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De ‘O Apocalipse’ a ‘Tudo para Ficar com Ela’ | Os 10 PIORES Filmes Lançados em 2014, segundo o público

Roteiro sem sentido, atuações não convincentes, uma direção frouxa, cenários mambembes, efeitos especiais mais parecidos com “defeitos” e outros elementos podem fazer um filme ser considerado ruim. Mas acredite, mesmo o pior filme do mundo irá encontrar seus defensores – e o que todos consideram o melhor, terá alguém falando mal. O mundo sempre foi polarizado, e isso não tem a ver apenas com política. Somos todos pessoas diferentes, com experiências diferentes, visões de mundo e olhares únicos. Ninguém concorda o tempo todo em tudo.

Mas podemos dizer também que a arte é subjetiva. E filmes são obras de arte, que nem todos verão ou interpretarão da mesma forma. Sendo assim, conceitos de bom ou ruim são muito relativos e variam de pessoa para pessoa. Por outro lado, não podemos fechar os olhos para uma palavra importante: consenso. É ela que faz as coisas funcionarem. Por exemplo, um condomínio, um bairro, uma cidade e, é claro, uma democracia. Pode não ser a opinião de todos, mas é a da maioria. Eu e você podemos não concordar com certas decisões ou opiniões, mas temos que ter em mente que tantas outras sim, a maioria. E até mesmo na arte existe um consenso – que é medido por números, por exemplo.

Tudo isso para apresentarmos uma matéria polêmica – com os 10 piores filmes que completam 12 anos em 2026. A lista foi feita com base na opinião do grande público, ou seja, dos usuários do IMDB, do maior banco de dados de cinema na rede. Esses são os filmes mais mal avaliados pelos fãs de cinema de maneira geral. Confira abaixo.

10 | Vingança ao Anoitecer

cage
cage

Os anos 2010 não foram fáceis para o astro vencedor do Oscar Nicolas Cage. Foi nessa época que o ator se viu protagonizando lançamentos direto em vídeo, a maioria de procedência bem duvidosa. Cage retornou às boas com o sucesso atualmente, ainda bem. Mas voltando dez anos no passado, encontramos troços como este ‘Vingança ao Anoitecer’, escrito e dirigido por Paul Schrader, que traz o ator como um agente da CIA com uma doença terminal, aproveitando para caçar seus torturadores em uma missão que deu errado. O filme soma nota 4.5 de doze mil avaliadores.

09 | Tudo para Ficar com Ela

gomez
gomez

Que filme é esse? É o que muitos podem perguntar. Aqui em nossa lista, no entanto, só selecionamos filmes que trazem atores conhecidos, diretores famosos ou são produções de grandes estúdios – afinal não seria justo indicar apenas produções de nível “Z”, feito no quintal de uma casa, para figurar entre os piores. Sendo assim, aqui temos uma “comédia” estrelada por Selena Gomez e Nat Wolff. Não bastasse o nome desta dupla jovem bem conhecida, o elenco coadjuvante é um dos mais chamativos dos últimos dez anos, com nomes como Elisabeth Shue, Mary-Louise Parker, Dylan McDermott, Heather Graham, Jason Lee, Patrick Warburton, Cary Elwes e Gary Busey. A nota com base em doze mil votantes é 4.4.

08 | A Revolta de Atlas – Parte 3

atlas
atlas

A Revolta de Atlas’ ou ‘Atlas Shrugged’ é baseado em um livro clássico e polêmico – considerado uma ode ao capitalismo, aos magnatas, industriais e poderosos. Dentro deste universo escrito por Ayn Rand, uma autora de descendência russa (acredite), criado ainda em 1957, temos uma trama de mistério, sobre a identidade do personagem John Galt, um inventor que criou uma máquina capaz de gerar energia para o mundo e se torna alvo do governo totalitário dos EUA, em uma ficção levemente distópica. No cinema, a obra se tornou uma trilogia, mas uma das mais bizarras de anos recentes, entre outras coisas por mudar a cada filme todo o elenco com novos atores interpretando os mesmos personagens. A parte 3 era lançada há 10 anos, e recebeu a nota 4.3 decidida entre quatro mil usuários.

07 | A Lenda de Hércules

hercules
hercules

Também com nota 4.3, mas com uma base de votantes muito maior, computando cinquenta e seis mil usuários, temos um pretenso blockbuster lançado há 10 anos no cinema. De tempos em tempos ganhamos o que chamamos de “filmes gêmeos” – e há dez anos foi a vez de dois grandes lançamentos focados no herói mitológico Hércules. O que se deu melhor teve produção da Paramount e MGM, direção de Brett Ratner e foi estrelado por Dwayne Johnson. O “primo pobre” foi esse que se posiciona em sétimo de nossa lista dos piores, estrelado por Kellan Lutz, com direção do outrora talentoso Renny Harlin e com produção da Summit Entertainment em parceira com a Millenium Films. Aliás, as distribuidoras brasileiras resolveram não facilitar a vida dos fãs, já que por aqui ambos se chamaram apenas ‘Hércules’, apesar deste aqui lá fora ter o título ‘The Legend of Hercules’.

06 | O Herdeiro do Diabo

devil
devil

Ainda hoje ganhamos os mais variados filmes de terror mequetrefes, mesmo quando esses possuem o selo de um grande estúdio por trás. Por exemplo, só esse ano tivemos títulos como ‘Imaginário’ e ‘Mergulho Noturno’, só para citar alguns. Há 10 anos, ganhávamos essa produção da Fox, antes de o estúdio ser englobado pela Disney, com direção de ninguém menos que Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, antes da dupla se tornar famosa e salvar a franquia ‘Pânico’ para os novos tempos. Esse found footage traz um casal recém-casado, que passa por uma gravidez para lá de assustadora. A opinião de dezoito mil votantes foi de que o filme merecia nota 4.2.

05 | Cymbeline

cymbeline
cymbeline

O que dizer de uma adaptação moderna de Shakespeare, de um de seus textos menos conhecidos, estrelada por gente de peso como Ethan Hawke, Ed Harris, Milla Jovovich, John Leguizamo, Bill Pullman, Delroy Lindo, o saudoso Anton Yelchin, e os hoje jovens astros Dakota Johnson e Penn Badgley? Bem, qualquer cinéfilo acharia minimamente interessante. Porém, essa guerra adaptada para os dias de hoje, entre policiais e uma gangue de motoqueiros perde bastante sabor quando percebemos que quatro mil espectadores resolveram taxá-la com a baixíssima nota 3.7 de avaliação. Os realizadores ainda tiveram a cara de pau de definir como uma mistura entre ‘Sons of Anarchy’ e ‘Game of Thrones’.

04 | As Mercenárias

mercenárias
mercenárias

Você já tinha ouvido falar em ‘As Mercenárias’? Pois é, quase ninguém ouviu, por isso não se culpe. Quando criou sua mais recente franquia de sucesso com ‘Os Mercenários’ (2010), o astro Sylvester Stallone flertava com a ideia de fazer um spin-off com um time de atrizes veteranas duronas do passado, para ser a contraparte feminina do seu time de brucutus. Sly sonhava por exemplo em ter nomes como Sigourney Weaver e Linda Hamilton no elenco.

Esse filme nunca se concretizou, mas parece que alguém ouviu a ideia do astro e resolveu fazer igual – mas sem o mesmo brilho. No mesmo ano em que estrelava o terceiro ‘Os Mercenários’, figuras como Vivica A. Fox (‘Independence Day’), Kristanna Loken (‘O Exterminador do Futuro 3’), a dublê Zoë Bell (‘À Prova de Morte’), a veterana dos filmes B de ação Cynthia Rothrock e até mesmo Brigitte Nielsen (‘Cobra’), ex-mulher de Stallone, estrelaram a versão “underground” do spin-off e o resultado foi uma avaliação de 3.7 de quase três mil usuários.

03 | Se Beber, Não Entre no Jogo

games
games

Os filmes paródia já foram uma força cômica em Hollywood, tendo iniciado ainda nos anos 80, em produções como ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’, ‘Top Secret’ e ‘Corra que a Polícia Vem Aí’. Na década seguinte, os anos 90, foi quando o gênero atingiu seu auge, com filmes como ‘Top Gang’, as continuações de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’ e todo tipo de filme, desde ‘As Loucas Aventuras de Robin Hood’, ‘Drácula – Morto, mas Feliz’ e ‘Distração Fatal’ – variando, é claro, seu nível de sucesso.

Em meados dos anos 2000 tais comédias já haviam espremido até o último caldo do subgênero, entregando produções cada vez mais detestáveis como ‘Espartalhões’ e ‘Deu a Louca em Hollywood’. Mas em casos assim, o poço parece não ter fundo, então eis que na década passada, longas como este ‘Se Beber, Não Entre em Jogo’ ainda eram produzidos – que, é claro, tira sarro (ou tenta) com ‘Se Beber, Não Case’ e ‘Jogos Vorazes’; e soma 3.5 das avaliações de dezessete mil usuários.

02 | O Apocalipse

apocalipse
apocalipse

Se você achava que não teríamos outro filme de Nicolas Cage nesta que foi sua pior fase no cinema, está severamente enganado. O pior filme que o ator lançou há dez anos no cinema, segundo o grande público, foi ‘O Apocalipse’, um suspense com temática religiosa sobre o arrebatamento. O roteiro já havia sido filmado em 2000, com Kirk Cameron no papel principal, sendo ambos os longas baseados no livro de Jerry B. Jenkins e Tim LaHaye. Na versão de Cage, uma superprodução da Sony, o ator vive um piloto de avião que, ao levar seus passageiros ao destino, descobre que grande parte da população simplesmente desapareceu em um evento bíblico – e os que sobraram tentam sobreviver em meio à destruição e caos. O filme soma irrisórios 3.1 das avaliações de quarenta e três mil usuários do site.

01 | Salvando o Natal

kirk
kirk

Existem bons filmes religiosos das mais variadas crenças e existe ‘Salvando o Natal’. Filmes de temática religiosas podem render ótimas obras do audiovisual, mas também temos aquelas tão horrendas que se tornam motivo de chacota. É isso o que acontece com os dois primeiros lugares da lista dos piores – atingindo o ponto mais baixo de dez anos atrás. Primeiro, tivemos a versão do “arrebatamento” segundo Nicolas Cage em ‘O Apocalipse’.

