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Anne Hathaway está ansiosa para retornar em ‘O Diário da Princesa 3’

A terceira parte de ‘O Diário da Princesa‘ (The Princess Diaries) é aguardada há anos pelos fãs. E agora está próxima a acontecer.

Em entrevista à Entertainment Weekly, a atriz Anne Hathaway confirmou interesse em retornar.

“Estou disponível se a Disney estiver disponível. Penso que existe mais histórias pra contar. Estávamos negociando nosso retorno e então perdemos o Garry Marshall, e acho que todos precisávamos de nos afastar durante algum tempo porque o luto era muito recente. Ainda não recomeçamos as negociações, mas ainda tenho esperança no meu coração que possa acontecer”, afirmou.

Segundo a autora Meg Cabot, que escreveu os livros em que os filmes são baseados, a produção de ‘O Diário da Princesa 3‘ está à todo vapor.

“Eles estão fazendo isso como um tributo ao Garry Marshall e aos fãs da franquia. Não posso revelar qual é a história do filme, porque o estúdio me proibiu, mas posso afirmar que será diferente da história dos meus livros”, afirmou.

O filme está em produção desde antes da morte do diretor Garry Marshall, que faleceu no último ano. Mesmo após sua morte, o projeto continua vivo e acontecerá como uma forma de homenagem a Marshall.

O Diário da Princesa‘ (The Princess Diaries) foi lançado em agosto de 2001, e estrelado pela então novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi (Julie Andrews).

O filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente. Já a sequência foi lançada em 2004 e fez US$ 134 milhões no mundo todo.

Crítica em Vídeo | Robin Hood: A Origem – Nem a ação salva a adaptação mequetrefe…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO de Robin Hood: A Origem’, nova adaptação “moderninha” sobre o personagem que já está em exibição nos cinemas.

Assista:

Crítica | Robin Hood: A Origem – A incansável falta de criatividade de Hollywood 

O longa traz ainda no elenco Jamie Dornan, o Christian Grey de ‘Cinquenta Tons de Cinza‘; Ben Mendelsohn, o diretor Orson Krennic de ‘Rogue One‘.

A direção é de Otto Bathurst (de séries como ‘Black Mirror‘ e ‘Peaky Blinders‘), estreando em longas para o cinema.

Produzido por Leonardo DiCaprio, o filme já foi lançado nos cinemas pela Paris Filmes.

Gal Gadot luta contra a Mulher Leopardo em arte de ‘Mulher-Maravilha 1984’

Mulher-Maravilha 1984’ (Wonder Woman 1984) ganhou uma bela arte conceitual, que mostra a heroína do lutando contra a vilã Mulher Leopardo.

Confira, com imagens do set:

O longa teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020.

Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.

A Warner Bros. escolheu adiar o filme para evitar um confronto nas bilheterias com ‘Star Wars: Episode IX’, e alegou que a estreia acontecerá no concorrido verão norte-americano – temporada “aonde a personagem pertence”, de acordo com Jeff Goldstein, Presidente de Distribuição da empresa.

“Tivemos um tremendo sucesso ao lançar o primeiro filme da ‘Mulher-Maravilha’ durante o verão, então quando vimos uma oportunidade de aproveitar o cenário competitivo em mutação, nós aproveitamos. Este movimento aterra o filme exatamente onde ele pertence”, afirmou o comunicado.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

Por que os filmes adolescentes da Netflix têm feito tanto sucesso?

A Barraca do Beijo, Para Todos os Garotos que Já Amei e Sierra Burgess é uma Loser são os queridinhos da vez na plataforma de streaming

Ambiente de colégio, o garoto mais bonito da escola, as populares lindas e insuportáveis e uma garota alheia a tudo isso – quase sempre nerd, que não se arruma tão bem assim e tem uma melhor amiga ou um melhor amigo fiel para passar pelo pesadelo do high school. Essa é a premissa básica da maioria dos filmes adolescentes – e se você é dos meus, provavelmente tem um ou mais guilty pleasures desse estilo na sua lista de filmes favoritos. Como passei minha infância assistindo assiduamente a sessão da tarde, cresci amando os clássicos de John Hughes – como Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco – e faço parte do time de adultos que adora Meninas Malvadas até hoje (a ponto de ter uma camisa com You can’t sit with us escrito e sair soltando frases marcantes do longa, como “Regina George trai o Aaron Samuels toda quinta na sala de projeção acima do auditório”, sempre que tenho oportunidade).

