Através do seu Twitter, Jensen Ackles (‘Dia dos Namorados Macabro’) iniciou uma campanha para ajudar a salvar a série ‘Os Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘, do cancelamento.
A produção foi ceifada pela CW depois de apenas uma temporada.
“Parece que temos trabalho para fazer. #SalveOsWinchesters #FamíliaSupernatural,” declarou o ator.
A produção registrou uma média de 0.2 na demo, e um total de 790 mil espectadores. Em termos de comparação, a série representava a sétima maior audiência do canal (dentre 14 dramas) e o segundo maior índice demográfico (atrás apenas de ‘All American‘).
“Enquanto construímos a nova CW, nós tivemos que tomar algumas decisões difíceis em nossa programação. Agradecemos nossos parceiros na Warner Bros, o elenco e a equipe criativa da série pelo trabalho duro, talento e dedicação,” declarou a emissora em um comunicado oficial.
A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.
“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de abril.
Skarsgård (‘Noites Brutais’) interpreta um personagem mudo e surdo, com uma imaginação vibrante. Quando sua família é assassinada, ele foge para a floresta e é treinado por um xamã misterioso (Yayan Ruhian) para suprimir sua imaginação infantil e se tornar um instrumento da morte.
Em entrevista ao The Movie Dweeb, Jeffrey Wright, que interpreta o Comissário Gordon no novo universo de ‘Batman‘, revelou qual vilão ele gostaria de ver na sequência estrelada por Robert Pattinson.
Apesar do Cavaleiro das Trevas já ter encarado uma grande variedade de vilões populares, o ator surpreendeu ao responder que gostaria de ver o herói enfrentando o filho psicopata de seu personagem, James Gordan Jr.
“Há muitos vilões que poderiam ser escolhidos [para a sequência]. Na verdade, o Comissário Gordon tem um filho que se torna um tanto nefasto. Isso poderia ser uma possibilidade.”
Conhecido como J.J. Gordon, o personagem James Gordon Jr. foi originalmente introduzido em ‘Batman: Ano Um‘ (1987). Na história, o Batman ajuda a salvar o bebê J.J. de ser jogado de uma ponte, o que ajudou a forjar a amizade entre o herói e o comissário. Em 2011, o personagem fez um grande retorno, revelando-se um vilão psicopata.
Vale lembrar que ‘Batman: Parte II‘ segue programado para o dia 2 de outubro de 2025, e contará com o retorno do Robert Pattinson (‘TENET’) no papel titular.
Além dela, Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) também foi confirmada na produção.
Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.
O próximo filme está programado para estrear em 4 de dezembro de 2026.
Vale lembrar que, apesar de ter sido anunciada há dois anos, a continuação teve o seu desenvolvimento interrompido por causa da greve de atores e roteiristas em Hollywood.
David Harbour (‘Stranger Things’) reprisará seu papel como Papai Noel.
Anteriormente, o cineasta havia revelado o que podemos esperar da sequência: “Há mais coisas para serem exploradas neste universo, como a Sra. Noel e os elfos. Em termos de narrativa, acredito que temos uma ideia muito legal que irá expandir este universo enquanto mantém o tom que amamos do primeiro filme.”
Pat Casey e Josh Miller também irão retornar para escrever o roteiro do novo filme.
No primeiro filme, uma equipe de elite de mercenários invade um complexo familiar na véspera de Natal, deixando todos reféns. No entanto, eles não estão preparados para um combatente surpresa: Papai Noel está no local.
Além de ter conquistado 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Noite Infeliz‘ conseguiu arrecadar US$ 75.6 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 20 milhões.
Sucesso! De acordo com o Deadline, o terror ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ deve arrecadar em torno de US$ 40-45 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
A expectativa é que o longa se torne a maior estreia doméstica da história da A24, superando a abertura de ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M).
Além disso, a produção também deve assumir o topo das maiores arrecadações no próximo final de semana no país, desbancando o blockbuster ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu‘.
Aclamado pelos críticos, o terror conquistou sólidos 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a atmosfera sombria da longa, que expande de forma bem-sucedida o material de origem. Além disso, Kane Parsons desponta como uma das maiores promessas do gênero com sua confiante estreia diretorial.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘Backrooms’ é incrivelmente fantástico, um pesadelo alucinante que te deixa em alerta máximo desde o primeiro instante. Kane Parsons cria um terror psicológico puro com visuais assombrosos que ficam na sua cabeça por muito tempo e te deixam obcecado com o que acabou de assistir.” (Zach Pope Reviews)
“‘Backrooms’ é inegável, tanto como um futuro pilar fundamental do movimento de terror nascido na internet, quanto por ser construído sobre um conceito que parece verdadeiramente novo.” (Slant Magazine)
“Sinistro. Embora não seja exatamente aterrorizante, o filme tem uma ótima atmosfera.” (JoBlo)
“Kane Parsons é o diretor mais jovem a comandar um filme da A24, mas sua abordagem metódica permite que ‘Backrooms’ respire e construa seu suspense e sustos com calma, o que exige a paciência de mestres do gênero.” (Collider)
“Como longa-metragem, a história às vezes parece estar lutando contra o próprio destino, mas quando ‘Backrooms’ funciona, é um triunfo impressionante e uma das melhores estreias diretoriais dos últimos anos.” (Slashfilm)
“‘Backrooms’ tem alguns momentos realmente ótimos, mas, como acontece com muitos filmes de terror, quanto mais as pessoas tentam explicá-lo, menos assustador ele se torna.” (Bleeding Cool)
“O filme se esforça bastante para explorar a psicologia de seus personagens, mas não está completamente preparado para isso. Mesmo quando vacila, porém, ‘Backrooms’ ainda é um filme eficaz, priorizando o terror silencioso em vez do horror explícito.” (Screen Rant)
“Embora nem todos os aspectos da história original sejam realmente assustadores ou eficazes, esta adaptação de Kane Parsons pode ser tão claustrofóbica e angustiante quanto sua série viral na internet.” (Discussing Film)
O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 28 de maio.