Agora, chegam em cena uma “comédia” natalina de temática cristã, estrelada pelo porta-voz   da religião em Hollywood, o ator Kirk Cameron que quando adolescente fazia sucesso em séries de TV como ‘Tudo em Família’ (1985-1992). Esse filme inclusive tem seu nome no título: ‘Kirk Cameron’s Saving Christmas’, e traz o ator explicando por que Jesus Cristo é o verdadeiro significado do Natal, acima de qualquer outro componente deste feriado cínico e altamente comercializado. De nada adiantou, o filme se tornou rapidamente motivo de piada e foi considerado um dos piores de todos os tempos por críticos e o público, que com dezessete mil usuários avaliaram o longa com 1.3, uma das notas mais baixas na história do site.

10 Atuações BRILHANTES Premiadas com o Oscar

Em época próxima a badalada cerimônia do prêmio mais importante da indústria cinematográfica, sempre relembramos alguns dos premiados. Nessa matéria, vamos listar 10 atuações brilhantes premiadas com o Oscar:

 

Louise Fletcher em Um Estranho no Ninho

Na trama, conhecemos R.P. McMurphy (Jack Nicholson), um criminoso de 38 anos de idade chegando em uma clínica psiquiátrica para ser analisado se é um doente mental ou não. Aos poucos, o protagonista começa a quebrar as regras e as rotinas do lugar, se aproxima de outros pacientes colocando forte influência e novas ideias do viver ali, fato que o leva a um confronto com a cruel enfermeira Ratched (Louise Fletcher).

 

Tom Hanks em Filadélfia

Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.

 

Cher por Feitiço da Lua

Na trama, conhecemos Loretta (Cher), uma contadora, descendente de italianos, que mora com os pais em uma grande casa após o falecimento precoce do marido. Sem muitas felicidades na vida e vivendo um cotidiano agitado com seu trabalho, em uma noite de jantar acaba ficando noiva de Johnny Cammareri (Danny Aiello). Só que alguns dias passam e algo diferente acontece, Loretta acaba conhecendo Ronny (Nicolas Cage), irmão de Johnny (que não falava com irmão fazia cinco anos), um padeiro sem parte da mão esquerda, e se apaixonada perdidamente.

 

Anthony Hopkins em O Silêncio dos Inocentes

Baseado no livro homônimo publicado em 1988 por Thomas Harris, no início da década de 90 chegaria aos cinemas um filme que ficaria pra sempre na memória de muitos cinéfilos: O Silêncio dos Inocentes. Nele vemos um duelo repleto de tensão entre um médico, altamente narcisista, violento, canibal e uma agente do FBI que precisa da ajuda dele para chegar a um assassino.

 

Kathy Bates em Louca Obsessão

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

Nicolas Cage em Despedida em Las Vegas

Na trama, conhecemos o roteirista, alcóolatra Ben (Nicolas Cage), um homem completamente perdido, sem amigos, que gera pena nos outros, completamente entregue ao vício que possui. Quando ele é demitido, saca todo dinheiro que tem, paga o cartão de crédito e resolve desistir do mundo, bebendo até morrer, em Las Vegas. Após um quase atropelamento, acaba conhecendo a prostituta Sera (Elisabeth Shue), uma sofrida jovem que é bastante maltratada pelo canalha Yuri (Julian Sands). Após um começo conturbado, Ben e Sera descobrirão que precisam mais um do outro do que imaginavam.

 

Frances Mcdormand em Três Anúncios para um Crime

Na trama, conhecemos Mildred (Frances McDormand), uma mulher de idade quase avançada que trabalha em uma lojinha e recentemente perdeu sua filha de maneira aterrorizante. Tentando pressionar as autoridades que a sete meses não conseguem ter uma única pista do assassino, resolve publicar em três outdores em sequência uma mensagem para a polícia, principalmente para o chefe da delegacia Willoughby (Woody Harrelson), esse que está com um câncer terminal. Assim, tentando descobrir novas pistas sobre o ocorrido e pressionando cada vez mais os policiais, Mildred divide opiniões na cidade onde tudo ocorre.

 

Joaquin Phoenix em Coringa

Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur (Joaquin Phoenix), um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin (Robert de Niro). Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

Emma Stone em La La Land: Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

Brendan Fraser em A Baleia

Na trama, conhecemos Charlie (Brendan Fraser), um professor que trabalha home office dando aulas online para alunos de um curso de escrita. Esse personagem é amargurado, com fortes problemas emocionais muitos desses causados por um forte perda no seu passado. Ele se encontra com quase 300 quilos, com grandes dificuldades de locomoção, e parece entregue, sem querer ajuda de hospitais ou médicos especializados. Sua única companhia é a enfermeira, e ex-cunhada, Liz (Hong Chau), talvez a única pessoa que ele escute nessa fase final da vida. Durante essa jornada que marca o provável desfecho de sua trajetória, outros personagens começam a entrar em seus dias, como o enigmático e vinculado a uma religião Thomas (Ty Simpkins), sua ex-esposa Mary (Samantha Morton) e principalmente sua filha Ellie (Sadie Sink). Com essa última, Charlie se esforça para resolver a complicada relação de pai e filha.

Os 20 PIORES filmes de super-heróis de TODOS os tempos

O subgênero dos filmes de super-heróis pode estar a toda atualmente e frases como “não existe época melhor para ser fã do que agora” são proferidas até cansar. Hollywood, a meca do cinema mundial, se curva para o subgênero, que se tornou o mais rentável para a indústria atualmente, ditando tendências. Apesar dos constantes acertos da Marvel e alguns da DC, o subgênero não se resume a isso, ou sequer é novidade. O primeiro grande exemplo foi Superman – O Filme (1978), que não por menos segue reverenciado como um dos melhores exemplares do gênero. Nossa nova lista, porém, não irá se concentrar no que de melhor o subgênero já nos presenteou, mas sim no oposto. Esta é a lista do fundo do poço. Baseado numa matéria dos nossos colegas do Screen Rant, trazemos os vinte piores filmes de super-heróis de todos os tempos – na opinião de nossos colegas críticos. Para esta média, foi usado como fonte o agregador Rotten Tomatoes e as notas que tais produções contêm no site. Não esqueça de comentar e dizer qual é o pior, ou os piores, em sua opinião.

20 | Lanterna Verde (2011)

A “fórmula Marvel” que deu tão certo para Homem de Ferro (2008) se mostra ineficaz nesta tentativa de iniciar o universo cinematográfico da DC. Aqui também temos um herói definido por seu intérprete (Tony Stark é Downey Jr. e aqui Hal Jordan é Ryan Reynolds), num filme repleto de piadinhas. A diferença é que Homem de Ferro quando queria falava sério, coisa que Lanterna Verde não faz bem. O filme marca 26% de aprovação.

19 | Motoqueiro Fantasma (2007)

Nicolas Cage bem que tentou ser o Superman, mas quando o filme de Tim Burton foi cancelado ainda na década de 1990, sobrou para o ator viver o personagem B da Marvel, pelo qual é apaixonado. Cage talvez estivesse velho para o papel, mas o ator é o menor dos problemas deste filme – que sofre do mesmo mal do item acima e de forma ainda pior. Motoqueiro Fantasma deveria ser algo tão intenso e sombrio, ao ponto de ser confundido com um filme de terror. Mas a opção foi por algo voltado aos adolescentes… . O filme marca 26% de aprovação.

18 | Esquadrão Suicida (2016)

O que falar deste filme que já não tenha sido dito? De um filme que mal conhecemos e já desconsideramos pacas. Numa das maiores fraudes da história recente do cinema, o trailer de Esquadrão Suicida era tão bom que além de nos enganar direitinho prometendo um dos melhores filmes do ano no gênero, merecia prêmios. O primeiro filme dentro do subgênero focado nos vilões ao invés dos heróis, ES tinha tudo para se tornar um clássico instantâneo, não fosse um filme tão descartável e esquecível. O filme marca 25% de aprovação.

17 | Blade: Trinity (2004)

O filme que colocou um ponto final (até o momento) na saga do caçador de vampiros mais cool do cinema, teve uma produção extremamente conturbada. Hoje, mostrando que tudo são águas passadas, o ator Wesley Snipes esboça vontade de retornar ao papel. E ele é bobo? – percebendo o toque de Midas da Marvel. Trinity tinha tudo para ser tão legal quanto os anteriores e se tornar uma das melhores trilogias de heróis do cinema – o primeiro e o segundo realmente são muito bons. O terceiro Blade simplesmente não tem gás, apresentando vilões nada memoráveis, coadjuvantes meio perdidos e um protagonista sem vontade. O filme marca 25% de aprovação.

16 | As Tartarugas Ninja (2014)

Sim, coleguinhas. Não teremos apenas Marvel e DC na lista. Para quem não sabe, As Tartarugas Ninja apareceram pela primeira vez nos quadrinhos em preto e branco de Peter Laird e Kevin Eastman, publicados pela Mirage Studios. Essa reimaginação produzida por Michael Bay carece de alma e graça. Fora isso, devido a extensas refilmagens, que entre outras coisas mudou a identidade do vilão Destruidor (já que os testes que mostravam o corte original do vilão como o empresário vivido por William Fichtner não colaram), o longa perdeu grande parte de seu sentido, beirando o incompreensível. A sequência de 2016 conseguiu melhorar um pouco. O filme marca 22% de aprovação.

15 | As Tartarugas Ninja III (1993)

Elas de novo! Antes de Michael Bay ajudar a criar os monstrengos feios, as Tartarugas Ninja haviam sido mais bonitinhas, interpretadas por atores em trajes de borracha, com cabeças animatrônicas. Em 1990, o primeiro filme dos heróis fez a alegria de crianças da minha geração. A sequência, obviamente, não demorou e atingiu os cinemas no ano seguinte. A demora de dois anos pela terceira parte e a opção por uma história de viagem no tempo que joga os heróis no Japão feudal de samurais – soando muito mais como um épico medieval do que um filme de heróis – terminou por matar a franquia nos anos 1990. Tudo o que queríamos ver eram os personagens dos desenhos e não uma história enfadonha. Este filme consegue ter uma aprovação menor que a do reboot e marca 21%.

14 | O Juiz (1995)

Os anos 1990 foram a última década tortuosa para os filmes de super-heróis antes da retomada e da chamada era de ouro – que foram os anos 2000. Não apenas isso, os anos 1990 talvez tenham sido a pior década para tais produções, juntando alguns dos maiores fracassos do subgênero, como veremos nesta lista. Depois de As Tartarugas Ninja III, seguimos com este O Juiz, adaptação descaracterizada dos quadrinhos britânicos de John Wagner e Carlos Ezquerra. Existe muita coisa errada aqui, mas algumas coisas legais – em especial os designs da cidade, prédios, veículos e figurinos (a direção de arte e fotografia são boas). Mas os elogios param por aí, já que o espírito de sátira política violenta dos quadrinhos não foi respeitado. Temos o alívio cômico de Rob Schneider totalmente dispensável, e um Stallone que se recusou a usar o capacete do personagem por muito tempo devido ao ego – o ator queria era mostrar seu rosto (nos quadrinhos o personagem nunca retira o elmo). Recentemente, o personagem foi redimido em Dredd (2012), com Karl Urban, muito mais fiel ao espírito original, e em breve ganhará uma série de TV. O filme marca 18% de aprovação.

