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‘Barbie’ é BANIDO em mais países…

A Argélia tomou a decisão de proibir a exibição do filme ‘Barbie‘, que vinha sendo apresentado em alguns cinemas do país nas últimas semanas, conforme relatado pelo site de notícias local 24H Algerie nesta segunda-feira (14).

O site de notícias trouxe informações de uma fonte oficial que alegou que o filme “promove a homossexualidade e outros desvios ocidentais” e que “não está alinhado com as crenças religiosas e culturais da Argélia”.

Além da Argélia, os países do Líbano e Kuwait também proibiram a exibição do filme.

Com Margot Robbie e Ryan Gosling nos papéis principais de Barbie e Ken, o filme transporta a icônica boneca da Mattel para uma aventura no mundo real.

Desde sua estreia, o filme já fez US$1.183 bilhão, superando os US$ 1.128 bilhão de Capitã Marvel nas bilheterias mundiais.

Agora, os únicos filmes que ‘Barbie‘ precisa superar para se tornar oficialmente o filme de maior bilheteria dirigido ou co-dirigido por uma mulher são ‘FrozeneFrozen II‘, ambos dirigidos por Jennifer Lee e Chris Buck.

O total mundial de ‘Frozen‘ foi de US$ 1.280 bilhão, enquantoFrozen II’ arrecadou US$ 1.450 bilhão.

Esta semana, ‘Barbie‘ surpreendeu ‘Frozen II‘ nas bilheterias domésticas com US$ 526.3 milhões contra US$477.3 milhões, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para superar o total mundial da sequência animada.

E aí, você acha que a adaptação estrelada por Margot Robbie e Ryan Gosling tem chances?

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Adam Sandler CONFIRMA que está trabalhando na sequência de ‘Um Maluco no Golfe’

Adam Sandler, o astro da amada comédia Um Maluco no Golfe, falou sobre a sequência do filme que está em desenvolvimento mais de 20 anos após seu lançamento.

Em entrevista ao ComicBook, Sandler celebrou a recepção do público à notícia e deu alguns detalhes sobre o projeto: “Foi excelente, Danny, muito incrível. E estamos trabalhando nisso. Eu e Tim Herlihy estamos tentando diligentemente criar uma boa razão para todos virem assistir e se divertirem. A Netflix está animada com isso. Então, estamos trabalhando nisso. Temos algumas boas ideias. Você definitivamente está nisso”.

Ele continuou: “Bem, estou filmando este filme em que estou agora, e quando chego em casa, em pouco tempo, ligo para o Herlihy e entramos na sala e começamos a ter ideias. Agora, já tivemos muitas ideias. Só precisamos transformá-las em um filme. E garantir que estejamos empolgados para que as pessoas aproveitem. É importante, amamos ‘Um Maluco no Golfe’, não queremos decepcionar ninguém. As pessoas têm falado sobre isso há muitos anos. Na verdade, eu andei pelas ruas de Londres e eles dizem ‘Quando o ‘Appy’ está chegando?’ Vamos trabalhar duro e garantir que seja bom”.

Até o momento, não há mais detalhes sobre o filme.

Em Um Maluco no Golfe, “Happy Gilmore queria ser jogador profissional de hóquei, mas descobre um talento especial para o golfe. O atleta satírico e desbocado acaba ganhando dinheiro suficiente para ajudar sua avó, prestes a perder a casa por falta de pagamento de impostos. No entanto, seu sucesso como um herói improvável para o esporte incomoda os golfistas tradicionais”.

O filme é estrelado por Adam Sandler, Christopher McDonald, Julie Bowen, Frances Bay, Carl Weathers, Kevin Nealon, Richard Kiel e Allen Covert.

Um Maluco no Golfe está disponível no Telecine Plus.

Confira os filmes mais pesquisados em 2024!

O Google divulgou recentemente sua retrospectiva de 2024, revelando os filmes mais pesquisados no Brasil na plataforma.

Os dados e índices de pesquisa são baseados nas buscas realizadas pelos brasileiros no Google ao longo do ano.

1 – ‘Divertida Mente 2

Liderando a lista, a sequência animada da Pixar, conquistou os brasileiros.

“Com um salto temporal, Riley se encontra mais velha, passando pela tão temida adolescência. Junto com o amadurecimento, a sala de controle também está passando por uma adaptação para dar lugar a algo totalmente inesperado: novas emoções”, diz a sinopse.

Divertida Mente 2’ está disponível no Disney+.

2 – ‘Deadpool & Wolverine

O longa que apresenta o encontro icônico entre os heróis, conquistou o segundo lugar no ranking.

“Wolverine está se recuperando quando cruza seu caminho com Deadpool. Juntos, eles formam uma equipe e enfrentam um inimigo em comum”, diz a sinopse.

Deadpool & Wolverine’ está disponível no Disney+.

3 – ‘Ainda Estou Aqui

Fechando o top 3, o longa brasileiro, estrelado por Fernanda Torres, também conquistou o país.

“No início da década de 1970, o Brasil enfrenta o endurecimento da ditadura militar. No Rio de Janeiro, a família Paiva – Rubens, Eunice e seus cinco filhos – vive à beira da praia em uma casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece”, diz a sinopse.

Ainda Estou Aqui’ segue em cartaz nos cinemas.

4 – ‘A Forja: O Poder da Transformação’

O longa evangélico conquistou o público e se tornou um sucesso no país.

“Um ano depois de terminar o ensino médio e sem planos para o futuro, Isaiah é desafiado por sua mãe solteira e um empresário de sucesso a começar um relacionamento com Deus para traçar um rumo melhor para sua vida”, diz a sinopse.

A Forja: O Poder da Transformação’ está disponível para alugar no Prime Video.

5 – ‘Meu Malvado Favorito 4

A animação da Illumination, que marca a quarta jornada de Gru e os Minions, tambem conquistou os brasileiros.

“Gru dá as boas-vindas a um novo membro da família, Gru Jr., que pretende atormentar seu pai. No entanto, sua existência pacífica logo desmorona quando um mentor do crime escapa da prisão e jura vingança contra Gru”, diz a sinopse.

Meu Malvado Favorito 4’ está disponível para alugar no Prime Video.

6 – ‘Oppenheimer

Vencedor do Oscar de Melhor Filme, Oppenheimer segue fazendo história e foi o sexto filme mais procurado no país.

“O físico J. Robert Oppenheimer trabalha com uma equipe de cientistas durante o Projeto Manhattan, levando ao desenvolvimento da bomba atômica”, diz a sinopse.

Oppenheimer’ está disponível no Prime Video.

7 – ‘Planeta dos Macacos: O Reinado

O longa que marca o início da nova saga chamou a atenção dos brasileiros.

“Muitas sociedades de macacos cresceram desde quando César levou seu povo a um oásis, enquanto os humanos foram reduzidos a sobreviver e se esconder nas sombras”, diz a sinopse.

Planeta dos Macacos: O Reinado’ está disponível no Disney+.

8 – ‘Pobres Criaturas

O novo filme de Yorgos Lanthimos, protagonizado por Emma Stone, também chamou a atenção do país.

“A jovem Bella Baxter é trazida de volta à vida pelo cientista Dr. Godwin Baxter. Querendo ver mais do mundo, ela foge com um advogado e viaja pelos continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella exige igualdade e libertação”, diz a sinopse.

Pobres Criaturas’ está disponível no Disney+.

9 – ‘Todos Menos Você’

O romance, estrelado por Sydney Sweeney e Glen PowellTambém foi um dos filmes mais pesquisados do ano.

“Bea e Ben têm um primeiro encontro incrível, mas a atração inicial logo se torna ódio mútuo. Um casamento na Austrália força a aproximação dos dois, que decidem fingir um relacionamento para enganar a família e os amigos”, diz a sinopse.

‘Todos Menos Você’ está disponível no Max.

10 – ‘Saltburn

Fechando o top 10, Saltburn chamou a atenção do público, sendo um dos filmes mais polêmicos.

“Felix Catton convida seu amigo Oliver Quick para passar as férias de verão na mansão de sua família, na região de Saltburn. Com a chegada do garoto, uma série de eventos perturbadores atinge os Cattons”, diz a sinopse.

Saltburn’ está disponível no Prime Video.

‘O Segredo de Brokeback Mountain’: Roteirista afirma que homofobia impediu vitória no Oscar

Diana Ossana, coautora do roteiro deO Segredo de Brokeback Mountain, desabafou recentemente sobre o filme ter sido esnobado do Oscar de Melhor Filme em 2005, perdendo para ‘Crash – No Limite’. Ela expressou sua convicção de que a homofobia em Hollywood teve um papel significativo nessa derrota.

Segundo o Deadline, Ossana relembrou um momento marcante ocorrido após o encerramento da votação para o Oscar, durante uma festa com os indicados.

Na ocasião, o diretor de ‘Crash’, Paul Haggis, a apresentou a Clint Eastwood.

“Paul começou a me levar até ele e disse: ‘Diana, tenho que te contar, ele não viu o seu filme'”, lembrou Ossana. “Foi como se alguém tivesse me dado um chute no estômago. Naquele momento, eu soube que não ganharíamos Melhor Filme”.

Ossana continua convencida de que a homofobia em Hollywood teve um papel importante na derrota. “As pessoas querem negar isso, mas o que mais poderia ter sido? Havíamos ganhado tudo até então”, declarou.

Após figuras lendárias da Academia como Ernest Borgnine e Tony Curtis afirmarem publicamente que não assistiriam ao filme dirigido por Ang Lee, Ossana disse: “Tenho absoluta certeza de que esse bloco de votantes impediu que o filme ganhasse o Oscar de Melhor Filme”.

Ang Lee já havia comentado sobre a derrota:

“O seu palpite é tão bom quanto o meu”, disse o cineasta no mês passado. “Às vezes parece haver uma disposição ilimitada para assistir ao filme. Há muito amor por ele. No geral, você sente que foi um marco, que rompeu barreiras. As pessoas se emocionam. E nem dá para classificá-lo apenas como cinema gay. Não é um filme gay, certo? É uma história de amor”.

“Sou apenas grato. Não tenho amargura. Nunca pensei nisso dessa forma”, acrescentou Lee, que venceu o Oscar de Melhor Diretor pelo filme.

O Segredo de Brokeback Mountain também venceu o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado, assinado por Diana Ossana e Larry McMurtry.

O Segredo de Brokeback Mountain’ está disponível no Prime Video.

 

Ryan Coogler revela a cena mais difícil de gravar em ‘Pecadores’: “Quase enlouqueci”

O cineasta Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) falou recentemente sobre a produção de Pecadores (Sinners), relembrando qual foi a cena mais desafiadora de filmar, e, surpreendentemente, não teve a ver com vampiros ou a ambientação de época.

“Cada dia era diferente. Cada cena era diferente. Assistindo ao filme, há certas cenas que você nem imaginaria que foram difíceis”, disse Coogler, conforme o Deadline

A cena mais complexa envolveu os atores dirigindo um carro e interagindo com o ambiente em um timing perfeito:

“Você lembra do dia em que eu quase enlouqueci, quando vocês tinham que dirigir o carro e entrar no mato? Fazer aquela tomada foi insano pra caralho”, revelou o diretor.

“O Mike [Michael B. Jordan] estava dirigindo, e a gente precisava repetir várias vezes o carro subindo e parando, eles saindo do carro no tempo certo e depois interagindo com o mato no tempo exato”, acrescentou.

Coogler observou que o desafio era ampliado pela diferença na forma como os dois atores se moviam: “Dá pra ver a diferença na atuação, mas também, por causa do tempo, eles precisam entrar no mato de um jeito específico”.

Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da HBO Max e é um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Michael B. Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

O elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

Tom Hanks, astro de ‘Toy Story 5’, se posiciona sobre categoria de dublagem no Oscar

O debate sobre o reconhecimento de atuações vocais e de captura de movimentos na temporada de premiações ganhou um novo capítulo. Tom Hanks, a lendária voz do caubói Woody na franquiaToy Story’, revelou ser contra a criação de uma categoria exclusiva para dublagem no Oscar. Para o ator, os profissionais da voz deveriam concorrer diretamente nas categorias principais de atuação.

