A Paris Filmes acaba de divulgar o assustador trailer dublado de A Noiva, filme de terror russo que será lançado nos cinemas brasileiros no dia 21 de dezembro.
Assista abaixo.
A Paris Filmes acaba de divulgar o assustador trailer dublado de A Noiva, filme de terror russo que será lançado nos cinemas brasileiros no dia 21 de dezembro.
Assista abaixo.
A Marvel Studios começou a pré-produção do filme solo da ‘Viúva Negra‘, e o projeto é prioridade dentro do estúdio.
Segundo o Daily Mail, as filmagens devem começar no final de 2018 para uma estreia em 2020 – mesmo ano que chegará aos cinemas ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 3‘.
O estúdio atualmente procura um diretor para o filme, que está sendo roteirizado por Jac Schaeffer (‘Timer: Contagem Regressiva Para o Amor‘).
O site também afirma que o projeto pode transformar Scarlett Johansson na atriz mais bem paga de Hollywood: seu salário beira a casa dos US$ 25 milhões mais bônus de US$ 6 milhões caso o filme ultrapasse a marca de ‘Mulher-Maravilha’ e arrecade US$ 900 milhões em bilheteria.
Ansioso?
‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ ganhou um novo comercial, focado no vilão estrelado por Johnny Depp – o famoso Grindelwald.
Assista:
Apesar do astro o astro Jude Law alegar que ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ optou por não explorar a sexualidade de Alvo Dumbledore, o ator Ezra Miller revelou ao Total Film que a homossexualidade do personagem ficará bem clara no filme.
“É uma ideia engraçada para mim essa história de que toda forma de representação tem que ser bem clara. Na minha opinião, a homossexualidade de Dumbledore fica extremamente explícita neste filme. O tempo todo”, ele afirma.
Segundo ele, o romance do personagem com o vilão Grindelwald é mostrado.
“Ele vê Grindelwald como seu jovem amante, que foi o amor de sua vida; ele o vê no Espelho de Ojesed. O que o Espelho de Ojesed lhe mostra? Nada mais do que o desejo mais desesperado do seu coração. Se isso não é explicitamente gay, eu não sei o que é. Eu acho que também é realmente poderoso ter personagens que são pessoas fascinantes e dinâmicos, fazendo trabalhos mágicos no mundo, e que a história não diz respeito apenas à sua sexualidade. Reconhecer o presente que Jo Rowling nos deu escrevendo um dos maiores personagens da história literária como um homem gay, um dos personagens mais amados em todo o espectro da sociedade civil. Ela sempre será uma Deusa por ter feito isso.”, concluiu.
Assista ao trailer:
Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’
A Warner Bros. Brasil o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.
O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine Waterston, Eddie Redmayne, Alison Sudol e Dan Fogler. Johnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.
David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Os britânicos tem um humor peculiar. E adorável. Daqueles que mistura o inusitado com o ridículo, o completo nonsense e, claro, um senso de auto crítica agudo e cortante. Qualidades muito raras no humor feito no Brasil, talvez por isso ele não seja tão popular aqui. Faltam-nos essas qualidades, preferimos rir do outro que rirmos de nós mesmos, e na terra da rainha, reconhecer a essência falha meio que faz parte de ser… bom, britânico.
Good Omens – livro que, no Brasil, ganhou o titulo de “Belas Maldições” – carrega no sarcasmo ao levantar uma questão essencial: O que define o bem e o mal?
Será a bondade ou a maldade, elemento intrínseco ao ser humano? Ou construções morais definidas pelo ambiente que nos cerca e pelas escolhas que fazemos? Como um Saramago em “Caim“, Neil Gaiman usa os temas bíblicos, assim como os temas morais que fundamentam a religião cristã, como forma de discutir o que define as crenças que direcionam essas nossas escolhas. O anjo Aziraphale (Michael Sheen) e o demonio Crawley… ou melhor, Crowley (David Tennant, maravilhoso) formaram uma relação de cumplicidade (que se confunde nos mais variados níveis) que nasceu ainda no começo dos tempos, no fatídico dia em que Eva deu aquela dentada no fruto proibido (instigada por Crowlay).
Anjo e demônio, desde o florescer da civilização, caminham entre nós – e eles adoram viver por aqui, só Deus sabe porque – agindo, interferindo, algumas vezes um anulando o trabalho do outro mas, na maior parte das vezes, um colaborando com o outro, ainda que os dos lados estejam vivendo uma espécie de de guerra fria, que espera pela sua crise dos mísseis em Cuba (no caso, o Apocalipse) para pegarem em armas e recomeçar a batalha campal entre céu e inferno. A humanidade que inunda os dois personagens, que adoram os pequenos prazeres que aproveitamos – ter um belo carro, comer crepes em Paris, ter um porre de vinho falando mal do trabalho – é também a zona cinza a justificar que tudo em demasia, ou pureza, não acaba bem.
Enquanto céu e Inferno radicalizam suas posições ao alimentar a guerra entre eles quando não desafiam o “Grande Plano” – e tudo que Deus planeja (e não explica pra ninguém) coisas como o grande dilúvio, a morte de Cristo e, mais recentemente, o apocalipse – nossos heróis, primeiro questionam, para então, subverter as regras, leis e profecias, ainda que pelos bastidores. E não poderia ser mais providencial quando colocar o próprio Anticristo, ainda bebê, no lugar correto vira incumbência de Crowley. Mas, no melhor estilo das comédias de erros, em vez de levar o filho do capiroto para uma influente família americana, ele acaba com um pacato casal de uma cidadezinha nas proximidades de Londres.
A dupla acaba acompanhando, por 11 anos, a criança errada, influenciando a, cada qual do seu lado, na esperança dele crescer e se tornar um jovem equilibrado, com tendências para os dois lados, na pior das hipóteses, normal.
Uma vez descoberto o engano, começa uma corrida para encontrar o garoto certo a fim de evitar que ele encontre os quatro cavaleiros do apocalipse e dê partida no Armagedon.
Paralelamente a tudo isso, acompanhamos os jovens Anathema Device (Adria Arjona) e Newton Pulsifer (Jack Whitehall), a herdeira de uma antiga linhagem de bruxas e um atrapalhado aspirante a engenheiro da computação, herdeiro da linhagem de matadores de bruxa que as caçavam. Anathema teve sua vida inteira moldada pelo livro de profecias escrito por sua mais notável ancestral, Agnes Nutter (Josie Lawrence), a última – e verdadeira – bruxa a ser queimada, na Inglaterra. O livro é um verdadeiro manual com todo tipo de profecia, coisas bem específicas, que vão de que horas uma pessoa vai chegar em um local, até dicas de investimento sugerindo não comprar Betamax. Seu destino é impedir o fim do mundo, e no processo, os caminhos dela se cruzam com os de Pulsifer, uma vez a Nemesis da sua família, agora, aliado.
Por fim, alheio ao seu destino, o enviado das trevas Adam Young (Sam Taylor Buck) segue se divertindo com seus amigos, Brian (Ilan Galkoff), Pepper (Amma Ris), Wensleydale (Alfie Taylor) e, mais tarde, o fofo cão de guarda de Adam (sabe o cachorrão preto que sempre aparece pra cuidar da cria do tinhoso? Pois é…). Mas o destino é inevitável e o “Grande Plano” uma vez colocado em movimento, precisa ir até o fim.
Como disse no começo, como um bom produto de humor britânico, a serie abusa do inesperado, do ridículo e do nonsense, numa espiral de eventos sem qualquer aparente ligação, conectados por informações avulsas, que soam espertas mas, que no fim da contas se não nos fazem sentir espertos por capturar alguma graça de sua aleatoriedade boba, nos deixa confusos por não entender essa ligação. De uma forma ou de outra, somos feitos de bobos. E isso não é ruim, tanto que acabamos rindo de nossa própria estupidez. Esse papel de ligação vem de ninguém menos que Deus. Ou melhor, a voz de Deus, papel que ficou com a vencedora do Oscar, Frances McDormand.
É engenhoso colocar uma mulher no papel do todo poderoso – de fato, Hollywood tem, já há algum tempo, brincado com o sexo dos anjos, como quando vimos Tilda Swinton como Gabriel em Constantine (2005), e aqui, os arcanjos Miguel e Uriel são interpretados por mulheres – e Frances dá o tom e a gravidade corretos à essencial função de narrador dentro desse estilo que mistura cinismo, sarcasmo com um certo encantamento e esperança. Uma narração agridoce, que encontra ecos em outro exemplar da literatura britânica que também ganhou as telas: “O Guia do Mochileiro das Galáxias“. De fato, não é difícil se conectar com outros produtos da ficção inglesa uma vez que bebe, frequentemente, dessas fontes.
O contínuo jogo de trocadilhos e provérbios, de fazer piada da desgraça, a mistura do contemporâneo com o cafona, ou mesmo com elementos que parecem criados por crianças (afinal, o Anticristo é uma criança ainda) tem muito da aparente inocência de um “Dr Who” por exemplo (poxa, tem até o David Tennant surtando na tela!).
Aproveitando que falo de Deus, falemos um pouco do céu e inferno, duas representações distintas da ideia de ambiente de trabalho (não à toa, referidas constantemente como “Administração”). Enquanto o céu parece um daqueles prédios envidraçados tão limpos, claros e brancos que até doem na vista, o inferno é a literal representação de uma repartição pública, recriada pela produção da Tv Pirata da Globo, saída, diretamente, do inicio dos anos 90. Não passa despercebido ainda a escolha de certos papéis para certos cargos. Num elenco quase completamente formado de atores britânicos, colocar o americano Jon “Don Draper” Hamm na posição de Gabriel (todo trabalhado no fitness e numa arrogância miguxa), soa como uma provocação.
Não é pra menos, os americanos, e tudo que se refere aos EUA, é motivo de piada. É o ridículo, ou o ridicularizável, até mesmo, o profano. Esses “espaços de trabalho”, as relações internas, a forma displicente de lidar com a burocracia que envolve, como desencarnar (um perigo morrer por acidente!), até mesmo, o fato de o local onde – e os meios pelos quais – deve começar o apocalipse, ser uma base americana na Inglaterra (espaço americano em solo britânico) é uma forma de apontar o dedo para o outro lado do Atlântico. Sutil e escancarado, ao mesmo tempo. Bem britânico.
O inferno já trabalha mais a típica apatia e inépcia do trabalhador inglês médio, uma massa trabalhadora formada por tipos bem definidos que ficaram famosos em séries como “The Office” (lembra que a série nasceu lá?) e “The It Crowd“. Lá, encontramos, por exemplo, Belzebu (Anna Maxwell Martin), a chefe de departamento carrasaca e mal humorada, que deve morar num apartamento com algumas plantas mortas e um gato gordo, uma série de diabinhos com a mesma cara (Paul Adeyefa) pra mostrar o desprezo com a função dos estagiários (que sempre se lascam e pagam o pato), mas o destaque fica por conta do demônio Hastur, que o que tem de violento, asqueroso e virulento, tem de estúpido.
Diga-se, a estupidez é lei entre os seres não terrenos. Eles estão tão imersos em seguir o “Grande Plano”, o que está determinado, apenas para satisfazer seu desejo de guerra, que ignoram a complexidade humana. Assim, falham, são enganados, perdem coisas… com frequência.
Aqui entra o ponto mais importante do que citei lá no início. É divertido rir do ridículo, do inusitado, da corrente inconsistência do nonsense, mas, mais do que isso, é bom rir de si, da sua própria ignorância. A crítica a essas instituições, a qualidade falha delas mas, principalmente, das pessoas que insistem em mantê-las, em acreditar nelas. A auto crítica é a joia da coroa aqui, como em toda boa comédia britânica. Temos criticas evidentes, como a passagem de cenas bíblicas em que o demônio condena as ações cruéis de Deus contra os homens, assim como ele mostra que alguns dos momentos mais violentos da humanidade nem ele, nem qualquer outro demônio nada teve a ver com o fato – foi tudo obra da imaginação dos próprios humanos.
Subversões de temas como freiras satanistas, anjos que abusam de frivolidades e luxuria enquanto outras pessoas ao redor sofrem com a realidade do mundo, passando por situações mais sutis, como a relação fraterna entre os anjos que disfarça clássicas situações de um casamento. Até mesmo o alívio cômico (como se a série precisasse de mais um – no caso, eles formam o núcleo dos momentos “pastelão” da história) formado pela dupla Michael McKean e Miranda Richardosn (tão bom revê-la!) como Shadwell, um espécie de bêbado-louco-conspiracionista-oportunista, e Madame Tracy, a vizinha que se divide entre ocultista e dama de companhia. Juntos ilustram a atual classe baixa inglesa, já na terceira idade, que vive de subempregos ou trambiques, e vem se multiplicando pelo país. Eles são muito mais esteriótipos que arquétipos, mas funcionam e divertem.
Na parte técnica, a estética farsesca já começa na abertura que exibe uma animação em cortes de papel, imprimindo um tom lúdico e sarcástico. Os efeitos especiais, ainda que bem executados, também não tem uma preocupação grande em soarem reais. Muita coisa prefere, na verdade, reforçar o aspecto teatral, seja de tragédia, seja de comédia, que a trama desenvolve quando coloca o mundo como “o palco” de tudo. Na trilha, muito, mas muito Queen, pontuando cada movimento. Começamos com o demônio humanizado sendo apresentado a sua missão ao som de Bohemian Rhapsody. Segue com um acidente envolvendo uma bicicleta que recebe a justa trilha de “bicycle race“, a preocupação de um amigo com outro ao som de “you’re my best friend” ou quando Crowley se põe à guerra para salvar o mundo ao som de “we will rock you“.
Se parece fazer falta pincelar algo sobre as demais religiões, é porque Neil Gaiman já extrapolou o que podia com Deuses Americanos (que rendeu outra boa série). Esta já oferece muitos temas para discussão dentro da teologia cristã.
A série é curta, 6 episódios, e uma das grandes qualidades de uma trama, relativamente, complexa, com múltiplas tramas e personagens, é não dar espaço para barrigas ou subtramas desnecessárias. A tentação para fazer uma nova temporada pode ser grande, e ainda que não haja grandes pontas soltas, foram deixadas migalhas para explorar, afinal, que tipo de mundo incrível, inesperado e imprevisto no “Grande Plano” pode surgir?
Ontem, surgiram rumores de que o astro Henry Cavill estava sendo sondado pela Marvel para viver o Wolverine em ‘Capitã América 2‘. Porém, um grupo de fãs quer outro ator no papel: Danny DeVito.
Na década de 1990, surgiram vários rumores indicando que DeVito havia sido considerado para interpretar o Wolverine em um filme dos ‘X-Men’, o que nunca aconteceu, obviamente.
No entanto, parece que os fãs do astro querem que ele seja o novo intérprete do personagem no MCU e criaram um abaixo-assinado para que isso finalmente aconteça.
E, por incrível que pareça, o documento publicado no Change.org está ganhando força e já acumulou mais de 58.000 assinaturas.
Justificando o pedido, o responsável pelo abaixo-assinado afirmou que:
“Danny DeVito é o único homem capaz de assumir o legado depois de Hugh Jackman. Acreditamos que, se o Wolverine fizer uma aparição no Universo Cinematográfico da Marvel, o único homem capaz de conseguir isso é DeVito.”
Entre os comentários, diversos fãs apoiaram a causa, inclusive um deles argumentou que este seria o verdadeiro desejo de Stan Lee se ele estivesse vivo.
Outro fã foi mais categórico, declarando:
“Seu nível de autodepreciação e agressividade só se compara ao do Wolverine, e imagino os dois dizendo: ‘Quando eu morrer, apenas me jogue no lixo’. Ambos fumam mais charutos do que Ulysses S. Grant e Fidel Castro juntos. Ele é o Wolverine. Apenas junte-o com Ryan Reynolds e vocês não vão se arrepender. Vocês, filhos da mãe, fizeram coisas muito piores.”
Outros comentários apontam que DeVito tem uma altura fiel ao personagem, ao contrário de Hugh Jackman, que interpretou o mutante em nove filmes da franquia entre 2000 e 2017.
Apesar das brincadeiras, DeVito também é lembrado por outro papel icônico dos quadrinhos: o Pinguim, em ‘Batman: O Retorno’, dirigido por Tim Burton.
Os rumores se confirmaram, e a estreia de ‘Viúva Negra‘ foi adiada pela Marvel e pela Disney. Consequentemente, todos os filmes do estúdio foram adiados.
O mais interessante é que a Marvel inverteu os lançamentos de ‘Eternos‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.
Agora, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ chega aos cinemas antes de ‘Eternos‘, no dia 9 de julho de 2021.
Já ‘Eternos‘ mudou de 12 de fevereiro de 2021 para 5 de novembro de 2021.
‘Viúva Negra‘ foi de 6 de novembro deste ano para 7 de maio de 2021.
O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.
A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.
Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.
Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.
Ana Lucia Menezes, dubladora das atrizes Amanda Seyfried, Kate Mara e da Rory na série ‘Gilmore Girls‘, morreu aos 46 anos nesta terça-feira.
Ela morreu após sofrer um AVC um AVC.
A filha da dubladora, Bia Menezes, postou um belo texto falando sobre a morte da mãe.
“Esse texto estava preparado desde sexta, eu já sabia. Você não voltou pra mim. Mas voltou para sua casa. seu lar, sua morada ao lado do nosso Pai. E estou grata a Deus por isso, grata a Deus por te levar para os braços Dele, grata a Deus por fazer, não foi do nosso jeito, mas foi da maneira mais perfeita possível, como tudo que Ele faz. Você escreveu uma história aqui, e eu terei a obrigação de continuá-la porque sei que seria exatamente como você gostaria que eu fizesse. Você lutou até o último minuto, agora é hora de descansar e usufruir do que Deus preparou para Ti. Eu te amo e sempre te amarei, até a eternidade”, escreveu.
Menezes já havia gravado dois vídeos contando que passou mal em casa enquanto tomava banho.
“Fui tomar um banho, chamei minha filha. Achei que ia desmaiar. Pedi pra ela vir correndo. Senti uma dor de cabeça muito grande, como se tivesse estourado alguma coisa aqui. Fiquei quase três horas apagada. Creio que vai ficar tudo bem. Não estou enxergando muito bem, estou com a vista bem turva. Mas uma coisa de cada vez”, afirmou a dubladora.
Menezes também dublou as personagens Suzy, de ‘Peppa Pig‘, e Po, de ‘Teletubbies’.
Com toda a expectativa gerada em torno de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e as projeções indicam que a sequência deve quebrar recordes de bilheteria na era da pandemia.
De acordo com o Box Office Pro, o longa pode arrecadar entre US$ 135 milhões e US$ 185 milhões no primeiro fim de semana de estreia somente nos EUA.
Ao fim de sua corrida nas telonas norte-americanas, o título que marca o fim da atual trilogia do Cabeça de Teia pode acumular entre US$ 375 milhões e US$ 525 milhões.
Por conta disso, o portal acredita que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ pode bater facilmente US$ 1 bilhão pelo mundo.
Apesar do filme anterior ter feito US$ 1,132 bilhão, é preciso levarem conta que nem todos os cinema do mundo estão abertos e muitas pessoas ainda estão com medo de entrar em espaços fechados por conta do Coronavírus.
Mesmo assim, estes números representam a enorme força do filme, considerando que os maiores sucesso do ano também ficaram nessa faixa de projeção.
Nas bilheterias internas, ‘Velozes e Furiosos 9‘ arrecadou US$ 173 milhões, totalizando US$ 721 milhões pelo mundo.
Já ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ fechou com US$ 151,9 milhões nos EUA, terminando com US$ 710 milhões nas bilheterias globais.
‘Venom: Tempo de Carnificina‘ conquistou US$ 203,7 milhões nos EUA, mas acabou perdendo força pelo mundo, fechando com US$ 442,5 milhões.
‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ também teve a maior parte da arrecadação vinda dos EUA, com US$ 224,4 milhões. Ao redor do mundo foram US$ 431,2 milhões.
Lembrando que o último filme a ultrapassar US$ 1 bilhão pelo mundo foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, lançado em dezembro de 2019.
E aí, você acha que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ pode superar a marca?
Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.
Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
‘Avatar 2: O Caminho da Água’ finalmente chega aos cinemas em 16 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.
E faltando dois meses para a estreia, um novo teaser foi divulgado.
Assista:
In two months, experience #AvatarTheWayOfWater. Only in theaters December 16. pic.twitter.com/mUtifhr0JT
— Avatar (@officialavatar) October 16, 2022
Apesar da expectativa, a Variety divulgou que a sequência deve arrecadar menos que seu antecessor ao fim de sua temporada em cartaz nas bilheterias domésticas, nos EUA e no Canadá.
Projeções indicam que o novo filme deve fechar o caixa com aproximadamente US$ 650 milhões na região.
Já o primeiro filme fez US$ 772 milhões no mercado interno.
É claro que é preciso levar em conta que o original foi relançado recentemente e já arrecadou mais US$ US$ 30,5 milhões somando os países em que está sendo reexibido, incluindo nos EUA e no Canadá.
Caso as projeções sejam assertivas, isso significa que ‘Avatar 2: O Caminho da Água’ pode não se tornar o título mais rentável lançado em 2022.
Atualmente, essa marca pertence a ‘Top Gun: Maverick‘, que arrecadou US$ 700 milhões na América do Norte e US$ 1,5 bilhão pelo mundo.
E aí, você acha que ‘Avatar 2‘ consegue superar as expectativas?
Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.
Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.
James Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.
‘Avatar: O Caminho da Água‘ está agendado para estrear no dia 16 de dezembro de 2022 nos cinemas, com ‘Avatar 3‘ programado para estrear dois anos depois, em 20 de dezembro de 2024. Nos resta então apenas aguardar!
Longa carrega uma das histórias de produção mais conturbadas do cinema
Com sua imensa variedade de produções, a Netflix é como uma infindável biblioteca (ou locadora) no qual é muito fácil deixar certos títulos passarem despercebidos. Como em qualquer estabelecimento do tipo, os exemplares de maior nome costumam ficar à vista do visitante mais claramente do que qualquer outra coisa e no caso da Netflix esse exemplo se torna mais enfático devido à existência do algoritmo que mapeia a preferência do usuário com base no que ele consome, apresentando assim exemplares que são considerados mais apropriados para ele e consequentemente ocultando tantos outros que não se encaixam.
Um desses títulos, sem dúvida, é O Outro Lado do Vento: também conhecida como a última obra de Orson Welles. O mockumentário (falso documentário) do famoso cineasta teve uma produção extremamente complicada, marcada por processos judiciais, gravações que levaram anos para serem concluídas e escassez de recursos financeiros.
Desde o início Welles lidou com o projeto como uma obra independente, no qual não só marcaria seu retorno às boas graças de Hollywood (conforme ele acreditava) como também seria um filme no qual ele teria o controle total de tudo que aconteceria; essa seria uma situação oposta ao que lhe ocorreu enquanto produzia sua obra mais famosa, Cidadão Kane, onde o estúdio mantinha o diretor sob controle e era detentor da palavra final.