13 | Spawn: O Soldado do Inferno (1997)

Mais um dos anos 1990. Spawn é criação de Todd McFarlane e assim como Dredd, terá uma nova versão em breve que promete ser a salvação da lavoura. Aqui, no entanto, iremos nos concentrar no filme de 1997, dirigido por Mark A. Z. Dippé, especialista em efeitos especiais de filmes como O Exterminador do Futuro 2 (1991) e Jurassic Park (1993). A história de origem do personagem foi fiel e bem retratada no filme, o problema, assim como Motoqueiro Fantasma, foi uma censura baixa num universo que pede por algo mais hardcore. Fora isso, os efeitos do filme envelheceram rápido e mal, e o longa sofre da síndrome do acúmulo de muitos personagens e subtramas. O lado positivo, John Leguizamo arrasa como o vilão demônio-palhaço. O filme soma apenas 18% de aprovação.

12 | Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2012)

Mais um filme do Motoqueiro Fantasma encontrando lugar na lista. Apenas o herói demoníaco e As Tartarugas Ninja tiveram dois longas figurando na lista. De certa forma, este segundo filme do personagem é injustiçado aqui, já que é superior ao original de 2007. O almejado teor mais sombrio e violento é tentado, dando um tom de maior realismo ao personagem. Por outro lado, se acertam no tom e no visual, erram completamente a mão no roteiro, com uma história enfadonha, repetitiva e sem criatividade. O primeiro ganha no quesito, e ainda possui o respaldo de ser uma história de origem. Poucos filmes que utilizam a fórmula “criança em perigo” conseguem se sair bem, vide o recente Logan. Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança soma 17% de aprovação da imprensa.

11 | A Liga Extraordinária (2003)

Este filme foi o responsável pela aposentadoria do grande Sean Connery, figurando como última produção cinematográfica em seu currículo até o momento. É dito que após os resultados de Os Vingadores (1998) – não, não é o filme da Marvel – e este, o veterano ator simplesmente não sabia mais o que estava fazendo em sua profissão. Esta é a adaptação dos quadrinhos de Alan Moore, que para variar foram totalmente descaracterizados. A Liga Extraordinária é tão amaldiçoado que além de ter encerrado a carreira de Connery, também pôs um fim na do diretor Stephen Norrington (Blade) e garantiu que nenhuma outra adaptação de Moore para os cinemas levasse o nome do autor. Por ironia, as que seguiram – V de Vingança (2006) e Watchmen (2009) – foram boas. O filme tem 17% de aprovação.

10 | The Spirit: O Filme (2008)

Um dos personagens de quadrinhos mais antigos da lista, The Spirt foi criado ainda na década de 1940 por Will Eisner. Cansado de ver suas ideias destruídas no cinema, o escritor Frank Miller decide ele mesmo arruinar a de um ídolo. Declarado fã de Eisner, Miller foi o diretor de The Spirit, obra pela qual tinha muito carinho. O quadrinista aprendeu a profissão ao codirigir sua própria obra Sin City para as telonas, em parceria com Robert Rodriguez – o acordo entre o cineasta e o criador era que dirigiriam a adaptação juntos. E Miller aprendeu bem, pois criou The Spirit nos mesmos moldes, soando como tirinhas vivas. Até a coloração em preto e branco foi repetida. Se pensarmos que temos dois Vingadores no longa: Scarlett Johansson e Samuel L. Jackson, ambos aqui no lado negro da força, a coisa se torna ainda mais estranha. The Spirit tem 14% de aprovação. É fraco, mas talvez melhor do que alguns itens acima.

09 | Aço (1997)

Voltamos para a inquietante década de 1990, para este que é uma das piores adaptações do subgênero. A começar que o filme não possui nada, ou quase nada, em comum com sua contraparte nos quadrinhos. O lançamento de Aço coincidiria com o de Superman Lives, filme que Tim Burton lançaria em 1998. Pouco é tentado, no entanto, para ligar os dois filmes. Aço ou Steel, conta a história de John Henry Irons, um sujeito que assumiu alcunha do Superman após sua morte nos quadrinhos. O não ator Shaquille O´Neal (jogador de basquete aproveitando sua popularidade na mídia) se mostra uma das piores escolhas de elenco para qualquer filme. Esse Homem de Ferro de quinta mostra que nesta época, pouco esforço era tentado pelos envolvidos para levar este tipo de produção a sério. Filmes do subgênero eram coisa de criança e eram levados assim pelos estúdios. Extremamente genérico, tudo falta à Aço. O longa tem 12% de aprovação.

08 | O Corvo: A Cidade dos Anjos (1996)

O primeiro O Corvo (1994), baseado nos quadrinhos de James O´Barr, se tornou um filme cult instantâneo, em grande parte devido a mística trágica que cercou a produção – com a morte do protagonista Brandon Lee durante as filmagens. O personagem principal, um músico que tem a esposa assassinada e também é morto por uma gangue brutal, numa cidade tipicamente Gotham City, volta do além, trazido por um corvo para se vingar. Não se compra publicidade assim, ou se deseja. Como apenas um sucesso nunca é o suficiente, esta “franquia” ganhou três continuações e uma série de TV. Aqui, concentraremos na continuação imediata, O Corvo: A Cidade dos Anjos. Obviamente sem Lee, ou o diretor Alex Proyas, esta continuação repete a história do original sem grandes novidades. Um acerto foi a escolha por não substituir Lee, contando a história de outro personagem trazido de volta à vida pelo corvo, para vingar o filho dessa vez. No elenco, o músico Iggy Pop. O filme marca 12% de aprovação.

07 | Superman IV: Em Busca da Paz (1987)

Falando do maior herói de todos e primeiro grande filme do subgênero na história do cinema, o primeiro Superman foi usado como exemplo no início desse texto. Bem, é seguro dizer também que conforme cada novo exemplar da franquia a qualidade foi decaindo. O que culminou neste quarto episódio pra lá de capenga, feito por uma empresa falida, a toque de caixa, com roteiro politicamente correto escrito pelo próprio astro Christopher Reeve. Superman 4 se tornou sinônimo de falta de qualidade e serviu para pôr um reticências nas aventuras do Homem de Aço nos cinemas por um bom tempo. Mais do que isso, quase interrompeu a produção de filmes do gênero, não fosse pelo resgate dois anos depois com Batman, de Tim Burton, seguindo por um caminho mais sombrio e real. O filme marca 12% de aprovação.

06 | Batman & Robin (1997)

Falando em Batman. Este quarto exemplar dos filmes do Homem Morcego pode até nem ser o pior filme do gênero, ou sequer dos anos 1990, mas sem dúvidas é um dos mais lembrados como tal. A carreira do Morcego nos cinemas é semelhante a do companheiro de editora Superman. Chegaram com um primeiro filme impactante, mudaram a percepção do gênero no consciente coletivo e ditaram tendência. Seguiram com continuações tão boas quanto, ou até melhores (segundo muitos), onde todos os riscos eram aumentados. Na terceira parte, ambos descambaram para o humor em seus filmes, voltando para uma atmosfera mais camp e tendo os protagonistas ofuscados por humoristas em alta (Superman com Richard Pryor, e Batman com Jim Carrey). E na quarta parte… bem, na quarta parte os resultados estão aqui e no item acima. O filme marca 10% de aprovação.

05 | Elektra (2005)

Antes de Elektra, heroínas do cinema de ação já haviam protagonizado filmes bem sucedidos, vide Ellen Ripley (Sigourney Weaver) na franquia Alien. Mas este spin off de Demolidor – O Homem Sem Medo (2003) não ajudou a causa. Hoje, visto como adaptação fraca de quadrinhos, Demolidor foi sucesso em seu lançamento, se tornando na época o filme mais rentável do mês de fevereiro nos EUA. O tom de certa forma foi acertado: sombrio e violento. Natural que Elektra ganhasse um derivado. O problema é que a personagem não se sustentou sozinha, numa trama mais fantástica do que o predecessor. Além disso, aqui ganhamos outra vez o exemplo de filme de criança em perigo, um risco que quase nunca dá certo. Os personagens foram redimidos em suas novas roupagens na série da Netflix. Elektra  soma 10% de aprovação.

04 | Quarteto Fantástico (2015)

Se você acha que as adaptações muito ruins de super-heróis são coisa do passado, pense de novo. Temos um exemplo muito recente com Quarteto Fantástico. Não dá para entender muito bem o que o estúdio pretendia, já que picotou até não querer mais o filme de Josh Trank, levando o diretor a se pronunciar sobre o ocorrido. Ao ser contratado, Josh Trank, que havia saído do sucesso de Poder Sem Limites (filme realista de super-heróis), parecia ser a escolha certa para a reanimada no primeiro supergrupo da Marvel. A ideia é até boa, misturar ficção científica a la David Cronenberg no subgênero. De fato, a primeira metade do filme é puro sci fi, e a parte mais interessante do longa. Mas logo depois algo sai dos trilhos, e o filme soa inacabado, apressado, como se partes estivessem faltando. Nesse remendo recebemos um fracasso que, ao que tudo consta, é culpa do estúdio e não do cineasta. O filme tem 9% de aprovação, e é um dos maiores fracassos do gênero na história do cinema.

03 | Mulher Gato (2004)

Daqui em diante na lista, todos os itens parecem ter nascido mortos. Ao contrário de Quarteto Fantástico, no qual se tinha certa expectativa. Um filme solo da Mulher Gato vinha sendo planejado desde que Michelle Pfeiffer deu vida à versão ainda definitiva da personagem. Tim Burton, diretor de Batman – O Retorno, planejava ao lado de sua musa Pfeiffer uma produção exclusiva para a personagem. Um grande embargo fez ambos desistirem e o projeto quase se concretizou com Ashley Judd assumindo o papel principal, o que seria uma boa escolha. Na verdade, a própria Halle Berry não é uma escolha ruim, já que a atriz é talentosa e tem um Oscar para provar isso. O problema é que parece muito acomodada em ser uma estrela, esquecendo de ser atriz – isso inclui a escolha de seus filmes. Mulher Gato é uma vergonha, quase um videoclipe e não oferece nada para a atriz trabalhar, a não ser uma bela pagação de mico. Se tivéssemos, digamos, um Tim Burton das antigas no comando, Berry se sairia bem. Nas palavras do imortal Roger Ebert: “Existem três coisas boas em Mulher Gato, o corpo de Halle Berry, o rosto de Halle Berry e o figurino de Halle Bery. Isso é de primeira. Todo o resto é lixo”. Mulher Gato marca 9% de aprovação.