De acordo com informações da Variety, Hanks defende que o impacto emocional da performance deve se sobrepor à presença física do ator na tela:

“Acho que eles já têm categorias suficientes. A verdade é que um dublador pode vencer o prêmio de Melhor Ator. O julgamento é: ‘qualquer atuação que tenha emocionado você’. Já falamos, por exemplo, sobre Andy Serkis. Mesmo que ele não apareça como Andy Serkis, ele fornece todo o material bruto para a performance. Houve pessoas que chegaram perto de ser indicadas sem aparecerem em cena. Isso também poderia acontecer com um ator que trabalha apenas com a voz”, afirmou.

O astro, que já venceu o Oscar de Melhor Ator duas vezes (por ‘Filadélfia’, em 1993, e ‘Forrest Gump: O Contador de Histórias’, em 1994), reforçou seu ponto de vista:

“Se as pessoas foram emocionadas, isso significa que foram tocadas pela atuação de um ser humano. Esse é o único requisito”, acrescentou.

Apesar da forte declaração de Hanks, que chegou a ser indicado ao Annie Awards em 1995 por seu trabalho no primeiro Toy Story, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nunca indicou uma atuação exclusivamente vocal em nenhuma de suas quatro categorias de interpretação.

Um dos casos recentes mais emblemáticos foi o de Scarlett Johansson, que recebeu uma forte campanha de bastidores por sua aclamada atuação de voz no filme ‘Ela’ (Her). Apesar do barulho na indústria, a produção acabou levando a estatueta apenas na categoria de Melhor Roteiro Original.

Enquanto a indústria discute essas barreiras, Tom Hanks se prepara para retornar ao universo da animação. O ator está confirmado para reprisar seu papel como o xerife Woody no aguardadoToy Story 5’, que dará continuidade à bem-sucedida saga da Pixar.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Conheça as entidades mais ATERRORIZANTES criadas por James Wan

Nas últimas semanas temos falado bastante sobre James Wan devido o lançamento do seu novo e surpreendente filme, Maligno, que está deixando todo mundo de cabelo em pé por possuir uma história completamente inusitada e fora da caixa dentro do cinema de terror americano. O final então explodiu as várias cabeças que já tiveram a chance de conferir essa nova empreitada do cineasta malaio. Porém, além de tudo que tem sido falado e mesmo sendo diferente dos seus trabalhos anteriores, ‘Maligno’ traz, novamente, algo em comum que se relaciona com todas as obras do gênero comandadas pelo Wan, uma criatura marcante e aterrorizante, e que não deve ser esquecida tão cedo.

Sim, muitos realizadores que se aventuraram no seguimento do horror foram capazes de criar monstros ou demais figuras assustadoras que ficaram marcadas para sempre na história do cinema ou até mesmo viraram símbolos na cultura pop. É claro que além dos seres mitológicos que vieram de clássicos literários como vampiros, lobisomens e múmias, mas podemos citar personagens emblemáticos que passaram a ser conhecidos após marcarem na sétima arte. É quase impossível não conhecer ícones como Jason Voorhees de Sexta-Feira 13, Michael Myers de Halloween, Freddy Krueger de A Hora do Pesadelo, Pennywise de It, Xenomorfo de Alien, Samara Morgan de O Chamado, Chucky de O Brinquedo Assassino, Pinhead do Hellraiser, Leatherface do Massacre da Serra Elétrica… Enfim, são incontáveis as muitas personalidades que acabaram virando verdadeiras marcas dentro do estilo.

E James Wan parece ter uma capacidade especial de idealizar essas criaturas de forma consecutiva. A maioria desses exemplos acima são feitos por um grande autor em questão, ainda que obviamente estes tenham feito obras tão marcantes quanto as citadas. No entanto o diretor de Invocação do Mal parece não ter freios quanto a sua criatividade de conceber monstros que não apenas cumprem sua função de assustar ou surpreender, mas também se tornam verdadeiros hits populares e são capazes de gerar novas sequências e até spin-offs derivados do seu universo. Pensando nisso, reunimos aqui todas as criaturas que saíram da mente do Wan ou foram simplesmente retrabalhadas e ganharam novos conceitos.

JigsawJogos Mortais (2005)

Começando obviamente por Jigsaw, o “bonequinho simpático” que virou símbolo da franquia Jogos Mortais, através da voz do já veterano ator Tobin Bell, que no primeiro filme, comandado por James Wan, também interpretava o assassino responsável pela criação dos “jogos”, John Kramer. Como todos sabemos, já estamos chegando no décimo filme da cinessérie que já foi até rebootada. E Jigsaw parece cada vez mais presente no imaginário do público. A quantidade de figures, chaveiros, camisas e tantos outros colecionáveis de Jigsaw é enorme.

Boneco Billy – Gritos Mortais (2007)

Após o sucesso de Jogos Mortais, que custou na época $1.2 milhões de dólares, James Wan recebeu carta branca da Universal para fazer o seu próximo filme, Gritos Mortais, orçado em mais de $20 milhões de dólares. O filme até “se pagou” e faturou $22 milhões, mas ainda assim foi considerado um fracasso, principalmente pela opinião da crítica, considerado sem graça e tosco. Mas a homenagem do diretor era a filmes como ‘Brinquedo Assassino’, pois aqui temos o bizarro boneco de ventríloquo, Billy, que ganha vida através do espírito de sua antiga dona, Mary Shaw. A entidade passa a aterrorizar um casal e criar situações medonhas.

Lipstick-Face Demon – Sobrenatural (2011)

Após falhar em Gritos Mortais e Sentença de Morte, James Wan não baixou a cabeça e voltou a fazer um filme de terror mais autoral com Insidious – ou Sobrenatural, péssimo título brasileiro. E este é uma das grandes obras de horror do diretor, que aborda com maestria o contato de um garoto com o mundo espiritual. Após análises de uma médium, descobrem que o menino estava sob as garras de uma entidade diabólica, o Lipstick-Face Demon. Também chamado de Demônio de Face Vermelha, sua primeira aparição foi uma das mais desconcertantes vistas no cinema recente. A coisa ficou ainda mais bizarra quando pudemos vê-lo de corpo inteiro. Há quem diga que até hoje tem pesadelos com a tal figura.

AnnabelleInvocação do Mal (2013)

A tenebrosa história da boneca Annabelle, que causava acidentes inesperados resultantes em mortes daqueles que eram descrentes em seu poder, é muito mais antiga que o próprio cineasta James Wan, muito porque vem de uma das centenas de casos vividos pelo casal mais famoso de demonologistas, Ed e Lorraine Warren. Figuras icônicas no meio espiritualista que foram brilhantemente interpretadas por Patrick Wilson e Vera Farmiga no petardo Invocação do Mal. Filme que deu ao gênero do terror, depois de muito tempo, uma bilheteria colossal, chegando à marca de $318 milhões de dólares. Acontece que o longa não adapta exatamente o conto da boneca, tem apenas um pequeno recorte inicial do caso. O suficiente para Annabelle ganhar três spin-offs de muito sucesso.

Bruxa Bathsheba Sherman – Invocação do Mal (2013)

Mas, afinal, do que se trata The Conjuring e qual a criatura de fato abordada? O longa da macabra e trágica história da bruxa Bathsheba Sherman, alguém que dizem ter mesmo existido e nasceu em 1812. Bathsheba se casou com Judson Sherman e teve cerca de quatro filhos, todos mortos antes de completar 4 anos. Anos depois foi descoberto que a bruxa fazia rituais de sacrifício com os bebês em nome do Satanás e, após entrar num estado de depressão profunda pela solidão, se suicidou enforcada numa árvore frente a sua casa. O médico legista da época afirmou que nunca tinha visto algo parecido, pois o magro corpo da mulher morta estava solidificado de um jeito que parecia ter virado pedra. Invocação do Mal se passa séculos depois e traz a história da família Perron, os novos residentes da casa da antiga bruxa e são atormentados por assombrações e entidades demoníacas. Depois da chegada do casal Warren, ficam sabendo que Bathsheba amaldiçoou toda propriedade antes de morrer.

Noiva de Preto – Sobrenatural Capítulo 2 (2013)

O segundo capítulo de Insidious resgatou o tema de explorar novamente o plano espiritual e trouxe uma nova entidade para atormentar a família Lambert, a Noiva de Preto. Criatura que, diferente do Demônio da Face Vermelha, representa e causa uma nova sensação de medo, justamente pelo modus operandi que tenta conquistar através do seu visual peculiar. Muito ajudada por uma atmosfera fantasmagórica construída pela trilha soturna de Joseph Bishara e a direção de arte impecável. Além dos jumpscares sempre funcionais do Wan.

Valak A FreiraInvocação do Mal 2 (2016)

Falando em jumpscare, artificio geralmente mal visto no gênero do terror por provocar sustos fáceis e apelar para o impacto sonoro, curiosamente Invocação do Mal 2 é repleto deles. Como se James Wan quisesse provar que é possível apostar na ferramenta e se sair bem. Ainda que essa nova aventura do casal Warren seja tão assustadora e tocante quanto a anterior. Principalmente por apresentar algumas das grandes cenas da carreira do diretor e ser repleto de criaturas horripilantes. Principalmente a emblemática Freira que na verdade é uma das faces do demônio Valak. Ao apresentar a Freira aos poucos e criar planos onde temos a impressão de vê-la em todo lugar, Wan constrói um personagem assustador e inesquecível. E que não demorou muito para ganhar um spin-off.

The Crooked Man O Homem Torto – Invocação do Mal 2 (2016)

Assim como o primeiro, Invocação do Mal 2 apresentou outros casos e criaturas igualmente aterrorizantes a principal desenvolvida, como o estranhíssimo Homem Torto. The Crooked Man, no original, é baseado numa cantiga popular britânica: “Havia um homem torto, que andava num caminho torto. Ele achou uma moeda torta passando sobre uma escada torta. Ele comprou um gato torto, que pegou um rato torto. E todos viveram juntos, numa pequena casa torta.” A história do Homem Torto foi adaptada várias vezes e geralmente como aquela aparência esguia e bizarra. E Wan conseguiu tornar o a criatura ainda mais insana e assustadora.

Gabriel – Maligno (2021)

E finalmente chegamos em Maligno, estreia recente que está dando o que falar e muito por isso não podemos falar muito a respeito para não revelar nenhum spoiler. Mas podemos adiantar que Gabriel é uma das figuras mais criativas e bizarras já concebidas por James Wan. Tendo um visual dantesco pouco entendível e uma forma de locomoção incomoda, além de sua força descomunal e alguns poderes tele telecinéticos. Essa espécie de monstro ganha ainda mais contornos quando sua origem é finalmente revelada, podendo facilmente gerar novas sequências para ser explorado em outras situações. Possuindo camadas psicológicas também.

Netflix divulga um pôster épico da última temporada de ‘Ultraman’

A Netflix divulgou o novo cartaz da terceira e última temporada de ‘Ultraman‘, que chegará à plataforma em 2023.

O pôster épico bem ao estilo ‘Neon Genesis Evangelion‘ foi divulgado nas redes sociais. Confira a imagem logo abaixo:

A produção é uma adaptação do mangá de Eiichi Shimizu e Tomohiro Shimoguchi, e a série é supervisionada por Kenji Kamiyama (‘Ghost in the Shell‘).

Shinji Aramaki também fica responsável pela direção.

Ultraman‘ foi uma série japonesa e um dos primeiros seriados de super-herói exibido a cores pela televisão japonesa. O seu sucesso foi tão grande que acabou gerando uma franquia de série e filmes que perdura até os dias atuais. A história tem início quando acidentalmente a nave-asteroide de Ultraman colide com uma nave da Patrulha Científica, causando a morte de um patrulheiro chamado Hayata.

Voltando Para Casa

 

(Julie Walking Home)

Elenco: Miranda Otto, William Fichtner, Lothaire Bluteau, Ryan Smith e Bianca Crudo.Direção: Agnieszka HollandGênero: DramaDistribuidora: Europa FilmesEstreia: 05 de Dezembro de 2003

Sinopse: Seu filho está morrendo de câncer e seu casamento se desfazendo. Então Julie decide voar até a Polônia em busca de um homem que pode curar usando as mãos. Mas Julie não encontra somente uma cura mágica para seu filho, mas também um amor tão puro que começa a curar a dor de seu coração.

