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Aldis Hodge é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Detetive Alex Cross’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga de romances ‘Alex Cross‘, de James Patterson.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Homem acendendo velas em ambiente religioso.
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Homens trabalhando em escritório iluminado por lâmpadas.
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Pai e filho conversando em escritório.
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A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: o Código Hays e a censura

Entre os anos de 1930 e 1968, vigorou em Hollywood uma espécie de tabuleta de regras a serem seguidas que censuravam diversas incursões narrativas e imagéticas com o objetivo de restaurar a imagem pública do maior antro artístico do planeta. Tais regras ficaram conhecidas como o Código Hays.

O nome dado às restrições em questão veio como uma espécie de homenagem a Will H. Hays, advogado e político presbiteriano e presidente da Associação de Produtores e Distribuidores de Filmes da América, entre 1922 e 1945, e que listava uma série de proibições a longas-metragens – como nudez, desrespeito à religião e à fé, referências à homossexualidade, referências positivas a atos criminosos e vários outros.

O Código em questão, após o final dos anos 1960, foi obliterado em meio a protestos e a inúmeras questões levantadas, sendo substituído pelo sistema de classificação como o conhecemos hoje. Todavia, foram essas regras que começaram a levantar questionamentos sobre a representatividade da mulher em Hollywood e de que forma personagens femininas estavam submetidas a um controle total de como seriam retratadas.

Porém, antes de partirmos para a análise desse Código, é sempre bom entender o que acontecia antes.

A ERA PRÉ-CÓDIGO

No curto período de tempo entre 1927 e 1934, os filmes hollywoodianos retrataram a vida americana como nunca visto pensado. As mulheres podiam ser indivíduos completos, não apenas virgens divinizadas ou vamps destruidoras; a ação podia ser ambígua, ou seja, não havia padronizações do “bom” e do “ruim”, mas sim um arco de complexidade que permeava ambos extremos. Problemas políticos e sociais eram discutidos; o sexo, a sedução e a luxúria não eram mais considerados tabus 

No meio da pior crise econômica mundial, com mais de 30% da população estadunidense desempregada, as grandes salas de cinema ainda atraíam milhões de espectadores, os quais ficavam fascinados com as imagens das grandes estrelas de Hollywood – como Greta Garbo, Mae West, Norma Shearer, Barbara Stanwyck e Gloria Swanson. Essas atrizes eram reconhecidas pelo seu talento e idolatradas pela sua beleza; sua imagem era sinônimo de glamour, e Hollywood se encarregava do resto para construir, sobre cada uma dessa mulheres, um mito.  

Entretanto, em julho de 1934, o Motion Picture Production Code (Código de Produção Cinematográfica) foi outorgado, levando um dos períodos mais interessantes da história do cinema ao fim. A moral cristã prevaleceu sobre o liberalismo em Hollywood e logo os espectadores esqueceram da era de ouro e das histórias outrora retratadas, e os críticos relevaram a instauração do código supracitado. 

A década de 1920 configurou-se como a era do cinema mudo e do surgimento dos grandes estúdios e primeiros grandes astros: Charlie Chaplin, Mary Pickford, Lilianh Gish, Rudolph Valentino e Douglas Fairbanks. Já nessa época as atrizes eram classificadas em duas categorias: a ingênua ou a vamp. Poucas atrizes conseguiam quebrar o molde pré-estabelecido, já que os produtores não aceitavam outra representação da figura feminina. 

Mary Pickford, assim como outras atrizes da época, integrou-se como parte da categoria “ingênua”. Ela era jovem, bonita e branca e, assim, continuou a interpretar pobres e indefesas adolescentes até os trinta anos de idade em filmes como ‘Pollyana’ (1920) e ‘Little Lord Fauntleroy’ (1921). Porém, essas personagens femininas idealizadas, por assim dizer, não refletiam as mudanças sociais e culturais da sociedade estadunidense da época. 

Os “loucos anos 20” trouxeram uma nova sensação de liberdade para o jovem americano de classe média que estava inserido dentro dos grandes centros urbanos. A expansão do consumo permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias, que tinham o objetivo de facilitar todos os aspectos da vida social. A primeira metade do século XX também foi marcada pela “Primeira Onda Feminista” com a conquista do direito do voto em 1919. 

A geração “flapper” – termo usado na época para descrever as mulheres modernas – que surgiu com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – também marcou o fim da Era Vitoriana e dos ideais religiosos que permeavam a vida social e política. Porém, as únicas mulheres que mostravam autonomia sexual – e social – na tela do cinema eram as personagens denominadas vamps – caracterizadas como predadoras sexuais que seduziam homens e que deixavam um caminho de destruição moral. E devido à sua “habilidade”, o arco narrativo terminava com sua própria morte ou punição severa.  

Esse cenário começou a mudar a partir de 1926, quando uma das atrizes mais populares em Hollywood, Greta Garbo, foi colocada em suspensão por se recusar a interpretar uma vamp – cujo papel já havia feito em filmes como ‘Flesh and the Devil’ (1926) e ‘The Torrent’ (1926). Oito meses depois, o estúdio MGM cedeu às demandas da atriz e, a partir desse momento, nasceu um novo tipo de personagem: a mulher sexualmente livre, complexa, emotiva e real 

Em seis de outubro de 1927, o primeiro filme sonoro é lançado: ‘O Cantor de Jazz’ (1927) – e a primeira frase falada do cinema, na voz de Al Jolson -, “You ain’t heard nothing yet” (Vocês ainda não escutaram nada) -, se tornou um ícone e um presságio para a nova fase e o consequente futuro do cinema americano. E foi no cinema falado que a mulher encontrou sua voz. 

Porém, em outubro de 1929, o entusiasmo econômico e social deu lugar a uma das piores crises econômicas da história, com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Nessa mesma época, mais de um terço dos cinemas americanos fecharam as portas; o público semanal passou de um milhão para 60 mil espectadores – e nem a maior indústria americana saiu ilesa do que ficou conhecido como A Grande Depressão. 

Com o começo do cinema falado, cujos filmes eram conhecidos na época como “talkies”, os estúdios tiveram total liberdade de criação, assumindo riscos que custariam anos mais tarde sua censura, com a criação do Código Hays.  Em filmes como ‘Anna Christie’ (1930), o primeiro longa falado de Garbo, encontramos a atriz, conhecida pelos papéis glamorosos de vamps, interpretando uma imigrante recém-chegada em Nova York, depois de trabalhar em um bordel por dois anos. A primeira fala de Garbo releva o tom do filme – levando em consideração que a Lei Seca ainda estava em vigor no Estado americano: “Give me a whiskey. Ginger ale on the side. And don’t be stingy, baby” (me dê um whiskey, acompanhado de um ginger ale. E não seja mesquinho, querido).

‘Anna Christie’ foi um sucesso de crítica e público, tornando Garbo uma estrela do cinema falado e garantindo-a, além disso, uma nomeação para o Oscar de melhor atriz em 1931. 

No mesmo ano, a MGM também lançou o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz para Norma Shearer‘A Divorciada’ (1930). Conhecida pelos papeis idealizados no cinema mudo, Shearer deu voz a personagens que desafiavam o status quo, e o mais importante, que não eram punidas ou julgadas por isso. 

Em ‘A Divorciada’, Shearer interpreta uma mulher cujo marido mantém relações fora do casamento. Caso dentro dos padrões cinematográficos de alguns anos antes, a personagem sofreria calada e, no final, o marido, em um ato nobre, voltaria para os braços de sua verdadeira amada. Porém, no longa em questão, Jerry (Shearer) responde à traição do marido com a mesma moeda. Nesse momento, a indústria cinematográfica percebe que o sexo, mesmo em uma situação de crise financeira, ainda era lucrativo. E pela primeira vez, as heroínas da silverscreen refletiam o espírito da jovem americana que rejeitava os tabus da Era Vitoriana e estava disposta a explorar o seu poder sexual. Apesar da preocupação do estúdio, o filme foi um sucesso, estabelecendo o domínio feminino entre os atores mais bem pagos de Hollywood. 

Shearer e Garbo não estavam sozinhas. Barbara Stanwyck, em ‘Serpente de Luxo’ (1933), também trouxe um novo retrato da juventude americana, que buscava independência, ao mesmo tempo que enfrentava as dificuldades da crise econômica. 

O filme, analisado pelo grupo, conta a história de Lily, uma jovem que vive explorada pelo pai, dono de um speakeasy – bares onde as bebidas eram vendidas ilegalmente durante a Lei Seca – e que cuja morte a faz tentar a sorte em Nova York. Baseado na filosofia de Nietzsche, a personagem reprime os seus sentimentos para focar apenas no seu objetivo principal – tornar-se rica. Dessa forma, ela usa os homens, assim como os eles a tinham “usado” durante toda sua vida. É importante ressaltar que o simples fato de usar um filosofo como um traço marcante de Lily demonstra uma construção profunda da personagem, recurso que é negligenciado por consequência do Código.  

O filme está carregado de críticas sociais, revelando de forma bruta a situação do operário americano, que se via desamparado pelo governo durante os primeiros anos da crise. Nessa linha, o filme coloca em discussão a corrupção e o caos social gerado pela pobreza – tópicos que anos mais tarde seriam considerados subversivos. 

Nas primeiras cenas do longa, vemos o pai de Lily negociando com um político que protege o seu estabelecimento ilegal em troca de favores. O público é levado a concluir, pelo quadro seguinte, a verdadeira intenção do homem. Lily é deixada sozinha com o político corrupto e recusa os seus avanços, até que ele se torna violento e, como ponto de virada, ela o ataca com uma garrafa de vidro. A cena se encerra com o homem saindo do bar, ensanguentado. Agora, a mulher não só tinha liberdade e desejos sexuais, mas também o direito de escolher, como bem entender, seu parceiro ou sua parceira.

Lily usa da suposta “fraqueza” masculina para ascender profissionalmente, sem nenhuma vergonha de explorar a sua sexualidade para alcançar os seus objetivos pessoais. Essa também era uma característica muito explorada durante esse período do cinema americano, além de outros aspectos de natureza dúbia, principalmente em relação ao caráter das personagens – resultando, assim, em criações tridimensionais. 

Ainda em 1929, Shearer causou um choque na estreia do filme ‘The Trial of Mary Dugan’. Aqui, a atriz interpreta uma dançarina da Broadway, cortejada por vários homens, acusada de homicídio. Mesmo assim, o filme espera que o público se identifique com a personagem, usando de recursos básicos da narrativa para que todos possam torcer pela vida de Mary (Shearer). Assim como outros filmes dessa era, ‘The Trial of Mary Dugan’ ousou desafiar a cultura americana, principalmente em relação ao papel social dos gêneros. Ao invés de refletir a moral pregada pela sociedade, esses filmes incitavam o público a repensar os valores sociais e políticos – e a moral pré-direcionada do que era considerado “bom” ou “ruim”. 

Segundo o livro Complicated Women: Sex and Power in Pre-Code Hollywood (2001), antes do Código, as mulheres tinham amantes, filhos antes do casamento, abandonavam os maridos infiéis, exploravam sua sexualidade e mantinham posições profissionais sem se desculparem pela sua independência, ou seja, agiam de um jeito que, segundo o imaginário coletivo de atualmente, só seria possível depois dos anos de 1960. 

A ERA DO CÓDIGO

O cinema foi concebido, inicialmente, como um lugar escuro, onde a espionagem para com o outro era permitida e a pulsão do olhar encontrava um terreno propicio para manifestação. O “pecado” do voyeurismo está na base do próprio dispositivo técnico do cinema – máquinas, o “ver” através dos buracos da fechadura, ou seja, lugares onde se pode ver sem ser visto. Dessa forma, até hoje, o prazer do filme não pode ser dissociado do olhar como objeto de desejo.  

Os filmes que antecederem o Código tendiam a explorar justamente o prazer do olhar e usavam o corpo feminino como a forma mais óbvia e apelativa em uma sociedade ocidental em crise, regrada, de certa forma, pela ideologia cristã e pelas regras do patriarcado. A objetificação da mulher é, também, uma consequência de uma indústria formada em sua grande maioria por homens, em todos os níveis de produção e direção. Ou seja, os valores e atitudes reafirmados nos produtos da indústria cultual são dessa classe dominante, dona dos meios de comunicação. 

Em filmes como ‘Cavadoras de Ouro’ (1933), um musical pré-código dirigido por Mervyn LeRoy e pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley, a mulher, apesar de assumir o papel de protagonista no longa, ainda é colocada, muitas vezes, literalmente, como um objeto de cena. Como na primeira sequência do musical, onde todas as mulheres enquadradas nos primeiros minutos aparecem vestidas como moedas, por vezes a fantasia esconde o rosto das dançarinas, que cantam a música “We’re in the Money”. A perda da individualidade e humanidade das showgirls recai, também, sobre a falta de diversidade entre as dançarinas, pois todas as mulheres em cena são fisicamente similares, ao mesmo tempo em que sua identidade está sendo consumida pela grandiosidade do cenário e do espetáculo.

Segundo o linguista e filósofo Ferdinand de Saussere, o processo de criação de sentido não é neutro. Dessa forma, se levarmos o contexto econômico em consideração, o corpo feminino é relacionado diretamente ao “objeto” de desejo mais relevante durante os anos da recessão americana, o dinheiro. O próprio diretor, conhecido por projetar as mais belas coreografias do cinema, descrevia “suas garotas” (as dançarinas) como “perolas idênticas em um fio de nylon”.  A mulher, passiva e objetificada, funciona como um objeto de fetiche, enquanto o homem assume o seu papel de voyeur.   