02 | Capitão América (1990)

Calma, antes que desmaiem, este é o Capitão América antigo, de uma época em que vocês não corriam para os cinemas para ver o novo filme semestral da Marvel. De certa forma chega a ser injustiça este filme constar na lista, já que é uma produção bem obscura e desconhecida do grande público, ao contrário da maioria aqui. De fato, Capitão América (1990) nem foi lançado nos cinema dos EUA, tendo seu lançamento direto em vídeo. Somente em 2011, de forma limitada em poucos cinemas, foi exibida uma versão do diretor. No Imdb, consta o lançamento do filme nos cinemas brasileiros em julho de 1991, se alguém puder atestar o fato, favor se pronuncie nos comentários. Seja como for, a produção é bem deficiente para o gênero, o que inclui o uniforme do herói, pior que um cospobre, ainda mais se formos comparar com Batman, de Tim Burton, que havia sido lançado no ano anterior. O personagem já havia ganhado um filme, igualmente lançado para vídeo, em 1979 (que gerou uma sequência no mesmo ano). Parece que a cada lançamento da rival DC (Superman em 1978 e Batman em 1989), a Marvel tratava de lançar um erro do Capitão América no ano seguinte. O filme marca 8% de aprovação.

01 | Supergirl – O Filme (1984)

Falamos do primeiro lugar da lista recentemente na coluna “Por Onde Andam” – veja neste link. Esse também é um longa obscuro, que ganhou aura de produção cult logo após seu lançamento. Hoje, faz parte de uma mitologia, ao ponto de sua protagonista Helen Slater ser alçada ao posto de musa nerd e ser reconhecida ao ser escalada na nova série de sucesso da personagem, no papel de mãe da protagonista. Pegando claro sucesso na franquia Superman, que já havia lançado até seu terceiro filme, Supergirl planejava ser parte de um universo compartilhado da DC – para vocês verem, já naquela época. O fato é tão verdade que Christopher Reeve, intérprete do herói, faria uma aparição no longa. Algo o fez desistir, mas uma foto do personagem nas formas de Reeve arrumou espaço no filme. Supergirl é uma dessas produções que simplesmente não fazem sentido algum, e soam mais como uma viagem de alucinógeno do que com uma história com começo, meio e fim. A percepção de que os realizadores não tinham a mínima ideia do que estavam fazendo é clara. As cenas são desconexas do todo e novos poderes são dados à heroína, como o super desabrochar de flores. Supergirl marca 7% de aprovação, se tornando assim o pior filme de super-heróis de todos os tempos.

Allison Mack, atriz de ‘Smallville’, é presa por tráfico sexual

Muito mais surreal que a ficção, recentemente foi reportado que a jovem atriz Allison Mack, de 35 anos, fazia parte do alto escalão de um esquema de tráfico sexual de mulheres, que usava como fachada uma seita de auto-ajuda. Mack ficou conhecida como a Chloe do seriado Smallville – As Aventuras do Superboy (2001-2011).

Agora, através do New York Times, chega a informação de que Mack foi presa por tais crimes, sob a acusação de ajudar o guru da seita, Keith Raniere, a escravizar mulheres e as marcar na pele com as iniciais do grupo secreto.

A bizarra e trágica revelação renderia um bom thriller dramático no cinema. Leia abaixo outras notícias relacionadas e fique ligado no CinePOP para os próximos capítulos desta sórdida história.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ acusada de recrutar escravas sexuais; ASSISTA nossa matéria!

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

O filme de ação mais engraçado, divertido e INSANO de Liam Neeson estreia na Netflix

Fargo encontra Família Soprano e Deadpool

Até 2008, quando estrelou o suspense de ação Busca Implacável (Taken), ninguém pensaria no ator irlandês Liam Neeson como herói do gênero, calçando os sapatos que foram de gente como Stallone e Schwarzenegger nas décadas de 1980 e 1990. De fato, depois da indicação ao Oscar em 1993 por A Lista de Schindler (o divisor de águas em sua carreira), o ator era mais associado a papeis dramáticos, biografias e aventuras épicas.

Sua reinvenção se deu aos 56 anos, e de lá para cá foram diversos longas protagonizados pelo ator seguindo os mesmos moldes – sem contar as duas continuações do filme que começou tudo. E este filão deu certo, e muito, para Neeson – que se despede agora com chave de ouro.

Agora, chega na Netflix o ótimo Vingança a Sangue Frio. Por incrível que pareça, é uma comédia politicamente incorreta, com toques de suspense. Sim, temos mortes. E sim, temos algumas porradas e muitos tiros, porém, seu propósito aqui é tirar graça da insanidade das situações e não entreter uma plateia esperando sua dose de adrenalina. Por isso, esteja avisado.

Assista ao trailer:

Refilmagem do norueguês O Cidadão do Ano (In Order of Disappearance, 2014), protagonizado por Stellan Skarsgard e Bruno Ganz, Vingança a Sangue Frio traz a direção do mesmo Hans Petter Moland do original. O cineasta consegue capturar a essência de seu projeto anterior, dando uma remodelagem moderna, e brincando muito com sua narrativa. Na trama, Nels Coxman (e não Dickman do original) é o tal cidadão do ano. Um pai de família dedicado e amoroso, o protagonista vivido por Neeson segue seus dias levando seu trabalho de limpar as estradas da intensa neve de sua cidadezinha muito a sério. Quando seu filho é assassinado por engano, o sujeito resolve declarar guerra aos mafiosos responsáveis.

O legal do novo filme de Moland, é que funciona quase como sátira às produções do gênero. Sua narrativa é esperta e transforma o que poderia ser apenas mais uma produção rotineira sobre vingança em um verdadeiro achado. Não deixe que qualquer sinopse ou prévia te engane, aqui os criadores injetam bastante frescor num tema pra lá de batido. Dos diálogos do vilão (o chefão Viking, papel de Tom Bateman), que transbordam tanta ironia que beiram o caricatural (mas de forma boa), passando pela relação dos policiais da cidadezinha (Emmy Rossum e John Doman – ótimos em cena), emulando Fargo, até a brincadeira em tela com a contagem de corpos que vai se amontoando, Vingança a Sangue Frio é pura criatividade.

No filme, cada pequeno detalhe é uma gratificação a ser descoberta. Cada personagem é excentricamente único e funciona em sua caricatura cômica. Cada atenção dada à desconstrução de uma fórmula, cada diálogo inteligente e cada situação que caminha para o lado oposto do esperado ajudam a transformar o longa em uma pequena pérola escondida. No meio de seu rastro de vingança, o protagonista atiça uma guerra entre as duas facções criminosas locais por uma disputa sangrenta de território. A mudança em relação ao original vem de transformar uma destas organizações em um grupo de nativos-americanos, que igualmente rende boas tiradas, nada corretas, mas igualmente nada ofensivas. A tiração de sarro é inteligente o suficiente para pairar acima do grotesco e intolerável.

Sendo assim, colocar Vingança a Sangue Frio no mesmo pacote de ação que Liam Neeson vem colecionando é injusto. Nada contra seus outros trabalhos no gênero (inclusive adoro a maioria), mas seria comparar gêneros e estilos diferentes. A única similaridade está no protagonista – que interpreta mais ou menos o mesmo tipo de personagem. Com sua estreia em Hollywood, Hans Petter Moland entra com o pé direito, demonstrando ser uma voz diferenciada e que tem muito a dizer num mar de mesmice. Obras que desafiam seus moldes, impulsionando-as com vontade e muita energia, são cada vez mais raras dentro de uma indústria que privilegia o padrão. Justamente por isso, precisam ser enaltecidas. E que venham os próximos projetos do diretor para o grande público.

Líder do “culto sexual” que tinha Allison Mack diz que ‘a culpa é das mulheres’

Durante uma entrevista ao Dateline, o advogado de Keith Raniere, acusado de ser líder de um culto sexual – o mesmo que a atriz Allison Mack (‘Smallville‘) também comandava –, falou que as acusações de abuso sexual são “descabidas”.

“Keith Raniere é um homem extremamente sensível. Ele nunca fez ameaças. Ele nunca ameaçou ninguém, e eu desafio qualquer pessoa que possa dizer o contrário.”

Sobre a marcação a ferro na pele das mulheres, com as iniciais de Raniere e Mack, o advogado revelou:

“Eu não acho que ele gostava disso. Acredito que seja algo que as mulheres queriam fazer, e ele pensava não ser inapropriado se fosse a vontade delas. Essas mulheres queriam fazer parte do culto. Era um pouco extremo, um pouco perigoso, um pouco descolado. Era isso o que elas queriam.”

A jovem atriz Allison Mack, de 35 anos, fazia parte do alto escalão de um esquema de tráfico sexual de mulheres, que usava como fachada uma seita de auto-ajuda. Mack ficou conhecida como a Chloe do seriado Smallville – As Aventuras do Superboy (2001-2011).

Mack foi presa por tais crimes, sob a acusação de ajudar o guru da seita, Keith Raniere, a escravizar mulheres e as marcar na pele com as iniciais do grupo secreto.

A bizarra e trágica revelação renderia um bom thriller dramático no cinema. Leia abaixo outras notícias relacionadas e fique ligado no CinePOP para os próximos capítulos desta sórdida história.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ acusada de recrutar escravas sexuais; ASSISTA nossa matéria!

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

‘The Walking Dead’ ganhará novo spin-off em 2020!

De acordo com o Deadline, a AMC confirmou oficialmente que um novo spin-off de ‘The Walking Dead‘ está em desenvolvimento. O novo derivado deve estrear em 2020.

A nova produção será comandada por Matt Negrete, que tem sido roteirista e produtor da série original pelos últimos cinco anos, e contará com 10 episódios, que começarão a ser filmados durante o verão norte-americano, em Virginia.

O novo spin-off será protagonizado por duas protagonistas mulheres e focará “na primeira geração a amadurecer no apocalipse que conhecemos”. Segundo a descrição, a trama mostrará quem permanecerá bom e quem se tornará um temido vilão.

A nova produção vem de uma estratégia do canal de expandir o universo ‘The Walking Dead‘, que já conta com duas séries e a confirmação de uma trilogia de filmes, estrelada por Andrew Lincoln.

‘Runaways’: Heróis estampam cartazes individuais da última temporada

O Hulu divulgou novos cartazes individuais da 3ª (e última) temporada de ‘Runaways‘.

Confira:

A última temporada será lançada no dia 13 de dezembro.

