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Após sair da Netflix, as 8 temporadas de ‘The Walking Dead’ chegam na Amazon Prime

As oito primeiras temporadas da série ‘The Walking Dead‘ foram disponibilizadas no catálogo da Amazon Prime do Brasil, que conseguiu os direitos de exibição após a Netflix não renovar a licensa.

Além de The Walking Dead, a Amazon Prime disponibilizará Grey’s Anatomy, American Horror Story e How I Met Your Mother.

A Amazon anunciou um acordo de licenciamento de conteúdo com a Disney, tornando o Prime Video o serviço de streaming de uma seleção de títulos da empresa na América Latina. A coleção inclui uma variedade de sucessos de bilheteria e aclamados pela crítica do catálogo da Disney, que antes iam para a Netflix.

Entre os recentes lançamentos, estão ‘Capitã Marvel‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘, da Marvel StudiosWiFi Ralph – Quebrando a Internet e, da Disney e Pixar, Toy Story 4, além de vários outros famosos, como O Rei Leão, Aladdin e O Retorno de Mary Poppins.

“A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.

O Prime Video começou a adicionar as novidades, oferecendo aos clientes em toda América Latina acesso ilimitado de streaming a:

• Os mais recentes sucessos de bilheteria do universo cinematográfico da Marvel, como Capitã Marvel e Vingadores: Ultimato, além dos filmes de outras fases do universo Marvel, como Homem de Ferro, Thor: O Mundo Sombrio, Doutor Estranho e Guardiões da Galáxia Vol. 2

• Versões em live action de famosas animações, como O Rei Leão, O Retorno de Mary Poppins, O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, A Bela e a Fera, Malévola e a sequência, Malévola: Dona do Mal

• Filmes de animação épicos, como WiFi Ralph – Quebrando a Internet, Operação Big Hero, Enrolados, Toy Story 1 a 4, Zootopia e Moana, além de clássicos, como A Princesa e o Sapo e Lilo & Stitch

‘Um Lugar Silencioso 2’ é ADIADO para 2021

Um Lugar Silencioso – Parte 2‘ foi um dos grandes filmes afetados pela pandemia. O longa seria lançado nos cinemas em 19 de março, mas acabou sendo adiado para setembro após ao fechamento das salas de cinema no mundo todo.

Agora, com novos casos de COVID-19 sendo registrados pelo mundo, a Paramount Pictures decidiu adiar a estreia do suspense para 23 de abril de 2021.

A Paramount também agendou a nova data de estreia de ‘Top Gun: Maverick‘, sequência do original de 1986, para 2 de julho de 2021.

Outros filmes também sofreram adiamentos, como  Viúva NegraVelozes e Furiosos 9Mulher-Maravilha 1984Minions 2: A Origem de GruOs Caça-Fantasmas: Mais Além e Morbius.

Como os estúdios e expositores estão com receio sobre quando o público voltará ao cinema, o adiamento dos grandes filmes foi a melhor decisão.

Confira nossas reações ao filme:

A sequência foi uma das vítimas do surto de coronavírus que fechou as salas de cinema do mundo todo.

Top Gun: Maverick‘ foi adiado de 24 de junho para 25 de dezembro de 2020 no Brasil.

Mesmo que os cinemas possam abrir em junho, os estúdios e expositores têm receio sobre quando o público voltará ao cinema, o que acarretou no adiamento dos grandes filmes.

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Batman vs Superman’: Mulher-Gato iria aparecer em flashback em cena romântica com Bruce; Confira!

Carla Gugino já colaborou com o diretor Zack Snyder em diversas produções, como ‘Watchmen’ (2009) e ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ (2011).

E parece que ela quase interpretou a Mulher-Gato em ‘Batman vs Superman‘ (2016), como revelou Snyder durante uma entrevista para o The Nerd Queens.

“Provavelmente eu diria que a Mulher-Gato de Carla [Gugino] seria perfeita. Eu pensei numa cena de flashback para ‘Batman vs Superman‘, na qual ele e a Mulher-Gato dividiam a tela e pareciam ter uma relação. Ele teve que prendê-la e isso mexeu com eles, mas ele acaba deixando-a a partir… Não a vemos depois porque… Quem sabe o que ela estaria fazendo agora? No fim das contas, Bruce queria abandonar o capuz e reencontrá-la. Acho que Carla ficaria perfeita no papel.”

A cena com certeza traria um pouco mais de humanidade para o Batman de Ben Affleck, mas o cineasta não revelou porque o trecho não foi inserido no filme, talvez por não se encaixar com o restante da trama.

Mesmo assim, vale lembrar que Gugino ainda participou do longa dando voz à inteligência artificial da nave kryptoniana de Kal-El (Henry Cavill), papel que ela dublou pela primeira vez em ‘O Homem de Aço‘ (2013).

Recentemente, Snyder compartilhou uma imagem de Jim Lee que mostra Batman e a felina na intimidade.

Recentemente, Snyder revelou que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ será lançado mundialmente no dia 18 de Março, seja em Video on Demand ou em algum serviço de streaming.

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX na mesma data e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

Amazon Prime lança suspense ERÓTICO para competir com ‘365 Dias’; Confira!!

365 Dias‘ se tornou um dos maiores sucessos da Netflix ao trazer uma história picante com cenas pra lá de adultas. Agora, o Amazon Prime Video lançou seu próprio suspense erótico.

The Voyeurs‘, ou ‘Observadores‘, tem cenas de sexo praticamente explícitas e muito suspense.

Depois de se mudarem para um lindo apartamento no centro de Montreal, um jovem casal (Sydney Sweeney e Justice Smith) começa a se interessar cada vez mais pela vida sexual de seus vizinhos excêntricos do outro lado da rua (Ben Hardy e Natasha Liu Bordizzo).

O que começa como uma curiosidade inocente aos poucos se transforma em uma obsessão doentia, depois que descobrem que um dos vizinhos está traindo o outro. A tentação e o desejo fazem com que suas vidas se enredem de maneiras inesperadas, levando a consequências mortais.

Crítica | The Voyeurs: Observadores – Amazon Prime lança thriller tenso cheio de obsessão e reviravoltas

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros Sydney Sweeney e Justice Smith, que revelam seus thrillers erótico favoritos dos anos 90.

Assista:

Banner revela o novo visual do Optimus Primal e Bumblebee em ‘Transformers 7’

Transformers: O Despertar das Feras‘ teve um novo banner divulgado, que mostra o novo visual do Optimus Primal e Bumblebee.

Confira:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers. O filme será dirigido por Steven Caple Jr.

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós esgotamos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Então encontramos um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novidades, se você já viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes.”, explicou o produtor Lorenzo di Bonaventura.  

Transformers: O Despertar das Feras‘ estreia apenas em 8 de junho de 2023.

As filmagens já foram encerradas no Peru.

Confira a sinopse e fotos:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica ‘Transformers’ sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off ‘Bumblebee’, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

SUCESSO! Com R$ 10 milhões, ‘Velozes e Furiosos 10’ tem a MAIOR abertura do ano nas bilheterias brasileiras

A franquia ‘Velozes e Furiosos‘ é muito querida pelos brasileiros, e isso reflete nas bilheterias.

Segundo o Comscore, o décimo filme da franquia teve o maior dia de abertura nas bilheterias de 2023.

O filme já foi assistido por mais de 470 mil espectadores em apenas 2 dias nos cinemas. Somando as sessões de pré-estreia, ‘Velozes e Furiosos 10 já arrecadou mais de R$ 10 milhões no Brasil.

Para se ter uma ideia, Velozes e Furiosos 9‘ arrecadou R$ 12,5 milhões e levou 680 mil espectadores aos cinemas nos três dias do fim de semana em sua estreia no Brasil em 2019. Ou seja, o décimo filme deve ter uma abertura ainda maior.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 7,5 milhões nas prévias de quinta-feira nas bilheterias norte-americanas. Para comparação, ‘Velozes e Furiosos 9‘ abriu com US$ 7,1 milhões e ‘Hobbs & Shaw‘ fez US$ 5,8 milhões nas prévias de quinta-feira.

Velozes e Furiosos 10‘ deve arrecadar em torno de de US$ 60 milhões no fim de semana. Isso tornaria a sétima maior estreia da franquia, entre ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 70 milhões) e o spinoff de ‘Hobbs & Shaw‘ (US$ 60 milhões).

Embora possa parecer que ‘Velozes e Furiosos 10‘ ficou sem combustível nos Estados Unidos, o filme será totalmente turbinado no mercado internacional.

Segundo o Deadline, o novo filme da franquia está projetado para obter uma bilheteria global de aproximadamente US$ 295 milhões em seu primeiro final de semana, com potencial para ultrapassar os US$ 300 milhões caso supere as expectativas.

É importante ressaltar que apenas US$ 60 milhões devem ser provenientes dos Estados Unidos. Ao que parece, o público norte-americano pode ter perdido parte do entusiasmo pela saga, mesmo que ela continue a ser um sucesso em diversos outros países.

No mercado internacional, o filme deve abrir com US$ 235 milhões e $ 60 milhões nos EUA. Isso levaria a um total de US$ 295 milhões em todo o mundo, tornando-se o terceiro melhor começo global para um filme ‘Velozes e Furiosos‘ depois de ‘Velozes e Furiosos 8‘ (US$ 541,9 milhões) e ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$ 397,6 milhões).

Embora a arrecadação nos Estados Unidos possa não corresponder às expectativas, é notável o impacto e a popularidade de ‘Velozes e Furiosos‘ em escala global. A franquia tem uma base de fãs fiel e apaixonada em várias partes do mundo, o que contribui para o sucesso financeiro do filme.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Jason Momoa, que interpreta o vilão brasileiro Dante em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Questionado sobre sua inspiração para compor o personagem brasileiro, Momoa revelou que foi… um colar.

