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Após sair da Netflix, as 8 temporadas de ‘The Walking Dead’ chegam na Amazon Prime

As oito primeiras temporadas da série ‘The Walking Dead‘ foram disponibilizadas no catálogo da Amazon Prime do Brasil, que conseguiu os direitos de exibição após a Netflix não renovar a licensa.

Além de The Walking Dead, a Amazon Prime disponibilizará Grey’s Anatomy, American Horror Story e How I Met Your Mother.

A Amazon anunciou um acordo de licenciamento de conteúdo com a Disney, tornando o Prime Video o serviço de streaming de uma seleção de títulos da empresa na América Latina. A coleção inclui uma variedade de sucessos de bilheteria e aclamados pela crítica do catálogo da Disney, que antes iam para a Netflix.

Entre os recentes lançamentos, estão ‘Capitã Marvel‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘, da Marvel StudiosWiFi Ralph – Quebrando a Internet e, da Disney e Pixar, Toy Story 4, além de vários outros famosos, como O Rei Leão, Aladdin e O Retorno de Mary Poppins.

“A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.

O Prime Video começou a adicionar as novidades, oferecendo aos clientes em toda América Latina acesso ilimitado de streaming a:

• Os mais recentes sucessos de bilheteria do universo cinematográfico da Marvel, como Capitã Marvel e Vingadores: Ultimato, além dos filmes de outras fases do universo Marvel, como Homem de Ferro, Thor: O Mundo Sombrio, Doutor Estranho e Guardiões da Galáxia Vol. 2

• Versões em live action de famosas animações, como O Rei Leão, O Retorno de Mary Poppins, O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, A Bela e a Fera, Malévola e a sequência, Malévola: Dona do Mal

• Filmes de animação épicos, como WiFi Ralph – Quebrando a Internet, Operação Big Hero, Enrolados, Toy Story 1 a 4, Zootopia e Moana, além de clássicos, como A Princesa e o Sapo e Lilo & Stitch

‘Um Lugar Silencioso 2’ é ADIADO para 2021

Um Lugar Silencioso – Parte 2‘ foi um dos grandes filmes afetados pela pandemia. O longa seria lançado nos cinemas em 19 de março, mas acabou sendo adiado para setembro após ao fechamento das salas de cinema no mundo todo.

Agora, com novos casos de COVID-19 sendo registrados pelo mundo, a Paramount Pictures decidiu adiar a estreia do suspense para 23 de abril de 2021.

A Paramount também agendou a nova data de estreia de ‘Top Gun: Maverick‘, sequência do original de 1986, para 2 de julho de 2021.

Outros filmes também sofreram adiamentos, como  Viúva NegraVelozes e Furiosos 9Mulher-Maravilha 1984Minions 2: A Origem de GruOs Caça-Fantasmas: Mais Além e Morbius.

Como os estúdios e expositores estão com receio sobre quando o público voltará ao cinema, o adiamento dos grandes filmes foi a melhor decisão.

Confira nossas reações ao filme:

A sequência foi uma das vítimas do surto de coronavírus que fechou as salas de cinema do mundo todo.

Top Gun: Maverick‘ foi adiado de 24 de junho para 25 de dezembro de 2020 no Brasil.

Mesmo que os cinemas possam abrir em junho, os estúdios e expositores têm receio sobre quando o público voltará ao cinema, o que acarretou no adiamento dos grandes filmes.

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Batman vs Superman’: Mulher-Gato iria aparecer em flashback em cena romântica com Bruce; Confira!

Carla Gugino já colaborou com o diretor Zack Snyder em diversas produções, como Watchmen(2009) e ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ (2011).

E parece que ela quase interpretou a Mulher-Gato em ‘Batman vs Superman‘ (2016), como revelou Snyder durante uma entrevista para o The Nerd Queens.

“Provavelmente eu diria que a Mulher-Gato de Carla [Gugino] seria perfeita. Eu pensei numa cena de flashback para ‘Batman vs Superman‘, na qual ele e a Mulher-Gato dividiam a tela e pareciam ter uma relação. Ele teve que prendê-la e isso mexeu com eles, mas ele acaba deixando-a a partir… Não a vemos depois porque… Quem sabe o que ela estaria fazendo agora? No fim das contas, Bruce queria abandonar o capuz e reencontrá-la. Acho que Carla ficaria perfeita no papel.”

A cena com certeza traria um pouco mais de humanidade para o Batman de Ben Affleck, mas o cineasta não revelou porque o trecho não foi inserido no filme, talvez por não se encaixar com o restante da trama.

Mesmo assim, vale lembrar que Gugino ainda participou do longa dando voz à inteligência artificial da nave kryptoniana de Kal-El (Henry Cavill), papel que ela dublou pela primeira vez em ‘O Homem de Aço‘ (2013).

Recentemente, Snyder compartilhou uma imagem de Jim Lee que mostra Batman e a felina na intimidade.

Recentemente, Snyder revelou que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ será lançado mundialmente no dia 18 de Março, seja em Video on Demand ou em algum serviço de streaming.

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX na mesma data e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

Amazon Prime lança suspense ERÓTICO para competir com ‘365 Dias’; Confira!!

365 Dias‘ se tornou um dos maiores sucessos da Netflix ao trazer uma história picante com cenas pra lá de adultas. Agora, o Amazon Prime Video lançou seu próprio suspense erótico.

The Voyeurs‘, ou ‘Observadores‘, tem cenas de sexo praticamente explícitas e muito suspense.

Depois de se mudarem para um lindo apartamento no centro de Montreal, um jovem casal (Sydney Sweeney e Justice Smith) começa a se interessar cada vez mais pela vida sexual de seus vizinhos excêntricos do outro lado da rua (Ben Hardy e Natasha Liu Bordizzo).

O que começa como uma curiosidade inocente aos poucos se transforma em uma obsessão doentia, depois que descobrem que um dos vizinhos está traindo o outro. A tentação e o desejo fazem com que suas vidas se enredem de maneiras inesperadas, levando a consequências mortais.

Crítica | The Voyeurs: Observadores – Amazon Prime lança thriller tenso cheio de obsessão e reviravoltas

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros Sydney Sweeney e Justice Smith, que revelam seus thrillers erótico favoritos dos anos 90.

Assista:

Banner revela o novo visual do Optimus Primal e Bumblebee em ‘Transformers 7’

Transformers: O Despertar das Feras‘ teve um novo banner divulgado, que mostra o novo visual do Optimus Primal e Bumblebee.

Confira:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers. O filme será dirigido por Steven Caple Jr.

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós esgotamos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Então encontramos um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novidades, se você já viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes.”, explicou o produtor Lorenzo di Bonaventura.  

Transformers: O Despertar das Feras‘ estreia apenas em 8 de junho de 2023.

As filmagens já foram encerradas no Peru.

Confira a sinopse e fotos:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

SUCESSO! Com R$ 10 milhões, ‘Velozes e Furiosos 10’ tem a MAIOR abertura do ano nas bilheterias brasileiras

A franquia ‘Velozes e Furiosos‘ é muito querida pelos brasileiros, e isso reflete nas bilheterias.

Segundo o Comscore, o décimo filme da franquia teve o maior dia de abertura nas bilheterias de 2023.

O filme já foi assistido por mais de 470 mil espectadores em apenas 2 dias nos cinemas. Somando as sessões de pré-estreia, ‘Velozes e Furiosos 10 já arrecadou mais de R$ 10 milhões no Brasil.

Para se ter uma ideia, Velozes e Furiosos 9‘ arrecadou R$ 12,5 milhões e levou 680 mil espectadores aos cinemas nos três dias do fim de semana em sua estreia no Brasil em 2019. Ou seja, o décimo filme deve ter uma abertura ainda maior.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 7,5 milhões nas prévias de quinta-feira nas bilheterias norte-americanas. Para comparação, ‘Velozes e Furiosos 9‘ abriu com US$ 7,1 milhões e ‘Hobbs & Shaw‘ fez US$ 5,8 milhões nas prévias de quinta-feira.

Velozes e Furiosos 10‘ deve arrecadar em torno de de US$ 60 milhões no fim de semana. Isso tornaria a sétima maior estreia da franquia, entre ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 70 milhões) e o spinoff de ‘Hobbs & Shaw‘ (US$ 60 milhões).

Embora possa parecer que ‘Velozes e Furiosos 10‘ ficou sem combustível nos Estados Unidos, o filme será totalmente turbinado no mercado internacional.

Segundo o Deadline, o novo filme da franquia está projetado para obter uma bilheteria global de aproximadamente US$ 295 milhões em seu primeiro final de semana, com potencial para ultrapassar os US$ 300 milhões caso supere as expectativas.