Moralistas cristãos, especialmente católicos, sempre tiveram uma posição muito clara em relação a “indecência” em Hollywood. Em 1922, os estúdios se uniram para criar o MPPDA (Motion Picture Producers and Distributors of America) e indicar Hays para ser o presidente dessa organização, com o objetivo de limpar a indústria cinematográfica de todos os males. 

Com a popularização do cinema americano, Hollywood, se tornou a terra do pecado e do sucesso, atraindo artistas, investidores e, principalmente, escândalos. Preocupados com possíveis intervenções do Estado, os estúdios se uniram, novamente, em 1930, para criar o Motion Picture Production Code. O objetivo inicial, desse código, era evitar a censura, criando um guia para auxiliar os estúdios durante a produção audiovisual. 

Porém, em 1934, Joseph Breen, um católico fervoroso, assumiu a presidência do MPPDA, e, no dia 1° de julho de 1934, instituiu o Código Hays. A partir de então, as peças audiovisuais só poderiam ser exibidas nas telas de cinemas americanas, ou até mesmo entrar em produção, depois de receberem o selo de aprovação do Código.  

O Motion Picture Production Code durou mais de 34 anos, até 1968, construindo, dessa forma, no imaginário coletivo, uma américa idealizada, a terra da liberdade, com príncipes de terno e gravata e princesas virginais. Esses filmes calcaram, durante anos, barreiras de gênero e raça, que ainda são visíveis na produção cinematográfica atual, e fizeram parte do consumo cultural, que formou os inúmeros profissionais, que hoje, atuam em importantes cargos da indústria do cinema em todo o mundo.

Sob as limitações do Código, a sétima arte entrava em um novo período. Os filmes não só estavam proibidos de exibir nudez ou qualquer linguagem obscena, a partir de agora, os estúdios deveriam seguir uma extensa lista de do’s and don’ts/be careful (faça e não faça/tenha cuidado). Dessa forma, mais uma vez, a mulher seria submetida a posições secundarias; o sexo antes do casamento, o adultério e o divórcio estão proibidos – e caso a personagem cometa qualquer um desses “pecados”, mesmo em nome do enredo, ela deve sofrer as consequências do seu ato.

NÃO FAÇA 

TENHA CUIDADO 

Escravidão branca Violências, roubos e furtos 
Miscigenação (relações afetivas ou sexuais entre negros e brancos) Simpatia com criminosos 
Nudez Pessoas e instituições públicas 
Ofender, ridicularizar ou profanar crenças religiosas (mais especificamente as católicas, cristãs e protestantes) Homem e mulher deitados na mesma cama e cenas de beijos excessivos 
Gestos e posturas vulgares Estupro 
Tornar vícios atraentes (jogos de azar, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas) Crueldade com crianças e animais 
Referências a perversões sexuais e doenças sexualmente transmissíveis Sedução deliberada 

 

Essa lista, apesar de diminuir o papel da mulher como objeto sexual, diminuía sua representação em geral, tornando-as, em todos os filmes, personagens rasas resumidas a “boas” ou “más”. 

Antes da instalação das regras, as mulheres podiam enganar os homens, os fazer de bobos, roubar, matar, trair e isso não significava que estas iriam se dar mal no fim, o que contrasta com os filmes feitos durante o código, onde as personagens “impuras” deveriam morrer, serem presas, ou algo do gênero. 

Os atores e principalmente as atrizes que alcançaram o sucesso durante os anos pré-Código, interpretando personagens complexos e misteriosos, de repente estavam enfrentando dificuldades com péssimos roteiros e com personagens fracos. Algumas estrelas de Hollywood conseguiram sobreviver a transição: Shearer e Stanwyck, por exemplo, mantiveram sua popularidade. Porém, algumas lendas do cinema americano, como Garbo, Marlene Dietrich e Mae West, começaram a perder público poucos anos após a aprovação do Código. Indefesa e frágil, a mulher do cinema, já não representava a mulher atuante na sociedade, que enfrentou os anos difíceis da Depressão e estavam prestes a encarrar a Segunda Guerra Mundial. 

Mick LaSalle escreveu em ‘Complicated Women’ que o Código “[…] foi designado para colocar o gênio de volta na garrafa – e a mulher de volta na cozinha”. O papel da mulher, mais uma vez, estará restrito aos moldes do cinema mudo – a ingênua ou a vamp (que agora será chamada de femme fatale, reforçando o seu papel de vilã) voltam as telas de cinema do mundo todo. 

Em 1939, Dietrich, famosa pelos seus grandes papeis durante o cinema pré-Código, volta as telas depois de dois anos sem atuar, com o aclamado western, ‘Destry Rides Again’ (1939). O filme conta a história do jovem xerife Destry Jr. (James Stewart), que chega na pequena cidade de Bottleneck para acabar com o crime organizado. Dietrich interpreta Frenchy, uma cantora e dançarina do bar local, namorada e cúmplice do chefe da organização criminosa.  

Frenchy, a nova femme fatale do cinema americano, é uma personagem provocativa – suas roupas são curtas e a maquiagem é carregada – uma perfeita atriz de cabaré, a personagem canta músicas provocativas e recebe atenção de todos os homens da cidade. Porém, qualquer semelhança com as mulheres independes do cinema que antecedeu o Código, acaba por aqui. Frenchy se apaixona por Destry, que não se entrega ao “pecado da carne” e, no final da trama, a dançarina morre em seus braços depois da batalha final entre o bem e o mal – com a vitória do jovem xerife, que se torna o herói da cidade. 

A cena final do filme ilustra o significado do Código para o papel feminino. Frenchy, para os padrões do Código Hays, é uma mulher “má”, pois a personagem não é casada, mantém um relacionamento com um bandido e vive em um ambiente hostil. De acordo com a censura, sua única saída é sofrer “a punição”, que nesse caso vem com a sua morte, no último ato do longa.

O Caminho para El Dorado | 25 anos da SUBESTIMADA animação da DreamWorks

O cenário da animação nos anos 1990 era apenas um: a total hegemonia criativa da Walt Disney Studios era inegável, ainda mais após a Renascença experenciada pela Casa Mouse com o lançamento de ‘A Pequena Sereia’. Apenas à época, títulos como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’ e ‘Mulan’ encantaram os críticos e o público ao redor do planeta, consolidando o conglomerado como um importante polo criativo, artístico e financeiro. E é claro que a companhia expandiria seu impacto pelos anos 2000, ofuscando produções igualmente bem projetadas de outros estúdios, como a DreamWorks – que eventualmente ganharia prestígio ao conquistar o primeiro Oscar de Animação da história com ‘Shrek’.

Todavia, antes das peripécias do ogro mais amado do cinema, uma singela e subestimada aventura foi lançada nos cinemas: O Caminho para El Dorado. Explorando um dos mitos mais populares da América Latina e do imaginário popular, a trama nos transporta para a competitiva cultura ultramarina do século XVI e acompanha Miguel (Kenneth Branagh) e Túlio (Kevin Kline), melhores amigos golpistas que colocam as mãos em um mapa cuja rota está traçada para a lendária cidade de El Dorado. A lenda diz que o local foi construído em ouro maciço, chamando a atenção da cobiçosa dupla – mas Miguel e Túlio precisam dar um jeito de driblar a fúria das vítimas que enganaram com seus truques e botar as mãos em uma embarcação.

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Inadvertidamente, os dois vão parar no navio do impiedoso Hernán Cortés (Jim Cummings), um conquistador espanhol que não gosta de forasteiros e prende os amigos, que serão vendidos como escravos para as plantações de açúcar em Cuba. Porém, Miguel e Túlio conseguem escapar com a ajuda de um maltratado cavalo que apelidam de Altivo – e, seguindo o mapa, encontram a entrada para El Dorado, onde são recepcionados pelo fanático alto-sacerdote Tzekel-Kan (Armand Assante) e o Chefe Tannabok (Edward James Olmos) e confundidos com deuses de profecias milenares que retornaram para reclamar o trono da imponente cidade. Os dois, então, percebem que podem se aproveitar da ingenuidade dos nativos para levarem o ouro de volta para a Espanha e viverem em mordomia – isto é, até a jovem Chel (Rosie Perez) descobrir sobre o golpe e firmar parceria com eles.

Dirigido por Eric “Bibo” Bergeron e Don Paul, a animação foi um fracasso crítico e comercial à época de seu lançamento, dividindo a crítica com meros 50% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$76,4 milhões nas bilheterias (contra um alto orçamento de US$95 milhões). E um dos fatos que justifica esses baixos números provêm da já mencionada hegemonia da Disney com animações que não apenas revolucionaram o gênero, como foram abraçadas por inúmeros realizadores nas décadas subsequentes; em outras palavras, O Caminho para El Dorado soou um tanto quanto emulativo quando comparado com produções similares.

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A verdade é que, vinte e cinco anos depois de sua estreia nas telonas, a produção da DreamWorks permanece tão honesta e inofensiva quanto antes – e esse é o aspecto de maior sucesso do longa-metragem. Através de breves noventa minutos que recriam uma espécie de Jornada do Herói bem-humorada e bem-apessoada, o enredo assinado por Ted Elliott e Tery Rossio constrói dois simples e controversos personagens que se tornam heróis improváveis de um povo subjugado ao fanatismo religioso e ao medo constante, esbarrando aqui e ali na síndrome do “salvador branco”, mas que deve ser lida com os olhos da época. Afinal, a ideia aqui é apenas entreter – e é interessante ver como a obra começou a viralizar nas redes sociais, caminhando para se tornar um clássico cult.

É claro que alguns temas abordados pelo filme pecam pelos estereótipos forçados e por tropos que, com certeza, seriam deixados de lado no dia de hoje. Entretanto, a ideia aqui é contar as aventuras de dois amigos que se lançam mar adentro para encontrar um tesouro escondido – resgatando os elementos clássicos de filmes de aventura que se popularizaram nos anos 1980 e alcançaram seu ápice na década seguinte. E, através de uma colorida e teatral construção cênica, o resultado é bem mais positivo do que o esperado e, ainda que não seja uma obra-prima, tem seus méritos por não se levar a sério e por ter ciência dos próprios limites.

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Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da Netflix.

‘The Off Weeks’: Astro de ‘Succession’ entra para a nova minissérie do direto de ‘Uma Ideia de Você’

Segundo o DeadlineArian Moayed (‘A Fonte da Juventude’, ‘Succession’) foi escalado na nova série limitada The Off Weeks, da Apple TV.

O astro se junta aos previamente confirmados Jessica Chastain (‘George & Tammy’) e Ben Stiller (‘Ruptura’), que também assumem o cargo de produtores executivos.

A produção contará com oito episódios.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) irá dirigir os capítulos e assume a cadeira de produtor executivo ao lado de Alissa Nutting (‘Made For Love).

Nutting também entra como showrunner.

O projeto acompanha o professor de escrita criativa Gus Adler, cujo divórcio transformou sua vida em um caos. Ele luta para manter a calma durante as “semanas boas”, quando tem a custódia dos filhos. Mas nas “semanas ruins”, ele se apaixona perigosamente por Stella West, uma mulher misteriosa cuja chegada coloca as obrigações da semana boa e as ambições da semana ruim de Gus em rota de colisão fatal.

Jordana MollickPaul LeeGabriel FisherPeter PrincipatoAllen FischerBrian SteinbergDean Bakopoulos completam o time de produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Ranqueamos TODOS os álbuns de vencedora do Grammy Olivia Rodrigo

Nos últimos dias, Olivia Rodrigo voltou ao mundo da música com seu já aclamado terceiro álbum de estúdio, you seem pretty sad for a girl so in love.

Apresentando um forte amadurecimento quando em comparação com seus dois primeiros álbuns de estúdio, a vencedora do Grammy encontrou sólida recepção crítica, conquistando impressionantes 89 pontos no agregador de reviews Metacritic, além de caminhar para uma impressionante estreia nas paradas de todo o mundo – com o #1 na Billboard 200 praticamente cravado a esse ponto.

Continuando uma gloriosa e expressiva carreira como um dos principais nomes da atual geração da música, Rodrigo resolveu explorar temas românticos sob uma ótica diferenciada e dividida em dois momentos – ‘girl so in love’ e ‘you seem pretty sad’, navegando pelos altos e baixos do amor com uma profundidade apaixonante, dilacerante e memorável, que conta com os singles “drop dead”, “the cure” e “stupid song” e que já entra para a lista dos melhores discos do ano.

Enquanto you seem pretty sad for a girl so in love se sagra um dos frontrunners para conquistar a cobiçada estatueta de Álbum do Ano na próxima cerimônia do Grammy, é sempre interessante revisitar a carreira de um dos maiores nomes da atualidade.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando os três álbuns de estúdio de Olivia Rodrigo – que você confere abaixo.

3. SOUR (2021)

Depois de ter estrelado as séries ‘Bizaardvark’ e ‘High School Musical: A Série: O Musical’, Rodrigo resolveu explorar mais sua paixão pela música e conquistou o mundo com o lançamento de “drivers license”, seu primeiro single oficial que serviria de carro-chefe para o elogiado SOUR. Alcançando sucesso crítico e comercial, o compilado de originais se transformou em um emblemático estandarte para a Gen-Z, remando contra o cenário mainstream ao abrir portas para o bedroom pop e para canções mais intimistas e que refletiam a angústia dos jovens em uma sociedade em constante mudança.