Então, por mais que meu gosto tenha mudado muito desse tempo para cá, confesso que não abro mão de parar para ver um filme teen uma vez ou outra, ignorando todos os clichês e me emocionando com os plots como se não soubesse o final só de ler a sinopse ou ver a primeira cena. Mas, tirando esses que vi na minha infância/adolescência e revejo sempre, fazia tempos que não ficava satisfeita com as novas produções que trazem essa temática – tirando, é claro, os que têm uma pegada mais séria, como os ótimos Quase 18 e Lady Bird. Até que aconteceu o seguinte: a Netflix resolveu dedicar 2018 para investir nesse nicho e acertou, fazendo um monte de adultos, como eu, voltarem a ser adolescentes para shippar os casais das histórias e se emocionar com os finais felizes.  Foram três produções até agora: A Barraca do Beijo, Para Todos os Garotos que Já Amei e Sierra Burgess é Uma Loser – e, pelo sucesso, provavelmente vem muito mais por aí.

Mas o que a plataforma de streaming fez de tão diferente para todo mundo voltar a falar dos filmes teen de novo? Bom, tenho meus palpites…

Para trabalhar com a nostalgia: referência a filmes dos anos 80

Se tem  uma década que originou filmes adolescentes incríveis, sem dúvidas, foi a dos anos 80. Não é à toa que grandes clássicos do gênero são desse período – como Namorada de Aluguel (1987) e Heathers (1988). Então, para brincar com a nostalgia de quem cresceu com esses filmes ou os viu anos depois e se apaixonou, a Netflix resolveu aproveitar algumas referências para suas produções. Em A Barraca do Beijo, por exemplo, o hino de The Breakfast ClubDon’t You, do Simple Minds – é tocado em uma das cenas; e, não por acaso, a atriz Molly Ringwald, musa dos filmes da época, foi escolhida para interpretar a mãe do melhor amigo da protagonista Elle (vivida por Joey King).

Uma referência clara à essa Era de Ouro para os filmes adolescentes também aparece em Para Todos os Garotos que Já Amei: em uma de suas conversas com Peter Kavinsky (Noah Centineo),  Lara Jean Covey (Lana Condor) cita Gatinhas e Gatões (1984), um dos clássicos de John Hughes. E quem assiste a tudo isso entendendo o que esses longas representaram se pega com um sorriso no rosto ao ver essa espécie de metalinguagem no meio da história…

Em Sierra Burgess é Uma Loser, mesmo sem referências claras, também lembramos dessas produções oitentistas pelo clima da história. Sierra (Shannon Purser) se passando por Veronica (Kristine Froseth) no telefone – e até ao vivo, em uma das partes mais inverossímeis do filme – é a cara dos anos 80, que aproveitava algumas situações absurdas para criar suas histórias (vide Namorada de Aluguel, em que o personagem de Patrick Dempsey paga a garota mais popular do colégio para sair com ele). Além disso, a preparação para o baile de formatura e o diálogo que o antecede também fazem os olhos e ouvidos mais atentos lembrarem dos filmes da época.

Um galã para virar crush: o apaixonante Noah Centineo de ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘ e ‘Sierra Burgess é uma Loser

Já fazia um tempo que as comédias românticas em geral – adultas ou adolescentes – não apareciam com um galã marcante, do tipo que faz todo mundo virar fã, seguir no Instagram e ficar torcendo pelo próximo filme logo para ver o rostinho bonito em ação. Aquela atitude bem teen mesmo, sabe? Que obviamente será negada até a morte se alguém perguntar se você que já passou dos 20 também está tendo por aí. Mas, aparentemente, agora temos um ator para amar: Noah Centineo, que a Netflix já usou em duas produções por ter percebido o potencial do jovem com o público.

Com apenas 22 anos, o astro que substituiu Jake T. Austin na série The Fosters e fez par romântico com Camila Cabello no clipe de Havana é a sensação do momento! Após interpretar Peter Kavinsky, uma das paixões de Lana Condor em Para Todos os Garotos que Já Amei, conquistou uma legião de fãs e já virou uma das principais estrelas da Netflix – tanto que também fez o par romântico de Sierra no terceiro filme lançado pela plataforma de streaming.