É importante ressaltar que apenas US$ 60 milhões devem ser provenientes dos Estados Unidos. Ao que parece, o público norte-americano pode ter perdido parte do entusiasmo pela saga, mesmo que ela continue a ser um sucesso em diversos outros países.

No mercado internacional, o filme deve abrir com US$ 235 milhões e $ 60 milhões nos EUA. Isso levaria a um total de US$ 295 milhões em todo o mundo, tornando-se o terceiro melhor começo global para um filme ‘Velozes e Furiosos‘ depois de ‘Velozes e Furiosos 8‘ (US$ 541,9 milhões) e ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$ 397,6 milhões).

Embora a arrecadação nos Estados Unidos possa não corresponder às expectativas, é notável o impacto e a popularidade de ‘Velozes e Furiosos‘ em escala global. A franquia tem uma base de fãs fiel e apaixonada em várias partes do mundo, o que contribui para o sucesso financeiro do filme.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Jason Momoa, que interpreta o vilão brasileiro Dante em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Questionado sobre sua inspiração para compor o personagem brasileiro, Momoa revelou que foi… um colar.

“Eu estive no Brasil. Me diverti muito no Brasil. Pessoas maravilhosas. A coisa em que me baseei pra criar o personagem é muito estranha. Eu nunca tinha feito isso antes, mas baseei ele em cores. Eu o baseei em um colar que meu amigo fez. Ele era todo colorido e achei ele tão lindo. Eu não sou de usar muitas cores. Eu construí esse personagem ao redor dessas cores. Elas pareciam calorosas e convidativas, mas quando você chega perto dele, ele simplesmente é mau. E ele já tinha dominado você. Eu não queria que ele usasse armas. Eu queria usar facas para que ele chegasse bem perto. Ele é muito sádico e sente prazer em machucar as pessoas e leva isso longe demais. Mas ele era muito convidativo e caloroso. Então foi aí que eu comecei. O filme entrega tudo aquilo que os fãs querem e um pouco mais.”, ele afirmou.

Assista:

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Sandra Bullock e Brad Pitt BRILHAM em comédia milionária assistida por 35 milhões de pessoas na Netflix

As comédias românticas atingiram o seu auge nos anos 90 e 2000 com grandes musas do cinema encantando audiências do mundo inteiro com histórias de amor que nos faziam se apaixonar. Entre um filme e outro de Meg Ryan, surgiram duas grandes estrelas que se tornaram as principais representantes do subgênero: Julia Roberts e Sandra Bullock.

Com filmes cada vez mais clichês que começaram a cansar o público, as comédias românticas foram desaparecendo lentamente dos cinemas e as poucas que eram realizadas estreavam direto no streaming e repetiam fórmulas já conhecidas e ultrapassadas, enterrando e desvalorizando o subgênero. Eis que precisava de uma rainha para provar que as comédias românticas ainda vivem e podem encontrar seu público e fazer sucesso, e Sandra Bullock voltou às telonas para realizar o feito. E sim, ela foi muito bem sucedida.

A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘, estrelada por Bullock e Channing Tatum, que ultrapassou a marca de 35 milhões de visualizações na Netflix. O filme chegou a figurar em primeiro lugar no catálogo por mais de uma semana.

Confira nossa crítica:

A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

O grandioso elenco também conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’), Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’), Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) e Brad Pitt, que fará uma participação especial.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’, segundo o Rotten Tomatoes

Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com o sétimo filme a caminho, decidimos mostrar o ranking da franquia no agregador de críticas Rotten Tomatoes.

Vamos lá?

6. Pânico 3

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 41%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 38%

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 38%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

5. Pânico 4

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 60%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 57%

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, mas é o meu preferido. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica atrás do terceiro, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

4. Pânico (2022)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 76%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 82%

Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.

 

3. Pânico (1996)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 80%

Obviamente eu não concordo com o primeiro filme estar em terceiro lugar na lista. Apesar das sequências serem maravilhosas, nenhuma conseguiu realmente ser melhor que o original. Mas, segundo os críticos, duas sequências foram melhores. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo.

 

 

2. Pânico 6

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 91%

Acho muito legal que os críticos prestigiaram o sexto filme da franquia, mesmo eu particularmente achando o mais fraco de todos.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – trazendo um filme que se enverga mais para a ação do que para o terror.  Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.

Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.

Pânico VI’ é um bom filme, mas não tomou riscos. Ninguém importante morreu. Mesmo assim, é um dos filmes mais sangrentos e ambiciosos da franquia, tendo Nova York como pano de fundo. Eu esperava mais, principalmente por que em nenhum momento o filme parece realmente aproveitar Nova York (salvo a cena do metrô), e a revelação dos assassinos é broxante. Na minha lista pessoal, esse fica em sexto lugar.

1. Pânico 2

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 82%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 58%

Eu particularmente não acho o melhor filme da franquia, mas que é uma baita sequência, é. Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Sinceramente, escolher o melhor Pânico é uma tarefa difícil. É como escolher um filho preferido. Cada um tem o seu charme e potencial.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 61%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 59%

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

“É uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói”, revela Sam Raimi [EXCLUSIVO]

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor Sam Raimi (‘Arraste-me para o Inferno’) foi questionado se prefere dirigir filmes de super-herói ou terror, e respondeu:

“Bem, é uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói, porque a verdade é que qualquer um desses personagens que você coloca vestindo uma roupa colante vermelha e azul, eles se tornam heróis para as crianças, mesmo sem merecer. Então, você se encontra em uma posição em que precisa realmente conquistar isso e garantir que os personagens sejam reais e consistentes, enfrentando conflitos com os quais as crianças possam se identificar.”, ele afirmou.

Segundo Raimi, o personagem precisa gerar identificação com o público.

“Você quer que esses conflitos sejam sérios para que as crianças pensem: “Sim, eu já estive nessa situação, só que no meu caso era com a lição de casa”. Eu não sei o que as crianças estão pensando, mas elas veem que o super-herói não consegue superar essa situação. E então, em um filme com um super-herói, o ser humano dentro dele cresce, aprende algo e encontra uma maneira de superar esse obstáculo. As crianças assistem a isso, e você orquestra tudo, e o herói voa pelos céus. Não há nada igual para um diretor do que criar essa sensação de admiração e, de uma forma muito simples, inspirar as crianças, servindo como um bom exemplo. Claro, eu ainda adoro sentar no fundo do cinema, fazendo barulhos e assustando as crianças. Mas ambos os gêneros são gratificantes.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga CinePOP no Youtube:

O terror conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a direção de Raimi, que, mais uma vez, se mostra um mestre do gênero ao equilibrar perfeitamente risos com tensão, além de destacar as excelentes performances de Rachel McAdams e Dylan O’Brien.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’

Socorro!‘ já está em exibição nos cinemas.

Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida.

SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado pela atriz indicada ao Oscar® Rachel McAdams e Dylan O’Brien. O filme é produzido por Raimi e Zainab Azizi, com produção executiva de JJ Hook, roteiro de Damian Shannon & Mark Swift, e música original de Danny Elfman.

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‘Socorro!’: Novo terror de Sam Raimi abre com 91% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

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‘A Empregada’, ‘Hamnet’, ‘Socorro!’, ‘Extermínio’ e os Filmes mais ESPERADOS de Janeiro 2026 nos cinemas!

» Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro;

 

10 ÓTIMOS filmes com mais de três horas de duração

A duração de um filme nada importa desde que seja um projeto impactante e que faça refletir! Ao longo dos anos, alguns filmes se prologam em sua narrativa, alguns desses de maneira detalhista, trazendo ao público uma enorme experiência com muitas horas de duração. Pensando nisso, separamos abaixo uma ótima lista com 10 ótimos filmes com mais de três horas de duração:

 

Ben-Hur

Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.

 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução

Ação, drama e aventura em um enorme aulão sobre a imposição de autoridade de uma cultura sobre outra. Uma das maiores surpresas do mundo do cinema nesse ano de 2022, o longa-metragem indiano RRR: Revolta, Rebelião, Revolução indicado à duas categorias no Globo de Ouro 2023, tem uma narrativa dinâmica, pulsante, que apresenta ao público dois heróis que lutam quase na contramão contra um mesmo inimigo em uma Índia dominada pelos ingleses nos anos 20. Tem drama, tem surpresas, tem musical, tem cenas de ação de tirar o fôlego, numa história empolgante que gira em torno da amizade de dois lutadores pela liberdade da Índia nunca se conheceram na vida real.