Travando uma guerra interna consigo mesma e com as frustrações que uma vida fora do normal lhe trouxe, Olivia demonstrou uma habilidade única de transformar temas universais em particulares e vice-versa, oferecendo belíssimas e pungentes baladas como a faixa supracitada e “deja vu”, bem como irônicos versos que ganharam forma em tracks como “good 4 u” e “jealousy, jealousy”. Não é surpresa que o impacto do álbum tenha lhe rendido três estatuetas do Grammy Awards, incluindo uma merecida vitória na categoria de Artista Revelação.

2. GUTS (2023)

Dois anos depois de uma célebre e invejável estreia no cenário fonográfico, Olivia explorou outros estilos que sempre tomou como inspiração, como o rock, o pop-punk e o punk-rock. Em 2023, ela se aliou novamente ao produtor Dan Nigro para um segundo álbum que daria continuidade a uma carreira que ainda tem muito a nos contar – e que ganhou o nome de GUTS. Aqui, apesar de se manter firme às análises sobre angústias internas e sobre se sentir deslocada no mundo, a artista remodelou seu modo de enxergar seu cotidiano ao brincar com os próprios temores e ao se deixar levar pela dor de amadurecer.

O irretocável disco teve como lead single a semi-balada “vampire”, que conquistou três indicações ao Grammy, sendo seguido da ótima “bad idea right?” e da divertida e despojada “get him back”, permitindo que Olivia navegasse por uma multiplicidade efervescente de gêneros que prestou homenagens a nomes como Avril Lavigne, blink-182 e Paramore. E, como se não bastasse, o compilado integrou algumas das baladas mais poderosas e dolorosas da performer, incluindo “the grudge” e “making the bed”.

1. YOU SEEM PRETTY SAD FOR A GIRL SO IN LOVE (2026)

O álbum mais recente de Olivia é uma conquista não só para a própria carreira da cantora e compositora, mas para a própria música, afastando-se por completo das pulsões mainstream à medida que encontra uma identidade única e automaticamente relacionável que nos leva numa viagem frenética e bastante contundente pelos altos e baixos do amor. you seem pretty sad for a girl so in love, lançado no último dia 12 de junho nas plataformas de streaming, não poderia ocupar nenhum lugar além do primeiro na nossa lista – e a lista de motivos é interminável.

Ao dividir seu mais novo compilado de originais em duas partes, Rodrigo nos convida por uma montanha-russa de sentimentos que inclui o lado bom e ruim de se apaixonar, e o lado bom e ruim de quando um relacionamento chega ao fim – singrando por faixas como “drop dead” e “stupid song” para demonstrar seu amor infinito por alguém, e embarcando em um processo de cura que se estende para canções como “the cure”, “less” e “cigarrette smoke”. E, como podemos imaginar, ela não deixaria de fora sardônicas construções que vão ao encontro de sua vibrante personalidade – como as ótimas “my way” e “expectations”.

Netflix vai criar ‘estratégia amigável’ para evitar o compartilhamento de senhas

De acordo com o Comic Book, o diretor de produção da Netflix, Greg Peters, revelou que sua equipe está monitorando o compartilhamento de senhas entre os usuários da plataforma.

Ainda que a empresa não tenha planos para reprimir a prática, o executivo admitiu que gostaria de procurar maneiras amigáveis para retardar o compartilhamento de contas.

“Estamos monitorando usuários que compartilham suas senhas e estamos analisando a situação para encontrar maneiras amigáveis ​para evitar que isso continue se repetindo, mas ainda não temos planos para impedir a troca de informações.”, disse Peters em um comunicado.

Apesar dos compartilhamentos, a gigante do streaming está se recuperando da significativa perda de assinantes registrada no segundo trimestre do ano.

Em um relatório, a Netflix divulgou que pretendia atrair 7 milhões de assinantes no terceiro trimestre de 2019, e conseguiu 6,77 milhões, um número razoável em vista do crescimento de diversas concorrentes.

Filmes da Marvel merecem mais destaque nas temporadas de premiações, diz Chris Evans

É muito raro quando filmes de super-heróis ganham destaque nas temporadas de premiações, mas títulos como ‘Pantera Negra’ e ‘Coringa‘ já conseguiram ser indicados ao Oscar de Melhor Filme.

Mesmo assim, Chris Evans disse ao Deadline que as adaptações da Marvel merecem mais reconhecimento da indústria cinematográfica.

“Há todo um debate sobre a ideologia por trás dos filmes da Marvel Studios, mas isso acaba sendo ignorado porque são filmes baseados em quadrinhos de super-heróis. Se você imaginar que os personagens não são tirados das HQ’s, você enxerga ali um filme como qualquer outro. Sei que nem todos os filmes [baseados em quadrinhos] tem esse potencial, mas está na hora dessas produções serem levadas a sério nas temporadas de premiações.

Lembrando que a maioria dos filmes do gênero costuma receber indicações para prêmios técnicos, como Melhor Edição de Som ou Melhores Efeitos Visuais.

Agora resta torcer para os representantes das principais premiações reconheçam o potencial das adaptações de quadrinhos daqui para frente.

O que você acha da ideia?

No início do ano, ‘Vingadores: Ultimato‘ (Anthony e Joe Russo) foi indicado ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais no Oscar 2020. No entanto, a estatueta foi entregue a ‘1917‘, o épico de guerra dirigido por Sam Mendes.

Lançado em 2019, o longa tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Os Simpsons’: Ex-dublador de Apu pede desculpas pela abordagem preconceituosa sobre o personagem

O ator Hank Azaria já deu voz a mais de 160 personagens ao longo das temporadas de ‘Os Simpsons‘, mas ficou mais conhecido por dublar Apu, o imigrante indiano que administra a loja Kwik-E-Mart.

Devido ao tom satírico da animação, não é novidade que Apu já foi retratado de forma estereotipada e preconceituosa diversas vezes.

Durante uma entrevista para o podcast Armchair Expert, Azaria foi questionado sobre o assunto e pediu desculpas pelos anos em que contribuiu com

“Peço desculpas por perpetuar estereótipos por tantos anos com esse personagem. Parte de mim sente que devia pedir desculpas a todas as pessoas indianas deste país [Estados Unidos]. Às vezes eu peço, quando tenho essa oportunidade.”

Azaria ainda disse que personagens de etnias variadas deveriam ser dublados por pessoas que correspondem a essas etnias porque:

“Só um indiano vai saber até onde vai o limite das piadas sobre indianos, assim como latinos, asiáticos ou seja qual for a etnia. Isso também ajuda a construir a personalidade dos personagens. É mais autêntico, além de dar uma oportunidade a pessoas que merecem.”

A saída de Azaria foi anunciada em janeiro do ano passado, após o lançamento do documentário ‘The Problem With Apu’.

A produção levantou diversos debates e questões controversas sobre representatividade e racismo em programas de tv norte-americanos.

Depois disso, o criador de Os Simpsons’, Matt Groening, garantiu ao USA Today que tem outros planos Apu e que o público vai sentir orgulho do personagem daqui para frente.

“Eu acho as histórias de Apu fantásticas, e ele é um dos personagens com mais nuances nesse desenho animado bobo. Eu sinto orgulho de Apu, e o público também vi sentir. Estamos criando outros arcos para ele sem abrir mão das críticas que já fizemos. Ele terá outra abordagem daqui para frente.”

Lembrando que a FOX renovou oficialmente a animação para mais DUAS temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, o 34º ciclo.

Vale lembrar que, na temporada atual, a produção ultrapassou a exibição de 700 episódios.

“Todos da nossa equipe estão emocionados por mais uma renovação,” afirmou Groening. “O Homer vai perder cabelo, Milhouse usará lentes de contato e o Bart vai celebrar o seu décimo aniversário pela trigésima terceira vez.”

Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, essa é a série de comédia e animada de maior longetividade da história da televisão americana.

A trama segue as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.

A produção conta com as vozes de Dan Castellaneta, Nancy Cartwright, Harry Shearer, Julie Kavner, Yeardley Smith, Hank Azaria e Pamela Hayden.

Tom Holland revela que gostaria de apresentar o Oscar

Tom Holland é um dos artistas mais populares da atualidde por conta de seu papel como Homem-Aranha e também por seu carisma e seu humor.

E essas qualidades são tudo que um apresentador do Oscar deveria ter.

Mas será que o astro toparia a tarefa caso fosse convidado?

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Holland foi questionado com a mesma pergunta.

Inicialmente, Holland não descartou a ideia, mas disse que ainda não é o momento para isso.

“No futuro, talvez… Mas não agora. Sinceramente, eu simplesmente não tenho tempo para me dedicar a tantas coisas ao mesmo Tempo. Eu adoraria fazer isso – eu adoro esse tipo de coisa, adoro ser colocado sob pressão e fazer coisas que me sinto desconfortável. Por isso, estou interessado nisso, mas estamos falando do Oscar, É uma responsabilidade que requer dedicação para sair tudo perfeitamente.”

O engraçado é que o astro parece ter se arrependido da reposta e ligou imediatamente para o repórter que o entrevistou, dizendo:

“Eu só queria recapitular o que eu disse. Você está me perguntando sobre o Oscar, né? Eu estou meio nervoso porque você é a primeira pessoa a me perguntar sobre isso. Eu fui ao banheiro e pensei: ‘É claro que eu seria o apresentador do maldito Oscar! Que tipo de idiota não seria o apreentador do Oscar?’ Então, sim, se eles me pedissem, eu o faria, e seria muito divertido. Eu realmente adoraria.”

Falando em Oscar, Holland também brincou ao afirmar que irá ganhar uma estatueta por sua performance em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Questionado se já está preparado para dizer adeus ao personagem, ele respondeu:

“Eu sei que amo esse personagem e ficaria triste em dizer adeus. Mas eu consegui basicamente tudo que queria como Peter Parker, eu realmente acho que vou até ganhar o Oscar por este filme. Então está ótimo.”

Lembrando que o longa continua em exibição nos cinemas e está escalando bilheterias.

Até o momento, já são US$ 876,2 milhões mundialmente.

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Pantera Negra 2’: Tenoch Huerta diz o que os fãs podem esperar do Namor

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro, e vai contar com a presença de Tenoch Huerta (‘Narcos: Mexico’) como Namor, o Príncipe Submarino.

Durante sua participação na convenção D23, Huerta disse ao Comic Book o que o público pode esperar do personagem.

“Meu personagem é o Namor e o que as pessoas podem esperar dele? Bom, como governante de um reino marítimo, ele está o tempo todo protegendo seu povo. Ele está cuidando deles e é capaz de fazer o que for preciso para protegê-los. Mesmo que isso signifique ultrapassar limites, ele irá ultrapassar.”

Lembrando que o personagem sofrerá algumas alterações em sua origem.

Há algumas semanas, o portal divulgou que o reino submerso de Namor será inspirado na cultura Asteca e será chamado Talocan.

Já nos quadrinhos, Namor é retratado como o rei de Atlântida.

A informação foi revelada pelo compositor Ludwig Goransson.

“Durante as noites dessas viagens, tivemos sessões de gravação com artistas contemporâneos que se assemelhavam aos personagens e ao material temático explorado no filme. Usando o roteiro de Ryan Coogler e Joe Robert Cole como modelo, junto com as gravações dos músicos tradicionais, começamos a construir um vocabulário musical para os personagens, enredos e culturas de Talocan e Wakanda.”

Não se sabe o motivo da real da mudança, mas os fãs suspeitam que a Marvel queria evitar comparações com o Aquaman, que também é governante de Atlântida nos quadrinhos da DC.

Apesar da mudança de nome da cidade submersa, o visual do Namor está agradando o público, já que ele veste a clássica sunga verde dos quadrinhos, tem orelhas pontudas e usa um par de tornozeleiras aladas, que lhe dão a capacidade de voar.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Angela Basset, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira, Dominique Thorne e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Mufasa’: Derivado de ‘O Rei Leão’ pode dar início a uma nova franquia

A animação original de ‘O Rei Leão‘ (1994) gerou uma grande franquia, resultando nas sequências ‘O Rei Leão 2: O Reino de Simba‘ (1998) e ‘O Rei Leão 3 – Hakuna Matata‘ (2004).

Até mesmo uma séries de TV foram criada após o sucesso da trilogia, como ‘Timão & Pumbae a recenteA Guarda do Leão‘.

E a versão live-action do filme pode estar se encaminhando para o mesmo destino.

Após o remake lançado em 2019, já foi confirmado um derivado focado em Mufasa, o pai de Simba, que chegará aos cinemas em 2024.

Em entrevista para o The New York Times (via The DisInsider), Sean Bailey, presidente da Walt Disney Studios Motion Picture Production, disse que:

“Após o filme de Mufasa, a franquia ‘O Rei Leão pode se expandir em uma grande e épica saga como a franquia ‘Star Wars‘. Há muito espaço para explorar se pudermos encontrar as histórias.”

Infelizmente, ele não entrou em detalhes sobre os planejamentos para a saga, mas as possibilidades são inúmeras, desde o aprofundamento de personagens já conhecidos do público ou a apresentação de personagens ainda inéditos.

O que você acha da ideia?

Lembrando que o filme dedicado a Mufasa vai acompanhar sua trajetória antes dele se tornar o pai de Simba.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece, Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

O projeto será dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência. 

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O diretor Barry Jenkins falou sobre o projeto:

“Ajudando minha irmã a criar dois meninos durante os anos 90, cresci com esses personagens”, disse Jenkins em um comunicado. “Ter a oportunidade de trabalhar com a Disney na expansão deste magnífico conto de amizade, amor e legado enquanto continuo meu trabalho narrando a vida e a alma das pessoas na diáspora africana é um sonho que se tornou realidade.”

