Dirigido por Jason R. Miller, o longa será lançado direto em DVD e VOD no dia 7 de janeiro.
O investigador particular Abel Walker, juntamente com seu cinegrafista, Jim, estão em busca de uma mulher desaparecida. Enquanto eles desvendam o mistério de seu desaparecimento, eles são pegos em um jogo doente e violento que terminará em assassinato.
O elenco conta com Ed Ackerman, David Foy, Miles Dougal, Jess Allen e Silvia Moore.
A sequência ‘Gente Grande 3‘ foi um dos assuntos mais comentados hoje (29) no Twitter, mas, ao contrário do que os internautas esperavam, a continuação não foi anunciada.
Tudo não passou de uma confusão com o anúncio do elenco da nova comédia estrelada pelo Adam Sandler, intitulada ‘Hubie Halloween‘.
Decepcionados, os fãs reagiram no Twitter e aproveitaram para relembrar os filmes anteriores da franquia.
A comédia ‘Hubie Halloween‘ será lançada pela Netflix e terá baixa classificação etária.
O longa foi classificado PG-13 por “conteúdo cruel e sugestivo, linguagem e breve cenas de adolescentes festejando”.
Vale lembrar que, dentre os outros longas do ator em parceria com a Netflix, apenas ‘Os 6 Ridículos‘ e ‘Mistério no Mediterrâneo‘ tiveram baixas classificações indicativas.
Steve Brill, o mesmo diretor do especial de stand up comedy ‘Adam Sandler: 100%‘, assume a direção do projeto.
Sandler será o protagonista e fica responsável pelo roteiro.
A trama acompanha Hubie Dubois, um homem que é motivo de piada entre crianças e adultos em sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.
De acordo com os dados da Capcom, ‘Resident Evil Village‘, oitavo jogo da icônica franquia principal, já vendeu mais de 3 milhões de cópias desde o seu lançamento, que ocorreu a menos de uma semana, no dia 7 de maio.
Para termos de comparação, ‘Resident Evil VII‘ vendeu 2.5 milhões de cópias nesse mesmo período de tempo.
Ainda assim, o jogo está longe de alcançar as 8.5 milhões de cópias cumulativas vendidas pelo sétimo game da saga. É possível que ‘Resident Evil 2‘ alcance essa marca antes de ‘Village‘, considerando que atualmente o jogo conta com 7.9 milhões de cópias vendidas.
Ao total, a franquia ‘Resident Evil‘ já vendeu mais de 100 milhões de cópias.
‘Resident Evil Village‘ já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series, PlayStation 4, Xbox One, PC e Google Stadia.
A história se passará alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas em uma vila misteriosa.
A Netflix aumentou os preços dos seus planos mensais nos EUA e no Canadá, que passará a ser aplicado para novos assinantes a partir de hoje (14).
Nos EUA, o plano básico da Netflix, que permite apenas uma tela por vez e não contém streaming em alta definição, passará a custar US$ 9.99 por mês – um dólar a mais. O plano padrão, que permite duas telas simultâneas, custarão US$ 15.49 por mês – um acréscimo de quase dois dólares.
Já os planos premium passarão a custar US$ 19.99 por mês.
Os assinantes que já assinaram o serviço de streaming anteriormente verão os preços serem ajustados nas próximas semanas, dependendo do seu ciclo de pagamento. Os usuários irão receber um email com 30 dias de antecedência notificando sobre o aumento do preço.
Os canadenses também terão seus preços aumentados, apesar do plano básico permanecer o mesmo valor. No Canadá, o plano padrão e o premium custarão $16.49 e $20.99 dólares canadenses, respectivamente.
Vale lembrar que a Netflix tem enfrentando uma desaceleração em seu crescimento nos EUA e no Canadá, perdendo cerca de 400 mil assinantes na região durante o segundo quarto de 2021.
Em contrapartida, a região da Ásia ascendeu como o maior crescimento de assinantes da Netflix..
A Universal Pictures divulgou o trailer final do terror ‘Halloween Ends‘, que irá concluir a saga entre a Laurie Strode e o Michael Myers.
Confira:
Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming do Peacock. No Brasil, a estreia acontecerá exclusivamente nas telonas, no dia 13 de outubro.
“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”
A Netflix divulgou o primeiro trailer da série animada ‘Jurassic World: Teoria do Caos‘, sequência de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 24 de maio.
Seis anos depois, os membros dos Seis de Nublar estão tendo dificuldades para se encontrar após saírem da ilha, tendo que lidar com um mundo cheio de dinossauros e pessoas que querem machucá-los. Reunidos por uma tragédia, eles irão descobrir uma nova conspiração global que ameaça os dinossauros e a própria humanidade.
Em DROP: AMEAÇA ANÔNIMA, Violet, uma mãe viúva ainda jovem em seu primeiro encontro em anos, chega a um restaurante de luxo e fica aliviada ao constatar que seu pretendente, Henry, é mais charmoso e bonito do que esperava. Mas a química entre eles fica comprometida quando Violet começa a se irritar e ficar amedrontada ao receber insistentes mensagens anônimas em seu celular. As mensagens alertam que ela não deve mencioná-las a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filhinho e a sua irmã que está cuidando dele. Ela deve fazer exatamente tudo o que lhe é pedido ou todos que ela ama vão morrer. A diretriz final de seu algoz invisível? Mate Henry.
Internacionalmente, o longa acrescentou US$ 15.5 milhões através de 71 mercados.
No Brasil, o terror abriu no topo das bilheterias, com mais de R$ 6 milhões, superando o lançamento de sucessos recentes do gênero, como ‘A Hora do Mal‘, ‘Pecadores‘ e ‘Sorria 2‘.
O TOP 5 dos maiores mercados ainda conta com México (US$4.3M), Reino Unido (US$1.4M), Austrália (US$908K) e França (US$569K).
Vale lembrar que o longa arrecadou US$ 26.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – superando a estreia do longa original, que abriu com US$ 23.6 milhões no país.
Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento doméstico do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).
Maika Monroe (‘Longlegs – Vínculo Mortal’) retornará, reprisando seu papel como Jay Height. Naomi Ackie (‘Pisque Duas Vezes’) dará vida à coprotagonista do novo filme.
David Robert Mitchell (‘O Mistério de Silver Lake’) retorna à direção.
O longa original conta a história de Jay Height (Monroe), uma estudante universitária que passa a ser assombrada por uma entidade demoníaca após um encontro sexual. Atormentada pelo ser que toma a forma de pessoas aleatórias e transforma a sua vida em um pesadelo, Jay descobre que, para se livrar da maldição, precisa transmiti-la para alguém por meio do sexo.
A sequência, por sua vez, revelará como está a personagem uma década depois dos eventos do longa original.
Recentemente, Monroe revelou detalhes sobre a trama:
“[O roteiro] está incrível. [A sequência] será muito diferente do longa original. Acho que o primeiro filme é um pouco mais intenso e dramático, e sinto que esta sequência é mais realista. A trama acompanha a história de duas mulheres que estão lidando com muita coisa mentalmente. Achei uma abordagem bem interessante.”
Sucesso nos cinemas, ‘Corrente do Mal‘ arrecadou US$ 21.5 milhões, com um orçamento de apenas US$ 2 milhões. Além disso, a produção se tornou extremamente popular no mercado de vídeo, tornando-se um enorme sucesso em VOD.
Embora as filmagens de ‘X-Men: Fênix Negra‘ já tenham sido iniciadas, a 20th Century Fox acrescentou mais um membro ao elenco da adaptação.
Quem também estrelará a produção é a modelo/atriz Kota Eberhardt.
Segundo o That Hashtag Show, a novata Kota interpretará uma personagem chamada Luna, que segundo vazamentos de informações, seria uma “bela e intensa jovem, que exala um senso de poder e é um pouco instável”.
Recentemente, Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) foi confirmada como a vilã Lilandra, a Princesa (ou Majestrix) do Império Shi’ar. Nas HQs, ela foi casada com o Professor Xavier e tenta exterminar a Fênix.
Lembrando que Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto) e James McAvoy (Professor X) retornam.
O longa será uma adaptação de “The Dark Phoenix Saga”, geralmente considerada a maior história dos X-Men jamais contada. ‘X-Men: O Confronto Final’ adaptou a história, mas os fãs geralmente não ficaram satisfeitos com o resultado.
‘X-Men: Fênix Negra‘ estreia em 2 de novembro de 2018.
Mãe, escritora, editora, médica. Antes de Gilead ser o que se tornou, a América era um país repleto por figuras femininas diversas, assim como uma série de países onde a escolha é realmente uma opção de vida. Mas com uma nova ordem em vigor, novos princípios nascem, sendo uns angustiantes, outros ainda mais sufocantes. Na narrativa de The Handmaid’s Tale, o papel da mulher é completamente anulado ao ser reduzido a uma doentia escravização sexual mascarada de impulso à natalidade. E em meio a discussões profundas sobre um doloroso histórico real de rejeição feminina, entremeado a uma regressão emblemática atual no seio da trama, a série traz um elemento até então novo: a necessidade latente em toda e qualquer mulher de se posicionar.
Não se trata de mostrar a que veio ou provar o seu valor para o mundo. Mas em um universo onde a mulher é reduzida aos seus atributos físicos e ao tipo de coisas que ela pode ofertar em virtude disso, se posicionar é tão natural quanto respirar. É inerente, é necessário. E no episódio ‘Women’s Work’, um leque diverso de mulheres se apresenta diante da audiência, mostrando aquelas rachaduras substanciais existentes no sistema ditatorial de Gilead. E embora suas vozes tenham sido submetidas a meros ‘sim’ e ‘não’ e seus rostos estejam prostrados em direção ao chão, elas ainda podem ser ouvidas e vistas. Porque assim como é natural para ela se posicionar, se destacar vem a galope – quer goste ou não.
Um dos aspectos mais cativantes do oitavo capítulo da produção de Bruce Miller é justamente o fato de ele evidenciar a necessidade de se caminhar adiante na trama. A aceitação do efeito anestésico de se anular pode perdurar até certo tempo, mas não se perpetua jamais. A natureza avassaladora de quem quer decidir se manifesta assim como manifesta sua revolta. Em ‘Women’s Work’, a fagulha nascida no coração de Serena (Yvonne Strahovski) cresce, exatamente como uma pequena rachadura que quase passou despercebida, até que atingiu proporções magnânimas. O peso de suas escolhas e de seu conceito desvirtualizado de sobrevivência nacional começam a recair sob os seus ombros, pesando e ardendo como as chibatadas de um chicote – ou cinto de fivela. A maldição que proferiu com seus lábios passa a derramar sobre si, gerando na personagem um conflito torturante, mas ironicamente revigorante.
E dentro desse cenário, onde os questionamentos que a audiência nutriu durante toda a primeira temporada, começam a ganhar vida dentro da tela, June emerge como uma doce, delicada e potente voz compassiva. Contrariando todos os traumas óbvios de seu contexto, ela demonstra o grau de misericórdia que só Cristo teve. Abdicando-se de sua própria dor e sucessivas perdas, ela é o sopro de compaixão que queríamos nutrir pelo outro, mostrando uma camada de vulnerabilidade, cuidado e bravura ainda mais profunda. E em um roteiro que especificamente se desabrocha em cinco pequenas narrativas femininas, dimensionamos o valor e força que a mulher tem nos contextos onde foi inserida. Ainda que em meio a tragédias, ela se sobressai, seja pelo amor transcendental de quem carregou um filho no ventre, seja por sua dedicação profissional.