 

O Lobo de Wall Street

Na história, acompanhamos a trajetória meteórica de Jordan Belfort (Leonardo Di Caprio), um homem com apenas um foco em sua vida, ser muito rico. Após um início conturbado em uma empresa promissora, consegue inteligentemente absorver tudo o que precisava para se tornar um guru na arte de fazer as pessoas investirem seu dinheiro. Com a ajuda do amigo Donnie Azoff (interpretado pelo hilário Jonah Hill), funda sua própria empresa que logo se torna uma das mais rentáveis e visadas pela polícia em Wall Street.  Ao mesmo tempo que segue ganhando cada vez mais dinheiro, encontra o amor de sua vida, Naomi (Margot Robbie) e abusa diariamente de todos os tipos de droga. Esses vícios acabam o levando ao fundo do poço.

 

O Franco Atirador

Dirigido pelo cineasta nova iorquino Michael Cimino, esse intenso filme de mais de três horas, ganhador do Oscar de Melhor Filme, nos mostra a história de alguns amigos que estão prestes a ir para o exército, na infantaria norte-americana na Guerra do Vietnã. Durante a guerra, presenciam os horrores daquele lugar. O projeto é inspirado no livro Three Comrades (1937), do escritor alemão Erich Maria Remarque.

 

Dança com Lobos

Com mais de quatro horas de duração, dirigido e protagonizado por Kevin Costner, esse projeto, ganhador do Oscar de Melhor Filme, foi lançado nos cinemas no início dos anos 90 e conta a história de John Dunbar um herói na Guerra Civil Americana que acaba fazendo amizade com um tribo indígena e logo se vê em uma situação onde precisará fazer escolhas.

 

Hamlet

Baseado na obra homônima de um dos textos mais conhecidos de William Shakespeare, Hamlet lançado em meados da década de 90, com seu longos e profundos 246 minutos de projeção nos mostra a história de Hamlet que luta contra tudo e todos para vingar o assassinato do pai e ocupar seu legítimo lugar como rei da Dinamarca.

 

Vingadores: Ultimato

Uma das maiores bilheterias da história do cinema (quase três bilhões de dólares em arrecadação), Vingadores: Ultimato mostra a luta e retorno dos conhecidos heróis após metade da população ser eliminada pelas mãos do terrível Thanos.

 

O Poderoso Chefão – Parte 2

Talvez a parte mais impactante da franquia de sucesso baseado no romance de Mario Puzo, vemos no passado a saga de Vito Corleone e sua escapada da Itália rumo aos Estados Unidos e em paralelo Michael Corleone expandindo os negócios da família.

 

À Espera de um Milagre

Dirigido pelo ótimo cineasta Frank Darabont, com roteiro adaptado da obra homônima de grande Stephen King, o emocionante longa-metragem protagonizado por Tom Hanks e Michael Clarke Duncan nos mostra um curioso recorte de situações que aconteceram quando um agente penitenciário era responsável pelo corredor da morte.

 

Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei

Fechamento da saga dirigida por Peter Jackson, baseado na franquia O Senhor dos Anéis, escrito por J. R. R. Tolkien, que levou milhões de pessoas aos cinemas de todo o mundo, em Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei testemunhamos os desfechos da luta entre o bem e o mal.

 

As Tartarugas Ninja

O Anti-Guardiões da Galáxia

Os recentes Planeta dos Macacos: O Confronto e Guardiões da Galáxia provaram que qualquer tema pode ser transformado em um filme eficiente desde que exista qualidade no roteiro. Ou seja, personagens bem desenvolvidos, situações que causem emoção e certo nível de humanidade com que nos identifiquemos. Não importa se sejam primatas ou guaxinins falantes, se bem explorada em seu contexto a ideia funciona. Cinema é magia, é abrir a mente, é dar aquele chamado salto de fé.

Afinal, quem ama verdadeiramente cinema como arte já se emocionou com um computador superinteligente e até mesmo uma bola de vôlei como personagens. Sabemos que a coisa funciona e pode funcionar bem. Mas também pode funcionar muito mal. É o caso com o novo filme das Tartarugas Ninja. Criados por Peter Laird e Kevin Eastman ainda na década de 1980, os personagens que levam nomes de artistas do período renascentista, e seu universo, ganharam o mundo na década de 1990. Foi uma explosão.

CinePop 5

Popularizados por uma série animada na TV, logo Raphael, Leonardo, Michelangelo e Donatello estavam em todo canto, desde lancheiras escolares até os milhares de brinquedos. Não existia uma criança no período que não soubesse quem eram, ou não quisessem algum produto de seu merchandising.  É claro que As Tartarugas Ninja também foram parar no cinema, em produções que datam 1990, 1991 e 1993. Apesar de termos adorado esses filmes na infância, basta uma segunda olhada agora para percebermos que nosso senso crítico era inexistente.

Já hoje, quem tiver o mínimo do mesmo, não poderá recomendar a nova produção dos personagens, que pretende repagina-los para toda uma nova geração de consumidores. Este é um filme condescendente com a inteligência de seu público. Assim como Transformers, o que parece importar são apenas as cenas de ação e os efeitos visuais, extremamente bem realizados. Se você espera mais do que isso, irá se desapontar seriamente. Não por acaso, o cineasta Michael Bay (diretor da franquia Transformers no cinema) está por trás desta nova investida, como produtor.

CinePop 4

O diretor (ou dublê de diretor) é Jonathan Liebesman, o sujeito que cometeu Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011) e Fúria de Titãs 2 (2012). A fotografia é do brasileiro Lula Carvalho (Tropa de Elite e RoboCop). Infelizmente, tudo no filme é tragado pelo roteiro sem brilho, apressado e sem diversão. Além de não agradar os “não escolados” neste universo, o novo filme faz um desserviço para os fãs também. Planejado como um reboot, um reinício para a franquia, o que traduz na obrigatória história de origem dos protagonistas, de seus aliados e vilões. E ela ocorre… nos créditos iniciais!

A criação das tartarugas, de seu mestre e figura paterna, uma ratazana humanoide, e do arqui-inimigo Destruidor (aqui, o cruzamento entre Darth Vader, um canivete suíço e um Transformer), é jogada na tela com imagens animadas, nos primeiros minutos de forma corrida. É como se os realizadores não quisessem mais perder tempo com isso. No entanto, preferem gastar o tempo com ideias recicladas, como o plano maligno do vilão, tirado diretamente de O Espetacular Homem-Aranha (2012).

CinePop 2

A belíssima Megan Fox como repórter é uma eficiente modelo. Seu relacionamento com o quarteto acontece de forma forçada e apressada. Ao final já estão se chamando de família, mas nunca sentimos este desenvolvimento. Pelo contrário, a jornalista de jaqueta amarela aparentemente só é ferida quando os heróis ou seu mestre a arremessam de um lado para o outro tentando salvá-la. Outro aspecto que irrita é a necessidade de uma ligação e explicação que junte os personagens, além do fato de simplesmente existirem. Eu posso te conhecer e desenvolver um relacionamento com você sem que nossos passados estejam interligados.

Mas vai explicar isto para os realizadores dos últimos filmes de super-heróis. Dessa forma, o passado de April, Splinter e das tartarugas estão todos conectados. Que chatice! Sabemos que o vilão é importante para a trama, e uma ligação prévia com os heróis e seu mestre é mencionada, mas nunca ficamos sabendo qual era. O filme faz um péssimo trabalho em criar uma identidade para ele, apesar de promissor. As gracinhas são infantis e sem graça, enfiando até mesmo uma piada com flatulência, maior sinal de desespero e falta de ideia que existe.

Os Sucessos do Cinema que Completam 30 Anos e PODERIAM Virar Série

Uma onda cada vez mais crescente e que tem se mostrado muito bem-sucedida em Hollywood na atualidade é a adaptação de famosas produções cinematográficas na forma de séries de TV. Isso se deve muito pelo fato de que os programas televisivos hoje em dia contam com recursos orçamentários quase tão inflados quanto os filmes de cinema. Peguemos, por exemplo, a recente série da Amazon Prime Video de O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder, o seriado mais caro da história da TV até hoje, que não fica devendo nada em termos de magnitude em relação às obras de cinema.

De Westworld a Fargo, passando pelo fenômeno Cobra Kai, diversos filmes queridos, outros obscuros e cult, já tiveram suas ideias originais levadas às telinhas das mais variadas formas – sendo continuações, adaptações ou derivados. Recentemente, mais uma foi anunciada com a versão seriada de Blade Runner. Quando falamos dos anos 90, só em 2022 tivemos o lançamento de Uma Equipe Muito Especial e em breve veremos a série Entrevista com o Vampiro. Para entrar na brincadeira, resolvemos separar alguns filmes dos anos 90 que completam 30 anos em 2022 e que achamos que muito bem poderiam ser desenvolvidos na forma da nova série de sucesso de uma das mais variadas plataformas de streaming da atualidade. Confira abaixo.

