada, o longa ainda foi alvo de alfinetadas, que salientam que não demorou muito para o spin-off perder o seu brilho e interesse popular.
E para te preparar para o que vem por aí, separamos as principais avaliações já disponíveis. Confira todas e não se esqueça de que a decisão final é sempre sua!
“Rowling se rendeu às suas tendências maximalistas e assim confundiu a história, fazendo com que você gaste tempo demais tentando desvendar quem fez o quê para quem e por quê”.- Manohla Dargis, New York Times
“Chamando de volta o universo Potter e com um lindo olhar para os detalhes, ‘Os Crimes de Grindelwald’ tem uma bagagem de charme intermitente e uma calorosa familiaridade. Mas, muitas vezes, parece uma fera que está sobrecarregada”. – Olly Richards, Time Out
“Newt, entretanto, nunca transmite qualquer coisa que se assemelhe a um impulso impuro. Ele é tão manso quanto as feras mais fofas em sua mala e ainda menos que fantástico do que a série da qual ele é o destaque”. – A.A. Dowd, AV Club
“’Os Crimes de Grindelwald’ é dificultado pelo incômodo conjunto de tramas díspares que poderiam ter seus próprios filmes”. – Kate Erbland, indieWire
“O filme oferece incríveis feitos de feitiçaria, reinos maravilhosos, mas consegue conjurar o oposto da magia”.- Justin Chang, Los Angeles Times
“Como o segundo filme em uma série de cinco partes, às vezes ele se esforça sob a pressão de manipular vários enredos e manobrar seu elenco para filmes posteriores”. – Hugh Armitage, Digital Spy
“Demorou exatamente um filme para a franquia adjacente de ‘Harry Potter’ resultar em um dar de ombros, mesmo com todos esses atores maravilhosos, em meio à digitais chamas azuis caríssimas”. – Michael Phillips, Chicago Tribune
O filme estreia nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.
A sequência ‘Godzilla Vs Kong‘ teve sua estreia adiada e não mais chegará aos cinemas norte-americanos no dia 13 de março de 2020.
Segundo a revista Variety, o longa agora será lançado em 20 de novembro do mesmo ano, nos Estados Unidos. Com a alteração da data oficial, a estreia nacional também deve ficar comprometida.
Inicialmente agendada para o dia 20 de maio de 2020, a mudança deve alterar o lançamento no Brasil para o final do segundo semestre do mesmo ano.
A disputa épica entre Godzilla e King Kong agora já possui um subtítulo de trabalho: ‘Apex’. O termo em inglês sugere que os dois grandalhões deverão lutar para ver quem ocupará o topo da cadeia alimentar.
Os poderosos monstros tornaram-se gigantescos heróis para uma nova geração, com a revelação de uma mitologia que reúne Godzilla e oKing Kong em um ecossistema que conta com outras super espécies gigantes, tanto clássicas como novas. A Monarch, a organização humana que descobriu Godzilla no filme de 2014, expandirá a sua missão ao longo de vários lançamentos.
Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) será o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).
O crossover das franquias ‘Godzilla‘ e ‘King Kong‘ vai aproveitar os novos filmes para criar um universo compartilhado.
‘Godzilla Vs Kong’ estreia em 22 de maio de 2020. Antes disso, ‘Godzilla: O Rei dos Monstros’ chega aos cinemas em 22 de março de 2019.
A aclamada rapper Nicki Minaj vai ganhar uma minissérie documental sobre sua vida, que será produzida pela plataforma HBO Max.
A informação foi anunciada pela própria artista, por meio de sua conta oficial do Instagram. Por meio de um vídeo, a artista compartilhou a novidade e o seu entusiasmo pelo projeto.
Confira:
“Eu não poderia estar mais empolgada de ter a HBO Max a bordo para me ajudar a contar a minha história dessa maneira tão memorável e delicada. Uma maneira que meus fãs amarão para sempre. Esse documentário é o próximo nível, eu te prometo isso”.
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