“Eu estive no Brasil. Me diverti muito no Brasil. Pessoas maravilhosas. A coisa em que me baseei pra criar o personagem é muito estranha. Eu nunca tinha feito isso antes, mas baseei ele em cores. Eu o baseei em um colar que meu amigo fez. Ele era todo colorido e achei ele tão lindo. Eu não sou de usar muitas cores. Eu construí esse personagem ao redor dessas cores. Elas pareciam calorosas e convidativas, mas quando você chega perto dele, ele simplesmente é mau. E ele já tinha dominado você. Eu não queria que ele usasse armas. Eu queria usar facas para que ele chegasse bem perto. Ele é muito sádico e sente prazer em machucar as pessoas e leva isso longe demais. Mas ele era muito convidativo e caloroso. Então foi aí que eu comecei. O filme entrega tudo aquilo que os fãs querem e um pouco mais.”, ele afirmou.

Assista:

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Sandra Bullock e Brad Pitt BRILHAM em comédia milionária assistida por 35 milhões de pessoas na Netflix

As comédias românticas atingiram o seu auge nos anos 90 e 2000 com grandes musas do cinema encantando audiências do mundo inteiro com histórias de amor que nos faziam se apaixonar. Entre um filme e outro de Meg Ryan, surgiram duas grandes estrelas que se tornaram as principais representantes do subgênero: Julia Roberts e Sandra Bullock.

Com filmes cada vez mais clichês que começaram a cansar o público, as comédias românticas foram desaparecendo lentamente dos cinemas e as poucas que eram realizadas estreavam direto no streaming e repetiam fórmulas já conhecidas e ultrapassadas, enterrando e desvalorizando o subgênero. Eis que precisava de uma rainha para provar que as comédias românticas ainda vivem e podem encontrar seu público e fazer sucesso, e Sandra Bullock voltou às telonas para realizar o feito. E sim, ela foi muito bem sucedida.

A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘, estrelada por Bullock e Channing Tatum, que ultrapassou a marca de 35 milhões de visualizações na Netflix. O filme chegou a figurar em primeiro lugar no catálogo por mais de uma semana.

Confira nossa crítica:

A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

O grandioso elenco também conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’), Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’), Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) e Brad Pitt, que fará uma participação especial.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’, segundo o Rotten Tomatoes

Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com o sétimo filme a caminho, decidimos mostrar o ranking da franquia no agregador de críticas Rotten Tomatoes.

Vamos lá?

6. Pânico 3

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 41%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 38%

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 38%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

5. Pânico 4

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 60%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 57%

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, mas é o meu preferido. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica atrás do terceiro, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

4. Pânico (2022)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 76%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 82%

Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.

 

3. Pânico (1996)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 80%

Obviamente eu não concordo com o primeiro filme estar em terceiro lugar na lista. Apesar das sequências serem maravilhosas, nenhuma conseguiu realmente ser melhor que o original. Mas, segundo os críticos, duas sequências foram melhores. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo.

 

 

2. Pânico 6

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 91%

Acho muito legal que os críticos prestigiaram o sexto filme da franquia, mesmo eu particularmente achando o mais fraco de todos.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – trazendo um filme que se enverga mais para a ação do que para o terror.  Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.

Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.

‘Pânico VI’ é um bom filme, mas não tomou riscos. Ninguém importante morreu. Mesmo assim, é um dos filmes mais sangrentos e ambiciosos da franquia, tendo Nova York como pano de fundo. Eu esperava mais, principalmente por que em nenhum momento o filme parece realmente aproveitar Nova York (salvo a cena do metrô), e a revelação dos assassinos é broxante. Na minha lista pessoal, esse fica em sexto lugar.

1. Pânico 2

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 82%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 58%

Eu particularmente não acho o melhor filme da franquia, mas que é uma baita sequência, é. Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Sinceramente, escolher o melhor Pânico é uma tarefa difícil. É como escolher um filho preferido. Cada um tem o seu charme e potencial.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 61%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 59%

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

“É uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói”, revela Sam Raimi [EXCLUSIVO]

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor Sam Raimi (‘Arraste-me para o Inferno’) foi questionado se prefere dirigir filmes de super-herói ou terror, e respondeu:

“Bem, é uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói, porque a verdade é que qualquer um desses personagens que você coloca vestindo uma roupa colante vermelha e azul, eles se tornam heróis para as crianças, mesmo sem merecer. Então, você se encontra em uma posição em que precisa realmente conquistar isso e garantir que os personagens sejam reais e consistentes, enfrentando conflitos com os quais as crianças possam se identificar.”, ele afirmou.

Segundo Raimi, o personagem precisa gerar identificação com o público.

“Você quer que esses conflitos sejam sérios para que as crianças pensem: “Sim, eu já estive nessa situação, só que no meu caso era com a lição de casa”. Eu não sei o que as crianças estão pensando, mas elas veem que o super-herói não consegue superar essa situação. E então, em um filme com um super-herói, o ser humano dentro dele cresce, aprende algo e encontra uma maneira de superar esse obstáculo. As crianças assistem a isso, e você orquestra tudo, e o herói voa pelos céus. Não há nada igual para um diretor do que criar essa sensação de admiração e, de uma forma muito simples, inspirar as crianças, servindo como um bom exemplo. Claro, eu ainda adoro sentar no fundo do cinema, fazendo barulhos e assustando as crianças. Mas ambos os gêneros são gratificantes.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga CinePOP no Youtube:

O terror conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a direção de Raimi, que, mais uma vez, se mostra um mestre do gênero ao equilibrar perfeitamente risos com tensão, além de destacar as excelentes performances de Rachel McAdams e Dylan O’Brien.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’

Socorro!‘ já está em exibição nos cinemas.

Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida.

SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado pela atriz indicada ao Oscar® Rachel McAdams e Dylan O’Brien. O filme é produzido por Raimi e Zainab Azizi, com produção executiva de JJ Hook, roteiro de Damian Shannon & Mark Swift, e música original de Danny Elfman.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’ 

‘Socorro!’: Novo terror de Sam Raimi abre com 91% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

‘Socorro!’: Primeiras impressões do novo TERROR de Sam Raimi são EXTREMAMENTE POSITIVAS; Confira as reações!

‘Socorro!’: Sam Raimi cobre Rachel McAdams e Dylan O’Brien de vômito, sangue e água em novo filme de terror

‘A Empregada’, ‘Hamnet’, ‘Socorro!’, ‘Extermínio’ e os Filmes mais ESPERADOS de Janeiro 2026 nos cinemas!

» Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro;

 

ALEGRIA! 10 Filmes para você assistir, abrir um SORRISO e mudar de vida!

Uma enorme reflexão que fazemos em alguns momentos de nossa vida gira em torno das inspirações que encontramos muitas vezes nos fazendo pensar sobre determinados caminhos que tomamos e as formas que podemos nos colocar em trilhos de outras estradas. Pensando sobre essa questão existencial, segue abaixo inspiradores projetos:

 

Uma Doce Revolução

Na trama, conhecemos Grace Gordon (Anna Friel), uma mulher que vê sua vida de luxo, com os pés na futilidade, se perder na falta de dinheiro após retornar a sua cidade natal depois de se separar do segundo marido. Com o falecimento do pai, que era um juiz respeitado, vai atrás de um emprego e percorre o machismo e preconceito da época. Aos poucos começa a se reaproximar de um antigo conhecido, um congressista (Kelsey Grammer) ligado à legislação da nova lei dos direitos civis.

 

Já era Hora

Na trama, conhecemos o advogado Dante (Edoardo Leo) que após uma peculiar situação, que tinha tudo para ser constrangedora, acaba conhecendo uma delicada e romântica ilustradora chamada Alice (Barbara Ronchi). Eles logo começam a namorar e a morar juntos. Cheios de planos e aos trancos e barrancos mantendo acesa a paixão no casamento, o casal sofre com a falta de tempo de Dante, um workholic consumido pelas quase inacabáveis horas que se dedica ao trabalho. Certo dia, Dante se vê preso em uma situação angustiante, começa a perceber que está pulando de forma aleatória para o futuro, de ano a ano, o fazendo viver alegrias e tristezas como se fosse um espelho do que, daquela forma que vive o presente, seria seu futuro.

 

Viver é Fácil Com os Olhos Fechados

Dirigido pelo espanhol David Trueba e passado na década de 60, Viver é Fácil Com os Olhos Fechados conta a história de um inspirador professor, que usa as músicas dos Beatles para ensinar inglês em um colégio religioso espanhol, que parte em uma viagem inusitada com o objetivo de conhecer seu grande ídolo John Lennon que está filmando em uma região isolada na Espanha. No meio dessa jornada, acaba encontrando pelo caminho uma jovem grávida e um jovem que fugiu de casa por conta de seus diversos problemas com o pai. Assim, os três embarcam estrada à dentro em uma jornada que vai mudar a vida de todos eles.

 

Uma Lição de Vida

Na trama, conhecemos melhor um país que sabemos muito pouco infelizmente, o Quênia. Lá, após um incentivo na educação, surge um senhor carismático de 84 anos chamado Maruge (Oliver Litondo) que possui uma vontade inspiradora de aprender a ler e escrever. Lutando contra todo tipo de preconceito que vocês possam imaginar, Maruge contará com a ajuda da corajosa professora Jane (Naomie Harris) para realizar o seu grande sonho.

 

A Felicidade das Pequenas Coisas

Na trama, conhecemos o recém nomeado professor Ugyen Dorji (Sherab Dorji), um jovem que mora com sua avó e tem o sonho de seguir carreira na música e ir morar na Austrália. Ele é contratado do governo de Butão exercendo a função de professor e se vê sempre em desilusões nessa profissão. Certo dia é enviado para Lunana, um lugar distante do grande centro, onde para se chegar é preciso caminhar cerca de uma semana. Sem ter o que fazer, ele embarca para o lugar sem saber que lá passará por lições que nunca mais esquecerá em sua vida.

