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‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln explica o motivo de sua saída da série

Apesar de ter sua saída confirmada, Andrew Lincoln ainda não havia se pronunciado sobre o motivo de deixar o elenco de The Walking Dead, o qual ele integra desde a primeira temporada do seriado.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o ator revelou o que o motivou a sair da série após nove anos:

“Você sabe, eu tenho dois filhos pequenos, moro em outro país, e eles ficam menos portáteis à medida que envelhecem. Foi simples assim. Já estava na hora de voltar para casa e cuidar da minha família.”, afirmou.

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC. Lincoln deve participar apenas de seus primeiros seis episódios.

Em uma nova em entrevista à Variety, os atores Norman Reedus e Jeffrey Dean Morgan, que vivem, respectivamente, Daryl e Negan em The Walking Dead, contaram que o 9º ano será praticamente um reboot para a série:

“Toda a trama é liderada por mulheres este ano, então é uma vibe diferente. Este ano é mais sentimental, a narrativa tem raízes profundas, é essa a impressão que fica”

Morgan completa o amigo:

“É verdade, é legal ter uma perspectiva diferente. Kang (a nova roteirista) faz parte deste mundo de mortos-vivos há sete anos. É quase um reboot da série, mas com todas essas pessoas que o público se apaixonou ao longo dos anos”

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Assista ao trailer:

‘Guardiões da Galáxia Vol.3’ | 5 motivos para assistir ao ‘Especial de Festas’ antes de ver o novo filme

Daqui a exatamente uma semana, todo o Brasil poderá conferir nos cinemas o tão aguardado Guardiões da Galáxia Vol.3, filme que encerra a trilogia dos Guardiões do MCU e marca a despedida do diretor James Gunn, que agora é a mente pensante por trás da DC. E caso você seja muito fã dos filmes, mas não tenha conferido o Especial de Festas, lançado exclusivamente no Disney+ no fim do ano passado, pode ser que você chegue ao Vol.3 meio perdido.

Pensando nisso, mesmo já estando bem longe do natal, vamos listar cinco motivos para você assistir a Guardiões da Galáxia: Especial de Festas antes de rumar ao novo filme. Confira!

Desenvolvimento do passado

Sabemos que, dado os eventos de Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017), Yondu (Michael Rooker) não voltará para o terceiro filme. No entanto, Gunn aproveitou a oportunidade de abordar este conto natalino espacial com uma mistura de animação e live action. Dessa forma, Yondu retorna como memórias natalinas do jovem Peter Quill (Wyatt Oleff), contando a vez que ele tentou introduzir o natal para os Saqueadores. O que começa como uma animação infantil, logo se revela um desenvolvimento muito bacana do grosseirão azul, revelando até mesmo como alguns hábitos e pertences que marcaram o primeiro filme passaram a integrar a vida desses personagens.

Novidades

Como deu para ver pelos trailers e materiais promocionais divulgados até aqui, o terceiro filme terá uma galera nova no time. E pode acreditar que alguns deles já estarão agindo como se o público geral os conhecesse há anos, já que foram introduzidos no especial, como a cadelinha Cosmo (Maria Bakalova), a nova base dos Guardiões e a mais nova espaçonave do time, que homenageia um ícone da Cultura Pop que quase esteve presente no segundo filme, mas acabou morrendo pouco tempo antes do início das gravações.

Politicamente incorreto

Uma das características mais marcantes dos Guardiões é seu humor questionável, que transita entre o genial e o humor da quinta série, mas é sempre feito com tanta perspicácia que se torna impossível não se divertir com eles. Apesar do Groot (Vin Diesel) ter sido alvo de algumas dessas piadocas nos últimos filmes, quem rouba a cena aqui é a dupla Mantis (Pom Klementieff) e Drax (Dave Bautista), que parte numa jornada épica para o distante mundo da Terra, onde aprontam poucas e boas, cometendo pelo menos umas 15 infrações no sistema legal norte-americano. Há também um momento simplesmente hilário durante a troca de presentes, que vai arrancar risadas dos fãs por ser algo que eles queriam ver há muito tempo.

Revelação bombástica

Como se espera pelos materiais promocionais, é bem possível que algum ou alguns dos Guardiões não terminem o filme com vida. Pois é, por mais sofrido que isso seja para os fãs, é melhor já ir se acostumando com a ideia. E caso isso venha mesmo a acontecer, pode ser que algumas relações estabelecidas nessa despedida pareçam meio estranhas. Isso porque, como em todo bom especial de natal, a aventura natalina dos Guardiões da Galáxia traz uma revelação bombástica sobre alguns dos principais membros do grupo.

Kevin Bacon

Por fim, mas não menos especial, esse projeto gira em torno da ideia “genial” de Drax e Mantis de trazer o espírito natalino para Peter por meio de um presente nada convencional: o lendário herói Kevin Bacon, que interpreta a si mesmo. E nessa trama de sequestro intergaláctico, o ator mostra seu timing para comédia, além de brincar com referência a si, sua classe trabalhadora e chega até mesmo a realizar um número musical. É legal ver um ator se prestando a zoar sua própria figura, além de mexer com uma piada que ronda a saga desde 2014.

Guardiões da Galáxia Vol.3 estreia nos cinemas em 4 de Maio de 2023;
Guardiões da Galáxia: Especial de Festas está disponível no Disney+.

 

Os MELHORES Filmes, Séries e Especiais de Natal lançados recentemente nos streamings

É isso, gente. O Natal chegou, e, para a alegria dos fãs de produções natalinas, isso significa que os streamings e os cinemas serão inundados por produções que celebram a data. E se você, como eu, aguarda o ano inteiro por esse momento, essa matéria é pra você! Aqui está tudo de natalino que chegou nos streamings para você assistir nesse fim de ano!

Natal Sempre e Para Sempre’ – Prime Video

Lucy (Lexi Lawson) volta para Vermont uma última vez antes de vender a loja de enfeites de Natal de seu avô, que herdara. Porém, uma vez na cidade, entenderá por quê a loja é tão especial para os moradores.

 

‘O Despertar para o Natal’ – Prime Video

O filme conta a história de Whitney (Tiya Sircar) que, após anos sem passar o Natal com sua família, decide ir visitá-los dessa vez, mas, sem querer, acaba jogando fora uma importante caixa de enfeites da família.

‘Uma História de Natal Natalina’ – HBO Max

Sequência do clássico de 1983, ‘Uma história de Natal’. Agora adulto, Ralphie (Peter Billingsley) volta à sua casa na rua Cleveland para dar a seus filhos o mesmo Natal mágico que tivera quando era criança.

 

A Bota de Natal’ – Prime Video

Holly (Megan Hilty) volta para casa no Natal e sua família a coloca vestida de elfa na loja deles. Contrariada, Holly fica no posto, e é onde conhece um homem por quem se apaixona. Porém, às vésperas do Natal, o rapaz desaparece, e tudo que Holly tem para encontrá-lo é sua bota de Papai Noel.

Desencantada’ – Disneyplus

O novo filme que acompanha Giselle (Amy Adams) também não traz a temática de Natal, mas tem a magia dos contos de fadas que são típicas de filmes natalinos, então, fica como uma dica a mais para os leitores.

 

Willow’ – Disneyplus

Ainda que não seja propriamente sobre Natal, a série ‘Willow’, continuação do clássico filme dos anos 1980, tem aquela vibe de fantasia à qual estamos acostumados nessa época do ano. E, dessa vez, foi lançado como uma série da Disneyplus.

Guardiões da Galáxia: Especial de Natal’ – Disneyplus

Com o elenco original, o especial traz os Guardiões tentando levar o Natal para o Star Lord (Chris Pratt), uma vez que ele está triste pela perda da Gamora.

12 Presentes de Natal’ – Netflix

Uma artista sem dinheiro resolve trabalhar como personal shopper, ajudando pessoas a fazerem suas compras de Natal com mais foco. É quando conhece um charmoso publicitário, e esse encontro fará seu coração bater mais rápido.

 

Na Terra do Natal’ – Netflix

Jules Cooper (Nikki DeLoach), uma atarefada publicitária nova-iorquina, acaba herdando as Terras de Natal, uma fazenda de pinheiros no interior, onde costumava passar seus Natais. Planejando vender as terras, seu coração colocará seus planos em dúvida quando conhece as pessoas do local.

‘Uma Queridinha de Natal’ – Netflix

Lindsay Lohan está de volta! E está de volta ao Natal! Aqui ela vive uma jovem que perde a memória depois de um acidente de carro e é acolhida pela família de um charmoso bonitão nas férias de fim de ano.

 

‘A Família Noel 2’ – Netflix

Novamente, Jules (Mo Bakker), neto do Papai Noel (Jan Declair), decide se juntar ao bom velhinho na missão de entregar os presentes. Tudo vai bem até eles receberem uma cartinha de uma garotinha com um pedido muito especial.

Natal com Você’ – Netflix

Com Freddie Prinze Jr. Em busca de inspiração, um popstar decide realizar o sonho de uma fã e acaba encontrando a chance para o amor nesse Natal.

Terra dos Sonhos’ – Netflix

Filme de fantasia infantil para entreter a garotada no fim de ano, estrelado por Jason Momoa. Conta a história de uma jovem órfã que embarca em uma jornada pela Terra dos Sonhos para encontrar uma pérola mágica e realizar seu maior desejo.

‘Nosso Natal na Fazenda’ – Netflix

Um pai viúvo herda uma fazenda a poucos dias do Natal e planeja passar uma temporada no campo. Seus filhos, porém, criam um plano para ficar lá para sempre.

O Diário de Noel’ – Netflix

Um romancista decide arrumar sua casa de infância nas férias de fim de ano, e, uma vez de volta à sua cidade, conhece uma mulher em busca do paradeiro de sua mãe biológica.

Especial de Natal Porta dos Fundos’ – Paramount Plus

Sim, eles estão de volta esse ano, e vão trazer mais um especial de Natal a seus seguidores. Estrelado por Fábio Porchat, Rafael Portugal, Thati Lopes, Raphael Logam, Evelyn Castro e Antonio Tabet, conta a história de terror de um grupo de amigos numa cabana na serra.

Spirited – Um Conto NatalinoAppleTV+

Estrelado por Ryan Reynolds e Will Ferrell, este musical reconta o clássico de Natal de Charles Dickens, mas numa pegada moderna.

‘Pantera Negra 2’: Sequência será tão boa quanto ‘O Poderoso Chefão 2’, afirma ator

Os astros de Pantera Negra estão confiantes de que a sequência a ser dirigida por Ryan Coogler irá ultrapassar o filme original, e Sterling K. Brown disse até mesmo que ela será comparada com ‘O Poderoso Chefão: Parte II‘.

“É um daqueles filmes onde, honestamente, ele conseguiu construir um legado. Esses personagens e esse mundo que Ryan construiu – que Stan LeeJack Kirby arquitetaram anos atrás – vai funcionar ainda melhor na continuação”, afirmou.

