Apesar de ter arrecadado US$ 624 milhões mundialmente, o filme de super-herói ‘Hancock‘ nunca ganhou sequência pela agenda atribulada de seus astros.
Agora, a atriz Charlize Theron revelou ao ComicBook que adoraria retornar.
“Chegamos a negociar para a sequência por bastante tempo. Acredito que pouco depois do lançamento do filme original. Mas, recentemente? Não. Nada. Mas eu adoraria fazer Hancock 2, com certeza. Seria divertido voltar”, afirmou.
Recentemente, a Netflix disponibilizou em seu catálogo o longa estrelado por Will Smith, Theron e Jason Bateman.
Em poucas horas, o filme se tornou o mais assistido da plataforma de streaming.
Na trama, Hancock é um super-herói desajeitado, que protege os cidadãos de Los Angeles mas causa danos colaterais a cada ato heroico que realiza. Hancock não se importa com o que as pessoas pensam. Entretanto, após salvar a vida de um executivo, ele conhece a bela esposa dele e descobre que, apesar de tudo, é um homem sensível.
Depois de uma trilogia de grande aclame por parte do publico e da crítica, o universo ‘John Wick’ será expandido.
De um lado, temos a série ‘The Continental’, que será focada no hotel mais proeminente do planeta que funciona como refúgio para assassinos; de outro, temos o filme spin-off‘Bailarina’, que vai girar em torno da escola de ballet comandada pela Diretora (Anjelica Huston) – que deu as caras em ‘John Wick 3: Parabellum’.
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor da trilogia original, Chad Stahelski, revelou alguns detalhes sobre o longa-metragem derivado, dizendo que manterá as incríveis sequências de ação enquanto muda um pouco a perspectiva.
“Ter [o diretor Len Wiseman] a bordo e mudando um pouco a perspectiva dos designs de ação, incluindo o cenário, o envolvimento das personagens, como e o que ele quer fazer, deixa tudo bastante original”, ele comentou. “Então não apenas nos copiar de novo e de novo. Já que a personagem é diferente, vamos fazer coisas diferentes. Mas em relação ao nível, à competência ou ao estilo de ação? Sim. Planejo estar lá para ajudar como puder”.
Segundo o jornalista Daniel Ritchman, a Lionsgate está em negociações com a atriz Chloë Grace Moretz para estrelar o spin-off.
O estúdio quer ter Moretz como Rooney Brown. Na trama, a personagem fica órfã logo jovem e é treinada como uma assassina que viaja pelo mundo eliminando terroristas e outros alvos, mas ela se rebela e ela busca vingança contra as pessoas que mataram sua família.
Wiseman (‘Anjos da Noite‘) vai dirigir o derivado.
Vale lembrar que, no terceiro filme, a personagem de Anjelica Huston treina bailarinas no mesmo lugar onde Wick foi treinado como assassino.
A Netflix lançou em seu catálogo a adaptação do game ‘Assassin’s Creed‘, uma superprodução estrelada por Michael Fassbender.
Assista ao trailer:
Por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) experimenta as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje.
O filme decepcionou nas bilheterias. Com um lucro doméstico de US$ 54 milhões e uma recepção mundial de US$ 240 milhões, ‘Assassin’s Creed‘ conseguiu pagar o orçamento de produção, avaliado em US$ 125 milhões.
‘Assassin’s Creed’ vai ganhar uma série live-action na Netflix.
O projeto é fruto de uma parceria entre a Netflix e a Ubisoft, empresa responsável pelos jogos, e terá os desenvolvedores de jogos Jason Altman e Danielle Kreinik como produtores executivos.
Através de um comunicado, Altman comemorou a notícia, dizendo:
“Por mais de 10 anos, milhões de fãs em todo o mundo ajudaram a transformar a marca ‘Assassin’s Creed‘ em uma franquia icônica. Estamos entusiasmados em criar uma série com a Netflix e desenvolver uma saga duradoura para a franquia.”
Peter Friedlander, vice-presidente de conteúdos originais da Netflix também se manisfestou, declarando que a plataforma vai mergulhar no material original:
“Estamos muito animados sobre a parceria com a Ubisoft e em dar vida à rica e criativa narrativa pela qual os jogos de ‘Assassin’s Creed‘ são tão adorados. Seus mundos históricos são de tirar o fôlego e seu apelo global como uma das franquias de videogame mais vendidas de todos os tempos fez nossos olhos brilharem. Estamos comprometidos em criar um entretenimento épico e emocionante, com todo cuidado de mergulhar o mais profundo no material original para entregarmos algo de qualidade parta que os fãs possam desfrutar.”
Por enquanto, ainda não há informações sobre a trama, então não se sabe qual dos personagens da franquia será o protagonista da série.
Recentemente, a Warner anunciou uma série de alterações em seu calendário de filmes com super-heróis para 2022. A maior parte dos projetos programados para esse ano foram adiados, enquanto uma sequência muito aguardada foi adiantada em seis meses.
Agora, o estúdio divulgou na CinemaCon os cartazes com as datas atualizadas e o CinePOP traz para você.
Além disso, o CinePOP trouxe a versão atualizada dos filmes com heróis de 2022.
Doutor Estranho no Multiverso da Loucura
Seguindo os eventos mostrados em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) está com um problemão em suas machucadas mãos envolvendo a quebra do Multiverso. Então, quando uma visitante interdimensional, a jovem America Chavez (Xochitl Gomez) chega saltando pelas brechas da realidade, ele vai pedir ajuda à Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para tentar resolver a situação. Pelo que diz o trailer, podemos ter o icônico Shuma-Gorath como vilão e também várias versões do Doutor Estranho, além de um possível duelo contra os Illuminati.
Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreia nos cinemas em 5 de maio de 2022.
Investindo no mercado das animações para cinema, Liga dos Super Pets é um filme sobre os mascotes dos heróis daLiga da Justiça, que claramente também tem poderes (ou quase, né? O Bat-cão só é rico mesmo). Seu protagonista, claro, é Krypto, o Supercão, e o elenco dessa brincadeira é composto por nomes como The Rock, Kevin Harte John Krasinski. A trama vai mostrar os mascotes se reunindo após o careca Lex Luthorconseguir derrotar a Liga da Justiça. Então, eles precisarão usar seus novos poderes para salvar seu donos e o mundo.
DC Liga dos Super Pets deveria chegar em maio, mas foi adiado para 28 de julho de 2022.
Uma das continuações mais aguardadas dos últimos tempos, Homem-Aranha: Através do AranhaVerso – Parte 1 trará o reencontro de Miles Morales com a Gwen Aranha em uma nova falha do Multiverso. Agora, o Homem-Aranha será caçado pelo Homem-Aranha 2099 em uma nova aventura pelas infinitas realidades e seus infinitos Homens-Aranha. Já podemos ficar ansiosos para a Parte 2?
Homem-Aranha: Através do AranhaVerso – Parte 1 estreia em 6 de outubro de 2022.
Estrelado por The Rock, o filme do vilão do Shazam enfim chegará aos cinemas. Esse longa deve ser uma aventura através do tempo, já que o Adão Negro é um vilão com origem que remete aos deuses egípcios. A aventura também contará com a formação da Sociedade da Justiça da América e deve terminar com um gancho para o tão sonhado embate com o Shazam.
Adão Negro chegaria aos cinemas em julho, mas agora tem previsão de estreia para 20 de outubro de 2022.
Sequência do fenômeno ganhador do Oscar, o novo filme do regente de Wakanda deve girar em torno da escolha do novo Pantera Negra, já que o ator Chadwick Boseman faleceu em 2020, e a Marvel afirmou que não vai substituí-lo, provavelmente matando o T’Challa nos cinemas. A favorita a assumir o manto de Vibranium é Shuri, talvez seja por isso que a Marvel esteja aturando as polêmicas de Letitia Wright, que deu declarações contrárias a que a Disney costuma passar. Boatos indicam também que esse filme pode introduzir o Namor nos cinemas. E contará ainda com a chegada de Riri Williams (Dominique Thorne), a Coração de Ferro.
Previsto para estrear apenas em junho de 2023, a sequência de Shazam! (2019) ganhou esse baita adiantamento de última hora é agora chegará aos cinemas em 2022. Nada se sabe sobre a trama da continuação, apenas que a “Família Shazam” retorna. Talvez prevendo o sucesso de Adão Negro, a Warner já o coloque como vilão da história, mas isso é só chute. Fato é que após o primeiro filme ser lançado praticamente junto a Vingadores: Ultimato, sua continuação virá coladinha com Avatar 2. Isso que é autoconfiança.
Shazam: Fúria Dos Deuses chega aos cinemas em 15 de dezembro de 2022.
Escrito e dirigido por James Gunn, o primeiro especial de natal do MCU acompanhará os Guardiões da Galáxia em uma aventura inédita e canônica, que introduzirá um misterioso novo personagem ao Universo Cinematográfico Marvel.