A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.
Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.
A vencedora do Oscar, Sandra Bullock, vai embarcar em um novo projeto cinematográfico.
Segundo o site The Hollywood Reporter, ela está em negociações para estrelar o thriller apocalíptico intitulado ‘Bird Box’, que será desenvolvido pela Netflix.
Baseado no romance de Josh Maleman, lançado em 2014, a trama traz a história de um mulher que está lutando para manter seus filhos sãos e salvos durante um ataque alienígena.
A sensação do Festival de Cinema de Sundance, ‘Sorry To Bother‘, ganhou um novo trailer cheio de atitude.
Confira:
Escrito por Riley, a trama acompanha um atendente de telemarketing que sofre com problemas de auto-estima. Subitamente ele descobre o segredo para o sucesso e à medida que começa a atingir novos patamares dentro da empresa, ele terá que lidar com algumas questões morais, como a luta de seus amigos ativistas contra as práticas abusivas e quase escravocratas empregadas no trabalho. Em meio a todo esse turbilhão, ele acaba descobrindo alguns segredos obscuros de seus chefes, que o colocarão em uma situação onde ele deve se posicionar decisivamente.
Os fãs da franquia do monstro daikaijū, de origem japonesa, podem esperar confrontos grandiosos no longa ‘Godzilla: O Rei dos Monstros‘.
Segundo o portal Collider, Mothra e Rodan travarão uma das lutas na ficção científica. A informação foi apurada durante uma vista ao set de filmagens do filme. Na ocasião, o repórter que esteve nas locações viu uma arte conceitual que traz o embate em questão.
Não se sabe em que momento do filme esta cena será exibida e por se tratar de um material conceitual, há também a possibilidade de que a luta Mothra vs. Rodan não tenha sobrevivido a versão final do filme. Vamos torcer para que ela esteja no longa!
A criatura da imagem se chama Rodan, e o diretor Michael Doughertyfalou um pouco sobre ela: “[Rodan] é um pouco imprevisível… você nunca sabe exatamente onde está sua lealdade. Godzilla é maior e mais pesado; Demoraria alguns dias para destruir uma cidade como Tóquio. Rodan é como uma enorme bomba atômica, então há uma velocidade e ferocidade que ele traz.”
Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.
O novo filme da Netflix estrelado por Wagner Mourae Anna de Armas, intitulado ‘Sergio‘, já está disponível na plataforma de streaming.
A cinebiografia do diplomata brasileiro da ONU estreou nesta sexta-feira (17) na grade de programação do serviço. O longa teve seu lançamento mundial no Festival de Sundance 2020, em janeiro de 2020.
“Carismático e complexo, Sergio Vieira de Mello (Wagner Moura) dedicou a maior parte de sua carreira como diplomata da ONU trabalhando nas regiões mais instáveis do mundo, negociando habilmente com presidentes, revolucionários e criminosos de guerra para proteger a vida de pessoas comuns. Mas, assim como ele se prepara para uma vida simples com a mulher que ama (Ana de Armas), Sergio assume uma última missão – em Bagdá, recém-mergulhada no caos após a invasão americana. A missão era para ser breve, até que a explosão de uma bomba faz com que as paredes da sede da ONU caiam literalmente sobre ele, desencadeando uma emocionante luta entre vida e morte. Inspirado em uma história real, SERGIO é um drama com foco em um homem levado aos seus limites físico e mental enquanto é forçado a confrontar suas próprias escolhas sobre ambição, família e sua capacidade de amar”.
Na trama, duas amigas de infância se reencontram e acabam formando uma dupla de super-heroínas quando uma delas cria uma fórmula que dá superpoderes à pessoas comuns.
Em uma insana espiral declinante de eventos, Turismo Selvagem se desabrocha nas telas como muito mais do que um sombrio suspense sobre infidelidade e vingança. Explorando a psique de seus personagens e suas caóticas decisões impulsivas, a nova minissérie original da Prime Video é um tour pelos meandros de diversos relacionamentos tóxicos e como eles afetam diretamente a percepção individual de cada um sobre si e – consequentemente – sobre sua necessidade de sobrevivência a qualquer custo.
Aqui, paixões à flor da pele se transformam em obsessões desenfreadas que desencadeiam em uma jornada infernal de catástrofes emocionais e físicas. Provando que uma traição vai muito além de um desvio de caráter momentâneo, Turismo Selvagem explora todos os desdobramentos que a atitude irracional de um homem infiel é capaz de acarretar na vida de todos que o cercam, salientando ainda que a linha que separa vilões e mocinhos pode muitas vezes ser mais turva do que verdadeiramente clara.
Baseada no livro homônimo de B.E. Jones, a série criada por Marnie Dickens abraça o caos e sustenta-se nisso até seus últimos instantes. Frenética em seu efeito dominó de eventos incessantes e dinâmica por nunca reduzir seu veloz ritmo narrativo, a original Prime Video sabe muito bem trabalhar seus personagens ao longo de seus seis episódios e embora não se aprofunde muito no background de cada um deles, entrega o suficiente para justificar as motivações e irracionalidades de cada um. E ainda que peque por não ir além na construção de seus protagonistas, o thriller criminal/psicológico acerta facilmente ao nos convencer a comprar a intensa narrativa de radioatividade relacional que impera ao longo dos capítulos.