Para você ter uma ideia de como Noah conquistou o público: depois da estreia de Para Todos os Garotos que Já Amei, ele revelou que ganhou 1 milhão de novos seguidores no Instagram em apenas algumas horas (e eu fui uma delas, confesso). Sentiu o poder, não é? A Netflix também. Então, se prepare para ver muitas outras produções com o galã no papel principal. Depois do atleta popular Peter Kavinsky e do fofo e atrapalhado Jamey, resta esperar para ver o que vem por aí…

(Tenta ficar) Em dia com temais atuais: representatividade asiática, sororidade feminina e body positive

Os tempos são outros. Por isso, mesmo nos filmes com uma proposta mais leve, é importante trazer um discurso que caminhe junto com as discussões de hoje em dia para não correr o risco de cair no retrocesso. Em A Barraca do Beijo, Netflix deu algumas vaciladas quanto a isso – tanto que os mais problematizadores, com razão, criticaram o machismo do par romântico da protagonista, Noah Flynn (Jacob Elordi). Por mais que tentasse mostrar a personagem de Joey King como uma garota livre – como na cena em que ela entra no vestiário masculino e dança de calcinha e sutiã -, o filme traz um discurso que já não funciona hoje em dia: o do garoto superprotetor, que quer que a menina preserve a imagem para que não fiquem falando dela e que controla suas atitudes como se estivesse fazendo o bem. Antigamente, esse era o perfil do namorado perfeito; mas, agora, com o feminismo cada vez mais forte, não é esse tipo de companheiro que a gente quer na vida e nem nos filmes. Então, por mais que The Kissing Booth seja fofinho e tudo mais, podia ter passado sem esse deslize.

Já com Sierra Burgess é uma Loser, a Netflix acertou ao levantar duas questões importantes: o body positive, que é a cultura de amar e aceitar o corpo do jeito que ele é; e a sororidade entre garotas, um dos principais pilares do feminismo. Ao trazer uma protagonista totalmente fora dos padrões, o lugar comum dos filmes adolescentes contaria com uma personagem cheia de complexos se lamentando por não ser como as meninas “perfeitas” do colégio; no entanto, aqui, somos apresentados a uma Sierra que ignora todas as zoações e que é bem resolvida com a sua imagem. E a mesma quebra de expectativa acontece com as antagonistas do filme: Veronica, a patricinha vilã da história, e Sierra tinham tudo para se odiar do início ao fim. Porém, em vez de manter essa cultura da rivalidade, o longa faz com que as duas acabem criando um laço afetivo que se torna uma das melhores coisas da história – até mais que o romance.

Perfeito, não é? Quase. Porque, na reta final do filme, o roteiro dá uma vacilada e estraga a boa mensagem que tinha construído até então. Uma certa atitude da protagonista (que não vou mencionar para não dar spoiler para quem não viu) torna difícil não terminar o filme com total antipatia por ela, e o velho e errado discurso do “você é gorda, mas é inteligente e extrovertida” também dá as caras por aqui, como se só fosse possível ter valor fora dos padrões tendo uma personalidade marcante. Valeu pela tentativa de inserir esse tipo de discussão em uma produção voltada para adolescentes, época em que o bullying pela aparência física tem ainda mais força; mas, da próxima vez, espero que a mensagem venha completa, sem os “você é x, mas…” que acabam reforçando o preconceito.

Você já deve estar se perguntando: ao tentarem abordar temas relevantes, todas essas produções teen nadaram, nadaram e morreram na praia, então? Não, porque Para Todos os Garotos que já Amei – não por acaso o preferido da maioria – é irretocável nesse aspecto. Além de também falar de sororidade feminina em vários momentos, o filme ganha muitos pontos por contar com uma protagonista asiática, algo nada comum em produções americanas do gênero. A autora do livro homônimo que originou o longa, inclusive, já revelou em entrevistas que várias produtoras que tinham se interessado pelo roteiro queriam embranquecer a personagem. Mas, firme em sua decisão de representatividade, ela só quis fazer negócio com a única empresa que aceitou preservar a etnia da Lara Jean do livro – a Overbrook Entertainment, fundada por Will Smith, que depois vendeu os direitos para a Netflix. Agora, me responda: dá para não amar tudo que envolve este filme? Pois é.

Para deixar todo mundo com um sorriso no rosto: usa a dose certa de clichês na história

Problematizações à parte, não dá para negar que os três filmes – uns mais, outros menos – cumprem o objetivo de deixar um sorriso no rosto quando os créditos sobem no final. E isso acontece porque eles usam muito bem todos os clichês que a gente aprendeu a amar – e que caem como uma luva em um sábado preguiçoso ou naqueles dias em que bate a vontade de ver algo leve e descompromissado só para relaxar.

Trilha sonora nos momentos certos, um casal para torcer, uma protagonista para se identificar, amizades verdadeiras dos tempos de colégio e frases de efeito no diálogo final para – talvez, quem sabe – causar algumas lágrimas nos dias mais sensíveis… Todos eles seguem a fórmula perfeita para conquistar quem está passando pela mesma fase dos personagens e para mexer com a nostalgia daqueles que já viraram adultos. Afinal, como muito bem disseram algumas amigas minhas, que mal faz dar uma desacelerada nas coisas sérias para dar uma aquecida na parte adolescente do nosso coração? Pode mandar mais, Netflix!