 

Crítica: Breve
Cartazes:

Fotos:

 

 

Emily Blunt em meio a muita tensão em novos vídeos de ‘Sicario’

Temos um novo clipe em que militares americanos estão prontos para capturar um comboio de mexicanos em plena ponte.

No outro, teremos mais informações a respeito da incrível personagem vivida por Emily Blunt. Após ser ovacionado no Festival de Cannes, em maio, Sicario – Terra de Ninguém‘ promete chegar com tudo na corrida ao Oscar 2016.

Na crescente fronteira sem lei entre os Estados Unidos e o México, uma agente do FBI (Emily Blunt) é exposta ao mundo brutal do tráfico internacional de drogas por membros de uma força-tarefa do governo (Josh Brolin, Benicio Del Toro) que a escalam em seu plano para derrotar o chefe de um cartel mexicano.

O filme é estrelado por Emily Blunt, Benicio Del Toro, Josh Brolin, Victor Garber, Jon Bernthal, Daniel Kaluuya, Jeffrey Donovan, Raoul Trujillo e Julio Cesar Cedillo.

Sicario: Terra de Ninguém’ tem estreia prevista para 24 de setembro no Brasil.

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Modelo brasileira Izabel Goulart une-se a The Rock e Zac Efron em ‘Baywatch’

The Rock compartilhou em seu perfil no Instagram uma imagem para confirmar mais beldades no longa-remake de ‘Baywatch‘.

São elas: Belinda Peregrin, Izabel Goulart, e Charlotte McKinney.

Confira, com as anteriores:

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Baywatch‘ foi uma série televisiva norte-americana sobre salva-vidas de Los Angeles que patrulham as mais lotadas praias de Los Angeles, Califórnia. A série durou de 1989 até 1999.

Segundo o Livro Guinness de Recordes Mundiais, ‘Baywatch‘ foi o seriado de TV mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países no ano de 1996.

Nina Dobrev e Ashley Benson disputam papel principal em ‘Baywatch’

Saiba quem Dwayne Johnson e Zan Efron vão interpretar em ‘Baywatch’

Seth Gordon (‘Quero Matar Meu Chefe’) foi o escolhido para dirigir. Ele substitui a dupla Sean Anders e John Morris, de ‘Família do Bagulho‘, que se desligaram do filme após vários adiamentos.

Damian Shannon e Mark Swift (do remake de ‘Sexta-feira 13‘ de 2009) são os roteiristas.

A estreia acontece dia 19 de Maio de 2017.

 

‘A Torre Negra’: Novas imagens trazem o Pistoleiro e o vampiro Sayre

O Just Jared liberou novas imagens de Idris Elba no set de ‘A Torre Negra‘, nos Estados Unidos. Só que ao contrário dos outros dias, nesse fim de semana Idris rodou cenas com Jackie Earle Haley, que vive o vampiro Sayre.

Confira:

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Idris Elba estrela como o protagonista, O Pistoleiro; e Matthew McConaughey vive o vilão, O Homem de Preto.

Aaron Paul (‘Breaking Bad’) interpretará Eddie Dean, um viciado em heroína trazido de Manhattan por Roland Deschain (Idris Elba) no segundo livro da série, ‘A Escolha dos Três‘. Jackie Earle Haley será o vampiro Richard P. Sayre, o presidente da Corporação Sombra. Fran Kranz  viverá Pimli, o braço direito do vilão Homem de Preto, interpretado por McConaughey. Katheryn Winnick, conhecida pela série de TVVikings‘, completa o elenco.

Apesar do roteiro em construção, sinal verde para ‘A Torre Negra’ ainda não foi dado

‘A Torre Negra’: Matthew McConaughey deve estrelar a adaptação do livro de Stephen King

O dinamarquês Nikolaj Arcel (O Amante da Rainha) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

A Torre Negra consiste em sete livros. Stephen King lançou o primeiro volume, ‘O Pistoleiro’, em 1982, como uma homenagem ao faroeste ‘Três Homens em Conflito’, à Lenda do Rei Arthur e às histórias épicas de J.R.R. Tolkien, autor de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’.

A trama acompanha a jornada do pistoleiro Roland Deschain através do Mundo Médio e outros para frustrar o objetivo do Rei Carmim de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

‘The Walking Dead’ pode trocar de protagonistas e começar uma nova história futuramente

O CEO da AMC Networks, Josh Sapan, revelou que ‘The Walking Dead‘ pode durar por “muitos e muitos anos” e trazer novas histórias e protagonistas diferentes futuramente.

Sapan afirma que a série deve seguir os passos de ‘Star Trek‘, que recentemente comemorou seu 50º aniversário e já teve três histórias distintas contadas nas telinhas.

“Star Trek foi cancelada e voltou três vezes. E The Walking Dead é uma dessas raras séries que tem sucesso garantido para continuarmos fazendo durante a vida toda”, afirmou.

Com os contratos dos atores ficando mais caros e os arcos dos personagens chegando ao fim, não seria de se estranhar que a série pode ser reiniciada futuramente.

“Eu sinto que essa série pode durar décadas”, ele afirmou.

As filmagens da 7ª Temporada de ‘The Walking Dead‘ estão a todo vapor na Geórgia, e a estreia acontece dia 23 de Outubro de 2016.

Pela manhã, a AMC liberou várias novas imagens dos personagens.

‘The Walking Dead’: Negan pode matar mais de um personagem no retorno da série

A 7° temporada mostrará o passado de Negan – saiba mais!

‘The Walking Dead’: Atores filmaram múltiplas cenas de morte com Negan 

‘The Walking Dead’: Episódios da 7° temporada serão rodados fora de ordem 

thewalkingdead

Neruda

(Neruda)

 

Elenco:

Gael García Bernal
Luis Gnecco
Mercedes Morán

Direção: Pablo Larraín

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Dezembro de 2016

Sinopse: 

Quando a Guerra Fria chega ao Chile, o ex-senador comunista e escritor vencedor do Prêmio Nobel Pablo Neruda começa a ser perseguido pelo Governo de Gabriel González Videla, que decretou em 1948 a chamada Lei Maldita contra os militantes comunistas. O policial Óscar Peluchonneau (Gael Garcia Bernal) é designado para prender o poeta e sua esposa, a pintora argentina Delia del Carril.

Os dramáticos acontecimentos de sua nova vida como um fugitivo, inspiram Neruda a escrever sua coleção épica de poemas, “Canto Geral”. Enquanto isso, na Europa, a lenda do poeta perseguido cresce, e artistas como Pablo Picasso clamam pela liberdade de Neruda.

Neruda, no entanto, vê essa luta com o seu inimigo Peluchonneau como uma oportunidade de se reinventar.
Ele brinca com o inspetor, deixando pistas desenhadas para fazer seu jogo de gato e rato mais perigoso e íntimo. Nesta história de um poeta perseguido e seu implacável adversário, Neruda reconhece suas próprias possibilidades heroicas: tornar-se um símbolo de liberdade e uma lenda literária.

 

Curiosidades: 

» Novo filme de Pablo Larraín, diretor de ‘Jackie‘ e do indicado ao Oscar ‘No‘. Com Gael García Bernal, Luis Gnecco e Mercedes Morán.

 

Trailer:

Cartazes: 

Amber Heard luta com dois homens em vídeo dos bastidores de ‘Aquaman’

Em seu perfil no Instagram, Amber Heard divulgou um vídeo dos ensaios para viver Mera em ‘Aquaman‘.

Confira:

Wushu were here —- Trainer: @lijing_wushu #Aquaman

Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard) em

 

“‘Aquaman‘ centrará no herói como um comandante relutante do reino aquático de Atlantis, que se encontra em uma situação entre os habitantes da Terra que estão sempre poluindo o planeta e o seu próprio povo, que está pronto para invadir a superfície”.

Aquaman‘ possui em seus quadrinhos um histórico em abordar controvérsias ambientais e mudanças climáticas, o que torna ainda mais provável que essa revelação seja de fato o foco da trama.

Além de Jason Momoa, fazem parte do elenco: Patrick Wilson, Amber Heard e Willem Dafoe. Nicole Kidman e Temuera Morrison interpretarão os pais do herói Aquaman.

Don Burgess será o diretor de fotografia da adaptação.

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para 5 de Outubro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

 

‘Liga da Justiça’: Boneco do Ciborgue vem dentro de Caixa Materna; Confira!

A Mattel divulgou um vídeo mostrando o boneco colecionável do Ciborgue, que virá dentro de uma Caixa Materna.

O produto será vendido exclusivamente na San Diego Comic-Con, que começa dia 20 de julho.

Confira:

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Após a morte de Superman (Henry Cavill) nas mãos de Doomsday em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e começa a recrutar heróis extraordinários para montar uma equipe para defender a terra de todos os tipos de ameaças. Junto com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Batman procura pelo ex-jogador Vic Stone, Ciborgue (Raymond Fisher), o velocista Barry Allen, The Flash (Ezra Miller), e por Arthur Curry, o Aquaman (Jason Momoa). Juntos, eles vão lutar contra contra Steppenwolf (Ciaran Hinds), o arauto e segundo em comando depois do Darkseid, o Senhor da Guerra alienígena. Steppenwolf foi enviado para a Terra em buscar de três artefatos escondidos no planeta.

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

O elenco conta com Ben Affleck (‘Batman‘), Henry Cavill (‘Superman‘), Amy Adams (Lois Lane), Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha‘), Jason Momoa (‘Aquaman‘), Ezra Miller (‘The Flash‘), Raymond Fisher (‘Cyborg‘), Willem Dafoe, Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred), Diane Lane, Connie Nielson (Rainha Hipólita) e J.K. Simmons (Comissário Gordon).

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

A estreia está agendada para novembro de 2017.

100º Episódio de ‘The Walking Dead’ está quase pronto; Confira imagem!

Para deixar o hype lá nas alturas, Greg Nicotero – produtor, diretor e responsável pelo departamento de maquiagem dos Walkers – revelou que o episódio de número 100 está quase pronto.

Greg compartilhou uma foto na sala de montagem do aguardado episódio de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

A temporada estreia dia 22 de outubro. 

 

 

Site promove boicote à Netflix por causa da série ‘O Mecanismo’, sobre a Lava-Jato

O site Brasil 247 está promovendo um boicote conta a Netflix por causa da série ‘O Mecanismo‘, que é inspirada na Operação Lava-Jato.

Em uma dura crítica publicada, o veículo afirmou que a série é criminosa e está sendo usada como campanha partidária, chegando a afirmar que a série ganhou incentivo de partidos.

Confira um trecho:

“É criminosa a série ‘O Mecanismo’, lançada pela Netflix na antevéspera do que seria a prisão do ex-presidente Lula. Embora diga ser baseada em fatos reais, a série é uma coleção de preconceitos e ‘fake news’. Entre as cenas mais grotescas, dirigidas pelo brasileiro José Padilha, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como ‘estocar vento’ e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os açougueiros da JBS”.

Além disso, o site convida os assinantes da Netflix a cancelarem o serviço de streaming – confira!

‘O Mecanismo’: Série sobre a Lava-Jato estreia na Netflix 

Em entrevista ao CinePOP, o diretor José Padilha confirmou que a série é baseada na Lava-Jato, e afirmou: “Não tem assunto no Brasil que não tenha corrupção!”.

Assista nossa entrevista com o diretor e o elenco:

A série é inspirada em acontecimentos reais do Brasil e que impulsionaram o maior escândalo de corrupção de todos os tempos. A história retrata como um pequeno grupo de obstinados investigadores desvenda um monstruoso esquema de corrupção no Brasil e o impacto dessa descoberta em todos os envolvidos e neles próprios.

O elenco conta com Selton MelloCarol Abras, Enrique Diaz, Lee Taylor, Antonio Saboia, Jonathan Haagensen, Alessandra Colasanti, Leonardo Medeiros, Otto Jr. e Susana Ribeiro.