Nos bastidores do SAG Awards ontem, 27, após o elenco ter recebido a estatueta, o astro Michael B. Jordan falou:

“Se todo mundo conseguir voltar, será uma tremenda conquista. As sequências são mais difíceis de se fazer, e acho que criar um mundo e construí-lo é feito de maneira grandiosa dentro do Universo Marvel – mas no cinema em geral, tire a Marvel disso, e as coisas se complicam”, ele acrescentou.

Em outubro do ano passado, Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de Pantera Negra 2, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar, cuja cerimônia ocorre no dia 24 de fevereiro.

Uma nota oficial dos estúdios Marvel deve ser divulgada em abril.

‘Projeto Gemini’: Filme ganha três novos teasers oficiais; Confira!

A Paramount Pictures divulgou três novos teasers apresentando os personagens principais de Projeto Gemini, novo thriller sci-fi estrelado por Will Smith

Confira:

‘Projeto Gemini’ será o primeiro filme lançado em 3D+; Conheça a tecnologia!

Dirigido por Ang Lee (‘As Aventuras de Pi‘), o longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.

O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.

O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.

Projeto Gemini‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

Vin Diesel revela que está trabalhando em um álbum musical

Durante uma recente aparição ao The Late Late Show with James Corden, o astro Vin Diesel dividiu os holofotes ao lado da colega Eiza Gonzalez e revelou que está trabalhando em um álbum de música – e que seus filhos são uma grande parte do projeto.

“Sim, sim! Não posso evitar. Preciso ser honesto com você, James. Meus filhos amam quando eu canto. Eles amam muito. É como J.R.R. Tolkien, ele começava a contar histórias para seus filhos histórias sobre hobbits e, pouco depois, ele fez ‘O Senhor dos Anéis’. Tenho um pouco disso em mim”.

“Queria poder tocar um pouco para você. Tenho sorte de ter algumas músicas originais ótimas. E nada no mundo é melhor que ver minha filha de quatro anos de idade andar pela casa cantando essas músicas que ouve eu tocar em casa”, ele acrescentou.

Confira a entrevista:

Diesel e Gonzalez estrelam a adaptação de Bloodshot, que estreou há alguns dias nos cinemas mundiais.

Assista ao trailer:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Distant’: Naomi Scott, de ‘Aladdin’, entra para o elenco da nova comédia sci-fi

Segundo o ComicBook.comNaomi Scott foi elencada na mais nova comédia sci-fi da Amblin EntertainmentDistant.

A atriz dará vida à protagonista feminina do longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Rachel BrosnahanAnthony Ramos.

A história gira em torno de um mineiro de asteroides que cai num planeta alienígena e deve lidar com os desafios desse novo lugar e encontrar a outra única sobrevivente do acidente: uma mulher que está presa em sua cápsula de escape.

Will SpeckJosh Gordon entram como diretores. Spenser Cohen assina o roteiro.

Brian Kavanaugh-JonesFred BergerAnna Halberg, Jonathan RothbartMatt Hirsch entram como produtores. Não se sabe quando as filmagens terão início.

Scott ganhou fama ao estrelar o filme Lemonade Mouth, do Disney Channel, ascendendo a uma carreira de grande sucesso que inclui o remake em live-action de ‘Aladdin’ como a Princesa Jasmine e obras como Power Rangers e o reboot de As Panteras.

Brosnahan é mais conhecida por seu papel protagonista na aclamada série The Marvelous Mrs. Maisel e vai estrelar o drama ‘I’m Your Woman’ e o thriller de espionagem Ironbark. Ramos, por sua vez, teve participações breves em HamiltonNasce Uma Estrela, além de estrelar a adaptaçãoEm um Bairro de Nova York.

Crítica | ‘Bridgerton’, nova série da Netflix, é um deleite para os olhos e um apaixonante drama de época

Produções de época têm um lugar especial no coração do público – motivo pelo qual fazem tanto sucesso. Desde as clássicas adaptações de ‘Mulherzinhas’, romance assinado por Louisa May Alcott, e de ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen, até a irreverência anacrônica da recente ‘Dickinson’, estrelada por Hailee Steinfeld, tais obras nos transportam para um mundo bastante diferente do nosso, recheado de figuras históricas importantes, intrigas amorosas e uma afeição exagerada pelo status e pelo casamento. É claro que boa parte dessas histórias não se limita apenas a caracterizações românticas – pelo contrário, aproveita o escopo para infundi-lo com críticas à sociedade da época e às disparidades de gênero e de raça -, utilizando um exuberante visual para nos envolver desde o primeiro momento.

O mesmo pode ser dito de Bridgerton. A nova série da Netflix, a primeira feita em parceria com a prolífica e aclamada realizadora Shonda Rhimes (‘Grey’s Anatomy’, ‘How to Get Away with Murder’), é baseada nos adorados romances de Julia Quinn, uma das autoras mais consumidas da atualidade – e faz um belo trabalho em levar a história da família Bridgerton para as telinhas. Em meio a oito longos episódios, que de certa forma esbarram em alguns obstáculos e deixam as problemáticas rítmicas transparecerem mais vezes do que deveria, a narrativa introduz aos espectadores um elenco incrível, recheado de química, que une o melhor das epopeias românticas às incursões tragicômicas austenianas – fornecendo camadas e mais camadas de complexidade a personagens a princípio tão rasos quanto um prato.

A verdade é que a série não seria o que é sem a mão de Rhimes por trás de tudo isso. Através da Shondaland, a empreendedora capta com naturalidade e sutileza invejáveis os trejeitos de cada protagonista, aliando-os a coadjuvantes que não ficam ofuscados ou são apenas jogados nas múltiplas subtramas – pelo contrário, servem como estrutura para as realizações e as reviravoltas do elenco principal. A trama pode até ser centrada em um núcleo familiar específico, mas é a partir dele que todos os outros encontram terreno para exibirem suas potentes vozes e figurinos coloridos. É a partir daí que, centrada numa Londres vitoriana, a produção nos apresente a Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e a Simon Basset (Regé-Jean Page), também conhecido como o Duque de Hastings.

Daphne é a primeira filha dos Bridgertons – mas ainda assim vive na sombra dos irmãos mais velhos, que nutrem de um senso superprotetor que a impede de encontrar alguém para se casar. Prestes a atingir a maioridade, Daphne encanta a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) na nova temporada de cortejo da cidade e se torna a “joia rara” do ano, ganhando atenção de inúmeros pretendentes que prometem desposá-la e torná-la uma “digna dama” da sociedade. Entretanto, Anthony (Jonathan Bailey), assumindo o papel de homem da casa após o falecimento do pai, transforma algo simples em um árduo trabalho, espantando maridos em potencial e deixando-a à deriva por não acreditar que exista algum homem bom para a irmãzinha.

BRIDGERTON (L to R) ADJOA ANDOH as LADY DANBURY and REGÉ-JEAN PAGE as SIMON BASSET in episode 108 of BRIDGERTON Cr. LIAM DANIEL/NETFLIX © 2020

Dançando de baile e baile, Daphne se resigna ao prospecto de uma ruína que trará desonra à família – até cruzar caminho com o imponente e charmoso Simon. O Duque, recém-chegado de sua mansão no interior, é melhor amigo de Anthony e, logo de cara, não se dá bem com a jovem. Suas gritantes e conflitantes personalidades, porém, é o que desperta uma centelha de uma complicada e fervorosa paixão entre os dois – que não se manifesta até os dois tramarem um plano intrincado para serem deixados em paz. Simon, tendo jurado nunca se casar e levar o título de Hastings consigo para o túmulo, finge cortejar a dama para se livrar das outras mulheres; Daphne, por sua vez, recebendo atenção de alguém tão importante quanto o Duque, volta a atrair a atenção de outros cavalheiros.

A princípio, Bridgerton parece apenas mais uma entrada qualquer em meio a tantas obras conterrâneas – mas tem um diferencial sagaz: sua ressonância, em certos aspectos, com a contemporaneidade. O romance e a adaptação seriada são pincelados com toques da atualidade que se fundem com perfeição ao panorama gritante e marmóreo da primeira metade do século XIX, percebidos em meio a diálogos que flertam com as tendências feministas da década de 1970 em diante, ou até mesmo na clássica orquestra que rearranja canções conhecidas em temáticas de baile – como “Wildest Dreams”, de Taylor Swift, e “Bad Guy”, de Billie Eilish, ambas ganhando uma dimensão imediatista e inesperada, contemplando o que já citamos como anacronismo narrativo, o mesmo visto em ‘Maria Antonieta’, por exemplo.

À medida que o melodrama novelesco se apodera dos episódios, o showrunner Chris Van Dusen, que faz um ótimo trabalho ao comandar com rédeas firmes os arcos de cada um dos personagens, permite que a comédia pastelão seja dosada na medida certa e se infiltre nas subtramas, como ocorre com a família Featherington. Nesse novo núcleo, a matriarca Portia (Polly Walker) é uma dama da high society que deseja despojar as filhas mais que tudo na vida, mas que se vê num impasse quando a filha de um primo de seu marido chega do interior e rouba toda a atenção da comunidade; como se não bastasse, ela enfrenta a falência e a desmoralização do nome que carrega em virtude do vício em jogos do azar do esposo. Tais inflexões são tratadas com singularidade e mostram que Lady Featherington é uma impiedosa mulher que fará de tudo para assegurar o bem daqueles que ama.

Entre as rendições apaixonantes do restante do elenco, em especial de Claudia Jessie como a verborrágica Eloise Bridgerton e de Adjoa Andoh como a icônica Lady Danbury, e uma fotografia eufórica e evocativa que transforma os belíssimos cenários em pequenos oásis ingleses, a série pode até deslizar em certos momentos e repetir motes com constância cansativa – mas, no final das contas, é uma ótima pedida para quem precisa de um escape da realidade e para aqueles que gostariam de se imaginar nos suntuosos bailes da realeza, não se preocupando com mais nada além de dançar como se não houvesse amanhã.

‘The Underground Railroad’: Série do diretor de ‘Moonlight’ já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada série de Barry Jenkins sobre escravidão, intitulada The Underground Railroad(‘Os Caminhos para a Liberdade’), finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi adicionada ao catálogo hoje, 14 de maio.

Confira o trailer:

Jenkins foi o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme por seu trabalho em Moonlight: Sob a Luz do Luar. Ele também é responsável por outro recente ganhador da premiação, o drama Se a Rua Beale Falasse’.

A série é baseada no romance homônimo de Colson Whitehead

A produção é ambientada em um universo alternativo no qual a Undergroud Railroad, a série de rotas e casas seguras para as quais os escravos costumavam escapar no século XIX, é uma ferrovia de verdade com trens, maquinarias e mais.

Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala. Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desaventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.

Thuso MbeduAaron Pierre estrelam como Cora e Caesar, respectivamente. Chase W. DillonJoel EdgertonDamon HarrimanWilliam Jackson HarperAmber GrayLily Rabe e outros completam o elenco.