‘Vingadores 4’: Jane Foster vai retornar no filme?

Apesar de ‘Thor: O Mundo Sombrio‘ e a personagem Jane Foster não serem favoritos dos fãs do Universo Marvel, a personagem pode retornar em ‘Vingadores 4‘.

Após o livro ‘The Cosmic Quest, Volume 2: Aftermath‘ ter revelado que o doutor Erik Selvig e Darcy Lewis sobreviveram ao massacre de Thanos em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o livro  agora revela que mais uma personagem do universo de Thor está VIVÍSSIMA.

Ela mesmo: Jane Foster (Natalie Portman), a ex-namorada do Thor, sobreviveu ao estalar de dedos do Thanos.

Além disso, uma nova teoria sobre ‘Vingadores 4‘ parece valorizar a importância da personagem.

A teoria foca em uma cena em particular do segundo filme solo do Thor, na qual Jane Foster é examinada pelos Asgardianos, enquanto eles tentam descobrir o que é a energia misteriosa que circula pelo seu corpo e ameaça sua vida. Como a própria Jane aponta, a tecnologia usada para examiná-la é um gerador de campo quântico.

E o que isso tem a ver com ‘Vingadores 4‘? Tom Holland já deu o spoiler que o Reino Quântico terá grande importância no filme, que anteriormente apareceram nos filmes do ‘Homem-Formiga‘. O assunto em si é uma área que a Dra. Foster domina, e poderia ter grande importância no desenvolvimento da trama. Apesar de saída da atriz ter sido um tanto problemática, Natalie Portman sugeriu que um retorno não seria impossível, e os próprios irmãos Russos indicaram essa possibilidade.

Confira a cena novamente:

Vingadores 4’ chega aos cinemas brasileiros em 27 de Abril de 2019.

Os 14 Maiores Flops de 2018 – Os fracassos de bilheteria

Todos nós amamos cinema. E nosso desejo é sempre de que os filmes sejam bem sucedidos. Passamos o ano esperando aquele lançamento: uma continuação de uma franquia adorada, a adaptação de um texto que gostamos ou o novo projeto daquele diretor ou ator cultuado. O fato é que nem sempre a realidade é o que esperamos.

E para um cinéfilo não existe tristeza maior do que não gostar de um filme pelo qual criamos expectativa. Muitos tentam evitar este desapontamento, esquivando desta ansiedade, mas a verdade é que quando envolve emoção (uma série que gostamos ou um artista que admiramos), este exercício se torna apenas uma enganação, pois é impossível não se envolver afetuosamente.

Em 2018, tivemos muitos filmes que se tornaram sucesso de crítica e principalmente de bilheteria, trazendo a alegria dos fãs. No entanto, não existiriam os vencedores sem os perdedores, e assim o ano também reservou os fracassos – filmes que embora tenham gerado expectativa, viveram para não atingir o esperado.

Assim, com este pensamento, criamos nossa nova lista. Apenas para contextualizar, levaremos em conta aqui apenas a bilheteria destas produções, tirando uma média em relação ao seu orçamento. Isso porque os fracassos de crítica, muitas vezes arrecadam boas bilheterias, boas o suficiente para salvar uma franquia – como é o caso com Venom, por exemplo. Vamos conhecer.

14 | O Predador

Quem cresceu na década de 1980, viveu a era dos brucutus como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone. Um dos mais icônicos protagonizados por Arnold é O Predador (1987). O novo filme da franquia trouxe de volta Shane Black, ator e roteirista do original (mesmo que não creditado), escrevendo e dirigindo o novo episódio.

Com muito humor, mas também muitos furos no roteiro, momentos que não funcionam e personagens, em sua maioria, pouco cativantes, o novo filme não foi muito bem o que os fãs esperavam. Algumas das piores ideias envolvem o cachorro Predador, o Super Predador (sendo que o normal já é assustador o suficiente), uma criança gênio (urrrgh) e um grupo de militares que não bem desagradáveis (saudade de Dutch e sua turma).

A melhor personagem é a única mulher do filme, vivida por Olivia Munn – que se vê perdida em cena. Assim, com um orçamento de US$88 milhões, o filme abriu com US$24 milhões e fez sua carreira com US$51 milhões nos EUA – atingindo uma bilheteria mundial de US$160 milhões.