A cada novo episódio, The Handmaid’s Tale se destrincha de maneiras surpreendentes, indo muito mais além dos círculos viciosos de agressão e opressão de Gilead, nos permitindo quase nos transformar em espectadores oniscientes. Irradiando uma expressividade intrínseca à atrizes completamente entregues a suas respectivas personagens, cercadas por uma estética em tons de cinza que brilha com os feixes de luz natural que ainda insistem em penetrar ambientes pouco arejados, a produção da Hulu segue nos levando a uma viagem hipnotizante, desmembrando seus protagonistas com densidade e substancialismo.
O 4º episódio de ‘Game of Thrones‘, intitulado ‘The Long Night’ (A Longa Noite), foi marcado por uma sucessão de mortes e muitos fãs podem até ter ficado confusos a respeito de quais personagens se despediram da produção.
E para sanar suas dúvidas, separamos a lista com todos aqueles que foram mortos durante essa, que foi a maior guerra já filmada para a televisão.
Confira:
Dolorous Edd – O Comandante da Patrulha da Noite foi o primeiro personagem no grande escalão da série a ser morto. Pouco depois de salvar Sam Tarly, ele foi atingido por um Caminhante Branco na cabeça.
Beric Dondarrion – o corajoso líder da Irmandade sem Bandeiras morreu após ser esfaqueado múltiplas vezes por vários Caminhantes Brancos. Ele consegue resistir aos ferimentos por um tempo, escapando das garras dessas criaturas, ao lado do Cão de Caça e de Arya Stark, encontrando refúgio dentro de Winterfell. Pouco depois, Melisandre afirma que as muitas ressureições de Beric serviram para que ele – eventualmente – salvasse Arya, para que ela pudesse cumprir seu destino.
Lyanna Mormont – A pequena corajosa tentou lutar contra um Caminhante gigante (ex-selvagem), que acaba esmagando seu corpo em suas mãos. Mas antes de dar o seu adeus, ela mata a criatura, cravando uma faca em seu olho esquerdo.
Theon Greyjoy – Defendendo Bran Stark, Greyjoy encerra seu arco de maneira heroica, se consagrando como um genuíno Stark. Após Bran agradecê-lo por protegê-lo, o jovem corre em direção ao Rei da Noite, na tentativa de matá-lo. Infelizmente, seus movimentos são mal calculados e ele acaba morrendo pelas mãos do grande vilão.
O Rei da Noite – A morte mais chocante da noite de domingo foi a do grande adversário da batalha. Após sobreviver às chamas do dragão Drogon, ele é subitamente morto por Arya Stark, que o esfaqueia com a adaga valeriana com a qual ela matou o Mindinho. Ironicamente, a arma cujo destino era matar Bran acabou se tornando aquela que salvaria a ele e todo Westeros.
Jorah Mormony – Jorah morreu fazendo aquilo que ele sempre amou: protegendo sua Khaleesi, Daenerys Targaryen. Após lutar bravamente contra vários Caminhantes Brancos, ele morre cheio de facadas, estirado nos braços de sua rainha.
Caminhantes Brancos e Viserion – Com a morte do Rei da Noite, todos os seus exércitos foram instantaneamente dizimados, encerrando assim a Longa Noite.
Melisandre – A última morte de ‘Game of Thrones‘ foi a da Mulher Vermelha. Ao nascer do sol, como anunciado previamente por ela mesma, ela retira seu colar mágico – que a mantinha jovem – e volta à sua forma original, como uma senhora bem idosa. Caminhando para longe de Winterfell, ela se desfalece em meio à neve, morrendo pouco depois do fim da guerra.
Para comemorar o fim da aclamada minissérie ‘Arremesso Final‘, que relembra a estrondosa jornada de sucesso do astro MichaelJordan, a ESPN fez uma homenagem ao atleta.
No Twitter, a emissora transformou o popular vilão Thanos – de ‘Vingadores: Ultimato‘ no jogador, fazendo uma referência ao final do filme ‘Guerra Infinita‘, onde o personagem contempla o seu tão sonhado equilíbrio na humanidade, enquanto descansa em sua casa em meio a um belo campo.
A brincadeira é uma referência à própria carreira de Michael Jordan, que após anos de muito trabalho, agora pode também contemplar todas as usas conquistas.
A homenagem traz Thanos com um charuto cubano e com a famosa argola em uma das orelhas, duas características que eram marca registrada do jogador.
‘The Last Dance‘ traz entrevistas e imagens inéditas da temporada 97-98 de Jordan pelo Chicago Bulls, mostrando a trajetória de sucesso do time em direção ao título de campeão da NBA, além de acompanhar a carreira do jogador até sua aposentadoria.
O suspense ‘A Mulher na Janela’, baseado no romance homônimo de Tracy Letts e estrelado por Amy Adams, estreia na Netflix nesta sexta-feira (14) e as primeiras avaliações já estão entre nós.
E amargando meros 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi duramente criticado por sua falta de ousadia e por não corresponder às expectativas em relação à sua construção narrativa.
Ainda segundo a crítica, o thriller peca por não saber aproveitar seu grande elenco de forma mais rica e profunda, se tornando mais um filme esquecível da Netflix.
Confira:
“Como exercício de suspense, é muito menos bem-sucedido”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club
“A Mulher na Janela seria um thriller incrível se simplesmente ousasse se comprometer com uma visão singular e a executasse sem desculpas”. – Anne T. Donahue, Globe and Mail
“Efetivamente temperamental, mas oferecendo calafrios frustrantes, A Mulher na Janela subestima seu herói de várias maneiras”. – Sheri Linden, Hollywood Reporter
“A Mulher na Janela nunca consegue transcender a impressão de que está apenas sendo esperta”. – Pat Brown, Slant Magazine
“Um terrível desperdício de um grande elenco”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network
“Vamos apenas dizer que, embora a composição óbvia aqui seja ‘Janela Indiscreta‘, há um pequeno toque de ‘Psicose‘ também. Isso faz sentido. Assim como sempre há espaço no Bates Motel, há muito espaço naquela casa feita em brownstone”. – Mark Feeney, Boston Globe
Na trama, Anna Fox (Adams) mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma agorafobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, conversando com estranhos na internet.
Quando uma nova família se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê um assassinato que muda tudo para sempre.