Aquaman e o Reino Perdido, que seria a última produção da DC em 2022, agora será a primeira da casa no ano seguinte, chegando aos cinemas em 16 de março de 2023. Já The Flash, que deveria estrear em novembro deste ano, sofreu um adiamento enorme, previsto agora para estrear em 22 de junho de 2023.
Segundo o The Flash Film News, a DC pretende lançar o novo trailer de ‘The Flash‘ no dia 25 de abril, durante seu painel na CinemaCon em Las Vegas. O CinePOP estará no evento cobrindo com exclusividade as novidades que saírem por lá.
Além do trailer, o filme será exibido na íntegra por lá, meses antes de sua estreia nos cinemas.
A DC Studios prepara um reboot da DC e usará ‘Flash‘ como ponto de ignição. O Flash vai trazer de volta Ben Affleck e Michael Keaton como Batman, e teria uma participação especial da Mulher-Maravilha (Gal Gadot), mas foi revelado que a cena dela foi cortada depois que James Gunn e Peter Safran assumiram como co-CEOs.
Em entrevista ao Smartless Podcast, Affleck revelou que sua participação será seu melhor momento como o Batman e revelou alguns novos detalhes sobre a participação especial cortada de Gadot.
“É a minha melhor performance como Batman! Finalmente descobri como interpretar o cara! Eu sei que desisti, mas consegui agora! Como se você fizesse o teste e estivesse a caminho de casa. Não quero dar nenhum spoiler, mas houve uma cena em que fui salvo pela Mulher-Maravilha durante uma conflagração com alguns bandidos. Ela me salva com o Laço da Verdade, então o que acontece é que Batman divulga alguns de seus sentimentos reais sobre sua vida e seu trabalho. Eu fiquei tipo ‘Espere um minuto; agora eu entendi!”, ele afirmou.
A cena não estará no filme, mas o astro vai aparecer em tela… por pouco tempo.
“Finalmente descobri como interpretar esse personagem e acertei em ‘The Flash’. Nos cinco minutos em que estou lá, é realmente ótimo”, diz o ator.
Ele ainda acrescenta:
“Muito disso é apenas tom. Você tem que descobrir: qual é a sua versão do personagem? Quem é o cara que se encaixa no que você pode fazer? Eu tentei me encaixar no Batman que me mostraram. Aliás, gosto muito do que fizemos, especialmente na primeira vez [em ‘Batman vs. Superman’].”
‘The Flash’ também terá outra versão de Batman: a do ator Michael Keaton, que terá um destaque maior na trama.
Lembrando que o filme estreia dia 15 de junho nos cinemas nacionais.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
Segundo o insider Jeff Sneider, a Marvel Studios quer adiar ‘Blade‘ para 2026, com a intenção de dar um espaço maior entre suas estreias.
‘Thunderbolts‘ foi antecipado para 2 de maio de 2025, enquanto ‘Quarteto Fantástico‘ ocupa a data de 25 de julho de 2025.
Com os dois filmes estreando em 2025, a estreia de ‘Blade‘ em Novembro seria adiada para meados de 2026 – visto que o filme ainda não está pronto para filmar.
Porém, o insider revela que o astro Mahershala Ali está feliz com o novo roteiro.
A declaração do ator parece uma resposta direta aos rumores recentes que indicavam sua insatisfação com o roteiro do projeto.
“Estamos trabalhando em ‘Blade’. Só posso dizer isso para vocês. Estou muito satisfeito com a direção do projeto, e espero que possamos retomá-lo muito em breve.”
Vale lembrar que, segundo a Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões para fazer ‘Blade‘. O valor é bem baixo comparado aos outros filmes do estúdio. Para comparação, ‘As Marvels‘ custou altos US$ 250 milhões.
Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.
Recentemente, Michael Green foi contratado para reescrever todo o roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos cinco roteiristas e dois diretores diferentes.
Diante das dificuldades enfrentadas no desenvolvimento, a Marvel Studios optou por reiniciar o projeto do zero, buscando uma nova direção criativa para o filme.
O longa está programado para estrear em 7 de novembro de 2025.
O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.
Yann Demange (‘Lovecraft Country’) será responsável pela direção.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
‘Wicked‘ foi dividido em duas partes, e a segunda estreia em novembro de 2025. Muitos fãs estão nos perguntando em que momento termina a primeira parte, e se eles seguiram à risca a peça da Broadway.
A resposta é sim. O musical da Broadway é realizado em dois atos, e o primeiro ato termina com Elphaba voando por cima da Cidade das Esmeraldas e cantando “Defying Gravity” enquanto foge.
O filme também acaba nesse momento.
Confira as musicas de cada um dos atos, e das Partes no cinema:
Ato I
“No One Mourns the Wicked” (Sem perdão à Bruxa);– Glinda e povo de Oz
“Dear Old Shiz” (Nossa Shiz);– Estudantes e Glinda
“The Wizard and I” (O Mágico e Eu);– Madame Morrible e Elphaba
“What is this Feeling?” (Ódio/Que Sentimento));– Glinda, Elphaba e estudantes
“Something Bad”(Algo mau);– Doctor Dillamond e Elphaba
“Dancing Through Life” (É só dançar);– Fiyero, Glinda, Boq, Nessarose, Elphaba e estudantes
“Popular” (Popular);– Glinda
“I’m Not that Girl “(Não é pra mim);– Elphaba
“One Short Day” (Venha Ver);– Elphaba, Glinda e cidadãos de Emerald City
“A Sentimental Man”(Sentimental);– O Mágico de Oz
“Defying Gravity” (Desafiar a Gravidade);– Glinda, Elphaba, Guardas e cidadãos de Oz
Ato II
“No One Mourns the Wicked” (Sem perdão à Bruxa) (reprise);- Cidadãos de Oz
“Thank Goodness” (Que dia/Não dá pra ser mais feliz);– Glinda, Madame Morrible, Cidadãos de Oz e Fiyero
“The Wicked Witch of the East” (A bruxa má do Leste);– Elphaba, Nessarose e Boq
“Wonderful” (Mágico);– O Mágico de Oz e Elphaba
“I’m Not That Girl” (Não é pra mim) (reprise);– Glinda
“As Long as You’re Mine” (Se eu tenho você);– Elphaba e Fiyero
“No Good Deed” (Todo bem tem seu preço);– Elphaba
“March of the Witch Hunters” (Marcha dos Caçadores de Bruxa);– Boq e Cidadãos de Oz
“For Good” (Tudo Mudou)– Glinda e Elphaba
“Finale”;– Todos
‘Wicked‘ estreou com sólidos 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em mais de 63 críticas.
Confira os principais comentários:
“Os fãs do espetáculo provavelmente irão adorar, mas ele apenas esporadicamente atinge a energia insana que marca o melhor trabalho de Jon M. Chu e que o eleva aos grandes musicais do cinema moderno” – Vulture.
“‘Wicked’ consegue terminar em uma nota de ‘continua’, mesmo soando como uma história completa” – EW.
“Ariana Grande-Butera é uma força da natureza. Erivo é uma das maiores Elphabas que já existiu” – AwardsWatch.
“‘Wicked’ abraça sua identidade da mesma maneira que Elphaba abraça sua pele esmeralda” – Variety.
“Eu fiquei impressionado com o que Erivo e Grande trouxeram, e combinou bem com a história de fantasia contada” – We Live Entertainment.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 21 de novembro.
‘Wicked’ segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de ‘O Mágico de Oz’.
Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).
A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.
A Disney mandou o primeiro trailer de ‘Avengers: Doomsday‘ para ser avaliado pelo órgão que determina a classificação indicativa e colocou o título do filme como ‘Vingadores – Destino‘ aqui no Brasil.
O que você achou do título?
Avengers: Doomsday deve se chamar Vingadores – Destino aqui no Brasil.
A Disney enviou o trailer para o órgão que determina a classificação indicativa com esse título. O que você achou? Gostou? pic.twitter.com/kId6p2Mbc3
O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno deRobert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.
O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
O que é suficiente para você se sentir vivo? Deixando um rastro de reflexões sobre relacionamentos, o drama polonês Esta noite, Você Dorme Comigo desenha sua narrativa nos dilemas de uma mulher de meia idade que passa por problemas no casamento e precisa lidar com o retorno de um grande amor. A variável tempo é importante no contexto dessa história, camuflado de filme água com açúcar, a narrativa adentra uma tormenta de emoções de forma bastante inteligente. Não dá para entender a nota tão baixa do IMDB (até o momento em que esse texto está sendo escrito) desse projeto bem dirigido por Robert Wichrowski e com roteiro assinado por Anna Janyska e Anna Szczypczynska.