Crítica | O Predador – O melhor filme da franquia desde o original

13 | Círculo de Fogo: A Revolta

Diferente de O Predador, não existe muito envolvimento nostálgico com esta franquia – ao menos para os cinéfilos de minha geração. Para falar a verdade, o primeiro Círculo de Fogo, dirigido por Guillermo del Toro, não foi exatamente um sucesso de bilheteria, precisando se pagar em mercados pelo mundo – como o asiático.

Monstros Gigantes contra robôs gigantes. Bem, não é o tipo de trama que tem apelo junto a um público mais adulto, e é necessário curtir a cultura dos kaiju para embarcar nesta ideia. Assim, querendo entregar mais do mesmo, porém, sem a presença do carisma dos atores originais e da mão firme do diretor mexicano no comando, sobrou para John Boyega (o Finn dos novos Star Wars), literalmente salvar o dia e a franquia.

O novo Círculo de Fogo também apela para a criança gênio (artifício cansado de Hollywood), mas com a diferença de que aqui temos a carismática Cailee Spaeny se virando sozinha, mostrando não ser apenas um artifício, e sim uma personagem bem desenvolvida e carismática. Outro ponto polêmico do roteiro é sua reviravolta final – e o motivo pelo ataque dos monstros desta vez, o que aproxima o longa ainda mais de uma atmosfera de produção B.

O segundo Círculo de Fogo contou com o orçamento inflado de US$150 milhões e o retorno de US$22 milhões em sua abertura. Ao total, o filme somou US$59 milhões nos EUA e uma carreira de US$290 milhões mundialmente – o que não é baixo, mas pode por fim aos planos de uma sequência. Vale lembrar que o original igualmente só possibilitou a continuação devido ao mercado fora dos EUA.

Crítica | Círculo de Fogo: A Revolta – Mais robôs, menos monstros e emoção

12 | Vidas à Deriva

Chegamos ao primeiro longa que não é exatamente uma superprodução. Este drama protagonizado por Shailene Woodley é um relato real de uma história de sobrevivência no mar. O filme é eficiente, traz desempenhos marcantes e o tipo de trama, que embora não seja novidade, foi bem representada.

O lance é que tivemos filmes como Até o Fim (2013), com Robert Redford, que elevaram o subgênero a outro patamar – fazendo Vidas à Deriva perder por comparação. Fora isso, a popularidade de Woodley desde sua explosão com Os Descendentes (2011) e A Culpa é das Estrelas (2014) sofreu declínio e a atriz já não emplaca um sucesso no cinema faz tempo.

Vidas à Deriva contou com um orçamento de US$35 milhões e arrecadou  US$11 milhões em sua estreia. Sua bilheteria nos EUA foi de US$31 milhões, ou seja, não conseguiu sequer pagar sua produção. No mundo, o filme juntou um pouco mais, com US$52 milhões.

Crítica | Vidas à Deriva – Shailene Woodley brilha em drama trágico real

11 | No Olho do Furacão

Ideias pra lá de loucas costumam dar certo com a audiência específica. Assim nasceram conceitos com o de Sharknado. O nonsense de superproduções vide Velozes e Furiosos escala para novos patamares, não largando a mão de seu público cativo. A cada novo episódio, mais adeptos e uma bilheteria mais encorpada.

No entanto, nem todas tentativas alucinadas acertam o alvo como deveriam. Este foi exatamente o caso com No Olho do Furacão, filme com aura B que mistura dois elementos que o público aprendeu a adorar: cinema catástrofe (neste caso, filme de furacão) e carros velozes em ação. Com estes dois elementos misturados, o que poderia sair errado?

Quem viu garante que No Olho do Furacão é apenas ruim, e não chega sequer a ser “tão ruim que é bom”, como era o planejado. Assim, atores do time C de Hollywood não garantem seu lugar ao sol e seguem renegados à baixa categoria. O filme, não por acaso, é dirigido por Rob Cohen, o mesmo do primeiro Velozes e Furiosos (2001). Com um orçamento de US$45 milhões, o longa arrecadou somente US$3 milhões em seu fim de semana de estreia, e seguiu para ver mais US$6 milhões ao longo de sua carreira nos EUA.

Crítica | No Olho do Furacão – Quando ‘Velozes e Furiosos’ encontra ‘Sharknado’

10 | Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim

Quem disse que animações não estão fadadas ao fracasso, está terrivelmente errado. Bem, até mesmo as grandes produções animadas da Disney algumas vezes não atingem o esperado, o que dirá as outras. Se você acha que é só fazer uma obra mirada aos pequenos que o sucesso estará garantido, pense novamente. Norm e os Invencíveis (2016) e Emoji: O Filme (2017) são algumas das produções que não vingaram junto ao seu público-alvo.