O momento em que a ideia do filme foi concebida também é muito importante, ainda mais que pela duração do desenvolvimento ela se traduz de 1970 até 2018. Quando Welles anunciou que estava desenvolvendo seu próximo filme ele já era um cineasta “exilado” na Europa e no período entre 1948 e 1956 suas produções basicamente se concentraram por lá, tais como Othello (1948) e The Immortal Story (1968).
Toda a premissa de O Outro Lado do Vento se concentra no último dia de vida de um premiado diretor chamado Jake Hannaford que, incapaz de se adaptar às mudanças pelas quais o cinema passava principalmente com o movimento da Nova Hollywood, decide apostar na produção de uma última obra que conteria todos os elementos que estavam populares na época por filmes como Bonnie e Clyde e A Última Noite de um Homem, sendo eles sexo e violência explícita.
Dessa forma, com o filme ainda inacabado, Hannaford promove uma festa em sua casa convidando críticos e associados de longa data para exibir o que já havia do material. Ao mesmo tempo em que é desenvolvida essa linha narrativa, vai se mesclando a ela cenas do filme que está sendo exibido na festa; apresentando um casal de protagonistas que jamais falam e envolvidos em várias cenas explicitamente eróticas. Por se tratar de uma obra não finalizada, esse filme secundário não mostra qualquer linha narrativa clara que o espectador possa seguir para entender o que está acontecendo, nem mesmo os personagens da festa ou envolvidos na produção são capazes de entender o que está sendo mostrado.