Na trama, conhecemos Nina (Roma Gasiorowska), uma organizada jornalista que precisar fazer o malabarismo de sua agitada vida lidando entre questões do trabalho e a educação de suas duas filhas. Ela é casada com Maciek (Wojciech Zielinski), um pai ausente, machista, que joga todas as obrigações na criação dos filhos em cima da esposa. Nina se encontra em um momento muito infeliz no casamento quando de repente reaparece em sua vida Janek (Maciej Musial), um antigo amor que voltou da Holanda após 10 anos e foi parar no mesmo trabalho que ela. Assim, Nina precisará decidir seu futuro.
O foco é todo nessa esperança da mãe de duas filhas pequenas, infeliz, voltar a enxergar lapsos de felicidade através do amor. Simpático, dinâmico, o filme busca nas entrelinhas as respostas para os mais profundos sentimentos, inclusive traçando alguns paralelos. Por exemplo: as flores, tão citadas em muitas cenas viram a forma de citar o romantismo adormecido, estático, de uma mulher que está em um presente infeliz, não se sentindo amada.
Quando chegamos na questão do dilema, de forma nada rasa somos apresentados a argumentos através do que enxerga a personagem além de uma troca de experiências com os pais dela, que dão mais peso na definição do que é família, escolha, amores. O peso da consciência é um ponto que também logo chega, afinal deixar a vida confortável que leva sempre na esperança de resgate do fogo da paixão com o distante marido por um outro relacionamento do qual já tentou fugir no passado a coloca em uma estrada onde só pode embarcar em um cenário.
Esta noite, Você Dorme Comigo é mais profundo do que aparenta, suas peças se encaixam para decifrar o abstrato universo do amor na visão de uma mulher em estado de abatimento moral. O desfecho é interpretativo, aberto. Qual caminho que ela tomou? Corre na Netflix e busque a resposta.
Para os fãs da série do Anel criada por Tolkien, qualquer crítica de um dos (agora) seis filmes é redundante. Para eles, assim como para fãs fervorosos em geral, qualquer palavra contra seu objeto de afeto não merece crédito. Então, este texto não é para você “Tolkienmaníaco”, mas sim para todos os outros que não se deixam levar apenas pela emoção. Não que eu vá achincalhar a obra transformada em mais um filme do diretor Peter Jackson, este é apenas um olhar mais distanciado, de alguém que não necessariamente é fã da saga.
A trilogia original de Jackson, no entanto, parecia mais adulta, digna e urgente. O impacto foi tanto, já que era a volta por cima do gênero da fantasia (seguido pelos musicais), que até mesmo a Academia se curvava indicando os três filmes ao prêmio máximo do cinema. A nova trilogia não teve esse aval de prestígio, somente os muitos bilhões de dólares em caixa. Na verdade, pode-se dizer que a segunda trilogia é considerada por muitos um grande caça-níquel.
Baseada não apenas no menor dos livros, mas em anotações extras do escritor, a trilogia do Hobbit foi, a partir do primeiro filme, mais infantil, ingênua e mais artificial. A coisa engatou mesmo no segundo exemplar, apresentando talvez um dos astros da série, o Dragão Smaug, voz de Benedict Cumberbatch. Quem for esperando um desfecho que envolva a temível criatura, irá se desapontar, digamos apenas isso. Explorando o filão do 3D, Peter Jackson nos leva, talvez pela última vez, por mais uma incursão na Terra Média.
O início é eletrizante, com o combate ao dragão. Depois, A Batalha dos Cinco Exércitos se desenvolve estranhamente em um drama psicológico, envolvendo um dos maiores pecados capitais, a ganância. Ela consome o líder dos anões, Thorin Escudo de Carvalho, interpretado por Richard Armitage (do prazer culposo No Olho do Tornado). Esse é o momento de maior destaque da obra, um forte estudo de personagem e situações. A Oscarizada Cate Blanchett aparece num momento chave eletrizante, ao lado do nonagenário Christopher Lee e de Hugo Weaving. Existe também muito fan service aqui, ligando esta trilogia com a amada trilogia do Anel. Os fãs irão adorar.
Orlando Bloom e Evangeline Lilly dão sequência ao seu arco dramático, envolvendo um triângulo amoroso com o anão Kili (Aidan Turner). O desfecho desta subtrama é interessante e amargo. O novo Hobbit é o mais curto da saga, o que não quer dizer muito. Com duas horas e vinte minutos, o filme poderia ser mais podado e enxuto. As cenas de ação e batalhas se excedem, dando aos escolados exatamente o que querem, porém, alienando todo resto do público com intermináveis combates.
Como resultado, A Batalha dos Cinco Exércitos sobressai ao bonitinho e aguado primeiro Hobbit, no entanto, fica abaixo do vivo e perspicaz segundo episódio. Talvez só um pouco abaixo. Com um visual de cair o queixo, o fim da saga de Jackson deverá conquistar indicações de efeitos no próximo Oscar. E para finalizar, alguém poderia nos comentários abaixo explicar o porque do título, já que contamos apenas quatro exércitos (dos anões, dos humanos, dos elfos e dos orcs).
Halloween Ends está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O mais recente exemplar da franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers marca o final da nova trilogia que, traz de volta Jamie Lee Curtis (a musa da série) como a protagonista Laurie Strode, e já arrecadou mundialmente mais de US$85 milhões num orçamento de US$20 milhões.
No entanto, como muitos fãs devem saber, Halloween Kills não é a primeira sequência direta da franquia, ou sequer a primeira continuação direta a marcar o retorno da veterana Jamie Lee Curtis. Ao voltarmos quatro décadas no passado, para 1981, nos depararemos com Halloween II – O Pesadelo Continua, a “primeiraça” continuação que essa série de filmes recebeu, dando sequência ao clássico atemporal e verdadeira obra-prima da sétima arte, Halloween – A Noite do Terror (1978). O filme, assim como o original, fazem parte do atual acervo da Netflix e são pedidas certas para esse dia das bruxas.
A caveira brotando da abóbora marca a abertura de Halloween II.
É interessante perceber que mesmo os críticos mais céticos e contrários ao que definimos hoje como o subgênero dos slasher, guardavam com afeto e elogios múltiplos o longa do mestre John Carpenter. Um exemplo disso são os famosos críticos norte-americanos Roger Ebert e Gene Siskel, “pais” do formato dos críticos em vídeo (ainda na década de 1970), a dupla repelia toda produção de terror considerada de mau gosto; com Halloween (1978) o exato oposto aconteceu, com ambos tecendo elogios para suas inúmeras qualidades artísticas, como contraste de luz e sombras, uma crescente atmosfera de suspense, onde nossa imaginação era desafiada a completar a lacuna do que víamos em tela, sem respostas fáceis.
A história do raio não cair no mesmo lugar duas vezes é quase certa em se tratando de obras e artistas, afinal um trabalho jamais sairá exatamente igual ao outro. E quando criou Halloween (1978) ao lado da parceria Debra Hill, o cineasta John Carpenter conseguiu capturar um relâmpago na garrafa; um filme de história simples, mas tão artesanalmente perfeita que se tornou irresistível não apenas para os aficionados pelo terror. Ao lado das críticas bem elogiosas chegava também o prêmio de se tornar a produção independente mais rentável àquela altura, título que manteve por doze anos. Mas toda conquista e boa ação gera uma consequência.
Halloween(1978) fez tanto sucesso que gerou uma penca de imitadores, com todo produtor “oportunista” de Hollywood desejando uma parcela de tal lucro. Um dos primeiros a entrar neste filão foi Sean S. Cunnighan que, endividado e precisando sustentar a família, liberou seu lado mais marketeiro e vendeu a ideia para Sexta-Feira 13 (1980) para a Paramount – que nada mais era do que uma produção criada nos moldes de Halloween, visando unicamente o lucro financeiro. Deu muito certo e arrecadou ainda mais bilheteria. Com agora dois acertos colossais, começou-se a “corrida do ouro” dos filmes slasher, com todo estúdio de Hollywood se mexendo para tirar da cartola filmes semelhantes – assim dando início a uma verdadeira enxurrada nos cinemas. Isso sem falar nas sequências dos filmes que haviam dado muito certo.
Logo no ano seguinte, em 1981, Sexta-Feira: Parte 2 era programado para a estreia. Assim, o produtor sírio Moustapha Akkad não desejava se manter fora desse jogo, afinal foi o seu produto que começou tudo. Mesmo não sendo uma atitude “artística”, num aspecto financeiro era a decisão certa a se ter. Então o produtor foi diretamente falar com “o homem” para que a continuação de Halloween tomasse forma. John Carpenter, por outro lado, já havia contado essa história e para ele, o longa tinha começo, meio e fim, sem qualquer vontade de sua parte a retornar a tal universo. Um tempinho depois, aconselhado por amigos e gente de confiança, Carpenter foi convencido a permanecer por perto da franquia e tirar dela uma boa grana. Assim, o cineasta aceitou as funções de roteirista e produtor, mas deixava a direção de lado (lançava nos cinemas no mesmo ano, a ficção científica de ação Fuga de Nova York – cult instantâneo).