Mas será que ela realmente presenciou o crime ou o criou em sua mente?
A popular série de ação isralense da Netflix, intitulada ‘Fauda‘, está caminhando para sua 5ª temporada e as filmagens dos novos episódios ganharam de início. Segundo o The Hollywood Reporter, os trabalhos começam no final do mês de abril.
Os detalhes referentes ao elenco e à trama permanecem em sigilo. De acordo com a yes Studios, responsável pela distribuição internacional da produção, o novo ciclo estreia em 2026 na TV israelense.
O novo ciclo também será lançado mundialmente pela Netflix, após sua estreia na TV local. As quatro primeiras temporadas estão disponíveis na grade de programação do streaming.
Com todas as suas temporadas com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Fauda‘ (palavra árabe para “Caos”) acompanha um grupo de agentes israelenses que trabalham disfarçados na Palestina, a fim de encontrar um terrorista do Hamas. Ao mesmo tempo, a trama mostra a trágica vida de uma família palestina, que em meio aos horrores do conflito, nutre um crescente ódio por Israel.
Há uma semana da divulgação (9 de abril) da aguardada lista de filmes em competição pela Palma de Ouro, a 79ª edição do Festival de Cannessegue revelando, em doses homeopáticas, alguns de seus participantes. Já se sabe que o presidente do júri será Park Chan-wook, e em breve conheceremos a composição completa — fica a torcida para a presença de Wagner Moura. Entre os destaques já anunciados estão os homenageados Peter Jackson e Barbra Streisand, além do filme de abertura, a comédia francesa La Vénus électrique, de Pierre Salvadori, revelada ontem. Hoje, porém, o destaque é outro: John Travolta assume, pela primeira vez, o comando atrás das câmeras.
Em coincidência curiosa, Cronologia da Água, estreia deKristen Stewartna direção, chega hoje (3 de abril) aos cinemas brasileiros, após dois adiamentos. Exibido na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), o longa foi bem recebido pela crítica, acumulando cerca de 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 105 avaliações.
Kristen Stewart faz sua estreia com a adaptação do memoir ‘The Chronology of Water’.
Agora, é a vez de Travolta. Seu filme, em tradução livre do título francês, Voo Noturno para Los Angeles (Propeller One-Way Night Coach), narrado, escrito e dirigido pelo próprio ator, integra a mostra Cannes Première — seção fora de competição que tradicionalmente reúne títulos de apelo mais midiático.
A Estreia de Travolta
Imortalizado como o inesquecível Vince Vega em Pulp Fiction – Tempos de Violência, Travolta retorna à Croisette para celebrar não apenas sua estreia como cineasta, mas também uma antiga paixão. Voo Noturno para Los Angeles adapta um livro publicado em 1997 pelo próprio ator, aficionado por aviação desde a juventude e piloto profissional experiente. A produção é assinada pela JTP Films Inc., em parceria com a Kids At Play, com produção de Travolta, Jason Berger e Amy Laslett.
A história acompanha Jeff (Clark Shotwell), um jovem fascinado por aeronáutica que embarca com a mãe (Kelly Eviston-Quinnett) em um voo sem volta rumo a Hollywood, atravessando os Estados Unidos. O que seria uma viagem comum se transforma em uma jornada formativa, marcada por encontros improváveis e escalas inesperadas. Com olhar nostálgico para a era de ouro da aviação comercial, o filme destaca também a tripulação — entre eles, personagens vividos por Ella Bleu Travolta e Olga Hoffmann.
Embora tenha estreia mundial no Palais des Festivals, com a presença do diretor, Voo Noturno para Los Angeles já tem lançamento confirmado para o público geral: 29 de maio de 2026, na Apple TV+.
Com carreira consolidada, Travolta já passou diversas vezes por Cannes. Esteve na competição com Pulp Fiction – Tempos de Violência(1994) e Loucos de Amor (1997), além de aparecer fora de competição com Segredos do Poder (1998). Dono de uma Palma de Ouro (como parte do elenco de Pulp Fiction), duas indicações ao Oscar e múltiplos prêmios — entre eles Globos de Ouro e Emmys —, construiu uma trajetória marcante em títulos como Os Embalos de Sábado à Noite (1977), Grease(1978), Um Tiro na Noite (1981) e Hairspray(2007).
Paralelamente à atuação, a aviação sempre foi uma de suas grandes paixões. Travolta começou a voar ainda adolescente, conquistou sua licença aos 22 anos e, ao longo das décadas, acumulou mais de 9 mil horas de voo.Essa paixão, inclusive, já apareceu em sua carreira cinematográfica, como na comédia da Sessão da Tarde Olha Quem Está Falando Agora (1993) e, agora, é o ponto de partida de sua estreia como diretor. Paralelamente à atuação, a aviação sempre ocupou papel central em sua vida. Travolta começou a voar ainda adolescente, obteve licença aos 22 anos e acumulou mais de 9 mil horas de voo. Essa paixão atravessa sua carreira — ainda que de forma pontual, como em Olha Quem Está Falando Agora (1993) — e agora se torna o eixo de sua estreia como diretor.
Atores atrás das câmeras
Com mais essa estreia, Cannes se consolida como uma vitrine para atores que desejam migrar para a direção. Além de Kristen Stewart,no ano passado o jovem Harris Dickinson (Triângulo da Tristeza) surpreendeu com Urchin, vencedor do prêmio FIPRESCI. Já Scarlett Johansson teve recepção mais morna, com um filme considerado previsível e de direção pouco marcante.
Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net para a Netflix)
Fora do circuito do festival, Kate Winslet também tentou a direção no fim do ano passado, em um projeto lançado pela Netflix. Adeus, June, no entanto, teve recepção negativa, sendo visto mais como um gesto pessoal do que como uma obra consistente — ainda que revele o empenho da atriz em apoiar o filho roteirista.
Agora, as atenções se voltam para John Travolta. Resta saber se sua estreia seguirá o caminho do sucesso ou se se juntará às tentativas menos memoráveis. De todo modo, a curiosidade é inevitável.