E mesmo com personagens tão mais detestáveis do que identificáveis, a trama de Turismo Selvagem consegue nos envolver com facilidade. Correndo o risco de se tornar cansativa pela falta de carisma de Liv (JennaColeman) e Will (Oliver Jackson-Cohen) – que por fim se tornam duas pessoas codependentes de uma falsa sensação de amor mútuo -, a minissérie de suspense consegue nos manter atentos pela ótima dinâmica entre os atores e por saber criar a tensão necessária. Sustentando essa sombria e desconfiada atmosfera com tranquilidade, a produção cresce ainda mais ao construir clímaxes genuinamente bons, coroados por plot twists de tirar o fôlego.
E ainda que a série flerte demais com clichês hollywoodianos e não chegue nem perto de ser uma das grandes estreias da Prime Video de 2023 – embora tivesse potencial para isso -, ela continua viciante e é o entretenimento ideal para os amantes do gênero curtirem em um pacato fim de semana. Com um desfecho cafona e piegas que sinaliza virtude para a agenda identitária, Turismo Selvagem pode até não ser aquele thriller psicológico que esperávamos, mas sem sombra de dúvidas a aventura não é um desperdício de tempo. Contagiante por suas reviravoltas caóticas e com um ar novelesco ultra dramático que funciona, a minissérie é uma prazerosa fantasia sobre obsessões narcisistas e paixões doentias.
Quem leva a Palma de Ouro 2024? Após o sucesso do último ganhador, Anatomia de Uma Queda, o interesse do público em geral volta-se para seleção oficial da 77° edição do Festival de Cannes, anunciada nesta quinta-feira, 11 de abril, pelo delegado geral, Thierry Frémaux, e a presidente do festival, Íris Knobloch, em Paris.
Durante a última semana, os organizadores lançaram várias novidades sobre o evento e hoje fecharam (quase) o pacote das experiências prometidas para este ano, entre os dias 14 e 25 de maio. A lista dos concorrentes à Palma de Ouro apresenta muitas figurinhas carimbadas da Croisette, mas ainda há espaço para algumas poucas surpresas, como a debutante Agathe Riedinger e Nicolas Cage, na Sessão da Meia-Noite.
Para o Brasil, a grande celebração é a volta de um filme nacional na competição pela Palma de Ouro. Pelo segundo ano consecutivo, Karim Aïnouz marca presença entre os nomeados ao maior prêmio. Contudo, se em 2023, ele concorria com uma produção britânica Firebrand, agora ele apresenta uma história de amor e rebelião na região do nordeste, com Motel Destino. Vamos aos destaques desta edição:
Filme de Abertura, Palma de Honra e Realidade Virtual
Após o estrondoso anúncio da pré-estreia de Furiosa: Uma Saga Mad Max, para o dia 15 de maio no festival, uma semana antes da estreia mundial, os organizadores divulgaram também o filme de abertura: Second Act (Segundo Ato), do diretor Quentin Dupieux. O cineasta francês é conhecido por seus filmes cômicos e surrealistas, como Rubber (2010) e Deerskin: a Jaqueta de Couro de Cervo (2018).
Já a Palma de Ouro de Honra, concedida a Michael Douglas e Harrison Ford no ano passado, será de George Lucas. O criador das sagas Star Wars e Indiana Jones estreou no Festival de Cannes com o seu primeiro longa-metragem THX-1138, em 1971, na Quinzena dos Diretores.
Por outro lado, a grande novidade desta edição parece ser a nova competição Cannes Immersive, dedicada a produções em realidade virtual e aumentada. Para esta primeira edição, oito obras imersivas foram selecionadas.
Haverá também uma seleção de obras não competitivas, expondo as ligações entre a experiência imersiva e o cinema. Essas obras serão apresentadas em forma de exposição em 1.300 m², no Cineum e no Campus Georges Méliès, instituto especializado em escrita criativa e profissões de imagem.
Apenas Quatro Mulheres Selecionadas
Entre os 19 títulos anunciados nesta manhã para concorrer à Palma de Ouro, apenas quatro são dirigidos por mulheres. Como o número usualmente é de 22 longas-metragens, é aguardado mais nomes femininos na lista de competição.
Sendo Greta Gerwig, diretora de Barbie (2023) e Lady Bird(2017), a presidente do júri deste ano, era esperado uma seleção mais igualitária, mas ainda não foi desta vez. Em 2023, por exemplo, havia sete mulheres entre os nomeados.
As poucas selecionadas são as francesas Agathe Riedinger, a qual apresenta seu primeiro longa-metragem Diamante Bruto; e Coralie Fargeat, conhecida pelo seu único filme — sanguinolento e colorido — Vingança (2017).
Fazem parte também, a britânica Andrea Arnold, nomeada anteriormente com Docinho da América (2016) e o documentário Cow (2021); e, por fim, a indiana Payal Kapadia, desconhecida do público brasileiro e contava até então com apenas um longa no currículo: A Night of Knowing Nothing (Uma Noite sem Saber de Nada), aclamado pela crítica, com 96% nos Rotten Tomatoes.
Agathe Riedinger
Os Mesmo Nomes de Sempre
Basta Jacques Audiard lançar um filme e ele é selecionado para Cannes. Esta é a sexta nomeação ao prêmio e sétima participação no festival do diretor francês, sem contar que ele já possui uma Palma de Ouro por Dheepan (2015) e um Grand Prix du Jury (o segundo lugar) com O Profeta (2009). Outra figura carimbada é Christophe Honoré, ele chega a terceira nomeação e a sexta participação no festival, seu trabalho mais conhecido é o musical Canções de Amor (2007), apresentado em competição no evento.