Aqui, no entanto, temos um caso especial. Esta é a continuação do sucesso da Paramount, Gnomeu e Julieta (2011), que contou com as vozes de James McAvoy e Emily Blunt dublando os personagens principais: anões de jardim apaixonados. O primeiro longa custou US$36 milhões, rendendo US$25 milhões no seu fim de semana de estreia (ou seja, basicamente se pagando logo na largada). Ao total, o filme faturou US$99 milhões nos EUA e mais US$193 milhões ao redor do globo – se tornando o que podemos chamar de sucesso.

Problema número 1 para a continuação: demorou demais a ser lançada, perdendo a janela de tempo. Foram sete anos até o lançamento da sequência, fazendo uma geração inteira de crianças perderem o interesse e outras não saberem do que se trata. Até mesmo o título precisou ser mudado no Brasil para criar associação. O segundo filme, faz uma grande brincadeira com a mitologia de Sherlock Holmes – seu título original é Sherlock Gnomes. A continuação, que traz a voz de Johnny Depp, custou um pouco mais, com orçamento de US$59 milhões, e rendeu bem menos, arrecadando apenas US$10 milhões em sua abertura, e US$43 milhões no percurso de sua jornada – ficando abaixo de seu custo. No mundo, a bilheteria arrecadada foi de US$88 milhões. Ou seja, não veremos os personagens de novo tão cedo.

Crítica | Gnomeo e Julieta: O Mistério do Jardim – Sherlock Holmes e elenco são o charme

9 | Desejo de Matar

Assim como Schwarzenegger e Stallone, Bruce Willis já foi o rei das bilheterias nas décadas de 1980 e 1990. De fato, Willis inaugurou inclusive um novo subgênero dentro do cinema brucutu, acrescentando na mistura qualidades mais humanas e críveis. Ele era o homem comum, no lugar errado e hora errada, que sangrava, sofria e por pouco não era derrotado. Assim como os colegas de cena, Willis precisou se reinventar, pois com a idade avançada, não se encaixa mais nos padrões de outrora.

O ator encontrou lugar em produções B, aqui no Brasil todas lançadas direto no mercado de vídeo. Vez ou outra encontra espaço junto ao mainstream, revivendo antigos personagens cultuados – como no vindouro Vidro, de M. Night Shyamalan. Ou quem sabe participando de refilmagens de clássicos, como é o caso com este Desejo de Matar, produção imortalizada por Charles Bronson.

O novo Desejo de Matar é um bom filme, seguindo à risca os moldes do original, e situando satisfatoriamente sua trama nos tempos atuais, na era das redes sociais e do mundo filmado. Obviamente, temas como o politicamente correto entram em pauta. No entanto, os motivos para a recepção fria do longa são a falta de apelo de Willis atualmente junto aos jovens – maior parcela pagante dos cinemas – e a história do vigilante que faz justiça com as próprias mãos, que mesmo recriminado no filme, é o tipo de trama que não gera mais empatia com o espectador atual – como fazia nas décadas passadas.  Assim, o filme dirigido por Eli Roth, com um orçamento de US$30 milhões, arrecadou apenas US$13 milhões em sua estreia, parando num valor de US$34 milhões nas bilheterias americanas e assim apenas se pagando.

Crítica | Desejo de Matar – Bruce Willis e Eli Roth no remake do clássico de Charles Bronson

8 | Aniquilação

Nem mesmo filmes elogiados, que são sucesso pleno de crítica, conseguem escapar muitas vezes de um fracasso de bilheteria. Ser sucesso de crítica é muito bom, mas cinema é uma arte cara e seus investidores querem ver resultado financeiro. Algumas apostas são arriscadas e nesse jogo perde-se muito dinheiro numa produção, para ganhar muito em outra. É o equilíbrio das coisas, num verdadeiro jogo de azar imprevisível.

Muitas vezes os produtores juram que tem ouro em mãos e que seu novo lançamento será um grande sucesso. Foi o caso deste Aniquilação, um projeto de alto conceito, baseado num livro cultuado de ficção científica, protagonizado por uma das maiores estrelas da atualidade: a vencedora do Oscar Natalie Portman – na era das marcas, é apenas mais uma estrela que mostra que seu nome não significa muito para a boa bilheteria de um filme. Além disso, atrás das câmeras, quem comanda é Alex Garland, cineasta que após emplacar com o sucesso Ex-Machina: Instinto Artificial, gerava expectativa imediata para seu lançamento seguinte.