 

Um Amor Inesperado

Na trama, conhecemos o casal Marcos (Ricardo Darín) e Ana (Mercedes Morán), marido e mulher que estão juntos a mais de duas décadas e passaram todos esses anos com mais acertos do que erros, principalmente com o foco voltado para a educação de seu filho que agora foi para uma universidade na Espanha. Com essa partida, as coisas mudam e pensamentos antes adormecidos voltam à tona e o casal resolve se separar amigavelmente. Os anos passam e vamos acompanhando as aventuras de pós divorciados dos dois ex-pombinhos.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty

Na trama, conhecemos Walter Mitty (Ben Stiller), um homem que trabalha há 16 anos em uma revista de grande circulação chamada Life sendo gerente da parte de processamento de imagens. Walter é tímido, tem poucos amigos e possui uma imaginação que ultrapassa qualquer limite da definição de absurdo. Em suas experiências memoráveis dentro de seus sonhos, o pacato cidadão possui inúmeras histórias fantásticas. Porém, na realidade, sofre por não conseguir se aproximar da mulher que ama e enfrentar de frente os grandes vilões de sua vida. Quando seu emprego é colocado em risco, Walter (um surpreendente e exímio skatista) parte em uma jornada muito mais fantástica que qualquer outro sonho já visto.

 

Hector e a Busca pela Felicidade

Na trama, somos apresentados a Hector (Simon Pegg), um psiquiatra que vive uma vida monótona ao lado de sua namorada Clara (Rosemund Pike). Após uma sessão com uma paciente pra lá de esquisita, o protagonista desperta para seus sentimentos e emoções, embarcando em uma jornada de auto descoberta, à procura da felicidade. Imagens lindas vão desfilando pelo filme, nos sentimos muito próximo dos personagens tamanha verdade que sentimentos em cada gesto, cada palavra que vemos sair das atitudes e pensamentos dos personagens.

 

A Maratona de Brittany

Na trama, conhecemos a baladeira e descompromissada com a vida Brittany (Jillian Bell), uma mulher de 28 anos, gordinha que não consegue se encontrar em nenhuma parte de sua vida. Após uma consulta de rotina ao médico, descobre que seu corpo vai muito mal das pernas e resolve mudar da água pro vinho sua rotina, começando pelo grande desafio de conseguir correr todo dia na rua para se exercitar. Essas corridas logo se transformam em bem estar, amizade, mudança radical na sua rotina e assim, batalhando contra sua mente do passado, ela foca para encarar todos os desafios que a vida lhe coloca.

 

Rye Lane: Um Amor Inesperado

Na trama, conhecemos Dom (David Jonsson) e Yas (Vivian Oparah), dois jovens que se encontram de forma inusitada, numa galeria de arte e resolvem sair daquele lugar e irem andando pela cidade onde moram. Aos poucos vamos conhecendo essas duas almas. Dom é um jovem desiludido, até mesmo depressivo, abalado profundamente pelo término de um relacionamento onde descobriu por meio de uma foto que seu melhor amigo o estava traindo com sua namorada. Contador de profissão, tem uma paixão por música. Já Yas é super alegre, com uma energia contagiante. Ela tem o sonho de ser figurinista e também está passando por um recente término de relacionamento com feridas ainda em aberto. Essas duas almas vão buscando entender um ao outro enquanto se conhecem melhor.

Os Melhores Filmes da Primeira Metade de 2016

Mais um ano está passando, quando 2016 se vê com metade do percurso percorrido. Para quem vive de assistir a filmes isto significa que muita coisa já passou por nossa vista, algumas despercebidas, outras marcando, seja positivamente ou negativamente. Isso significa também que chegou a hora para a famosa lista do meio de ano, na qual apresentamos o que de melhor e pior passou por nossas mentes e corações.

Antes de começarmos com a lista oficial, vale citar algumas menções honrosas, como os nacionais Mundo Cão, Reza a Lenda, Nise – O Coração da Loucura e Em Nome da Lei; os Oscarizáveis A Grande Aposta, Trumbo – Lista Negra e Carol; o francês Meu Rei (assistido no Festival Varilux deste ano); e ainda Ave, César, O Conto dos Contos, Amor por Direito e Conspiração e Poder.

Todos filmes citados variam de bom a excelente, mas não encontraram lugar entre os favoritos. Vamos à contagem.

Invocação do Mal 2

Invocação do Mal 2 - CinePOP

O diretor James Wan prova que um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, entregando a sequência do terror de maior sucesso mainstream e mostrando tanta qualidade quanto da primeira vez. Uma das melhores continuações de um filme de terror de todos os tempos, Invocação do Mal 2 é tão satisfatório quanto o original, desta vez movendo a ação para o Reino Unido.

  O casal Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga), a força do original, está de volta, desvendando um novo caso envolvendo poltergeists, desde já icônicos. E o sentimento que fica é: quando sai o terceiro? Queremos para ontem.

Capitão América: Guerra Civil

Guerra Civil - CinePOP

A rival DC tirou Batman Vs Superman da disputa com Vingadores: Era de Ultron, movendo o blockbuster de 2015 para 2016. A solução da Marvel foi: fazer do terceiro Capitão América um Vingadores 2.5. Deixando de lado a polêmica e comparações com o filme da DC, vale dizer que Guerra Civil não é somente superior ao citado Era de Ultron, como entra para a seleta lista dos cinco melhores filmes da Marvel no cinema.

Deadpool

Deadpool - CinePOP

Por falar em filmes de heróis, o melhor do ano foi um que justamente tira sarro com o gênero. O filme do mercenário tagarela foi pura gozação, humor ácido do início ao fim, e deu ao ator Ryan Reynolds a redenção que precisava, afinal foram três bolas fora sequenciais no subgênero dos filmes de herói (Blade Trinity, X-Men Origens: Wolverine e Lanterna Verde, que vira alvo das piadas do incorreto personagem igualmente).

Junte a isso, uma excessiva quebra da quarta parede e o uso extensivo de metalinguagem, e temos o filme de herói mais original (se olharmos para a história central nem tanto) dos últimos tempos.

Sinfonia da Necrópole

Sinfonia da Necrópole - CinePOP

De todos os filmes nacionais do ano, esta pequena pérola é o que merece espaço na lista, simplesmente por um fato: é a produção nacional mais criativa e diferenciada dos últimos anos (ou quem sabe de todos os tempos). Os filmes brasileiros costumam seguir uma fórmula de gênero e dificilmente escapam dela, desta forma temos amontoadas comédias bobas, romances e os típicos “filmes de bandidagem” (favela movies e afins) – ah, não podemos deixar de lado os pretensiosos “filmes sociais”.

Sinfonia da Necrópole esquece tudo isso e simplesmente cria, sem medo de se assumir. A jovem cineasta Julia Rojas investe no que acredita, sem pensar se atingirá o grande público massificado, coisa que seu parceiro usual, Marco Dutra, faz igualmente em suas obras. Dutra compõe algumas músicas deste musical (sim, você leu certo) fúnebre e totalmente inusitado, passado num cemitério. Esta é uma proposta que poderia ter dado muito errado, mas os envolvidos fazem dar certo, se empenhando em criar bons personagens, desenvolve-los com bons diálogos e boas interações, nunca passando do ponto, e, é claro, confeccionando músicas pra lá de divertidas. Sinfonia da Necrópole não é um filme brasileiro bom, é um filme bom. Este é um nacional que você precisa assistir.

Truman

Truman - CinePOP

Filmes de doentes e doenças podem descambar para a pieguice extrema se tornando insuportáveis. O espanhol Truman faz um trabalho tão bom no caminho inverso que pode ser considerado o melhor filme sobre o tema “câncer” de todos os tempos. Dirigido pelo espanhol Cesc Gay (um nome para ficarmos de olho) e protagonizado pelo argentino Ricardo Darín e pelo conterrâneo do cineasta Javier Cámara (simplesmente incrível aqui, geralmente é o companheiro de tela quem recebe todos os holofotes), o filme em momento algum pede para que sintamos pena de seus personagens.

Truman tem o coração e a mente no lugar certo, nunca deixando um sobrepujar o outro. É o equilíbrio perfeito entre os sentimentos que nos fazem existir como seres humanos, sem se tornar cínico ou cético demais. Acreditamos nestes personagens o tempo todo e embarcamos com eles por esta jornada, sem que nos caia a ficha de que estamos assistindo a um filme. Bem, meu amigo, quando isto acontece, os envolvidos em uma produção sabem que atingiram a nota certa. Corra e veja.

A Juventude

A Juventude - CinePOP

Ricardo Darín é um ídolo, considerado um dos melhores (ou o grande) atores de sua geração. Antes, no entanto, existia o britânico Michael Caine. Mas ao lembrarmos que Caine ainda está vivo, e ainda faz filmes do nível de A Juventude, a coisa se complica.

Dirigido pelo italiano Paolo Sorrentino, considerado por si só um dos grandes mestres do cinema atual, que parou o mundo em 2013 com A Grande Beleza, o novo trabalho do cineasta aponta para os mesmos temas de seu filme anterior, no entanto, com uma nova visão. O humor desta vez é mais abrangente e o filme um pouco menos artístico. Mesmo assim, muita beleza é retirada desta história sobre envelhecer e esperar a morte, seja a estética da parte técnica, ou a sutileza com a qual Sorrentino escreve, ao mesmo tempo dando tapas de luvas em cineastas e cinéfilos pedantes.

A Bruxa

A Bruxa - CinePOP

Não basta ser um filme de terror para ser comentado. No caso de A Bruxa, este terror independente e extremamente artístico se tornou um dos filmes mais comentados dos últimos tempos, isto antes de sua estreia. O filme do diretor estreante Robert Eggers recebeu elogios prévios em suas primeiras exibições em festivais e chegou ao grande circuito (bem, quase) completamente enaltecido.