Cães de Aluguel

Os irmãos Coen conseguiram satisfatoriamente transformar seu excelente épico criminal Fargo em uma série de antologia na TV, que já exibiu até a sua quarta temporada. Quentin Tarantino também é um adepto do cinema criminal, tendo construído toda a sua carreira basicamente em cima do gênero. O cineasta igualmente já andou se enveredando pela TV ao dirigir episódios de séries famosas como E.R. (Plantão Médico) e CSI. Mas o diretor nunca teve uma série para chamar de sua. Isso poderia mudar, caso Tarantino resolvesse transformar seu primeiro longa, sobre um grupo de mafiosos, todos usando nomes de cores, num arriscado plano de roubo a uma joalheira, que sai muito errado devido a um policial infiltrado em seu bando, em uma série. É sucesso certo, com novas possibilidades de reviravoltas orquestradas pelo diretor, ou quem sabe até uma história completamente nova.

Os Imperdoáveis

O veteraníssimo Clint Eastwood é uma verdadeira lenda viva de Hollywood. O que muita gente pode não saber, no entanto, é que suas origens foram na TV, no seriado de faroeste Rawhide. Justamente por isso, Eastwood viria a se tornar um verdadeiro ícone no gênero, participando de diversas produções no estilo. Alguns podem questionar, mas Os Imperdoáveis é seu ápice dentro do faroeste e foi sua “canção do cisne”. Eastwood já está com uma idade bem avançada, mas bem que a Warner, estúdio por trás do longa, podia tirar a poeira desta história sobre matadores de aluguel contratados por prostitutas para se vingar dos homens que abusaram e quase mataram uma delas. Em tempos de denúncias de violência contra a mulher e empoderamento feminino, Os Imperdoáveis merece retornar – melhor ainda se fosse com Clint na produção.

Questão de Honra

Por falar em dramas icônicos que tiveram prestígio do Oscar, esse aqui tem por trás um verdadeiro timaço. Nas telas, protagonizando temos o astro Tom Cruise, que este ano voltou com tudo aos holofotes, graças ao sucesso de Top Gun – Maverick. Fora isso, Entrevista com o Vampiro, outro de seus clássicos dos anos 90, vai virar série em outubro – além de Jack Reacher, filme de ação que estrelou duas vezes, também ter recebido um tratamento na TV. Questão de Honra é um thriller dramático de tribunal passado nos bastidores da marinha americana, envolvendo o assassinado de um recruta, numa situação que escala até o topo do poder. Baseado numa peça, o texto é assinado por Aaron Sorkin, que hoje se tornou um diretor de mão cheia e poderia muito bem adaptar seu conto para as telinhas. Seria pedir muito o envolvimento de Cruise ou do aposentado Jack Nicholson, mas se vingasse como série, poderíamos ao menos ter participações de Demi Moore e Kevin Bacon.

Drácula de Bram Stoker

Outro clássico moderno que está completando 30 anos de sua estreia em 2022, esse é mais um filme marcante da década de 90 a abordar o tema dos vampiros, depois do citado Entrevista com o Vampiro. Aqui, quem comanda o show é o prestigiado Francis Ford Coppola, que fechava sua trilogia de O Poderoso Chefão dois anos antes, e se embrenhava pelo mundo do terror com um dos mais lendários e góticos contos de terror de todos os tempos: Drácula, do escritor Bram Stoker. Coppola simplesmente pegou o filme de 1931 com Bela Lugosi, e o virou do avesso, subvertendo tudo o que sabíamos dele e de quebra entregando uma das melhores reimaginações da sétima arte, repleta de muito estilo visual e narrativo. Os temas de Coppola voltaram à voga em 2022, com a série The Offer, sobre os bastidores de O Poderoso Chefão – por isso, seria muito legal ver Drácula feito novamente sob a estética criada pelo diretor, desta vez em novo formato e adaptada para os novos tempos.

Instinto Selvagem

Hoje em dia não existem mais limites para o que podemos ver na TV. Afinal, quem tem limites é município. Programas como Game of Thrones, da HBO, empurraram a censura até seus mais altos níveis do aceitável, com cenas violentíssimas, para lá de explícitas, e momentos de nudez e sexo bastante gráficos. Esse é o privilégio da TV a cabo – e nos streamings a coisa segue por essa linha. É só dar uma olhada em seriados como Sex/Life – lançada ano passado, que usava e abusava da nudez e sexualidade da belíssima protagonista Sarah Shahi. Antes essa ousadia era tentada apenas no cinema, e quando consumada, terminava chocando audiências pelo mundo todo. Há 30 anos, este foi exatamente o caso com o thriller erótico Instinto Selvagem, que revelou a estrela Sharon Stone. A história fala sobre uma investigação policial liderada pelo detetive Nick Curran, papel de Michael Douglas. Ele tenta desvendar um caso de assassinato cometido no meio do ato sexual, onde a principal suspeita é uma escritora de sucesso, adepta do sadomasoquismo, papel de Stone. A trama poderia ressurgir nas telinhas e incendiar as coisas mais uma vez.

O Último dos Moicanos

Aventuras épicas passadas em épocas medievais são o item de maior sucesso atualmente nas plataformas de streamings – lideradas por House of the Dragon, da HBO, e O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, da Amazon Prime Video. Se a Disney quisesse capitalizar em cima do gênero igualmente, para além de sua aventura infantil com Willow (a ser lançado em breve este ano), poderia tirar a poeira deste drama de ação, capitaneado por Michael Mann e estrelado pelo grande Daniel Day-Lewis. Acontece que O Último dos Moicanos, baseado no livro de James Fenimore Cooper, tem produção da 20th Century Fox, hoje 20th Century Studios e de propriedade da Disney. Assim, a casa do Mickey poderia pegar para si uma fatia deste estilo, digamos, mais visceral de épico, não poupando na violência – como no longa original – para contar a história do conflito entre colonos franceses, britânicos e um tribo de nativos americanos. Se quisessem laços com o original, Michael Mann poderia ter envolvimento como produtor.

A Morte Lhe Cai Bem

Mistura de comédia, drama, terror e elementos fantásticos, A Morte Lhe Cai Bem se tornou um cult imediato logo após seu lançamento há 30 anos no cinema. Aqui também temos outro timaço envolvido na produção. Nas telas protagonizando, ninguém menos que Meryl Streep, Goldie Hawn e Bruce Willis. Em tempos de mulheres empoderarem outras mulheres, essa história ácida e para lá de sombria viria bem a calhar. Tudo começa com a personagem de Hawn, noiva de Willis. O casal vai visitar um espetáculo da atriz vivida por Streep, “melhor amiga” da protagonista. Hawn está meio receosa de apresentar seu noivo para a “amiga”, já que sabe do histórico de todos se apaixonarem por ela, que não tem papas na hora de flertar.

Não dá outra, e a “amiga da onça” rouba o noivo de Hawn, se casando com ele. Agora a vingança entra em cena e a guerra está declarada entre as duas, misturando ainda na história um elemento sobrenatural de uma poção que promete a juventude eterna. Além da tal poção ser uma analogia não muito sutil da busca pelo não envelhecimento de muitos, em especial celebridades, com inúmeras plásticas e tratamentos estéticos, hoje, a vingança também seria destilada ao traste do noivo, afinal a “amiga” não cometeu adultério sozinha, e no passado, em situações assim, o homem nunca era culpado. Na direção, Robert Zemeckis, que está precisando de um sucesso urgente, e quem sabe a solução não fosse levar essa história amalucada e muito divertida e atual para as telinhas.

‘Halloween’: Jamie Lee Curtis revela como a Laurie se tornou o novo Dr. Loomis

Em uma nova entrevista, Jamie Lee Curtis refletiu como sua personagem no reboot de ‘Halloween‘, comparando-a com o Dr. Loomis do original.

“Laurie ficou traumatizada e também entende o Michael de uma forma de ninguém mais entende. De um jeito estranho, ela se tornou um novo Dr. Loomis, porque ele era o único que entendia que o Michael era puro mal e precisava ser parado. Veja bem, a Laurie sabe disso – e ninguém está prestando atenção, mas ela está patrulhando as ruas.”

Danny McBride, co-roteirista do novo filme, acrescentou: “Eu acho e espero que nós fizemos o filme que os fãs estavam querendo assistir.”