‘Love for Sale’, novo álbum de jazz de Lady Gaga e Tony Bennett, ganha trailer promocional; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga divulgou em seu canal oficial do YouTube um trailer promocional de Love for Sale, novo álbum de jazz performado em colaboração ao lendário Tony Bennett.

O disco será lançado no dia 01 de outubro.

Confira:

A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘Vikings: Valhalla’: Série derivada ganha três novos cartazes INCRÍVEIS; Confira!

A Netflix divulgou três novos e belíssimos cartazes da série derivada ‘Vikings: Valhalla‘.

Os pôsteres apresentam os protagonistas Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydís Eiríksdóttir (Frida Gustavsson) e Harald Sigurdsson (Leo Suter).

Lembrando que a produção será lançada na plataforma de streaming. no dia 25 de fevereiro.

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A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘Atração Fatal’: Atriz de ‘Sons of Anarchy’ é escalada para a nova adaptação da Paramount+

Segundo o DeadlineWanda De Jesus, conhecida por seu trabalho na série ‘Sons of Anarchy’, foi escalada para o elenco de Atração Fatal, nova adaptação da Paramount+ baseada no clássico suspense dos anos 1980 estrelado por Glenn CloseMichael Douglas.

As informações indicam que Jesus dará vida a Marcella Levya, uma procuradora que é descrita como uma “advogada realizada e uma fera política”.

A atriz se junta aos previamente confirmados Alyssa Jirrels (‘Under the Lights’), Toby Huss (‘Halloween’), Reno Wilson (‘Mike & Molly’) e Brian Goodman (‘Velozes e Furiosos’) farão parte do projeto.

Jirrels será Ellen Gallagher, filha de Dan (Joshua Jackson) e Beth (Amanda Peet). Huss dará vida a Mike Gerard, chefe de investigações do departamento de polícia, “cuja amizade e lealdade a Dan data de muitos anos”. Wilson será o Detetive Earl Booker, um “membro veterano do Departamento de Polícia de Los Angeles, com uma personalidade incrível e uma inabilidade chocante de autoedição”. E Goodman, por fim, será Arthur Tomlinson, descrito como o melhor amigo e parceiro de Beth, com uma personalidade reconfortante e gentil.

Jackson interpreta Dan, o marido infiel, enquanto Peet é Beth, uma esposa leal, mãe carinhosa e mulher de negócios bem-sucedida, cujo mundo desaba quando a traição de seu marido ameaça destruir suas vidas juntos. Lizzy Caplan dará vida à amante que se torna obcecada após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Netflix divulga novo clipe promocional do documentário ‘Harry & Meghan’; Confira!

Para promover o lançamento da série documental ‘Harry & Meghan‘, a Netflix divulgou um novo clipe da produção, levando o público ao casamento da dupla.

Lembrando que o primeiro volume já está disponível na plataforma de streaming.

Confira, com o trailer:

Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.

Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.

Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.

Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.

Britney Spears AUTORIZA musical da Broadway inspirado em sua discografia; Saiba mais!

A lendária princesa do pop Britney Spears vai ganhar um musical da Broadway inspirado em sua discografia.

Segundo o THR, a peça, intitulada ‘Once Upon A One More Time’, deveria ter estreado em Chicago em 2019, sendo adiado para 2020 e, eventualmente, cancelado com o início da pandemia de COVID-19.

Depois da estreia mundial em dezembro de 2021, a produção voltará com força total, visto que Spear autorizou oficialmente a montagem depois do término oficial de seu conservatório.

O musical jukebox – isto é, que utiliza músicas conhecidas em vez de canções originais – é descrito como um conto de fadas em que, durante um encontro, Cinderela faz um pedido para uma nova história depois de ler o livro ‘A Mística Feminina’, de Betty Friedan (cortesia de sua fada madrinha), e questionar o que a frase “felizes para sempre” significa.

Apesar da história não ser baseada na vida de Spears, ele é inspirado em uma ideia sugerida pela própria performer, além de contar com diversos clássicos da artista – incluindo “…Baby One More Time”“Oops!… I Did It Again”.

James L. NederlanderHunter Arnold entram como produtores. Jon Hartmere assina o livro do musical.

O elenco conta com Briga Heelan (Cinderela), Justin Guarini (Príncipe Encantado), Aisha Jackson (Branca de Neve), Jennifer Simard (Madrasta), Adam Godley (Narrador), Brooke Dillman (Fada Madrinha), Ryann Redmond (Belinda), Tess Soltau (Betany), Gabrielle Beckford (Rapunzel), Ashley Chiu (Bela Adormecida), Nathan Levy (Clumsy), Ryan Steele (Príncipe Erudite), Morgan Whitley (Princesa Pea), Lauren Zakrin (Ariel), Liv Battista (Bela), Pauline Casiño (Esmeralda), Selena Haro (Maria), Joshua Daiel Johnson (Príncipe Brawny), Amy Hillner Larsen (Cachinhos Dourados), Justice Moore (Chapeuzinho Vermelho), Kevin Trinio Perdido (Príncipe Maquiavélico), Mikey Ruiz (Príncipe Gregarious) e Josh Tolle (Príncipe Suave).

Matt AllenJacob BurnsSalisha ThomasDiana VadenMila WeirasStephen Scott WormleyIsabella Yeas também fazem parte do musical.

‘Once Upon a One More Time’ estreia na Broadway em 22 de junho.

‘A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’, sequência de ‘A Menina Que Matou os Paise ‘O Menino Que Matou Meus Pais, que retrataram o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.

O aguardado longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta sexta-feira, 27 de outubro.

Relembre o trailer:

Nas redes sociais, os fãs de Carla Diaz, que reprisa seu papel como Suzane von Richthofen, já estão ansiosos para revê-la no papel e estão rendendo elogios à sua performance.

Confira as reações:

Confira e compare uma nova imagem oficial, que traz a protagonista no enterro dos pais:

“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”,  postou o ator Leo Bittencourt.

Confira mais fotos:

Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto Cristian Cravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.

Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.

Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.

Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.

E aí, você já assistiu aos filmes?

‘Trolls 3 – Juntos Novamente’ já está disponível no Prime Video!

A animação ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘, que se tornou um sucesso de bilheteria ao redor do mundo, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming nesta próxima hoje, 19 de abril.

Vale lembrar que a Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como o filme foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.

Assista à matéria e à nossa entrevista:

Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.

Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.

Crítica | Cansativo e sem identidade, ‘143’ é um dos álbuns mais decepcionantes de Katy Perry

Houve um tempo em que Katy Perry era sinônimo do mais puro sucesso. Se pensarmos em eras como ‘One of the Boys’, ‘Teenage Dream’ e ‘Prism’, Perry possuía um tato inigualável para construir músicas pop que viralizaram mundo afora e a reiteravam como uma das grandes estrelas da música contemporânea – ora, não é surpresa que ela tenha sido a única artista além de Michael Jackson a ter conquistado o Spotlight Award. Em ‘Witness’, Katy resolveu se arriscar e começou a desfrutar de um inexplicável boicote – ainda mais considerando que o álbum é sólido o suficiente para encantar os ouvintes -, mantendo-se em um limbo criativo que estendeu-se para o bizarro Smile.

Agora, Perry retorna ao cenário fonográfico quatro anos depois de sua última investida com o antecipado 143. O título, fazendo referência à frase “I love you” e ao “número angelical” da artista, foi promovido com um total de três singles, a infusão EDM de “Woman’s World”, a pulsão house noventista de “Lifetimes” e o inexplicável trap-R&B de “I’m His, He’s Mine”, colaborando com a rapper Doechii. E, com o lançamento do compilado de originais, é notável que Perry permanece desesperada para se manter relevante no escopo show business através de breves 33 minutos que explodem em um vórtice de construções genéricas e imediatamente esquecíveis.

Com as duas primeiras faixas promocionais, Katy revelou estar par a par com sua conhecida estética despojada e, apesar das críticas negativas, entregou exatamente o que esperávamos de uma performer como ela: incursões pautadas em uma arquitetura mainstream, movidas por batidas bem demarcadas e comprometidas com uma identidade indesculpável e escapista – tal qual ela já nos mostrara com álbuns mais antigos. E, com infortúnio frustrante, a cantora e compositora já havia nos apresentado o melhor antes mesmo do lançamento do álbum, resolvendo se unir com um time grandioso de produtores para uma jornada formulaica e sem qualquer originalidade, atirando para todos os lados a fim de recuperar as glórias de um tempo que não mais voltará.

Para além dos singles supracitados, Katy colaborou com nomes com 21 Savage, Kim Petras e JID em prol de manter-se atenta aos nomes que dominam o cenário atual da música. De um lado, “Gimme Gimme” nos apresenta a um trap-pop deslocado da ideia do álbum, emergindo como uma track solta e pensada de última hora; “Gorgeous” busca elementos do PC Music e do pop industrial que eternizaram a carreira de Petras, puxando elementos de ‘Slut Pop’ em uma ininteligível mixórdia de pouco mais de três minutos cujo ápice é destinado à artista convidada do que à principal; e “Artificial”, apesar do promissor início, é infundido com uma atmosfera electro-deep que, de maneira estranha, tenta emular as progressões de ‘Teenage Dream’ e culmina em um fracasso retumbante que, de novo, deixa o melhor para JID.

Apesar dos múltiplos e constantes deslizes, é notável como o disco possui pontuais ápices que nos chamam a atenção: “Crush”, a quinta faixa do álbum, é uma imersiva construção de electro-pop e dance-pop que traz o melhor da carreira de Perry aos holofotes, apostando fichas em uma dançante e sensual construção sonora (cortesia do trabalho em conjunto de Dr. Luke, Ryan Ogren e Kalani Thompson) que entrega exatamente o que queremos em um atemporal refrão e versos prontos para as pistas de dança; “Nirvana”, por sua vez, deixa espaço para que a artista se divirta com entregas vocais sólidas, pegando páginas emprestadas do trabalho de Arnthor Birgisson e Rami Yacoub (nomes por trás da ótima “Double Trouble”) e rendendo-se a uma conjunção enervante e sinestésica do electro-deep e do techno para discorrer sobre um amor tão forte que é capaz de levá-la a um estado espiritual de plenitude completa.

É notável como os melhores momentos do disco ganham os ouvintes quando não se levam a sério: apesar da fraca recepção dos singles, como mencionado nos parágrafos acima, não há qualquer elemento dentro dessas canções que mostre que Perry deseje “reinventar a roda” ou apresentar um elemento novo à música pop – e sim trazer passado e presente em um mesmo lugar. Algo similar acontece nos supracitados ápices do álbum – mas, quando Katy resolve dar um passo maior do que a perna, tudo desanda e culmina em uma desastrosa tentativa conceitual que não combina com sua estética performática e nem mesmo com os nomes envolvidos na construção do disco (ainda mais levando em consideração que Dr. Luke e Max Martin, por exemplo, sempre estiveram atados a produções puramente mercadológicas).