Foi o bastante para que o mundo, incluindo o Brasil, se voltasse para o filme e o esperasse com fervor. No entanto, como avisei em meu texto aqui mesmo no CinePOP, quando assisti ao filme em setembro passado no Festival de Toronto, este não é um terror para todos os gostos, e talvez seja inclusive mais recomendado para os fãs de cinema em si. Dito e feito, enquanto uma parcela do público e os críticos se banham em felicidade, muitos se recusam a aceitar a produção como sequer uma obra do gênero. É o preço a se pagar pela excelência.

O Regresso

O Regresso - CinePOP

E Leonardo DiCaprio finalmente levou seu Oscar. Além de uma das melhores atuações, dentre tantas, da carreira do astro, vale mencionar que O Regresso é o último filme do monstro Alejandro G. Inárritu. O que isso significa? Bem, Inárritu atingiu aquele patamar, que o coloca lado a lado com os deuses do cinema, e seus trabalhos irão para sempre perpetuar e serem estudados. Tá bom para você?

Qualquer história simples pode se transformar no melhor dos filmes desde que seja bem contada, e Inárritu costuma trabalhar muito bem o roteiro e estrutura de seus projetos. Aqui, é uma história humana de vingança que ganha os holofotes, quando um homem desafia a morte e vence, retornando para caçar o homem que matou seu filho e o deixou para morrer, tudo passado em 1820. Um tema tão rico e digno, que remete a clássicas histórias shakespearianas, e volta ainda mais no tempo. E pensar que a garotada só quer saber da Marvel…

Mogli – O Menino Lobo

Mogli - CinePOP

Se você me dissesse ano passado que eu iria incluir na minha lista dos melhores (mesmo que da primeira metade do ano) este filme, eu provavelmente teria dificuldade em acreditar. O fato é que ninguém esperava que a reimaginação do clássico The Jungle Book, de Rudyark Kipling, em versão de carne e osso (e muito CGI) fosse ficar tão boa.

Tudo gira harmonicamente nessa engrenagem, fazendo os mais céticos tirarem o chapéu. Desde a escolha acertadíssima do protagonista (o carismático Neel Sethi – fiquemos de olho neste guri), passando pelas vozes empenhadas de gente como Bill Murray, Idris Elba, Scarlett Johansson e Lupita Nyong´o, até os efeitos especiais de computadores mais satisfatórios, digamos, desde Avatar (2009), tudo é sincronicamente perfeito nesta tocante história que usa como tema o significado verdadeiro da família. Mais um ponto para o eficiente diretor Jon Favreau. Fomos para a selva com Mogli e gostamos.

Creed – Nascido para Lutar

Creed - CinePOP

Assistimos a Rocky – Um Lutador (1976) e gostamos. Assistimos a Rocky II – A Revanche (1979) e , tá, até que gostamos. Assistimos a RockyIII – O Desafio Supremo (1982) e Rocky IV (1985) e nos divertimos horrores. Assistimos a Rocky V (1990) e não gostamos. Não merecíamos isso, como a saga de Rocky poderia terminar em uma nota tão amarga. Daí, assistimos a Rocky Balboa (2006) e novamente tivemos fé em Stallone, que deu a volta por cima com um final digno. Agora chega, né?

Chega nada, infeliz. Ninguém acreditava que Creed: Nascido para Lutar daria certo, afinal quem no mundo precisava de mais um filme de Rocky Balboa (mesmo que este fosse o coadjuvante), contando uma história muito parecida com a do filme original? Bem, todo mundo. Quando um filme é bem produzido, quando nele constam excelentes atuações, uma boa trilha sonora, boas cenas, bons diálogos, tomadas inacreditáveis e todos os componentes parecem interagir de forma cronometrada, nada mais importa. Somos arrebatados.

Anomalisa

Anomalisa - CinePOP

Este ano tivemos diversas animações de qualidade, no entanto, a que conquista lugar aqui é esta animação adulta, saída da mente de Charlie Kaufman. Usando uma técnica de animação muito especial, que assemelha bonecos a seres humanos, nos confundindo em determinados trechos, o novo filme do cineasta é também sua obra mais adulta (que ironia), sem que de fato utilize elementos de fantasia (como em trabalhos anteriores, vide Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças e Quero Ser John Malkovich).

Na trama, apenas adentramos a mente de um homem, percorrendo todos os seus traumas e dificuldades de relacionamento. Pode soar estranho a princípio, mas é extremamente identificável. Fora isso, os detalhes são incríveis e o trabalho por trás da obra merece todos os elogios possíveis.

O Quarto de Jack

O Quarto de Jack - CinePOP

Outro filme do Oscar encontra lugar na lista. O Quarto de Jack é uma das obras mais emotivas da última temporada de premiações e funciona em variados níveis. Em seu núcleo é uma história sobre amor maternal, sobre o amor de um filho por sua mãe, e como esta relação simbiótica pode fortalecer e salvar.

Algumas mães ficaram preocupadas com o teor do filme, já que O Quarto de Jack possui também uma trama intensa, sobre sequestro e violência contra a mulher. Mas este elemento, mesmo que muito importante para o funcionamento do todo, não ganha o primeiro plano. Além disso, recebemos excelentes atuações, como a da “revelação” Brie Larson, que foi premiada pela performance, e fomos apresentados a uma nova definição de fofura, o mirim Jacob Tremblay.

Rua Cloverfield, 10

Rua Cloverfield 10 - CinePOP

Na lista, muitos filmes inesperados viveram para nos satisfazer acima do que imaginávamos. Nenhum deles, no entanto, foi tão proveitoso quanto este suspense, que subverteu toda a expectativa em cima dele e entregou muito mais. O título revela um pouco, ainda mais pra quem conhece a produção homônima de 2008. Ou será?

De fato, o “novo” Cloverfield tem pouco ou quase nada em comum com seu original, conseguindo se manter como seu próprio produto, bem mais interessante, diga-se. Rua Cloverfield, 10 não é um filme para quem gosta de terror ou monstros. É um filme para quem gosta de suspense de gelar o sangue, para quem gosta de estudar a psique humana e seus abalos, para quem gosta de bom cinema e para quem quer ter uma aula de roteiro. As inúmeras reviravoltas brincam com a audiência, redefinindo o termo entretenimento – tão escasso num cinema atual que valoriza o barulho e a mesmice.

Gostou da lista? Comente e diga quais são os seus dez filmes preferidos de 2016 até o momento.

Antes de finalizar, vale outro pacote de menções honrosas, estas de filmes lançados diretamente no mercado de home vídeo (DVDs, Netflix, Now e canais da TV a cabo). Veja abaixo:

A Verdade Sobre Marlon Brando (Listen to Me Marlon), de Stevan Riley.
Confirmação (Confirmation), de Rick Fumuyiwa.
Descompensada (Trainwreck), de Judd Apatow.
Encontro Marcado (5 to 7), de Victor Levin.
Lições em Família (Wish I Was Here), de Zach Braff.
A História Verdadeira (True Story), de Rupert Goold.
Orgulho e Esperança (Pride), de Matthew Warchus.
Enterrando a Ex (Burying the Ex), de Joe Dante.
Hush: A Morte Ouve (Hush), de Mike Flanagan.
Bem-Vindos ao Meu Mundo (Welcome to Me), de Shira Piven.
As Vozes (The Voices), de Marjane Satrapi.
O Mistério de God´s Pocket (God´s Pocket), de John Slattery.
O Último Concerto  (A Late Quartet), de Yaron Zilberman.
Calvário (Calvary), de John Michael McDonagh.
Segredos de um Crime (Felony), de Matthew Saville.
O Fim da Turnê (The End f the Tour), de James Ponsoldt.
A Última Aventura de Robin Hood (The Last of Robin Hood), de Richard Glatzer e Wash Westmoreland
Cara Gente Branca (Dear White People), de Justin Simien.

Flopou com Força! Os grandes FRACASSOS do cinema que Completam 20 anos em 2023!

É difícil ser um cinéfilo que conhece e assiste a tudo o que é produzido hoje. Isso porque vivemos numa era em que a oferta é simplesmente grande demais. Com o surgimento dos streamings e suas próprias produções conhecer e, pior, ver tudo é uma missão quase impossível. Mais do que nunca anteriormente é preciso selecionar. O que dirá lembrar de tudo o que vimos no passado. Para ajudar na memória, aqui no CinePOP adoramos as matérias nostálgicas, que passeiam pelo passado, nos fazendo lembrar e refletir sobre o que assistimos dez, vinte, trinta anos no passado – ou ainda mais, dependendo de sua idade. Afinal, em muitos casos a lembrança pode ser tudo o que nos resta. Assim, nesta nova matéria trazemos mais uma lista nostálgica, aqui refletindo sobre os fracassos do cinema de vinte anos no passado. Filme que tentaram, mas simplesmente não deram certo. Você lembra de todos?

Bem-Vindo à Selva

Dwayne ‘The Rock’ Johnson é atualmente um dos maiores e mais rentáveis astros de Hollywood. Mas o ator grandalhão não é infalível – que o diga o recente Adão Negro. Quando voltamos 20 anos no passado, encontramos um The Rock ainda em sua transição de lutador para o cinema, dando seus primeiros passos como herói de ação. Ele havia estreado como protagonista em O Escorpião Rei (2002), derivado da franquia A Múmia. No ano seguinte, se aventurava pela selvas da floresta Amazônica (anos antes de Jumanji) no papel de um sujeito durão contratado por um ricaço para trazer seu filho pseudo-revolucionário de volta aos EUA. Aqui temos uma parceria entre a Columbia Pictures (Sony) e a Universal Pictures, que desembolsaram US$85 milhões para um filme que não conseguiu se pagar, arrecadando mundialmente US$80 milhões.