Criada por Stephanie Savage e Josh Schwartz, a série é uma adaptação dos quadrinhos ‘Fugitivos‘ da Marvel.

Em algum momento de suas vidas, todas as crianças acham que têm os pais mais vilanescos do mundo. Mas o desses adolescentes realmente eram. Ao descobrir que são filhos de um grupo de supervilões conhecidos como Pride (Orgulho), Alex, Nico, Gert, Karolina, Chase e Molly fogem de seus lares e passam a viver como fugitivos, decidindo reparar os erros de seus pais com as habilidades (ou equipamentos) herdados, enquanto não resolvem como lidar com suas famílias.

Rhenzy Feliz, Lyrica Okano, Virginia Gardner, Ariela Barer, Gregg Sulki, Allegra Acosta e Kevin Weisman estrelam.

‘Altered Carbon’ é CANCELADA pela Netflix após duas temporadas

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Altered Carbon‘ depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Deadline, a decisão não se deu por causa da pandemia de coronavírus, mas sim por causa dos altos custos dos efeitos visuais da produção.

“Que jornada incrível foi fazer parte de ‘Altered Carbon’. Obrigado a todos os fãs por terem acompanhado as duas temporadas. Takeshi Kovacs é um dos meus personagens favoritos que já interpretei,” declarou o ator Will Yun Lee no Twitter.

A série é baseada na obra de Richard K. Morgan.

A trama se passa em 700 anos no futuro, quando o ser humano adquire a capacidade de transferir a própria mente para outros corpos, tornando a possibilidade da morte muito menor. Porém, um assassinato ocorre, e o detetive Takeshi Kovacs é o encarregado pela investigação.

‘LOVE: A História de Lisey’: Adaptação de Stephen King ganha novas imagens INCRÍVEIS; Confira!

O EW divulgou novas imagens incríveis da minissérie ‘Lisey’s Story‘, produção é baseada no livro ‘LOVE: A História de Lisey‘, de Stephen King.

Confira:

A adaptação irá estrear oficialmente no dia 4 de julho.

Os episódios são dirigidos por Pablo Larraín, que também assina o roteiro ao lado de King.

Dois anos depois da morte de seu marido, Lisey Landon decide que está a hora de ir até seu escritório e começar a limpar toda a papelada. Scott Landon era um romancista best-selles e Lisey já foi contatada por pessoas que desejam comprar seus trabalhos não publicados, mas ela está determinada a não deixar isso acontecer. Quando começa o processo de limpeza, um estranho homem entra em contato com ela e diz que, caso não entregue os papéis, Lisey sofrerá as consequências.

Julianne MooreClive Owen estrelam. O elenco ainda inclui Dane DehaanJoan AllenJennifer Jason Leigh e Sung Kang.

A produção contará com oito episódios.

‘Warhunt’: Soldados encontram experimentos nazistas no clipe do terror; Confira!

O terror sobrenatural ‘Warhunt‘ ganhou um novo clipe sinistro.

Confira, com o trailer:

Mauro Borrelli é responsável pela direção do longa, que conta com o roteiro de Reggie Keyohara III e Scott Svatos.

“Um avião de carga militar dos EUA perde o controle e bate violentamente atrás das linhas inimigas no meio da floresta negra alemã. Imediatamente, o cruel Major Johnson (Rourke) envia um esquadrão de seus mais bravos soldados em uma missão de resgate para recuperar o material ultrassecreto que o avião carregava. Liderados pelo sargento Brewer (Knepper) e Walsh (Rathbone), os soldados se aventuram nas profundezas da floresta perto do local do acidente. Eles logo descobrem soldados nazistas enforcados e outros corpos com símbolos mágicos antigos. De repente, suas bússolas falham, suas percepções se distorcem e eles são atacados por uma força sobrenatural poderosa. Lutando para sobreviver, eles devem descobrir a chocante verdade por trás da força antes dos nazistas e fazer tudo o que puderem para remover todas as evidências de que ela já existiu, mesmo ao custo de suas próprias vidas.”

Mickey RourkeJackson RathboneRobert Knepper estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 21 de janeiro.

Nathan Fillion confronta serial killer no trailer da 5ª temporada de ‘The Rookie’; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo da 5ª temporada de ‘The Rookie‘, estrelada por Nathan Fillion (‘Castle’).

Confira:

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 25 de setembro.

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).

Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Mekia Cox, Jenna Dewan, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil e Eric Winter.

Christopher Nolan revela participação CHOCANTE de sua filha em ‘Oppenheimer’

Em entrevista ao The Telegraph, o diretor Christopher Nolan (‘TENET’) revelou que sua filha, Flora Nolan, fez uma participação improvável e extremamente brutal no vindouro ‘Oppenheimer‘.

No filme, Flora interpreta uma mulher que tem a pele do rosto arrancada em um sonho do J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy).

“Nós precisávamos de alguém para assumir um papel pequeno, em uma cena experimental e espontânea. Foi incrível [que a minha filha] aceitou participar.”

Ele completa, “Não estou tentando analisar minhas próprias intenções, mas o ponto é que, se você cria um poder tão destrutivo, você também causa a destruição das pessoas que você ama. Acredito que [‘Oppenheimer’] é a minha forma de mostrar isso.”

Anteriormente, o cineasta comentou sobre os rumores de que ele havia detonado uma bomba atômica real durante as filmagens do longa: “Eu fico lisonjeado que as pessoas pensem que eu seria capaz de algo tão extremo. Mas, por outro lado, também é um pouco assustador.”

Lembrando que ‘Oppenheimer‘ estreia em 20 de julho, mas já teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são bem positivas.

Os críticos aclamaram a produção, destacando a direção impecável de Nolan, além de elogiarem a performance de todo o elenco, especialmente a atuação de Murphy.

Confira as reações dos críticos:

“‘Oppenheimer’ me deixou chocado: um estudo de personagem em grande escala, com uma performance sublime de Cillian Murphy. É um épico drama histórico com uma sensibilidade característica do Nolan: a tensão, estrutura, senso de escala, design de som impressionante e visuais espetaculares. Uau.”

“‘Oppenheimer’ é… incrível. [Enquanto assistia], a palavra que me vinha à mente era: assustador. Esse é um drama histórico implacável, insanamente detalhado, que constrói sua história até o Nolan detonar tudo da forma mais impressionante e chocante.”

“‘Oppenheimer’, de Christopher Nolan, é uma conquista impressionante com sua adaptação concisa, narrativa inventiva e atuações complexas de Cillian Murphy, Emily Blunt, Robert Downey Jr., Matt Damon e muitos outros envolvidos – alguns apenas para uma cena.”

“Estou dividido entre ser misterioso sobre ‘Oppenheimer’ ou confessar que foi um espetáculo que explodiu minha mente, deixando-me chorando tanto nos créditos finais que eu nem consigo me lembrar de mais nada.”

“‘Oppenheimer’ é um filme poderoso. A atuação de Cillian Murphy está em um outro nível, digna de premiações. Todos os atores neste elenco talentoso estão incríveis. Este filme do Christopher Nolan é assombroso e impressionante, e a execução de sua visão através do [diretor de fotografia] Hoyte van Hoytema é de tirar o fôlego.”

“Fiquei totalmente imerso em ‘Opperheimer’. É um filme denso, vocal e tenso, parcialmente sobre a bomba atômica, mas principalmente sobre o quanto estamos condenados. Cillian Murphy está ótimo, mas o elenco de apoio é essencial: Matt Damon, Robert Downey Jr. e Alden Ehrenreich. Esse é um filme audacioso, inventivo e complexo, que irá estremecer o público.”

Relembre o trailer:

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

‘Godzilla x Kong: O Novo Império’ ultrapassa MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa superou a arrecadação total de ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$480.3M), tornando-se a segunda maior bilheteria global do ano. Atualmente, o filme dirigido por Adam Wingard está atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$700M).

Ao total, o longa já soma US$ 176.2 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, foram US$ 324.2 milhões.

Vale destacar que longa surpreendeu em sua passagem pela China, onde já arrecadou sólidos US$ 110.3 milhões – e, segundo projeções, chegar alcançar US$ 130 milhões até a próxima semana no país.

Godzilla x Kong: O Novo Império‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O longa vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

 

Showrunner comenta sobre futuros crossovers entre ‘As Bruxas Mayfair’ e ‘Entrevista com o Vampiro’

Em entrevista ao TVLine, a showrunner Esta Spalding comentou sobre o inesperado crossover entre as séries ‘As Bruxas Mayfair‘ e ‘Entrevista com o Vampiro‘.

No terceiro episódio da 2ª temporada da série estrelada por Alexandra Daddario (‘The White Lotus’), Lasher cruzou caminho com o vampiro Felix (Gabriel Freilich), que já havia sido introduzido no último episódio da segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘.

“Da última vez que o vimos, ele era um estudante do Lestat, e agora nós o estamos vendo tentando ensinar um pouco deste conhecimento ao Lasher.”

Sobre futuros crossovers, ela completa: “Não quero revelar nada muito cedo. [Crossovers] precisam ser merecidos. Eu sigo pensando sobre ver a Rowan e o Lestat juntos, mas isso é algo que precisa ser construído.”

A showrunner ainda explicou que havia menos comunicação entre as duas produções em suas primeiras temporadas, porque “ambas ainda estavam tentando construir seus próprios universos individuais”, mas espera que os crossovers passem a acontecer “com mais frequência conforme as narrativas forem progredindo”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a primeira temporada está disponível no Prime Video!

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

JUJUTSU KAISEN: Execução – Filme

(Jujutsu Kaisen: Execution)

 

Elenco:

Jun’ya Enoki
Subaru Kimura
Yûichi Nakamura

 

Direção: Shouta Goshozono

Gênero: Anime

Duração: 90 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em JUJUTSU KAISEN: EXECUÇÃO, um véu desce abruptamente sobre a movimentada área de Shibuya em meio à multidão agitada do Halloween, prendendo inúmeros civis lá dentro. Satoru Gojo, o mais forte feiticeiro de jujutsu, entra em meio ao caos. Como consequência, dez colônias em todo o Japão são transformadas em antros de maldições em um plano orquestrado por Kenjaku, o usuário de maldições mais perverso da história. Quando o mortal Jogo da Seleção começa, o feiticeiro de Grau Especial e colega Yuta Okkotsu é designado para executar Yuji por seus supostos crimes.

‘JUJUTSU KAISEN: Execução’ chega AMANHÃ aos cinemas nacionais; Confira o trailer e o cartaz!