143 carregava consigo todos os ingredientes certos para se sagrar um dos melhores álbuns de Katy Perry – mas, desde as polêmicas envolvendo a gestação da obra, passando por duvidosas escolhas artísticas e estacionando em um compilado nada coeso de impulsividades cruas, o resultado é, sem mais delongas, frustrante e decepcionante.

Nota por faixa:

1. Woman’s World – 3,5/5
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage) – 1/5
3. Gorgeous (feat. Kim Petras) – 0,5/5
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii) – 1/5
5. Crush – 5/5
6. Lifetimes – 4/5
7. All the Love – 3,5/5
8. Nirvana – 4/5
9. Artificial (feat. JID) – 1/5
10. Truth – 1,5/5
11. Wonder – 0,5/5

4ª e ÚLTIMA temporada de ‘The Righteous Gemstones’ ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Max Brasil divulgou o trailer completo e legendado da 4ª e última temporada da adorada série The Righteous Gemstones.

O ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 09 de março na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens:

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

Edi PattersonAdam DeVineCassidy FreemanTony CavaleroTim BaltzSkyler GisondoWalton Goggins também fazem parte do elenco.

Artigo | O arauto do Apocalipse: o final explicado de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

A espera acabou: a primeira família da Marvel finalmente chegou ao MCU com o lançamento de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, longa-metragem que abre a Fase 6 do expansivo panteão super-heroico e que, após décadas de tentativas, faz jus ao impacto e ao legado desse time incrível de metahumanos.

O filme traz Reed Richards/Sr. Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher-Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha-Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/O Coisa (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando a agourenta presença de Shalla-Bal/Surfista Prateada (Julia Garner) no planeta Terra e a subsequente chegada de Galactus, o Devorador de Mundos (Ralph Ineson) para destruir o mundo em que habitam e consumi-lo por completo em uma fome insaciável.

Com o desenrolar da história, o time de heróis consegue encontrar a localização de Galactus através dos rastros deixados por Shalla-Bal, viajando em uma dobra no tempo-espaço para convencê-lo de deixar a Terra em paz ao apelar pela razão. Todavia, a inescapável maldição que transformou Galactus na mortal e cosmológica entidade como a conhecemos (e que data de bilhões de anos), apenas o impulsiona a fazer um acordo: Reed e Sue, que estão grávidos de seu primeiro filho, devem entregá-lo às mãos de Galactus. O motivo? O infante Franklin, por ter sido gestado através do DNA mutante dos pais, é dotado de uma força inexplicável que vem se manifestando antes mesmo de seu nascimento – e essas habilidades inenarráveis e poderosas o tornam o único capaz de “vestir o manto” de Galactus para que ele possa, enfim, encontrar paz e descanso.

É claro que, como qualquer boa história de super-heróis, o Quarteto encontra uma maneira de impedir que a Terra seja destruída e que Galactus coloque as mãos em Franklin, construindo torres de energia ao redor do mundo para envolvê-lo em um campo de força capaz de transportá-lo para um outro lugar do universo que tenha condições similares às que conhecem. Porém, Shalla-Bal desmantela esse plano cautelosamente arquitetado, levando o grupo a usar Franklin como isca para impedir que a vilanesca entidade alcance seus diabólicos objetivos.

Mas por que Franklin é tão importante?

Além de ser filho de dois pais com o DNA rearranjado por causa das explosões cósmicas que enfrentaram em uma viagem espacial, o personagem é recorrente nos quadrinhos da saga Quarteto Fantástico e poa como um ser poderoso com habilidades de distorcer a realidade, mesmo desde pequeno. Nas HQs, ele é conhecido por manipular a realidade, criar universos compactos e até mesmo restaurar o multiverso – ou, como vemos em uma das cenas em que Sue usa suas últimas forças para empurrar Galactus pelo portal e acaba falecendo, ele usa essas distorções para trazê-la de volta à vida, imbuindo-a com um poder milenar que agora lhe pertence.

Originalmente, Franklin tem a habilidade de distorcer a realidade, ou seja, de fazer qualquer pensamento ou desejo se concretizar, mesmo em uma escala cósmica. Ele é capaz de reorganizar a estrutura molecular da matéria e da energia à vontade – e, certa vez, o jovem criou inconscientemente seu próprio universo de bolso, abrangendo uma réplica virtual da Terra-616. A partir de então, entidades cósmicas, incluindo Galactus, começaram a notar os tremendos dons de Franklin, chegando a descrevê-lo como um “ser que os Celestiais sentiam estar no mesmo nível deles”.

Além da realidade e da manipulação molecular, Franklin possui vastos poderes psiônicos que se manifestaram como telepatia, telecinese, rajadas de energia de força concussiva, precognição e projeção astral. Sendo uma criança, as habilidades de Franklin são limitadas, por assim dizer, deixando incerto quais níveis de poder ele alcançará na idade adulta, já que diversas encarnações futuras de realidades alternativas, bem como do universo principal da Marvel, demonstraram variar em poder.

E de que forma isso se conecta a ‘Primeiros Passos’?

Após derrotarem Galactus e voltarem à normalidade, a primeira cena pós-créditos do longa-metragem apresenta Franklin um pouco mais velho, sentado ao lado de sua mãe enquanto se divertem um livro. Sue, então, percebe que o filho não está interessado na história e o deixa sozinho por alguns momentos para pegar outro romance e, quando volta, percebe que alguém entrou em sua casa: segundos antes do black-out, Sue percebe que ninguém menos que Victor Von Doom/Doutor Destino (Robert Downey Jr.), já confirmado como o grande vilão da Saga do Multiverso e antagonista dos próximos dois filmes da franquia ‘Vingadores’, está ajoelhado à frente do garoto, como se estivesse tentando convencê-lo de alguma coisa.

Considerando as habilidades psiônicas de Franklin e sua propensão a curvar a realidade à seu bel-prazer, é muito provável que Victor tenha sido atraído pela quantidade inimaginável de poder emanada de Franklin, enxergando nele a possibilidade de concretizar planos malignos que incluem sua chegada à Terra-616 (a realidade principal do Universo Cinemático Marvel). Mais do que isso, é sempre bom lembrarmos que Victor e Richard eram amigos antes de um trágico acidente que os transformou em rivais – premeditando o confronto entre os dois e uma provável vingança pessoal que o vilão vem alimentando há muito tempo. A rixa, inclusive, reafirmada em uma breve cena em que o Quarteto conversa com os líderes mundiais antes de enfrentar Galactus – e um breve shot mostra a cadeira de Latvéria, país natal de Victor, vazia. Logo, que maneira melhor de retaliar Reed que se aproximar de Franklin e torná-lo parte de seu plano?

Ainda que nada tenha sido confirmado, é possível que Franklin tenha sido a chave para que Victor conseguisse borrar os limites entre as realidades e que culminou na chegada do Quarteto Fantástico à Terra-616, como visto na cena pós-créditos de ‘Thunderbolts*’. E isso não é tudo: em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, somos anunciados, de maneira indireta, da colisão dos multiversos e de versões alternativas dos heróis que conhecemos quando Samuel Sterns/O Líder (Tim Blake Nelson) afirma, de maneira quase apocalíptica, que “os outros estão chegando” – tendo, possivelmente, confirmado os planos de Victor.

Aryan Simhadri se inspirou em ‘Um Sonho de Liberdade’ para o arco de Grover na 2ª temporada de ‘Percy Jackson’ [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, já chegou ao streaming – e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.

Durante a entrevista, Aryan Simhadri, que interpreta o fauno Grover na atração, explorou a forma como dosou comédia e drama para uma nova iteração que se mostra mais obscura e amadurecida em comparação à anterior.

Nos primeiros episódios, Percy (Walker Scobell) tem um sonho premonitório e descobre que Grover, em sua busca por Pan, foi raptado pelo perigoso ciclope Polifemo, levando o semideus filho de Poseidon em uma mortal missão para resgatar o melhor amigo – e reaver o Velocino de Ouro para restaurar a proteção do Acampamento Meio-Sangue e do mundo. E, mesmo em meio a situações mais pesarosas, Simhadri conseguiu, com sucesso, dosar os elementos dramáticos e cômicos.

“Eu assisti a muita coisa e li muita coisa sobre como é estar em cativeiro e o que significa manter a esperança dentro de um cativeiro”, ele explica. “Sabe, há uma cena em ‘Um Sonho de Liberdade’ em que o protagonista diz: ‘você não pode deixar isso te afetar’. Você tem que mostrar a eles que não irá quebrar. Você tem que focar no que te aguarda do outro lado”.

Simhadri continua: “acho que Grover é a personificação desse princípio. Ele tem um monólogo sobre isso no decorrer da série. Não acho que isso seja um grande spoiler, mas sim, em tudo isso, acho que ele encontra paz na natureza cômica dessa situação toda. E eu também acho que ele tem TDAH, aquela cabeça de semideus como qualquer outra pessoa, mesmo que ele tenha maneiras diferentes de se expressar”.

“Ele tem um começo e fim definitivos para todas as suas frases, mas ele segue caminhos diferentes o tempo todo. Ele muda as coisas na própria mente e eu acho que ele tende a ser engraçado sem perceber”.

Confira a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

ICÔNICO vilão pode retornar em ‘Vingadores: Doutor Destino’, aponta insider

Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas mundiais ainda este ano e já é um dos títulos mais aguardados de 2026, dando início à conclusão da Saga do Multiverso do Universo Cinemático Marvel (que será oficialmente encerrada com ‘Vingadores: Guerras Secretas’).

Assim como basicamente todos os títulos da Marvel Studios, rumores sobre possíveis aparições e reviravoltas continuam ganhando espaço nas redes sociais, ainda mais considerando que provavelmente nem todo o elenco do filme foi anunciado, deixando o melhor para o final.

Agora, ainda que nada tenha sido confirmado, acredita-se que ‘Doutor Destino’ terá início com uma sequência de ação ambientada no mesmo universo que a trilogia ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi.

Aparentemente, Wolverine (Hugh Jackman) e Deadpool (Ryan Reynolds) viajam para o mundo do Cabeça de Teia, onde Wolverine enfrenta a versão do herói encarnada por Tobey Maguire. E não apenas isso, acredita-se que um vilão clássico do universo encabeçado por Raimi também apareça no decorrer do longa.

De acordo com o perfil insider @MTTSH, “outros personagens da realidade de Tobey estão lutando em Vingadores: Doutor Destino, incluindo o Doutor Octopus.

Embora a fonte não esclareça, é muito provável que esteja se referindo ao personagem vivido por Alfred Molina na trilogia estrelada por Maguire – e que reprisou seu papel em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Vale lembrar que, numa recente entrevista, Molina disse estar aberto a reencarnar o icônico antagonista, mas não acredita que isso vá acontecer, de fato.