O roteiro já está pronto e foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

 

 

‘Stranger Things’: Will Byers é destaque nas imagens inéditas da 5ª temporada; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Ross Duffer, co-criador de Stranger Things‘, compartilhou novas imagens dos bastidores da 5ª temporada.

Desta vez o destaque vai para Will Byers (Noah Schnapp), que aparece de casaco em uma imagem, enquanto outra o mostra deitado no que parece ser uma floresta junto a uma misteriosa criança.

Confira:

Lembrando que Will também ganhou bastante destaque na 4ª temporada desde a comovente cena em que ele se declara indiretamente para Mike (Finn Wolfhard).

Enquanto explica a Mike o quanto Eleven (Millie Bobby Brown) o ama, Will lhe diz para retribuir esse amor e aceitar a amada com todas as diferenças que ela carrega, porque “ser diferente” é algo que poucos aceitam.

No entanto, fica claro para Jonathan (Charlie Heaton) e para o público que Will também estava falando de si mesmo para Mike, um indicativo de seus sentimentos amorosos pelo amigo.

Em entrevista para a Variety, Schnapp revelou que houve pistas sobre os sentimentos de Will em relação a Mike desde a 1ª temporada.

E mesmo que o personagem não tenha falado abertamente sobre sua sexualidade, Schnapp confirmou que Will é gay.

“Obviamente, isso foi sugerido desde a 1ª temporada: é algo que sempre esteve lá, mas você nunca notou porque achava apenas que ele crescendo em ritmo mais lento que seus amigos. Agora está 100% claro que ele é gay e que ele ama o Mike.”

Ele continuou:

“É um arco lento, que não podia ser feito às pressas. Eu acho que o tema é abordam de uma forma linda, porque é tão fácil fazer um personagem ser gay de repente. As pessoas vieram até mim – eu estava em Paris e um homem de 40 anos veio até mim e disse: ‘Uau, esse personagem de Will me fez sentir tão bem. Ele é exatamente como eu durante a infância. Isso me deixou tão feliz. Eles estão escrevendo esse personagem de uma forma real, com uma jornada e uma luta interna que representa muito bem [a comunidade LGBTQ+].”

Anteriormente, os criadores da série, Matt e Ross Duffer conversaram com o Collider e disseram como a declaração do personagem foi importante para reforçar esse tema.

Noah é incrível. Ele foi simplesmente incrível naquela cena [da declaração] porque não foi preciso dizer nada sobre sua sexualidade, suas palavras e o olhar de Jonathan foram o suficiente para fazer o público entender. Eu também amo aquela cena entre ele e Charlie. Seu irmão estando lá para ele, sabe? Para o que der e vier”, disse Matt.

Ele ainda sugeriu que a sexualidade do personagem terá mais foco na última temporada.

“Tudo que posso dizer sobre a 5ª temporada é que grande parte do foco será sobre a jornada de Will como um todo. Ele terá mais destaque em sua maioridade. O que tem sido um desafio por várias razões, algumas das quais são sobrenaturais. Mas você está começando a vê-lo se tornar ele mesmo.”

Ross acrescentou: “Acho que você verá isso com alguns arcos de personagens, não apenas com Will. Mas também com Steve (Joe Keery) e Nancy (Natalia Dyer), e seu relacionamento com Jonathan, onde as coisas não estão totalmente resolvidas. Os personagens talvez vão dar alguns saltos, e esse é o caso de Will, mas essa jornada ainda não acabou. Tudo isso terá um papel enorme enquanto tentamos encerrar a trama principal.”

Vale lembrar que a expectativa é que o ciclo final seja lançado apenas em 2025.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘The Mandalorian’: Lizzo e Jack Black são destaque em novos cartazes individuais da série; Confira!

O novo episódio de ‘The Mandalorian‘, intitulado ‘Armas de Aluguel‘, já está disponível no Disney+.

Desta vez, Din Djarin (Pedro Pascal) se une a Bo-Katan (Kate Sackhoff) para encontrar ex-aliados da mandaloriana no planeta Plazir-15. No entanto, eles são surpreendidos quando são requisitados pelos representantes democráticos do planeta para uma missão.

Este episódio apresenta algumas participações especiais de atores inéditos no universo de ‘Star Wars’, como Jack Black e a cantora Lizzo, que interpretam o Capitão Bombardier e a Duquesa, líderes do planeta.

E agora, o perfil oficial da série revelou oficialmente seus cartazes individuais.

Confira:


E aí? O que você achou da participação dessas celebridades na série?

Lembrando que os dois últimos episódios de The Mandalorian‘ foram essenciais para a narrativa da série.

Além de dar mais destaque aos Cavaleiros Jedi no flashback sobre o resgate de Grogu durante a invasão ao Templo, a trama também mostrou os Mandalorianos saindo de seu esconderijo rumo a um novo lar em Nevarro.

Bo-Katan Kryze também tem uma nova missão, sendo enviada pela Armeira para trazer mais guerreiros de seu povo para se unir ao Caminho.

E agora que restam apenas três episódios para o fim da 3ª temporada, a Disney+ divulgou um belo pôster ilustrado reunindo os Jedi e os Mandalorianos.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio chega à Disney+ em 12 de abril.

As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.

Pedro Pascal (‘The Last of Us’) estrela a produção como o personagem titular. O próximo ciclo ainda conta com o retorno de Giancarlo Esposito, Carl Weathers, Katee Sackhoff, Emily Swallow e Omid Abtahi.

‘Quarteto Fantástico’: Site revela possível título de produção e CONEXÃO com ‘What If…?’

De acordo com o site The Cosmic Circus (via Heroic Hollywood), o reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ recebeu seu título de produção, que pode indicar algum detalhe do aguardado filme da Marvel Studios.

O site afirma que o título provisório de produção é “Blue Moon” (Lua Azul).

Nos quadrinhos do ‘Quarteto Fantástico‘, há uma edição onde o grupo explora um local chamado na Lua, denominado “Lado Azul da Lua”, uma espécie de “Terra Artificial” onde eles descobrem a existência do Vigia Uatu.

Vale lembrar que, no MCU, Uatu aparece na série animada ‘What If…?‘ e é interpretado por Jeffrey Wright.

Será que veremos sua versão em live-action no filme do Quarteto?

De acordo com o insider Daniel RPK em seu Patreon, nenhuma negociação foi finalizada com a Marvel Studios devido à greve de atores em curso. A definição do elenco só deve ocorrer após o término da greve.

As especulações apontam para algumas figuras notáveis de Hollywood. Jake Gyllenhaal, que já participou do MCU como Mysterio em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, está supostamente sendo considerado para interpretar o Senhor Fantástico.

Vanessa Kirby foi mencionada como uma possível escolha para a Mulher-Invisível, enquanto Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach estão sendo cogitados para os papéis de Tocha-Humana e Coisa, respectivamente.

Em entrevista ao Collider, o diretor Matt Shakman, confirmou que as gravações do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ serão iniciadas na primavera norte-americana de 2024 (entre março e junho).

No entanto, a greve dos atores de Hollywood interrompeu o processo de escalação para o filme, e o cineasta disse que esse foi o principal motivo para que os astros e estrelas do longa não fossem anunciados.

“É difícil dizer. Como eu disse, estamos no meio de uma greve e estou cruzando os dedos para que eles consigam um ótimo acordo em breve e possamos voltar. Então, assim que isso for resolvido, haverá um plano para adiantarmos essa escalação, mas não posso dizer muito. Haverá um anúncio em algum momento! Sei que a internet está muito animada para descobrir e estou animado para compartilhar as novidades. Só posso não posso fazer isso ainda.”

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Diretor explica a importância do gato em ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’

‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ já está em cartaz nos cinemas brasileiros e vem conquistando o público com sua trama emocionante e tensa. Um dos elementos que chamam a atenção do filme é o gato Frodo, que acompanha a personagem Sam (Lupita Nyong’o) em sua jornada.

Segundo o Screen Rant, o diretor Michael Sarnoski explicou a importância do animal de estimação na trama.“Ninguém disse que deveria ser um cachorro. Eu acho que as pessoas entenderam que eu acho que os gatos são mais como animais predatórios. Eles sabem como ficar quietos, sabem como sobreviver e caçar. Eu acho que um cachorro simplesmente veria uma criatura e começaria a latir, e isso não terminaria bem. Então, fazia sentido. Também combinava com o ambiente de Nova York. Há meio que essa vibe de gato de rua que funcionou para Frodo”.

Ele acrescentou: “Eu sei que Lupita estava um pouco cautelosa sobre trabalhar com um gato porque tinha muito medo de gatos quando começamos o filme, mas ela estava disposta a se comprometer e enfrentar isso, e no final, ela adorou gatos e agora tem o seu próprio. Sempre fez sentido que fosse um gato, mas definitivamente teve seus desafios”.

Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Na trama, Sam está viajando por Nova York quando os monstros chegam à Terra. Enquanto tudo rapidamente se transforma em caos, ela terá que se unir com um homem chamado Eric. Apesar de uma pequena relutância inicial, eles decidem cruzar a cidade e sobreviver juntos.

Michael Sarnoski (‘Pig: A Vingança’) é responsável pela direção.

A produção ainda contará com o retorno do Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), além de introduzir Alex Wolff (‘Hereditário’).

A Paramount planeja que este filme ajude a estabelecer uma franquia maior de ‘Um Lugar Silencioso‘ que o estúdio possa construir nos próximos anos.

‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’, a pré-sequência estrelada por Lupita Nyong’o e Joseph Quinn, alcançou uma aprovação de 87%, baseada em 83 análises.

Apesar de ter uma avaliação positiva, o filme possui uma aprovação menor em comparação ao original ‘Um Lugar Silencioso’, que tem 96%, e à sequência lançada em 2021, que conquistou 91%.

um lugar silencioso dia um

Os críticos elogiaram o filme pela sua originalidade e habilidade em manter viva a ideia da franquia, embora o considerem inferior aos filmes anteriores da saga.

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“Como uma jornada emocional, “Dia Um” tem seus momentos. No entanto, para um filme que se propõe a ser assustador, ele é um tanto descuidado”, disse Caryn James da BBC.

“O uso generoso da trilha sonora sugere que os realizadores não confiam tanto mais no poder do silêncio. Ainda assim, o filme entrega sustos suficientes e a atuação de Nyong’o o leva até o final com destaque”, disse Damon Wise do Deadline.

“Raramente encontramos uma saga pós-apocalíptica que mantenha um caráter tão pessoal, tão conectado com a perda humana, algo que não é simplesmente esquecido no próximo susto, mas que é permitido permanecer presente”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“”Dia Um” deveria ter sido a história de origem impressionante, mas acabou se tornando um filme comum, onde todos parecem ter nove vidas — não apenas aquele maldito gato”, disse Peter Debruge da Variety.

“Assim como nos dois filmes anteriores, este alcança o equilíbrio perfeito entre ação frenética e cenas contemplativas de desenvolvimento de personagens. Dia Um também traz um frescor: Sam é, de muitas maneiras, um herói incomum”, disse Anna Smith do Total Film.

“Embora possa não satisfazer totalmente aquele impulso primordial que nos leva aos filmes de verão em primeiro lugar, ainda injeta ar fresco em uma série que corre o risco de se tornar previsível e monótona”, disse David Fear da Rolling Stone.

“Não apenas é tecnicamente bem-feito, mas também desperta emoções, o que é a razão pela qual as pessoas ainda frequentam o cinema, em sua maioria”, disse Jack King da GQ Magazine.

“Esta não é uma terra desconhecida, mas sim uma veia rica para um cineasta habilidoso explorar. E Sarnoski o faz de maneira que parece autêntica, sem ser exploratória”, disse Jordan Hoffman da Entertainment Weekly.

‘Demolidor: Renascido’: Ator compartilha foto ENSANGUENTADO dos bastidores; Confira!

O astro Wilson Bethel, que interpreta Benjamin “Dex” Poindexter, o Mercenário, compartilhou nas redes sociais uma foto dos bastidores de Demolidor: Renascido’.

Na imagem, o ator aparece completamente ensanguentado.

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Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

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Netflix divulga trailer de ‘The Woman in Cabin 10’, suspense com Keira Knightley; Confira!

The Woman in Cabin 10, novo suspense estrelado por Keira Knightley, teve seu trailer divulgado recentemente. O longa é uma adaptação do best-seller homônimo de Ruth Ware e tem estreia marcada para o dia 10 de outubro, na Netflix.

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Na trama, Knightley interpreta Lo Blacklock, uma jornalista de viagens que embarca em um luxuoso iate para cobrir uma matéria. Durante a noite, ela ouve gritos abafados e vê uma mulher ser jogada ao mar. Porém, ao reportar o ocorrido, o capitão afirma que ninguém estava hospedado na cabine ao lado e que todos os passageiros e tripulantes foram contabilizados.

A autora Ruth Ware define a história como sendo sobre: “Uma mulher que presencia algo errado, relata a verdade, mas não é levada a sério por causa de quem ela é”.

Entre os suspeitos estão outros passageiros do navio, interpretados por Hannah Waddingham, Art Malik, Kaya Scodelario, entre outros.

O elenco ainda conta com Gugu Mbatha-Raw, David Morrissey, David Ajala, Daniel Ings, Gitte Witt, Christopher Rygh, Pippa Bennett-Warner, John MacMillan, Paul Kaye, Amanda Collin e Lisa Loven Kongsli.

A direção é de Simon Stone, com roteiro assinado por Joe Shrapnel e Anna Waterhouse, a partir de uma adaptação de Emma Frost. A produção é de Debra Hayward e Ilda Diffley, com produção executiva de Cindy Holland e Richard Hewitt.