Fora da França, a seleção competitiva conta com os veteranos Paul Schrader (Oh, Canada); David Cronenberg (The Shrouds) e Francis Ford Coppola, com o aguardado título Megalopolis. Outros nomes famosos reaparecem, como o norte-americano Sean Baker e o grego Yórgos Lánthimos, com Kinds Of Kindness, com estreia marcada para 21 de junho nos EUA e muito aguardado após o sucesso de Pobres Criaturas.
Francis Ford Coppola
A figura mais carimbada desta edição é o italiano Paolo Sorrentino, sendo nomeado pela sétima vez à Palma de Ouro. Ele, no entanto, levou apenas o Jury Prize (o terceiro lugar) com o longa Il Divo (2008), baseado na trajetória do político Giulio Andreotti, primeiro-ministro da Itália sete vezes desde a restauração da democracia em 1946.
Um único representante da América Latina
Embora a seleção tenha dado mais abertura para o cinema asiatico e do oriente-médio, as produções latinos-americanas foram quase esquecidas. O único representante dessa vasta extensão de terra é o brasileiro Motel Destino, do argelino-cearense Karim Aïnouz. Segundo o IMDb, o filme é uma história de amor entre um jovem, que luta contra um sistema que o quer morto, e uma mulher, que resiste aos ataques do patriarcado contra a sua própria vida.
Esta é a sexta participação do cineasta, como diretor, no festival e sua segunda nomeação à Palma de Ouro. Em comemoração à seleção, Karim Aïnouzpublicou uma foto no Instagram com o cartaz do filme e a legenda: “!!!!!!!!!!! FULL OF JOY !!!!!!! Hoje é Carnaval no Ceara”
Nos próximos dias, o delegado geral Thierry Frémaux deve ainda apresentar outros filmes em competição e a cota latina pode aumentar. Aguardamos a presença de mais produções brasileiras nas mostras paralelas, como a Semana da Crítica e a Quinzena dos Realizadores, além da competição de curtas-metragens.
Um Certo Olhar e Seleções Especiais
Cotada como um das selecionadas deste ano, a refilmagem do erótico Emmanuelle, protagonizado por Noémie Merlant, não entrou, porém a atriz apresenta seu primeiro trabalho como diretora, Les Femmes Au Balcon, na Sessões da Meia-Noite, dedicada aos filmes de gênero e um pouco fora dos padrões.
Outro chamariz desta seleção é o título The Surfer do irlandês Lorcan Finnegan, protagonizado por Nicolas Cage. Ele é conhecido pelo surrealista Vivarium, com Imogen Poots e Jesse Eisenberg, selecionado à Mostra Semana da Crítica em 2019.
Nicolas Cage em The Surfer
Veja a lista dos 19 filmes em Competição pela Palma de Ouro abaixo:
A Lucasfilm acabou de anunciar que o diretorJon Favreau, responsável pelo primeiro ‘Homem de Ferro’ e o, ainda inédito live-action de ‘O Rei Leão’, irá escrever e produzir uma série em live-action para o novo serviço de streaming da Disney que será lançado em 2019.
O TV Line divulgou algumas fotografias dos últimos dias de filmagens de ‘Shadowhunters’. Confira a galeria:
O anúncio do cancelamento da série ‘Shadowhunters’ veio como surpresa para os fãs, para o elenco e a atriz Katherine McNamara, intérprete da doce Clary Fray, tem se dedicado a salvar a produção, a partir de uma campanha iniciada pela fiel audiência nas redes sociais, intitulada #SaveShadowhunters.
Agora, a campanha está crescendo tanto que agora invadiu as ruas de Londres. A mensagem “Salve Shadowhunters” foi colocada nos tradicionais ônibus vermelhos britânicos.
Em uma entrevista ao ShumDario News, McNamara falou sobre a possibilidade de um revival ou até mesmo o resgate da produção. Sendo totalmente franca, ela confessou estar um pouco sem esperanças, pelo fato de não saber quais serão os próximos rumos.
“Basicamente, nenhum de nós faz ideia do que vai acontecer com essa série. Mas sabemos o tipo de fãs que temos e vê-los se posicionando em suporte a nós foi simplesmente surpreendente. E ainda que a série venha a ser encerrada, nós entregaremos o final mais arrasador que eles já viram. Porque nós teremos a chance de terminá-la do jeito certo”.
Segundo o TVLine, a segunda metade da 3ª temporada de ‘Shadowhunters‘, que representarão os episódios finais da série, só estrearão em 2019, e não em agosto deste ano, como foi previamente reportado.
A série foi recentemente cancelada pela Freeform depois de apenas três temporadas. Há chances da Netflix resgatar a série.
Nos últimos anos, o Disney+ tem chamado atenção por suas produções originais, geralmente relacionadas aos universos da Marvel e Star Wars. No entanto, a plataforma vai bem além dessas séries, abrigando um acervo vasto da Disney e da Fox, com filmes dos mais diversos gêneros.
Neste fim de semana, o CinePOP escolheu cinco filmes, sendo dois lançamentos, que vão garantir um bom entretenimento para quem for assisti-los. E como indica o título, os gêneros são variados, então certamente algum vai te agradar. Confira!
Lançado pela Pixar sob alguns protestos mais exaltados por conta de um trailer bem mais ou menos, Elementos é uma excelente surpresa para os fãs de animações. Ambientado em um mundo em que os quatro elementos compõe a sociedade, o filme acompanha a história de uma jovem de fogo que cresceu em uma cidade de costumes completamente diferentes dos seus. Certo dia, durante uma liquidação na loja de seus pais, um fiscal feito de água acaba cruzando seu caminho e apontando irregularidades. Agora, ela vai atrás dele para tentar convencê-lo a não fechar a principal fonte de renda da sua família, mesmo que isso a leve em uma aventura por uma sociedade que não a vê com bons olhos.