“Não sei o que o futuro reserva. Acho que talvez tenhamos que deixar o Doutor Octopus em um lugar de destaque na galeria de vilões, mas honestamente, se me convidassem e dissessem que adorariam que eu o interpretasse novamente, eu aceitaria sem dúvida. Duvido que isso aconteça, porém”.

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

 

‘Os Eternos’: Gemma Chan e Barry Keoghan serão Sersi e Druig

De acordo com o Comic Book, Gemma Chan e Barry Keoghan foram confirmados oficialmente no elenco de ‘Os Eternos‘ nos papéis de Sersi e Druig, respectivamente.

A notícia acaba de vez com os rumores de que Keanu Reeves poderia viver o vilão na futura adaptação.

Nos quadrinhos, Sersi é uma das principais personagens de ‘Os Eternos‘, e é filha de Helios e Perse.

Uma curiosidade é que Chan já esteve no MCU como Minn-Erva, em ‘Capitã Marvel‘.

Sobre Druig, nos quadrinhos ele rivaliza por poder com seu primo Ikaris, mas nos dias atuais é um agente da KGB na Rússia. Seus poderes incluem níveis sobre-humanos de força, velocidade, resistência, durabilidade, invulnerabilidade e poderes de projeção de energia.

Confira o elenco completo da adaptação:

 

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The cast of Marvel Studios’ The Eternals takes the stage at the #D23Expo.

Uma publicação compartilhada por Marvel Studios (@marvelstudios) em

Além de Keoghan e Chan, ‘Os Eternos‘ será estrelado por Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Kit Harington, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee.

Dirigido por Chloe Zhao, o longa alegadamente terá o primeiro herói abertamente homossexual da Marvel.

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

‘Aves de Rapina’: Arte conceitual mostra a Caçadora com visual mais fiel aos quadrinhos; Confira!

Quando ‘Aves de Rapina‘ foi lançado, muitos fãs reclamaram sobre o visual das personagens, mas parece que a produção cogitou usar figurinos mais fiéis aos quadrinhos.

Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Greg Hopwood divulgou uma arte conceitual da Caçadora (Mary Elizabeth Winstead) usando sua clássica máscara e um conjunto que remete ao traje das HQ’s.

No entanto, a versão não foi finalizada a tempo das gravações.

Confira:

“Arte conceitual inacabada da Caçadora para ‘Aves de Rapina‘.”

Apesar de ter sido bastante elogiado e ter acumulado 78% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, ‘Aves de Rapinas‘ arrecadou apenas US$ 200 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 84 milhões.

Confira nossa crítica:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

‘Adão Negro’: Ator de ‘Aladdin’ e ‘The Old Guard’ entra para o elenco da adaptação

De acordo com o The Hollywood Reporter, Marwen Kenzari (‘Aladdin’, ‘The Old Guard’) foi adicionado ao elenco da vindoura adaptação de ‘Adão Negro‘.

Por enquanto, não foram revelados detalhes sobre seu personagem, então não se sabe se ele será um herói ou vilão.

No entanto, rumores apontam que ele pode dar vida a Ishmael Gregor, um astuto criminoso russo que consegue enganar o demônio Sabbac, tomando seus poderes infernais.

Qualquer que seja o papel, é possível que o astro tenha bastante desataque na trama se considerarmos sua carreira em ascensão.

Em 2019, Kenzari recebeu bastante elogios por sua atuação como Jafar no remake live action de ‘Aladdin‘. No ano passado, ele foi um dos protagonistas da adaptação dos quadrinhos ‘The Old Guard‘, produzida pela Netflix.

Lembrando que ele se junta ao protagonista Dwayne Johnson, Noah Centineo como o Esmaga-Átomo, Quintessa Swindell como Ciclone, Aldis Hodge como Gavião Negro e Sarah Shahi, cujos detalhes sobre o papel não foram revelados.

Anteriormente, Johnson compartilhou uma nova imagem dos bastidores do longa.

Na imagem, ele se prepara intensamente para viver o anti-herói titular da DC Comics.

Confira:

Inicialmente previsto para dezembro de 2021, o filme foi removido do cronograma da Warner Bros. em virtude do COVID-19. As gravações devem começar no segundo trimestre.

Marwan Kenzari está sendo cotado para interpretar Ishmael Gregor/Sabbac.

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

O filme é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’).

Confira as primeiras artes da adaptação:

‘Homem-Aranha 3’: Vídeo vazado confirma origem do novo uniforme do herói

Há alguns dias, um usuário do Reddit disse que o traje preto e dourado usado pelo Homem-Aranha em ‘Sem Volta Para Casa‘ seria apenas o traje preto e vermelho virado do avesso.

Isso porque o traje ficaria manchado depois que um homem joga tinta verde no Cabeça de Teia por culpá-lo pela morte do Mysterio (Jake Gyllenhaal).

Sem alternativa imediata para trocar de uniforme, Peter (Tom Holland) apenas o vira ao contrário, revelando a coloração preta e dourada.

E uma fan page dedicada a novidades sobre os filmes da Marvel divulgou um vídeo vazado que comprova a informação.

Confira:

De qualquer forma, o ‘novo’ traje ainda pode esconder alguns segredos, já que imagens de um colecionável da Hot Toys mostra que o herói terá uma espécie de bracelete místico no antebraço.

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Besouro Azul’: Confira o logo oficial da adaptação com Xolo Maridueña e Bruna Marquezine

Depois que Xolo Maridueña revelou que as gravações de ‘Besouro Azul’ chegaram ao fim, uma fan page dedicada a novidades da adaptação divulgou uma imagem dos bastidores revelando o logo oficial.

A publicação também confirma que a produção foi gravada com câmeras IMAX.

Confira, junto com o post de Maridueña:

“CIAO BACALAO. TERMINAMOS ‘BESOURO AZUL’. VEJO VOCÊS ANO QUE VEM. Obrigado a todo o elenco e equipe que tornou isso possível. Estou muito orgulhoso do que todos conseguiram e ainda mais orgulhoso em nos chamar de família”.

Lembrando que ‘Besouro Azul‘ estreia nos cinemas em 18 de agosto de 2023.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

Hank Pym se tornaria imortal no roteiro original de ‘Homem-Formiga 3’

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ contou com a morte dos principais vilões da trama, Kang (Jonathan Majors) e MODOK (Corey Stoll).

E um dos heróis quase teve o mesmo destino… No entanto, com uma reviravolta bem peculiar.

Em entrevista para a Backstory Magazine (via The Direct), o roteirista Jeff Loveness revelou que Hank Pym (Michael Douglas) iria morrer em uma versão inicial do roteiro.

Por outro lado, sua consciência iria sobreviver através das formigas, fazendo dele um ser imortal.

“Nós íamos matar Hank em um ponto, mas ele seria reanimado. Bem, sua consciência, na verdade. Sua consciência viveria através das formigas, e ele as controlaria mentalmente. Sim, ele seria esse ser imortal, como uma mente coletiva das formigas, e eu gosto disso… Mas parecia que estávamos indo longe demais.”

Por falar nisso, Douglas disse ao The Hollywood Reporter que só retornaria para mais um filme da franquia com uma condição bem exigente.

“Eu poderia retornar…Contanto que meu personagem fosse morto no filme.”

Considerando que o astro já está chegando aos 79 anos, ele com certeza gostaria de deixar o heroísmo de Pym nas mãos de Scott Lang (Paul Rudd), como acontece deste o primeiro filme.

Confira nossas entrevistas com o elenco de Homem-Formiga 3‘:

O longa é dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Do PIOR ao MELHOR – Top 10 dos Indicados a Melhor Filme [Oscar 2023]

Desde o anúncio dos indicados ao Oscar 2023, no dia 24 de janeiro, começamos a fazer nossas apostas para a 95ª cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, realizada neste domingo, dia 12 de março.

A disputa de Melhor Filme do Ano está entre 10 candidatos, os quais vamos listar do pior ao melhor de acordo com as considerações da redatora deste artigo. Ou seja, esta lista não é um termômetro do Oscar, pelo contrário, é um convite à elaboração de seus próprios rankings e uma reflexão do porquê estas obras merecem representar um ano inteiro de produções ao redor do mundo.

Vale destacar de antemão que não concordo com o resultado do Oscar 2022, no qual o ganhador de Melhor Filme foi — o já esquecido — CODA – No Ritmo do Coração no lugar do ótimo Ataque dos Cães, de Jane Campion. O mérito da obra era trazer representatividade para pessoas surdas, mas com um plot dramático e atuações medianas. A produção original francesa A família Bélier (2014), por exemplo, é mais emotiva e sensível. 

Listas são listas, isto é, recomendações. Vamos as minhas considerações, após assistir os 10 nomeados à categoria de Melhor Filme:

10) Tár

Por que Tár começa no fundo desta lista? Apesar da interpretação grandiosa de Cate Blanchett, comparada à sua maravilhosa performance em Blue Jasmine (2013), Tàr é um filme difícil. Com uma cena de abertura que descreve o currículo excepcional de uma maestro e seu próximo desafio, o enredo é o desmoronamento pedacinho por pedacinho dessa proeminente figura. 

Para uns, pode ser saboroso esta queda, para outros, tudo parece melindrado para provocar o tombo. Com uma edição agitada a fim de provocar dinamismo, Tár é confuso e, sendo um filme de uma só personagem, se você não gosta dela, o espetáculo acaba. 

Leia mais: Crítica | TÁR: Cate Blanchett é uma brilhante e problemática maestro em possível vencedor do Oscar

09) Entre Mulheres

Sarah Polley é uma diretora bárbara. Ela realizou as obras de arte Longe Dela (2008) e Entre o Amor e a Paixão (2011). Por outro lado, Entre Mulheres é uma enorme peça teatral com alguns momentos de terror, representando os abusos sexuais e psicológicos sofridos por mulheres de uma colônia religiosa isolada. 

Dentro de um estábulo, em 48 horas, elas têm a iminência de decidir o rumo de suas vidas após uma atordoante descoberta. As discussões são difíceis, por vezes, fazem círculos e não chegam a uma resolução. A partir dessa comunidade, Sarah Polley questiona os papéis de gênero na sociedade. Apesar de extremamente necessária, a proposição é maçante. Além do Oscar de Melhor Filme, a obra concorre a roteiro adaptado. Com um texto ainda bastante calcado na linguagem teatral, o filme perde vigor e não constrói pontes entre personagens e espectadores.  

08) Avatar: O Caminho da Água  

James Cameron prometeu um espetáculo visual e entregou. O enredo, entretanto, tal como a primeira aventura de 2009 deixa a desejar. Por outro lado, são inebriantes as cenas embaixo d’água e a expansão do território dos povos Na’vi. A necessidade de um vilão para servir de obstáculo à vida no local paradisíaco, no entanto, é caricaturesca e distante das motivações iniciais.

Como em 2010, Avatar: O Caminho da Água  deve levar os três prêmios técnicos dentre as quatro categorias participantes, no entanto, não tem fôlego dramático para desbancar outras produções mais contundentes à nossa razão e emoção. 