Amanda Seyfried revela surpresa ao descobrir cargo de produtora em ‘A Empregada’

A atriz Amanda Seyfried compartilhou uma história inusitada sobre os bastidores de seu novo trabalho, ‘A Empregada’. Em uma revelação bem-humorada, a estrela admitiu que só descobriu ser uma das produtoras executivas do longa semanas após o início dos trabalhos.

Em entrevista ao Deadline, Seyfried confessou que seu envolvimento com a adaptação da obra de Freida McFadden era, até onde ela sabia, estritamente artístico.

“Posso contar uma coisa? Eu sou produtora do filme. Mas não sabia disso até três semanas depois, quando vi a folha de produção e pensei: ‘Produtora executiva? Eu não assinei para isso'”, contou a atriz.

A confusão foi esclarecida após um contato com a equipe de produção, que explicou que o título foi fruto de uma negociação estratégica de seu agente.

“Eu pensei: ‘Isso realmente precisa ser um sucesso!’. Foi um daqueles créditos simbólicos, porque eu não fiz nada [na produção] para fazer esse filme. Eu apenas atuei nele”, explicou de forma honesta.

Seyfried aproveitou a situação para desmistificar os “créditos honorários” em Hollywood, fazendo uma comparação direta com colegas que exercem a função de forma integral.

“E eu pensei: ‘Isso realmente precisa ser um sucesso’. Foi um daqueles créditos simbólicos, porque eu não fiz nada para fazer esse filme. Eu só atuei nele”, afirmou.

O longa é baseado na obra de Freida McFadden, e a atriz aproveitou para comentar sobre os chamados “créditos honorários”, destacando que nem todos os atores com esse título participam ativamente do desenvolvimento do projeto.

Ela citou como exemplo Margot Robbie, que é conhecida por seu forte envolvimento criativo em suas produções.

“Essa é a questão dos créditos honorários. Não quero que as pessoas confundam. O que Margot faz é realmente desenvolver os filmes desde o início. Eu apenas entrei, me diverti bastante e fui embora. E agora é como se estivessem me mandando de férias”, concluiu, em tom bem-humorado.

Crítica | Amanda Seyfried e Sydney Sweeney brilham na DELICIOSA e despojada adaptação de ‘A Empregada’

Na trama, Sweeney interpreta Millie, uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios e se envolve em uma artimanha que pode colocar sua vida em grande risco.

A Empregada‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco. Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance original está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

‘Coringa: Delírio a Dois’: Lady Gaga ficou CHOCADA com o fracasso do filme

O desempenho fraco de Coringa: Delírio a Dois’ aparentemente era algo impensável para Lady Gaga. De acordo com um relatório exclusivo do DailyMail, a atriz e cantora se mostrou extremamente chocada e surpresa com o fracasso do filme.

Gaga inclusive esperava uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz pelo seu desempenho no filme, após Coringa, de 2019, ter consagrado Joaquin Phoenix com o Oscar de Melhor Ator.

No entanto, o filme teve uma recepção ruim tanto dos críticos quanto do público, o que se reflete até mesmo nos números de bilheteira.

Apesar da decepção, Lady Gaga já pensa em fazer o público esquecer esse fracasso.

A atriz procura um novo projeto de peso para se afastar da imagem de Arlequina. Gaga supostamente pretende atuar no próximo filme de Quentin Tarantino; no entanto, nenhuma informação sobre isso foi confirmada.

coringa delirio a dois 0
coringa delirio a dois

A decepção de Lady Gaga foi revelada após ‘Coringa: Delírio a Dois’ ter tido uma estreia decepcionante nas bilheteiras dos EUA, arrecadando US$ 37,8 milhões em seu primeiro final de semana, conforme relatado pelo Deadline. Esse valor ficou abaixo dos US$ 40 milhões inicialmente mencionados pelo estúdio na manhã anterior.

Entretanto, a fraca arrecadação não ocorreu apenas nas bilheterias domésticas, mas também nas internacionais.

Segundo a Variety, a sequência teve um fraco início de apenas US$77 milhões ao redor do mundo – uma queda considerável das projeções iniciais de US$81,1 milhões.

Os números antecipam um desastre gigantesco para a Warner Bros.. Afinal, para aqueles que não se recordam, o primeiro filme abriu com sólidos US$96,2 milhões apenas nos Estados Unidos, eventualmente arrecadando US$1 bilhão mundialmente. Analistas acreditam que Coringa 2’ tenha chances de fazer apenas US$275 milhões em toda sua corrida nos cinemas – 75% a menos que o capítulo anterior.

Até agora, o longa arrecadou apenas US$114,8 milhões no total.

“Acho que o elemento musical foi a direção errada”Jeff Block, um dos analistas do Exhibitor Relations, revelou ao site. “Se você olhar para o que fez de Coringa um sucesso, foi ir para os lugares sombrios. [O diretor] Todd Phillips quis fazer algo completamente diferente. Mas, se você não está dando ao público o que ele quer, não tenho certeza do que está entregando”.

Coringa: Delírio a Dois‘ continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘O Mandaloriano’: Spin-off de ‘Star Wars’ vai ganhar mangá exclusivo

De acordo com informação oficial divulgada, o spin-off live-action mais famososo da franquia Jedi vai ganhar histórias em quadrinhos japonesas. Ou seja, ‘Star Wars: The Mandalorian‘ receberá seu próprio mangá através das páginas da Big Gangan, braço da poderosa Square Enix.

Yūsuke Ōsawa, conhecido por escrever ‘Spider-Man: Fake Red‘ é quem assina o roteiro e arte da edição. Também foi confirmada a data de lançamento do primeiro capítulo, sendo então programada para 25 de maio no Japão.

A ideia do mangá Ōsawa é recontar a história da aclamada série, adicionando elementos inéditos, porém pela ótica oriental.

O Mandaloriano‘ tem duas temporadas disponíveis no Disney+. A série é uma criação de Jon Favreau (Homem de Ferro), enquanto Dave Filoni (Star Wars: The Clone Wars) cuida da direção e roteiro de múltiplos episódios.

Em ‘The Mandalorian‘ (no original), Din Djarin (Pedro Pascal) é um guerreiro solitário que trabalha como caçador de recompensa. Ele embarca numa jornada pelos territórios esquecidos da galáxia, logo após a queda do Império e antes da criação da temida Primeira Ordem.

‘Avatar 3, 4 e 5’: James Cameron diz que boa parte dos filmes da franquia já foi filmada

James Cameron, diretor de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, comentou em entrevista recente como enxerga a série de filmes Avatar e o futuro da franquia.

Cameron, em entrevista recente ao The Wrap, disse que boa parte dos próximos filmes já foi filmada, e toda a estrutura da franquia até ‘Avatar 5‘ já foi escrita e planejada, para que os filmes possam ser lançados mais rapidamente.

“Acho que o que as pessoas devem lembrar aqui é que ficamos muito tempo fora do mercado. Mas parte disso foi porque estávamos preparando cinco filmes. Quero dizer, um que já fizemos, quatro novos filmes e filmando dois filmes consecutivos – Filme 2, Filme 3, parte do Filme 4, e isso tem a ver com uma espécie de ponto da história e um grande salto no tempo que ocorre”, disse o cineasta.

Que continuou: “Porque filmar todas as cenas com as crianças porque elas estavam envelhecendo tão rapidamente. [Avatar 4] está totalmente escrito e totalmente projetado, [Avatar 5] está totalmente escrito e totalmente projetado. Esses filmes existem em nossas mentes. Essas histórias existem”.

“Sabemos exatamente o que estamos fazendo. Sabemos o que esses filmes serão. Só temos que passar pelo processo de finalizá-los. Então, idealmente, daqui a dois anos, [Avatar 3] sai, idealmente talvez três anos depois [Avatar 4] será lançado e, idealmente, talvez alguns anos depois [Avatar 5] será lançado”, falou Cameron.

“Portanto, não estaremos longe do mercado, então teremos essa sensação de um mundo persistente , uma história contínua que eu acho que as pessoas querem. Se eles vão investir nesses personagens, se eles vão investir neste mundo, queremos dar a eles uma cadência regular. Esse era o plano de jogo. E essa é uma das razões pelas quais estivemos fora por tanto tempo”, conclui.

Assista a nossa entrevista com elenco de ‘Avatar 2‘ e siga o CinePOP no YouTube:

Assista nossa crítica:

 

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

EXCLUSIVO: Denzel Washington como Robert McCall em vídeo de ‘O Protetor’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um featurette legendado de ‘O Protetor‘ (The Equalizer), adaptação para os cinemas da série de TV oitentista ‘The Equalizer‘.

Em ‘O Protetor‘, Denzel Washington interpreta McCall, um ex-oficial das forças especiais que simulou sua morte para viver uma vida tranquila em Boston. Quando ele sai de sua aposentadoria auto-imposta para resgatar uma jovem, Teri (Chloë Grace Moretz), ele se encontra frente a frente com gangsters russos ultra-violentos. Enquanto ele pratica atos de vingança contra todos os que agem brutalmente sobre pessoas indefesas, seu desejo de justiça se reacende. Se alguém tem um problema, está com todas as chances empilhadas contra si, e sem ter para onde correr; McCall vai ajudar. Ele é O Protetor.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista, com um featurette focado em Chloë Grace Moretz e um em Denzel Washington:

Em ‘O Protetor‘, Denzel Washington interpreta McCall, um ex-oficial das forças especiais que simulou sua morte para viver uma vida tranquila em Boston. Quando ele sai de sua aposentadoria auto-imposta para resgatar uma jovem, Teri (Chloë Grace Moretz), ele se encontra frente a frente com gangsters russos ultra-violentos. Enquanto ele pratica atos de vingança contra todos os que agem brutalmente sobre pessoas indefesas, seu desejo de justiça se reacende. Se alguém tem um problema, está com todas as chances empilhadas contra si, e sem ter para onde correr; McCall vai ajudar. Ele é O Protetor.

A série foi transmitida originalmente nos EUA entre 1985 e 1989, e acompanhava Robert McCall (interpretado por Edward Woodward), um veterano espião que tenta se redimir dos pecados do passado revertendo os erros cometidos pela lei e ajudando os inocentes.

Melissa Leo e Marton Csokas completam o elenco. O orçamento ficou na casa de US$ 50 milhões, com Washington recebendo altos US$ 20 milhões de cachê pelo filme.

Dicas de filmes de terror para assistir no Halloween

O Dia das Bruxas (Halloween) é uma ótima desculpa para as garotas colocarem suas fantasias sexies e as crianças saírem na rua pedindo “Gostosuras ou Travessuras?“. Forte na cultura norte-americana, a data também é uma ótima pedida para assistirmos um ótimo filme de terror.

Entre 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), e acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening » Hallowe’en »  Halloween.

Mas vamos direto ao assunto: para celebrar esse dia meio macabro, o CinePOP fez um listão para você escolher um bom filme de terror e não passar a data em branco.

Vamos lá?

Nos Cinemas

Ouija: A Origem do Mal

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A história se passa em 1967, em Los Angeles, e traz uma mãe de família (Elizabeth Reaser) que recentemente perdeu o marido e precisa se virar para cuidar das duas filhas, Paulina (Annalise Basso) e a caçula Doris (Lulu Wilson). Para ganhar dinheiro, ela se torna uma especialista em aplicar golpes em clientes, fingindo se comunicar com espíritos. Mas quando ela decide usar o tabuleiro Ouija para se comunicar com seu falecido marido, acaba liberando uma série de espíritos que se apoderam do corpo de sua filha e ameaçam todos ao seu redor.

O roteiro de Mike Flanagan e Jeff Howard acerta ao se aprofundar no drama familiar e na personalidade de cada uma das personagens, criando empatia com o público e nos fazendo sofrer junto com a família.

Ao mesmo tempo que o filme tem cenas assustadoras, ele também consegue adicionar humor na medida exata para assustar e divertir a plateia, algo escasso no gênero terror atualmente.

 

A Maldição da Floresta

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A Maldição da Floresta‘ (The Hallow) entra na seleta lista dos ótimos filmes de “terror” cult, que assustam sem apelar para “a música alta” ou “o gato que pula do armário”. O filme foge totalmente da fórmula hollywoodiana e surpreende ao entregar uma produção extremamente assustadora, que afeta nosso psicológico enquanto nos entrega uma trama cheia de reviravoltas.

Afetado pela crise mundial, Adam Hitchens se muda para uma casa em uma floresta irlandesa para desenvolver um trabalho de pesquisa para uma corporativa. Com sua esposa Clare, seu bebê Finn e seu cão Iggy, ele inicia a preparação para uma grande construção, mas acaba involuntariamente acordando uma legião de seres demoníacos. Isolado no meio do nada e cercado pela escuridão, Adam e Clare devem lutar para proteger seu filho e a si mesmos e sobreviver à invasão de terríveis seres malignos, que emergem das profundezas dos bosques. Ele deve agora lutar para proteger sua família contra os ataques dessas forças implacáveis.

 

 

Recentes

Invocação do Mal

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Invocação do Mal é um dos maiores sucessos de 2013. Mas ao contrário de diversos outros inexplicáveis, essa obra de terror fez por merecer. Dirigido pelo especialista James Wan (Jogos Mortais e Sobrenatural), que sai de sua zona de conforto no comando do novo Velozes e Furiosos (a ser lançado em 2014), o filme teve sua estreia bem no meio do verão americano – época de grande concorrência nas bilheterias.