A primeira temporada terá 8 episódios.

Em 23 de Março, todo o esquema será revelado.

Bill Murray e Dan Aykroyd podem fazer participação em ‘Zumbilândia 2’

Segundo o Geeks WorldWide, ‘Zumbilândia 2‘ deve contar com a participação de dois dos Caça-Fantasmas originais: Bill Murray e Dan Aykroyd.

O estranho é que Murray participou do primeiro filme, e acabou morrendo após fingir ser um zumbi. Como seria seu retorno? O site afirma que eles viverão eles mesmos. Imagina que legal?

Em entrevista ao Slash Film, os roteiristas de ‘Zumbilândia 2‘, Paul Wernick e Rhett Reese, falaram sobre a sequência e revelaram que o novo filme será muito diferente do primeiro.

“Nós vamos filmar em janeiro e não poderíamos estar mais felizes. O original é o filme que eu e o Rhett [Reese] começamos. Foi o que nos tornou os roteiristas que somos. O elenco e a equipe estão juntos novamente, com Ruben e nosso produtor Gabin [Polone], o estúdio, nós estamos muito, muito animados com isso. É muito especial, e basicamente será lançado 10 anos depois, então será meio que o nosso presente de aniversário.”

Enquanto Wernick fez questão de dizer que a sequência será “completamente original”, Reese completou afirmando que será “basicamente coisas não vistas antes, e será muito animador”.

Ruben Fleischer retorna à direção.

Além disso, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin estarão de volta.

Confira, com a sinopse:

“A trama vai girar em torno do quarteto original de personagens. Na narrativa, os sobreviventes se encontram em um mundo onde o apocalipse zumbi conseguiu evoluir. Neste contexto, a população zumbi já não causa tanto temor e existe um consenso geral de apatia tomando a história de cada um dos personagens. Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) decidem fugir com um novo personagem (ainda sem nome), levando a uma missão de resgate em larga escala. De volta à estrada, os personagens acabam descobrindo uma nova raça de “super zumbis”, que são maiores, mais fortes e mais resistentes que os demais.”

A Sony Pictures oficializou a data de estreia de ‘Zumbilândia 2‘ para o dia 11 de outubro de 2019.

Após sucesso de ‘O Rei Leão’, Disney fará remake live-action de ‘Bambi’

Assistir Mufasa morrer novamente na versão mais recente de ‘O Rei Leão‘ foi um grande baque para os fãs, mas a Disney planeja nos fazer chorar ainda mais nos cinemas com outra morte icônica: a da mãe do ‘Bambi‘.

Segundo o WeGotThisCovered, o estúdio está trabalhando em uma versão live-action da clássica animação ‘Bambi’, produzida pela Disney em 1942.

O filme será feito em um estilo semelhante a ‘O Rei Leão‘, o que significa que todos os animais provavelmente serão hiper-realisticamente animados.

A diferença é que existem humanos reais em ‘Bambi‘, o que vai poupar a produção em torno da polêmica sobre o termo “live-action”.

Os detalhes ainda estão sendo divulgados, e a produção está nos primeiros estágios de desenvolvimento.

Diretores revelam qual é a cena preferida deles em ‘Vingadores: Ultimato’

Em comemoração ao aniversário de um ano do lançamento de ‘Vingadores: Ultimato‘, os diretores Joe e Anthony Russo revelaram qual é a cena favorita deles da produção.

“Aquela longa cena em plano sequência que mostra Steve Rogers (Chris Evans) e Peggy Carter (Hayley Atwell) pela janela. É nossa cena favorita do filme.”, afirmaram.

 

O roteirista Stephen McFeely afirmou que a cena originalmente não estava no roteiro.

“Nas primeiras versões do roteiro, não tínhamos planejado isso. Seria uma pena [se a cena não estivesse no filme]. É muito lindo.”

Com certeza, a cena foi muito simbólica e adiciona ainda mais emoção à relação entre Steve e Peggy, e torna o desfecho do Capitão ainda mais significativo.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Mundo em Caos

(Chaos Walking)

 

Elenco:

Tom Holland

Daisy Ridley

Mads Mikkelsen

David Oyelowo

Mylène Dinh-Robic

Nick Jonas

 

Direção: Doug Liman

Gênero: Ficção Científica

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 13 de Maio de 2021

Sinopse: 

A trama se passa em um futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas. Uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Ridley).

Crítica | Mundo em Caos – Tom Holland e Daisy Ridley em aventuresco sci-fi distópico (Nota: 6.0)

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Segundo rumores, a produção tem sido “um grande desafio” para a Lionsgate, e que seu orçamento já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões. “O resultado final foi considerado uma bomba pelos executivos que assistiram o primeiro corte do filme, de acordo com antigos funcionários. A Lionsgate atrasou os planos de um lançamento em março e começou três semanas de filmagens adicionais, o que custará mais milhões de dólares, na esperança de melhorar a qualidade do longa.”

» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Charlie Kaufman;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Viúva Negra’: Scarlett Johansson explica a razão do sacrifício de Natasha em ‘Vingadores: Ultimato’

Scarlett Johansson detalhou ao ComicBook porque Natasha foi rápida em se voluntariar, no final de uma luta com Clint Barton, a se sacrificar em ‘Vingadores: Ultimato‘.

“De alguma forma estranha, confusa, ao contrário, se alguma pessoa pudesse ser verdadeiramente altruísta e totalmente estranha, porque ninguém é obviamente, mas na verdade o ato que ela … Seu sacrifício foi uma oferta verdadeiramente altruísta. Eu acho que ela realmente se sacrifica, de certa forma, não apenas por amor, por amor, ela salva o amigo. Ela salva a todos, mas ela salva o amigo. E eu acho que apenas estar naquele tipo de espaço na cabeça e ser capaz de tomar essa decisão, essa decisão altruísta, esse ato altruísta, é tão incrivelmente poderoso. É incrível que ela pudesse estar nessa cabeça para fazer isso.”, disse Johansson. 

Isso levará a Viúva Negra a mostrar mais lados de Natasha, que Johansson credita à diretora Cate Shortland.

“Tem sido uma evolução interessante e tem sido interessante descobri-la com cada diretor com quem trabalhei e o que eles veem, no que estão interessados e que lado querem descobrir”, disse Johansson. “E com Cate [Shortland], tem sido tão libertador porque ela não tem medo de nada da feiura, ou do que é percebido como feiura, das partes constrangedoras e desconfortáveis, do baixo-ventre, tudo isso.  Espero que nisto, você veja Natasha em sua verdadeira força neste filme, mais do que nunca, e que Cate traga isso também. “

O filme tem estreia marcada para o dia 09 de julho.

O elenco também conta com David Harbour, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

No novo filme da Marvel Studios, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.

 

Eita! Jensen Ackles revela que não contou para Jared Padalecki sobre a derivada de ‘Supernatural’ para “não dar azar”

No ano passado, os fãs de ‘Supernatural foram pegos de surpresa com o anúncio de ‘The Winchesters, série derivada focada em em John e Mary, pais de Dean (Jensen Ackles) e Sam (Jared Padalecki).

No entanto, Padalecki não foi convidado para o projeto e só ficou sabendo da ideia depois que foi divulgada pela mídia.

Em seu perfil do Twitter, ele parabenizou Ackles, mas fez questão de demonstrar seu desapontamento.

Depois disso, Ackles foi bastante criticado pelo público da série, mas o próprio Padalecki já disse que tudo foi resolvido e pediu ao fãs para não criarem polêmicas.

Durante uma entrevista para o podcast Inside of You, Ackles foi questionado sobre o assunto e explicou seu ponto de vista.

“A questão não é porque eu não contei para Jared… não contei para ninguém para não dar azar. Eu definitivamente tinha uma lista de pessoas para as quais eu iria contar quando tudo estivesse pronto e Jared era o primeiro da lista, mas notícias vazam.”

Ele continuou:

“Há dezenas de pessoas envolvidas numa produção, e as novidades acabam vazando antes do planejado. Eu sou extremamente supersticioso quando se trata de algumas coisas… E isso é provavelmente algo que muitos atores compartilham – não falamos sobre audições até conseguirmos o papel. É uma regra não escrita que você simplesmente não fala sobre algo até que seja concreto. Essa foi a minha primeira oportunidade de produzir e criar conteúdo, e eu não queria dar azar, então eu fiquei calado até que fosse seguro contar. Eu não estava tentando manter isso em segredo, estava penas esperando o momento certo de contar.”

Ackles argumentou que, à medida que as coisas começaram a progredir no desenvolvimento do programa, tudo começou a avançar muito rápido.

Quando se deu conta, a mídia já estava noticiando a série derivada antes que ele pudesse se pronunciar.

Confira a entrevista:

Em parceria com a emissora CW, o projeto está sendo desenvolvido pela produtora de Ackles e sua esposa Danneel, a Chaos Machine Produtions.

Além disso, o astro vai reprisar seu papel como Dean, servindo como narrador da atração, que vai acompanhar a juventude de seus pais.

O roteiro fica por conta de Robbie Thompson, ex-produtor executivo de ‘Supernatural‘.

Confira a sinopse:

“Antes de Sam e Dean, havia John e Mary. Contado da perspectiva do narrador Dean Winchester, ‘The Winchesters‘ é a história de amor épica e não contada de como John conheceu Mary e como eles colocaram tudo em risco não apenas para salvar seu amor, mas o mundo inteiro.”

Em entrevista ao Deadline, Ackles celebrou a novidade, dizendo:

“Depois que ‘Supernatural‘ encerrou sua 15ª temporada, sabíamos que não havia acabado. Porque, como dizemos no show, ‘nada termina realmente, não é?’. Quando Danneel e eu formamos a Chaos Machine Productions, sabíamos que a primeira história que queríamos contar era a história de John e Mary Winchester, ou melhor, a história da origem de ‘Supernatural’. Sempre achei que meu personagem, Dean, gostaria de saber mais sobre o relacionamento de seus pais e como ele surgiu. Então, adoro a ideia de tê-lo nos levando nesta jornada.”  

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama ou sobre os atores envolvidos. Sendo assim, não se sabe se Matthew Joseph Cohen e Amy Jaclyn Gumenick vão reprisar seus papéis como as versões mais jovens de John e Mary.

Originalmente, John e Mary foram interpretados por Jeffrey Dean Morgan e Samantha Smith… Mas também não foi dito se eles farão participações especiais.

Além disso, como o projeto está nos estágios iniciais, não há previsão de estreia.

Anteriormente, a CW divulgou uma emocionante cena deletada da última temporada de ‘Supernatural‘, com os protagonistas Sam e Dean falando sobre todas as pessoas que eles perderam ao longo do caminho.

Confira:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Liam Neeson revela quando começam as filmagens do remake de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’

Liam Neeson (‘Busca Implacável’) deu novidades sobre o remake da franquia ‘Corra que a Polícia Vem Aí‘, que ele vai estrelar.

Segundo ele as filmagens começam ainda esse ano, entre junho e agosto.

“Estamos aguardando a versão final do roteiro e esperamos que as filmagens comecem entre junho e agosto. Seth MacFarlane e sua equipe estão trabalhando ativamente nisso”, afirmou em entrevista ao Collider.  

O cineasta Akiva Schaffer cuidará da direção, enquanto Dan Gregor e Doug Mand, que trabalharam ao lado de Schaffer no elogiado (e vencedor do Emmy) ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘, assinam a versão final do roteiro.

Nomes como Seth MacFarlane (‘The Orville’) e Erica Huggins estão produzindo através de sua empresa Fuzzy Door.

Demais informações sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, exceto que Neeson pode estar interpretando o filho do oficial Frank Derbin, imortalizado por Leslie Nielsen.

Corra que a Polícia Vem Aí‘ traz a rotina do atrapalhado policial Frank Drebin (Nielsen), que precisa impedir um atentado contra a Rainha Elizabeth 2.ª (Jeannette Charles). Enquanto investiga, Frank se apaixona por uma integrante da quadrilha de Vincent (Priscilla Presley) incumbida de atraí-lo a uma cilada.