Confira a entrevista completa:

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’), Dylan Arnold (‘Mudbound’), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’), Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

 

‘Andar Montar Rodeio – A Virada de Amberley’: Novo drama da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do drama ‘Andar Montar Rodeio – A Virada de Amberley‘.

Confira:

Dirigido por Conor Allyn, o filme é baseado em uma história real.

Um terrível acidente interrompe os sonhos de Amberley Snyder de conseguir uma bolsa de estudos para a faculdade e seguir carreira no rodeio profissional. Mas agora mesmo sem os movimentos das pernas, ela se recusa a desistir de seus planos e decide fazer de tudo para voltar às arenas.

O elenco inclui Spencer Locke, Missi Pyle, Bailey Chase, Sherri Shepherd e Max Ehrich.

A Princesa de Elymia

(A Princesa de Elymia)

 

Elenco:

Maria Alice Gadelha

Adriano Freire

Amanda Janynne

 

Direção: Silvio Toledo

Gênero: Animação

Duração: 104 min.

Distribuidora: Panda Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 10 de Outubro de 2019

Sinopse: 

Zoé é uma garota de dez anos e moradora de uma favela. Ela tem a vida mudada ao encontrar um portal, no Rio de Janeiro, que a leva a um mundo mágico. Lá, descobre ser a irmã desaparecida da rainha e é a única que preservou poderes mágicos para enfrentar um grande desequilíbrio no Reino de Elymia, provocado pela sede de poder de Tempestança. Ela terá que aprender a usar sua magia a tempo para enfrentar bruxaria, monstros e dragões.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Silvio Toledo também é responsável pelo roteiro da animação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Revenge’: Sequência da série é CANCELADA pela ABC

De acordo com o TVLine, a sequência da sérieRevenge‘, que estava sendo desenvolvida pela ABC, não teve o seu piloto aprovado pela emissora.

A nova trama iria girar em torno de uma jovem imigrante latina que chega em Malibu para se vingar de uma dinastia farmacêutica que “causou a morte de sua mãe biológica, a destruição de sua família e uma epidemia global”.

A jornada de vingança da jovem seria guiada pelo Nolan, personagem da série original interpretado pelo Gabriel Mann.

A nova série também foi desenvolvida por Mike Kelley.

Após quatro anos, ‘Revenge‘ chegou ao fim em 2015, deixando muitos fãs órfãos de Victoria Grayson e Emily Thorne.

Baseada em ‘O Conde de Monte Cristo‘, obra de Alexandre Dumas, a série tinha tudo para agradar o público e conseguir fãs por onde passasse – leia nossa crítica!

Produtor fala sobre o episódio final da série

Jantar sinistro no novo clipe do terror ‘Honeydew’; Confira!

O terror ‘Honeydew‘, estrelado por Sawyer Spielberg (filho do icônico cineasta Steven Spielberg), ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

O longa é escrito e dirigido por Devereux Milburn.

A trama segue um jovem casal que é forçado a buscar abrigo em uma antiga fazenda, onde mora uma senhora e seu estranho filho. Quando eles começam a ter desejos estranhos, alucinações sinistras começam a afastá-los da realidade.

Malin Barr e Barbara Kingsley também estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 13 de abril.

‘Tara Maldita’: Mckenna Grace irá estrelar e roteirizar sequência do remake

De acordo com o Deadline, Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Mais Além’) irá estrelar a sequência do remake ‘Tara Maldita‘ (The Bad Seed), que está sendo desenvolvido pelo canal Lifetime.

Além de protagonizar o longa, a jovem atriz também será responsável pelo roteiro ao lado de seu pai Ross Burge e Barbara Marshall.

Na trama…

Emma, de 15 anos, parece uma adolescente comum, mas isso está longe de ser verdade. Vários anos após os eventos assassinos do primeiro filme, que deixaram seu pai morto, Emma agora está morando com sua tia Angela e cursando o ensino médio. O marido de Angela começa a suspeitar que Emma pode não ser tão inocente quanto parece e sugere mandá-la para um colégio interno. Enquanto isso, uma nova garota na escola parece saber os segredos de Emma, deixando-a sem escolha a não ser voltar aos velhos hábitos e cuidar de seus inimigos através de qualquer meio necessário.

Louise Archambault será responsável pela direção.

Com estreia prevista para 2022, novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ryan Gosling é o Motoqueiro Fantasma em INCRÍVEL arte conceitual; Confira!

Após o astro Ryan Gosling revelar que gostaria de interpretar o Motoqueiro Fantasma, o designer Clements.Ink criou uma arte conceitual incrível do ator como o icônico herói da Marvel.

Confira:

Anteriormente, o apresentador Josh Horowitz teve uma conversa exclusiva com o ator Ryan Gosling sobre os boatos envolvendo seu futuro no Universo da Marvel.

E, apesar de ter desmentido os rumores envolvendo sua introdução no MCU como o Nova, o astro declarou que adoraria interpretar o Motoqueiro Fantasma.

“Eu e o Ryan conversamos sobre os rumores envolvendo [o live-action do] ‘Nova’, que ele confirmou não serem verdadeiros. Mas, esta manhã, Ryan me disse que há um super-herói que ele quer interpretar… O MOTOQUEIRO FANTASMA.”

Vale lembrar que o Motoqueiro Fantasma quase apareceu no filme ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, onde teria um confronto épico com a Feiticeira Escarlate, mas sua introdução no MCU foi descartada antes do projeto sair do papel.

Apesar de ter perdido o posto de maior bilheteria do ano para ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.2B), a sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 411 milhões. No mercado internacional, foram US$ 542.9 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 953.9 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Doutor Estranho 2‘ já estreou no serviço de streaming do Disney+.

 

Sigourney Weaver pode retornar à franquia ‘Alien’? Atriz responde!

Em entrevista ao Total Film, Sigourney Weaver (‘Avatar’) comentou sobre um possível retorno ao universo da franquia ‘Alien‘.

Apesar de ter expressado o seu desejo em estrelar um novo filme da saga há alguns anos, a atriz atualmente acredita que o tempo para o retorno da icônica Ellen Ripley já passou.

“Há muitos atores jovens assumindo papéis parecidos [com a Ripley]. Havia um filme da franquia ‘Alien’ que eu realmente gostaria de ter estrelado com o [diretor] Neill Blomkamp, mas infelizmente não tivemos essa oportunidade.”

Ela completa, “Eu estou feliz com o que estou fazendo. Já tive o meu tempo no espaço!”

Vale lembrar que, há alguns anos, o cineasta Neill Blomkamp estava desenvolvendo uma sequência direta de ‘Aliens – O Resgate‘, que ignoraria todas as sequências posteriores e contaria com o retorno de Weaver, além do ator Michael Biehn como o Hicks.

O novo filme da franquia, cujas filmagens já foram iniciadas, será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’)

Cailee Spaeny (‘Jovens Bruxas: Nova Irmandade’) e Isabela Merced (‘Dora e a Cidade Perdida’) irão estrelar o longa.

David Jonsson (‘Industry’), Archie Renaux (‘Sombra e Ossos’), Spike Fearn (‘Batman’) e Aileen Wu também foram confirmados na produção. Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O novo filme contará “uma história independente”, sem conexão com as iterações anteriores da popular saga.

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

O novo filme está sendo produzido para ser lançado diretamente no streaming Hulu, uma estratégia semelhante com o que a 20th Century Studios fez com ‘O Predador: A Caçada‘.

Vale lembrar que Noah Hawley (‘Legion’) também está desenvolvendo uma série baseada na franquia. A produção se passará em um futuro próximo no Planeta Terra, décadas antes dos eventos do filme ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘.

Produzida por Ridley Scott, diretor do filme original, a série está sendo descrita como uma “extensão e reinvenção da franquia”.

‘Bob Marley: One Love’ ultrapassa US$ 120 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de duas semanas, a cinebiografia ‘Bob Marley: One Love‘, filme que conta a história do ícone do reggae, ultrapassou a marca dos US$ 120 milhões nas bilheterias mundiais.

Com US$ 13.5 milhões arrecadados no segundo final de semana, o longa conseguiu se manter no topo das bilheterias dos EUA, barrando as estreias de ‘Demon Slayer Kimetsu no Yaiba – To the Hashira Training‘ (US$11.6M), ‘Ordinary Angels‘ (US$6.5M) e ‘Drive-Away Dolls‘ (US$2.4M).

Ao total, a produção já arrecadou US$ 71.1 milhões no território norte-americano.

Vale lembrar que ‘Bob Marley‘ havia conquistado o topo das bilheterias dos EUA ao arrecadar US$ 51 milhões em seu primeiro final de semana estendido – quase o dobro da estreia de ‘Madame Teia‘ (US$25.8M) no país.