07) Elvis  

Com a assinatura exagerada e exacerbada de Baz Luhrmann, Elvis pode dar nó na cabeça dos espectadores. Todavia, o rei imortal Elvis Presley é um assunto vibrante da cultura pop e o diretor australiano soube trazer essa exuberância em cena apesar do personagem “vilanesco” de desenhos animais do Coronel Tom Parker (Tom Hanks). Com oito nomeações, a produção tem chances de brilhar mesmo sem o maior prêmio da noite.

Vale sublinhar que o jovem ator Austin Butler incorporou gingado, olhar e sorriso sedutores do rei do Rock. Apenas estes detalhes fazem de Elvis uma tremenda biopic. Admirável como produção e um bom filme para apresentar Elvis às próximas gerações. 

06) Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo  

Com 11 indicações, a mistura de drama, aventura, comédia, sci-fi, artes marciais etc de Daniel Kwan & Daniel Scheinert é o favorito da noite do dia 12 de março. Tornando-se assim, a primeira produção da A24 com chances reais a um Oscar. Com produções escolhidas a dedo, a produtora independente tem sempre focado em filmes fora da caixinha. 

Aqui, a ousadia é representada pela ponte com os filmes de super-heróis e a ideia do multiverso no nosso imaginário social. Todos esses elementos de blockbusters são reunidos pelos roteiristas para contar um drama familiar com os talentosos Michelle Yeoh, Stephanie Hsu e Ke Huy Quan. Ousar na forma de contar histórias milenares pode garantir um Oscar? Veremos! 

05) Os Banshees de Inisherin  

Após o ótimo Na Mira do Chefe (2008), Martin McDonagh, Colin Farrell e Brendan Gleeson se reúnem mais uma vez para nos entregar mais uma comédia de humor negro. Ao contrário do título precedente, Os Banshees de Inisherin possui um tom dramático, mesclado com nonsense e atuações inspiradoras não somente mais dos protagonistas, mas também dos coadjuvantes Kerry Condon e Barry Keoghan, ambos nomeados ao Oscar. 

Com cenas e diálogos memoráveis, Os Banshees de Inisherin é um daqueles filmes os quais queremos assistir mais de uma vez só para ter certeza de que a gente entendeu bem a mensagem enquanto nos deleitamos com as belas cenas e o sorriso frouxo no rosto. 

04) Nada de Novo no Front  

Lançado pela Netflix, a adaptação alemã do romance de Erich Maria Remarque de 1929 sobre os embates da Segunda Guerra Mundial traz como novidade a perspectiva da história contada pelos derrotados. Com direção de Edward Berger, esta é a primeira vez que a história ganha uma versão audiovisual alemã. Por meio do personagem Paul Bäumer (Félix Kammerer), sentimos o ímpeto da euforia dos jovens patriotas até o desalento de lutar em uma batalha já perdida. 

Os momentos finais do filme são dilacerantes. A mistura do campo de batalha com os desenvolvimentos políticos intensifica nosso olhar de desamparo sobre os soldados, isto é, vidas sendo movidas como pecinhas de um tabuleiro. É o favorito para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

03) Triângulo da Tristeza 

Ganhador da Palma de Ouro em Cannes 2022, a tragicomédia de Ruben Östlund tem o poder de despertar paixões positivas e negativas. Como uma imponente obra de arte, Triângulo da Tristeza não permite pacificidade diante da sua proposta. Só este detalhe já faz o longa ser disparado um dos melhores entre as narrativas na disputa. 

À sua maneira debochada e tempestiva, o cineasta sueco apresenta uma crítica social humorada e ao mesmo tempo mordaz sobre a luta de classe do século XIX. Ame ou odeie, mas seja impactado. 

02) Top Gun: Maverick 

Segundo blockbuster do ano na lista, o filme de Tom Cruise tem uma edição fora do habitual e, por isso, ganha a segunda posição nesta lista. Em um reino de CGI, isto é, imagens geradas por computador, uma produção garantir cenas reais de tirar o fôlego é de fazer reverência. 

Em meio a homenagem a Val Kilmer e lealdade aos personagens criados 30 anos atrás, Top Gun: Maverick produz seu próprio brio ao mostrar como a disputa intensifica o treino, mas é a união que traz a vitória. Acima de tudo, aviões de caça fazendo acrobacias são sempre um espetáculo, mesmo que seja para enaltecer a força aérea militar estadunidense. 

01) Os Fabelmans  

Com dois Oscar de Melhor Direção no bolso, Steven Spielberg não deve nada a ninguém. Após a refilmagem de Amor, Sublime Amor (2021), o cineasta volta às suas origens e reconta o início da sua paixão pelo cinema, permeada de drama familiar e seus primeiros passos no manuseamento de câmeras. 

Como um elenco vibrante, Spielberg nos coloca nos anos 1950 e na mente de um aficionado em registrar belas imagens e torná-las eternas. Por todos os mínimos detalhes de amor à sétima arte e as pequenas sugestões do poder das imagens, além da brincadeira no último minuto do filme, Os Fabelmans é uma deliciosa odisseia aos olhos cinéfilos e, de longe, um dos melhores sobre a arte de fazer cinema.

Mulheres e negros são maioria do público que vão ao cinema, aponta estudo

De acordo com um novo levantamento feito pela UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), que publicou o seu Hollywood Diversity 2018 essa semana, mais de 50% dos ingressos de cinema foram comprados por pessoas não-brancas (negras, latinas, asiáticas, etc) durante o ano de 2017.

De acordo com a publicação, apesar do grande número, apenas 14% dos papéis principais em filmes lançados nos Estados Unidos são para elas. O público feminino, que representa mais da metade dos compradores, tem um aumento significativo no número de protagonistas, cerca de 33% em relação aos anos anteriores.

Ou seja, de acordo com a UCLA, filmes com maior diversidade no elenco podem se beneficiar desse público diverso e lucrar mais, como o caso de Pantera Negra, da Marvel Studios.

Representatividade importa: Séries com protagonistas negros para maratonar já!

Uau! ‘Os Incríveis 2’ supera US$ 1 bilhão em bilheteria mundial

Os Incríveis 2 chegou aos cinemas e bateu recorde de público. De acordo com dados publicados pelo Box Office Mojo, nesse fim de semana o filme ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão mundialmente.

Vale lembrar que o filme também já se tornou a maior bilheteria da história para uma animação nos EUA, fazendo US$ 572 milhões, e já ultrapassou a bilheteria mundial do primeiro filme.

Já no Brasil, levou 1,6 milhão de pessoas aos cinemas em sua estreia, a maior média de público para uma animação, somando R$ 25 milhões arrecadados, o longa também ficou na liderança isolada do fim de semana.

As 25 Animações mais RENTÁVEIS da história – incluindo OS INCRÍVEIS 2

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Retcon ou planejamento? | As mudanças que a Marvel tentou fazer na franquia ‘Guardiões da Galáxia’

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, incluindo Guardiões da Galáxia Vol.3, talvez seja melhor evitar esta matéria, pois ela contém spoilers.

James Gunn dirige uma cena do grupo em ‘Guardiões da Galáxia Vol.3’. Foto: Jessica Miglio. © 2023 MARVEL.

Agora que a franquia principal dos Guardiões da Galáxia chegou ao fim, é interessante ver como a saga avançou e como os personagens evoluíram ao longo dos filmes e especiais. No entanto, por se tratar de um universo compartilhado, criando crossovers com outras franquias, como visto em Vingadores: Guerra Infinita (2018), Vingadores: Ultimato (2019) e Thor: Amor e Trovão (2022), nem sempre há uma coesão de pensamentos entre seus diretores e roteiristas. Pensando nisso, selecionamos algumas dúvidas que rondaram os fãs na franquia, sendo algumas delas tentativas de retcons que a Marvel tentou fazer com esses personagens fora da saga principal de cada um – e que o James Gunn parece não ter dado muita bola, porque ignorou a grande maioria delas. Confira!

Ressuscitou ou foi pai?

Talvez a polêmica mais antiga da franquia seja essa sobre o Groot (Vin Diesel) original. No filme de 2014, ele é introduzido como uma criatura repleta de amor e com a capacidade de dizimar um corredor de capangas com apenas um braço, exibindo um sorrisão enquanto acaba com a vida deles. Ao fim de sua jornada, ele decide se sacrificar para salvar seus novos amigos. Porém, o Rocket (Bradley Cooper) guarda uma parte dele e replanta em um vasinho, o que faz nascer o Bebê Groot.

Desde então, parte dos fãs ficou em dúvida se o Bebê Groot era o mesmo Groot renascido ou se era um personagem novo. E essa pergunta foi feita tantas vezes em entrevistas e nas redes sociais, que o diretor e roteirista James Gunn fez um pronunciamento para acabar com todas as dúvidas de uma vez por todas: o Groot do primeiro filme morreu, e o Bebê Groot, que vimos crescer até o Vol.3, é um outro personagem, que pode ser considerado o filho do Groot que se sacrificou.

Em uma tradução mais literal, foi isso aqui que ele escreveu em 2017, alguns meses depois de Guardiões da Galáxia Vol.2 ser lançado em mídia física:

“SOBRE OS PERSONAGENS QUE VOLTARAM DA MORTE E COMO GROOT ESTÁ MORTO, ontem eu tuitei:
‘Personagens constantemente morrendo e sendo trazidos de volta em quadrinhos, filmes e TV fazem com que a morte/perigo não tenha peso em toda a história – eu odeio isso’.
Embora o tweet tenha sido bastante retuitado, eu também tive os exemplos de Groot, Deadpool e Jesus Cristo sendo jogados contra mim.
Expliquei em um tweet complementar que não estava falando sobre o que aconteceu na própria estrutura da história. Não se trata de mitos de ressurreição (como Groot ou Jesus) ou de diversão, mortes falsas como o que acontece com Deadpool.
O que me incomoda é quando um personagem recebe uma morte bonita ou poderosa na cultura popular, que preenche o arco do personagem… E então é trazido de volta no filme, quadrinho ou episódio seguinte, porque, você sabe… ele é muito popular [para morrer]. Isso se tornou tão comum na TV, filmes e (especialmente) quadrinhos que qualquer morte significativa, pelo menos em franquias, perde seu impacto emocional. E, por extensão, toda morte e perigo perdem seu poder nessas histórias.
Se “Um Estranho no Ninho” virasse Um Estranho no Ninho 2, 3 e 4, e em todas as sequências Randall Patrick MacMurphy fosse trazido de volta por algum procedimento médico de ponta no início do filme e sacrificasse por outro paciente em busca de redenção no final – bem, essa história meio que perderia o efeito. E até mesmo Um Estranho no Ninho original poderia deixar de ser um dos meus filmes favoritos de todos os tempos.
Minha postagem original não foi direcionada a nenhuma empresa ou franquia – Marvel, DC e Days of Our Lives, que são rotineiramente apontados como culpados disso. Foi simplesmente em resposta a um tweet que me pedia para