Shadow aparece na primeira imagem oficial de ‘Sonic 3’

Sonic 3: O Filme‘ teve sua primeira imagem oficial divulgada que apresenta o Shadow nos bastidores do filme.

Confira:

 

O filme tem estreia agendada para 10 de dezembro de 2024.

O segundo capítulo da franquia arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção abarcou US$ 190.8 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país.

No mercado internacional, foram US$ 211 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 402.2 milhões mundialmente.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Filme solo da ‘Feiticeira Escarlate’ deve estrear em 2026 e ter roteiristas de ‘WandaVision’

Já faz alguns anos que ouvimos rumores sobre um filme solo da ‘Feiticeira Escarlate‘, mas finalmente podemos ter a confirmação (ou o mais perto que chegamos disso) de que a Marvel Studios está desenvolvendo um filme que dará destaque à Wanda Maximoff de Elizabeth Olsen.

O Production Weekly publicou que um filme da ‘Feiticeira Escarlate‘ está em andamento e tem como meta um lançamento em 2026. Os roteiristas de ‘WandaVision‘, Jac Schaeffer e Megan McDonnell, estão trabalhando no roteiro.

O PW é um banco de dados (geralmente) confiável de elenco e equipe, mas os projetos que eles destacam estão frequentemente sujeitos a alterações.

Por enquanto, ainda não há detalhes, então não se sabe se a feiticeira irá retornar dos mortos ou se veremos uma variante.

Você é fã da personagem?

Freddie Prinze Jr. fala sobre o novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ e ELOGIA os brasileiros [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Freddie Prinze Jr. falou sobre o novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e elogiou os brasileiros.

“O Brasil sempre está me dando muito amor e eu agradeço. É uma das minhas culturas preferidas. Eu meio que cresci com Jean Jacques Machado, eu treinei com ele no Jiu Jitsu Brasileiro. Eu sempre fiquei fascinado pela quantidade de amor que vocês estão dispostos a expressar publicamente. Vocês sempre de coração aberto”, afirmou.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

 

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Márcia Regina volta a emprestar sua voz para Jennifer Love Hewitt. Ela dublou os filmes anteriores.

Márcia também é conhecida por dublar a Draculaura em Monster High, Zelena em Once Upon a Time, Misty em Pokémon, Michiru em Sailor Moon…. e mais.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências.

Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar.

À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

DUBLADO

LEGENDADO

 

15 Grandes Filmes sobre Família

Você já deve ter escutado a frase: ‘Família é a base de tudo‘. Mesmo o relacionamento sendo conturbado muitas vezes, nossos parentes são, teoricamente, os nossos alicerces em momentos de dor e incertezas. O mundo do cinema, ano após ano, projeta na telona excelentes filmes que abordam de várias óticas o relacionamento familiar, seja um contexto geral de toda a família, seja um retrato de pais e filhos, seja um casamento com ambos pontos de vista. Pensando nisso, e tentando fugir o máximo do óbvio, buscamos filmes que exemplificam todo esse contexto. Tirando um ou outro, é provável que você não conheça todos esses, mas vale muito a pena procurarem.

Other People (2016) (EUA) – de Chris Kelly

Não precisamos ser perfeitos o tempo todo para que nossas famílias nos amem. Debutante em longas metragens, o cineasta Chris Kelly, dirige e assina o roteiro deste belíssimo filme que explora com muita simpatia assuntos tabus de uma família de classe média norte americana. Other People é um grande aulão sobre os muitos lados das emoções, um filme rico em conteúdo, corajoso que faz questão de expor as polêmicas como forma de refletirmos sobre os temas abordados. O projeto conta com uma atuação espetacular da veterana atriz Molly Shannon que nos emociona do início ao fim com sua impactante personagem.

Na trama, conhecemos o roteirista, sem grande sucesso, David (Jesse Plemons), um jovem que mora em nova Iorque e precisa voltar para a cidade que nasceu, em Sacramento, por conta de uma grave doença de sua mãe Joanne (Molly Shannon). Tendo que voltar a morar na casa onde foi criado, e tendo que enfrentar suas diferenças com seu pai, David passará meses tentando se redescobrir e renovando seu amor por sua família. Ao longo dos 97 minutos de projeção somos testemunhas de uma pequena grande história sobre as formas de demonstrar o amor familiar.

Indicado em quatro categorias do Independent Spirit Awards 2017, Other People é aquela surpresa que todos nós cinéfilos gostamos de encontrar. Atualmente no ótimo catálogo da Netflix, o filme explora com muita sabedoria as principais características de seus personagens que ficam envolvidos em uma situação de muita tristeza com a doença da mãe. Como cada um deles lida com isso (com um foco gigante na visão de David), o filme nos envolve com embates via diálogos primorosos e lições de vida que levamos para nossas próprias vidas. A atuação de Molly Shannon, que faz a mãe, é deslumbrante, uma das mais impactantes.

Other People concorreu ao Grande Prêmio do Júri no importante Festival de Sundance 2016. Se você tiver a chance de assistir a esse belo trabalho, não deixe de conferir. O amor transborda em forma de perdão e esperança.

 

Muzi v nadeji (2011) – (Repúblic Tcheca) – de Jirí Vejdelek

As sutilezas do amor. Escrito e dirigido pelo cineasta tcheco Jirí Vejdelek, Muzi v nadeji (2011) é um filme despretensioso, que se camufla em comédia pastelão mas aos poucos vai cativando nossos corações. Fala muito sobre o amor a quatro paredes, de maneiras um tanto quanto inusitadas, representado por um quarteto de atores inspirados que conquistam o público a cada cena. Uma pequena obra prima européia, perdida, provavelmente nunca vista mas que merece os olhos de todos que amam cinema.

Na trama, conhecemos o ex-contador e agora garçom do restaurante da família Ondrej (Jirí Machácek), um homem de fala mansa que vive graves problemas em seu casamento com Alice (Petra Hrebícková). Certo dia, em uma das inúmeras saidinhas do seu sogro Rudolf (Bolek Polívka), das quais Ondrej sempre acaba virando cúmplice, a dupla vai parar em um snooker bar onde encontram a belíssima Sarlota (Vica Kerekes), conhecida do traidor compulsivo Rudolf. Só que dessa vez, a provável conquista acaba ficando encantada com Ondrej que começa a conhecer melhor Sarlota. Assim, posta a confusão, o quarteto enfrentará situações inusitadas em busca da tão sonhada felicidade.

Alimentado por desejos quase compulsivos as ações acontecem a partir das revelações de Rudolf, que trai a mulher faz anos e com diversas damas diferentes. Ele se sente bem com isso, e acredita que assim consegue manter a chama acesa com sua esposa até os dias de hoje. Ondrej, muito próximo do sogro, afinal são vizinhos, acaba embarcando nessa onda, só que sem a experiência de Rudolf, se mete no inusitado caso extra conjugal com Sarlota, o que de fato faz melhorar seu relacionamento com Alice mas a todo instante ele não sabe como lidar com isso. Muitas cenas hilárias dão luz a essa verdade, os diálogos entre Rudolf e Ondrej são ótimos e repletos de simpatia.

A princípio, pensamos que Muzi v nadeji é uma comédia bobinha, com recheio sexy sem muitas pretensões. Mas o que impressiona no roteiro, escrito também pelo diretor, é a forma que acontecem as viradas na história, uma melhor que a outra, e com todos os personagens envolvidos, deixando o público se abastecer de risadas deliciosas e momentos cativantes que muito mostram as verdades de diversos relacionamentos.

Tempestade (2015) (França) – de Samuel Collardey

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

A Garota Ocidental (2016) (Paquistão) – de Stephan Streker

Você é livre para fazer suas escolhas, mas, às vezes, prisioneiro das consequências. Abordando um grande conflito familiar envolvendo uma jovem maior de idade que possui um pensamento diferente de seu pai e mãe sobre com quem deve se casar, A Garota Ocidental apresenta argumentos a esse conflito imposto e um pouco da visão de todos que estão ao redor dessa família paquistanesa. A protagonista, interpretada pela ótima atriz francesa Lina El Arabi, é uma mulher de espírito livre que luta pelo que entende ser o certo em um pedaço de ocidente repleto de imigrantes com pensamentos de seus países de origem.

Na trama, conhecemos a jovem Zahira (Lina El Arabi) uma imigrante paquistanesa que mora na França e está totalmente adaptada ao seu estilo de vida nessa cidade. Quando chega aos 18 anos e seu pai e mãe impõem um casamento arranjado, onde ela deve escolher entre três pretendentes, a jovem com bastante coragem se diz contrária a decisão e acaba provocando um grande abalo na família. O subtítulo do filme no Brasil, entre o coração e a tradição é exatamente o conflito que a protagonista percorre durante intensos 98 minutos de projeção.

O conflito das aparências e costumes contra o lado da razão e emoção. Toda a trama se envolve em escolhas. A trajetória da protagonista é cheia de obstáculos provocados pelas imposições de sua família que deseja que ela se case com algum dos três pretendentes paquistaneses que pré definiram, além de passar por uma gravidez, fruto de um relacionamento com um alguém que ela achava que a amava. O irmão de Zahira, Amir (Sébastien Houbani), é peça chave nesse tabuleiro sentimental, se vê em grande conflito em como ajudar a resolver a situação. Os preenchimentos das lacunas emocionais e suas consequências são feitos de maneira cirúrgica pelas lentes do cineasta belga Stephan Streker (em seu terceiro longa metragem na carreira) que dirige e escreve o roteiro desse profundo drama exibido no Festival Internacional de Toronto, Rotterdam e Istambul deste ano.

A Garota Ocidental é um recorte sobre o mundo das tradições. Um filme que chega também como uma crítica social, seus limites emocionais a flor da pele e as saídas muitas vezes não encontradas pelos envolvidos. Com grandes atuações e um desfecho arrebatador, esse é um daqueles filmes que você não pode perder.

 

Her Love Boils Bathwater (2016) (Japão) – de Ryôta Nakano

A mãe compreende até o que os filhos não dizem. Chega do Japão um dos filmes mais sensíveis e emocionantes da temporada, uma mescla de comédia delicada com drama intenso que entra em nossos corações como uma flecha recheada de sentimentos bons. Her Love Boils Bathwater, ou no original, Yu wo wakasuhodo no atsui ai, é o indicado ao Oscar do Japão para a próxima cerimônia do Oscar e possui boas chances de conseguir uma vaguinha na lista final. Escrito e dirigido pelo cineasta Ryôta Nakano o filme apresenta a jornada de uma inesquecível personagem em busca do preenchimento de lacunas esquecidas em seu passado depois que descobre uma terrível doença. A sensibilidade que o filme preenche suas emoções é algo raro e transforma esse trabalho em um dos mais bonitos desses últimos meses.

Na trama, conhecemos a super querida Futaba (Rie Miyazawa, em uma atuação absolutamente fantástica) que mora sozinha com sua filha Azumi em uma casa humilde no delicioso Japão. Certo dia, Futaba descobre que tem uma doença terminal e quase paralelamente descobre onde seu ex-marido, que a abandonara, está morando. Vendo que precisa ter o ex-marido por perto, deixa ele voltar para a sua vida, sendo que o mesmo traz junto uma outra criança fruto de um caso que ele teve. Assim, os quatro embarcarão em uma jornada repleta de segredos para ajudar Futuba a realizar seus últimos desejos em vida.

O roteiro possui uma sensibilidade gigante. O primeiro arco, meio morno, na verdade é a construção inicial com inserções de detalhes que serão descobertos apenas com o passar do pouco mais de duas horas de projeção. Após a descoberta da terrível doença, Futaba começa a abrir seus segredos mais escondidos e o filme ganha contornos emocionantes (preparem desde já os lenços). Impressiona a qualidade dessa história que além de emocionar, tem um poder de surpreender o espectador.