Para termos de comparação, ‘One Love‘ arrecadou US$ 27.7 milhões no final de semana regular (composto por 3 dias), superando a estreia de ‘Rocketman‘ (US$25.7M) e chegando próximo aos números de ‘Elvis‘ (US$31.2M).

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 42% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção caiu no gosto do público, alcançando uma média de 92% de aprovação no site.

Relembre o trailer:

O longa celebra a vida e a música de um ícone que inspirou gerações através da sua mensagem de amor e união. Pela primeira vez nos cinemas, o público vai descobrir a poderosa história de superação de adversidades e a jornada por trás da sua música revolucionária.

A direção do longa é assinada por Reinaldo Marcus Green, que também dirigiu ‘King Richard: Criando Campeãs‘, filme indicado a seis Oscars e vencedor de um. Bob Marley será interpretado pelo ator Kingsley Ben-Adir, que atualmente trabalha na série “Invasão Secreta”.

Contracenam com ele nesse novo longa, Lashana Lynch, James Norton, Tosin Cole, Anthony Welsh, Michael Gandolfini, Umi Myers e Nadine Marshall.

Confira ‘O Menino e o Polvo’, ADORÁVEL novo curta natalino da Disney

A Disney divulgou o seu novo curta-metragem natalino, intitulado ‘O Menino e o Polvo‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue a jornada de uma criança que descobre um polvo curioso preso à sua cabeça durante suas férias no litoral. Após retornar para casa, o garoto forma uma amizade verdadeira com o polvo ao apresentar seu novo companheiro à sua vida em terra.

Taika Waititi, de ‘Thor Ragnarok‘, é responsável pela direção.

Charlie Hall se junta ao elenco da 3ª temporada de ‘Monstro’, sobre serial killer que inspirou ‘O Massacre da Serra Elétrica’

De acordo com o Deadline, Charlie Hall (‘A Vida Sexual das Universitárias’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Monstro‘, série antológica da Netflix baseada em crimes reais.

Em caráter recorrente, o ator interpretará o policial Frank Worden. Na vida real, ele foi o filho de Bernice Worden, última vítima do serial killer Ed Gein.

Ao lado do Xerife Arthur Schley, o investigador principal do caso, Worden encontrou os restos de sua mãe na loja da família. Ele desempenhou um papel crucial na identificação de Gein, o que levou à sua prisão.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será o protagonista. Ele interpretará Ed Gein, figura infame que inspirou o clássico ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Conhecido como “O Açougueiro de Plainfield”, ele foi um ladrão de túmulos e assassino, que transformava ossos e pele humana em decoração e móveis.

Vale lembrar que a segunda temporada do seriado, intitulada ‘Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais‘, já está disponível no streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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3ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ ganha data de estreia

Prime Video finalmente anunciou quando a 3ª temporada da elogiada série ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 11 de novembro.

O terceiro ano contará com um salto temporal e mostrará o auge da guerra entre os Elfos e o poderoso Sauron.

“Avançando vários anos a partir dos eventos da segunda temporada, a terceira iteração se desenrola no auge da Guerra dos Elfos e Sauron, enquanto o Lorde das Trevas busca criar o Um Anel que lhe dará a vantagem necessária para vencer a batalha e conquistar toda a Terra-média de uma vez por todas”.

Vale lembrar que os novos episódios irão introduzir Andrew Richardson (‘Ponies’), Zubin Varla (‘Andor’), Adam Young (‘Mestres do Ar’), Jamie Campbell Bower (‘Stranger Things’) e Eddie Marsan (‘Ray Donovan’).

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ganha versão em jogo 8-bit; Assista!

Os amantes dos clássicos videogames vão ter a oportunidade de conferir ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ em uma versão bem nostálgica.

O novo reboot do herói foi repaginado como um jogo 8-bit e é possível conferir as principais cenas do filme no material.

O vídeo foi produzido pelo canal do Yotube BitCine e publicado nesta quinta-feira (13).

Confira:

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Celebridades leem mensagens de textos de suas mães em divertido vídeo

Para celebrar o Dia das Mães, o talk show Jimmy Kimmel Live convidou algumas celebridades para lerem mensagens de texto reais, enviadas por suas mães.

O resultado é uma série de mensagens bem honestas e divertidas, que mostram um pouco da dinâmica familiar entre os atores e suas respectivas mamães.

O quadro contou com atores como Anna Faris, Adam Scott e Kristen Bell.

Confira:

‘Capitã Marvel’: Lancheira The “Fonz” que aparece no filme já pode ser adquirida

A lancheira da série ‘Happy Days‘, que traz o personagem Fonzie em destaque, talvez seja uma das referências mais  legais de ‘Capitã Marvel‘.

O produto, que tem uma funcionalidade importante na trama, ganhou uma réplica que já está disponível para ser adquirida.  

A lancheira ainda está no período de pré-venda, por apenas US$ 14,99. Se você tem interesse, pode conferir o produtor aqui.

Confira as imagens:

Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Killing Eve’: Primeiras temporadas ganham resumo em novo vídeo divertido; Assista!

Para promover a proximidade da estreia da 3ª temporada de ‘Killing Eve‘, a BBC America divulgou um vídeo especial resumo as duas primeiras temporadas.

Confira:

A próxima temporada irá estrear no dia 12 de abril.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘O Método Kominsky’: 3ª e ÚLTIMA temporada da comédia da Netflix ganha várias imagens; Confira!

A 3ª e última temporada da aclamada série de comédia ‘O Método Kominsky‘ estreia apenas no dia 28 de maio, mas a produção ganhou várias imagens oficiais.

As fotos foram compartilhadas pelo astro Michael Douglas, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Vale lembrar que o veterano ator Alan Arkin não retornará para a última temporada da produção.

Segundo a publicação, fontes próximos afirmaram que Arkin já havia tomado essa decisão há algum tempo atrás. A ausência do seu personagem também será retratada na narrativa.

Arkin interpretou Norman Newlander, melhor amigo a gente de Sandy Kominsky, ator que teve o auge de sua carreira artística ainda na sua juventude e que hoje trabalha com coach de atuação para novos talentos que chegam à Los Angeles com o sonho de uma carreira em Hollywood.

Criada por Chuck Lorre (‘Two and a Half Men‘), a produção acompanha Sandy Kominsky, um ator que anos atrás teve uma breve aventura com o sucesso e agora é um respeitado professor de Hollywood. A produção conquistou dois Globos de Ouro em 2019, nas categorias de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical e de Melhor Série de Comédia.

Michael Douglas estrela a produção.

O que esperar de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’? James Gunn e elenco respondem!

A aguardada sequência final ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas nesta quinta-feira (04), encerrando nas telonas a jornada estelar do grupo de super-heróis mais peculiar do MCU.

E para celebrar o fim dessa saga cinematográfica – que teve início há quase nove anos -, o cineasta James Gunn, o produtor Kevin Feige e parte do elenco principal se reuniram para um bate-papo com a imprensa. Ao longo da coletiva, da qual o CinePOP participou, eles refletiram sobre o momento em que se encontram e como a franquia se destaca dentro do universo de mais de 30 filmes já lançados pela Marvel Studios.

Em clima de despedida, James Gunn revelou o que mais sentirá falta de ‘Guardiões da Galáxia‘. Para ele, é difícil pensar que não escreverá novas histórias para o time de heróis:

“Vou sentir falta dos personagens. Essa é a parte mais triste para mim, pois eu realmente amo esses personagens – todos eles. Acho que há alguns pelos quais tenho um carinho especial, como é o caso do Rocket. Mas sim, essa é a parte mais triste disso tudo. Até porque, eu verei essas pessoas [o elenco] novamente. Todos eles são amigos meus. Mas eu não vou rever os personagens. Não vou mais escrever sobre eles, pelo menos não em um futuro próximo. Então, isso é uma verdadeira tristeza”.

E um dos aspectos mais poderosos da franquia é justamente a versatilidade de seus protagonistas, dentro de um universo completamente diverso e expansivo. Para o produtor Kevin Feige, essa singularidade de Guardiões da Galáxia é o que torna o Volume 3 um importante rito de passagem dentro da Marvel.

“Sabe, nós já tivemos trilogias antes. Na verdade, tivemos várias. E eu estava pensando, ‘por que isso parece ser tão diferente e também uma espécie de rito de passagem?’ E é porque Guardiões realmente foi o primeiro filme completamente fora do molde. Ele se conecta a Thanos e às Joias do Infinito. Mas os Vingadores não estavam presentes nele. E nós não estávamos preparando a próxima aventura de Tony Stark ou do Capitão América. E essa foi realmente nossa tentativa de dizer que não queremos apenas fazer filmes de super-heróis”.