O último filme do Wolverine no extinto universo da Fox é uma das obras mais celebradas desse mundo dos super-heróis. A história é abordada de forma dramática, ambientada em um futuro pós-apocalíptico para os mutantes, que foram dizimados em uma terrível guerra. Os que sobraram se esconderam ou passaram a ser utilizados como armas por humanos. Nesse contexto, o Wolverine e o Professor Xavier passaram a levar uma vida mais simples, com o Carcaju trabalhando como motorista para pagar as contas. Porém, quando uma garotinha surge com poderes iguais aos de Logan, eles vão partir em uma viagem alucinante para tentar protegê-la dos vilões que a querem para usar como instrumento de guerra. É um filme cheio de ação, violência explícita e personagens incríveis.
Adaptando um livro homônimo, Perdida é uma produção original do Star+ que foi lançada nos cinemas, mas não ficou tanto tempo em cartaz por conta do fenômeno Barbenheimer. Esta comédia romântica nacional conta a história de uma jovem desacreditada no amor que está tentando fazer seu chefe republicar as obras de Jane Austen com uma estética retrô. Porém, após um dia cheio de problemas, em que termina esculachada em diversos aspectos da vida, ela cruza o caminho com uma criatura mágica que a leva em uma viagem no tempo para uma época digna das obras literárias das quais ela é fã. Neste novo velho mundo, ela vai tentar encontrar uma forma de voltar para o presente, enquanto faz novas amizades e vive uma história de amor.
Sim, a lista deste fim de semana está trazendo uma dobradinha de Hugh Jackman, porque o ano de 2017 foi uma benção para sua já bem sucedida carreira. Em O Rei do Show, Jackman interpreta o showmanP.T. Barnum, famoso por ter criado o formato de circo que se popularizou no mundo inteiro. Conduzido como um musical, o longa conta desde a infância do rapaz, passando por seus principais trambiques até chegar a sua ascensão com o circo e sua relação controversa com pessoas excluídas da sociedade. É uma produção claramente Pop que impressiona pela estética colorida e pela trilha sonora viciante. Sério, é um dos musicais mais divertidos e interessantes da última década.
Esse drama biográfico passou batido pelo Brasil, mesmo sendo um filmaço. Antes do Gâmbito da Rainha trazer o xadrez para os holofotes, Rainha do Katwe já trazia a modalidade como tema central de uma grande produção. Vendido com apoio na imagem de Lupita Nyong’o, o longa conta a história real de Phiona Mutesi, uma menina que nasceu e cresceu em Katwe, a maior comunidade da capital de Uganda, e em meio a fatores adversos, como a perda do pai pelo vírus da Aids e a pobreza extrema, encontrou no esporte uma chance de mudar de vida. Após largar a escola por falta de dinheiro, ela passou a procurar comida nas ruas, mas acabou encontrando o xadrez. Assim, com um desempenho extraordinário para sua idade nos tabuleiros, ela vai contrariar as estatísticas para mostrar ao mundo o valor de um sonho e sua determinação.
Toda vez que o nome Stephen King aparece em uma produção cinematográfica os cinéfilos de plantão já ficam de olho: vem aí uma nova história de terror com potencial de arrepiar os cabelinhos do braço. O que muita gente esquece é que Stephen King, além de ser conhecido como um dos maiores escritores de terror de todos os tempos, também é autor de um bocado de histórias sem pé nem cabeça, dentre ficção-científica, drama e suspense. Tendo criado dezenas de histórias, nem sempre ele acerta – que dirá as produções que se baseiam na sua imaginação. É o caso de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, inspirado em um conto do mestre do terror e que chega a partir de primeiro de junho às salas de cinema do Brasil.
Sadie (Sophie Tatcher, de ‘Yellowjackets’) e Sawyer (Vivien Lyra Blair, a jovem Princesa Leia de ‘Obi-Wan Kenobi’) perderam a mãe há pouco mais de um mês. Elas tentam voltar à rotina, retornando às aulas na escola, mas está difícil, especialmente porque o pai Will (Chris Messina) não quer se abrir com elas sobre o ocorrido, deixando especialmente Sadie, a mais velha, sozinha para lidar com toda a situação. Certo dia o pai, que é psicólogo e tem um escritório dentro de casa, recebe uma visita bizarra de um homem chamado Lester (David Dastmalchian), que alega não ter matado os próprios filhos e que uma espécie de assombração, a quem dá o nome de Bicho-Papão, o está atormentando. Quando uma tragédia ocorre dentro da casa desta família, algo sinistro começa a assustar as duas irmãs, especialmente à noite, quando as luzes estão apagadas. Agora elas precisam convencer o pai que é verdade o que dizem e precisam também sobreviver, afinal, a criatura parece querer matá-las.
‘Boogeyman: Seu Medo é Real’ tem uma boa premissa e alguns jumpscares bastante eficientes, mas as quase uma hora e cinquenta de filme não entregam cenas realmente macabras. São poucos os momentos em que realmente vemos o tal Bicho-Papão – aliás, se esse tivesse sido este o título na versão brasileira talvez atraísse melhor o público, deixando mais evidente do que se trata a trama.
Como a história é centrada majoritariamente nas atuações das duas atrizes jovens, destaca-se a competência de Vivien Lyra Blair, que, apesar da pouca idade, consegue ser extremamente expressiva, especialmente quando não precisa falar em cena e faz cara de quem está assustada. Sozinha ela protagoniza cenas melhores do que Chris Messina, o adulto na trama.