Novamente ao lado de Debra Hill, Carpenter precisava tirar uma segunda parte da cartola, mesmo à contragosto. Pensando no polpudo cheque que receberia, o diretor sentou em sua máquina de escrever e abastecido com uma quantidade respeitável de sua marca de cerveja preferida, deu asas à sua imaginação. Desta “viagem” embriagada nascia a trama de Halloween II (1981), contada na mesma noite, de forma mais que direta e servindo de “complemento” para o original – como se fossem um longo único filme de 3 horas de duração. Como vemos no primeiro Halloween, Michael Myers é baleado pelo Dr. Loomis ao tentar matar Laurie Strode, mas basta uma segunda olhada para notarmos que o psicopata se levantou do gramado e não pode mais ser visto. A questão brilhante do original é: onde estará ele? Com os últimos takes sendo todos os lugares por onde andou no filme, dentro e fora das casas do subúrbio da fictícia Haddonfield, em Chicago, a sensação era a que de ele poderia estar em qualquer lugar, inclusive perto de nós, que assistíamos a tudo. Toque de gênio. Revertendo essa ótima jogada, o segundo filme realmente respondia e nos mostrava onde Michael andava.
Bem, e ele continuava sua onda de matança pelos arredores da vizinhança. Entrando e saindo de casas de moradores idosos e jovens do bairro, no caminho matando toda e qualquer pessoa que via pela frente. Um dos principais atrativos do primeiro Halloween é realmente o suspense, a sensação do inesperado, a imprevisibilidade de ser ter um louco fugido de um hospital psiquiátrico rondando e espreitando na vizinhança – com a maioria alheio a ele. O fato de ter invadido uma loja e roubado uma máscara, a qual usa em seu rosto no dia das bruxas, demonstra ainda mais que ele não está “puro” e pode ser perigoso. Carpenter constrói o suspense com Michael sendo muito mais um “stalker”, alguém que persegue; é só mais para o desfecho que ele realmente começa a matar os jovens e atacar a protagonista. Em Halloween II, já começamos o filme sabendo do que ele é capaz, e isso faz desaparecer o elemento da surpresa. Foi nisso que Carpenter apostou.
Jamie Lee Curtis retorna como Laurie (com direito à peruca), mas tem pouco a fazer na continuação.
De começo, a ideia do diretor Rick Rosenthal – escalado para substituir Carpenter na cadeira de comando – era seguir à risca o que o filme original havia apresentado, ou seja, apostar bem mais no clima intimista, na construção minuciosa do suspense e na imprevisibilidade de onde a história poderia caminhar. Contrariando o que havia confeccionado no anterior, Carpenter acreditava que as surpresas já haviam sido declaradas e que agora cabia apenas partir para a ação, elevando tudo a outro nível narrativo. Além, é claro, de saber que o público apreciava cada vez mais filmes movimentados e que enfrentavam a concorrência de outras produções criadas nestes moldes. Assim, os problemas na produção se iniciavam, com a colisão de produtor/ roteirista e diretor. Ironicamente, ao deixar vaga a cadeira de direção, a intenção de Carpenter era dar oportunidade a novos diretores e suas visões para a história. E esse era o debute de Rick Rosenthal no cargo.
Com mais mortes e sustos (muitos dos quais Carpenter reescreveu para dar mais energia à sequência), Halloween II também contava com mais cenas de ação e até mesmo uma explosão – como na cena em que um infeliz usando uma máscara igual a de Michael Myers, é confundido com o psicopata, atropelado pela polícia e esmagado entre uma van, ao que o carro explode e incinera o rapaz. O jovem em questão era Ben Trammer, paixão platônica da protagonista Laurie mencionado por ela no filme original. Sua aparição e subsequente morte no segundo serve para, além de levantar suspeita sobre o destino de Michael (adicionando um pouco daquela imprevisibilidade que faltava), criar um elo ainda mais forte com o antecessor (ao apresentar em tela personagens apenas mencionados previamente) e enfatizar a descida em espiral de Laurie em seu inferno pessoal, tendo retirado dela até mesmo um possível amor.
A ação de Halloween II desta vez se desenvolve dentro de um hospital durante o plantão noturno.
Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) é muito lembrado pelos fãs como o “filme do hospital” da franquia. Inicialmente planejado para ter como cenário um grande prédio de apartamentos, ficou decidido finalmente que a maior parte da trama se passaria dentro do Haddonfield Memorial Hospital (tão fictício quanto a cidade em si – tendo a maioria de suas cenas sido gravadas no muito real Morningside Hospital, em Los Angeles), onde Laurie foi levada para tratar de seus ferimentos adquiridos no desfecho do primeiro Halloween. Para a continuação, é claro, grande parte dos atores originais retornaram, alguns como Nancy Loomis, que interpretou a melhor amiga Annie, apenas para atuarem como mortos, sendo levada por uma maca. Os retornos mais esperados, no entanto, eram os de Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence – o incansável Dr. Loomis.
Lágrimas de crocodilo… e de sangue! Por que choras Michael Myers?
A introdução de Halloween II, que ainda utiliza novos ângulos e cenas para reproduzir os eventos do original, recapitulando para o público (afinal haviam se passado três anos entre os longas), ocorre nas cercanias dos quarteirões residenciais dos subúrbios da pacata cidade. Grande parte da narrativa, como mencionado, se concentra no hospital, onde Michael segue Laurie e encontrará todo um novo lote de vítimas – em sua maioria funcionários do local, entre médicos, enfermeiras, motoristas de ambulância e seguranças. O que muitos observam e criticam é o fato de, apesar de ser o plantão noturno, o hospital se encontrar demasiadamente vazio – a não ser pela chegada de Laurie e de um menino que comeu doces demais e encontreu uma lâmina de barbear dentro de um deles, prendendo o objeto cortante na língua (uma famosa lenda urbana americana).
Fogo no parquinho! Michael Myers incendeia a tela e a si mesmo no desfecho de Halloween II.
No fim das contas, Halloween II (1981) é mais lembrado por introduzir na mitologia da série o fato de Laurie e Michael serem irmãos, solução encontrada por Carpenter em seu roteiro para justificar a obsessão do assassino pela protagonista. Afinal, ao ser levada para o hospital, enquanto o maníaco foge da polícia, suas histórias se separariam aí. Essa linha narrativa foi mantida em todas as sequências, inclusive nos remakes de Rob Zombie, sendo eliminada somente nos recentes filmes da Blumhouse – que usam como cânone apenas o original. Halloween II, embora não tão bem sucedido financeiramente ou de críticas quanto o original, é uma das continuações mais queridas da franquia. Com um orçamento de US$2.5 milhões, rendeu o retorno de US$25.5 milhões. E no que diz respeito a John Carpenter, este foi o fim da história de Michael Myers, Laurie Strode e do Doutor Loomis. Ou seja, o fim de uma era. Isto é, até retornar como produtor executivo e compositor da trilha da nova trilogia da Blumhouse – seu único envolvimento desde então com o “bicho papão” que criou.
O terror natalino ‘Elves‘ ganhou suas primeiras imagens, que trazem uns efeitos muito parecidos com os de ‘Verdade ou Desafio‘.
Confira:
Dirigido por Jamaal Buden, o terror será lançado em outubro.
“Clover está celebrando a prisão do Holiday Reaper, um assassino implacável que causou estragos em uma pequena cidade no Texas. Ao celebrar sua morte, um grupo de amigos descobre um elfo antigo dentro de uma caixa de brinquedos mágica. Depois que um acidente sinistro mata um de seus amigos, Clover descobre que um grupo de elfos foram espalhados pela cidade, cada um representando os sete pecados capitais. É uma corrida contra o tempo para sobreviver à ira dos elfos antes do final do Natal.”
Deanna Grace Congo, Stephanie Marie Baggett, Lisa May e Amy Jo Guthrie estrelam.
O diretor de ‘The Room‘ – considerado o pior filme de todos os tempos –, Tommy Wiseau, está de volta com um novo filme de tubarão assassinato, intitulado ‘Big Shark‘.
Confira o trailer:
O filme será estrelado por Wiseau, Greg Sestero e Isaiah LaBorde.
Na trama, um tubarão aterroriza Nova Orleans. A única coisa em seu caminho? Três bombeiros.
Apesar do trailer ter sido lançado, o longa ainda não foi filmado.
Sucesso! Em apenas 11 dias, ‘Coringa‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA. Nessa segunda-feira (14), o longa arrecadou US$ 8.4 milhões, elevando sua bilheteria doméstica a sólidos US$ 201.9 milhões.