JUJUTSU KAISEN: Hidden Inventory/Premature Death – The Movie

Curiosidades: 

» O longa serve como uma recapitulação do arco Incidente em Shibuya, assim como os 2 primeiros episódios da nova temporada, que adapta o arco The Culling Game;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novo reboot de ‘Alvin e os Esquilos’ está em desenvolvimento

De acordo com o The Walt Street Journal, um novo reboot da saga ‘Alvin e os Esquilos‘ (Alvin and the Chipmunks) está oficialmente em desenvolvimento.

Com o objetivo de introduzir os personagens clássicos para uma nova geração, o site afirma que o plano inicial é focar em vídeos curtos para plataformas digitais – que serão lançados ainda este ano –, antes da estreia de um novo longa-metragem, que está programado para 2028.

O projeto está sendo desenvolvido pela Big Shot Pictures, produtora que o executivo Brian Robbins criou este ano, em parceria com a Bagdasarian Productions, que detém os direitos da saga.

Ex-CEO da Paramount Global, ele supervisionou sucessos como ‘Sonic: O Filme‘ e ‘Patrulha Canina‘.

“Nosso objetivo é realmente fazer com que os Esquilos marquem sua presença e vivam em tempo real com a cultura pop,” declarou Robbins.

Criada originalmente em 1958, a franquia ‘Alvin e os Esquilos‘ segue três irmãos esquilos cantores — o travesso Alvin, o intelectual Simon e o adorável Theodore — e seu pai humano que se tornou empresário, Dave.

Ao longo de sua trajetória de quase 70 anos, os Esquilos lançaram 38 álbuns de estúdio, arrecadaram mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias e ganharam cinco prêmios Grammy.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Rian Johnson fala sobre os vilões de ‘Os Últimos Jedi’

O cineasta Rian Johnson compartilhou novos detalhes da construção de seus personagens para a próxima edição da revista britânica Empire.

Durante a entrevista, ele pontuou sobre a forma como abordará Snoke e Kylo Ren na trama, salientando que não explicará as origens do primeiro vilão, focando mais no seu poder dentro da narrativa.

Segundo ele:

“Nas prequels, nós pudemos conhecer todo o processo de ascensão de Palpatine ao poder, mas na trilogia original nós o vemos exatamente onde ele deveria estar, sendo O Imperador. Ele é essa força negra, essa criatura obscura e assustadora por trás do seu título. É desse jeito que decidi abordar Snoke. Confesso que não estava interessado em ficar explicando suas origens ou contando o seu passado, a não ser aquilo que possui ligação direta com a trama”.

Já para criar o conceito de Kylo Ren, Johnson decidiu mostrar os dois lados da moeda, contrapondo o personagem à sua prima, Rey. De acordo com o diretor, desenvolver o personagem consistia em mostra a fase de transição pela qual ele está passando.

Diz Johnson:

“Escrever sobre o Kylo foi realmente divertido. ‘Star Wars‘ efervesce na transição da adolescência para a vida adulta. Este é o âmago dos filmes e definitivamente Rey é aquela que está passando por isso, assim como seu primo. Nos originais nós vemos esse questionamento voltado apenas para Luke, enquanto Vader já é aquela figura assustadora. O que me fascina em se tratando de Kylo e Rey é que existem dois lados dessa fase de mudanças. Nós conseguimos nos identificar a ele pela ira que sente por estar no meio de toda a confusão da adolescência, tentando se achar e descobrir quem ele será como homem, longe das influências de sua família. Vale lembrar que ele não é o Vader, por enquanto não. E eu queria muito mostrar tudo isso”.

 

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×13: ‘The Word’ – Texto sem contexto é pretexto [season finale]

Uma das expressões mais ditas entre cristãos, uma breve rima argumentativa que concentra um significado tão simbólico. Utilizar as Escrituras da Bíblia como mecanismo justificativo aleatório é um dos aspectos mais comuns da sociedade mundial. Tanto para os que creem, como para os que não creem. A extração e distorção de fragmentos do livro alimenta questionamentos, promove desentendimentos, má compreensão e auto validação equivocada, apenas como uma espécie de argumento auto afirmativo anestésico. Má interpretação é sempre um problema, mas quando o genuíno valor das palavras começam a se destacar das páginas, é aí que reside a essência genuína do texto bíblico. The Handmaid’s Tale consolidou o conceito de Gilead nestas deturpações, que se estenderam por 22 episódios, até então. E quando homens se calam diante da verdade, a verdade vem e se manifesta por conta própria.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada , 3 (Baggage), 4 (Other Women), 5 (Seeds), 6 (First Blood), 7 (After) e 8 (Women’s Work)

‘The Word’ talvez seja um dos episódios mais honrosos, em diversos âmbitos possíveis. Dentro da trama, ele honra o compromisso de June em garantir a plenitude de sua pequena vida. Aos que de fora se encontram, testemunhando semanalmente as mais diversas atrocidades e abusos, honra o ímpeto visceral de ver um pouco de sangue que não seja das nossas aias. Em se tratando de narrativa, o capítulo dignifica os verdadeiros fundamentos do Cristianismo, se desmistificando dos famosos mecanismos justificativos, que distorcem o material original e fazem o uso daquela tal expressão inicial, de que texto sem contexto, é apenas um pretexto. E envolta nessa abordagem macro, THT nos entrega um final revigorante, se apegando fortemente àquelas rachaduras tão comentadas ao longo de toda a temporada, se aprofundando nos problemas mais arraigados no próprio poder de Gilead, que passaram tempo demais escondidos entre quatro paredes.

Entre chamas flamejantes desconhecidas que exercem efeitos meramente distrativos, o episódio se condensa em uma sucessão de reviravoltas. Fagulhas emocionais que ameaçaram ganhar força ao longo de todo este ciclo, reverberam das maneira mais apaixonante possível, com sensibilidade, um sentimento de compaixão profunda e a sensação crescente de que a aclamada produção da Hulu possui rumos ainda mais corajosos. Ao final dessa caminhada, refletimos sobre o emaranhado de conflitos vividos por nossa protagonista, tentamos traçar seus pensamos e expressar suas decisões. Mas assim como a temática da segunda temporada é firmada no posicionamento de June como um ser independente e não alguém com um novo nome, vinculada a um novo “dono”, sua luta para rasgar os trajes de Offred e para que June se liberte dão início a uma nova fase na série, muito mais pessoal do que esta que encerramos.

The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

Com um episódio que incita princípios de uma rebelião que ganha ainda mais coro, The Handmaid’s Tale preenche as lacunas que faltavam nesse quebra-cabeça, iniciando um novo tablado, onde peças dispersas fazem nossos olhos percorrerem atrás de novos caminhos e novas respostas. E para cada ciclo que se fecha, a série se mostra ainda mais latente e pertinente, sempre com histórias frescas ainda não descobertas, todas na ponta da língua para serem compartilhadas. Sobram fragmentos pelo caminho, pessoas ainda não conhecidas, motivações pouco exploradas. Mas uma nova trilha se forma, projetando nossa protagonista a um labirinto de subversões escapistas, cercadas por uma floresta fechada que promete engolir cada uma de suas novas motivações. E neste frenético e desesperador final, a promessa de June se cumpre. O que virá a partir disso? Apenas 2019 nos responderá.

 

 

 

 

‘Beetlejuice’: Catherine O’Hara faz tributo ao clássico no Tony Awards

‘Os Fantasmas se Divertem’, também conhecido como ‘Beetlejuice’, é um dos grandes clássicos oitentistas, que deu ao público uma experiência original, trazendo um conto tragicômico e obscuro de uma jovem adolescente obcecada pela morte, que se muda para um casarão habitado por fantasmas. 

E o longa, que até hoje sobrevive ao teste do tempo, foi homenageado pela atriz Catherine O’Hara, durante sua presença no Tony Awards, a premiação que consagra os grandes espetáculos da Broadway.

Para prestar seu tributo à produção – que ajudou a alavancar sua carreira nos cinemas -, O’Hara foi ao evento trajando um vestido totalmente inspirado em Beetlejuice.

Confira:

‘Os Fantasmas se Divertem’ trouxe em seu elenco Keaton, Geena Davis, Michael Keaton, Alec BaldwinWinona Ryder e muitos outros. O filme arrecadou quase 74 milhões de dólares partindo de orçamento e 15 milhões, e levou para casa o Oscar de Melhor Maquiagem em 1989.

‘Lizzie McGuire’: Hulu ainda não tem planos de assumir revival engavetado pela Disney

O revival de ‘Lizzie McGuire‘ foi um dos projetos mais esperados da plataforma Disney+, mas a produção acabou sendo engavetada pelo teor mais maduro de sua narrativa, que teria desagradado os executivos da Casa do Mickey.

E após a atriz Hillary Duff fazer um apelo em suas redes sociais, a fim de sensibilizar os executivos da Hulu (que também pertence à Disney) a adquirirem o projeto, o chefe de Conteúdo Original da empresa, Craig Erwich, falou sobre o assunto pela primeira vez.

Em uma entrevista à revista Vanity Fair, ele admitiu que ainda não conversou com a atriz sobre os possíveis planos de assumir o revival:

“Eu agradeço muito ao seu fandom, mas nós ainda não tivemos nenhuma conversa com a Hillary Duff sobre sua série”.

O revival de ‘Lizzie McGuire’ foi engavetado por não se adequar ao modo “familiar” exigido pela Disney. E em virtude de desavenças criativas, o showrunner Terri Minsky acabou deixando o projeto.

Lizzie McGuire‘ contou com duas temporadas, exibidas entre os anos de 2001 e 2004. Em 2003, a produção ganhou seu próprio filme para TV.

‘Free Guy: Assumindo o Controle’: Ryan Reynolds está pronto para a ação em nova imagem oficial

A comédia de ação ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, estrelada por Ryan Reynolds (‘Deadpool‘), ganhou uma nova imagem oficial, divulgada pela Disney. O material em questão traz o protagonista em destaque, ao lado da atriz Jodie Comer.

Confira:

Assista o trailer:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de agosto.

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Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

‘Cidade dos Sonhos’: Clássico de David Lynch terá duas sessões especiais com debates; Saiba mais!

O aclamado filme ‘Cidade dos Sonhos‘, uma das obras mais emblemáticas de David Lynch, será relançada nos cinemas em versão 4K no dia 17 de abril, marcando 24 anos desde o seu lançamento.

Mas de oficialmente retornar às telonas, duas sessões especiais com debates serão realizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, proporcionando ao público uma oportunidade única de discutir a obra com especialistas.

A primeira sessão acontecerá no Rio de Janeiro, no Estacão NET Botafogo, no dia 15 de abril, terça-feira, às 19h30. O debate contará com a presença de Hernani Heffner, curador e conservador-chefe da Cinemateca do MAM-RJ, e Juliana de Moraes Monteiro, professora do Departamento de Teatro da UNIRIO. A mediação ficará por conta da jornalista e crítica de cinema Renata Boldrini.