Dentro do mesmo gênero, Aniquilação se mostrou uma venda tão difícil, um filme tão bizarro e complexo, que a Paramount, estúdio responsável pelo lançamento, achou melhor vender seus direitos para o colosso Netflix, a fim de não amargar com o fracasso previsto nas bilheterias. Assim, o filme foi lançado de forma restrita por alguns cinemas dos EUA, e nos demais países do mundo a solução foi assisti-lo em casa. Uma pena. Mesmo com as críticas extremamente favoráveis, o filme não atrairia um grande público. Aniquilação contou com um orçamento de US$42 milhões, e rendeu apenas US$11 milhões em seu fim de semana de estreia. Sua carreira se encerrou com US$32 milhões em caixa – valor abaixo do próprio orçamento. Seja como for, Aniquilação segue como um dos filmes mais fora da caixinha de 2018.

Crítica | Aniquilação – Ficção científica raiz de explodir mentes

7 | Tomb Raider: A Origem

As adaptações de videogame ainda não encontraram seu lugar ao sol. No caso das adaptações de histórias em quadrinhos, o mesmo aconteceu durante as décadas de 1970, 1980 e 1990. A primeira fase da “retomada” ocorreu oficialmente em 2000, quando X-Men, de Bryan Singer estreou, seguido de Homem-Aranha (2002), de Sam Raimi. O resto é história, com a consolidação da Marvel em 2008 (com Homem de Ferro) e depois em 2012 (com Vingadores).

Os games já tentaram na década de 1990, na de 2000, e agora chegam ao fim de sua terceira década de tentativa sem êxito. Existem filmes do gênero mais bem avaliados e outros menos, mas o que não existe ainda é aquele filme unanimemente elogiado dentro do subgênero. Um dos mais recentes a tentar foi o último Tomb Raider, que reiniciou a franquia estrelada por Angelina Jolie, sobre a aventureira mais apaixonante dos jogos eletrônicos.

A nova intérprete da arqueóloga foi a mignon Alicia Vikander, vivendo uma Lara Croft mais verde, em seus primeiros anos de formação. A atriz sueca até que convence no papel, o problema realmente é o roteiro mundano – que não cria bons antagonistas para a heroína ou sequer uma trama atraente. Aqui temos mais uma história enfadonha envolvendo o relacionamento da protagonista com seu pai desaparecido. E a última coisa que queremos num filme assim é sentimentalismo barato e drama de quinta. O mais recente Tomb Raider custou para a Warner (e não mais a Paramount) US$94 milhões, ou seja, quase US$100 milhões – e rendeu US$23 em seu primeiro fim de semana. O filme seguiu para arrecadar US$57 milhões nos EUA, ficando longe de se pagar. Pelo mundo, o filme rendeu US$273 milhões. O que pode garantir uma sequência.

Crítica | Tomb Raider: A Origem – Mais um Reboot que deixa a desejar…

6 | Operação Red Sparrow

Jennifer Lawrence não é mais a mesma. A atriz que explodiu para o estrelato na franquia Jogos Vorazes e acabou se tornando uma das personagens principais nos novos X-Men (mesmo que sua personagem não pedisse tanto), vem a cada novo trabalho descendo um patamar de seu estrelato. Só nos últimos três anos, Lawrence acumula fracassos em cinco trabalhos.

Primeiro foi Joy, última parceria até então com o diretor David O. Russell, que ao contrário de O Lado Bom da Vida (2012) e Trapaça (2013), passou em branco. Depois vieram X-Men: Apocalipse e Passageiros – ambos de 2016. Ano passado, mãe! dividiu opiniões e foi uma venda difícil (para dizer no mínimo) para a Paramount. E este ano, Operação Red Sparrow deixou a FOX na mão.

O thriller de espionagem prometia ser o filme solo que a Viúva Negra (Scarlett Johansson) ainda não ganhou, além de criar expectativa por seu anunciado forte teor sexual – onde J-Law faria suas primeiras cenas de nudez e sexo no cinema. Bem, apesar de cumprida a promessa do segundo item, Operação Red Sparrow serviu mais para dar sono aos espectadores, com sua trama confusa, aborrecida e sem qualquer traço de ação ou suspense. O longa teve orçamento de US$69 milhões e somou US$16 milhões no primeiro fim de semana, arrecadando mais US$46 milhões ao todo nos EUA. Já pelo mundo, o resultado do filme foi de US$150 milhões. Que a menina de ouro de Hollywood se recupere logo de sua maré de azar.