Durante uma nova entrevista ao Collider, a roteirista Geneva Robertson-Dworet comentou sobre seu trabalho em ‘Capitã Marvel’ e garantiu que o longa irá agradar os fãs, além de ser muito fiel aos quadrinhos.
“Pode ter certeza que vamos trazer muitas coisas dos quadrinhos nesse filme. A Capitã Marvel é uma personagem incrível, divertida, e muito poderosa. Ela adora bater nos criminosos e nos inimigos. Esse mundo é muito bom de se explorar. E estou trabalhando ao lado de pessoas muito talentosas. É um sonho se tornando realidade, sério”
Enquanto o filme não chega aos cinemas, após a inesperada saída de DeWanda Wise, uma nova substituta já foi escolhida.
Segundo o site The Hollywood Reporter, Lashana Lynch assumirá o misterioso papel. A atriz é mais conhecida por ter estrelado a série de época da ABC, ‘Still Star-Crossed‘.
“Quando finalmente bati o pé na porta, tinha três projetos de sonhos na minha lista de desejos. Um deles era Marvel (Aliás, desculpa por aquilo lá gente, sério!), o outro era ‘Star Wars’ e o terceiro, claro era Stephen King”
Vale lembrar que Trank filmou mais da metade de ‘Quarteto Fantástico’ e devido à problemas com o elenco nos bastidores, acabou sendo substituído por Simon Kinberg , que ficou responsável por todo o terceiro ato da trama.
Agora, com a compra da Fox pela Disney, é esperado que o ‘Quarteto Fantástico’ ganhe, de fato, um filme digno de sua importância.
O filme brasileiro mais comentado e aguardado dos últimos tempos finalmente será exibido hoje na TV aberta e vai agradar a qualquer fã da sétima arte. A exibição acontece hoje as 23h35 na Tela Quente da Rede Globo.
Bacurau é cinema em sua mais pura essência e traz Pernambuco para o mapa das grandes produções de faroeste do Século XXI.
O longa não tem vergonha de ser estranho. Muito pelo contrário, ele abraça sua natureza exótica ao mesclar o calor e as dificuldades do Sertão com a adrenalina dos filmes de ação para entregar uma história confusa, à princípio, mas que vai se desenhando de maneira frenética, te instigando a tentar descobrir o que vai acontecer na próxima cena. É divertido, polêmico e sem medo de ser o que é: uma obra-prima do cinema nacional.
A trama gira em torno da cidadezinha chamada Bacurau. Pequena, mas unida, a comunidade local vive seus dias com tranquilidade e paz, apesar das dificuldades não resolvidas pela prefeitura. Porém, tudo começa a mudar quando um disco voador passa a sobrevoar a região e, logo em seguida, eventos estranhos começam a acontecer. Desde a morte de moradores até o sumiço da cidade do mapa, tudo é muito estranho e tenso. O clima de suspense é constante no início e vai aumentando conforme as bizarrices acontecem. Contudo, o filme aborda todos esses aspectos de forma crível e fascinante. É louvável sentar para assistir a um filme e ser surpreendido pelo trabalho competentíssimo de diretores, roteiristas e elenco.
Apesar de não serem o foco da história – que preza pela cidade em primeiro plano -, os personagens são interessantes, misteriosos, ambíguos e divertidos. São preponderantes para a crítica social pensada pela equipe criativa e refletem o povo brasileiro, que sofre diariamente com as patuscadas do governo e ainda assim consegue achar um motivo para sorrir e seguir com a vida. Em meio as ameaças propostas pela trama, a organização surge como única alternativa de sobreviver. E vale destacar a atuação de dois MONSTROS em tela: Sônia Braga, como a Doutora Domingas, e o alemão Udo Kier, completamente aterrorizante ao interpretar Michael, um dos antagonistas do longa. São os personagens que se contrastam e acabam exaltando de forma orgânica a cultura da região nordestina.
A direção é incrível e acerta ao trazer uma montagem meio “antiquada” nas cenas em que a pobreza e a dificuldade ficam mais nítidas. Os fãs de Star Wars vão se amarrar nas passagens de cena ao estilo slideshow. E a direção fotográfica consegue passar o incômodo do clima sertanejo na medida. O calor é importante e influente na caracterização da cidade. No ato final, eles liberam algumas das cenas mais violentas do cinema nacional recente. Os fãs da violência Tarantinesca vão se deliciar nas cenas de faroeste.
Enfim, é um filmaço para quem gosta de entretenimento com qualidade e conteúdo. Aquele típico filme que te diverte e faz pensar. Um frenesi apoteótico perfeito para coroar a grande fase que o Cinema Nacional vive.
Todo ator quer, um dia, ter uma grande oportunidade onde possa provar todo o seu talento. Às vezes um ator ou atriz só ganha uma oportunidade, às vezes ela nunca vem diante do grande público, mas sim em esferas de menor alcance. No fundo, os atores querem mostrar ao público suas habilidades, suas superações de limites, suas capacidades de se reinventar a si mesmos ou até mesmo de conseguir dar vida a situações inóspitas. E um dos adores que adoram aceitar os mais malucos roteiros é o estadunidense Willem Dafoe, atualmente em cartaz com ‘Pobres Criaturas’. Parece que para Willem quanto mais louco for o personagem, mais interessado ele fica. Além do longa indicado ao Oscar que está nos cinemas brasileiros, o ator de ‘O Farol’ também pode ser encontrado no filme ‘Dentro’, lançamento recente da Prime Video que se mantém no Top 10 da plataforma.