É compreensível que, inspirado em um conto, o filme precisasse criar elementos para preencher o espaço, entretanto, o roteiro de Scott Beck, Bryan Woods e Mark Heyman acaba dando tempo demais ao drama pessoal da morte da mãe e da incapacidade de sociabilização da adolescente, o que quebra o ritmo do suspense crescente.
O diretor Rob Savage constrói um filme que entretém o suficiente para manter nossa atenção no transcorrer da narrativa, mas poderia ter sido um pouquinho mais assustador, inclusive por este ser o trabalho mais significativo de sua carreira. ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’ entretém, mesmo que não te aterrorize.
À medida que o relacionamento entre Marvel e Netflix fica cada vez mais tênue, o poderoso estúdio está entrando em uma parceria de quatro séries animadas com a Hulu.
Os estúdios Marvel – que será controlado por boa parte da Disneyapós a concretização do acordo com a Fox – ganhou sinal verde para quatro produções e um especial com a nova plataforma de streaming, marcando uma fusão interessante e que pode funcionar muito bem.
As séries adultas serão baseadas nos populares personagens da Marvel Television. ‘M.O.D.O.K.’, ‘Hit-Monkey’, ‘Tigra & Dazzler’ e ‘Howard the Duck’ já ganharam encomendas para episódios pilotos.
Similar à parceria que mantinha com a Netflix, todos os shows culminarão em um especial intitulado ‘The Offenders’. Todas elas terão como produtor executivo Jeph Loeb. É válido dizer que a Hulu e a Marvel já possuem uma produção juntas intitulada ‘The Runaways’, que deve ganhar renovação para terceira temporada em breve.
Confira as descrições das séries:
‘M.O.D.O.K.’ é centrado em um supervilão megalomaníaco com uma cabeça gigantesca e um corpo minúsculo, que luta para manter o controle de sua organização do mal e de sua família.
‘Hit-Monkey’ conta a história de um macaco da neve japonês, cujo mentor é o fantasma de um assassino estadunidense e que o guia através do submundo de Tóquio em uma obscura saga de vingança.
‘Tigra & Dazzler Show’ é ua história de dois super-heróis e melhores amigos e suas lutas por reconhecimento entre pessoas poderosas na cidade de Los Angeles.
‘Howard theDuck’ está preso em um mundo do qual nunca conseguiu escapar, mas ele espera voltar para casa com a ajuda de sua amiga Beverly antes que o Dr. Bong continue a “torturá-lo”.
‘The Offenders’ traz todos os personagens mencionados em um único time para tentar salvar o mundo e certas partes do universo.
Ainda não há previsão de estreia para nenhuma das séries.
Caso o acordo seja fechado, ele se junta ao previamente anunciado Eddie Redmayne (‘A Teoria de Tudo’) em um papel ainda não revelado.
O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.
O longa é baseado no documentário de Brett Morgan, intitulado ‘Chicago 10‘, que traz os relatos do infame julgamento de 1969, que ajuizou sete acusados pelo governo federal de conspiração e mais outros crimes. O grupo é oriundo da ascensão dos protestos da contracultura na cidade de Chicago, na Convenção Democrática Nacional, em 1968. O julgamento parou o país e iniciou uma conversa sobre uma desordem intencional para enfraquecer o governo norte-americano.
Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.
Pouco depois da queda de Saddam Hussein, o ex-policial iraquiano Muhsin al-Khafaji perdeu tudo e batalha dia após dia para manter ele e sua doente filha, Mrouj, a salvo. Mas quando ele descobre que sua filha mais velha Sawsan está perdida, Khafaji mergulha numa busca desesperada para encontrá-la.
A partir de fevereiro de 2012, mais precisamente durante sua apresentação no Super Bowl XLVI, Madonnacomeçou a promover seu décimo segundo álbum de estúdio, um acrônimo para seu próprio nome intitulado ‘MDNA’. A produção era o primeiro compilado de originais desde 2008, quando havia lançado o conturbado ‘Hard Candy’, cuja recepção por parte da crítica não foi tão sólida quanto se imaginava. Retomando a parceria com William Orbit, que simplesmente havia ficado responsável pelo revolucionário ‘Ray of Light’, a performer mergulhava de cabeça no drástico retorno ao impactante pop do início de sua carreira, abrindo espaço para a forte influência do EDM através de 16 faixas e dois remixes. O resultado, todavia, foi bem aquém do esperado e se mostrou ainda mais oscilante e fragmentado que sua investida anterior – não pelo teor lírico, mas sim pela inexplicável produção que dividiu a narrativa em um tríptico sem pé nem cabeça.
Diferente do álbum predecessor, a artista se mostrou pronta para recuperar o fôlego e falar mais aberta e explicitamente sobre temas como amor e vingança – talvez o hiato de quatro anos e sua experiência diretorial com ‘W.E.’, que lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Canção Original, tenha lhe feito bem. Em meio a uma estética que voltava a colocá-la no centro dos holofotes da controvérsia, Madonna opta por construir uma espécie de droga sintética cujo objetivo é viciar seus fãs – mas as escolhas, novamente, são equivocadas em grande parte das tracks. Em ‘MDNA’, que faz uma menção “mascarada” para o uso e os efeitos do ecstasy (MDMA), os ápices restringem-se mais aos materiais promocionais e à incrível capa do CD (que premedita as distorções e onomatopeias das quais ela se vale) do que às canções em si.