Invocação do Mal acerta em todos os quesitos do que faz um bom filme de terror. Baseado em fatos reais, somos apresentados aos protagonistas do filme, o casal de investigadores do paranormal Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson(colaborador de Wan em Sobrenatural e Sobrenatural 2) e a indicada ao Oscar Vera Farmiga (Amor Sem Escalas). Os dois são autoridades quando o assunto é assombração, fantasmas, espíritos malignos e demônios.

 

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Invocação do Mal é o casal Warren. Especialistas no oculto e investigadores do paranormal assentidos pela Igreja Católica, Ed e Lorraine Warren são referência quando o assunto é o inexplicável, o fora deste mundo. O casal realmente existiu – Lorraine ainda está viva, Ed é falecido – e suas façanhas se tornaram notórias. Em 2013, os Warren tomaram as formas da indicada ao Oscar Vera Farmiga e de Patrick Wilson, com quem Wan já havia trabalhado em Sobrenatural (Insidious, 2010), e uma continuação, obviamente, só funcionaria com o retorno da dupla. O mais legal desta franquia é justamente isso, foram muitos anos combatendo o mal, e muitos casos enfrentados pela dupla, ou seja, histórias são o que não irão faltar.

Apesar de um início sem muito gás, James Wan engata novamente o fôlego esperado e não dá descanso para a plateia. São sequências intensas e ininterruptas de muito medo, sustos e no que o diretor faz de melhor, construção do clima e suspense de arrepiar. Wan ainda arruma espaço para toques artísticos, como planos sem cortes pelo interior da casa, que conta com uma direção de arte de primeira. E se o que você procura é bicho papão, o roteiro introduz criaturas que tem tudo para se tornarem icônicas (vide Jason e Freddy), nas formas do “Homem Torto”, o poltergeist Bill Wilkins e o demônio-freira Valak. Nesta quinta-feira corram para os cinemas e não esqueçam os crucifixos.

 

Canibais (The Green Inferno)

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Esta é a homenagem máxima do cineasta Eli Roth (O Albergue), amigo de Quentin Tarantino, ao cult italiano Holocausto Canibal (1980). Como no filme homenageado, um grupo de estudantes universitários viaja até a Amazônia, somente para se deparar com uma tribo canibal e viver seu pior pesadelo. A diferença está apenas nas propostas dos grupos de jovens. Enquanto no clássico de 1980 tratava-se de uma equipe documentarista, a homenagem traz um grupo de ativistas tentando salvar as florestas.

O título original “Green Inferno” é bem criativo e possui uma boa dualidade. Holocausto Canibalchocou pela violência e o realismo das cenas, se comportando como O Massacre da Serra Elétrica(1974) do seu tempo.

A Visita (The Visit)

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Night Shyamalan já foi um nome chamativo da sétima arte, acredite. De uns tempos para cá, no entanto, o cineasta parece não acertar muito. Depois de uma temporada produzindo a eficienteWayward Pines, o diretor volta ao cinema (seu último filme foi Depois da Terra, em 2013) e ao gênero que tanta ama. O problema é que os filmes de terror totalmente declarados do cineasta não costumam ser, digamos, aproveitáveis, vide Fim dos Tempos (2008) e Demônio (2010) – o qual escreveu o roteiro.

Seja como for, desta vez, em estilo found footage, Shyamalan oferece a visita mais assustadora da história aos queridos avós.

 

 

Maggie – A Transformação (Maggie)

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Arnold Schwarzenegger passou pelo Brasil e acaba de lançar O Exterminador do Futuro: Gênesis. Antes, o ex-Governator havia aparecido no terror dramático Maggie, muito anunciado pelo alto conceito de seu roteiro. O filme fez sua estreia em alguns países, mas não alcançou o resultado planejado, e agora chega ao Brasil.

Maggie talvez queira aproveitar o filão do Terminator. No entanto, a estreia que era prometida para este mês, já foi adiada para agosto – um sinal não muito bom. Na trama, Arnold vive um homem indo até as últimas consequências para proteger a integridade da filha (papel de Abigail “Pequena Miss Sunshine” Breslin), infectada com o tipo de vírus que transforma pessoas normais em zumbis, nesta devastadora nova realidade.

Amizade Desfeita (Unfriended)

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Este é um terror que foi muito elogiado pela imprensa especializada nos EUA, surpreendida com a qualidade (inesperada) do filme mirado ao público jovem e todo criado através de webcams, visto somente por telas de computador. A premissa em si não é tão criativa e aborda uma trama envolvendo bullying e vingança. O que chamou atenção foi mesmo a estrutura narrativa criada pelo cineasta Levan Gabriadze, que de forma criativa confeccionou um filme dinâmico.

O título original do filme seria Cybernatural, mas terminou trocado nos EUA pelo mais propícioUnfriended, referência moderninha. No Brasil, inicialmente o filme iria adotar o título original e ser lançado no final de maio, coisa que obviamente não ocorreu.

 

Enterrando Minha Ex

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Exibido no Festival do Rio no ano passado, e lançado nos EUA em junho, este filme recai mais no subgênero “terrir” e tem como mote o cinema de zumbis, em voga atualmente. Outro elemento que chama bastante atenção é a presença do diretor Joe Dante (Gremlins), ícone do cinema de 1980, no comando. Anton Yelchin e Ashley Greene protagonizam como um jovem casal indo morar juntos. O sujeito ainda tem dúvidas sobre os sentimentos pela moça, e tudo muda após a morte dela.

Quando parece se recuperar do luto e abrir espaço para um novo relacionamento, vindo na forma da estonteante Alexandra Daddario (Terremoto), o sujeito precisa lidar com a volta da ex, agora uma zumbi.

 

Life After Beth

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Outro “terrir” de zumbis, esta é uma produção da eficiente distribuidora e produtora A24, especializada em cinema independente de qualidade nos EUA. A história é muito semelhante à deBurying de Ex, e desta vez a namorada zumbi é interpretada pela musa indie Aubrey Plaza (Sem Segurança Nenhuma e Diário de uma Virgem). O namorado atormentado pela incrível situação é vivido pelo jovem Dane DeHaan (O Espetacular Homem-Aranha 2).

Aqui, porém, o desejo do namorado não é o de se livrar da companheira zumbi, mas sim tentar entendê-la e superar os “problemas” ao seu lado. John C. Reilly e Molly Shannon interpretam os pais da menina zumbi. Life After Beth tem quase 100% de chance de um lançamento em vídeo.

 

O Sono da Morte

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Filmes com crianças problemáticas também podem ser considerados um subgênero dentro do terror, desde A Profecia (1976). Aqui, Kate Bosworth (Para Sempre Alice) e Thomas Jane (Pássaro Branco na Nevasca) adotam um menino após a morte de seu filho biológico. E, você acertou, o filho adotivo não é exatamente normal. A criança parece manifestar seus sonhos na realidade enquanto dorme, o que pode ser bem perigoso para o casal protagonista.

A ideia é criativa, no entanto, este poderia ser apenas mais um filme de terror não fosse por um fato bem chamativo em sua ficha. Acontece que Before I Wake é o filme seguinte do diretor Mike Flanagan, que ano passado lançou (como roteirista e diretor) o elogiado O Espelho, um dos filmes de terror mais criativos e eficientes de 2014.

 

Cooties

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Cooties

A figura de autoridade dos professores sempre foi opressora para os alunos. Que tal se este quadro fosse revertido. O pesadelo do corpo docente de um colégio se torna realidade, quando as crianças do primário são contaminadas por uma infecção e transformadas numa espécie de zumbis raivosos (daqueles bem acelerados). Elijah Wood (Maníaco), Rainn Wilson (O Roqueiro), Alison Pill (Para Roma, Com Amor) e Jack McBrayer (da série 30 Rock) estão entre os professores.

Quem assina o roteiro é Leigh Whannell, a mente por trás da franquia Sobrenatural e o primeiroJogos Mortais, que, como de costume, também participa como ator.

 

Final Girl

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Outro clichê de filmes de terror vira mote dos próximos filmes na lista. A “última garota” é o termo usado para a sobrevivente nos filmes slasher (de assassinos com armas cortantes) – nos filmes do subgênero sempre resta apenas uma jovem para derrotar o vilão e contar a história. Mas o que aconteceria se a Hit-Girl de Kick-Ass fosse esta última garota?

Abigail “Pequena Miss Sunshine” Breslin (sim, ela de novo) interpreta a protagonista, uma menina treinada desde a infância para sobreviver a qualquer tipo de ameaça. Ela poderá finalmente pôr em prática seus ensinamentos quando um grupo de quatro jovens psicopatas (no melhor estilo Laranja Mecânica encontra Psicopata Americano) deseja fazer dela sua próxima vítima.

 

Terror nos Bastidores

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Com o título e ideia bem parecidos com os do filme citado acima, The Final Girls soa bem mais como uma sátira de tais filmes. Taissa Farmiga (Bling Ring), irmã da atriz Vera Farmiga, interpreta uma jovem estudante colegial, lidando com a morte da mãe atriz de filmes de terror. Incrivelmente, ela é transportada ao lado das amigas para dentro do filme de terror mais conhecido de sua mãe (papel de Malin Akerman) e assim a reencontrando.

A reunião familiar promete não ser tão doce quanto esperada, afinal um maníaco mascarado é o centro da obra e tentará as eliminar. The Final Girls foi exibido em diversos festivais de cinema especializados no gênero e chegou no Brasil direto em Home Video.

 

A Colina Escarlate

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Novo filme do criativo mexicano Guillermo del Toro, este é um terror gótico passado na Inglaterra do século XIX. A protagonista Mia Wasikowska interpreta a jovem escritora Edith Cushing. Ela se casa com Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston), e descobre sua estranha relação com a irmã Lady Lucille Sharpe (Jessica Chastain) e com mansão que respira, sangra… e lembra.

Um elenco de primeira e um diretor no auge, este é definitivamente o terror mais chamativo do ano, e uma superprodução. Bancado pela Universal, A Colina Escarlate possui um dos maiores sets de tempos recentes, já que del Toro realmente construiu cada aposento detalhado da grande mansão, segundo ele, um dos personagens mais importantes do filme.

 

Annabelle

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Na trama, um casal se prepara para a chegada de sua primeira filha. No processo de estabelecimento no bairro e amizade com a vizinhança, marido e mulher se encontram numa situação bizarra: o casal vizinho é brutalmente atacado por dois jovens, oriundos de uma seita maligna. Por algum motivo os dois jovens acabam na casa do casal, partem para o ataque violento, são mortos pela polícia, mas os danos parecem irreversíveis: antes de morrer, a mulher da seita satânica agarra-se à Annabelle, e assim, a boneca torna-se recipiente para o mal (o diabo).  Pronto, daí em diante, a boneca é jogada no lixo, mas retorna para o acervo do casal, misteriosamente, estes, já morando em outra cidade e tentando recomeçar a vida. Neste processo narrativo, todos os ícones do terror de base católica são apresentados: esculturas bizarras, livros de ocultismo, coadjuvantes com histórias de horror para contar, pregações de padres e as infames perturbações de Satanás, membro-chefe do inferno que não deixa o jovem casal em paz.

 

 

A Morte do Demônio

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Após ficarem presos em uma afastada cabana, cinco amigos de 20 e poucos anos encontram o Livro dos Mortos, e sem saber dos perigos presentes, conjuram demônios adormecidos que vivem na floresta. Os demônios começam a possuir jovem por jovem, deixando apenas um para lutar pela sobrevivência.

O semi-desconhecido diretor uruguaio Federico Alvarez conquista o público ao preferir chocar a plateia, mesmo que isso causasse uma demanda menor de público. É um filme para pessoas fortes e apreciadoras do gênero terror.

Fede Alvarez não quis usar efeitos em computação gráfica no filme. Tudo é explicito, e extremamente realista. Foram longos 70 dias de filmagens, com truques de mágica e ilusionismo para deixar as cenas mais próximas possíveis da realidade.

 

Uma Noite de Crime

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O evento anual conhecido como “A Purgação” (The Purge, no título original) permite que qualquer pessoa cometa os atos mais vis que desejarem sem punição alguma, somente pela tal noite. Qualquer assistência oficial, seja da polícia, bombeiros, hospitais, ou qualquer outra, será negada. Tais órgãos governamentais nem sequer funcionam na noite da purgação. Ou seja, você estará por conta própria. A proposta conseguiu diminuir muitos problemas, como a criminalidade e o desemprego no país. Tal premissa de uma realidade tão brutal daria um filmaço. Imaginem a possibilidade. De forma inusitada o filme começa sem menção alguma do fato, e quem não leu a sinopse recebe o grande baque quando o governo anuncia na TV o início da fatídica noite.

 

Uma Noite de Crime 2 – Anarquia

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Depois do sucesso inesperado do primeiro filme, uma continuação para este instigante argumento era certa: nos Estados Unidos, uma vez por ano, as pessoas estão livres para cometerem crimes e qualquer atividade ilegal, sem cair nas garras do sistema judiciário. Intitulado “Expurgo”, na seara do filme, este foi o caminho que os governantes encontraram para diminuir a taxa de criminalidade durante todo o ano, promovendo um dia de “carnavalização” no país. Durante 24 horas, tudo pode acontecer. Focando um grupo distinto e mantendo poucas relações com a trama do primeiro filme, Uma Noite de Crime 2 – Anarquia toca em temas caros para a política e a vida na sociedade atual: corrupção, pirâmide social, direito de expressão, dentre outras abordagens que tentarei explicitar ao longo do texto.

 

 

Os Suspeitos

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Com um grande elenco reunido, Os Suspeitos é encabeçado pelos astros Hugh Jackman(Wolverine: Imortal) e Jake Gyllenhaal (Marcados para Morrer).