 

Contato de Risco

Tudo o que envolve esta produção e seus astros se tornou um dos “causos” mais notórios dos últimos 20 anos em Hollywood. Contato de Risco, ou Gigli (no título original), foi o epicentro da relação de noivado entre os astros Ben Affleck e Jennifer Lopez – um dos casais mais quentes do mundo há 20 anos, ganhando inclusive o apelido bonitinho de “Bennifer”. Bem, numa guinada triste do destino o casal terminou se separado devido a uma superexposição na mídia e os fracassos de seus projetos em conjunto, em especial esse que é considerado um dos piores filmes da história do cinema. O amor não resistiu. Mas essa história tem um final feliz, já que 20 anos depois, eis que Bennifer está mais vivo do que nunca, com os pombinhos reatando. Tudo o que bastou nesse caso foi outros casamentos e filhos no meio. Mas o filme sobre um mafioso (Affleck) pateta se apaixonando e “convertendo” uma lésbica em heterossexual (Lopez) continua horrível. A produção deu um baita prejuízo para a Columbia / Sony, com um orçamento de US$54 milhões viu de volta apenas US$7.2 milhões mundiais.

O Vingador

Por falar em Dwayne Johnson, quem chega à lista agora é outro grandalhão careca, que The Rock conhece muito bem. Mas chamar Vin Diesel e Dwayne Johnson de amigos, ou até mesmo colegas, talvez seja demais. Afinal, todo mundo ficou sabendo de seu desentendimento, digamos, na franquia Velozes e Furiosos. Curiosamente, antes de estrelarem juntos na citada franquia de carros velozes, os dois davam prejuízo separadamente com seus lançamentos há 20 anos. Vin Diesel já havia estrelado o primeiro Velozes e Furiosos (2001), mas não quis saber das continuações porque buscava brilhar em outros papeis, mostrando seu veia dramática de atuação. É o que o ator faz aqui, no papel de um policial com sangue nos olhos para a vingança após sua família ser morta por criminosos. Com produção da New Line Cinema (Warner), o filme custou US$36 milhões, rendendo em seu país de origem apenas US$26 milhões, assim falhando em se pagar. O que salvou, mas nem tanto, a obra foi a projeção internacional, que juntando tudo deu US$44 milhões – bem longe de ser um sucesso.

Corridas Clandestinas

Por falar em Vin Diesel e Velozes e Furiosos, o primeiro filme de rachas de carros turbinados (que nada mais é do que uma refilmagem não declarada de Caçadores de Emoção, 1991) fez enorme sucesso e logo gerou seus “imitadores”. Aqui, nesta produção da Dreamworks, tenho certeza de que os produtores usaram o seguinte pitch: “que tal se fizéssemos um Velozes e Furiosos mas com motos ao invés de carros”. Grande ideia. A verdade é que não se precisa pensar muito para bolar algo assim, e o projeto até poderia ter dado certo, já que Hollywood já viu ideias piores. A trama aqui, assim como na franquia de Vin Diesel, fala sobre gangues de motoqueiros no submundo disputando em corridas a liderança. Laurence Fishburne é o maior nome do elenco, que ainda conta com Derek Luke, Meagan Good, Kid Rock, Dijimon Hounsou e Lisa Bonet. Com US$24 milhões de orçamento, rendeu apenas US$23 milhões mundiais.

Divisão de Homicídios

Harrison Ford é eterno. A contribuição do astro para a cultura pop é imensa e talvez sem igual quando falamos de um ator bem-sucedido. Isso porque Ford tem a mão em algumas das maiores franquias do cinema e personagem atemporais como Han Solo, Indiana Jones e o Blade Runner Rick Deckard. Nada jamais diminuirá seu brilho. Mas não podemos fingir que certas atrocidades não foram cometidas usando o nome do ator. Uma das maiores foi a que o uniu ao então promissor Josh Hartnett – então surfando na crista da onda de sua popularidade. Esse filme do gênero buddy cop chegava algumas décadas atrasado para a festa, e o pior, sem trazer nada de novo para o estilo. Esse é o pior de tipo de convidado, o que chega de mãos abanando. Um dos fatos mais curiosos sobre o filme é que coloca um novato e um veterano com muitos anos a mais de bagagem nas costas para trabalharem juntos. Essa é mais uma bomba da Columbia (Sony), que todos os envolvidos gostariam de esquecer. Com orçamento de US$75 milhões, o filme recuperou somente US$51 milhões mundiais.

Um Pobretão na Casa Branca

Se Will Smith quisesse se vingar de verdade de Chris Rock e humilha-lo não precisava agredi-lo covardemente com um tapa e terminar banido por 10 anos do maior prêmio do cinema. Era só o astro esquentadinho ter retribuído fogo com fogo. Tudo o que Will precisaria fazer era dizer que seus filmes são sucesso e os de Rock, sempre fracasso. A verdade é que Chris Rock é um dos maiores humoristas norte-americanos, e que ao que dizem voltou com tudo ressurgido das cinzas após o tapa ouvido pelo mundo. Mas no cinema, o comediante nunca teve muita sorte, com a maioria dos lançamentos protagonizados por ele terminando no prejuízo. Era isso o que ocorria há 20 anos, com esta produção da Dreamworks. No filme, Rock vive um vereador sem muita experiência, saído dos guetos americanos, que se torna o candidato surpresa na corrida presidencial nos EUA, por dizer a verdade das ruas. O longa escrito, dirigido, produzido e protagonizado por Rock custou US$35 milhões e recuperou US$38 milhões mundiais, ao menos conseguindo se pagar.

Amor Sem Fronteiras

Enquanto não retorna às telas para viver a cantora de ópera Maria Callas e Malévola pela terceira vez (ambos em fase de pré-produção), a musa Angelina Jolie tirou um tempo de folga para poder namorar à vontade seu novo crush, o ator Paul Mescal. A estrela é uma das mais famosas de Hollywood, e esse caminho tem décadas de estrada. É só olharmos, por exemplo, para 20 anos no passado para notar que nesta época Jolie já tinha um Oscar para chamar de seu, e estrelava a franquia milionária Tomb Raider. A atriz, no entanto, sempre buscou desafios diferentes, vira e mexe investindo em dramas mais intimistas também. Foi o caso com Amor Sem Fronteiras, filme que homenageia iniciativas como os médicos sem fronteiras. Jolie vive uma socialite casada que se apaixona por um médico revolucionário (papel de Clive Owen), que faz um trabalho voluntário e arriscado na África. A produção da Paramount US$35 milhões e rendeu apenas US$11 milhões mundiais, sendo um dos maiores fracassos daquele ano.

Irmão Urso

A Disney é indiscutivelmente o maior estúdio da atualidade. Dono de marcas bilionárias como a LucasFilm (Star Wars, Indiana Jones), a Marvel e a agora a Fox, o estúdio pode se dar o luxo de uma escorregada vez ou outra. E isso ocorre até mesmo em suas animações miradas ao público infantil – afinal nem todos podem ser grandes acertos (embora a maioria realmente seja). Pegue o ano de 2022, por exemplo, para perceber um dos mais azarados para a Disney em anos recentes, com obras como Lightyear e Mundo Estranho – que passaram quase emprego com o grande público. Mas não pense você que isso é exclusividade de agora, pois no passado a Disney também tinha seus filmes que não atingiam o esperado. Irmão Urso, sobre um caçador aprendendo o valor da vida animal, foi um dos responsáveis pela “morte” das animações tradicionais da Disney (em 2D). O estúdio pararia de realizar animações do tipo no ano seguinte, com Nem que a Vaca Tussa. Irmão Urso custou impressionantes US$128 milhões e rendeu nos EUA US$85 milhões, não conseguindo se pagar. Foi graças ao mercado internacional, que a animação rendeu um pouco mais, com bilheteria mundial de US$250 milhões, mas ainda bem longe do sucesso.

Hulk

A Marvel foi a grande responsável pelo que temos hoje em matéria de produções baseadas em super-heróis de quadrinhos. É indiscutível, o material se tornou a fonte mais rentável hoje em Hollywood – quem diria? Antes mesmo do MCU como o temos hoje, que começou a ser montado em 2008 – outros estúdios, como a Fox e a Sony (Columbia) demonstravam que as propriedades da Marvel que tinham em mãos poderiam fazer muito dinheiro, se colocando no topo das maiores bilheterias de cada ano. O pontapé inicial foi dado com X-Men, da Fox, e logo em seguida Homem-Aranha, da Sony, elevou ainda mais o jogo. Era natural que outros estúdios entrassem na brincadeira. Assim, a Universal Pictures resolvem colocar sua “carta verde” na mesa, com Hulk, o personagem que havia adquirido. Mas ao contrário dos demais, o herói monstruoso esverdeado não teria uma transposição tranquila para as telonas. Hulk custou US$137 milhões e rendeu nos EUA US$132 milhões não conseguindo sequer se pagar. Porém, graças ao mercado internacional, o filme evitou o fiasco completo com um total de US$245 milhões, mesmo assim ficando muito longe do sucesso.

A Liga Extraordinária

Independente de sua magnitude e dos clássicos imortais que tenha ajudado a moldar na eternidade, certos astros simplesmente não conseguem sair de cena com a melhor das produções. Seria bom se os últimos filmes de atores lendários correspondessem ao que tais nomes significaram ao longo de suas carreiras. Mas nem sempre é assim. Este é o caso com o inesquecível Sean Connery – eternizado como James Bond, Malone, Ramirez, William Baskerville, Professor Henry Jones e tantos outros personagens que jamais esqueceremos em seu repertório. Mas Connery viveu também Allan Quatermain, igualmente um grande personagem da literatura mundial. E o ator interpreta um grande Quatermain. O problema é o filme onde ator e personagem se encontram. A Liga Extraordinária tinha grande potencial, mas terminou deixando a desejar. O filme da Fox custou US$78 milhões e viu de retorno US$66 milhões nos EUA, falhando em se pagar. Sua bilheteria mundial ajudou, com US$179 milhões totais, mesmo assim ficando muito longe do sucesso.