São Paulo receberá a segunda sessão especial, na quarta-feira (16), às 19h, no Cine Marquise. O debate contará com a participação do pesquisador, escritor e psicanalista André Alves e da cineasta Gabriela Amaral Almeida, sob mediação da jornalista Paula Jacob.

Os ingressos para ambas as sessões começam a ser vendidos hoje, através do site ou bilheteria dos cinemas.

Recentemente, a produção ganhou um novo trailer, que celebra o relançamento do clássico nas telonas brasileiras.

Confira:

Considerado um marco no cinema contemporâneo, o filme recebeu elogios da crítica, conquistou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes e ainda foi indicado ao Oscar na mesma categoria.

A trama segue Betty (Naomi Watts), uma jovem atriz que chega a Los Angeles e conhece Rita (Laura Harring), uma mulher que perdeu a memória após sofrer um acidente. Juntas, elas embarcam em uma jornada repleta de mistério, suspense e elementos surrealistas para tentar desvendar a verdadeira identidade de Rita.

Com uma estrutura fragmentada e personagens enigmáticos, ‘Cidade dos Sonhos‘ reflete a complexidade dos sonhos e da mente humana. Lançado originalmente em 2001, o filme se destaca por sua narrativa não-linear e sua atmosfera onírica, que desafiam as convenções narrativas tradicionais.

Além disso, a obra oferece uma crítica feroz à indústria cinematográfica de Hollywood, expondo os lados obscuros de Los Angeles, a “cidade dos sonhos”, e revelando as frustrações daqueles que buscam a fama e o sucesso.

Este relançamento também serve como uma homenagem ao legado de David Lynch, que faleceu em janeiro de 2025, aos 78 anos.

John Boyega esclarece se Finn irá se tornar um Jedi em ‘Star Wars’; Entenda!

Em entrevista ao Digital Spy, o ator John Boyega afirmou que Finn não deve se tornar um Jedi em ‘Star Wars’.

O ator explicou que os filmes da saga geralmente possuem apenas um aprendiz e que ele está mais interessado em explorar outros aspectos de seu personagem.

“Espero que Finn tenha uma grande jornada; não em termos de se tornar um Jedi, mas existem vários personagens fortes nesse universo que podem enfrentar os Jedi e não necessariamente são um. Quero explorar isso; toda essa “vibe” Boba Fett. Quero explorar isso com o Finn, mas quem sabe?”

Nova imagem liberada de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ mostra a personagem Rose, vivida pela atriz Kelly Marie Tran. Confira:

Rose será uma mecânica de manutenção da Resistência, com um comportamento prático e pragmático, a personagem deve desenvolver uma relação de amizade muito grande com Finn.

‘Star Wars – Os Últimos Jedi’ ganhou uma nova sinopse misteriosa em que sugere que a Rey ficará tentada a ir para o lado sombrio da Força.

“A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles”.

Será que a Rey vai mesmo ceder e se juntar ao Kylo?

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

‘Frozen 2’: Kristen Bell revela que já concluiu as gravações para o filme

Durante uma entrevista no programa da apresentadora Ellen DeGeneres, a atriz Kristen Bell revelou que já concluiu a dublagem de ‘Frozen 2’.

“Terão edições antes do filme ser finalizado, claro, mas sim, sei as músicas, sei a história. É muito legal mesmo. Não posso dizer mais nada sobre isso, sério!”

Em 2016, um abaixo-assinado viralizou na internet pedindo que a Rainha Elsa tenha uma namorada na sequência de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante‘. E pela primeira vez a diretora da continuação, Jennifer Lee, falou sobre a possibilidade.

Em uma entrevista ao Huffington Post, ela agradeceu ao carinho dos fãs pela produção e comentou o papel importante da rainha do gelo, salientando que sua sexualidade é um dos assuntos mais dialogados no estúdio.

Sem dar uma resposta afirmativa ou negativa, Lee não descartou a alternativa:

“Amo tudo o que as pessoas estão dizendo e pensando sobre o nosso filme. Isso é que é criar um diálogo e Elsa é uma personagem que fala tanto às pessoas. Pra nós isso significa muito, é ótimo poder fazer parte dessas conversas. E em se tratando dos rumos que tomaremos, posso dizer que falamos muito sobre o assunto e somos conscientes a respeito de tudo que norteia o tema. Para mim, a Elsa me diz todos os dias para onde ela deve seguir e sei que assim ela continuará fazendo. Eu sempre escrevo a partir da perspectiva do personagem para fora e ela me diz sempre onde está e o que está fazendo com a sua vida. Vamos ver para qual caminho seguiremos”.

Frozen 2‘ tem estreia marcada para 27 de novembro de 2019, nos cinemas americanos, enquanto a estreia no Brasil está marcada para 02 de janeiro de 2020.

O filme voltará a reunir a equipe de filmagem do primeiro filme: O diretor Chris Buck, a diretora e roteirista Jennifer Lee e o produtor Peter Del Vecho.

Dublador do boneco Olaf fala sobre ‘Frozen 2’

Frozen’ foi a animação mais lucrativa do estúdio, arrecadando quase US$ 1,3 bilhão mundialmente, e rendeu à Disney dois Oscars (Melhor Animação e Melhor Canção Original).

Crítica | Alfa – Espetáculo visual compensa a trama arrastada

O épico ‘Alfa’, ambientado na Europa cerca de 20.000 anos atrás, narra a jornada de um jovem garoto que precisa voltar para casa após ter sido abandonado e dado como morto durante uma caçada com sua tribo. Nesse caminho perigoso, Keda (Kodi Smit-McPhee) conhece um lobo, que nomeia de Alfa e, juntos, descobrem uma inusitada amizade. É dessa premissa levemente inspirada em filmes de cachorros dos anos 90 que o longa-metragem da Sony Pictures se sustenta, no entanto, o apelo visual e as inusitadas locações dão ao filme um tom novo dentro do gênero batido. Mas será que isso basta?

O trabalho espetacular da direção de Albert Hughes (‘O Livro de Eli’), facilmente a grande realização de sua carreira até agora, é o elemento de destaque do filme. Seus belos planos plongée, assim como a escolha de filmar algumas cenas em câmera lenta, extremamente estilosas, revelam que até existia inspiração para fazer algo grandioso e único, mas que se perdeu com o ritmo lento e demorado da metade para o final, sem contar um roteiro fraco demais para suportar tamanha monumentalidade que o 1º ato estava construindo.

E não para por aí, o roteiro utiliza diálogos batidos o tempo inteiro. Tudo que sai da boca do pai, vivido pelo ator islandês Jóhannes Haukur Jóhannesson (‘Atômica’), são frases de efeito impactantes, e não apenas ele, todos os demais personagens caem nesse clichê típico de um roteiro expositivo, onde o menino também “avisa” tudo que vai fazer antes de fazer, pois, segundo o roteirista, nós não seríamos capazes de entender que ele, passando fome no frio, entrou em uma tenda em busca de comida caso ele não falasse sozinho que buscava comida. Entre muitos outros exemplos desnecessário que só servem para enfraquecer o bom andamento do filme.

No entanto, apesar de difícil de engolir, todo o restante funciona muito bem. O carisma do menino protagonista conquista, mesmo que não haja esforços da parte dele; o lobo é fofo e engraçado naturalmente, os efeitos especiais são impecáveis, assim como a fotografia, que vai de amarelada, para remeter ao passado, ao azul frio e solitário. O trabalho de som do filme também é para se enaltecer, tanto o som ambiente quanto a trilha sonora com tambores, pesada e seca, compõe perfeitamente a ambientação pré-histórica, causando suspense e até mesmo medo em alguns momentos específicos.

Já que o filme foi desenvolvido para passar, a todo custo, uma mensagem de esperança e compaixão, o menino acaba necessitando matar outros animais para sobreviver, algo que inicialmente não conseguia realizar, assumindo certa maturidade durante sua clássica jornada do herói e tentando provar para sua família que é possível também manter respeito e admiração pelos animais selvagens, que não servem apenas como comida. Além disso, Keda vê no lobo um reflexo de si mesmo: solitário e ferido, mas valente e corajoso. E não dizem que os cachorros são como os seus donos?

No fim do caminho, ‘Alfa’ é sim exuberante, mas não se contenta e quer ser muito mais do que seu roteiro permite. Talvez seja o exagero em criar planos incríveis e belos que tenha levado o diretor à se perder dentro de sua própria ambição de transcender o lugar comum. Algo que, no geral, é bom para um filme, mas que aqui não funciona como deveria e só prova que o maior desafio de todos é chegar até o final sem já ter adivinhado o que estava por vir.

 

Primeiras impressões | ‘Ganhar ou Perder’ mostra que a Pixar pode funcionar fora dos cinemas

Quantas histórias cabem em uma história? Partindo dessa premissa, a Pixar desenvolveu sua primeira série 100% original para o Disney+. Em Ganhar ou Perder, o público acompanha os Picles, um time feminino de Softbol infantil que é marcado por uma porção de maus resultados.

No entanto, contrariando todas as expectativas, as meninas conseguem uma inesperada classificação para a finalíssima do campeonato. Esse tipo de história é bem comum em produções norte-americanas. Tá pra nascer um mercado que goste mais de azarões do que Hollywood. Só que o grande diferencial dessa série é que o campeonato em si pouco importa. Ele é apenas um grande coadjuvante.

A série tem oito episódios e foca em cada membro que participa – ou influencia – na campanha do time até a final. A narrativa é construída por meio dessas pessoas, partindo de seus problemas e aflições prévios até o dia da grande final. E quem conhece esse meio esportivo sabe como é complexo manter a cabeça em dia ante tantas pressões e cobranças.

No fim das contas, a série é sobre isso: pressão. Os episódios são focados nas meninas e como cada um lida ou tenta lidar com esse tanto de situações acontecendo simultaneamente. Afinal, elas são crianças, que precisam se preocupar com escola, dar orgulho aos pais, descobrir quem realmente são e ainda têm de honrar o uniforme que vestem em uma grande final.

A construção dos capítulos é incrível, justamente por habitar essas mentes tão diversas que compõem um time. Desde a jogadora pereba até o juiz da partida, cada personagem vive uma angústia, uma história própria até a hora de entrar em quadra. O primeiro episódio já começa com uma história 100% Pixar, que é a da “pereba” do time, que calhou de ser também filha do treinador. A menina quer provar seu valor a si mesma, enquanto busca provar aos outros que ela merece estar no time. Diante dessa tonelada de pressão, ela passa a ser acompanhada por uma bolha de suor que fica martelando em sua mente todos os seus erros. É de uma sensibilidade enorme tratar desse tema tão pesado de uma forma lúdica e divertida.