De qualquer forma, Welles monta sua trama principal com um trabalho de câmera propositalmente caótico em meio às várias pessoas presentes na festa e invasivo no que consta aos constantes close-ups sobre o diretor protagonista. Narrativamente o filme não segue uma estrutura que simula fielmente a fórmula de um documentário mas a câmera tem uma presença bem fluída pelo cenário, focando pontualmente em vários convidados interagindo em cômodos diferentes. De vez em quando rendendo comentários direcionados do personagem em observação sobre o que quer que esteja acontecendo.
Durante uma conversa com Peter Bogdanovich, que também foi parte do elenco, Welles indicou como seria a estrutura de condução da trama. “Eu vou usar várias vozes para contar a história. Você escuta conversas gravadas como entrevistas e você vê algumas cenas diferentes acontecendo ao mesmo tempo”.
O enredo também é considerado uma metáfora aberta sobre o processo de envelhecimento de um artista, variando em termos de associação do protagonista com o autor Ernest Hemingway, essa defendida pelo próprio Orson Welles que o conheceu na década de 30, até possivelmente com Alfred Hitchcock que outrora já havia sido uma unanimidade na indústria mas que na fase final da carreira enfrentou grande dificuldade de se adaptar aos novos tempos, entregando dessa forma trabalhos considerados medíocres como Topázio e Cortina Rasgada.

Porém, a comparação mais imediata e talvez célebre acabe sendo com a mente por trás do filme. Nas ocasiões em que foi questionado se o protagonista interpretado por John Huston (outro célebre nome no panteão de cineastas de Hollywood) era uma representação da sua persona, Orson Welles foi direto ao negar e jogar a especulação para o colo de Hemingway. No entanto, é fácil tender a comparar O Outro Lado do Vento como uma representação satírica da trajetória profissional do próprio Orson Welles.
Antes considerado um prodígio do cinema pelo feito alcançado com Cidadão Kane e até mesmo um comunicador diferenciado por um dos primeiros mockumentários da história que foi sua transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos em 1938, ele viu gradativamente os estúdios lhe dando as costas e com crescente dificuldade de financiamento dos seus projetos ele se voltou para o mercado europeu de cinema independente que foi ganhando amadurecimento a partir dos anos 50.
É justamente esse histórico complicado relacionado ao financiamento que Welles postergou por décadas a finalização de O Outro Lado do Vento. Inicialmente ele teve como principal investidor Mehdi Boushehri, cunhado do então Xá do Irã Reza Pahlavi. No entanto, após a deposição do Xá na Revolução Iraniana de 1979 o filme foi mantido em um cofre na França, primeiramente pelo novo regime do país e depois pela produtora francesa do cunhado do Xá.