Vale lembrar que, no último final de semana, a produção quebrou o recorde de ‘Gravidade‘, com o melhor desempenho para uma segunda semana em outubro – arrecadando US$ 55.8 milhões.
Mundialmente, o longa já arrecadou mais de meio bilhão, consolidando-se como um dos maiores sucessos do ano.
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou um novo cartaz incrível.
Confira:
O longa será lançado direto em VOD no dia 7 de agosto.
A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.
Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.
O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.
A Diamond Films divulgou o trailer nacional da comédia ‘Em Guerra com o Vovô‘, estrelada por Robert De Niro.
Confira, dublado e legendado:
A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 22 de abril.
Dirigido por Tim Hill, o longa é uma adaptação do romance de Robert Kimmel Smith.
A trama segue o jovem Peter, que está entre seu amor pelo avô e seu querido quarto. Quando sua avó morre, o avô decide se mudar para a casa do neto e por conta de um problema em sua perna, ele acaba tomando seu quarto. O rapaz se vê forçado a abandonar seu cômodo e a mudar para sótão da casa, gerando alguns contratempos.
“A Universal Pictures nos abordou e realmente queria arranjar um jeito de explorar aquele universo novamente. Então, nós estamos nos divertindo muito tentando descobrir como fazer a nova versão dar certo. Ainda estamos trabalhando nisso. Nós queremos trazer o Escorpião Rei de volta à vida. Esse é um projeto muito especial para mim, pois o filme original foi o primeiro no qual eu trabalhei. Foi quando eu percebi que queria ser um produtor. E foi o primeiro papel estrelado pelo Dwayne Johnson.”
Ele completa, “Ainda há muito amor por essa franquia. Se conseguirmos encontrar um jeito de trazê-la de volta, seria muito recompensador para nós.”
Por enquanto, não há muitos detalhes sobre a produção e nem previsão de estreia.
Para quem não se lembra, o filme original é ambientado na cidade de Gomorra, onde Memnon insurge como um governante maligno que está determinado a massacrar todos que forem contrários a ele. As poucas tribos sobreviventes, que nunca foram aliadas, se veem obrigadas a se unir para não desaparecer.
Sabendo que seus inimigos acreditam e dependem das visões de um feiticeiro, eles contratam Mathayus, um eficaz mercenário, para eliminá-lo. Após se infiltrar no campo inimigo, Mathayus descobre que o feiticeiro é na verdade uma linda mulher.
Apesar das críticas mistas ao primeiro filme e da morna arrecadação nas bilheterias (quase US$180 milhões), a Universal deu continuidade à franquia e produziu quatro sequências, sendo a mais recente ‘O Escorpião Rei 5: O Livro das Almas’, em 2018.
Sucesso! O novo terror de Jordan Peele, ‘Não! Não Olhe!‘ (Nope), estreou com sólidos US$ 44 milhões nas bilheterias norte-americanas.
Para teremos de comparação, o resultado é superior ao lançamento do aclamado ‘Corra!‘, que estreou com US$ 33.3 milhões, em 2017. O novo terror, no entanto, ficou bem abaixo de ‘Nós‘ (US$71.1M), filme anterior do cineasta.
Independente de qualquer coisa, ‘Não! Não Olhe!‘ teve um desempenho impressionante para uma produção original do gênero. Esse é o quinto filme de terror lançado pela Universal Pictures após a pandemia, após ‘O Telefone Preto‘, ‘Halloween Kills‘, ‘A Lenda de Candyman‘ e ‘Uma Noite de Crime – A Fronteira‘.
Dentre eles, o novo terror de Jordan Peele teve a segunda maior estreia doméstica, atrás apenas de ‘Halloween Kills‘ (US$49.4M).
Vale lembrar que ‘Não! Não Olhe!‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de agosto.
De acordo com o Deadline, a série ‘9-1-1‘ foi oficialmente renovada para a 7ª temporada. O próximo ciclo, no entanto, passará a ser exibido pela ABC.
O seriado era exibido pela FOX desde a sua estreia, que também é o lar do derivado ‘9-1-1: Lone Star‘ – cuja quinta temporada já foi confirmada e permanecerá em sua emissora de origem.
“Graças ao talento criativo de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, além do elenco, ‘9-1-1’ tem sido uma das séries dramáticas de maior sucesso das televisão americana, e nós estamos honrados em trazê-la para a ABC,” declarou Craig Erwich, presidente da Disney Television Group. “Será um privilégio manter ‘9-1-1’ na família, com a 20th Television na produção. Estamos ansiosos para contar novas histórias emocionantes sobre esses amados personagens.”
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.
Tanya, uma jovem de 17 anos, planeja viajar para a Europa com suas amigas antes de começar a faculdade. No entanto, sua mãe decide ir para um retiro na Tailândia, forçando-a a ficar em casa com seus irmãos. Quando sua babá inesperadamente morre, Tanya consegue um emprego e tem a oportunidade de trabalhar ao lado de uma mulher ambiciosa chamada Rose. Enquanto tenta equilibrar trabalho, família e um complicado romance, Tanya irá ter um gostinho do que é ser uma pessoa adulta às custas do seu último verão de liberdade.
Surpreendentemente, a nova versão recebeu uma alta classificação etária pelo MPAA por “uso de drogas, linguagem e referências sexuais”. Vale lembrar que o filme original é uma produção familiar, com a típica classificação PG-13 (recomendado para maiores de 13 anos).
Estrelado por Christina Applegate, o longa original uma adolescente de 17 anos assume o papel de chefe da casa e passa a tomar conta dos irmãos mais novos quando sua babá morre inesperadamente durante o sono.
De acordo com o The Hollywood Reporter, Javier Bardem (‘Duna: Parte 2’) será o protagonista de ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear), série de suspense baseada no filme clássico de 1991.
O ator interpretará o vilão da história, Max Cady.
Nick Antosca (‘Channel Zero’) será o showrunner e o criador.
A produção será baseada no livro The Executioners, de John D. MacDonald, que já havia sido adaptado pela primeira vez em 1957.
A série é sendo descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.
A adaptação de 1991, dirigida por Scorsese, foi estrelada por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange.
O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)
“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)
“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)
“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting)
“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)
“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy)
“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.”
“Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”
A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.
De acordo com o Deadline, as filmagens do próximo ciclo voltarão a acontecer em Los Angeles.
A segunda temporada registrou 5.3 milhões de visualizações em seu primeiro final de semana na plataforma, ficando levemente abaixo os números alcançados pelo primeiro ciclo neste mesmo período (6.7M views). Apesar disso, o seriado tem registrado uma excelente estabilidade e ainda se encontra no TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming.
Na nova temporada, Isla (Hudson) agora é uma líder consolidada que enfrenta uma pressão crescente, enquanto seu irmão Cam (Justin Theroux), o ex-presidente da equipe, retorna ao trabalho como consultor, mas pode estar sabotando seu trabalho.
A série foi criada por Elaine Ko, Mindy Kaling, Ike Barinholtz e David Stassen.
Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.
Drew Tarver, Scott MacArthur, Brenda Song, Fabrizio Guido, Toby Sandeman, Chet Hanks e outros completam o elenco.
O aplicativo da da D23 Expo 2017 divulgou uma nova arte conceitual da sequência ‘Os Incríveis 2’.
Confira:
A animação já tem data de estreia nos cinemas brasileiros: 24 de maio de 2018.
Em entrevista à EW, o roteirista e diretor Brad Bird falou sobre a aguardada sequência.
“Teremos os mesmos personagens e os mesmos sentimentos, mas estamos indo em uma nova direção. Esse é o grande truque em se fazer uma sequência: repetir o sucesso, sem repetir a história”, afirmou.
Questionado sobre a trama, o diretor se esquivou:
“Não quero estragar a surpresa. Mas estamos trabalhando ativamente no filme, e estamos muito ansiosos”, concluiu.
Bird retorna para a sequência.
“Eu pensei em várias ideias para o primeiro filme, mas não tive a chance de usá-las. Algumas delas precisavam ser melhor trabalhadas e não houve tempo suficiente para colocá-las em ‘Os Incríveis’. Estou tendo novas ideias, e junto com algumas das [ideias] antigas, acredito que são suficientes para se criar um filme interessante.”
No original, Roberto Pêra (Craig T. Nelson) já foi o maior herói do planeta, salvando vidas e combatendo o mal todos os dias sob o codinome Sr. Incrível. Porém, após salvar um homem de se suicidar, ele é processado e condenado na Justiça. Uma série de processos seguintes faz com que o Governo tenha que desembolsar uma alta quantia para pagar as indenizações, o que faz com que a opinião pública se volte contra os super-heróis. Em reconhecimento aos serviços prestados, o Governo faz a eles uma oferta: que levem suas vidas como pessoas normais, sem demonstrar que possuem superpoderes, recebendo em troca uma pensão anual.