O produtor, e também presidente da Marvel Studios, foi ainda mais além, ponderando sobre como Guardiões da Galáxia é um reflexo da visão criativa da Disney de justamente cruzar fronteiras e quebrar barreiras, indo além dos heróis mais óbvios e naturalmente mais populares.

“Não queremos apenas fazer filmes do Homem de Ferro ou dos Vingadores. E queríamos fazer, como James disse antes, um grande filme espacial. E funcionou de uma forma louca! Funcionou inteiramente por causa de James Gunn. Então, parece que essa trilogia, com James escrevendo e dirigindo todos os três longas, representa algo único dentro do panteão do MCU, do qual tenho muito orgulho”.

O final da trilogia também representa um tempo de amadurecimento, tanto do elenco, bem como dos heróis. Segundo o astro Chris Pratt, intérprete de Peter Quill, o Volume 3 é uma jornada de autodescoberta para o Senhor das Estrelas, que se vê confrontado com seus complexos do passado e com a necessidade de desenvolver sua própria identidade.

“Tem um monólogo incrível que o Bautista faz, que vem da Mantis. Ele diz que o Quill precisa aprender a nadar. Pois ele tem pulado de galho em galho, de mulher em mulher, de relacionamento em relacionamento. E acho que isso é um ótimo retrato da condição humana. […] Ele está perdido. No começo ele estava fugindo da morte de sua mãe, então fingiu ser esse personagem baseado nesses ícones da cultura POP de sua infância, do final dos anos 80. […] Ele é um cara que está constantemente tentando se encontrar. E então ele se acha novamente em seu relacionamento com Gamora. Mas quando isso lhe é tirado, ele verá que nenhuma dessas pessoas em que ele projetou sua personalidade de fato era o seu verdadeiro eu. Ele está perdido, o que o deixa triste”.

O ator Sean Gunn complementou o raciocínio de Pratt e foi ainda mais além, refletindo sobre como a jornada particular de Kraglin desde o primeiro filme se equipara ao seu amadurecimento.

“Sabe, acho que, assim como todos os Guardiões, Kraglin teve que descobrir qual era o seu lugar na família. E uma coisa que realmente me impressiona sobre os filmes é como eu sinto que, de certa forma, a jornada do elenco refletiu também a jornada dos personagens. E no primeiro filme eu me sentia meio deslocado, o irmão do diretor. E Kraglin está meio que na periferia também. Mas no decorrer das sequências, me senti tão em casa com todas essas pessoas, sabe, que me senti totalmente aceito – um genuíno membro do elenco e do grupo. E é isso que acontece com Kraglin ao longo dos filmes. Isso é muito especial e realmente legal de assistir”, disse.

E em se tratando de desenvolvimento, Guardiões da Galáxia Vol. 3 traz novos personagens, que ajudam a ditar o ritmo da trama. Will Poulter faz sua estreia no MCU como Adam Warlock, enquanto Chukwudi Iwuji chega ao universo compartilhado como o odiado vilão Alto Evolucionário.

Para construir seu personagem, Poulter adotou o mesmo paralelo de Sean Gunn, tentando conectar sua experiência como um novato no MCU, com o fato de Warlock estar iniciando sua jornada ao lado dos Guardiões.

“Eu compartilhei com o Adam aquela mesma sensação de tentar descobrir o que estava acontecendo ao meu redor. Como o próprio Sean disse, é realmente interessante quando você encontra um paralelo entre seu personagem e sua própria experiência. É algo no qual você pode se agarrar. Eu era o novo garoto chegando neste set de filmagens, muito parecido com o Adam Warlock, que estava chegando nesse mundo, meio que tentando encontrar seu caminho e lidar com a regras”.

Chukwudi tentou compreender a profundidade de Alto Evolucionário a partir de uma de suas principais características, que é sua conexão com a música clássica.

“Quando o personagem aparece no roteiro, a primeira coisa que está escrita a seu respeito é que ele está ouvindo uma Ópera Espacial. Então, imediatamente eu soube que a música clássica seria uma grande parte dele. Eu ouvi muitas das minhas composições clássicas favoritas, mandei para o pessoal e duas delas até chegaram a entrar no filme. Para mim, muito do processo de descobrir quem era esse cara foi tentar ir além, pensando ‘há algo a mais ali’. Eu pensei: ‘Se ele está ouvindo ópera, dentro de uma ópera espacial – sendo uma espécie de cientista maluco -, só consigo pensar em alguém que não dorme’. Ele é obcecado, precisa ouvir sua música enquanto vagueia pelo seu castelo à noite. E eu me lembrei muito do rei Henrique IV. Ele tem uma ótima citação que diz, ‘pesada é a cabeça que veste a coroa. Quantos dos meus milhares de pobres súditos estão dormindo neste momento?’. E eu mandei isso para o James, como uma observação sobre o personagem”, concluiu.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Conheça JOGO JUSTO e mais 6 Envolventes Suspenses Eróticos

Subgênero do cinema e literatura, o suspense erótico teve os seus dias de glórias na década de 1980 e 1990, chegando até o início dos anos 2000 com alguns bons títulos de importantes diretores. Contudo, a categoria acabou perdendo espaço para uma nova onda de filmes apelidados de romances apimentados ou soft porno, como os insossos Cinquenta Tons de Cinza (2015), After (2019) e 365 Dias (2020) , nos quais os personagens são inverossímeis — além de obtusos — e as tramas irrisórias com apelo ao sexo, mas sem sensualidade. 

Considerado um dos grandes mestres do erotismo do século XX, o diretor Adrian Lyne pareceu ter perdido a mão ao apresentar o modorrento Águas Profundas (2022), com Ben Affleck e Ana das Armas. O mesmo ocorreu com Paul Verhoeven e o controverso Benedetta (2021). O cineasta holandês recorreu à trama sexual lésbica e religiosa, mas deixou o suspense de lado e deu espaço para uma escrachada comédia erotizada.

Graças a Jogo Justo, da estreante Chloe Domont, lançado em 20 de outubro na Netflix, o subgênero aparenta ter fôlego para sobreviver e despertar o interesse das novas gerações. Na lista abaixo, o CinePOP apresenta essa e outras seis envolventes obras do subgênero a serem relembradas e conferidas. Vamos à lista?

Jogo Justo (2023), de Chloe Domont

Com um olhar mais feminista, a diretora estadunidense consegue construir uma dinâmica de casal intrigante e recheada de simbolismo de emancipação feminina. Dentro do ganancioso mundo financeiro recheado de jogadas inescrupulosas e mistérios, a  protagonista deixa de ser objeto de desejo na trama e passa a ser sujeito desejante. De quebra, o filme discute masculinidade tóxica intrínseca à sociedade patriarcal. 

Leia também: Crítica | ‘Jogo Justo’ – EXCELENTE thriller psicosexual da Netflix na pegada ‘Instinto Selvagem’

Além de um roteiro intrigante e uma ambientação sedutora, Chloe Domont coloca em evidência cenas originais e ousadas no cinema norte-americano, como uma relação sexual no período menstrual, símbolo de um desejo latente entre os amantes que não permite barreiras e tabus. A postura altiva de Phoebe Dynevor (da série Bridgerton) para viver a ambiciosa e apaixonada Emily é um salto na sua carreira.

Infidelidade (2002), de Adrian Lyne 

Depois de quase 20 anos como o rei inquestionável do thriller erótico, Adrian Lyne produziu uma dos últimos exemplares de alta qualidade do subgênero em um grande estúdio. Infelizmente, ele decidiu sair da aposentadoria com o fraquíssimo  — já mencionado  — Águas Profundas, lançado diretamente na Prime Video

Na pele da dona de casa nova iorquina Connie Sumner, Diane Lane transmite toda a exaustão e afetação da sua personagem entre a luxúria e a culpa. Grande parte da trama é a entrada acidental do artista francês Paul Martel (Olivier Martinez) no casamento aparentemente exemplar entre Connie e Edward (Richard Gere). Entregue a nova paixão, Connie esquece do filho de 8 anos (Erik Per Sullivan, da série Malcolm in the Middle), do marido e não hesita em mudar o seu cotidiano em busca do prazer recém-descoberto. 