Daí começa o pesadelo de todos os familiares envolvidos. A polícia chega para cuidar do caso, na forma do detetive Loki (Gyllenhaal). O sujeito determinado acha logo o principal suspeito, devido a descrição de um veículo próximo a área do desaparecimento, um trailer.Paul Dano (Ruby Sparks – A Namorada Perfeita) possui um ótimo desempenho, mesmo sem muitos diálogos, na pele do suspeito número 1 da abdução, o deficiente mental Alex Jones. Ele vai preso, mas após a polícia não encontrar nenhuma evidência que ligue o jovem ao caso, é obrigada a soltá-lo. O fato causa desespero, em especial no mais ativo e empenhado a agir por conta própria e fazer absolutamente tudo para encontrar a filha, o personagem de Jackman.

 

Possessão

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Baseado em fatos reais, Clyde (Jeffrey Dean Morgan) e Stephanie Brenek (Kyra Sedgwick) veem pouco motivo para preocupação quando sua filha mais nova Em se torna estranhamente obsessiva por uma caixa de madeira antiga que comprou em um brechó. Mas conforme o comportamento de Em fica ainda mais bizarro, o casal começa a temer a presença de uma força malévola. Trata-se de um dibbuk, um espírito que habita na caixa e que pode devorar a alma de quem a possui.

 

Evocando Espíritos 2

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Ao encontrar uma nova casa, que consideravam ser o lugar ideal para viver, o casal não contava que a filha caçula começaria a ter misteriosas visões de pessoas estranhas, que só ela consegue enxergar. Mas um temor muito maior se concretiza quando eles começam a testemunhar estes apavorantes fenômenos ao redor da nova casa, dando indícios de que isso poderá, na verdade, liberar um arrepiante mistério, que foi mantido em segredo durante gerações.

 

Não Tenha Medo do Escuro

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Não tenha Medo do Escuro é a mais nova produção do mexicano Guillermo Del Toro, que também assina o roteiro. Para quem não o conhece, o produtor/roteirista/diretor é o responsável por produções como O Labirinto do Fauno.

Em sua nova produção, ele abusa do susto e gritos e de uma fórmula utilizada anteriormente em sua filmografia: o terror infantil.

Na história, Sally é filha de pais separados, e tem um traço depressivo e hipocondríaco. Seu pai (Guy Pearce) a convida a morar com ele e sua nova namorada Kim (Katie Holmes). A incompreensão dos pais faz a menina se sentir não querida por eles e um tanto melancólica. Com isso, seres que habitam a casa que deles, a convida e incita-a a entrar no seu mundo.Tais seres são revelados logo no prólogo do filme, quando há uma brutal morte – típica de filmes do gênero-.

 

 

A Hora do Espanto

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O veterano Charlie Brewster (Anton Yelchin) finalmente conseguiu o que queria: está com a turma mais popular e namorando a garota mais desejada de sua escola. Na verdade, ele está tão por cima que chega a desprezar seu melhor amigo. Mas os problemas começam quando Jerry (Colin Farrell) se muda para a casa ao lado. A princípio, ele parece um cara legal, mas há algo não muito certo – e todos, inclusive a mãe de Charlie (Toni Collette), não percebem. Depois de observar algumas atitudes bastante estranhas, Charlie chega a uma clara conclusão, Jerry é um vampiro em busca de presas no bairro. Incapaz de convencer alguém, Charlie precisa achar um meio de se livrar do monstro por conta própria nesta clássica comédia de terror dirigida por Craig Gillespie.

 

Pânico 4

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Em ‘Pânico 4‘, Sidney Prescott (Neve Campbell) agora é autora de um livro de auto-ajuda, e retorna para Woodsboro na última parada de sua turnê para promover o lançamento. Lá, ela reconecta-se com o sherife Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox) – agora casados – assim como sua prima Jill (Emma Roberts) e sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente, o retorno de Sidney também traz Ghostface de volta, colocando Sidney, Gale e Dewey, junto com Jill, seus amigos e toda a cidade de Woodsboro, em perigo. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino retorna, mas desta vez, as regras são baseadas no novo clichê.

Filmes Clássicos

Pânico (1996)

Sinopse: Uma pequena e pacata cidade está em pânico: um louco, fanático por filmes de terror, está assassinando brutalmente os jovens da cidade, agindo como os maníacos das telas. Primeiro ele telefona, faz perguntas sobre filmes do gênero. Se a resposta estiver errada…

Depois do sucesso de A Hora de Pesadelo esta produção é a responsável por voltar a atrair espectadores às salas de cinema, já que o gênero andava muito em baixa. A grande sacada desta fita foi o uso da meta linguagem, ou seja, um filme de terror que fala justamente sobre os filmes de terror. O estilo agradou em cheio tanto os entendidos no assunto que se divertiam com as inúmeras citações de outros filmes como os não iniciados pois há sustos em profusão. Além das duas seqüências inspirou muitos outros filmes como ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’.

 

O Massacre da Serra Elétrica (2005)

Sinopse: Quatro amigos vão ao méxico assistir a um show. Quando eles dão carona a uma garota louca que se mata dentro do furgão, eles pedem socorro numa cidade no meio do nada. Só que ali moram Vilmer e sua família de psicopatas canibais, incluindo o mascarado Leatherface, que costuma matar as pessoas com uma serra elétrica.

Elegido pelo CinePop como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, ‘O Massacre’ consegue unir todos elementos que um assustador filme de terror precisam. Realmente um dos filmes mais fortes e chocantes de todos os tempos.

 

Jogos Mortais (2005)

Sinopse: O mistério começa quando os dois presos tentam juntar as provas deixadas para decifrar como chegaram lá, e mais importante ainda, de como eles poderão fugir. As pistas se desvendam à medida que suas identidades verdadeiras são expostas e eles percebem que são as próximas vítimas do assassino Jigsaw.

‘Jogos Mortais’ é um filme de terror muito bem elaborado, com inúmeras situações que levam o espectador a adivinhar o final, até o derramamento da última gota de sangue. A cada ato uma reviravolta, a cada reviravolta uma surpresa. O espectador vai ficando cada vez mais assustado e confuso, até chegar em um dos mais finais mais inteligentes já vistos. Um filme que vai deixar seus olhos abertos por um mês. E a luz do quarto acesa por dois. ‘Jogos Mortais’ é a retomada do verdadeiro cinema Terror.

 

O Amigo Oculto (2005)

Sinopse: Quando a mulher de David e mãe de Emily morre, pai e filha decidem se mudar para uma casa afastada da civilização. É quando a garotinha então cria o amigo imaginário Charlie. Tudo vai bem, até que todos começam a morrer. Quem será Charlie?

Mesmo partindo para o suspense psicológico, ‘O Amigo Oculto’ consegue fazer todos ficarem com as pernas bambas imaginaram como termina esta história um tanto complexa. Vale a pena pela atuação de Robert De Niro e Dakota Fanning.

Extermínio (2003)

Homem acorda do coma, e descobre que um vírus transformou a cidade inteira em zumbis. Ele recruta um grupo para lutar por suas vidas.

É, com certeza, um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. As cenas, atuações e histórias são bem elaboradas.

A Bruxa de Blair (1999)

Sinopse: Três estudantes de cinema se dirigem à Floresta Black Hills com o objetivo de rodarem um documentário sobre a lenda local, a bruxa Blair. Eles nunca mais são vistos. Um ano depois, seus equipamentos e os negativos de seu filme são encontrados.

O século termina justamente com um dos filmes mais lucrativos da história do cinema e essa produção é justamente um filme de terror. A Bruxa de Balir custou miseráveis U$ 30 mil e rendeu U$ 150 milhões. E você deve estar de perguntando, como isso foi possível? Simples, caro internauta, uma jogada marketing impecável, Os diretores fizeram o filme com atores de segunda, utilizaram material bem baratinho e o transformaram, através de boatos (com a ajuda já da Internet), em um falso documentário. A estratégia deu super certo, todo mundo queria ver o tal “documentário”. Apesar do sucesso muita gente se sentiu ludibriada (é tudo ficção) e acharam que o filme estava muito aquém de todo o burburinho criado em torno dele.

 

Entrevista com o Vampiro (1994)

Sinopse: Na São Francisco do século XX, vampiro concede entrevista a jornalista, contando como foi transformado numa criatura das trevas pelo vampiro Lestat, na Nova Orleans do século XVIII.

A escritora do livro desta adaptação, Anne Rice, não queria nem saber de Tom Cruise no papel do vampiro Lestat, depois que viu o resultado se retratou publicamente. Realmente tudo funciona bem no filme, o clima gótico e o elenco com 3 grandes nomes de Hollywood, além de Cruise estão Brad Pitt e Antonio Banderas. Não tem muitos sustos, mas por outro lado, é um dos melhores filmes sobre vampiros já feitos.

 

Frankenstein de Mary Shelley (1994)

Sinopse: Após à morte da mãe, o jovem Victor Frankenstein deixa sua casa para estudar na Universidade. Em meio ao caos causado pela cólera, ele descobre o segredo da vida, e anima criatura que será eventualmente responsável por sua perdição. Adaptação do clássico de Mary Shelley.

O estilo aqui é barroco e bem carregado, e tem uma direção no mínimo curiosa, a do inglês (que ficou célebre por dirigir filmes baseados nos livros de Willian Shakespeare) Kenneth Brannagh. É muito interessante ver também Robert De Niro, um dos maiores astros de Hollywood, no papel de monstro, coberto por muita maquiagem.

 

Drácula de Bram Stocker (1992)

Sinopse: Francis Ford Coppola retorna à fonte original do mito de Drácula e fez questão inclusive de manter o nome do escritor no nome do filme. Gary Oldman faz o papel do conde apaixonado que pensa ter reencontrado sua amada que fora assassinada séculos antes e não mede esforços para tê-la de volta.

Classificar esta fita apenas como mais um filme de terror seria no mínimo injusto. Coppola criou uma verdadeira obra de arte. A começar pelo visual deslumbrante e arrebatador.

O elenco é de primeira, com Winona Ryder fazendo o papel de objeto do desejo de Drácula e Anthony Hopkins no de caça vampiros. A produção ganhou 3 merecidíssimos Oscars: de figurinos, maquiagem e efeitos sonoros.

 

O Silêncio dos Inocentes (1991)

Sinopse: Agente do FBI é destacada para encontrar assassino que tira a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura um perigoso psicopata, encarcerado sob a acusação de canibalismo.

Esta produção de Johnatan Demme é uma espécie de divisor de águas dos filmes de terror pois foi o primeiro filme do gênero a ganhar o prêmio máximo da cinematografia mundial, o Oscar de Melhor filme daquele ano. Além deste levou a estatueta de direção, ator para Anthony Hopkins, atriz para Jodie Foster e roteiro, feito só conseguido por 3 filmes até agora. A adaptação do best-seller de Thomas Harris é ousada e foi copiado inesgotavelmente nos anos seguintes por inúmeras produções. Deu cria a mais dois filmes Hannibal e Dragão Vermelho, ambos não chegam nem aos pés do original.

 

Evil Dead – A Morte do Demônio (1983)

Sinopse: Grupo de jovens passa fim de semana numa cabana na floresta. Lá eles descobrem o diário de um arqueólogo e inadvertidamente liberam uma terrível maldição.Esta produção (que também é conhecida como ‘Uma Noite Alucinante’) é cultuada por muitos apreciadores de filmes de terror e produções B. O orçamento foi realmente baixíssimo, os efeitos especiais escassos, mas o resultado simplesmente apavorante. O clima que o diretor Sam Raimi cria é de arrepiar os cabelos do mais duro machão. Não assista este Evil Dead sozinho e à noite, você vai morrer de medo. Há mais duas seqüências, mas não se igualam ao original, enveredando inclusive para a linha do humor. A boa notícia é que Raimi já declarou em entrevistas que estaria interessado em fazer uma quarta parte da franquia.

 

Poltergeist – O Fenômeno (1982)

Sinopse: Uma família inteira se vê ameaçada por estranhos fenômenos que se sucedem em sua casa. A filha mais nova desaparece dentro de uma tela de TV e só a intervenção de uma médium poderá revelar o mistério.O clima de pavor aqui é acentuado pelo fato de uma menina muito pequena viver as piores situações. O fato dela ficar presa numa tela de TV também faz com que sintamos muito medo mesmo, inclusive do próprio aparelho em que vemos o filme. Pensa-se seriamente em jogar a televisão pela janela. As continuações (obviamente mais fracas) são Poltergeist (2) – O Outro Lado e Poltergeist (3) – O Capítulo Final.

 

O Iluminado (1980)

Sinopse: Homem enlouquesse e tenta matar mulher e filho em um assustador Hotel.Stanley Kubrick era genial e seu “O Iluminado” não é apenas uma das melhores adaptações de Stephen King, é também um dos grandes filmes de terror do cinema. Inexplicavelmente, King não ficou satisfeito com essa adaptação (existe uma outra versão – muito inferior a essa primeira – de “O Iluminado” feita em 1997, não sei se com essa King ficou feliz).
Kubrick fez um filme impecável, e quem já assistiu deve se lembrar do mórbido hotel (locação das mais geniais) no qual a família Torrance passa pelas mais horripilantes situações.

 

Halloween (1978)

Sinopse: Michael Myers foge de um hospital psiquiátrico, depois de 15 anos de tratamento, por causa da morte da irmã, e volta à cidade onde ocorreu o crime para continuar com o banho de sangue.