Welles então iniciou uma batalha judicial para recuperar os direitos sobre os negativos; conforme é visto no documentário Serei Amado Quando Morrer, o cineasta apelou para o antigo código napoleônico relacionado à propriedade intelectual, mas a decisão da corte francesa manteve os direitos com o produtor.
Quando chegou o ano de 1985, Orson Welles faleceu sem jamais ter finalizado a edição de seu último filme. Ainda assim, seus associados e parentes continuaram o esforço de arrecadar recursos para terminar a produção o mais próximo possível de como o diretor sonhara em realizar. Por volta de 1998, Mehdi Boushehri decidiu por negociar os direitos sobre o filme, a fim de facilitar que ele fosse lançado e assim pudesse recuperar um pouco do investimento.
Poucos anos depois, Bogdanovich anuncia que vai buscar parceiros para terminar a pós-produção de O Outro Lado do Vento em um esforço que perdurou até 2018, quando a versão finalizada foi exibida no Festival de Veneza e no final do ano entrou no catálogo da Netflix.
Ao final dessa saga, fica muito difícil não confundir o filme com a carreira de Welles. Um conceito que originalmente poderia ser o renascimento de um cineasta\um cineasta que no início da carreira apresentou conceitos que poderiam mudar o cinema, uma história sobre um diretor outrora grande que se tornou uma sombra reciclada de si mesmo\ um realizador que já foi considerado um prodígio de Hollywood por ter criado o maior filme de todos os tempos e nos estágios finais da vida precisava financiar os próprios projetos.
Tudo em O Outro Lado do Vento exala a exaustão, no bom sentido, do seu criador, o cansaço que transparece no Jake Hannaford de John Huston exibe bem isso; as câmeras invasivas que tomam a festa na casa do cineasta, como abutres em volta do corpo já deteriorado do protagonista, são as mesmas que muito se fartaram em mostrar Orson nos estágios finais da vida e ainda assim cabe a ironia de algumas delas serem de cineastas realizando gravações sobre o projeto de Hannaford; outrora o manipulador das câmeras, é Hannaford\Welles quem por elas agora era vitimizado.
‘O Rei Leão’, grande clássico da Disney, completou 30 anos. A animação chegou aos cinemas em 15 de junho de 1994, conquistando fãs de todas as idades. Para comemorar o aniversário do filme, o CinePOP separou 25 curiosidades deste marco do cinema.
Veja abaixo:
‘O Rei Leão‘ estreia em 18 de julho e é estrelado por Donald Glover, Beyonce, Seth Rogen, Billy Eichner, Chiwetel Ejiofor, Keegan-Michael Key, John Oliver, Eric Andre, Florence Kasumba, Amy Sedaris, John Kani, Alfre Woodard e James Earl Jones.