Enquanto quatro singles foram lançados nessa nova era, o mais famoso é, sem dúvida, a futurista “Girl Gone Wild” – surpreendentemente uma coesa construção aparatada por quatro compositores e três produtores. Madonna procura criar um pastiche de sua própria carreira ao abrir a música com um breve e ambíguo solilóquio cujas raízes se fincam em “Act of Contrition”: “eu sinto muito por ter te ofendido”, ela diz, pouco antes de falar que o que mais quer é “ser boa”. Entretanto, como já provou diversas vezes, ela não consegue evitar: ser má é a sua sina – e o que fez nos apaixonar por sua presença inegável e atemporal na indústria do entretenimento. De forma hipnótica, ela nos conduz por uma competente narrativa e certos usos explosivos do electro-dance que não conseguem ofuscar o repetitivo e extenuante refrão.
Esse deslize, talvez proposital, talvez acidental, mantém-se como o único elemento que une as outras duas partes da obra. Em “Gang Bang”, Madonna jura vingança contra um enlace romântico que lhe trouxe dúvidas e mágoas e que, agora, vai pagar por seus pecados até mesmo no Inferno – em um cíclico espectro que não tem fim. Em “Give Me All Your Luvin’”, o apreço pelos anos 1980 reflete as inspirações em Toni Basil, instigando uma suposta crítica que é pincelada pela momentânea presença de Nicki Minaj e M.I.A. (colocando-as ou tirando-as, o produto final seria o mesmo: infantiloide e datado). Em “I Fucked Up”, a progressão é exatamente a mesma, apesar do mid-tempo ser usado como força-motriz e encobrir com um teor reflexivo e apologético; “B-Day Song” é apenas mais uma reciclagem de tudo que ouvimos não apenas aqui, mas sim nos primeiros anos de sua carreira, procurando buscar os soubrettes ecoantes de ‘Like a Virgin’.
A cantora, outra vez, parece não ter ideia do que está fazendo – o que é um infortúnio. ‘MDNA’, caso gerado através de uma cautela mais potente, poderia facilmente criar um paralelo entre passado e presente para um nome que nunca saiu da popularidade. No final das contas, somos deixados à mercê de referências jogadas em qualquer lugar, como é o caso da medíocre citação de Olivia Newton-John em “Superstar” (que passa longe de ser uma das piores faixas, apesar disso não significar muita coisa). Outra problemática encontrada reside no fato de Madonna não conseguir transformar arquiteturas pueris em ambiguidades ousadas, como fizera anteriormente: “Turn Up the Radio” se infiltra no período pós-discoteca e se sustenta por meros dezesseis segundos antes de se render a versos pobres e previsíveis; “I’m A Sinner” é tão calculável quanto a música supracitada e se prende a uma linearidade gritante.
Devo mencionar, não obstante, alguns dos pontos altos espalhados profusamente por essa jornada: na primeira parte, Madonna dá vida a uma interessante faixa, representativa da mais pura definição de EDM, “I’m Addicted”: ela nos convida para uma críptica e colorida aventura que atravessa as fronteiras da música e da arte – dentro do tempo que precisava ter e dos crescendos e reviravoltas que queríamos há algum tempo. “Masterpiece”, que integrou o longa-metragem mencionado nos primeiros parágrafos, é uma semi-balada elegíaca e evocativa que cria poesias envolventes e que, por isso mesmo, não tem nada a ver com qualquer coisa que tenha sido apresentada. “Beautiful Killer” estende seus braços para os acordes do baixo e do sincretismo fonográfico, uma pequena e não totalmente lapidada joia perdida num turbilhão incompreensível.
Madonna dá um tiro cego com ‘MDNA’ e, quando os últimos segundos da última faixa dão adeus, ficamos com uma sensação agridoce, pelo fato do aguardado retorno da rainha do pop depois de quatro anos não ter entregado o que podia. Oscilante e acriançando, o álbum se volta mais para uma tentativa desesperada da performer se manter atenta às demandas da esfera musical – sendo que ela definitivamente não precisava disso.
‘Mulher-Maravilha 1984’ teve um forte impacto nas bilheterias de 2020, mas vem sofrendo uma série de críticas negativas por parte do público – sendo até mesmo comparado ao fracasso crítico e comercial de ‘Lanterna Verde’.
Entretanto, Reese Witherspoon não faz parte desse grupo. A atriz vencedora do Oscar postou em seu Twitter oficial uma mensagem aclamando o longa-metragem, mencionando as “ótimas sequências de ação e os vilões” e dizendo que “a surpresa no final” foi épica.
Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 85 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.
Nos EUA, o filme arrecadou US$ 16,7 milhões no final de semana estendido – o que representa a MAIOR estreia no país desde a reabertura dos cinemas após a pandemia de COVID. O filme foi lançado em 2.100 salas de cinemas nos EUA, e conseguiu uma boa abertura nas telonas.
No Brasil, o filme fez R$ 8,7 milhões em seu primeiro final de semana, tornando-se o maior lançamento depois da reabertura dos cinemas no Brasil.
Ao todo, 494 mil pessoas foram conferir o filme nas telonas dos cinemas.
O Brasil conquistou a quarta maior bilheteria do filme no mundo, atrás apenas de China, Taiwan e Tailândia, mesmo com apenas 70% do mercado exibidor aberto no país. Isso reafirma a força das produções e dos fãs brasileiros da DC no país, que somam diversos recordes de bilheteria recentes com filmes como ‘Coringa‘, ‘Aquaman‘ e ‘Liga da Justiça‘.
Após a notícia da abertura, a Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.
“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
A cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, anunciou hoje (12) em seu Twitter oficial que “Ancient Dreams in a Modern Land” será o próximo single oficial de seu quinto álbum de estúdio homônimo.
A faixa é precedida pelas canções “Man’s World” e “Purge the Poison” e será lançada na próxima quarta-feira, 19 de maio.