Nemo (Willem Dafoe) é um ladrão altamente tecnológico, conhecedor de diversos aparatos e como desativá-los na hora certa. Certo dia, ele invade a casa de um ricaço (Gene Bervoets) no intuito de roubar algumas obras de arte, e, em específico, um autorretrato que não é encontrado em lugar algum do luxuoso apartamento. Com a ajuda de Número 3 (Andrew Blumenthal) no rádio, Nemo tenta a todo custo encontrar os bens mais ricos do milionário, porém, quando está pronto para sair do apartamento, algo dá muito errado e todas as travas automáticas da casa são acionadas, trancando o ladrão do lado de dentro. Pior ainda: diante da impossibilidade de encontrar uma saída, ele é abandonado por Número 3, que vai embora. A partir daí, começa a saga de Nemo para sobreviver dentro do apartamento, sozinho e sem conseguir encontrar uma forma de escapar.
‘Dentro’ tem uma hora e quarenta e cinco de duração, e em menos de quinze minutos o plot do longa é apresentado ao espectador. Isso significa que as uma hora e meia seguinte são recheadas apenas com a atuação estupenda de Willem Dafoe. Sim, isso mesmo. Uma vez que o personagem fica confinado na casa sem conseguir sair, seu objetivo é sobreviver, seja buscando comida, água ou brechas para escapar, enquanto o ator tem como desafio prender nossa atenção durante noventa minutos em que ele não dialoga diretamente com nenhuma outra pessoa.
Coprodução da Grécia, da Alemanha e da Bélgica, o roteiro de Ben Hopkins e Vasilis Katsoupis faz do limão, limonada. Partindo do mote do confinamento (provavelmente impulsionado pela realidade vivida durante a pandemia), os roteiristas elaboraram um interessante suspense dramático de prisão-escape-room que, ironicamente, é o que faz expandir a monstruosidade interpretativa de Dafoe, a qual o diretor Vasilis Katsoupis não perde nenhum ângulo.
Dando ênfase em escatologia e na ascensão e declínio do ser humano confinado, ‘Dentro’ (Inside) é um suspense psicológico com ares de experimental e um certo baixo orçamento. Não é entretenimento simples, mas para os cinéfilos agudos é uma boa oportunidade de ver em ação um grande ator se revelar em camadas acompanhando o arco dramático de um texto simples, mas que, sob a interpretação de Dafoe, se torna enorme.
O elenco do Universo Cinemático Marvel é vasto, então não é nenhuma surpresa que muitos atores já tenham trabalhado juntos antes de entrarem no MCU. Agora, os próximos nomes a se reencontrarem fora do panteão serão Josh Brolin e Peter Dinklage, que apareceram em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
Segundo o site The Hollywood Reporter, Brolin e Dinklage irão se reunir para ‘Brothers’, uma nova comédia assinada por Etan Cohen (‘Trovão Tropical’, ‘MIB: Homens de Preto 3’). Depois de certos obstáculos quanto à produção, a Legendary fica responsável pelo financiamento do projeto.
Detalhes sobre a história não foram revelados, ainda que comparações entre este filme e o clássico ‘Gêmeos’, de Ivan Reitman, tenham sido feitas. O filme de 1988 trouxe Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito como irmãos prováveis, também.
Brolin retorna para seu papel como o titã Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’, que mostrará a última batalha entre as forças mais poderosas do universo.
Enquanto isso, Dinklage também fechará um ciclo em sua carreira com a oitava e última temporada de ‘Game of Thrones’, um dos maiores sucessos da HBO que retorna com novos episódios no dia 14 de abril. O ator também aparecerá em outros projetos, como ‘Angry Birds 2’ e ‘Os Croods 2’, além de ter sido cotado para um projeto sem título em que interpretará o clássico vilão dos contos de fada Rumplestiltskin.
A Fox divulgou o novo cartaz internacional do terror ‘Ameaça Profunda’.
Confira:
O longa é dirigido por William Eubank (‘O Sinal: Frequência do Medo‘).
Na trama, um laboratório subaquático é danificado devido a um terremoto. Com a estrutura destruída e a água invadindo o local, os pesquisadores devem lutar para sobreviver mediante às circunstâncias.
A HBO divulgou o cartaz oficial da 4ª temporada de ‘Insecure‘.
Confira, junto ao trailer:
A nova temporada irá estrear no dia 12 de abril.
‘Insecure’ conta a história de Issa Dee (Issa Rae), uma jovem negra talentosa e cheia de inseguranças, que após um relacionamento frustrante, tenta encontrar sua própria beleza e vigor como uma mulher solteira. A busca por si mesma a leva a uma série de situações diversas, sempre compartilhadas com sua melhora amiga, Molly (Yvonne Orji).
Gaga estrelou a quinta temporada da antologia de Ryan Murphy, intitulada ‘Hotel’, e fez nada menos que um valor entre US$75 mil e US$150 mil por episódio. Dando vida à vampira Elizabeth (também apelidada de Condessa), a performer foi aclamada por sua atuação e levou para casa o Globo de Ouro em 2016.
Quanto ao longa-metragem, Gaga e Bradley Cooper criaram mágica nas telonas e a obra arrecadou em torno de US$434 milhões – um valor consideravelmente alto, considerando o orçamento de US$36 milhões. A artista, por sua vez, ganhou entre US$5 milhões e US$10 milhões ao estrelar o filme – isso sem falar dos royalties que arrecadou com a produção e a composição da trilha sonora original.
‘Nasce Uma Estrela’ fez a limpa na temporada de premiações, principalmente nas categorias musicais. A canção-tema “Shallow” levou um Oscar, um Globo de Ouro, dois Grammys, um BAFTA e um Critics’ Choice por Melhor Canção Original, eventualmente tornando-se a música mais premiada de todos os tempos. A trilha sonora também quebrou recordes de vendas, streamings e prêmios – e também se tornou a mais condecorada da história.
Como se não bastasse, Gaga também fez um estrondo no cenário musical, arrecadando quase US$1 bilhão em apresentações entre 2017 e 2018. Ela também arrecadou US$1 milhão por show em sua residência em Las Vegas com o concerto Enigma e o Jazz & Piano, entre 2017 e 2019.
Vale lembrar que, segundo o Celebrity Net Worth, a fortuna da artista gira em torno dos US$320 milhões.