As cenas de sexo são genuinamente quentes e as imagens da atriz extasiada e corada do seus encontros “pegaminosos” transportam os espectadores para dentro de suas sensações. As sutilezas dos detalhes metafóricos, como fogo e combustão, além do final ambíguo fazem de Infidelidade um prazeroso [e culposo] exercício de cumplicidade tanto com a personagem de Diane Lane quanto a de Richard Gere

Instinto Selvagem (1992), de Paul Verhoeven

Desprezados por muitos pela tensão erótica amarrada ao suspense de romances policiais, a cruzada de pernas de Sharon Stone já é um inegável clássico do cinema. Dirigido por Paul Verhoeven, Instinto Selvagem é chocantemente violento e ao mesmo tempo genuinamente quente. O balanço desses elementos pode ser atribuído ao poder de Stone sobre a câmera e os espectadores. 

Na trama, a romancista policial Catherine Tramell (Sharon Stone) torna-se suspeita quando é ligada à morte brutal de uma estrela do rock. Investigada pelo detetive de homicídios Nick Curran (Michael Douglas), Catherine o seduz em um intenso relacionamento sexual. Enquanto isso, o caso de assassinato se torna cada vez mais complicado quando ocorrem mais mortes aparentemente conectadas. Sedução explosiva em tela e assassinatos com um picador de gelo, como não se entregar nessa busca de quem é a vítima e o algoz? 

A Piscina (1968), de Jacques Deray

Tensões sexuais, ciúmes e crimes em torno de uma piscina na Riviera Francesa. Com esse argumento e um elenco hipnótico, Jacques Deray criou uma armadilha aos olhos. Com Alain Delon, Romy Schneider, Maurice Ronet e a jovial Jane Birkin, A Piscina é o cenário envolvente de vibrações sensuais à beira d’água sob um sol escaldante.

Grande parte do filme francês é sobre tensões pessoais e brincadeiras de corpos exuberantes ao brilho do suor até um afogamento ocorrer no local. O mistério do enredo não é sobre o assassinato e o roteiro não se preocupa em manter o espectador em dùvida, mas a questão em evidência é o choque e guerra de libidos e egos durante todo o tempo somente naquela redoma d’água.

A Criada (2016), de Park Chan-wook

Se os norte-americanos não entregam atualmente filmes de suspense eróticos de qualidade, da Coreia do Sul vem umas das mais estonteantes tramas de luxúria, mistério e poder da última década. Com aprovação de 96% da crítica no Rotten Tomatoes  — só para dar uma ideia do grau de aceitação e maestria do diretor sul-coreano Park Chan-wook  —, A Criada é um quebra-cabeça estimulante, no qual até o design de produção é voluptuoso. 

Adaptado do romance britânico Na Ponta dos Dedos, de Sarah Waters, a trama sul coreana conta de forma elegante e erótica a trajetória do plano de um vigarista coreano (Ha Jung-woo), com a ajuda de um batedor de carteiras órfão (Kim Tae-ri), para seduzir e roubar a herança de uma mulher japonesa (Kim Min-hee). No fim das contas, o espectador termina zonzo e completamente inebriado pelo despudor e astúcia sedutora dos atores em cena.

Swimming Pool – À Beira da Piscina (2003), de François Ozon

Poucos cineastas modernos são tão hábeis em capturar a promessa inebriante do sexo como François Ozon. Os mistérios eróticos são temas recorrentes na obra do diretor francês, como os recentes Verão de 85 (2020) e Peter von Kant (2022). Porém, nenhum de seus filmes é tão carregado de erotismo quanto este.

Leia mais: Crítica | Verão de 85 – François Ozon apresenta pulsões de amor e morte em cenário nostálgico dos anos 80

A escritora de romances policiais Sarah Morton (Charlotte Rampling) vai passar as férias numa vila no sul da França e divide a casa com a jovem e sexy filha de seu editor (Ludivine Sagnier). Julie, entretanto, tem uma vida sexual plenamente ativa com diversos parceiros e a relação das duas torna-se um perplexo voyeurismo em conjunto com o espectador. 

Se você assistiu A Piscina (1968) — já apresentado acima nesta lista — reconhecerá paralelos na sedutora história de sexo, assassinato e fantasia desenvolvida na narrativa. Swimming Pool – À Beira da Piscina possui um final ambíguo entre realidade e imaginação literária, possivelmente não agradável a todos o público, mas de qualquer forma é estimulante em sua proposta.

Lua de Fel (1992), de Roman Polanski 

Se você cresceu nos anos 1990, o canal SBT reprisou várias vezes essa pérola do [persona non grata] Roman Polanski na sua sessão Fim de Noite nas madrugadas de sábado para domingo. Com cenas de pura luxúria, Lua de Fel constrói sua narrativa por meio de um homem cadeirante (Peter Coyote) a contar suas experiências sexuais com a sua esposa Mimi (Emmanuelle Seigner) a um jovem aristocrata britânico, enquanto estão presos em um cruzeiro.

Considerado como um jogo de perversão e libido, o velho homem diverte-se a se gabar das peripécias amorosas, enquanto coloca o espectador e o seu interlocutor em cena em um estado de êxtase e desconforto. Deveríamos estar escutando aquelas histórias (e as vendo através de sua narrativa)? Elas são verdadeiras ou apenas uma divertida emulação para o personagem recatado vivido por Hugh Grant [ainda antes da fama de Quatro Casamentos e um Funeral (1994)]? 

A dinâmica entre os atores e principalmente as atrizes Kristin Scott Thomas e Emmanuelle Seigner fazem o filme uma bela montagem merecedora de visualização, além da apaixonante trilha sonora composta, por exemplo, de Fever, de Peggy Lee; Sweet Dreams (Are Made Of This), de Eurythmics; e Slave To Love, de Bryan Ferry.

‘Shazam!’: Nova imagem mostra parte da frente do uniforme; Vem ver!

Uma nova foto vazada do set de Shazam!’ mostra agora a frente do uniforme do herói vivido por Zachary Levi. Confira:

Como o diretor David F. Sandberg já havia previsto, vazou no Reddit uma imagem de Zachary Levi vestido com o uniforme completo do herói. Com isso, o ator resolveu comentar em uma live no Instagram que o vazamento não estava sendo esperado pela produção:

“Pessoal, o que vocês acharam daquela foto do Shazam que vazou ontem? Foi doidera, aquilo não foi planejado, não foi nada planejado. Espero ter uma foto melhor para vocês verem muito em breve”.

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

‘Lost’: J.J. Abrams pede desculpas à Evangeline Lilly por cenas ‘forçadas’ de nudez

Apesar de viver a Vespa na franquia ‘Homem-Formiga’Evangeline Lilly ficou mesmo conhecida pela personagem Kate, do seriado Lost.

No entanto, Lilly não achava sua personagem tão boa assim. Em uma nova entrevista ao jornal The Independent para promover ‘Homem-Formiga e a Vespa’, a atriz revelou que, com o passar das temporadas, Kate foi ficando “irritante” e “previsível”.

“Acho que ela foi extremamente desagradável. Não no começo – no começo até que ela era legal. Conforme o andamento da série, acho que Kate foi ficando mais e mais previsível. Eu senti que a minha personagem foi de uma autônoma, tendo a sua própria história, jornada e compromissos para uma seguidora de dois homens pela ilha. Isso me irritou demais na época”

A atriz conta também que foi coagida a fazer cenas de nudez na série, que mexeram com o seu psicológico e até hoje a deixa desconfortável de lembrar.

“Na 3ª temporada tive uma má experiência no set, na qual tive que fazer uma cena em que eatava parcialmente nua. Me senti em um beco sem saída, totalmente sem escolha se queria ou não fazer. Estava aterrorizada e tremendo muito. Quando tudo terminou, estava chorando e tive que superar isso para fazer uma outra cena muito forte logo após”

Após as declarações, os criadores da série, J.J. Abrams e Damon Lindelof, publicaram um comunicado pedindo desculpas à atriz pelo ocorrido.

“Então, nossa resposta para os comentários de Evie na imprensa é de imediatamente dizer que sentimentos muito pela experiência que ela detalhou quando trabalhava em ‘Lost’. Nós ainda não entramos em contato com ela, mas deixamos nosso mais sincero e profundo sentimento de desculpas. Ninguém deveria sentir-se inseguro no trabalho dessa forma”

Recentemente, ela já havia declarado que não é à favor de um revival da série e que não participaria caso fosse convidada. 

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Falando durante a New York Comic Con, Calton Cuse, um dos seus criadores, negou o retorno da série futuramente.

Damon Lindelof [co-criador] e eu somos bem claros sobre o fato de que não temos intenção de refazer Lost. Sei que há muitos programas que foram refeitos ultimamente, mas não estamos seguindo esse caminho”, afirmou.

Lost teve 118 episódios e foi originalmente transmitida entre 2004 e 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.