Os episódios seguintes partem em uma crescente fantástica. Se o primeiro é bom, esperem os próximos, porque eles vão só melhorar. E o bacana é que a série foca em personagens inesperados, construindo núcleos interessantíssimos que vão dialogar com crianças e adultos de forma muito sincera.

E se tem uma coisa que surpreende bastante quem viu a Pixar nascer e se consolidar no mercado é ver a simplicidade dessa série: a inserção do estúdio na modernidade. Por mais que a Pixar seja um estúdio revolucionário e “pra frente”, seus clássicos sempre se distanciaram do “mundo real”, sempre trazendo um tom de nostalgia a suas franquias. Pode reparar que praticamente todas as suas obras são ambientadas no passado ou falam sobre o passado, ou então apostam em um futuro muito distante, isso quando não levam o público a mundos alternativos que se afastam da superexposição tecnológica a qual somos inseridos.

Nesta série, porém, é tudo muito pé no chão. Então, as crianças usam celulares, existem influenciadores digitais, desemprego e todo tipo de caos cotidiano que permeia o mundo. É uma produção que trabalha com problemas reais do mundo, e a Pixar lida com eles de forma lúdica e madura. É um seriado extremamente promissor, que tem tudo para conversar diretamente com o público cativado pelo estúdio ao longo desses anos.

Os dois primeiros episódios de Ganhar ou Perder já estão disponíveis no Disney+. Os próximos seis episódios serão lançados na plataforma, com dois capítulos estreando semanalmente.

Crítica | Emmanuelle – Clássico Erótico dos anos 70 Retorna às Telonas em Remake com Elenco Pop [Festival de Cinema Europeu]

Estamos todos sabendo que a indústria cinematográfica anda se dedicando com afinco às refilmagens de clássicos produzidos em outros tempos. Esse fenômeno, que tem dominado as paradas em Hollywood e tem arrecadado boas cifras nas bilheterias tem sinalizado aos realizadores que o público tem, sim, interesse em assistir à novas versões de histórias já amplamente conhecidas. Isso vale para todos os gêneros, inclusive para os suspenses eróticos, que tanto fizeram sucesso entre os anos 1970 e 1980, como o conhecidíssimo ‘Emmanuelle’, de 1974, cuja nova versão, de mesmo título, foi exibida logo no primeiro dia do Festival de Cinema Europeu e que em breve deve ganhar ampla distribuição no Brasil.

Emmanuelle (Noémie Merlant, de ‘Retrato de Uma Jovem em Chamas’) é uma jovem mulher livre, cujo trabalho a faz percorrer o mundo inteiro se hospedando em hotéis luxuosíssimos, nos quais trabalha verificando e controlando a qualidade de tudo – desde os produtos oferecidos à prestação de serviço pela equipe contratada. Mas Emmanuelle também é uma mulher com uma busca incessante, e, entre a análise de um serviço e outro, ela procura sentir prazer, seja com quem for, desde que a pessoa se encante por sua beleza e a faça sentir alguma coisa. Mas, nessa viagem para Hong Kong, o misterioso Kei (Will Sharpe) a desafiará em suas próprias regras do jogo.

Baseado numa série de livros de mesmo nome da escritora Emmanuelle Arsan, a nova leitura de ‘Emmanuelle’ é, segundo a própria diretora Audrey Diwan, uma versão meramente inspirada na história, mas em nada se assemelha à versão anterior do filme francês, de 1974, em que a protagonista era uma mera personagem à mercê dos homens que encontrava; aqui Emmanuelle é independente, tem um trabalho e a busca pelo prazer é parte de algo maior (que Freud explicaria), sobre o qual ela tem total controle e curiosidade, sem barreiras.

Aqui o roteiro de Audrey Diwan e Rebecca Zlotowski dão propósito e autonomia à personagem-título fazendo-a mestre e instrumento de sua própria essência: ao mesmo tempo em que observa as câmeras de segurança para atestar a seguridade do hotel, ela também caça, com seus olhos de lince, os corpos interessantes para dar o bote. Nesse movimento, Emmanuelle é também presa de sua própria vontade, pois condicionada ao controle, ela também nunca é livre.

Essa protagonista misteriosa e interessante é mérito da ótima atriz Noémie Merlant, que já havia encantado o público anteriormente em outra produção com cenas picantes. Junta-se a ela o atual queridinho do público jovem – Jamie Campbell Bower (da saga ‘Crepúsculo’ e que também fez o Vecna em ‘Stranger Things’) – em uma breve e curiosa participação como um produtor de filmes. Além dele, temos também a veterana do cinema Naomi Watts (de ‘Cidade dos Sonhos’, também em cartaz nos cinemas) como a gerente do hotel em avaliação.

Luxo, glamour e sedução conduzem o novo ‘Emmanuelle’ numa narrativa contemporânea da busca pelo prazer feminino e que, entre outras coisas, busca seu argumento nos gregos clássicos: é na perda do controle que se finalmente tem o gozo. Se o prazer é dionisíaco, a racionalidade no ato só pode ser prejudicial. E o thriller eróticoEmmanuelle’ está aí para mostrar que mais interessante que o corpo fala em muitas formas e é preciso saber ouvi-lo para se ter plenitude.

‘Rua do Medo’: Atriz de ‘Stranger Things’ entra para a trilogia

Seguindo os passos de ‘Goosebumps’, a aclamada e conhecida série infanto-juvenil ‘Rua do Medo’, do escritor R.L. Stine, chegará muito em breve aos cinemas em uma aguardada trilogia encabeça pela diretora Leigh Janiak. E agora, um novo e conhecido nome entrou para o elenco.

De acordo com informações do site DeadlineSadie Sink, conhecida por seu papel como Max na segunda temporada de ‘Stranger Things’, se juntou ao time. Nenhum detalhe sobre seu papel foi revelado ainda.

Sink se junta a Ashley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana MadeiraOlivia Welch.

Madeira e Welch serão um casal lésbico tentando navegar por um conturbado relacionamento enquanto lidam com horrores inexplicáveis da pequena cidade de Shadyside. Madeira e Welch darão vida a dois personagens bem distintos – um da década de 1990 e outro do século XVII – e aparecerão em todos os filmes.

Além disso, o site Bloody Disgusting também revelou as sinopses oficiais dos três filmes. Confira:

‘Rua do Medo 1’: em 1994, durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

‘Rua do Medo 2’: Em 1978, o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

‘Rua do Medo 3’: Em 1666, uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, ‘Goosebumps’. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (‘Stranger Things’) também está atada às produções.

‘The Banker’: Drama com Samuel L. Jackson e Anthony Mackie ganha trailer oficial; Confira!

Apple divulgou o primeiro trailer de seu novo filme original, intitulado ‘The Banker’.

Confira:

O filme é dirigido por George Nolfi. Ele também fica a encargo do roteiro ao lado de Niceole LevyDavid Lewis SmithStan Younger.

Baseado numa história real, ‘The Banker’ gira em torno dos revolucionários magnatas Bernard Garrett e Joe Morris, que criam um audacioso e arriscado plano para destruir o cenário racialmente opressivo dos anos 1960 ao ajudar outros afro-descendentes a alcançar o sonho americano.

Anthony MackieSamuel L. Jackson estrelam como Bernard e Joe, respectivamente. Nia Long e Nicholas Hoult completam o elenco.

O filme tem estreia marcada na plataforma Apple TV+ em janeiro de 2020.

Elenco original de ‘Os Goonies’ irá se reunir HOJE; Saiba mais!

Em seu canal oficial no YouTube, Josh Gad anunciou que o elenco original do clássico ‘Os Goonies’ irá se reunir em um evento especial hoje, 27 de abril.

Confira:

O evento ocorre a uma da tarde (horário de Brasília) e trará os astros Kerri GreenCorey FeldmanKe Huy QuanMartha PlimptonJeff Cohen.

Lançado em 1985, o filme foi produzido por Steven Spielberg e contou a história de um grupo de crianças que partem numa aventura para salvar suas casas de serem hipotecadas.

Vale lembrar que a Amblin Television está trazendo de volta a produção em forma de série.

O canal Fox encomendou o piloto de uma série que contará com um grupo de jovens aspirantes a cineastas, enquanto tentam recriar ‘Os Goonies‘ – cena por cena.

Confira a sinopse:

A série acompanha Stella Cooper, que retorna à sua cidade natal após fugir de um passado obscuro. Ela encontra inspiração, esperança e salvação quando concorda em ajudar três estudantes que estão realizando seus sonhos de fazer um remake incrivelmente ambicioso de… Os Goonies. Ao longo da temporada, sua paixão inspirará uma cidade inteira que está desesperada por esperança.

A série será escrita por Sarah Watson (‘Parenthood’), com Greg Motolla (‘Superbad – É Hoje’) assinando como diretor.

A estreia é prevista para 2021.

‘The Boys’: Confira como foi o “tapete vermelho” da 2ª temporada da série!

A segunda temporada de ‘The Boys’ já está disponível na Amazon Prime Video e, em seu Twitter oficial, a plataforma de streaming divulgou imagens da estreia do novo ciclo – e de um “tapete vermelho” que seguiu todos os protocolos de segurança frente à pandemia do COVID-19.

Confira:

A nova temporada é ainda mais violenta, sádica, sangrenta e ultrapassa os limites. Assista à nossa crítica:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Destacamento Blood’ será homenageado no AFI Awards 2021

O renomado American Film Institute anunciou recentemente as produções cinematográficas e televisivas que serão homenageadas durante o AFI Awards 2021 – e o aclamado drama ‘Destacamento Blood’ está entre os condecorados.

Estabelecido em 1967, o instituto é uma “organização governamental dedicada a educar e a inspirar artistas e audiências através de iniciativas que englobam o passado, o presente e o futuro do cinema”.

Os prêmios serão distribuídos no dia 26 de fevereiro de 2021 através deste link.

Segundo a Variety, a Netflix, que ficou responsável pela distribuição do longa-metragem, planeja investir em uma pesada campanha para que Delroy Lindo, intérprete de Paul, seja relembrado na categoria de Melhor Ator nos eventos de cinema. Enquanto isso, o restante do elenco – Jonathan Majors, Clarke Peters, Norm Lewis, Isiah Whitlock, Jr. e Chadwick Boseman – ganhará apoio para ser indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

Na trama, atormentados pelos fantasmas da guerra, quatro ex-combatentes voltam ao Vietnã em busca daquilo que deixaram para trás.

O roteiro é assinado por Spike Lee e Kevin Willmott (‘Infiltrado na Klan‘), baseado em um material original de autoria de Danny Bilson e Paul de Meo (ambos de ‘Rocketeer).