O papel da mãe é algo abordado no filme nas óticas dos coadjuvantes em relação a protagonista. Mãe de muitos, mesmo sendo de poucos, Futaba é o reflexo de todo o amor que pode ter uma família quando tem uma figura carinhosa, forte, corajosa, para combater e proteger todos ao seu redor. A relação que a personagem principal tem com todos que a preenchem com amor é algo grandioso, sublime. Transborda na tela as razões de todo seu amor e o público se sente próximo a personagem em todo momento. A inesquecível atuação de Rie Miyazawa ajuda a deixar essa personagem na prateleira do imaginário cinéfilo como sendo um dos mais belos do cinema oriental contemporâneo.

 

Capitão Fantástico (2016) (EUA) – de Matt Ross

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt Ross, Capitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Exibido no Festival do Rio deste ano e com uma atuação brilhante do grande ator nova iorquino Viggo Mortensen, o longa metragem de objetivos 118 minutos é, sem dúvidas, um dos melhores filmes sobre o tema dos últimos anos.

Na trama, conhecemos Ben (Viggo Mortensen) e sua família para lá de diferente. Ben e sua esposa resolveram criar os seus seis filhos em um lugar muito bonito e longe da sociedade, deixando eles distantes de qualquer contato com as novidades e besteiras do mundo e sua globalização. Quando sua esposa, que precisou ser hospitalizada por conta de uma doença terrível, falece, Ben resolve ir até o encontro dela e leva junto seus filhos. Após o choque natural da criançada com o mundo da maioria das pessoas que os cercam mais que nunca tiveram contato, o capitão fantástico desta turma terá que fazer escolhas difíceis e confrontar pessoas que consideram seu modo de vida prejudicial aos seus filhos.

A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Pensador desse lema, o protagonista criou seus filhos com rigidez e muita disciplina. Livros complexos são passados como dever de casa para todas as crianças, não importa a idade. As verdades são uma só e vários tabus de outras casas, para Ben, são apenas verdades que precisam ser ditas da única maneira que existe. O ambiente é de total harmonia, músicas (a cena da família cantando ‘Sweet Child o’Mine’ é emocionante e arrepia), brincadeiras mas também alguns excessos como exercícios físicos que não respeitam idade e que podem machucar. O personagem principal é intenso em seus princípios, a ideia de ter uma família vivendo longe dos vícios e futilidades, além dos alimentos que só prejudicam, é vivida intensamente mas falta equilíbrio, no fundo, Ben sabe disso.

No terceiro arco em diante, a mudança começa a acontecer. Ben, personagem complicado, de bom coração, interpretado com maestria por Mortensen se vê cercado de situações que o fazem repensar alguns de seus conceitos. Seus filhos, sua única riqueza nesse mundo, percebem rapidamente e o ajudam nesse momento de transição, transformando uma linda história em uma história inesquecível. Capitão Fantástico é algo assim, único, um presente para quem gosta de se emocionar com filmes que mexem com nosso coração. A grande lição que aprendemos com essa fita é que Capitão Fantástico é qualquer um que acredita que uma boa ideia pode mudar um pouquinho nosso mundo, ou mesmo que um filme inesquecível faz com que reflitamos sobre nossa própria existência. Seja o Capitão da sua vida, viva fantasticamente.

 

Bacalaureat (2016) (Romênia) – de Cristian Mungiu

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

Como Nossos Pais (2017) (Brasil) – de Laís Bodanzky

Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos ainda somos os mesmos. Falando sobre a dura rotina impossibilitada do sonhar de uma mulher perto dos quarenta anos que descobre segredos de família e precisa lidar com um casamento em declínio, Como Nossos Pais, novo trabalho da excelente cineasta Laís Bodanzky (Bicho de Sete Cabeças), é um filme que emociona e gera reflexões, aliada a uma impactante atuação da atriz Maria Ribeiro que consegue prender a atenção do público do início ao fim. A Rosa de Laís Bodanzky é tão ou mais forte que a Clara de Kleber Mendonça Filho. É lindo ver dois dos grandes filmes nacionais dos últimos anos terem protagonistas femininas tão marcantes, inesquecíveis.

Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.

Uma super heroína dos nossos tempos, Rosa, precisa conciliar seu tempo com a educação de suas filhas pequenas, tentar ajustes em seu casamento recheado de desconfiança e crise financeira, e uma perturbação inquieta para tentar se encontrar com seu verdadeiro pai que possui um alto cargo do governo. Rosa é o reflexo da força feminina nos dias de hoje. Como para todo ser humano as atitudes, chegam em forma de inconsequência, como a aproximação com o pai de um dos alunos da escola de suas filhas e as explosões em diálogos emocionantes e marcantes com sua mãe. Em uma atuação irrepreensível, Maria Ribeiro dá não só vida a personagem, a torna muito real e, assim, em nossas lembranças mais curtas podemos encontrar uma Rosa em cada esquina.

Na parede da memória, a lembrança é o quadro que dói mais. Epicentro, estopim, da virada na história e quando acontece a virada da personagem, a dúvida de ir ou não atrás do pai biológico chega ao mesmo tempo que memórias com seu pai de criação, o maluco beleza Homero (Jorge Mautner) afloram em seus pensamentos mesmo que entrando em conflito com as atitudes irresponsáveis dele na vida.

Recentemente estreou Mulher-Maravilha nos cinemas. Mas a história muito mais marcante, talvez a verdadeira Mulher-Maravilha, a da vida real, que troca a luta com super poderes por tentativas diárias de conseguir esticar as 24 horas do relógio e ser feliz está nesse ótimo filme e você simplesmente não pode perder.

 

Fortunata (2017) (Itália) – de Sergio Castellitto

Exibido no último Festival de Cannes, na mostra Um Certo Olhar, o drama Fortunata é mais uma grata surpresa europeia que infelizmente ainda não tem data de estreia no cirucito exibidor brasileiro. O projeto, dirigido pelo ator e diretor italiano Sergio Castellitto, ganhador de alguns prêmios internacionais, dá luz ao papel da mãe em um mundo repleto de desafios, tendo que superar obstáculos do passado para seguir em frente, não desistir dos seus sonhos e dar o máximo de amor para sua herdeira. O elenco, grande força desse belo trabalho, é encabeçado pela apaixonante e talentosa Jasmine Trinco (nova musa de Cannes) que realmente eleva a qualidade desse pequeno bom filme.

Na trama, ambientada nos dias atuais no subúrbio de Roma, conhecemos Fortunata, uma bela cabeleireira delivery de meia idade que possui um sonho de ter seu próprio empreendimento, um salão de beleza no centro da cidade onde mora. A protagonista tem uma filha, sua maior paixão do mundo, mas com quem tem um relacionamento complicado, provocado, muito, pelo seu afastamento do ex-marido, figura que sempre a rodeia. Certo dia, Fortunata resolve levar a filha para ver um psicólogo/psiquiatra, por quem a protagonista acaba vivendo um intenso romance.

A personagem principal é uma mulher incrível, uma personagem marcante. Uma mescla de beleza e ingenuidade, camuflada de grande leoa que faz de tudo para dar para sua filha uma vida confortável e repleta de amor e carinho. Suas batalhas diárias com o ex-marido, esse que não aceita a separação de jeito nenhum, a busca do sonho em ter seu próprio salão de beleza, preenchem a tela com cenas emocionantes que dizem muito sobre a personalidade da carismática protagonista. Vale o destaque para a atriz italiana Jasmine Trinco (Um Novo Dueto, Maravilhoso Boccaccio), que cumpre com louvor um papel complexo e cheio de contextos emocionais.

A vida de Fortunata ganha novos contornos com a entrada do psicólogo/psiquiatra em sua vida. Antes, receosa quanto levar sua filha para ser consultado pelo médico, depois acaba se consultando com ele e se apaixonando, o que deixa mais tumultuado sua relação com a filha e com outros personagens que contornam o longa. A surpreendente trilha sonora ganha muito destaque, sempre nos fechamento de arcos e acompanha a poderosa protagonista em busca do seu passaporte para a felicidade nesse projeto que merece ser conferido por todos que amam cinema.

Min så kallade pappa (2014) (Suécia) – de Ulf Malmros

A força da maternidade é maior que as leis da natureza. Lançado na Suécia em setembro de 2014, o longa-metragem Min så kallade pappa (ainda sem tradução para o Brasil) é um daqueles belos filmes que infelizmente quase certo de eu nunca veremos por aqui. O projeto conta com o grande ator sueco Michael Nyqvist e é dirigido pelo experiente diretor Ulf Malmros. Utilizando bem a realidade e os pés nos chão para contar uma história que tinha tudo para ser um filminho de sessão da tarde, Min så kallade pappa é um filme que você precisa conferir.

Na trama, conhecemos a futura mamãe e professora do jardim de infância Malin (Vera Vitali), uma mulher com garra e atitude que está passando por um momento de separação com o futuro pai de seu primeiro filho. Definida a tomar atitudes corajosas sobre seu futuro, resolve ir em busca do pai que nunca conhecemos, Martin (Michael Nyqvist), um veterano ator de teatro que nunca fez questão de procurar notícias de sua única filha. Durante o inusitado encontro, Martin sofre uma espécie de derrame e perde parte da memória. Assim, é a grande oportunidade de Malin se aproximar de seu desconhecido pai.

O fato que mais chama a atenção nesta fita sueca é a forma realista que o diretor apresenta os fatos e segue as linhas dos diálogos neste forte drama. Martin e sua personalidade forte, parece lutar contra seu passado a todo instante, até quando perde a memória. Malin vive todos os atos do filme atormentada por um passado que se mistura com o presente, sentindo que o futuro filho vai sofrer da mesma forma como sofreu quando seu pai a rejeitou quando criança. A linha de raciocínio para entendermos melhor a profundidade das características de cada personagem é feita de maneira brilhante.

Min så kallade pappa é para corações fortes, se aproxima um poucos das duras realidades mostrada por Susanne Bier e um pouco da poesia melancólica dos trabalhos de Isabel Coixet. Ao longo das cerca de duas horas de projeção o público se emociona e torce pela sofrida personagem a todo instante. Min så kallade pappa é um belo filme que mescla uma realidade quase que infinita e uma linda poesia quase que melancólica.

 

Que Mal Fiz a Deus? (2014) (França) – de Philippe de Chauveron

O segredo da felicidade é escolher a comédia e largar o drama. Dirigido pelo desconhecido francês Philippe de Chauveron, chegou aos cinemas brasileiros no dia 06 de agosto de 2014 uma das mais engraçadas comédias francesas dos últimos anos, Que Mal Fiz a Deus? Contando com uma atuação para lá de inspirada do veterano ator Christian Clavier, o filme se sustenta nas irritações hilárias do personagem principal que entra em total desespero quando sabe dos pretendentes das suas quatro filhas.

Na trama, conhecemos o tradicional Claude Verneuil (Christian Clavier), um homem com uma vida boa que vive seu final de vida ao lado da esposa com quem tem quatro filhas. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas, cada um dos noivos tem uma religião diferente e o tradicional Claude entra em total loucura quando sabe desta informação. Sua esperança era a última filha que vai casar mas surpresas o aguardam.

O roteiro é simples, nada que não tenhamos já visto em outros filmes europeus, mas a qualidade na direção e atuações fazem a diferença para tornar esta fita diferente. Faz leves críticas a assuntos muitas vezes tratados com demasiado drama, isso é a forma inteligente do filme mostrar que o bom senso existe. A mensagem é passada e todos saem satisfeitos com o resultado. É o tipo de filme que o público ama mas os críticos as vezes não gostam, principalmente quando pensamos sobre os clichês que acabam sendo cerejas nesse bolo cinematográfico francês.

Que Mal Fiz a Deus? É um dos filmes que você vai rir do início ao fim. O roteiro apresenta suas imperfeições principalmente nos arcos finais mas nada que atrapalhe tamanha simpatia dos atores em cena. É, sem dúvidas, uma das melhores comédias francesas dos últimos anos.

Os Cowboys (2016) (França) – de Thomas Bidegain

Até onde devemos ir por quem amamos mas não querem estar perto com nossa presença? Um dos filmes mais fortes do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, sem dúvidas nenhuma, foi o espetacular drama Os Cowboys, protagonizado pelo ótimo ator François Damiens e com uma atuação digna de Oscar do ator britânico Finnegan Oldfield. Ao longo dos tensos 105 minutos de projeção, onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela, vamos sendo apresentados a personagem movidos pela angústia e uma série de consequentes ações desesperadas em prol de único objetivo que acaba consumindo e destruindo uma família de classe média francesa. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o cineasta francês Thomas Bidegain brinda o público com uma trama muito bem dirigida e com atuações bem acima da média.