Recentemente, Michael Giacchino foi confirmado como compositor. Vale lembrar que Michael concorreu ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, em 2005, por ‘Os Incríveis‘, mas a estatueta só veio em 2010 com o magnífico ‘Up – Altas Aventuras‘.
‘Han Solo: Uma História Star Wars’ é certamente uma das grandes estreias para 2018, mas ainda não há planos definidos para a execução de uma sequência.
Segundo o diretor,Ron Howard, tudo vai depender da resposta dos fãs em relação à produção. Em uma entrevista ao site Fandango, ele ponderou a questão, salientando que existe um grande investimento da Lucasfilm em um projeto maior, mas que a decisão final cabe aos fãs.
Disse:
“Eu creio que os fãs vão decidir e definir isso. Eu creio que quando a Lucasfilm e a Disney escalam seus atores, particularmente jovens artistas, eles querem saber o que acontecerá e se consolidam a partir disso. É claro que eles querem o comprometimento dos jovens atores, mas ainda não há planos concretos. Eu acho que houve uma grande energia criativa direcionada para este filme, bem como um grande investimento de marketing”.
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
‘Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.
O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
Rendendo à atriz sua segunda indicação ao Oscar, a produção entrou para o hall de aclamadas cinebiografias que se destacaram nas principais premiações do cinema.
Mas antes de McCarthy assumir o papel protagonista, a atriz Julianne Moore havia sido contratada para estrelar a produção. No entanto, a vencedora do Oscar acabou sendo demitida pela diretoraMarielle Heller.
A atriz revelou a novidade por meio de uma entrevista ao programa Watch What Happens Live with Andy Cohen. Ao ser perguntada por um fã, que ligou para o programa para conversar com ela, Julianne o corrigiu, afirmando que não deixou a produção, mas sim que fora demitida.
A estrela foi ainda mais além, afirmando que essa foi a primeira vez que ela foi demitida de algum projeto e que toda a situação a machucou. Afirmando que a circunstância ainda dói, ela disse que não conseguiu assistir o filme.
Confira:
Dirigido por Marielle Heller, o longa é baseado na biografia de Lee Israel.
Passando por problemas financeiros, a jornalista Lee Israel (McCarthy) decide forjar e vender cartas de personalidades já falecidas, um negócio criminoso que dá muito certo. Quando as primeiras suspeitas começam, para não parar de lucrar, ela modifica o esquema e passa a roubar os textos originais de arquivos e bibliotecas.
Cada um lida com a dor do amor perdido à sua maneira. Se assemelhando muito às cinco fases do luto, o fim de um relacionamento muitas vezes é cercado pelo conflito de emoções diversas e adversas, que extravasam em comportamento até mesmo doentios. Em Deu Ruim, a extensão de um relacionamento – obviamente – ruim gera um efeito dominó catastrófico, quando uma dupla de amigos decide assaltar a casa de uma ex-namorada, na tentativa de talvez encontrar aquele famoso ‘closure’ – o fechamento de uma ferida aberta que ainda permanece latente.
Lançado no festival South by Southwest, a produção dirigida e roteirizada por Jason Headley tem os elementos que uma produção indie naturalmente traz em si. Originalmente, sua premissa é interessante, ao explorar o sentimento de perda e negação a partir das inusitadas e tão erradas decisões que tomamos quando não estamos muito dispostos a superar o fim de um relacionamento. Mas quando a narrativa entra em execução, Deu Ruim dá literalmente ruim. Com os seus atributos não se encaixando com espontaneidade, a comédia se torna uma experiência incompleta e até mesmo um tanto forçada.
Com personagens que trazem os maneirismos do cinema independente, sabem fazer referências de filmes cult interessantes e são peculiares à sua maneira, o longa ainda assim carece na construção de seus respectivos carismas. Incapazes de sustentar aquela vibe desajeitada e desconfortável que traz aquele toque caricato que cativa o público a querer conhecer mais suas histórias, os protagonistas chegam a ser rasos e superficiais. E não por falta de complexidade, mas sim pela superficialidade cômica que não desperta a atenção da audiência. Aqui, Matt L. Jones, Will Rogers e Eleanore Pienta têm os traços faciais da cena indie e até mesmo a expressividade necessária, mas entregam performances que – no final das contas – são reflexos de personagens pouco identificáveis até mesmo em suas esquisitices e maneirismos – que de fato deveriam se tornar o seu charme.
Com uma direção simples que não destaca aos olhos, a comédia caminha de forma lenta, mesmo tendo pouco menos de uma hora e meia de duração. Tentando fazer do roubo da casa da sua namorada uma espécie de catarse emocional às avessas, Leo (Will Rogers) é um protagonista interdependente exaustivo e assim também é com boa parte dos diálogos performados pelo trio de atores. A sensação de desconforto paira sobre a narrativa, mas não da maneira correta.
E a maior frustração de Deu Ruim é justamente o fato do longa estar no caminho certo, mas não saber consolidar seu roteiro com a autenticidade que inicialmente apresenta. A produção se perde em si, às vezes anda em círculos e concentra sua narrativa em um grupo de personagens enclausurados em si mesmos emocional e fisicamente, sem saber exatamente o que fazer com o bom material bruto que possui. Com uma história blocada que não parece ter sido desenvolvida de forma criativamente estável, a comédia mais se assemelha a um emaranhado de boas ideias fracamente exploradas, nos enganando com aquele gostoso aroma de um café forte, cujo sabor acaba – eventualmente – sendo surpreendentemente fraco.
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
A mortalidade humana é uma das verdades mais inconcebíveis para o mundo. Diante de uma ciência que constantemente visa driblar a inexorável certeza de que o fim é inevitável, somos testemunhas de uma cultura global que busca retardar o envelhecimento e perpetuar a humanidade, ainda que isso não esteja em nossas mãos. Esse medo, angústia e desejo por controlar o incontrolável é o que faz com que artistas como os roteiristas Laura Moss e Brendan J. O’Brien se desafiem em narrativas como Birth/Rebirth. Aqui, uma apática médica e uma enfermeira que acaba de perder sua filha se veem diante da enorme questão moral tantas vezes levantada entre a comunidade científica, os religiosos e a sociedade mundana: É possível brincar de ser Deus?
No longa dirigido por Moss, essa e tantas outras questões éticas são abordadas, de forma prática e visual. Ao invés de esticar sua 1h30 de filme em profanos debates psicoemocionais sobre a moralidade que contrasta a ciência com a fé, Birth/Rebirth é como um ensaio cinematográfico sobre quem é o ser humano diante da inevitável mortalidade. Fazendo um paralelo entre duas personagens tão moralmente díspares, o terror/thriller é um convite a uma experiência diferente. Instigante e sempre debaixo de uma enorme tensão, a produção explora a determinação assombrosa de uma médica com ares sociopatas, que abre mão de qualquer princípio a fim de descobrir a cura para a imortalidade.
Marin Ireland and Judy Reyes appear in Birth/Rebirth by Laura Moss, an official selection of the MIDNIGHT Section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | Photo by Chananun Chotrungroj. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.
Nessa jornada, seu caminho se cruza com o de uma mãe solo, que ao perder sua pequena filha para um severo caso de meningite, é forçada a confrontar suas próprias convicções – conduzida pelo incomensurável instinto materno. Nessa trajetória, somos contemplados por um longa que desafia nossos sentidos, subvertendo sua temática já tão esgotada nos cinema e na TV com uma overdose de originalidade e criatividade. Birth/Rebirth dá vida a um assunto praticamente natimorto de tão exaurido que está e leva a audiência por caminhos pouco explorados. Com um suspense que escalona a partir dos comportamentos questionáveis de suas protagonistas, o filme é capaz de tratar as mesmas problemáticas de sci-fis de altíssimo orçamento com muito mais propriedade, riqueza narrativa e impacto.
Isso se deve à brilhante combinação entre Moss e J. O’Brien, que não se perdem em detalhes enfadonhos, se privam de análises tão eruditas e complicadas, sem perder a complexidade daquela grande pergunta, apresentada logo no primeiro parágrafo. E conduzida pelas poderosas performances de Marin Ireland (A Qualquer Custo) e Judy Reyes (Grey’s Anatomy), o suspense/terror é uma distopia sobre a mortalidade, que mostra até onde uma mãe é capaz de ir para salvar sua prole. E transformando um clássico tema do gênero de terror em um objeto de estudo reimaginado, a dupla criativa alicerça sua história na complexa psique de suas protagonistas.
Marcando a estreia na direção de Laura Moss, o thriller brinca com a linearidade narrativa de forma inteligente, entregando uma reviravolta poderosa que faz seus primeiros 5 minutos de filme ganharem um novo significado. Com um final previsível – mas excelente, Birth/Rebirth é um terror inteligente, não subestima a audiência e nos leva à mesma intensa montanha russa emocional que pauta a espetacular e disfuncional dinâmica relacional entre Ireland e Reyes.