‘A Primeira Noite de Crime’ tira sarro do presidente Donald Trump; Saiba mais!

A franquia ‘Uma Noite de Crime‘ sempre teve um forte contexto político e social, e com a sua prequel, ‘A Primeira Noite de Crime‘, não será diferente. Segundo o Hollywood Reporter, uma das cenas fará referência ao infame vídeo de Trump, no qual ele se gaba por agarrar mulheres “pela vagina”.

*SPOILERS LEVES ABAIXO*

No filme, a personagem Nya será atacada por um homem mascarado que a agarrará pela virilha. Ao conseguir lutar contra ele, ela o chama de “agarrador de vaginas filha da p*ta”, fazendo referência direta ao atual presidente dos EUA.

De acordo com o diretor, Gerard McMurray, a cena “estava zombando do que está nos noticiários. Foi real – e Nya é uma personagem forte. [A cena] é sobre mulheres lutando de volta.”

O filme contará a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.

A estreia no Brasil acontece dia 23 de Agosto de 2018.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!

‘Hellboy’: Reboot ganha novas imagens; Confira!

O reboot de ‘Hellboy‘ ganhou duas novas imagens.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas nacionais em 11 de abril.

‘Outra Vida’: Ficção científica da Netflix é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Outra Vida‘ (Another Life) para a 2ª temporada.

“Tenho ótimas notícias! ‘Outra Vida’ voltará para a 2ª temporada na Netflix! Mal posso esperar para vê-los novamente no espaço.”

A série foi criada por Aaron Martin.

A trama gira em torno de Niko Breckinridge (Sackhoff), uma astronauta que lidera uma equipe em uma missão para explorar a gênese de um artefato alienígena. Enquanto ela e sua jovem equipe investigam, eles enfrentam um perigo inimaginável no que poderia muito bem ser uma missão unidirecional.

O elenco conta com Katee Sackhoff, Tyler Hoechlin, Justin Chatwin, Selma Blair, Samuel Anderson e Elizabeth Faith Ludlow.

Entidade assombra família no trailer do terror ‘La Llorona’; Assista!

O terror ‘La Llorona‘, baseado na popular lenda latina, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Jayro Bustamante.

O general aposentado, Enrique, finalmente enfrenta julgamento pelo massacre genocida de milhares de maias décadas atrás. Enquanto uma horda de manifestantes raivosos ameaça invadir seu lar opulento, as mulheres da casa – sua esposa arrogante, filha em conflito e neta precoce – refletem sobre sua responsabilidade de proteger Enrique, errático e senil, contra as verdades devastadoras que são reveladas publicamente enquanto começam a sentir uma força sobrenatural em busca de vingança por seus crimes. Enquanto isso, grande parte dos empregados da família foge, deixando apenas a governanta leal Valeriana até que uma misteriosa jovem indígena chega…

O elenco conta com Maria Mercedes Coroy, Margarita Kenefic, Sabrina de la Hoz e Julio Diaz.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 6 de agosto.

‘Mortal Kombat’: Estreia nos EUA é ADIADA em uma semana

Os espectadores norte-americanos terão que esperar um pouco mais para o lançamento do aguardado live-action de ‘Mortal Kombat‘.

Inicialmente programado para o dia 16 de abril, o longa foi adiado em uma semana e, agora, irá estrear nos EUA no dia 23 de abril, simultaneamente nos cinemas e na HBO Max.

Alegadamente, o adiamento se deu para que ‘Godzilla vs. Kong‘ tivesse um pouco mais de tempo para brilhar nas bilheterias globais, após surpreender em sua estreia e arrecadar mais de US$ 121 milhões mundialmente.

No Brasil, o longa segue previsto para o dia 13 de maio.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Chucky’ é renovada para a 2ª temporada

Os canais SyFy e USA renovaram oficialmente a série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, para a 2ª temporada.

“Nós estamos muito animados em começar a trabalhar na segunda temporada de ‘Chucky’,” afirmou o criador Don Mancini em declaração oficial. “Agradecemos aos nossos parceiros do USA, SyFy e UCP pelo apoio em trazer ‘Chucky’ para as telinhas, mais incrível do que nunca. Para os fãs, Chucky manda o seu obrigado e uma mensagem: “Isso não é o fim. É melhor tomarem cuidado em 2022!”.

Vale lembrar que o episódio final, intitulado An Affair to Dismember, terá 90 minutos e será exibido no dia 30 de novembro.

Na trama, “as coisas serão acertadas à medida que o plano diabólico de Chucky flui em uma conclusão pública e muito perigosa”.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

A Maldição: Despertar dos Mortos

(The Cursed)

 

Elenco:

Ji-won Uhm
Jung Ji-so
Kim In-kwon

 

Direção: Yong-wan Kim

Gênero: Terror

Duração: 111 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 17 de Novembro de 2022

Sinopse: 

Em ‘A Maldição – Despertar dos Mortos‘, uma série de assassinatos são cometidos por mortos-vivos. No primeiro caso, o corpo do suspeito é encontrado ao lado da vítima na cena do crime, mas a polícia descobre que o cadáver morreu há três meses. Enquanto isso, a jornalista LIM Jin-hee recebe uma ligação misteriosa de um homem que afirma ser o culpado do assassinato.

O suspeito avisa que mais três assassinatos estão por vir, e que serão executados por cadáveres que ressuscitaram dos mortos, os Jaechaui. No dia do primeiro assassinato anunciado, a polícia está apostos para capturar o assassino quando é surpreendida por um ataque de um exército Jaechaui. Quem está por trás de tudo isso e qual o motivo?

Crítica: 

Crítica | A Maldição – Despertar dos Mortos – ZUMBIS Buscam Vingança em terror do roteirista de ‘Invasão Zumbi’

Curiosidades: 

» O terror é escrito por Yeon Sang-ho, roteirista dos thrillers ‘Invasão Zumbi‘ (2016) e ‘Invasão Zumbi 2: Península‘ (2020).

Trailer:

Cartazes: 

Fotos:  

Confira o trailer DUBLADO da sequência ‘Megatubarão 2’

A Warner Bros. Brasil divulgou o trailer dublado da sequência ‘Megatubarão 2‘, que conta com o retorno de Jason Statham como protagonista.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de agosto.

Ben Wheatley, diretor de ‘Rebecca: A Mulher Inesquecível‘, comanda a produção.

A viagem de uma equipe de pesquisa exploratória do oceano se transforma em um verdadeiro caos quando uma operação de mineração maquiavélica ameaça sua missão e os força a entrar em uma batalha de alto risco pela sobrevivência. Enfrentando Mega Tubarões colossais e saqueadores ambientais implacáveis, nossos heróis devem ser mais rápidos, mais inteligentes e superar os predadores impiedosos em uma corrida pulsante contra o tempo.

A sequência ainda conta com o retorno de Cliff CurtisSophia CaiPage Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.

‘Fantasmas’: Comédia sobrenatural é RENOVADA para a 4ª temporada

A CBS renovou oficialmente a série ‘Fantasmas‘ (Ghosts), comédia sobrenatural estrelada pela Rose McIver (‘iZombie’), para a 4ª temporada.

A emissora também anunciou a renovação de ‘Fire Country‘ e a novata ‘Tracker‘ para a terceira e segunda temporada, respectivamente.

O terceiro ciclo de ‘Fantasmas‘ tem registrado uma média de 10 milhões de espectadores, além de ter se tornado um dos destaques do serviço de streaming da Paramount+ – tornando-se a comédia mais popular da plataforma em fevereiro.

Intitulado The Silent Partner, o próximo episódio irá ao ar no dia 14 de março.

No Brasil, a produção está disponível no streaming da Paramount+.

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

Mikey Madison comenta sobre morte TRÁGICA em ‘Pânico’: “Sinto muito, não escrevi o roteiro”

Em entrevista ao Collider, Mikey Madison (‘Anora’) relembrou sua participação na franquia ‘Pânico‘, onde interpretou um dos assassinos no quinto filme da saga.

Sua personagem, Amber Freeman, foi responsável por matar um dos personagens mais queridos pelos fãs, que esteve presente em todos os filmes da franquia até então, o carismático Dewey Riley, interpretado por David Arquette.

“Honestamente, pode parecer ingênuo, mas quando eu fiz o filme, eu não sabia que tinha uma base de fãs tão grande. Os fãs da franquia ‘Pânico’ e do gênero terror são incríveis, mas eu não fazia ideia na época. Eu lembro de pensar que [o Dewey] era um personagem bem legal, e eu estava tipo: ‘Oh, vai ser triste vê-lo partir’. Então eu percebi o quanto os espectadores ficaram de coração partido [com a sua morte]. As pessoas me abordaram dizendo: ‘Odeio que isso tenha acontecido. Estou com raiva de você’. E eu respondia: ‘Sinto muito, eu não escrevi o roteiro! Não queria fazer aquilo’.”

A atriz ainda refletiu sobre o processo de audição, afirmando ter enviado sua fita e não ter recebido uma resposta por oito meses: “Eles voltaram e perguntaram: ‘Você gostaria de estar neste filme? Você seria o Ghostface’. E eu respondi: ‘Claro, parece divertido. Adoraria fazer isso, e eu especificamente adoraria interpretar a assassina’. É uma revelação tão interessante e divertida; um arco narrativo imprevisível para a personagem.”

Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ está oficialmente em desenvolvimento.

As estrelas originais da saga, Neve Campbell e Courteney Cox, retornam como Sidney Prescott e Gale Weathers.

Além delas, a atriz Isabel May, conhecida por interpretar Elsa Dutton em ‘1883‘ e ‘1923‘, foi escalada para viver a filha da Sidney.