O álbum, por sua vez, estreia em todas as plataformas digitais em 11 de junho.
Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de ‘The Family Jewels’, que misturava indie-pop e new wave. Desde então, fez fama com a divulgação de ‘Electra Heart’ (2012), com os famosos singles“How to be a Heartbreaker” e “Primadonna”, e ‘Froot’ (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.
Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de ‘Para Todos os Garotos que já Amei’.
Há algumas semanas, foi revelado que Emily VanCamp deixaria o elenco de ‘The Resident’ após quatro temporada, participando do mais recente ciclo em um âmbito bastante breve.
VanCamp interpretou Nicolette “Nic” Kevin, uma enfermeira do Hospital Chastain Park Memorial que, na quinta iteração, sofreu um grave acidente de carro que a deixou em morte cerebral. Eventualmente, a personagem morreu depois de seus órgãos serem colhidos para transplante, deixando profunda saudade nos fãs da produção.
Agora, a FOX se reuniu com o elenco protagonista para um tocante vídeo de despedida, homenageando tanto Nic quanto VanCamp.
A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.
Uma chinesa imigrante é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.
O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
Confira a sinopse oficial do livro:
Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.
O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.
A WoW e a MTV divulgaram recentemente o trailer oficial da 15ª temporada do aclamado reality ‘RuPaul’s Drag Race’ e aproveitaram para revelar quem serão os jurados convidados.
Foram divulgados dois novos pôsteres oficiais de ‘The Flash‘, aguardado filme da DC que traz Ezra Miller no papel principal.
Confira:
Lembrando que o CinePOP já assistiu ao filme durante a CinemaCon 2023 em Las Vegas. Confira:
‘The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida porAndy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo lançou hoje (03) a versão completa de “Can’t Catch Me Now”, música inédita para o aguardado ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, que chega aos cinemas em 15 de novembro e que é estrelada por Rachel Zegler (‘Amor, Sublime Amor’) e Tom Blyth (‘Billy the Kid’).
Ouça:
Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações deViola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.
Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.
Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Segundo o ComicBook.com, a STARZ escalou seis novos membros ao elenco de ‘Blood of My Blood’, série derivada do adorado drama fantástico de época ‘Outlander’.
Messham dará vida à Sra. Fitz, criada no Castelo Leoch e tia de Murtaugh; Rae será Arch Bug, guarda-costas do Clã Grant; Malin interpretará Jocasta Cameron, a filha mais nova do Clã Mackenzie; e Davidson será sua irmã, Janet MacKenzie, a quinta filha da família.
Dowler dará vida a Lizbeth, chefe de Julia no Departamento de Guerra, enquanto Eaton será o Soldado Charlton, amigo de Henry Beauchamp. Tanto Lizbeth quanto Charlton farão parte da narrativa ambientada no século XX.
Vickers dará vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, será seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dará vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.
A trama explorará a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).
A produção já está em andamento na Escócia, e vai contar com dez episódios no canal Starz.
Conforme a descrição oficial, “A série focará nessas duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.”
Matthew B. Roberts, showrunner, produtor executivo e roteirista tanto de ‘Outlander’ quanto de ‘Outlander: Blood of My Blood’, expressou seu entusiasmo: “Estamos animados para contar as histórias desses dois casais. As origens de seus relacionamentos exploram temas universais que transcendem períodos de tempo, e estamos ansiosos para que os fãs descubram e se apaixonem por esses personagens e suas histórias de amor, da mesma forma que fizeram com Claire e Jamie.”
Enquanto isso, as sete temporadas de ‘Outlander’ estão disponíveis no catálogo do Star+.
Relembre o trailer:
Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.
O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.
‘Como Morrer Sozinha’ (‘How To Die Alone’), nova série criada e estrelada por Natasha Rothwell, chegou recentemente ao Disney+ – e já está se tornando um sucesso da plataforma de streaming.
Com nada menos que 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série acompanha Mel (Rothwell), uma funcionária negra e falida do aeroporto JFK que nunca se apaixonou e se esqueceu de como sonhar – até que um encontro acidental com a morte a catapulta em uma jornada para finalmente voar e começar a viver por qualquer meio necessário.
Rothwell também entra como showrunner ao lado de Vera Santamaria.
A Netflix divulgou o trailer de ‘Bullet Train Explosion’, seu mais novo filme de ação japonês.
O longa tem estreia agendada para o dia 23 de abril na plataforma de streaming.
Confira:
O filme é dirigido por Shinji Higuchi e baseado no clássico ‘The Bullet Train’, de 1975 (mesmo títulos que deu origem à ação ‘Velocidade Máxima’, com Sandra Bullock e Keanu Reeves).
Na trama…
Um telefonema urgente chega ao centro de controle geral do trem-bala. O interlocutor diz que uma bomba foi plantada no trem-bala Hayabusa nº 60 em direção a Tóquio e que ele explodirá assim que sua velocidade cair abaixo de 100 quilômetros por hora. O criminoso exige 100 bilhões de ienes em troca da desativação da bomba, forçando os ferroviários a uma corrida desesperada contra o tempo enquanto lutam para evitar uma explosão. Será que o Hayabusa nº 60 conseguirá evitar esse desastre enquanto ele avança pelos trilhos?
Durante o anúncio de vencedores do Critics Choice Awards 2026, Ryan Coogler conquistou a estatueta de Melhor Roteiro Original. Além disso, Francine Maisler foi condecorada com o prêmio de Melhor Direção de Elenco, enquanto Miles Caton levou para casa a estatueta de Melhor Jovem Ator por sua incrível performance.
Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.
Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.
Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.
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