Pedro Almodóvar chamou atenção de todos com o anúncio do curta-metragem Extraña Forma de Vida(Modo de Vida Estranho), seu primeiro filme do gênero faroeste. Com sessão única no início da tarde do segundo dia do Festival de Cannes, as entradas estavam esgotadas, mas, como jornalista, já tinha garantido o ingresso.
Embaixo de forte chuva e com uma equipe de segurança ineficiente, o cinema Debussy com mais de mil assentos chegou à lotação máxima e vários jornalistas ficaram de fora da sessão. Após muita discussão e reclamação, os portadores do ingresso conseguiram entrar para o bate-papo com o diretor espanhol e o ator norte-americano Ethan Hawke.
Sem assistir o filme, a conversa com ambos artistas somente intensificou a vontade de prestigiá-lo. Os motivos estão nos detalhes abaixo:
Por que curta-metragem?
Grandes nomes do cinema, como Quentin Tarantino, Martin Scorsese e David Lynch, apresentam projetos de seriados fora das telonas, mas na contramão desse movimento, Pedro Almodóvar prefere dedicar-se à produção de um curta-metragem. Dito como porta de entrada na carreira cinematográfica e de difícil distribuição comercial, os curtas têm sido consumidos pelo público nas plataformas de streaming.
Segundo o diretor, “o sucesso consiste em poder fazer o que temos vontade. Eu queria fazer este curta-metragem, não um longa, nem uma série, e, então fiz”. Em outras palavras, o renomado artista destaca que o sucesso lhe permite a não pensar na sétima arte apenas como um produto mercadológico.
Em 2020, o cineasta espanhol realizou um percurso parecido comA Voz Humana, um curta de 30 minutos, com Tilda Swinton, lançado no Festival de Veneza e mundo afora no MUBI. Depois deste primeiro filme em língua inglesa, Almodóvar tomou gosto pelo multiculturalismo e convidou Ethan Hawke para o projeto.
Por que Ethan e Pedro?
Para Pedro Almodóvar, o segredo para fazer um bom filme de faroeste – sem cair no clichê da imitação – começa na escolha de ótimos atores. Logo de cara, o diretor afirmou: “Ethan [Hawke] tem todas as características de poder para interpretar o xerife. Ele é texano, isto é, bem estadunidense” e arrancou risos da plateia e do próprio ator sentado ao seu lado.
Sua defesa sobre a escolha continuou: “Sempre admirei o seu trabalho, ele é um ator muito versátil e, vendo em outro filme, vi que ele sabia montar a cavalo. Além disso, ele pode ser muito frio, distante… hermético e secreto. Bem, coisas completamente diferentes do que ele mostra na trilogia de Richard Linklater”.
Ao contar o seu lado do convite para o projeto, o texano foi direto ao ponto: “Eu recebi um e-mail e, durante uma caminhada, eu pensei: alguma coisa na minha vida eu devo ter feito corretamente para receber este e-mail.” Para Ethan Hawke, Almodóvar é um diretor com uma voz original e sempre traz uma nova perspectiva sobre um tema.
Sobre Pedro Pascal, o diretor confessa que o convite foi realizado bem antes do sucesso do ator chileno na série de The Last of Us. As palavras “belo” e “másculo” foram pronunciadas durante o bate-papo. Ele, no entanto, não esteve presente para o lançamento do filme.
Como fazer um faroeste moderno?
A inversão de olhares sobre sexualidade do cowboy, tido como um homem rústico e durão, não é coeficiente original do projeto. O próprio diretor cita O Segredo de Brokeback Mountains(2005), de Ang Lee, além dos recentes projetos de Jane Campion (Ataque dos Cães, 2019) e Kelly Reichardt (First Cow, 2021) como inspirações, além dos clássicos faroestes dos anos 1970.
Mesmo se os seus cowboys modernos vistam a marca Yves Saint Laurent, o diretor declara que a vestimenta masculina mudou pouco dos anos 1920 para cá. Ele confessa que a sua grande inspiração de figurino, entre outras, foi o personagem de James Stewart em E o Sangue Semeou a Terra (1952).
“Este é meu primeiro faroeste. A minha preocupação era não ser anacrônico. Porém, é um faroeste abstrato, muito diferente de um faroeste vintage, por vezes muito mais teatral, como a cena do dia seguinte, após Jake [Hawke] e Silva [Pascal] passarem a primeira noite juntos. É uma cena teatral porque eu decidi fazer uma cena erótica sem nudez.”, explica o diretor.
Como Mostrar Erotismo sem Nudez?
Conhecido pela maestria de representação do desejo e do erotismo desde a escolha das cores fortes no seu cenário, Almodóvar expõe que seus filmes têm bastante cenas de sexo explícito e, em um certo momento, ele estava cansado da mesma coisa. Assim, ele esclarece que o seu desafio era mostrar o desejo e o prazer de uma outra forma.
Se no filme de Ang Lee, a cena na cabana entre Jake Gyllenhaal e Heath Ledger pegou o público de surpresa no cinema comercial, o cineasta aposta agora em outro caminho. “Para mim, era muito mais importante mostrar suas vozes desnudas, que os dois desnudos. É muito mais importante o que eles dizem do que o sexo explícito”, alude o cineasta.
O objetivo era tornar conhecido o que se passa entre os personagens, sem precisar mostrar em alusão à época dos filmes noir. O desejo está nas frases, nos olhares e nas insinuações e Pedro Almodóvar, após quase 50 anos de carreira, promete ainda “ineditismo”.
“Em nenhum filme de faroeste vemos dois homens arrumando a cama. É uma cena extremamente importante porque para Jack, ele está apagando tudo que ocorreu neste lugar, enquanto Silva, está relembrando de tudo que se passou na noite anterior.”
Após todas essas dicas de produção e intenção do diretor, Extraña Forma de Vida(Modo de Vida Estranho) é ou não um filme a ser aguardado? Se o caminho for semelhante ao de A Voz Humana, ele percorreu dezenas de festivais até chegar em uma plataforma de streaming em breve.
O ator será filho do personagem vivido por André Holland (‘Moonlight’).
Assista ao novo trailer, em que podemos ver rapidamente menções a diversos livros, como ‘Cujo‘ e ‘Um Sonho de Liberdade‘.
A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.
Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.
Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.
Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.
Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.
Apesar de não comentar a demissão de Gunn, o diretor publicou em seu Instagram que não publicará mais no Twitter, além de compartilhar petições online para que Gunn retorne para a Marvel.
“Excluí minha conta do Twitter, mas ficarei aqui (no Instagram) por enquanto.”, afirmou.
Resta saber se o diretor encerrará contrato com a Marvel Studios ou retornará para a direção de ‘Doutor Estranho 2’.
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso é a grande estreia da Sony no ano e já está fazendo sucesso nos cinemas de todo o mundo. Desta vez, em vez de levar o Multiverso até Miles Morales, é o Homem-Aranha que vai para essas diferentes dimensões. Com uma pegada mais madura, o longa animado dá sequência ao sucesso de 2018 e já prepara o terreno para o próximo filme, confirmado para estrear em 2024. E a grande novidade agora são as inúmeras versões do herói que interagem em cena, totalizando mais de 280 Homens-Aranhas distintos.
Então, com tantos Cabeças de Teia perambulando por aí, o CinePOP foi atrás das principais produções do herói disponíveis nos principais streamings para você assistir o quanto antes. Confira!
Grande vencedor do Oscar de Melhor Animação de 2018,Homem-Aranha no Aranhaverso introduziu o jovem Miles Morales nos cinemas como um garoto simples do Brooklyn, que vê sua vida mudar quando é picado por uma aranha radioativa. Infelizmente, nesse mesmo dia, ele presencia a morte do Homem-Aranha de sua dimensão na explosão de uma máquina que causa uma quebra no Multiverso. Assim, vários Homens-Aranhas de outras realidades vão ao seu encontro, tentando voltar para suas respectivas casas. Agora, Miles precisará aprender a usar seus novos poderes e acreditar em si mesmo se quiser ser um herói e se aceitar como o novo Homem-Aranha.
Bastante fiel aos quadrinhos, essa série animada fez sucesso no Brasil, quando foi exibida pelo Cartoon Network e pelo SBT. Lançada em 2008, a animação conseguiu equilibrar com perfeição os dilemas e dramas da vida do protagonista como Homem-Aranha e como Peter Parker, abordando diversos núcleos do herói, como a rotina escolar, as cobranças no Clarim Diário e as necessidades de cuidar de sua tia idosa, a Tia May. É um trabalho literalmente espetacular que trabalha uma das melhores versões do herói nas telas, e acabou sendo lembrado no novo filme com uma pequena participação dele em cena.