Vale lembrar que vazamentos indicam que ‘Pânico 7′ poderá apresentar um novo tipo de estrutura na franquia, abordando duas histórias principais ao mesmo tempo.

As filmagens devem começar em janeiro e se estendem até abril de 2025 em Atlanta. Inicialmente, o filme começaria a ser filmado no final desse ano.

O filme chega aos cinemas dia 27 de fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Confira o ÉPICO teaser da 3ª temporada de ‘Jujutsu Kaisen’

A Crunchyroll divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Jujutsu Kaisen‘.

Sem data de estreia, o próximo ciclo irá adaptar o arco The Culling Game e está programado para janeiro de 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada no popular mangá homônimo, a trama acompanha o estudante Yuji Itadori, que se torna hospedeiro do poderoso espírito de uma maldição ancestral, Ryomen Sukuna, após ingerir um de seus dedos. Ele se junta a uma organização secreta de feiticeiros Jujutsu para aprender a controlar seus novos poderes e lutar contra outras maldições, combatendo o mal com a orientação de Satoru Gojo e ao lado de outros feiticeiros.

A produção conta com as vozes de Junya Enoki (Yuji Itadori), Yuma Uchida (Megumi Fushiguro), Daisuke Namikawa (Choso) e Megumi Ogata (Yuta Okkotsu).

Diretor de ‘Terrifier’ comandará novo TERROR da Lionsgate

Enquanto se prepara para o retorno do psicótico palhaço Art no quarto filme da franquia ‘Terrifier‘, o diretor Damien Leone já definiu seu próximo projeto original.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o cineasta vai comandar, roteirizar e produzir o terror ‘Tortures of the Damned‘ (Torturas dos Condenados, em tradução livre), que está sendo desenvolvido pela Lionsgate.

O site afirma que o longa será lançado APÓS ‘Terrifier 4‘, que alegadamente encerrará a saga.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto terá um tom completamente diferente e contará com um orçamento substancialmente maior.

‘Terrifier 4’ será ambientado durante o Ano Novo, revela diretor 

Sam Raimi servirá como produtor através da Ghost House Pictures.

“Estou muito animado em finalmente compartilhar a notícia! Trabalhar ao lado de pessoas tão talentosas é como um sonho se tornando realidade. Mal posso esperar para que todos possam testemunhar os horrores que espreitam além da franquia ‘Terrifier’,” declarou o cineasta.

‘Terrifier 4’: Damien Leone indica que novo filme será o encerramento da franquia

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ryan Reynolds revela porque passou a usar dublês para as cenas de ação

Ryan Reynolds levava as cenas de ação de seus filmes com o mesmo nível de seriedade que Tom Cruise, não se esquivando de nenhuma delas.

No entanto, a última vez que o ator encarou as tomadas mais arriscadas, sem o auxílio de qualquer dublê, foi em 2012, para ‘Protegendo o Inimigo’.

Desde então, o astro tem contado com o apoio de outra pessoa para desempenhar as tomadas mais difíceis.

Segundo ele, a decisão não partiu de si mesmo, mas sim de um alerta severo de seu médico:

“Eu sofri contusões bem fortes fazendo minhas cenas de dublê, chegando até a quebrar algumas vértebras no meu pescoço – o que foi terrível. E me lembro muito bem daquele momento eu que estava no consultório do médio. Creio que já era a sétima vez que eu estava lá, naquele mesmo consultório. O médico pegou seu bloquinho e foi bem claro em relação à prescrição, escrevendo: ‘Dublê’. Depois daquilo foi inegociável e agora eu ando com quatro caras que fazem o trabalho duro. Ainda bem que em ‘Dupla Explosiva’ nada grave aconteceu”.

O agente de proteção vivido por Ryan Reynolds tem um novo cliente: um assassino de aluguel que mata a sangue frio. No entanto, eles já estiveram em lados opostos de uma bala por muitos anos e sempre se odiaram. Agora, eles estão presos juntos e tem 24 horas para chegar a Haia, antes que o vilão vivido por Gary Oldman acabe com a vida deles.

Dupla Explosiva‘  estreia em 18 de agosto nos Estados Unidos, e 24 de Agosto no Brasil.

‘Suits’: Katherine Heigl em nova imagem da 8ª temporada; Confira!

A 8ª temporada de ‘Suits‘ ganhou uma nova imagem, que traz a atriz Katherine Heigl agora como membro recorrente do elenco.

Confira:

A atriz entrou para preencher o espaço deixado por Patrick J. Adams e Meghan Markle, que deixaram a série depois de sete temporadas.

A 8ª temporada de ‘Suits‘ estreia em julho nos EUA!

‘Shazam!’: Zachary Levi conta ao CinePOP como é interpretar uma criança em corpo de adulto

Shazam!‘ já está em exibição nos cinemas e a produção traz um herói bem diferente dos demais.

Como um garoto preso dentro do corpo de um adulto, Zachary Levi é a personificação de um herói ainda imaturo e bem brincalhão, diferente dos demais.

E durante uma entrevista ao CinePOP, o intérprete do personagem falou sobre a experiência de encarar um herói que foge dos principais padrões e que se comporta como o verdadeiro adolescente que é:

“Foi demais! Eu sou uma criança no corpo de um adulto. Eu ainda leio graphic novels, jogo videogame, amo aventuras, sempre fui muito otimista e realmente amo personagens que tem muito coração, até mesmo quando estou jogando algum game. Eu sempre quero ser o cara legal. Até hoje eu sou muito entusiasmado e poder interpretar um garoto é basicamente perfeito. Quem não ficaria empolgado, como adulto, por ser escalado como um super herói e não ter que esconder isso? Eu sei que Henry Cavill e Ben Affleck ou qualquer um que seja escalado como esse heróis mais sérios ficam animados no set, mas hora de gravar precisam ficar mais sérios e tal. Eu não precisei fazer nada disso. Então é super divertido”.

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary Levi, Asher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ já está em exibição nos cinemas.

‘The Flash’: Episódio ‘Pay the Piper’ ganha suas primeira imagens; Confira!

A emissora The CW divulgou as imagens oficiais do próximo episódio da 6ª temporada de ‘The Flash‘, intitulado “Pay the Piper“.

O capítulo em questão, que vai ao ar no dia 05 de maio, trará o retorno de Godspeed – que aparecera primeiramente na quinta temporada da série, bem com do personagem Hartley Rathaway/Flautista, um ex-membro do time do Flash que voltou a ser um inimigo do herói, em virtude dos eventos do crossover Crise nas Infinitas Terras.

Confira:

Lembrando que a 6ª temporada de Flash talvez seja mais curta.

Segundo o portal TVLine, a produção ficou com dois episódios em a ver, que ainda precisavam ser gravados. Isso deve implicar diretamente na narrativa, que eventualmente ficaria incompleta, caso o quadro global atual de pandemia se estenda.

 

 

 

‘Labirinto do Medo’: Nova série de terror já está disponível na Netflix

A nova série de terror sobrenatural ‘Labirinto do Medo‘ (Dead Places) já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (16) na grade de programação.

Na trama, um autor que dedicou sua carreira a resolver casos paranormais, volta para casa na África do Sul, para investigar o maior mistério de sua vida: A morte de sua irmã em um canal de água, que aconteceu há 20 anos.

Assista ao trailer:

A série é sul-africana e foi criada por Gareth Crocker.

Anthony Oseyemi, Shamilla Miller, Rea Rangaka e Shalom Nyandiko estrelam a série.

Uma Ideia de Você | “Esse filme é muito pessoal para mim”, revela Anne Hathaway

Após conquistar o público no Festival South by Southwest, ‘Uma Ideia de Você‘ chega à grade de programação da Prime Video, dominando o TOP 10 de filmes mais assistidos pelo público brasileiro. Abordando a diferença geracional de um tórrido romance entre uma curadora de arte de 40 anos e um jovem e popular vocalista de uma boyband, o longa dirigido por Michael Showalter traz Anne Hathaway e Nicholas Galitzine como os protagonistas, em uma química efervescente e intensa que nos apresenta uma peculiar história de amor.

E durante uma coletiva de imprensa, Showalter, a co-roteirista Jennifer Westfeldt e o elenco principal comentaram sobre a nova comédia romântica, que já se tornou uma sensação ao redor do mundo. Na ocasião, Hathaway refletiu a respeito de seu retorno ao gênero, que ajudou a popularizar seu nome em Hollywood na época de seus 20 anos.

Para a vencedora do Oscar, interpretar Solène Marchand acabou se tornando uma experiência bastante íntima e particular, que lhe permitiu trazer um abordagem mais madura e até mesmo identificável para a audiência:

“Eu não notei que isso estava acontecendo na época, mas eu recebi muitos roteiros românticos nos meus 20 e 30 anos. Eu estava tão focada na minha família e no tipo de vida profissional que queria construir, que não percebi que há muito tempo já não recebia um roteiro romântico. E quando esse material chegou para mim, eu me senti tão honrada de ter sido a primeira escolha! É uma personagem tão linda, um universo tão incrível. E então eu comecei a me questionar: ‘Porque essas propostas pararam de vir? Para onde elas foram?’ E eu encontrei todas essas repostas nesse roteiro, nessa história. E pensei ‘que exploração metalinguística incrível podemos fazer com esse roteiro’.

E a caracterização de Anne como Solène é um dos aspectos mais citados e elogiados pela crítica especializada, justamente pelo carisma e pela habilidade da atriz em trabalhar as características da personagem de maneira que o público a compreenda e apoie. Para Westfeldt, foram atributos como esses que a tornaram a primeira e única escolha para o papel. Durante a coletiva de imprensa, a roteirista revelou que escalar Hathaway era o seu grande sonho.