— VOL. 2 SPOILER ABAIXO, GALERA —

“por favor, traga Yondu de volta.”
Embora seja sempre possível ver Yondu em flashbacks ou prequels, eu pessoalmente nunca o trarei de volta à vida porque isso anularia seu sacrifício e o amor de pai para filho que tanto me afeta pessoalmente, assim como a todos os fãs ao redor do mundo. Uma das razões pelas quais Yondu é o personagem mais popular do segundo filme é POR CAUSA desse sacrifício, e a ideia de trazê-lo de volta no Vol. 3 ou 4 ou numa série do Yondu na Netflix porque vende muitos Pop Funko me horroriza e me enjoa. Como eu disse, eu odeio isso. E eu nunca vou fazer isso.
Também mencionei que há exceções para a maioria das regras e, às vezes, a estrutura da história não precisa ocorrer em um filme – por exemplo, às vezes pode acontecer uma revelação que foi planejada o tempo todo, e às vezes essa revelação funcionará. A palavra “constantemente” no meu tweet original era importante – se os personagens fossem ocasionalmente revividos de maneiras interessantes que não diminuíssem a morte original, mas realmente melhorassem a história geral, eu não me importaria.
Eu também mencionei para as pessoas que não entenderam o tweet original e que não leram o tweet seguinte, e que continuaram jogando o renascimento do Groot na minha cara, que esse exemplo realmente não funciona porque Groot está morto.
Embora eu não pense necessariamente que é óbvio no Vol. 1, é importante dizer que se você explodisse e um pequeno pedaço de você começasse a se transformar em um bebê, eu não presumiria que esse bebê fosse você.
Eu acho que é mais óbvio no Vol. 2, já que Baby Groot tem uma personalidade diferente de Groot, não guarda nenhuma de suas memórias e é muito, muito mais burro.
E, claro, embora eu tenha dito tudo isso dezenas de vezes antes, é sobre isso que o tópico se tornou, com pessoas fazendo um “Grootsplaining” para me explicar por que eu estava errado e por que os personagens que criei para a tela não são o que penso que eles são. Desculpe, pessoal, não funciona assim. O sacrifício de Groot também teve peso e verdade.
De qualquer forma, espero que todos tenham um ótimo final de semana. Estou aqui na bela St. Louis com minha família, feliz por estar de volta à minha cidade natal.”

James confirmou que o Bebê Groot não é o mesmo Groot do primeiro filme, mas um “filho” dele

Por um tempo, essa questão parecia ter sido resolvida, com os fãs aceitando que o Bebê Groot não era o mesmo personagem, até porque ele foi retratado com uma personalidade bem distinta em suas aparições posteriores, até mesmo quando cresceu e virou um Groot Adolescente. E agora, como um Groot adulto parrudo, ele lembra um pouco mais aquele personagem do primeiro filme, apesar disso refletir muito na criação que ele teve dos Guardiões, que conheceram o “Groot Pai” e certamente tentaram ensinar valores parecidos.

Mas essa polêmica voltou à tona em 2022, quando a Disney lançou a série de curtas Eu Sou Groot, que traz o bebê descobrindo o mundo assim que sai do vasinho. Os filminhos contam com o Groot fazendo coisas padrões dos bebês, como dando os primeiros passos, tomando o primeiro banho, dizimando a primeira população inteligente… E coisas do tipo. Porém, no último episódio, o Bebê Groot faz um desenho para dar de presente ao Rocket e aí que os fãs apontaram para uma tentativa de retcon.

Isso porque o Bebê Groot desenhou a cena do primeiro filme em que seu pai envolve os Guardiões com seu corpo para salvá-los, consumando assim o sacrifício que encerrou sua vida. Um dos argumentos trazidos na época era que a série foi a primeira produção envolvendo os Guardiões que não foi escrita e dirigida por James Gunn.

Porém, Gunn supervisionou o projeto e até mesmo emprestou sua voz a um relógio que aparece na série. Ou seja, ele sabia o que estava acontecendo ali. Então, o mais provável é que o Bebê Groot tenha apenas desenhado a despedida do pai baseado nas histórias que os Guardiões contaram para ele. Inclusive, se for comparar o desenho com a cena em questão, os personagens não estão na mesma posição, corroborando para que seja apenas a forma como o bebê imaginou a cena por meio das histórias que ouviu. Até porque o desenvolvimento do personagem se deu como uma figura completamente nova, o que teria ignorado esse suposto “retcon”.

Sabia ou não?

Em Guardiões da Galáxia (2014), a Gamora (Zoe Saldana) é enviada por Thanos (Josh Brolin) para ajudar na captura do Orbe. Durante o filme, ela planeja trair o “pai” e vender o objeto para o Colecionador (Benicio Del Toro), que explica para o grupo – surpreso – que aquilo é uma Joia do Infinito extremamente poderosa. Então, quando a assistente do Colecionador pega a joia com as mãos e explode tudo, os Guardiões decidem deixá-la com a Tropa Nova, em Xandar.

Só que em Vingadores: Guerra Infinita, Gamora diz que já sabia do plano de Thanos desde sempre e que sabia onde estava a única joia cujo paradeiro era desconhecido. Para complicar mais, em Vingadores: Ultimato, a Gamora de 2014 de outra linha do tempo sequer chegou a conhecer e formar os Guardiões, mas sabia sobre as Joias, então é um retcon, certo? Não necessariamente.

Primeiro porque, como visto em Guardiões da Galáxia Vol.3, apesar dessa Gamora de outra realidade ter outras vivências e uma personalidade distante da Gamora que morreu em 2018, quando Thanos a jogou do penhasco em Vormir, ela pode ter um desenvolvimento parecido com a da Gamora que acompanhamos por mais tempo. Ela mesma diz em Guerra Infinita que sua missão era encontrar a Joia da Alma, não as outras (não por acaso, Thanos tinha diversos filhos e aliados para isso). Mas, fora isso, o plano da Gamora do primeiro filme teoricamente já supõe que ela sabe do risco que o Orbe representa se cair nas mãos de Thanos, por isso que ela o leva para o Colecionador, uma entidade cósmica cujo propósito de vida é colecionar coisas e criaturas, mantendo-as protegidas em um porto repleto de capangas.

O Colecionador foi introduzido na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio (2013).

A prova de que o plano da Gamora seguia a lógica de quem tinha conhecimento da letalidade das Joias do Infinito é que os Asgardianos, a mando de Odin, levaram o Éter, a Joia da Realidade, para ficar guardado com o Colecionador por não ser considerado seguro manter duas Joias do Infinito no mesmo lugar, como visto na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio (2013), já que eles mantinham o Tesseract nos cofres de Odin. Neste caso, Gamora provavelmente não sabia que ele já tinha uma Joia em suas posses, mas deixar a Joia com o Colecionador não parecia ser uma ideia ruim para esses dois núcleos. E o próprio Colecionador, fazendo valer seu nome, confiava em seu poder de defesa para tentar ele mesmo manter as Joias em seus cofres.

Em outras palavras, por mais que pareça inicialmente um retcon, quando se para pra pensar, não se encaixa no conceito.

A última Gamora?

No primeiro filme, quando os Guardiões são capturados em Xandar, eles são fichados pela Tropa Nova e algumas informações são mostradas em seus registros. No de Gamora, sua origem indica que ela é a última sobrevivente de seu povo. O problema é que Guerra Infinita mostra o momento em que Thanos chegou ao planeta natal de Gamora e matou metade do povo, como ele queria fazer com o universo, enquanto usa um punhal para explicar suas ideias para a menina e manipulá-la para se juntar a ele em sua missão supostamente em busca do equilíbrio perfeito para todos.

A situação complica ainda mais quando Thanos sequestra a Gamora adulta e eles conversam sobre os conceitos deturpados de salvação que o Titã quer pôr em prática. Durante a conversa, ele diz a ela que as pessoas de seu planeta natal não conhecem mais a fome e pobreza, que as crianças de lá estão felizes e bem alimentadas. Nesse ponto, a produção de Guerra Infinita provavelmente não se atentou para a informação colocada no canto da tela do primeiro Guardiões e tomou essa liberdade.

Também existe a possibilidade do Thanos apenas ter mentido para a Gamora. Afinal, ele diz que nunca ensinou a filha a mentir, por isso que ela mente tão mal. E isso faria de Thanos um grande mentiroso? Pode ser, mas principalmente sua versão de Guerra Infinita não parece se apoiar em mentiras, apenas em conceitos deturpados. Pode ser também que os registros da Tropa Nova, lá no primeiro filme, estivessem errados. Mas considerando que eles são uma grande força policial da galáxia, não parece ser o caso. Então, é bem provável que isso seja mesmo um retcon não proposital.

Vingadores poliglotas?

A comunicação entre os heróis espaciais é uma grande polêmica no MCU. Porém, nos filmes dirigidos por James Gunn, ele explica que os Guardiões se entendem e entendem outros aliens por conta dos tradutores intergalácticos implantados em seus corpos. Inclusive, em Guardiões da Galáxia Vol.3, a Mantis (Pom Klementieff) diz que não consegue entender o que dizem as crianças presas na nave porque a língua delas não constava em seu tradutor, mostrando todo um cuidado do diretor com esses detalhes.

Em 2020, em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, Gunn foi questionado sobre a comunicação dos heróis em Guerra Infinita, principalmente porque o Thor (Chris Hemsworth) surpreende o Rocket ao supostamente entender o que o Groot adolescente fala. O Deus do Trovão, então, diz que aprendeu a falar “Groot” em Asgard. No Tweet, James Gunn disse que tudo não passou de uma brincadeira do asgardiano, que conseguia entendê-lo pela pureza.

Thor estava fazendo uma de suas tradicionais piadas quando disse que ‘Groot’ era uma aula [lecionada em Asgard]. Meio que sendo um deus, ele não tem a mesma dificuldade que os Guardiões possuem para entender o Groot, disse James Gunn.

Em outro Tweet, que questionou como Thor o entendeu de primeira e Peter Quill (Chris Pratt), que tinha um tradutor universal, não, James enfim explicou como funciona o tradutor de Quill e a linguagem do Groot:

“Ele não possui um tradutor universal. Ele possui um tradutor. E ele não possui todas as línguas nele (não tinha a linguagem de Sakaaran no primeiro filme, por exemplo) e as pessoas não aprendem Groot através da linguagem – eles aprendem isso se conectando com o Groot, completou Gunn.

Em outras palavras, o Groot tem uma linguagem empática e isso gera um dos momentos mais bonitos do Vol.3, que é quando a Gamora e o público enfim se conectam ao Groot e pela primeira vez na saga, todos entendem o que ele diz: “Eu amo vocês”. Mas fora o Groot, os outros Vingadores entendem perfeitamente o que os Guardiões dizem, como o Bucky (Sebastian Stan), que entende o Rocket perguntando sobre o preço de seu braço metálico ou o Homem-Aranha (Tom Holland) entendendo a Mantis e o Drax (Dave Bautista) mesmo sem ter tradutor implantado. Isso não chega a ser um retcon, porque James segue com o conceito desse tradutor no último filme, então é só um grande erro/ descuido dos Irmãos Russo, que deixaram passar esse detalhe importante.