Clássico dos cinemas, esse filme definiu para muitos o conceito de Homem-Aranha, além de marcar o início da trilogia comandada por Sam Raimi e estrelada por Tobey Maguire. A história acompanha o jovem Peter Parker, que é picado por uma aranha radioativa durante um passeio do colégio e acaba desenvolvendo poderes especiais. Com suas novas habilidades, ele tenta ganhar dinheiro na luta livre, mas descobre da pior forma que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Assim, ele vira o herói conhecido como Homem-Aranha e já enfrenta logo de cara um dos desafios mais difíceis de sua vida: o terrívelDuende Verde(Willem DaFoe).
Seguindo seus dias como o Homem-Aranha, Peter Parker começa a sentir o peso de levar um vida dupla. Suas responsabilidades, como empregos e faculdade, estão sendo afetadas pela rotina de ser um vigilante responsável por salvar os cidadãos de Nova York da criminalidade. E como heroísmo não paga conta, Peter leva uma vida financeiramente complicada e emocionalmente turbulenta. Assim, quando ele parece ter chegado ao fundo do poço, seus poderes começam a falhar. Para piorar a situação, seu herói na ciência, o Dr. Otto Octavius(Alfred Molina) sofreu um acidente durante um experimento e se transformou no ambicioso e inescrupuloso Dr. Octopus, cujos objetivos colocam em risco a vida de todos os moradores da cidade. Agora, Peter terá que encontrar uma forma de reaver seus poderes se quiser salvar aqueles que ama.
Último e mais polêmico capítulo da trilogia Raimi, Homem-Aranha 3 mostra Peter enfim vivendo uma vida mais equilibrada, em que, apesar de não estar rico, ele atingiu uma certa estabilidade entre suas duas rotinas e parece ter encontrado o caminho em sua vida amorosa. No entanto, a paz é interrompida pela reabertura do caso do assassinato do Tio Ben, quando a polícia revela que ele foi assassinado por outro bandido, Flint Marco(Thomas Haden Church), que sofreu um acidente e virou o perigoso Homem-Areia. Complicando ainda mais a situação, o simbionte cai na Terra e se conecta a Peter, transformando o rapaz em um homem violento, arrogante e altamente influenciado pela fase Emo que tomava o mundo nos anos 2000, levando o herói a fazer coisas terríveis. Paralelamente a isso, seu velho amigo Harry Osborn(James Franco), volta com acesso ao arsenal do Duende Verde, querendo vingança pela morte do pai. É uma trama cheia de altos e baixos, que investe bastante nos dramas pessoais de Peter e em seus relacionamentos complicados.
Onde assistir: Disney+, HBO Max, Netflix e Globoplay
Dirigido por Marc Webb e estrelado por Andrew Garfield, o filme foi um reboot do Homem-Aranha nos cinemas, para tentar trazer uma versão mais jovem para as telonas e iniciar um universo próprio do herói. Por isso, eles investiram bastante no romance adolescente de Peter Parker e Gwen Stacy(Emma Stone), enquanto o recém-criado Homem-Aranha se viu diante de um adversário bastante exótico, que ele acidentalmente ajudou a criar: o Lagarto (Rhys Ifans). Dessa vez, o grande fator que mudou a vida do herói não foi “apenas” ser picado por uma aranha irradiada, mas sim a Oscorp, que está envolvida na criação da própria aranha, nos experimentos do Lagarto e até mesmo no misterioso acidente que matou os pais do Peter.
Tão feio quanto bater em idoso, O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro é um dos piores filmes da história do herói nos cinemas, senão o pior. Dando prosseguimento aos eventos da aventura anterior, o longa mostra Peter iniciando a vida adulta e já precisando se despedir de sua namorada, Gwen, que vai estudar em Londres. Enquanto isso, em Nova York, um funcionário humilhado da Oscorp (Jamie Foxx) cai em um tanque de enguias elétricas geneticamente alteradas e se transforma no Electro, um ser cujo corpo é feito de energia pura. Após ser confrontado pelo Homem-Aranha, ele se sente novamente humilhado e escapa jurando vingança. Simultaneamente, Harry Osborn (Dane DeHaan) volta para a cidade e se reencontra com Peter. Eles voltam a ser amigos, mas logo um desentendimento entre eles faz com que o garoto se submeta a um tratamento que o transforma no Duende Verde. Agora, mentalmente abalado, o Peter vai precisar encontrar uma maneira de impedir os vilões e reconquistar a namorada antes que ela se vá. Esse filme foi tão ruim que enterrou de vez a franquia e seus planos futuros.
Marcando a estreia do Homem-Aranha no MCU, Capitão América: Guerra Civil conta a história da cisão dos Super-heróis Mais Poderosos da Terra, que divergem quanto às questões levantadas por um Tratado Internacional que visava responsabilizar os heróis pelas consequências de seus atos e colocá-los sob controle dos principais governos do mundo, transformando-os em agentes do interesse político. O Capitão América (Chris Evans) se recusa a assinar, enquanto oHomem de Ferro (Robert Downey Jr.) lidera o grupo pró-registro. Em meio a esse conflito, Tony Stark recruta outros heróis para ajudá-lo, dentre eles o jovem Peter Parker (Tom Holland), também conhecido como o Homem-Aranha.
A primeira aventura solo do Homem-Aranha no MCU é mais diferente das outras abordagens do herói, já que esse longa foi explicitamente inspirado nos filmes adolescentes dos anos 80. Dessa forma, acompanhamos o jovem Peter Parker no colégio, com uma vida um pouco mais confortável, já que agora ele ajuda a pagar as contas de casa com o dinheiro que ele recebe de Tony Stark pela Fundação Stark. Em meio a sua vida dupla como estudante e super-herói, ele tem que lidar com os roubos do traficante internacional conhecido como Abutre (Michael Keaton) e os desafios de conseguir chamar a menina que ele gosta para o baile da escola. É uma aventura divertida e despretensiosa, que conta com alguns momentos bem interessantes, apesar da presença excessiva do Homem de Ferro na trama.
Thanos (Josh Brolin), um alienígena genocida, está coletando as Joias do Infinito e virá em breve para a Terra, onde os Vingadores detém duas delas. Após seus arautos chegarem ao planeta, o Homem de Ferro, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e o Homem-Aranha invadem sua nave e vão parar no espaço, onde cruzam caminho com os Guardiões da Galáxia. Juntos, esses vingadores espaciais vão tentar impedir que Thanos consiga mais Joias do Infinito para evitar que ele elimine 50% da vida do universo.
Cinco anos depois dos eventos de Guerra Infinita, os Vingadores estão lidando com as consequências dos eventos do filme anterior, quando o Homem-Formiga (Paul Rudd) escapa do Reino Quântico e sugere um plano ousado para os heróis viajarem no tempo e pegarem as Joias do Infinito de épocas diferentes para usá-las em uma manopla Stark. O problema é que uma versão passada do Thanos descobre o plano e encontra um meio de confrontar novamente os heróis na batalha mais grandiosa da história do MCU.
Com os desafios superados, Peter Parker volta a sua rotina de estudante e amigão da vizinhança, quando surge uma oportunidade de participar de uma Eurotrip com a turma da escola. De férias, o garoto começa a ser importunado por Nick Fury(Samuel L. Jackson) para ajudá-lo a derrotar criaturas vindas do Multiverso que estão tocando o terror na Europa. Junto ao excêntrico Mysterio (Jake Gyllenhaal), ele vai acabar abrindo mão de seus planos de descanso para lutar contra as criaturas. Porém, Peter logo vai perceber que nem tudo é o que parece e vai embarcar em uma aventura contra um inimigo completamente inesperado.
Concluindo a trilogia original do Cabeça de Teia no MCU, Peter Parker tem sua identidade secreta revelada pelo Clarim Diário. Agora, ele vive sob julgamento da opinião pública, que o considera responsável pela morte de uma figura controversa, o que reflete diretamente na vida de seus parentes e amigos. Assim, ele vai até o Doutor Estranho pedir para que ele o ajude a fazer com que as pessoas do mundo esqueçam que ele é o Homem-Aranha. Só que o feitiço dá errado e vilões de outras realidades, que sabem que o Homem-Aranha é o Peter Parker, começam a aparecer no MCU. Dessa forma, o Aranha e o Dr. Estranho vão tentar caçar e prender essas ameaças para mandá-las de volta para casa. Mas as coisas saem errado e Peter precisará da ajuda de suas variantes do Multiverso para salvar o dia e impedir que diferentes realidades entrem em colapso. Ah sim, há uma versão estendida no streaming que conta com aproximadamente 15 minutos a mais que o corte do cinema.
Onde assistir: HBO Max
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Homem-Aranha: Através do Aranhaverso está em cartaz nos cinemas.
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