“Eu tinha a Anne em mente desde o começo do processo. É aquela coisa que eu sempre ensino aos jovens executivos: nunca desenvolva um projeto com um ator em mente, pensando que você vai consegui-lo, porque nunca dá certo…exceto nesse caso. Ela foi a única atriz que leu o papel, nossa primeira escolha, e ela aceitou. Foi um sonho realizado! E sentimos que queríamos pegar essa personagem do livro e lhe conferir ainda mais identidade, de forma que ela pudesse ser qualquer uma de nós. E eu creio que a Anne era quem tinha condições de trazer esse aspecto ao caráter de Solène e ela realmente fez isso”.

Para o diretor, a escolha do casal Hathaway e Galitzine não poderia ter sido mais certeira. Abrindo a coletiva, ele fez questão de ponderar a respeito do encaixe perfeito que ambos os atores formaram em tela:

“Para mim é sobre isso, é sobre trabalhar com atores e ingressar em uma jornada juntos, em direção a essas histórias e a esses universos. E eu não poderia ter pedido por um elenco melhor. Eles realmente elevaram o padrão para todos, em termos de trabalho. No instante em que conheci o Nicholas, eu tive certeza de que havíamos encontrado a pessoa certa. E como um ator fracassado que sou, eu consigo me realizar na atuação dirigindo outros atores, então consigo brincar e participar disso com eles. E eu assisti esse filme umas mil vezes e imitei as performances deles dezenas de vezes! E todos sabemos que imitação é uma forma de elogio e eu amei trabalhar com eles, foi uma enorme alegria pra mim”.

Uma Ideia de Você

E esse cuidadoso trabalho do diretor na condução do elenco fez toda a diferença para o resultado final de ‘Uma Ideia de Você‘, conforme revelou Anne Hathaway. Ao longo da coletiva, a atriz refletiu sobre a beleza do trabalho do cineasta, demonstrando toda sua gratidão pelo privilégio de ser dirigida por ele.

“Sem eu mesma perceber, esse projeto foi se tornando algo tão pessoal para mim. E a forma como tudo se encontrou com Michael Showater…! Michael não gosta de admitir a lenda que é, mas ele realmente é uma lenda. E existe um motivo dele fazer um fime mais brilhante do que o outro, sendo alguns dos meus favoritos. É porque ele é incrível. E quando o elenco foi formado, fim de jogo, já tínhamos tudo!”

E assumir o papel de Hayes Campbell foi uma tarefa que exigiu de Galitzine muito mais do que seus papéis anteriores. Na trama, o astro canta e dança como o frontman da boyband August Moon, algo que ele jamais tinha feito em tela.

E embora o desafio em seu preparo tenha sido grande, o ator refletiu sobre como todo o aspecto humano de seu personagem foi o que mais lhe chamou a atenção. Na ocasião, ele ainda comentou sobre a química instantânea que nasceu com Hathaway, à medida em que relembrava toda a experiência de rodar o filme:

“Obviamente a dança e as performances foram complicadas, porque são coisas que eu nunca tinha feito antes e você sempre quer ter mais tempo para desenvolver essas habilidades. Mas quando se tratou do lado humano de Hayes, que foi a parte que mais me interessou, eu tive uma parceira tão incrível. Eu e a Anne sentimos uma química tão grande imediatamente. No primeiro dia de filmagens, com Michael e Jen, foram 20 horas pulando na água gelada, gravando cenas em condições mais adversas e eu simplesmente sentia aquela empolgação de poder chegar ao trabalho todo os dias e nem sempre isso acontece”, concluiu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco também inclui Reid Scott (‘Veep’), Perry Mattfeld (‘Shameless’), Ella Rubin (‘The Girl from Plainville’), Annie Mumolo (‘Missão Madrinha de Casamento’) e a estreante Mathilda Gianopoulos.

O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’), com roteiro de Jennifer Westfeldt (‘Solteiros com Filhos’).

 

Entrevista Exclusiva | ‘Em Emília Pérez, me reconectei com partes de mim que havia deixado para trás’, revela Zoë Saldaña

Zoë Saldaña é um nome familiar no cinema, com papéis marcantes em franquias como Avatar (2009, 2022) e Guardiões da Galáxia (2014, 2017, 2023). Em 2025, no entanto, ela se encontra em um território novo: uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz por sua performance no filme Emília Pérez, com estreia marcada nos cinemas brasileiros dia 6 de fevereiro. A produção franco-mexicana não só trouxe desafios artísticos únicos para a atriz, como também alcançou o feito de liderar as indicações ao Oscar deste ano com 13 nomeações. 

Antes das polêmicas em torno do filme, envolvendo críticas sobre representatividade mexicana e das mais recentes sobre sua colega de cena Karla Sofía Gascón, além da concorrência com a produção Ainda Estou Aqui, Zoë Saldaña concedeu uma entrevista exclusiva ao CinePOP (veja no YouTube), no final do ano passado, destacando os aspectos emocionais e técnicos que moldaram sua atuação no filme.

O Desafio de Filmar em Espanhol

Zoë Saldaña e Leticia Alassë em entrevista exclusiva para o CinePOP.

Qual a diferença entre atuar em um blockbuster hollywoodiano e uma produção estrangeira como Emilia Perez? Para Zoë Saldaña, as principais diferenças são o caráter pessoal e a cultural do projeto. “Definitivamente me desafiou”, disse a atriz, mencionando que o filme a reconectou com elementos importantes de sua vida, como dança, música e a possibilidade de atuar em sua língua materna, o espanhol. “O privilégio de poder falar minha língua nativa em um filme foi extraordinário“, afirmou.

Com pais metade dominicanos e porto-riquenhos, Zoë e suas duas irmãs foram criadas bilíngues em inglês e espanhol; esta última era a primeira língua em casa. Embora nascida nos Estados Unidos, a atriz viveu na República Dominicana durante a infância, onde estudou balé. O papel de Rita, uma advogada com uma trajetória complexa, exigiu de Zoe uma entrega emocional intensa e uma volta ao passado, especialmente nas cenas musicais.

A força de El Mal

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Cena da canção El Mal, concorrente ao Oscar de Melhor Canção Original (Foto: reprodução)

Uma das cenas mais comentadas do filme é a performance de Zoë Saldaña na música El Mal, que se tornou não apenas um destaque artístico, mas também rendeu à atriz o Globo de Ouro e a nomeação ao Oscar. Sobre o impacto da música, Saldanha refletiu: “El Mal representou para minha personagem, Rita, uma oportunidade de liberar sua raiva e suas repressões. Foi um momento de liberdade que eu só posso sonhar em ter no meu dia a dia”.

Indicada ao Oscar de Melhor Canção Original, a canção El Mal foi composta pelos franceses Camille e Clément Ducol, com colaboração do cineasta Jacques Audiard. A coreografia de uma das cenas mais impactantes do filme foi criada por Damien Dalleo. A atriz de 46 anos, no entanto, tem outra música preferida: El Alegato. 

A canção, que serve como o argumento final de sua personagem no tribunal, tem uma carga simbólica importante para a intérprete: “a primeira música que Rita canta no filme, quando você vê o filme começar (…) é particularmente forte para mim porque fala tanto sobre estruturas que existem na América Latina e que eu reconheço profundamente.”, confessa Zoë. 

Cena da canção El Alegato (Foto: reprodução)

O reconhecimento em Cannes e Impacto Global

Apresentado em maio de 2024 no Festival de Cannes, Emilia Perez recebeu o Prêmio do Júri, presidido por Greta Gerwig, e a Palma de Melhor Atriz para todo o elenco feminino: Zoë Saldaña, Selena Gomez, Karla Sofia Gascon e Adriana Paz. Antes das controvérsias sobre o filme começarem a ganhar espaço na mídia, a atriz estava otimista sobre a recepção do filme, um sucesso nos festivais: 

“Até agora, o retorno que estamos recebendo é predominantemente positivo. Isso me faz sentir conectada a seres humanos que eu nunca vou conhecer“, disse, reforçando o poder da arte em unir pessoas de diferentes culturas.

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Apesar dos méritos artísticos e das diversas indicações ao Oscar, Emilia Perez enfrenta críticas sobre a falta de representatividade mexicana em seu elenco principal e de não dar a devida importância para as mortes causadas pelo narcotráfico. Na última semana, tweets antigos com mensagens preconceituosas de Karla Sofia Gascón, protagonista do título, vieram a público e tornaram a campanha da Netflix pelo Oscar ainda mais difícil. 

A entrevista com Zoë Saldaña, gravada antes dessas polêmicas ganharem força, não aborda diretamente essas questões, mas deixa claro o comprometimento da atriz com a autenticidade e a profundidade emocional do projeto. Independentemente do resultado na noite do Oscar, o impacto de sua atuação como Rita já está consolidado como uma das mais marcantes de sua carreira.

Veja a entrevista completa no YouTube:

Mazzaropi

Elenco:

Direção:

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown/Paris Filmes

Orçamento:  US$ — milhões

Estreia: —-

Sinopse:

A cinebiografia de Amácio Mazzaropi, ator e cineasta brasileiro.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Holmes & Watson’: Comédia ganha sua primeira imagem com Will Ferrell

A comédia ‘Holmes & Watson’, baseada nos livros de Sherlock Holmes estrelada por Will Ferrell e John C. Reilly, teve sua primeira imagem divulgada pela EW.

Na imagem, vemos Ferrell como Sherlock e Reilly como Watson. Confira:

O longa tem roteiro e direção de Etan Cohen (‘Trovão Tropical’) e Ralph Fiennes (‘Harry Potter’) interpreta Moriarty; Hugh Laurie (‘Dr. House’) vive Mycroft; Kelly Macdonald (‘Valente’) é a Sra. Hudson. Rebecca Hall (‘Homem de Ferro 3’) também está no elenco como a Doutora Grace Hart.

‘Holmes & Watson’ estreia em 24 de janeiro de 2019 no Brasil.