‘Uma Mente Excepcional‘ (High Potential), drama criminal estrelado por Kaitlin Olson (‘Hacks’), estreou no Disney+ conquistando em cheio os assinantes.
A trama acompanha Morgan, uma mãe solteira de três filhos com uma mente brilhante, enquanto ela reorganiza algumas evidências durante seu turno como faxineira do departamento de polícia, ajudando na resolução de um caso insolúvel.
Nas redes sociais, o público elogiou a trama e o desenvolvimento viciante da história.
Confira as reações e o trailer:
fascinada pela nova série do Disney Plus, “Uma Mente Excepcional”. GENIAL.
— florᶜʳᶠ⁴⁴¹⁶ (@florhogazals) February 22, 2025
Fiquei viciado em uma mente excepcional e agr n consigo dormir
— ursa n binaria ⭐ (@amazonikah) February 21, 2025
“Uma mente excepcional” é MUITO boa, tomara que tenha 20 temporadas com 50 episódios cada uma
— OKraemer (@oKraemerr) February 21, 2025
Que série maravilhosa e essa uma mente excepcional, tô super amando assistir
— (@Lorrane69404714) February 21, 2025
Eu a cada episódio de uma mente excepcional: NOSSA ESSA SÉRIE É TÃO CLICHÊ MAS É TÃO BOAAAA COM OS OLHOS CHEIOS DE LÁGRIMAS
— Joeremita (@JoeneJonnes) February 20, 2025
comecei assistir uma mente excepcional e chorei no 2º episódio
— ́ (@daybadgal) February 19, 2025
to assistindo uma mente excepcional e to amando, solta logo os episódios dona disney
— ella (@lotoslunas) February 18, 2025
Comecei a assistir uma série que simplesmente estou apaixonada
UMA MENTE EXCEPCIONAL top de verdade— laura larissa (@Larissa7felix) February 17, 2025
“Uma mente excepcional” que série incrível, meu novo vício
— E.L (@wellington888i) February 17, 2025
Criada por Drew Goddard, a série é baseada no popular seriado francês ‘Haut Potentiel Intellectuel (HPI)‘.
O elenco ainda conta com Javicia Leslie, Deniz Akdeniz, Amirah J, Matthew Lamb, Judy Reyes e Daniel Sunjata.
Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Todos nós amamos cinema. E nosso desejo é sempre de que os filmes sejam bem sucedidos. Passamos o ano esperando aquele lançamento: uma continuação de uma franquia adorada, a adaptação de um texto que gostamos ou o novo projeto daquele diretor ou ator cultuado. O fato é que nem sempre a realidade é o que esperamos.
E para um cinéfilo não existe tristeza maior do que não gostar de um filme pelo qual criamos expectativa. Muitos tentam evitar este desapontamento, esquivando desta ansiedade, mas a verdade é que quando envolve emoção (uma série que gostamos ou um artista que admiramos), este exercício se torna apenas uma enganação, pois é impossível não se envolver afetuosamente.
Em 2018, tivemos muitos filmes que se tornaram sucesso de crítica e principalmente de bilheteria, trazendo a alegria dos fãs. No entanto, não existiriam os vencedores sem os perdedores, e assim o ano também reservou os fracassos – filmes que embora tenham gerado expectativa, viveram para não atingir o esperado.
Assim, com este pensamento, criamos nossa nova lista. Apenas para contextualizar, levaremos em conta aqui apenas a bilheteria destas produções, tirando uma média em relação ao seu orçamento. Isso porque os fracassos de crítica, muitas vezes arrecadam boas bilheterias, boas o suficiente para salvar uma franquia – como é o caso com Venom, por exemplo. Vamos conhecer.
Quem cresceu na década de 1980, viveu a era dos brucutus como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone. Um dos mais icônicos protagonizados por Arnold é O Predador (1987). O novo filme da franquia trouxe de volta Shane Black, ator e roteirista do original (mesmo que não creditado), escrevendo e dirigindo o novo episódio.
Com muito humor, mas também muitos furos no roteiro, momentos que não funcionam e personagens, em sua maioria, pouco cativantes, o novo filme não foi muito bem o que os fãs esperavam. Algumas das piores ideias envolvem o cachorro Predador, o Super Predador (sendo que o normal já é assustador o suficiente), uma criança gênio (urrrgh) e um grupo de militares que não bem desagradáveis (saudade de Dutch e sua turma).
A melhor personagem é a única mulher do filme, vivida por Olivia Munn – que se vê perdida em cena. Assim, com um orçamento de US$88 milhões, o filme abriu com US$24 milhões e fez sua carreira com US$51 milhões nos EUA – atingindo uma bilheteria mundial de US$160 milhões.
Crítica | O Predador – O melhor filme da franquia desde o original
Diferente de O Predador, não existe muito envolvimento nostálgico com esta franquia – ao menos para os cinéfilos de minha geração. Para falar a verdade, o primeiro Círculo de Fogo, dirigido por Guillermo del Toro, não foi exatamente um sucesso de bilheteria, precisando se pagar em mercados pelo mundo – como o asiático.
Monstros Gigantes contra robôs gigantes. Bem, não é o tipo de trama que tem apelo junto a um público mais adulto, e é necessário curtir a cultura dos kaiju para embarcar nesta ideia. Assim, querendo entregar mais do mesmo, porém, sem a presença do carisma dos atores originais e da mão firme do diretor mexicano no comando, sobrou para John Boyega (o Finn dos novos Star Wars), literalmente salvar o dia e a franquia.
O novo Círculo de Fogo também apela para a criança gênio (artifício cansado de Hollywood), mas com a diferença de que aqui temos a carismática Cailee Spaeny se virando sozinha, mostrando não ser apenas um artifício, e sim uma personagem bem desenvolvida e carismática. Outro ponto polêmico do roteiro é sua reviravolta final – e o motivo pelo ataque dos monstros desta vez, o que aproxima o longa ainda mais de uma atmosfera de produção B.
O segundo Círculo de Fogo contou com o orçamento inflado de US$150 milhões e o retorno de US$22 milhões em sua abertura. Ao total, o filme somou US$59 milhões nos EUA e uma carreira de US$290 milhões mundialmente – o que não é baixo, mas pode por fim aos planos de uma sequência. Vale lembrar que o original igualmente só possibilitou a continuação devido ao mercado fora dos EUA.
Crítica | Círculo de Fogo: A Revolta – Mais robôs, menos monstros e emoção
Chegamos ao primeiro longa que não é exatamente uma superprodução. Este drama protagonizado por Shailene Woodley é um relato real de uma história de sobrevivência no mar. O filme é eficiente, traz desempenhos marcantes e o tipo de trama, que embora não seja novidade, foi bem representada.
O lance é que tivemos filmes como Até o Fim (2013), com Robert Redford, que elevaram o subgênero a outro patamar – fazendo Vidas à Deriva perder por comparação. Fora isso, a popularidade de Woodley desde sua explosão com Os Descendentes (2011) e A Culpa é das Estrelas (2014) sofreu declínio e a atriz já não emplaca um sucesso no cinema faz tempo.
Vidas à Deriva contou com um orçamento de US$35 milhões e arrecadou US$11 milhões em sua estreia. Sua bilheteria nos EUA foi de US$31 milhões, ou seja, não conseguiu sequer pagar sua produção. No mundo, o filme juntou um pouco mais, com US$52 milhões.
Crítica | Vidas à Deriva – Shailene Woodley brilha em drama trágico real
Ideias pra lá de loucas costumam dar certo com a audiência específica. Assim nasceram conceitos com o de Sharknado. O nonsense de superproduções vide Velozes e Furiosos escala para novos patamares, não largando a mão de seu público cativo. A cada novo episódio, mais adeptos e uma bilheteria mais encorpada.
No entanto, nem todas tentativas alucinadas acertam o alvo como deveriam. Este foi exatamente o caso com No Olho do Furacão, filme com aura B que mistura dois elementos que o público aprendeu a adorar: cinema catástrofe (neste caso, filme de furacão) e carros velozes em ação. Com estes dois elementos misturados, o que poderia sair errado?
Quem viu garante que No Olho do Furacão é apenas ruim, e não chega sequer a ser “tão ruim que é bom”, como era o planejado. Assim, atores do time C de Hollywood não garantem seu lugar ao sol e seguem renegados à baixa categoria. O filme, não por acaso, é dirigido por Rob Cohen, o mesmo do primeiro Velozes e Furiosos (2001). Com um orçamento de US$45 milhões, o longa arrecadou somente US$3 milhões em seu fim de semana de estreia, e seguiu para ver mais US$6 milhões ao longo de sua carreira nos EUA.
Crítica | No Olho do Furacão – Quando ‘Velozes e Furiosos’ encontra ‘Sharknado’
Quem disse que animações não estão fadadas ao fracasso, está terrivelmente errado. Bem, até mesmo as grandes produções animadas da Disney algumas vezes não atingem o esperado, o que dirá as outras. Se você acha que é só fazer uma obra mirada aos pequenos que o sucesso estará garantido, pense novamente. Norm e os Invencíveis (2016) e Emoji: O Filme (2017) são algumas das produções que não vingaram junto ao seu público-alvo.
Aqui, no entanto, temos um caso especial. Esta é a continuação do sucesso da Paramount, Gnomeu e Julieta (2011), que contou com as vozes de James McAvoy e Emily Blunt dublando os personagens principais: anões de jardim apaixonados. O primeiro longa custou US$36 milhões, rendendo US$25 milhões no seu fim de semana de estreia (ou seja, basicamente se pagando logo na largada). Ao total, o filme faturou US$99 milhões nos EUA e mais US$193 milhões ao redor do globo – se tornando o que podemos chamar de sucesso.
Problema número 1 para a continuação: demorou demais a ser lançada, perdendo a janela de tempo. Foram sete anos até o lançamento da sequência, fazendo uma geração inteira de crianças perderem o interesse e outras não saberem do que se trata. Até mesmo o título precisou ser mudado no Brasil para criar associação. O segundo filme, faz uma grande brincadeira com a mitologia de Sherlock Holmes – seu título original é Sherlock Gnomes. A continuação, que traz a voz de Johnny Depp, custou um pouco mais, com orçamento de US$59 milhões, e rendeu bem menos, arrecadando apenas US$10 milhões em sua abertura, e US$43 milhões no percurso de sua jornada – ficando abaixo de seu custo. No mundo, a bilheteria arrecadada foi de US$88 milhões. Ou seja, não veremos os personagens de novo tão cedo.
Crítica | Gnomeo e Julieta: O Mistério do Jardim – Sherlock Holmes e elenco são o charme
Assim como Schwarzenegger e Stallone, Bruce Willis já foi o rei das bilheterias nas décadas de 1980 e 1990. De fato, Willis inaugurou inclusive um novo subgênero dentro do cinema brucutu, acrescentando na mistura qualidades mais humanas e críveis. Ele era o homem comum, no lugar errado e hora errada, que sangrava, sofria e por pouco não era derrotado. Assim como os colegas de cena, Willis precisou se reinventar, pois com a idade avançada, não se encaixa mais nos padrões de outrora.
O ator encontrou lugar em produções B, aqui no Brasil todas lançadas direto no mercado de vídeo. Vez ou outra encontra espaço junto ao mainstream, revivendo antigos personagens cultuados – como no vindouro Vidro, de M. Night Shyamalan. Ou quem sabe participando de refilmagens de clássicos, como é o caso com este Desejo de Matar, produção imortalizada por Charles Bronson.
O novo Desejo de Matar é um bom filme, seguindo à risca os moldes do original, e situando satisfatoriamente sua trama nos tempos atuais, na era das redes sociais e do mundo filmado. Obviamente, temas como o politicamente correto entram em pauta. No entanto, os motivos para a recepção fria do longa são a falta de apelo de Willis atualmente junto aos jovens – maior parcela pagante dos cinemas – e a história do vigilante que faz justiça com as próprias mãos, que mesmo recriminado no filme, é o tipo de trama que não gera mais empatia com o espectador atual – como fazia nas décadas passadas. Assim, o filme dirigido por Eli Roth, com um orçamento de US$30 milhões, arrecadou apenas US$13 milhões em sua estreia, parando num valor de US$34 milhões nas bilheterias americanas e assim apenas se pagando.
Crítica | Desejo de Matar – Bruce Willis e Eli Roth no remake do clássico de Charles Bronson
Nem mesmo filmes elogiados, que são sucesso pleno de crítica, conseguem escapar muitas vezes de um fracasso de bilheteria. Ser sucesso de crítica é muito bom, mas cinema é uma arte cara e seus investidores querem ver resultado financeiro. Algumas apostas são arriscadas e nesse jogo perde-se muito dinheiro numa produção, para ganhar muito em outra. É o equilíbrio das coisas, num verdadeiro jogo de azar imprevisível.
Muitas vezes os produtores juram que tem ouro em mãos e que seu novo lançamento será um grande sucesso. Foi o caso deste Aniquilação, um projeto de alto conceito, baseado num livro cultuado de ficção científica, protagonizado por uma das maiores estrelas da atualidade: a vencedora do Oscar Natalie Portman – na era das marcas, é apenas mais uma estrela que mostra que seu nome não significa muito para a boa bilheteria de um filme. Além disso, atrás das câmeras, quem comanda é Alex Garland, cineasta que após emplacar com o sucesso Ex-Machina: Instinto Artificial, gerava expectativa imediata para seu lançamento seguinte.
Dentro do mesmo gênero, Aniquilação se mostrou uma venda tão difícil, um filme tão bizarro e complexo, que a Paramount, estúdio responsável pelo lançamento, achou melhor vender seus direitos para o colosso Netflix, a fim de não amargar com o fracasso previsto nas bilheterias. Assim, o filme foi lançado de forma restrita por alguns cinemas dos EUA, e nos demais países do mundo a solução foi assisti-lo em casa. Uma pena. Mesmo com as críticas extremamente favoráveis, o filme não atrairia um grande público. Aniquilação contou com um orçamento de US$42 milhões, e rendeu apenas US$11 milhões em seu fim de semana de estreia. Sua carreira se encerrou com US$32 milhões em caixa – valor abaixo do próprio orçamento. Seja como for, Aniquilação segue como um dos filmes mais fora da caixinha de 2018.
Crítica | Aniquilação – Ficção científica raiz de explodir mentes