Gaga já lançou seis álbuns de estúdio, uma trilha sonora e uma produção em conjunto com Tony Bennett. Com 11 Grammys rondando sua discografia e outras centenas de prêmios, a artista é a 4ª artista mais premiada da História, perdendo apenas para Michael Jackson, Beyoncé e Whitney Houston. Recentemente, lançou o aclamado ‘Chromatica’, que trouxe colaborações com Elton John, Ariana Grande e o grupo de K-PopBLACKPINK.
A Walt Disney Studios divulgou através da Entertainment Weekly uma nova imagem oficial da vindoura animação ‘Raya e o Último Dragão’.
Confira:
A animação será lançada como um título do Premier Access do Disney+, no mesmo dia em que chegar aos cinemas em 5 de março de 2021.
A Disney não forneceu um preço para o filme, mas ‘Mulan‘ foi lançado no Premier Access pelo valor de US$ 30.
Confira o trailer dublado:
Don Hall e Carlos López Estrada comandam a produção. Paul Briggs entra como produtor executivo.
Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.
Awkwafina também faz parte da equipe de dublagem como o dragão Sisu.
O aclamado dramaturgo Qui Nguyen assina a versão mais recente do roteiro, primeiramente escrito por Adele Lim (‘Podres de Ricos’).
Há dez anos, uma das franquias animadas mais conhecidas e adoradas de todos os tempos, ‘Kung Fu Panda’, ganhava sua primeira sequência.
Abrindo espaço para uma nova narrativa e muito mais diversão, Po e os outros guerreiros do Vale da Paz unem forças para enfrentar um inimigo chamado Lorde Chen, que possui uma arma secreta capaz de permitir a conquista da China e trazer o kung fu ao fim.
Tendo recepção sólida por parte da crítica mundial, o longa-metragem arrecadou nada menos que US$665 milhões ao redor do planeta, tornando-se a produção do gênero mais bem sucedida do ano e faturando uma indicação ao Oscar de Melhor Animação.
Para celebrar o décimo aniversário dessa icônica aventura (que ocorre no próximo dia 26 de maio), o CinePOP separou uma breve lista com dez curiosidades sobre a produção.
Confira:
CAI LI FO
Lorde Shen (Gary Oldman) é versado em uma arte chamada cai li fo, uma luta marcial chinesa que utiliza, normalmente, um leque de metal para propósitos de distração e defesa. Entretanto, por ser um pavão, Shen utiliza as próprias penas para lutar.
LEALDADE INCONDICIONAL
O exército de lobos de Lorde Shen tem uma história muito mais profunda e adorável do que imaginamos: a mitologia do filme deixa claro que os lobos eram guardas reais do palácio e que Shen, como um jovem príncipe, era o único membro da família real a brincar com eles, alimentá-los e tratá-los com respeito – o que garantiu lealdade e devoção por parte deles.
BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM KUNG FU
Segundo o The Hollywood Reporter, o aclamado e premiado roteirista Charlie Kaufman fez uma revisão do roteiro, que nunca foi creditada. Em diversas entrevistas, Kaufman comentara que assistiu ao primeiro longa-metragem com a filha e ficou impressionado pela história e pelos visuais.
SUCESSO TREMENDO
Como já comentado, o filme fez um estrondo gigantesco nas bilheterias mundiais e alcançou o patamar da produção de maior sucesso comandada por uma diretora (Jennifer Yuh Nelson). O recorde foi quebrado pelo bilionário ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’, lançado dois anos mais tarde. Nelson também se tornou a primeira mulher a ser indicada ao Oscar de Melhor Animação desde Marjane Satrapi com ‘Persépolis’ (2007).
AH MAH
O papel da Adivinha durante o regime dos pavões não seria apenas um membro de confiança da família real, mas também a babá do jovem Shen. Com isso, seu nome foi revelado através de esboços iniciais como Ah Mah (que faz referência ao tratamento amah nas culturas asiáticas).
SIMPLES E PRÁTICO
Depois que o primeiro filme foi lançado, a DreamWorks Animation planejou um segundo longa-metragem com o subtítulo de ‘Pandamoneum’. Pouco depois, ele foi mudado para ‘The Kaboom of Doom’ antes de ser mudado simplesmente para ‘Kung Fu Panda 2’.
PRESENÇA DE PESO
O filme marcou a estreia do lendário ator e lutador Jean-Claude Van Damme no cenário da dublagem – e a única participação dele como voz de um personagem. Aqui, ele interpretou o divertido e habilidoso Mestre Croc. Uma das sequências na qual ele aparece (aproximadamente em 1h09min), inclusive, emula os movimentos do próprio Van Damme.
Em entrevista à US Weekly, o produtor Kevin Williamson revelou o motivo do novo filme da franquia ‘Pânico’ não ser intitulado ‘Pânico 5’ – apesar de ser a quinta entrada da saga.
“Bem, ele sempre foi ‘Pânico 5’, porque é a quinta história”, Williamson explicou. “Então acredito que tenhamos dado ideia do nome, mas não acho que iríamos chamá-lo de ‘Pânico 5’. Acho que ninguém quer ver o número cinco depois de alguma coisa. Você tem que perguntar a eles – à Paramount ou outra pessoa, mas acho que tirar o número cinco e chamá-lo de apenas ‘Pânico’ funciona, porque é novo. Há o legado do elenco e como eles infundem esse novo mundo, e há uma nova geração e um novo elenco que é extremamente divertido”.
Lembrando que o novo filme estreia no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia estadunidense.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade.
A próxima leva de episódios chega à plataforma de streaming no dia 11 de março.
Confira, junto ao pôster:
Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.
Confira a sinopse oficial abaixo:
Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.
Beyoncé é um dos nomes mais conhecidos da história da música e, ao longo de sua carreira, entregou algumas das músicas e performances mais memoráveis de todos os tempos.