Sem capacete

Em Guerra Infinita e em Ultimato, Peter Quill aparece usando seu icônico capacete durante as cenas de batalha. No entanto, em Guardiões da Galáxia Vol.2, o Ego (Kurt Russell) quebra não apenas o capacete do Senhor das Estrelas, mas também seu precioso Walkman, com o Awesome Mix Vol.2 lá dentro. E no contexto do filme, essas quebras têm uma importância narrativa muito grande, porque é o momento em que seu pai, Ego, destrói contra a vontade de Peter os dois objetos que representam seus vínculos com sua persona da Terra (Walkman) e sua persona espacial (capacete), forçando o rapaz a se aceitar um Celestial e servir ao pai como uma bateria para A Expansão.

Essa quebra é tão importante para o desenvolvimento do Peter, que durante a luta final, em que ele consuma sua vingança contra o pai, ele cita que ele não deveria ter matado sua mãe e destruído suas coisas. E como James Gunn disse no caso do Groot, ele não é adepto de trazer de volta elementos narrativos que já serviram ao seu propósito e deixaram a cena. No entanto, os Irmãos Russo não parecem ter entendido o personagem da mesma forma e só trouxeram o capacete de volta para os filmes. Até mesmo por uma questão de conveniência, para poder usar o Senhor das Estrelas em cenas espaciais sem precisar justificar uma troca de roupa para um traje espacial.

Foto: Jessica Miglio. © 2023 MARVEL.

Bom, fato é que novamente James ignorou o que os Russo fizeram nos filmes dos Vingadores e manteve-se fiel a seu próprio planejamento para seus personagens. Por isso, no Especial de Festas (2022) e em Guardiões da Galáxia Vol.3 (2023), vemos Peter perambular por aí sem seu famoso capacete, que poderia, inclusive, tê-lo salvo ao final do último filme, sem precisar da ajuda de Adam Warlock (Will Poulter). Foi tipo um retcon do retcon.

Guardiões da Galáxia Vol.3 está em cartaz nos cinemas.

Saiba TUDO que Você Não Pode Perder nos Streamings em Janeiro!

Ano novo, metas novas. Janeiro é época de férias para muita gente. Para conhecer todas as novidades que chegam nos streamings nesse início de ano, confira todos os destaques para programar as férias em casa:

‘Superliga: A Guerra pelo Futebol’ – AppleTV+

Série documental esportiva em quatro episódios. Com depoimentos de grandes cartolas, como Gianni Infantino, presidente da FIFA, a série conta os bastidores da criação da Liga Independente de Futebol na Europa. Estreia dia 13 de janeiro.

Servant’ – AppleTV+

A última temporada da série produzida por M. Night Shyamalan chega dia 13 de janeiro, trazendo respostas fundamentais do enredo, como quem é a criança na casa.

‘Truth to be Told’ – AppleTV+

Estreia da terceira temporada da série estrelada por Octavia Spencer e Gabrielle Union. A série apresenta um olhar profundo sobre a obsessão estadunidense acerca das produções estilo true crime.

Falando a Real’ – AppleTV+

Nova série de comédia que chega dia 13, estrelada por Jason Segel e Harrison Ford, criada pelo próprio Segel, responsável pela sitcom ‘How I Met Your Mother’.

Olhar Indiscreto’ – Netflix

Estrelado por Débora Nascimento, conta a história de uma hacker e voyeur que gosta de observar a vida de sua vizinha prostituta, mas, um dia, a vida das duas se cruza e ela decide se permitir viver seus maiores desejos. Já disponível na plataforma desde o dia 1o.

Vikings: Valhalla’ – Netflix

A aguardada segunda temporada finalmente chega no dia 12, trazendo novos e velhos inimigos em busca de poder, atravessando os caminhos de Freydis, Leif e Harald.

A Vida Mentirosa dos Adultos’ – Netflix

Baseado em livro homônimo, conta a história de uma adolescente que, na Nápoles dos anos 1990, entra em contato com a tia que não fala mais com a família, para entender melhor suas próprias raízes. Estreia dia 4.

‘That ’90s Show’ – Netflix

No finzinho do milênio, a sérieThat ’70s Show’ estreou na tv paga e fez grandíssimo sucesso, lançando boa parte de seu elenco ao estrelato. Agora, passados quase três décadas, a partir do dia 19 uma nova versão chega à Netflix, dessa vez ambientada na década de 1990.

Pamela Anderson – Uma História de Amor’ – Netflix

Documentário com diários e fotos da atriz Pamela Anderson, famosa por sua participação na sérieBaywatch’. Estreia no fim do mês, dia 31.

‘Lockwood and Co.’ – Netflix

Série teen com jovens com poderes especiais que caçam fantasmas e enfrentam espíritos malignos. Estreia em 27 de janeiro.

Sky Rojo’ – Netflix

A terceira temporada traz as queridas ex-profissionais do sexo curtindo suas novas vidas, com novos amores, mas Romeo tem sede de vingança e fará de tudo para encontrá-las. Estreia dia 12.

Ginny e Georgia’ – Netflix

A aguardadíssima 2a temporada finalmente chega à plataforma neste dia 5 de janeiro, trazendo mãe e filha tendo que encarar os segredos do passado que vêm à tona, trazendo consequências.

Copenhagen Cowboy’ – Netflix

Cansada de servir como amuleto da sorte, uma mulher com misteriosos poderes sobrenaturais decide buscar vingança. Estreia em 5 de janeiro.

Ruído’ – Netflix

Neste filme, uma mãe busca sua filha desaparecida e encontra uma rede de apoio ao conhecer outras mulheres que tiveram suas vidas destruídas pela violência. Estreia dia 11.

O Pálido Olho Azul’ – Netflix

Um detetive aposentado recruta um cadete chamado Edgar Allan Poe para ajudá-lo a resolver um assassinato em uma academia militar dos EUA. O filme chega dia 6.

‘Os Reis do Mundo’ – Netflix

Cinco amigos que vivem nas ruas de Medellín partem em uma jornada pelos campos da Colômbia para recuperar um terreno herdado por um deles. O filme chega dia 4.

Narvik’ – Netflix

Enquanto um jovem soldado norueguês luta nas trincheiras, sua esposa sofre com as invasões dos soldados alemães na cidade. O filme chega dia 23.

Essa Gente’ – Netflix

Comédia com Jonah Hill e Eddie Murphy. Conta a história de um casal que enfrenta diferenças culturais, sociais e de gerações. O filme chega dia 27.

‘Como Virei Gangster’ – Netflix

Retrata a história de um bandido ambicioso em busca de poder no submundo de Varsóvia. O filme chega dia 23.

BMF’ – Lionsgate+

A nova temporada da série acompanha a história dos irmãos Flenory, responsáveis pela formação de uma das famílias de criminosos mais influentes dos EUA, a Black Mafia Family. Estreia dia 6.

‘Express’ –  Lionsgate+

Maggie Civantos (a eterna Macarena) está de volta na nova temporada de ‘Express’, que chega dia 20 em oito episódios mostrando sequestros relâmpagos eletrizantes e suas resoluções pela equipe de investigação.

X: A Marca da Morte’ – Prime Video

Um dos melhores filmes de terror de 2022 já está disponível na Prime Video, trazendo ninguém menos do que a queridinha do momento, Jenna Ortega, no elenco.

The Last of Us’ – HBO Max

Provavelmente uma das séries mais aguardadas dos últimos tempos: finalmente chega à plataforma a partir de 15 de janeiro a adaptação do game ‘The Last of Us’, estrelada por Pedro Pascal.

Velma’ – HBO Max

Mais uma série para ficar de olho na HBO Max, pois traz a história da Velma, a moça de óculos e super estudiosa da animaçãoScooby-Doo’. Chega dia 12 de janeiro.

Koala Man’ – Starplus

Mais nova série animada dos mesmos criadores de ‘Rick and Morty’. Com muito humor, conta a história de um super-herói que ninguém precisava. Estreia dia 9.

Bleach’ – Starplus

A série de anime não é novidade, mas finalmente as temporadas 1 a 16 estão disponibilizadas na plataforma, para o nosso alívio.

Hotel Portofino’ – Globoplay

Série exclusiva, situada na Itália da década de 1920. É um drama de época que conta momentos antes da ascensão de Mussolini ao poder.

Bem-Vinda a Quixeramobim’ – Globoplay

Comédia nacional estrelada por Monique Alfradique, que vive uma herdeira de um empresário envolvido em esquema de corrupção e vai até a última propriedade da família, em Quixeramobim.

‘Desumano’ – ParamountPlus

Filme que conta a história de um grupo de jovens num ônibus que acaba caindo em um ataque químico e, para sobreviver, precisam fugir de uma horda de zumbis. Estreia dia 7.

The Bad Batch’ – Disneyplus

A segunda temporada da série de animação sobre o lote estragado foi disponibilizada aos assinantes a partir de 4 de janeiro, com dois novos episódios de uma só vez.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Fãs acreditam que Coulson pode ser um Skrull

O primeiro teaser trailer da sexta temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. saiu hoje pela madrugada e, no vídeo, vários membros da organizaçao secreta prestaram respeito ao ex-diretor que recentemente deu adeus ao grupo.

E logo depis, Phillip J. Coulson (Clark Gregg) dá as caras, o novo líder pelo qual todos estavam de luto. A aparição instantânea de Coulson já levou diversos fãs a recorrerem às redes sociais, questionando sobre como o personagem ressuscitou tão rápido.

Alguns dos usuários do Twitter brincaram com a ideia de viagens no tempo e inter-dimensionais através do Reino Quântico, graças a Vingadores: Guerra Infinita.

Alguns até mesmo disseram que o personagem, desde as últimas temporadas, é na verdade um membro da raça Skrull.

Veja:

https://twitter.com/J34NIST/status/1089936869930876928?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1089936869930876928&ref_url=https%3A%2F%2Fcomicbook.com%2Fmarvel%2F2019%2F01%2F29%2Fagents-shield-season-six-phil-coulson-skrull-captain-marvel%2F

https://twitter.com/HeyItsAnshhere/status/1089942588918906880?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1089942588918906880&ref_url=https%3A%2F%2Fcomicbook.com%2Fmarvel%2F2019%2F01%2F29%2Fagents-shield-season-six-phil-coulson-skrull-captain-marvel%2F

https://twitter.com/teamcoulson_325/status/1090075602487599110?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1090075602487599110&ref_url=https%3A%2F%2Fcomicbook.com%2Fmarvel%2F2019%2F01%2F29%2Fagents-shield-season-six-phil-coulson-skrull-captain-marvel%2F

A sexta temporada não tem data de estreia confirmada, mas deve estrear ainda em julho.