Este é um clássico (custou parcos U$300 mil e rendeu mais de U$ 55 milhões só nos EUA) por vários motivos, o primeiro por que transformou Jamie Lee Curte (então com apenas 19 anos) em diva das produções de terror, ela virou parâmetro de atuação neste tipo de filme (muitos, muitos gritos). O segundo motivo é por que foi dirigido por ninguém menos que John Carpenter, responsável por muitos outros bons filmes de horror como Vampiros, Eles Vivem, A Cidade dos Amaldiçoados e O Enigma do Outro Mundo. E por último por ter a trilha sonora mais hipnotizante que se tem notícia. Depois vieram inúmeras e cansativas seqüências. A última é Halloween:Ressurreição.

 

O Exorcista (1973)

Sinopse: Menina de 12 anos (Linda Blair) é possuída pelo demônio. Sua mãe pede ajuda para a igreja e recebe a visita do religioso Damien Karras, um padre psicologicamente perturbado por questionar sua própria crença e que não se sente capaz de executar a tarefa sozinho, pede ajuda a um outro padre mais experiente. Juntos tentarão exorcizar o mal que controla a garota.A partir deste filme considerado como o clássico absoluto de terror o gênero nunca mais foi o mesmo recebendo inclusive 10 indicações ao Oscar, vencendo a de melhor som e de roteiro adaptado. A fita ficou tão boa quanto o livro e deixou muita gente sem dormir durante muito tempo.

 

A Noite dos Mortos Vivos (1968)

Sinopse: Meteorito radioativo traz os mortos de volta à vida. Sete seres humanos são encurralados numa fazenda pelos zumbis canibais, vivendo noite apavorante.Este genial filme de George Romero (de baixíssimo orçamento) revolucionou o cinema. Tanto é que sua fórmula foi copiada inúmeras vezes. A sensação de claustrofobia vivida pelos personagens é passada fielmente aos espectadores, o que nos faz sentir quase que na pele todo o horror que eles vivem. Depois vieram Zombie – O Despertar dos Mortos e Dia dos Mortos, muito inferiores a este primeiro.

 

O Bebê de Rosemary (1968)

Sinopse: Jovem casal muda para prédio habitado por estranhas pessoas. Quando ela engravida, passa a ter estranhas alucinações e vê seu marido se envolver com os vizinhos.Os típicos personagens dos filmes de terror saem de cena e entra o pavor no dia-a-dia de pessoas comuns como você ou sua tia. Tudo começa como um filme leve e até romântico e pouco o pouco Roman Polanski vai carregando o ambiente até deixá-lo totalmente sufocante. Imagine que uma indefesa grávida tem de lutar contra uma demoníaca seita que quer roubar o seu bebê. Completamente apavorante mesmo tendo mais de 30 anos.

No dia da estreia no Brasil, ‘X-Men: Apocalipse’ ganha novo trailer

O trailer é internacional e foi feito para o Japão, país que só vai receber ‘X-Men: Apocalipse‘ em 11 de agosto.

Pois é, pois é.

Descrição da cena pós-créditos de ‘X-Men: Apocalipse’ é divulgada 

Assista:

Conheça os novos heróis de ‘X-Men: Apocalipse’ 

Crítica | X-Men: Apocalipse 

 

Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy) deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.

 

Mercúrio descobrirá quem é seu pai em ‘X-Men: Apocalipse’

Sequência de ‘X-Men: Apocalipse’ deve estrear em 2018

‘X-Men: Apocalipse’ se passará nos anos 80 e terá “destruição em massa”

Jennifer Lawrence muda de ideia e quer voltar nos próximos ‘X-Men’

A ação chega aos cinemas do Brasil no dia 19 de maio – uma semana antes de estrear nos EUA (27 de maio).

‘X-Men: Apocalipse’: Heróis e vilões estampam capas sensacionais da Empire

‘Deadpool’ e ‘X-Men’ não se encontrarão nos cinemas tão cedo

Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

 

 

 

 

 

 

Stephen Amell, o ‘Arrow’, visita Tyler Hoechlin nas filmagens de ‘Supergirl’

Apesar das filmagens de Arrow eSupergirl‘ estarem a todo vapor no Canadá, Stephen Amell arranjou um tempo para dar uma passada no set de Supergirl‘.

De quebra, ele registrou o momento ao lado do mais novo Superman da TV, vivido por Tyler Hoechlin.

Confira:

 

You’ll never believe who I ran into today…

Uma foto publicada por Stephen Amell (@stephenamell) em


supergirl_2

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Strange enfrenta vilão em novo comercial de ‘Doutor Estranho’

A Marvel liberou um novo comercial de ‘Doutor Estranho‘.

Confira, com os outros liberados ao longo dessa semana:

Ouça a trilha sonora dos créditos finais de ‘Doutor Estranho’

A Marvel agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 3 de Novembro de 2016.

 

 

‘Colossal’: Comédia que traz Anne Hathaway controlando monstro ganha data de estreia

A comédia sci-fi ‘Colossal‘, estrelada pela vencedora do Oscar Anne Hathaway., ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

A Paris Filmes lança o filme por aqui dia 11 de Maio, mesmo dia que estreia ‘Alien: Covenant‘.

Assista ao – BIZARRO – trailer!

O longa acompanhará Gloria (Hathaway), uma mulher comum que, após perder o emprego e o noivo, decide deixar Nova York e voltar para sua cidade natal.

Porém, quando surgem reportagens sobre um lagarto gigante destruindo a cidade de Tóquio, Gloria gradualmente percebe que está estranhamente conectada a esses eventos distantes através do poder de sua mente. A fim de evitar mais destruição, Gloria precisa determinar por que sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo.

O espanhol Nacho Vigalondo (‘Perseguição Virtual’, ‘Crimes Temporais’) é quem escreveu e dirigiu a produção. O cineasta descreve ‘Colossal’ como seu “roteiro mais ambicioso até hoje”.

Prévia do episódio 7×14 de ‘Pretty Little Liars’ promete revelar quem matou Mrs. D

A seguir, você confere duas prévias do que vem por aí no episódio da próxima semana em Pretty Little Liars‘.

Assista:

 

 

 

Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

‘Annabelle – A Criação do Mal’ ganha clipe assustador

Annabelle – A Criação do Mal‘ teve um novo – e assustador – clipe divulgado.

Assista, com os vídeos anteriores:

 

O terror só chega aos cinemas em agosto, mas a crítica especializada já teve a oportunidade de conferir a produção.

E segundo as primeiras avaliações já liberadas, a sequência – que na verdade é uma prequel – é de fato o melhor filme derivado da franquia iniciada com ‘Invocação do Mal’.

Um dos aspectos mais elogiados no terror é a habilidade de manter a tensão em momentos até considerados pequenos, através do bom uso das técnicas de filmagem, para criar contextos que chegam a dar calafrios.

E ainda que falte pouco mais de dois meses para a tão aguardada chegada da produção, nós já separamos as críticas para prepará-lo para o que vem por aí.

Confira:

“Sandberg arrebata o suspense e mantêm um ar de tensão elevada por todo o filme, tornando ainda mais fácil pular do assento em pequenos momentos amedrontadores, que em outras circunstâncias passariam despercebidos”. – Kalyn Corrigan, Bloody Disgusting

 

“Embora estivesse preso a um roteiro ruim, o diretor de ‘Lights Out’, David F. Sandberg, consegue invocar alguns pavores efetivos na prequel da boneca-demônio do estúdio New Line. […] Aqui, Sandberg novamente brinca com a iluminação, composição e suspense, enquadrando tomadas de uma forma que nos deixa constantemente procurando sombras por vestígios de movimentos, à medida que ele desenha cenas para uma tensão máxima”. – Peter Debruge, Variety

 

“’Annabelle 2: A Criação do Mal’ é a rara sequência de terror que melhor mediante o original, estrelando protagonistas mais envolventes e um final consideravelmente menos problemático”. – Jean Vejvoda, IGN

 

“A forma como Sandberg utiliza a boneca é extremamente eficiente, especialmente durante algumas cenas cuidadosas com dublês que parece ser remanescentes de ‘Invocação do Mal’, mas que são renovadas o suficiente para entregarem uma sensação única e divertida que você não esperava. […] Entre este e ‘Lights Out’, o diretor David F. Sandberg é claramente alguém para assistir. Com ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’, ele consegue – com sucesso – fazer algo totalmente seu, à medida que também respeito as produções anteriores”. – Perri Nemiroff, Collider

 

“Os sustos de Sandberg são bem sucedidos. Ele escancara uma boa linha cinematográfica entre os clássicos de terror dos anos 70 e os frenéticos e acelerados filmes produzidos para a geração com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. E só achei a história um pouco confusa, Mas Sandberg disse que quando o roteiro de ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’ chegou em suas mãos, a trama era muito mais longa e contava com as histórias de background de todos os personagens – graças a Deus ele fez mais esguio e mal”. – Staci Layne Wilson, Dread Central

 

“Como ele fez com sua estreia em ‘Lights Out’, Sandberg demonstra uma hábil afinidade para a elaboração das convenções de horror, bem como para a expansão do universo de ‘Invocação do Mal’. Depois de conquistar os pulos de sustos requisitados que fazem com que os eventos sejam engrenados, Sandberg se instala em um compasso que deliberadamente maneja os personagens em direção a um crescente perigo, conforme gradativamente revela a magnitude da ameaça que está diante deles”. – Justin Lowe, THR

 

 

Chris Pratt e T-Rex nos primeiros banners de ‘Jurassic World: O Reino está Ameaçado’

Jurassic World – O Reino Está Ameaçado‘ teve seus primeiros banners divulgados na internet, que trazem Chris Pratt e o T-Rex.

Confira:

Segundo o podcast Jurassic Outpost, o primeiro trailer de ‘Jurassic World 2′ está para ser lançado em novembro.

O podcast diz ter conseguido tal informação porque a Universal Pictures possivelmente informou as suas empresas parceiras que a divulgação em massa do novo filme começará com a divulgação do primeiro vídeo oficial, previsto para novembro.

Vale lembrar que o primeiro trailer de ‘Jurassic World‘ também foi lançado em novembro.

Jurassic World – O Reino Está Ameaçado’ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

‘Maggie – A Transformação’: Filme de zumbi com Schwarzenegger será lançado na Netflix

Maggie – A Transformação‘, drama zumbi estrelado por Arnold Schwarzenegger e Abigail Breslin (‘Chamada de Emergência’, ‘Pequena Miss Sunshine’), ganhou data de estreia na Netflix.

O filme será adicionado ao catálogo do serviço de streaming dia 7 de Agosto.

Breslin interpreta Maggie, uma garota de 16 anos que é mordida por um zumbi. O tempo de transformação é de 6 meses. Nesse meio tempo, ela vive ao lado do seu pai (Schwarzenegger), em meio a um apocalipse zumbi.

Chloe Moretz chegou a negociar para viver a protagonista, mas não assinou contrato.

A direção é de Henry Hobson. O roteiro, escrito por John Scott 3, figurou na Black List – lista dos melhores roteiros não produzidos.

Assista ao trailer:

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Crítica em Vídeo | A Morte te Dá Parabéns 2 – Uma sequência bem diferente…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO de ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ (Happy Death Day 2U)  – sequência do sucesso da Blumhouse lançado em 2017.

Assista a crítica:

Confira a crítica em TEXTO:

Crítica | A Morte te Dá Parabéns 2 troca o suspense pela ficção científica e é ainda mais divertido 

A sequência do longa, que levou mais de um milhão de pessoas aos cinemas brasileiros, mantém o mesmo tom de suspense e comédia do primeiro filme e acompanha a personagem Tree (Jessica Rothe) em mais uma empreitada. Na história, Tree descobrirá que morrer e voltar várias vezes seguidas era surpreendentemente mais fácil do que enfrentar os novos perigos que a aguardam.

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree, retorna.

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de fevereiro.

 

 

 

UAU! Arte revela a nova armadura de ‘Mulher-Maravilha 1984’

Mais uma arte de ‘Mulher-Maravilha 1984’ caiu na internet e revela a nova armadura de Diana Prince (Gal Gadot), que contará com um capacete moderno.

Confira:

Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins estarão na CCXP 2019 para divulgar ‘Mulher-Maravilha 1984’.

Em parceria com o Twitter, o painel da super-heroína da DC será transmitido ao vivo para que fãs de todos os lugares possam fazer parte da apresentação em São Paulo, levando a CCXP ao mundo – e o mundo à CCXP.

Em homenagem ao Dia da Mulher-Maravilha, comemorado hoje em todo o mundo, a Warner Bros. Pictures anunciou que  ‘Mulher-Maravilha 1984′ encerrará a CCXP deste ano de modo inesquecível no domingo, 8 de dezembro.

A apresentação no Auditório Thunder Cinemark XD contará com várias estreias, incluindo a primeira participação da estrela Gal Gadot e da diretora Patty Jenkins no evento, que apresentarão o primeiro trailer do filme, previsto para chegar aos cinemas em junho do próximo ano.

E, pela primeira vez na história da CCXP, o painel será transmitido ao vivo no Twitter, conectando em tempo real as estrelas e os 3.500 fãs presentes no local aos fãs da ‘Mulher-Maravilha em todo o mundo. Além disso, os participantes do painel poderão ver tweets de fãs ao redor do mundo em uma tela gigante no palco. O painel também contará com um bate-papo com as estrelas e outras grandes surpresas.

Para seguir o evento ao vivo: o perfil @WonderWomanFilm vai transmitir o evento ao vivo, com outros perfis do Twitter ao redor do mundo compartilhando a transmissão. Os fãs também terão a oportunidade de se inscrever para receber novidades sobre Mulher-Maravilha através do perfil @TwitterMovies.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.