As adaptações de videogame ainda não encontraram seu lugar ao sol. No caso das adaptações de histórias em quadrinhos, o mesmo aconteceu durante as décadas de 1970, 1980 e 1990. A primeira fase da “retomada” ocorreu oficialmente em 2000, quando X-Men, de Bryan Singer estreou, seguido de Homem-Aranha (2002), de Sam Raimi. O resto é história, com a consolidação da Marvel em 2008 (com Homem de Ferro) e depois em 2012 (com Vingadores).
Os games já tentaram na década de 1990, na de 2000, e agora chegam ao fim de sua terceira década de tentativa sem êxito. Existem filmes do gênero mais bem avaliados e outros menos, mas o que não existe ainda é aquele filme unanimemente elogiado dentro do subgênero. Um dos mais recentes a tentar foi o último Tomb Raider, que reiniciou a franquia estrelada por Angelina Jolie, sobre a aventureira mais apaixonante dos jogos eletrônicos.
A nova intérprete da arqueóloga foi a mignon Alicia Vikander, vivendo uma Lara Croft mais verde, em seus primeiros anos de formação. A atriz sueca até que convence no papel, o problema realmente é o roteiro mundano – que não cria bons antagonistas para a heroína ou sequer uma trama atraente. Aqui temos mais uma história enfadonha envolvendo o relacionamento da protagonista com seu pai desaparecido. E a última coisa que queremos num filme assim é sentimentalismo barato e drama de quinta. O mais recente Tomb Raider custou para a Warner (e não mais a Paramount) US$94 milhões, ou seja, quase US$100 milhões – e rendeu US$23 em seu primeiro fim de semana. O filme seguiu para arrecadar US$57 milhões nos EUA, ficando longe de se pagar. Pelo mundo, o filme rendeu US$273 milhões. O que pode garantir uma sequência.
Crítica | Tomb Raider: A Origem – Mais um Reboot que deixa a desejar…
Jennifer Lawrence não é mais a mesma. A atriz que explodiu para o estrelato na franquia Jogos Vorazes e acabou se tornando uma das personagens principais nos novos X-Men (mesmo que sua personagem não pedisse tanto), vem a cada novo trabalho descendo um patamar de seu estrelato. Só nos últimos três anos, Lawrence acumula fracassos em cinco trabalhos.
Primeiro foi Joy, última parceria até então com o diretor David O. Russell, que ao contrário de O Lado Bom da Vida (2012) e Trapaça (2013), passou em branco. Depois vieram X-Men: Apocalipse e Passageiros – ambos de 2016. Ano passado, mãe! dividiu opiniões e foi uma venda difícil (para dizer no mínimo) para a Paramount. E este ano, Operação Red Sparrow deixou a FOX na mão.
O thriller de espionagem prometia ser o filme solo que a Viúva Negra (Scarlett Johansson) ainda não ganhou, além de criar expectativa por seu anunciado forte teor sexual – onde J-Law faria suas primeiras cenas de nudez e sexo no cinema. Bem, apesar de cumprida a promessa do segundo item, Operação Red Sparrow serviu mais para dar sono aos espectadores, com sua trama confusa, aborrecida e sem qualquer traço de ação ou suspense. O longa teve orçamento de US$69 milhões e somou US$16 milhões no primeiro fim de semana, arrecadando mais US$46 milhões ao todo nos EUA. Já pelo mundo, o resultado do filme foi de US$150 milhões. Que a menina de ouro de Hollywood se recupere logo de sua maré de azar.
Crítica | Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado
Outro nome quente do momento, este na comédia, é o de Melissa McCarthy. Mas como todas as estrelas, a humorista é apenas humana e já teve sua cota de fracassos. A atriz indicada ao Oscar (Missão Madrinha de Casamento) tem grandes chances de voltar ao radar dos prêmios este ano de novo, com Can You Ever Forgive Me?, drama sobre uma falsária.
Mas nem tudo são flores para McCarthy, e esse ano a comediante esteve presente num dos filmes mais execrados pela imprensa especializada. A ideia de Crimes em Happytime até que era boa, porém, fora da caixinha demais para dar certo e apelar junto ao grande público. A premissa aqui é uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (1988), imprópria para menores e com fantoches ao invés de desenhos animados. Poderia ser ouro, mas quem conferiu diz que está mais para outro item, que despejamos na privada.
A comédia incorreta, criada pelo filho do consagrado Jim Henson, Brian Henson, custou US$40 milhões, e arrecadou apenas US$9 milhões em seu fim de semana de estreia. Sua carreira nos EUA somou apenas US$20 milhões – não sendo o suficiente para o filme de pagar.
Crítica | Crimes em Happytime – Era melhor ter continuado só com os Muppets
A Disney irá dominar o mundo. Disso ninguém duvida. Mas isso não quer dizer que o maior estúdio da atualidade não cometa seus erros, adquira fracassos e dê, vez ou outra, com os burros n´água. Bem, uma empresa que tem a Marvel, Star Wars, suas animações, seus live-action e que ainda investe em filmes de fantasia para toda a família tem o direito de cometer alguns equívocos, não acham?
O mais recente tiro em branco da casa atende pelo nome O Quebra-Nozes – sim, este mesmo baseado no conto infantil clássico, transformado em balé russo icônico. Uma pena, pois com nomes como Keira Knightley, Morgan Freeman, Helen Mirren e a jovem carismática e promissora Mackenzie Foy no elenco, a garantia de sucesso era quase certa. Junte a isso os nomes dos diretores Lasse Hallstrom e Joe Johnston comandando. Bem, você pode até ter achado estranho ter dois diretores à frente da obra. É que os problemas começam exatamente aí.
O que Hallstrom estava fazendo não agradou os executivos do estúdio, assim, Johnston foi convocado às pressas para finalizar a produção. Mau sinal. Fora isso, está clara a inspiração em Alice no País das Maravilhas (2010), sucesso de Tim Burton, que a Disney tentou reprisar. O problema é que um raio até pode vir a cair no mesmo lugar duas vezes, mas é bem difícil. O resultado de O Quebra-Nozes terminou mais próximo da sequência Alice Através do Espelho (2016), do que o original de Burton. Com um orçamento estimado de US$120 milhões, o longa rendeu apenas US$20 milhões em sua abertura nos EUA e somou mais US$49 milhões até o momento no país. O que para um filme da Disney não é nada bom.
Crítica | O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos – Visual encantador, conteúdo nem tanto
Dwayne Johnson é o maior astro da Hollywood atual, possui o toque de Midas e é um dos poucos que ainda consegue arrastar multidões apenas com o seu nome estampando o pôster de um filme. O maior nome dos blockbusters do momento, sem precisar (muito) de marcas pré-estabelecidas, também passa por seus dias chuvosos e tem no currículo produções sem vergonha como Baywatch. Bem, Arranha-Céu pode não ser uma obra-prima, mas está anos luz acima da comédia citada.
A verdade é que The Rock está com crédito, tendo estrelado o reboot de Jumanji, um dos maiores sucessos de bilheteria de anos recentes, cuja continuação já está a caminho. Bem, depois disso o grandalhão estrelou Rampage, que ficou entre erros e acertos, e Arranha-Céu. Dentre os dois, Rampage, com seus quase US$500 milhões mundiais, trouxe mais prestígio para a Warner. Já a parceria do ator com a Universal não teve o mesmo êxito, já que Arranha-Céu, com um orçamento de US$125 milhões, abriu com US$24 milhões nos EUA, e seguiu com US$67 milhões. O filme terminou sua estadia mundial com US$292 milhões, ficando apenas um pouco acima de seu custo.
O fato prova que o público prefere ver o astro numa aventura fantástica e descerebrada, do que em um thriller de cinema catástrofe.
Crítica | Arranha-Céu: Coragem Sem Limite – Dwayne Johnson enfrenta um prédio em novo filme
Essa é triste e dói o coração cinéfilo. A pergunta que fica é: estaria o público saturado da franquia Star Wars? A Disney errou em colocar um filme por ano nos cinemas desde que lançou O Despertar da Força (2015)? Ou tudo se resume à qualidade dos filmes? Levando em conta que com a Marvel deu certo, e o público parece querer cada vez mais lançamentos deste universo compartilhado por anos no cinema, é bem provável que a resposta seja a terceira.
O fato é: Rogue One (2016) passou por problemas e no final das contas terminou dando certo, arrecadando uma legião de novos fãs – muitos afirmam que é o melhor produto estampando o logo da franquia lançado pela Disney (por ser um projeto bem original, mesmo sem contar com o típico humor esperado pela franquia). Particularmente, O Despertar da Força segue como auge da retomada (principalmente por ter criado uma personagem como a Rey de Daisy Ridley). Mas com Han Solo, definitivamente atingimos o ponto baixo e esperamos sinceramente que haja recuperação.
Era uma história que ninguém queria saber, num filme que ninguém pediu. Mas até aí tudo bem, porque ao longo dos tempos ganhamos filmes nestes moldes que vieram a se mostrar bem sucedidos junto ao público. O problema foi a demissão dos diretores originais (os criadores de Anjos da Lei e Uma Aventura Lego), que ao que tudo indica iriam criar um filme bem mais insano com o protagonista. E era justamente o que o pirata sideral pedia. A Disney, no entanto, optou pelo mais seguro e mundano, trazendo Ron Howard (conhecido atualmente por seus trabalhos sonolentos nos filmes da série O Código Da Vinci) para o comando. E o resultado, você acertou, foi um filme morno. Com o pesado custo de US$300 milhões (um dos filmes mais caros da história – ou “o” mais caro) – que não tinha como ser equivalido -, a superprodução abriu com sólidos US$84 milhões e seguiu com US$213 milhões até o encerramento nos EUA. Pelo mundo, o filme juntou US$392 milhões. O que significa que não veremos o famoso cafajeste do espaço de novo nos cinemas tão cedo.
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E o grande campeão é… ou devemos dizer, o grande perdedor. Tido como livro inadaptável – embora já tenha sido adaptado em 2003, como filme feito para a TV -, a obra literária de Madeleine L´Engle finalmente ganhou o tratamento na forma de uma superprodução da Disney de US$100 milhões. O filme era a grande aposta do estúdio para o início do ano, e contou com grandes nomes na frente e atrás das câmeras. A começar com estrelas do nível de Oprah Winfrey (Deus de saia) e Reese Witherspoon emprestando um pouco de seu brilho.
No comando de tudo, uma das diretoras mais promissoras da atualidade, Ava DuVernay. Bem, e segundo os especialistas, é aí que reside todos os problemas envolvendo o longa. DuVernay é uma excelente diretora e uma voz a ser ouvida quando o assunto é representatividade. Se não a conhecem ainda, é só dar uma olhada em filmes como Selma: Uma Luta Pela Igualdade (2014) e A 13ª Emenda (2016). Tais trabalhos fazem dela a “Spike Lee feminina”, adereçando para sua época o que o diretor de Faça a Coisa Certa (1989) trilhou nas décadas de 1980 e 1990.
Ou seja, tópicos fervorosos, raciais e igualitários são a praia da cineasta – que se sairia melhor no comando de filmes como os recentes O Ódio que Você Semeia, Se a Rua Beale Falasse e até mesmo As Viúvas (mais voltado ao entretenimento). Mas a opção foi por um filme estritamente comercial. Uma fantasia de entretenimento, recheada de efeitos visuais impressionantes, cujo conteúdo não foi bem transposto em tela. É claro que se pode encontrar questões representativas – mesmo que muito nas entrelinhas –, o principal sendo o protagonismo de uma jovem mulher negra.
Porém, Uma Dobra no Tempo se mostrou o projeto errado para Ava DuVernay, que não conseguiu imprimir muito de seu estilo e voz ao filme – deixando o longa com a cara que qualquer diretor poderia dar. Para piorar, a diretora vai seguir no ramo das superproduções, e seu próximo projeto será Os Novos Deuses, da DC. Que a diretora tenha mais sucesso em sua nova empreitada, e que siga os passos da companheira de casa, Patty Jenkins. Uma Dobra no Tempo arrecadou US$33 milhões em sua estreia nos EUA, e mais US$100 milhões durante todo o período de sua exibição – conseguindo ao menos se pagar. Já mundialmente, o filme fez apenas US$130 milhões, 30 milhões a mais fora do seu país de origem.
E você, o que achou destes filmes? Achou que mereceram o fracasso? Comente.
Em entrevista ao The Guardian, Lily Collins, que interpreta a ex-namorada de Ted Bundy na cinebiografia ‘Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile‘, revelou ter sido visitada pelos fantasmas das vítimas do serial killer.
“Eu desci as escadas e tomei uma xícara de chá, tentando entender o motivo de estar acordada. Eu comecei a ter uns flashes de imagens, como se fosse depois de uma luta. Eu descobri que três da manhã é o momento em que a linha entre esses mundos está mais fina e é quando uma visita pode acontecer.”
Ela continua, “Eu não me senti assustada. Eu me senti apoiada. Senti como se estivessem dizendo ‘Estamos aqui escutando. Nós te damos apoio. Obrigado por contar nossa história’.”
Vale lembrar que o longa foi detonado pelo críticos e está sendo acusado de romantizar o assassino ao trazer um tom de mau gosto e ser socialmente irresponsável, glamorizando os assassinatos de Bundy e fazê-lo parecer “um astro do rock“.
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Dirigido por Joe Berlinger, o roteiro ficou a cargo de Michael Werde.
A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer (Collins). Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.
O elenco ainda conta com Lily Collins, Kaya Scodelario, Jim Parsons, Larry Simpson e John Malkovich.
A NBC divulgou o trailer da 7ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘.
Confira:
O próximo ano irá estrear no dia 6 de fevereiro, com um episódio duplo.
Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.
Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.
O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