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

O clima é tenso desde o início. A trilha sonora composta por Moritz Reich (Fique Comigo, 2015) encaixa como uma luva e consegue deixar o público em total sinal de atenção as sequências fortes. François Damiens, na pele de Alain está possuído, embarca em um caminho sem rumo desesperado em busca de sua filha. A angústia é constante e impressionante. Isso obviamente destrói seu relacionamento com o restante de sua família. Essa estrada sem fim é acompanhada de perto por seu filho Kid que é o único que também ainda acredita que eles possam encontrá-la. Os Cowboys é um filme sobre família mas também sobre até onde o ser humano pode ir para defender suas convicções.

O longa é recheado de reviravoltas. Uma delas é que Kelly não é sequestrada. O porquê do sumiço dela (que não vou contar aqui) é um dos grandes trunfos do filme que explora muito bem a reação da família ao saber o que aconteceu com ela. Uma segunda surpresa é a surpreendente troca de protagonismo já entre o segundo e o terceiro ato, com o mesmo objetivo só que com um olhar um pouco diferente sob a situação a trama cresce demais nos últimos 30 minutos de projeção.

Apenas entre Nós (2010) (Eslovênia) – de Rajko Grlic

Falando sobre relacionamentos, família e infidelidades à flor da pele, o diretor croata Rajko Grlic, que dirigiu o ótimo Karaula (2006), apresenta ao público uma fábula moderna sobre o amor e o desejo, situada em uma europa fria mas com impulsos ardentes incansáveis. A câmera de Grlic merece destaque pois consegue encontrar os caminhos para traduzir ao público cada detalhe das ações, muitas impensadas, pelos personagens.

Para o personagem principal, interpretado brilhantemente pelo Tony Ramos da Croácia, Miki Manojlovic, só existem duas religiões: O amor e as outras. Assim, os curtos 88 minutos de projeção, vão se moldando a partir de situações e descobertas de um quarteto familiar que não encontra o ponto de equilíbrio na maturidade que regem suas vidas. Cada personagem, cada um mais interessante do que o outro, vão dando um certo ritmo à fita vencedora de alguns prêmios no leste europeu no ano de seu lançamento, 2011.

Há a questão cultural, diferente da que vemos por aqui (ou nem tanto), sobre a maturidade no amor. Uma das coisas mais interessantes neste longa-metragem é exatamente descobrir ou tentar entender melhor como são os conflitos amorosos aos olhos dos filhos da região que comportava a ex-união soviética. Mas o filme é longe de ser somente um retrato de uma comunidade, é amplo em tentar apresentar argumentos para as teorias dos relacionamentos modernos e todo o impulso, não só sexual, que envolve muitas relações.

Com certo atraso, Apenas Entre Nós finalmente chegou aos cinemas brasileiros há dois anos atrás. Esse é um filme que Nelson Rodrigues abriria um sorriso e faria rapidamente analogias certeiras com muitas de suas eternas histórias.

A Família Belier (2014) (França) – de Eric Lartigau

O que é uma família senão o mais admirável dos governos? O novo trabalho do cineasta francês Eric Lartigau (do questionado Os Infiéis) é uma comédia ao melhor estilo sessão da tarde mas com elementos tão sensíveis que elevam a qualidade da trama a cada frame. Só mesmo um cinema como o francês, que exala qualidade em muitos de seus títulos, para falar com tamanha sutileza sobre os problemas que ocorrem dentro de uma casa.

Na trama, conhecemos os fazendeiros simpáticos que fazem parte da Família Bélier. A história gira em torno da jovem Paula (interpretada pela ex-concorrente do The Voice francês Louane Emera), uma estudante que ao entrar por acaso em uma aula de canto do colégio, percebe que tem o dom de cantar. Paula vive com sua família, onde todos são surdos e mudos exceto ela, e se dedica diariamente as afazeres familiares e as inúmeras traduções que precisa fazer para ajudar os membros de sua família a terem uma vida mais tranquila. Tudo isso muda quando Paula resolve tentar a sorte em uma seleção para uma escola de canto em Paris. Essa decisão irá mudar de vez o cotidiano de todos na família.

O filme se destaca quando, em meio aos clichês do gênero, consegue ser original pela força dos seus personagens. O entrosamento entre os ótimos François Damiens e Karin Viard (que somando suas carreiras possuem mais de 100 trabalhos no cinema) é de dar água na boca, pintam e bordam fazendo todos os espectadores gostarem desse inusitado casal. A cereja no bolo é a fofíssima Louane Emera, querida artista na França por ter participado de um reality show de sucesso, que consegue desempenhar muito bem seu papel mesmo debutando no cinema neste filme.

Não percam essa deliciosa comédia que, entre outras coisas, fará você levitar de alegria com as lindas canções que ouvimos ao longo da fita, grudam que nem chiclete ou que nem aquela música da Simone em véspera de natal. Como dizia o pensador russo Tolstoi: “A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família.”!

 

Wish I Was Here (2014) (EUA) – de Zach Braff

A adversidade é um trampolim para a maturidade. Em seu terceiro longa-metragem do currículo, o norte-americano Zach Braff, que você já deve ter ouvido falar por conta do seriado Scrubs, volta a falar sobre dramas familiares e personagens complexos no intrigante e cheio de metáforas Wish I Was Here. O filme é um drama comovente sobre a arte do crescer e saber a hora certa de adicionar componentes de maturidade nas suas escolhas de vida.

Na trama, conhecemos um ator desempregado chamado Aidan (Zach Braff), pai de dois filhos, que vive às custas de sua mulher Sarah (Kate Hudson) que é extremamente infeliz no casamento. Para piorar, seu pai Gabe (Mandy Patinkin) está com câncer terminal e sua vida começa a desabar ao seu redor. Assim, o protagonista embarcará em uma jornada em busca de um novo sentido para seu destino.

Wish I Was Here é uma história madura sobre as verdades do mundo lá fora. O protagonista vive em busca de seu sonho mas acaba esquecendo das coisas básicas como por exemplo sustentar sua família. O roteiro de Zach Braff brilha nesse momento. Acomodado pelo sustento de sua mulher e pela ajuda considerável que seu pai lhe dava, o personagem entra em parafuso quando precisa aprender a caminhar sozinho, mesmo que forçadamente. Esse longa-metragem é uma história totalmente possível em nossa realidade, principalmente quando pensamos naquele amigo que sempre foi mimado por sua família, talvez por isso que a história chegue com um certo impacto para cada um de nós cinéfilos.

O termômetro da trama é a esposa do protagonista, Sarah, interpretada de maneira muito competente por Kate Hudson. Há uma sutileza, uma energia enlatada que vai saindo em cada cena. Prestamos atenção atentamente a cada passo de Sarah, principalmente porque quando aparece em cena brilha e nos trás respostas a lacunas não preenchidas, resumindo, acaba sendo o ponto de intercessão de toda a trama.

Como em todo filme de Braff, uma ótima trilha sonora se mistura adequadamente às sequências. Falando no diretor, esse artista completo, é um dos poucos que conseguem dirigir e atuar com muito êxito em seus projeto. Quem não lembra do ótimo Hora de Voltar com Natalie Portman? Se continuar nessa caminhada de sucesso, a cada novo projeto que Braff assina, mais ansiedade vai gerar aos amantes do bom cinema.

*Bônus*

Coração Mudo (Dinamarca) (2014) – de Bille August

Depois de belíssimos trabalhos comandando filmes europeus de qualidade, o diretor Bille August volta às telonas, dessa vez, para dirigir um drama contundente, cheio de reviravoltas e emoção. Coração Mudo é uma espécie de Festa em Família com uma roupagem diferente mas com as mesmas surpresas e personagens intrigantemente fascinantes.

Na trama, conhecemos Esther (Ghita Nørby), uma senhora de idade avançada que em certo momento resolveu dar um fim à sua vida, antes porém, resolve passar um último final de semana com sua família (que está por completa ciente do eminente suicídio). Quando chega o fatídico dia, ações e emoções descontroladas começam a tomar conta da história, com muitos personagens mudando de opinião a todo instante sobre a situação.

Conflitos, dor e sofrimento estão contidos em cada um dos numerosos e árduos diálogos que contém a fita. Entendemos a situação inusitada do suicídio/eutanásia pela ótica de cada um dos personagens. Cada momento dramático é construído de maneira inteligente e nunca o filme se torna maçante. É fácil se envolver por essa história, o epicentro da trama é uma atitude corajosa e bastante polêmica. Coração Mudo é o clássico filme onde as atuações precisam ser muito convincentes para a fórmula do roteiro dar certo. Felizmente, isso acontece do primeiro ao último minuto.

Paprika Steen esbanja competência mais uma vez com sua recatada, descontrolada e emotiva Heidi.

Os detalhados momentos cômicos ficam à cargo do ótimo ator Pilou Asbæk que dá vida ao confuso mais carismático Dennis. Mas quem rouba a cena é a protagonista Esther, interpretada pela maravilhosa Ghita Nørby (a Diane Keaton da Dinamarca). Em simples diálogos ou em momentos de total força emotiva em cena, a experiente artista dá um verdadeiro show. Grande filme, grandes atuações! Bravo!

10 filmes que fazem qualquer casal repensar a relação — cuidado com o play!

Um relacionamento amoroso, seja ele quanto tempo tem, não é fácil. Seja por situações mal resolvidas ou pela descoberta de que são dois mundos completamente diferentes que resolveram se juntar, as dúvidas são constantes quando o assunto é a continuação ou término da relação. Para você que está passando por esse momento, segue abaixo uma lista de filmes que podem fazer você refletir sobre o tema:

 

Proposta Indecente (Mercado Play)

Um dos filmes da carreira de Demi Moore mais exibidos na Sessão da tarde e em outros programas televisivos por aqui no Brasil, Proposta Indecente, dirigido por Adrian Lyne, conta a formação de quase um triângulo amoroso sob os pontos de vistas de um casal (Diana e David) que vai mal financeiramente e certo dia um milionário parece oferecendo uma grande quantia de dinheiro para passar uma noite com Diana. O final desse filme é arrebatador.

 

Já era Hora (Netflix)

Com uma proposta interessante de navegar nos caminhos indecifráveis que podem se abrir no destino, o longa-metragem italiano Já era Hora, disponível na Netflix, através de um ótimo protagonista, nos conta uma história cheia de altos e baixos na vida de um advogado atrapalhado, consumido pelo trabalho, que vê seu mundo virar de cabeça pra baixo quando percebe estar saltando de forma aleatória para o ano seguinte.

 

A Avaliação (Prime Video)

Mia (Elizabeth Olsen) e Aaryan (Himesh Patel) vivem em uma casa confortável num futuro que sofre com as mudanças climáticas, afetando de forma preponderante a vida na Terra. Com o desejo de terem um filho, o casal precisa passar por uma avaliação e assim são submetidos a situações peculiares pela avaliadora Virginia (Alicia Vikander).

 

É Apenas uma Fase, Amor (Diamond Films+)

Paul (Christoph Maria Herbst) é um escritor, pai de três filhos, que passa por uma fase de observação sobre a importância do sexo na sua vida. Sua esposa, Emilia (Christiane Paul), uma atriz que trabalha como dubladora, já dá sinais de esgotamento pela distância que os separam, diferente de outros tempos onde eram bem mais animados e grandes desbravadores das estradas da vida. Eles então enfrentam uma iminente separação que vai fazer com que essas duas almas repensem sobre tudo que viveram (e como querem viver) suas vidas a partir dessa ruptura.

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

A divertida comédia francesa Quarto 212 usa, sem abusar, do choque da fantasia e das curiosidades do consciente para falar de muitos sentimentos. Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta francês Christophe Honoré, o longa-metragem joga para o público um recorte intimista de um casamento à beira da ruína.