Com uma capacidade de reinvenção e repaginação assustadoras, a cantora e compositora iniciou sua carreira como membro do grupo ‘Destiny’s Child’, lançando-se como performer solo a partir de ‘Dangerously in Love’, em 2001, e investindo cada vez mais esforços em sua identidade apaixonante. Não é surpresa que ela já tenha lançado dois dos grandes álbuns do século, ‘BEYONCÉ’ e ‘Lemonade’, e agora esteja de volta com o impecável ‘Renaissance – Act I’, primeira parte de uma trilogia sonora.
Para comemorar a tão aguardada estreia de seu mais recente álbum, resolvemos montar algumas matérias especiais celebrando o legado de Beyoncé – a começar pelo ranking de seus álbuns solos.
Confira:
7. I AM… SASHA FIERCE (2008)
“‘I Am… Sasha Fierce’ […] configura-se como uma obra bem pensada e com uma divisão clara entre construções mais mercadológicas e vibrantes, e iterações que refletem o lado mais íntimo da performer (e não é surpresa, pois, que Beyoncé tenha resolvido lançar duas partes que se juntariam, mais para a frente, como um compilado só). Conforme diversas entrevistas que deu para promover o álbum, a ideia era unir o pop e o soul, bem como de incorporações de gêneros distintos para pincelar as faixas, e expandi-los afora os limites impostos. Em comparação com as produções anteriores, algumas músicas deslizam e tropeçam aqui e ali – mas o resultado é consideravelmente sólido e aprazível.” – Thiago Nolla
6. B’DAY (2003)
“Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.” – T.N.
“Funcionando como uma explosiva amálgama de diversos gêneros, Beyoncé já vinha seguido as tendências que ajudara a estampar no mainstream desde os anos 1990, aproveitando a popularização gigantesca do R&B para construir, ao lado de dezenas de produtores e compositores, uma jornada apaixonante pelas múltiplas fases da paixão e do amor. E é apenas inteligente que a faixa de abertura reverbere com “Crazy In Love”, lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive em 2022. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, praticamente qualquer lugar.” – T.N.
“A obra é adornada com diversas iterações eximiamente bem arquitetadas, seja no quesito instrumental, seja nas aproximações sociológicas e literárias que Beyoncé promove ao lado de um time muito competente. Ora, como nos esquecer da icônica “Run the World (Girls)”, cuja infusão de electropop e R&B marcou época e permanece como uma das assinaturas da artista? Apesar da simplicidade lírica, que se vale bastante das repetições e de versos unidimensionais, o que mais nos chama a atenção é a vibrante paleta sonora que atravessa gêneros contrastantes entre si e que carrega uma simbologia que vai além da superfície – e que, de certa forma, parece ter prenunciado o encontro do passado e do futuro em si própria. Algo similar ocorre em “Countdown” (cujas referências também nos jogam de volta para a divertida “Freakum Dress”, de ‘B’Day’)” – T.N.
3. RENAISSANCE – ACT I (2022)
“A verdade é que o primeiro capítulo de ‘Renaissance’ marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady Gaga, Dua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre ‘Lemonade’ e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.
2. BEYONCÉ (2013)
“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.
“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.
Dirigido por Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’), o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).
O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell eMaggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.
Em uma recente entrevista ao Access Hollywood (via EW), a icônica atriz, produtora e diretora Eva Longoria foi questionada sobre um de seus trabalhos mais icônicos e memoráveis – o de Gabriella “Gaby” Solis na aclamada dramédia de mistério ‘Desperate Housewives’.
A série, que foi exibida pelo canal ABC entre 2004 e 2012, tornou-se um grande sucesso de crítica e de público, angariando diversos prêmios do circuito televisivo.
Quando questionada sobre o que Gaby estaria fazendo nos dias de hoje, Longoria respondeu: “ela seria uma influencer, com certeza. Seria uma magnata das mídias sociais”.
Pouco depois, ela disse que está pronta para participar de um reboot em potencial: “eu seria a primeira a assinar [o contrato]. Eu sinto muita falta da Gaby. Sinto falta de ser Gaby Solis”.
Todavia, parece que revisitar a série não deve acontecer muito cedo, visto que o criador Marc Cherry não está interessado em revivê-la.
“Eu falei com ele várias vezes”, Longoria explica. “Ele sente que não há um ‘por que agora?’. Ele não faria. Ele sente como: ‘o que eu tenho a dizer sobre esses personagens que ainda não dissemos?”.
Lembrando que Longoria fará sua estreia diretorial com o vindouro ‘Flamin’ Hot’, filme sobre a criação do Cheetos Picante, cuja estreia está marcada para 09 de junho no Star+.
Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.
No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.
Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.
“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”
Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.
Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.
O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.
O longa-metragem, que conquistou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi lançado na plataforma de streaminghoje, 17 de novembro.
Relembre o trailer:
Em uma entrevista ao Screen Rant, o diretor Ángel Manuel Soto compartilhou detalhes sobre sua visão para o personagem icônico e como ele se integrará ao novo universo cinematográfico da DC.
“Onde ele irá se encaixar e como tudo vai se desenrolar? Não conversamos sobre isso. Mas, conversamos sobre nosso interesse em continuar a história do Jaime e encontrar uma maneira disso fazer parte do novo universo,” ele afirmou.
Soto também expressou sua gratidão por Xolo Maridueña continuar no papel de Jaime Reyes, enfatizando a importância de manter a continuidade para a evolução do personagem.
“Embora já tivesse dito que Besouro Azul é o primeiro herói do DCU, foi muito reconfortante saber que Xolo Maridueña continuará no papel, o que significa que esse filme serve como base para a jornada desse personagem enquanto ele embarca em um mundo totalmente novo,” concluiu o diretor.
Embora não tenha alcançado recordes de bilheteria ao redor do mundo, ‘Besouro Azul‘ chegou a US$ 101 milhões em bilheteria ao redor do mundo.
Foram US$ 56 milhões nos Estados Unidos e US$ 45 milhões no mercado internacional.
Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.
Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.
Belissa Escobedo, Harvey Guillén eRaoul Max Trujillo também fazem parte do elenco.
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