O filme ‘Mortal‘, estrelado por Nat Wolff (‘Death Note‘), ganhou um novo trailer.
Confira:
O longa é dirigido por André Øvredal (‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘A Autópsia‘).
Uma pacata cidade norueguesa fica conturbada depois que um mochileiro americano é preso. Testemunhas afirmam que um adolescente morreu depois de tocar no estranho e que ele inexplicavelmente começou um incêndio em uma fazenda. Ele avisa a psicóloga, Christine, que ele tem poderes sobrenaturais e que qualquer um que se aproximar dele morre. Ele é um mentiroso, uma aberração da natureza ou um deus zangado? Determinada a encontrar a verdade, Christine se aproxima, e o que ela encontra está além de sua imaginação…
O elenco ainda conta com Priyanka Bose, Ravdeep Singh Bajw e Iben Akerlie.
O longa será lançado direto em VOD no dia 6 de novembro.

O canal SyFy divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Motherland: Fort Salem‘.
Confira:
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 22 de junho.
A série foi criada por Eliot Laurence (‘Claws’).
A trama é ambientada em uma América alternativa em que bruxas encerraram sua perseguição há mais de 300 anos, fechando um acordo com o governo para lutar por seu país. Acompanhamos três jovens desde o treinamento básico em magia de combate até o início. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres mais dominantes na linha de frente lutando contra ameaças terroristas que são familiares ao nosso mundo – mas com táticas e armas sobrenaturais.
O elenco conta com Taylor Hickson, Amalia Holm, Demetria McKinney e Jessica Sutton.

Em entrevista ao IGN, o diretor Christophe Gans, que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006, revelou detalhes sobre a trama do novo filme baseado na popular franquia de jogos.
“Inspirado no jogo ‘Silent Hill 2’, [o novo filme] contará a história de um jovem que retorna à Silent Hill, onde ele conheceu um grande amor… mas ele acaba encontrando um pesadelo genuíno. No primeiro filme, nós exploramos o universo dessa pequena cidade, completamente cercada por névoa, como se estivesse presa em ‘Além da Imaginação’. Mas, no segundo jogo, os criadores mudaram as regras. Nós retornamos para Silent Hill, que ainda é a mesma cidade, mas encontramos um mundo estranho e diferente através do ponto de vista do novo protagonista.”
Ele completa, “O novo filme terá um tom de terror psicológico, apesar de voltarmos a encontrar as mesmas criaturas e termos cenas de terror. Porém, o maior terror sempre irá residir em nós mesmos.”
O longa está programado para estrear apenas em 2024.
Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

Após uma série de lançamentos decepcionantes, a DC enfrenta um novo fracasso nas bilheterias. ‘Besouro Azul‘ registrou a menor estreia da história do estúdio, arrecadando apenas US$ 43.4 milhões mundialmente.
De acordo com o Deadline, o longa estrelado por Xolo Maridueña e Bruna Marquezine arrecadou apenas US$ 18 milhões através de 63 mercados – tendo alcançado o topo em 17 deles.
Nos EUA, a produção ficou abaixo das expectativas, arrecadando apenas US$ 25.4 milhões – valor abaixo dos US$ 28-32 milhões que as previsões indicavam.
Esse é o terceiro filme da DC em 2023 a fracassar nas bilheterias depois de ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ (que abriu com US$ 30.1 milhões em março) e ‘The Flash‘ (US$ 55 milhões em junho). Até mesmo ‘O Esquadrão Suicida‘ de 2021, que estreou simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, teve um começo maior com US$ 26.2 milhões.
Infelizmente, ‘Besouro Azul‘ custou mais de US$ 100 milhões para ser produzido e muitos milhões a mais para ser promovido, então terá que desafiar as probabilidades de bilheteria para justificar seu preço. Críticas e boca a boca podem não fazer muito para preencher os assentos; o filme tem um CinemaScore “B+” e 77% no Rotten Tomatoes.
Assista a nossa entrevista com o diretor e crítica:
Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.
Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.
Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo também fazem parte do elenco.
Já Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

De acordo com o Deadline, Isla Fisher (‘Truque de Mestre’) entrou para o elenco de ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto‘ (Bridget Jones: Mad About The Boy), quarto filme da franquia estrelada pela Renée Zellweger.
Josette Simon (‘Anatomia de um Escândalo’), Nico Parker (‘The Last of Us’) e Leila Farzad (‘I Hate Suzie’) também foram confirmadas no elenco.
O site ainda anunciou o retorno de nove atores veteranos da saga, incluindo Sarah Solemani, Sally Phillips, Shirley Henderson e James Callis como os amigos da Bridget, Gemma Jones e Jim Broadbent como os pais da Brigdet, além de Celia Imrie, Neil Pearson e Joanna Scanlan.
Confira a 1ª imagem da sequência e siga o CinePOP no Youtube:

O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de fevereiro de 2025.
Além de Zellweger, Hugh Grant (‘Wonka’) e Emma Thompson (‘Boa Sorte, Leo Grande’) também estão confirmados para retornar. Entre os novos integrantes do elenco estão Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’) e Leo Woodall (‘The White Lotus’).
Colin Firth não retorna.
O novo filme será baseado no terceiro livro da série de Helen Fielding, “Bridget Jones: Louca Pelo Garoto”, que acompanha Bridget em seus primeiros cinquenta anos, enfrentando os desafios da vida moderna e conciliando as responsabilidades da maternidade.
Tim Bevan e Eric Fellner, produtores de todos os filmes da saga, estão de volta para assumir a produção, desta vez ao lado de Jo Wallett, conhecida por seu trabalho em ‘Catarina, a Menina Chamada Passarinha’.
Baseada nos amados romances de Helen Fielding, o filme ‘O Diário de Bridget Jones’ arrecadou US$ 282 milhões com o filme lançado em 2001, que também rendeu a Renée Zellweger uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A sequência lançada em 2004, ‘Bridget Jones: No Limite da Razão’, conquistou US$ 265,1 milhões nas bilheterias, enquanto ‘O Bebê de Bridget Jones’, lançado em 2016, arrecadou US$ 212 milhões.

A HBO divulgou três novos cartazes individuais da 2ª temporada da aclamada adaptação de ‘The Last of Us‘.
As artes destacam os personagens de Pedro Pascal (Joel), Bella Ramsey (Ellie) e Kaitlyn Dever (Abby), e alertam: “Toda escolha tem seu preço”.
Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará em 13 de abril.
Confira e siga o CinePOP no Youtube:



A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).



Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
A Netflix divulgou um clipe inédito da 5ª (e última) temporada de ‘Stranger Things‘.
No vídeo, a icônica Eleven (Millie Bobby Brown) treina para o confronto final contra o temido Vecna.
Confira e siga o CinePOP no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=7uqB0PIombU
Anteriormente, a atriz havia comparado seu preparo físico e mental ao astro Tom Cruise: “Eu canalizei meu Tom Cruise interior. Sinto que os Duffer [criadores da série] vêm me treinando para este momento há dez anos. Foi empolgante ser mais uma força de ação nesta temporada, não apenas por causa dos poderes dela, mas também pelo preparo físico e mental que a personagem passou”.
Vale lembrar que o ciclo final será dividido em três partes:
Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Confira os 5 primeiros minutos da ÚLTIMA temporada de ‘Stranger Things’
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo, Sadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