 

Doente de Mim Mesma (MUBI)

Signe (Kristine Kujath Thorp) está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.

 

A Pior Pessoa do Mundo (Prime Video)

Dirigido por Joachim Trier, esse filmaço nos leva até a história de uma jovem perto dos 30 anos que se encontra em diversas dúvidas na sua vida, passando por momentos importantes e amadurecendo conforme reflete sobre o que passou.

 

Band Aid (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos o casal Anna (Zoe Lister-Jones) e Ben (Adam Pally), que vivem uma imensa crise. Mesmo existindo muito amor na casa, as brigas são diárias e a rotina está deprimindo o casal. Até que certo dia, eles resolvem fazer o inusitado, compor músicas sobre todas as brigas que tiveram e assim montam uma banda junto com seu vizinho de porta.

 

Um Clímax entre Nós (Netflix)

De forma leve e divertida aborda um assunto que ainda é tabu para algumas pessoas: o sexo. Tenda a consciência como um peculiar narrador, vamos acompanhando os conflitos que se sucedem na vida de uma jovem insatisfeita na sua relação sexual com o namorado.

 

A Hipnose (MUBI)

Na trama, conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum) que estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato esse que mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.

 

Dossiê 007 | Viva e Deixe Morrer (1973) – Estreia de Roger Moore e Blaxploitation no 8º Filme

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

Após sete filmes na cronologia oficial da série 007 no cinema, os anos 70 deixavam para trás a era Sean Connery definitivamente. O ator, que havia saído no quinto filme, aberto espaço para um substituto que não vingou (George Lazenby) e retornado no sétimo longa, se despedia (agora de verdade) dos filmes que haviam lhe transformado num fenômeno de renome internacional. Sem seu astro, a EON (produtora da franquia) precisava se reestruturar. A aposta foi um contrato com um antigo “flerte” da casa num filme que apostava na onda da época: o blaxploitation. Confira abaixo detalhes sobre a produção de Viva e Deixe Morrer, o oitavo filme oficial da franquia.

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Produção

Além de lidar com a saída definitiva de Sean Connery da franquia, a série de sucesso da EON no cinema passava por outras dificuldades ao adentrar os anos 1970. Talvez a maior tenha sido a briga entre as mentes por trás da produtora: os executivos e “donos” de 007, Harry Saltzman e Albert R. Broccoli. Mal se falando, um acordo foi feito entre os dois. Embora o nome de ambos continuasse constando nos créditos da produção, somente um deles tocaria o barco a cada novo filme. Broccoli havia cuidado de Os Diamantes São Eternos (1971), o episódio anterior; assim o novo filme seria orquestrado por Saltzman.

Adentrávamos a década de 70 e em meio a inúmeros movimentos surgidos, um que se destacava bastante era o chamado blaxploitation. As produções de representatividade negra já faziam barulho, com um dos carros-chefes do movimento, Shaft (1971), se tornando ícone da cultura pop na época. Produções feitas por e para uma audiência específica começavam a ampliar seu leque nacional e mundial, apelando também ao grande público. Assim, surfando nesta tendência, a escolha para o oitavo longa oficial da franquia foi por um livro de James Bond (escrito pelo criador Ian Fleming) passado em tal universo: Viva e Deixe Morrer. Para a direção era trazido de volta Guy Hamilton, que havia comandado o anterior, Os Diamantes São Eternos, e também Goldfinger (1964).

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James Bond

Roger Moore foi um 007 espalhafatoso e sua estreia já mostrava isso.

A produção do oitavo 007 foi uma das mais problemáticas da franquia. Além da ruptura entre os produtores e cabeças por trás da série cinematográfica de sucesso, o projeto precisava ainda escolher seu novo protagonista. A ideia de eleger um desconhecido para construir como o novo astro da franquia não havia dado certo com George Lazenby. E sem poder “resgatar” Connery novamente para mais um round, a EON se via num beco sem saída. Por pouco, como já havia flertado no passado, James Bond não se tornava americano, com astros como Burt Reynolds e Clint Eastwood visados para o papel.

No fim das contas, o personagem cairia nas mãos de Roger Moore, ator britânico que havia sido considerado como o protagonista por duas vezes no passado. Moore era então mais conhecido pela série de sucesso O Santo (1962-1969). No entanto, escalação do ator vinha seguida de alguns “poréns” por parte dos produtores. O primeiro é que à altura de sua primeira encarnação como Bond, Moore já tinha 45 anos – sendo mais velho que Connery (criticado por viver um Bond “quarentão” em Os Diamantes São Eternos). E depois por ser considerado “fora de forma” pelos produtores – esta havia como remediar, e Moore foi mandado para a academia se exercitar.

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Missão Secreta

Turminha da pesada. O 8º filme de James Bond pegava inspiração no movimento blaxploitation.

Como dito, era a época da febre do cinema representativo negro norte-americano, e até mesmo uma das maiores franquias do cinema na época pegava carona nesta onda. Tudo bem que 007 não era mais o que havia sido na década de 1960, mas era importante seguir se remodelando ao adentrar os novos tempos. Assim, a franquia trouxe muito frescor ao seu universo ao centrar a trama em torno da cultura africana. Uma das coisas mais legais de Viva e Deixe Morrer é incluir em grande parte de seu elenco atores negros. Aqui, a missão de Bond é investigar os assassinatos de três espiões de sua agência, o que o leva a bater de frente com um rei das drogas do Harlem, em Nova York, o traficante conhecido como Mr. Big. O criminoso parece ter ligação com o ditador de uma pequena ilha fictícia na Jamaica chamada San Monique, o Dr. Kananga.

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Bondgirls e Aliados

A bela Jane Seymour é a cartomante e vidente Solitaire, impedida de perder sua “pureza”.

Aqui temos ainda outra polêmica na época, esta, no entanto, um pouco menor. Como dito, ao escolher adaptar o livro Viva e Deixe Morrer, automaticamente um elenco majoritariamente negro seria contratado. Incluindo a Bondgirl principal do filme, a cartomante Solitaire, criada na ilha pelo Dr. Kananga e principal interesse amoroso de Bond na história; que no livro é negra. Com medo da polêmica ao apresentar um romance interracial para o espião na época, a produção e o estúdio (a MGM / United Artists) entraram num impasse – e terminaram voltando atrás e transformando Solitaire numa mulher branca. A bela Jane Seymour (que mais tarde ficaria conhecida pelo romance Em Algum Lugar do Passado, 1980, e pelo seriado Doutora Quinn, 1993-1998) foi escalada.

Encontrando um meio termo, as partes concordaram então em transformar a segunda Bondgirl da trama, Rosie, que no livro era branca, em uma mulher negra. A escolhida para o papel foi a coelhinha da Playboy Gloria Hendry. E sim, ela se envolveu com James Bond, assim ainda tivemos uma relação interracial com 007, embora não fosse o romance principal. De fato, demoraria até 2002, com Halle Berry no papel de Jinx em Um Novo Dia para Morrer, para termos finalmente a Bondgirl principal da história sendo uma mulher negra.

Quanto aos aliados, temos as voltas de Bernard Lee como o chefe M, e Lois Maxwell na pele de Moneypenny. Porém, nada de Q ou Desmond Llewelyn na primeira investida de Roger Moore como Bond.

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Vilões

O saudoso Yaphet Kotto (Alien) é o memorável Dr. Kananga, repleto de capangas peculiares.

A era Roger Moore iniciaria uma galeria de vilões particularmente peculiares não devendo nem para a era Connery (com contava com seu próprio repertório diverso) ou para os super-heróis de histórias em quadrinhos, como o Batman. Quem abre a fase de Moore como vilão é o ator Yaphet Kotto, que havia justamente saído de um sucesso blaxplotation policial do mesmo estúdio, A Máfia Nunca Perdoa (1972), e claro ficaria conhecido por Alien – O Oitavo Passageiro (1979). Se divertindo como nenhum outro vilão da franquia, Kotto pega o papel duplo do Dr. Kananga e do traficante Mr. Big. Apesar disso, o ator e o personagem sofreriam a que é considerada a pior morte de um vilão na franquia, numa cena risível e digna dos filmes mais trash imagináveis – como o vilão inflando como um balão, jorrando da água como um míssil e explodindo em pleno ar. O boneco usado é simplesmente mal feito e ruim demais, sem que consigamos acreditar que a cena de fato entrou no corte final do longa.

Ainda em clima de quadrinhos, os capangas aqui são um atrativo à parte. Julius Harris vive Tee Hee, um sujeito com a mão de gancho mecânico, capaz de dobrar o cano de um revólver; e Geoffrey Holder está especialmente macabro com suas pinturas e risada na pele do mestre vodu Barão Samedi. Outro que chama atenção sem nada ter a ver com a trama principal é o xerife caipira Pepper (Clifton James), personagem criado e incluído após a produção ter tido problemas com a força policial de Nova Orleans no Sul dos EUA, devido ao preconceito contra atores e a equipe negra. O personagem fez tanto sucesso que voltaria a aparecer na sequência.

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O Barão Samedi é sem dúvidas um grande atrativo de ‘Viva e Deixe Morrer’.

Relatório

Um dos aspectos mais interessantes de Viva e Deixe Morrer, para além da estreia de Roger Moore no papel de James Bond, é a escolha da temática negra para o filme, mostrando que a franquia estava antenada e poderia ser multicultural. 007 já havia homenageado a cultura e o cinema japonês em Só Se Vive Duas Vezes e agora fazia o mesmo para a cultura africana. Os fãs da temática e do vodu de Nova Orleans, as crenças, a religião e tudo ligado a este universo, verão um filme único dentro da série.

Para a trilha sonora, pela primeira vez na franquia o maestro John Barry esteve ausente das composições, deixando o cargo para ninguém menos que George Martin, produtor musical considerado o quinto Beatle. Justamente por isso, a canção tema Live and Let Die ficou com um velho conhecido do produtor e compositor, Paul McCartney, que eternizou a música ao ponto de transcender ao filme – algo que só veríamos com alguns episódios mais recentes (como Skyfall, de Adele).

As cenas de ação funcionam como chamariz aqui. Se Moore não estreou com o melhor dos roteiros, no visual a estreia do ator não deixou a desejar. Com perseguições de barco e até mesmo uma corrida do espião por cima de crocodilos no pântano – cena realmente realizada por um dublê (que viria a se tornar uma das mais lembradas pelos fãs, e homenageada em Skyfall). Por essas e por outras que a era de Moore ficaria conhecida pela galhofa e pelo clima cada vez mais brincalhão. Mas lembrando que essa tendência havia iniciado no filme anterior, Os Diamantes São Eternos. Assim, Moore se mostrava eficiente no papel, o filme se tornava sucesso de bilheteria, arrecadando mais que o episódio anterior, e por mais que Viva e Deixe Morrer não tenha sido uma renovação unânime, consegue conquistar por suas características únicas somando ao repertório rico do agente no cinema.

‘The Toybox’: Denise Richards e Mischa Barton tentam sobreviver no trailer do terror

Foi divulgado o primeiro trailer do terror ‘The Toybox‘, com Denise Richards (‘Tropas Estelares‘) e Mischa Barton (‘The O.C.‘). Confira:

O filme segue uma família em uma viagem pela América, que é abruptamente parada por forças sobrenaturais que pretende matá-los lentamente. Richards interpreta a matriarca, enquanto Barton dá vida a uma viajante que se junta à família e se vê ameaçada por forças do mal.

O filme é dirigido por Tom Nagel, e escrito por Jef Denton.

 

‘Good Trouble’: Spin-off de ‘The Fosters’ ganha trailer completo; Confira!

O canal Freeform divulgou o trailer completo de ‘Good Trouble‘, spin-off de ‘The Fosters‘.

Confira:

A série irá estrear em 8 de janeiro de 2019.

Com 13 episódios já encomendados para sua primeira temporada, o spin-off vai trazer as aventuras de Callie Jacob e Mariana Foster.

Na trama, os fãs poderão acompanhar a jornada da protagonistas vividas por Maia Mitchell e Cierra Ramirez, à medida que elas embarcam em uma nova fase de suas vidas como jovens adultas, morando em Los Angeles.