No episódio 5×12 de ‘Arrow‘, Oliver Queen vai ter que retornar à Rússia para ir em busca de mais respostas sobre seu passado.
Intitulado de Bratva, o 12º episódio ganhou várias imagens inéditas, divulgadas pelo Heroic Hollywood. A exibição do episódio vai ao ar na próxima quarta-feira (08) nos Estados Unidos.
Confira as imagens, com a prévia estendida do episódio:
‘Arrow’ pode fazer participação especial em ‘Supernatural’
Elenco de ‘Arrow’ comenta sobre o episódio de número 100 da série
‘Arrow‘ é exibida pela Warner Channel no Brasil.
A produção ‘X-Men: Os Novos Mutantes‘ ganhou dois novos teasers misteriosos, que sugerem a possível apresentação da heroína Lupina, interpretada por Maisie Williams.
Para os que desconhecem, Rahne Sinclair é uma personagem bem religiosa e foi extremamente protegida desde criança, o que explicaria algumas dicas dadas nas legendas da publicação no Twitter.
A estreia do longa acontece dia 12 de Abril de 2018!
Os vídeos são, no mínimo, curiosos…
Confira:
The sins of our past. #NewMutants pic.twitter.com/HA5RBPYTCj
— New Mutants (@NewMutantsFilm) 13 de outubro de 2017
Some things can’t be caged. #NewMutants pic.twitter.com/ONFyHeiWYC
— New Mutants (@NewMutantsFilm) 26 de outubro de 2017
Assista ao trailer:
http://www.facebook.com/sitecinepop/videos/1640320065999370/
Lembrando que Alice Braga será Dra. Cecilia Reyes, uma médica que possui a habilidade de gerar um campo protetor ao seu redor. Braga já esteve nos filmes hollywoodianos ‘Eu Sou a Lenda‘ e ‘O Ritual‘, entre outros.
Vale lembrar que ‘X-Men: Os Novos Mutantes’ será um filme de terror, segundo o diretor.
Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) será a Magia; Maisie Williams (‘Game of Thrones’) viverá Lupina; Charlie Heaton será Míssil e o brasileiro Henry Zaga viverá o Mancha Solar.
Blu Hunt, que participou de alguns episódios de ‘The Originals’, será Miragem – uma nativa americana que é capaz de criar ilusões a partir dos sonhos das outras pessoas. Ela, inclusive, é tida como uma das personagens principais da narrativa.
Diretor revela que roteiro de ‘X-Men: Novos Mutantes’ está pronto
Segundo o produtor Simon Kinberg, o longa não será tão livre, leve e solto como ‘Deadpool‘, mas também não ficará restrito a sextologia ‘X-Men‘.
‘X-Men: Os Novos Mutantes‘ será inspirado no arco Urso Místico das HQs – umas das primeiras histórias da equipe, que está entre a mais aclamada pelos fãs dos mutantes.
Simon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos ‘Novos Mutantes‘.
A adaptação do best seller ‘O Ódio Que Você Semeia’ (The Hate U Give) ganhou uma nova imagem, que traz a atriz Amanda Stenberg em destaque.
Confira:

A trama conta a história de uma adolescente que testemunha um tiroteio envolvendo a polícia e deve testemunhar em um julgamento de grande porte.
K.J. Apa, de ‘Riverdale’, interpreta o papel do personagem Chris, namorado da protagonista.
Estrelado por Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’), ‘O Ódio Que Você Semeia’ também conta com Regina Hall, Common, Russell Hornsby, Lamar Johnson, TJ Wright, Issa Rae, Anthony Mackie e Algee Smith.
Roteirizado por Audrey Wells, a produção é dirigida por George Tillman Jr.
A estreia acontece em 19 de Outubro.
Os fãs de John Green já podem comemorar! Após 10 anos de espera, a adaptação do livro ‘Quem É Você, Alasca?’ finalmente está se aproximando de sua estreia.
E a minissérie baseada na obra original ganhou suas primeiras imagens, divulgadas com exclusividade pela revista EW.
Confira:



A minissérie estreia em 18 de outubro, na plataforma de streaming Hulu.
A produção é estrelada por Kristine Froseth (‘Sierra Burgess é uma Loser’), que viverá a protagonista Alaska, e Charlie Plummer (‘Todo o Dinheiro do Mundo’), que dará vida a Miles.
O projeto terá produção da Paramount Television e o piloto será escrito por Josh Schwartz, roteirista de ‘The O.C’, que também será um dos showrunners da adaptação.
O autor John Green está ligado ao projeto e será produtor executivo.
‘Quem É Você, Alasca?’ foi publicado em 2006 e narra a história de Miles Halter, um adolescente fissurado por célebres últimas palavras, que está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o ‘Grande Talvez’. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual.
A Disney surpreendeu o mundo ao anunciar que ‘Mulan‘ será lançado no mercado norte-americano por meio da plataforma Disney+, pelo valor de US$ 29,99.
A inesperada decisão acabou abrindo um debate envolvendo outros aguardados lançamentos, que também foram diretamente afetados pela pandemia do coronavírus. E o sci-fi ‘Tente’ tem sido um dos principais alvos dessas discussões, principalmente em virtude dos seus inúmeros adiamentos e especulações dos bastidores envolvendo Christopher Nolan e a Warner Bros.
E o CEO da WarnerMedia, Jason Killar, foi questionado pela revista Variety se o conglomerado estaria aberto para a possibilidade de lançar o aguardado thriller no formato streaming. Se desviando de uma resposta categórica, o executivo salientou a persistência de fazer ‘Tenet’ uma experiência cinematográfica para ser vista nas telonas:
“Eu não tenho nenhum comentário sobre isso especificamente. Eu acho que com ‘Tenet’ nós deveríamos julgar isso baseado na nossa decisão ao fazer o filme, que é: Nós acreditamos no mercado das salas de cinema. Estamos empolgados por fazer uma parceria com Chris Nolan, para lançar ‘Tenet’ nos cinemas primeiro e antes de tudo”.
O CEO foi ainda mais além, afirmando que eventualmente o filme será lançado em outros formatos, mas que a preferência é seguir o caminho pré-determinado em direção aos cinemas:
“E então, claro, o filme estará em outros formatos e em outros locais, que não sejam os cinemas. Mas eu acho que, se você olhar para o nosso comportamento, acreditamos na experiência em uma sala de cinema e, claro, também estamos em uma comunicação muito próxima com todos da indústria de expositores de filmes, sobre a disponibilidade de salas e sobre como podemos servir coletivamente os consumidores da melhor maneira possível daqui para frente… Então eu sei que é um assunto muito provocativo. Eu entendo isso e é muito compreensível. Mas, no final do dia, estou animado com esse tipo de lançamento e estou me inclinando para isso”.
A previsão é que a estreia do filme aconteça em território nacional no dia 10 de setembro.
O estúdio está preocupado com o avanço da pandemia de coronavírus pelo mundo, já que a maioria das salas de cinemas seguem fechadas.
A Warner planeja lançar a produção dia 26 de agosto em países que já contiveram o pico do coronavírus, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido.
Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.
O filme é dirigido e escrito por Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).
“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.
Não viagens no tempo. Inversões”.
John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael Caine e Kenneth Branagh estrelam.

Ólafur Darri Ólafsson, conhecido por seu trabalho na aclamada ‘Ruptura‘, foi confirmado no elenco da série internacional de assalto ‘12 12 12′, da Apple TV+. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.
Ele se junta à Kali Reis, ex-campeã mundial de boxe conhecida por sua elogiada atuação na série ‘True Detective: Terra Noturna‘, que fora confirmada recentemente.
Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal‘) e Jamie Dornan (‘O Turista‘) serão os protagonistas e também atuam como produtores executivos do projeto. Jack Kesy também integra o elenco.
‘12 12 12‘ será uma narrativa ambiciosa contada em três linhas do tempo distintas: os 12 meses de planejamento de um assalto, as 12 horas em que o roubo ocorre e os 12 dias de suas consequências. A trama acompanha um ex-agente do FBI em desgraça (Mackie) e um criminoso americano experiente (Dornan) em uma disputa de gato e rato que se estende por toda a Europa. No centro da ação está o ousado assalto a um cofre subterrâneo em Zurique.
A série foi criada e escrita por Dudi Appleton e Jim Keeble — que também atuam como roteiristas e produtores executivos.
Kari Skogland fica responsável pela direção do episódio de estreia.
O projeto será supervisionado pela Anonymous Content e pela Skydance Television.
Skogland, Appleton, Keeble e Jason Spire também entram como produtores executivos ao lado de David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell.
Após o lançamento de ‘Liga da Justiça’ nos cinemas, muitos easter eggs surgiram na internet, entre eles um muito interessante que sugere que a Mulher-Gato possa ter feito uma aparição rápida no filme dos heróis.
Tudo se trata de um RUMOR, mas vale destacar que a possibilidade faz sentido. No final do filme, na cena do museu, aparece uma mulher muito elegante trajando um vestido vermelho. A mesma está algemada e sendo levada pela polícia. Logo em seguida aparece a Mulher-Maravilha guardando em uma caixa uma pequena estatueta. A análise feita pelos usuários do fórum destacou pontos importantes nesta cena que descrevem inúmeras características de Selina.
De acordo com o We Got This Covered, um fã destacou essa cena no Reddit e teorizou que a mulher poderia ser de fato Selina Kyle, a Mulher-Gato, dizendo o seguinte:
“Na montagem final do filme, um pouco antes da cena onde Superman voa, há uma parte do museu com Diana. Há policiais e alguns deles estão escoltando uma moça vestida de vermelho (muito elegante, relembrando o estilo de Audrey Hepburn, com óculos de sol grandes e estilosos) em direção a um carro. A câmera para por um segundo, e ela está em foco. Parecia que queriam que prestássemos atenção nela”
Outros comentários chamam atenção para o item roubado pela moça de vermelho, que a Mulher-Maravilha resgata, e se trata de uma efígie de um gato. Enquanto isso, uma das crianças que se reúnem em torno de Diana está usando orelhas de gato. Coincidência ou não? Confira a captura de tela abaixo e veja o que você acha:

Existe uma forte possibilidade de que os fãs estejam certos. A Mulher-Gato está preparada para entrar no Universo Cinematográfico da DC em breve, com ‘Gotham City Sirens’, e a empresa Janus Cosmetics, teve uma referência na ‘Liga da Justiça’.
Se isso não foi de fato um easter egg da Mulher-Gato então é um tremendo conjunto de coincidências (o que não faz o menor sentido). Vamos supor que o easter egg seja real, então temos aqui um forte indício de que Selina Kyle aparecerá no filme do Batman também. Vamos torcer que sim!
Sucesso absoluto! ‘Liga da Justiça’ bate todos os recordes em estreia no Brasil; Confira!
‘Liga da Justiça’ tem abertura mediana nas bilheterias dos EUA
O filme já está em cartaz no Brasil.