Crítica | Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado

5 | Crimes em Happytime

Outro nome quente do momento, este na comédia, é o de Melissa McCarthy. Mas como todas as estrelas, a humorista é apenas humana e já teve sua cota de fracassos. A atriz indicada ao Oscar (Missão Madrinha de Casamento) tem grandes chances de voltar ao radar dos prêmios este ano de novo, com Can You Ever Forgive Me?, drama sobre uma falsária.

Mas nem tudo são flores para McCarthy, e esse ano a comediante esteve presente num dos filmes mais execrados pela imprensa especializada. A ideia de Crimes em Happytime até que era boa, porém, fora da caixinha demais para dar certo e apelar junto ao grande público. A premissa aqui é uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (1988), imprópria para menores e com fantoches ao invés de desenhos animados. Poderia ser ouro, mas quem conferiu diz que está mais para outro item, que despejamos na privada.

A comédia incorreta, criada pelo filho do consagrado Jim Henson, Brian Henson, custou US$40 milhões, e arrecadou apenas US$9 milhões em seu fim de semana de estreia. Sua carreira nos EUA somou apenas US$20 milhões – não sendo o suficiente para o filme de pagar.

Crítica | Crimes em Happytime – Era melhor ter continuado só com os Muppets

4 | O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

A Disney irá dominar o mundo. Disso ninguém duvida. Mas isso não quer dizer que o maior estúdio da atualidade não cometa seus erros, adquira fracassos e dê, vez ou outra, com os burros n´água. Bem, uma empresa que tem a Marvel, Star Wars, suas animações, seus live-action e que ainda investe em filmes de fantasia para toda a família tem o direito de cometer alguns equívocos, não acham?

O mais recente tiro em branco da casa atende pelo nome O Quebra-Nozes – sim, este mesmo baseado no conto infantil clássico, transformado em balé russo icônico. Uma pena, pois com nomes como Keira Knightley, Morgan Freeman, Helen Mirren e a jovem carismática e promissora Mackenzie Foy no elenco, a garantia de sucesso era quase certa. Junte a isso os nomes dos diretores Lasse Hallstrom e Joe Johnston comandando. Bem, você pode até ter achado estranho ter dois diretores à frente da obra. É que os problemas começam exatamente aí.

O que Hallstrom estava fazendo não agradou os executivos do estúdio, assim, Johnston foi convocado às pressas para finalizar a produção. Mau sinal. Fora isso, está clara a inspiração em Alice no País das Maravilhas (2010), sucesso de Tim Burton, que a Disney tentou reprisar. O problema é que um raio até pode vir a cair no mesmo lugar duas vezes, mas é bem difícil. O resultado de O Quebra-Nozes terminou mais próximo da sequência Alice Através do Espelho (2016), do que o original de Burton. Com um orçamento estimado de US$120 milhões, o longa rendeu apenas US$20 milhões em sua abertura nos EUA e somou mais US$49 milhões até o momento no país. O que para um filme da Disney não é nada bom.

Crítica | O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos – Visual encantador, conteúdo nem tanto

3 | Arranha-Céu: Coragem Sem Limite

Dwayne Johnson é o maior astro da Hollywood atual, possui o toque de Midas e é um dos poucos que ainda consegue arrastar multidões apenas com o seu nome estampando o pôster de um filme. O maior nome dos blockbusters do momento, sem precisar (muito) de marcas pré-estabelecidas, também passa por seus dias chuvosos e tem no currículo produções sem vergonha como Baywatch. Bem, Arranha-Céu pode não ser uma obra-prima, mas está anos luz acima da comédia citada.

A verdade é que The Rock está com crédito, tendo estrelado o reboot de Jumanji, um dos maiores sucessos de bilheteria de anos recentes, cuja continuação já está a caminho. Bem, depois disso o grandalhão estrelou Rampage, que ficou entre erros e acertos, e Arranha-Céu. Dentre os dois, Rampage, com seus quase US$500 milhões mundiais, trouxe mais prestígio para a Warner. Já a parceria do ator com a Universal não teve o mesmo êxito, já que Arranha-Céu, com um orçamento de US$125 milhões, abriu com US$24 milhões nos EUA, e seguiu com US$67 milhões. O filme terminou sua estadia mundial com US$292 milhões, ficando apenas um pouco acima de seu custo.

O fato prova que o público prefere ver o astro numa aventura fantástica e descerebrada, do que em um thriller de cinema catástrofe.

Crítica | Arranha-Céu: Coragem Sem Limite – Dwayne Johnson enfrenta um prédio em novo filme

2 | Han Solo: Uma História Star Wars

Essa é triste e dói o coração cinéfilo. A pergunta que fica é: estaria o público saturado da franquia Star Wars? A Disney errou em colocar um filme por ano nos cinemas desde que lançou O Despertar da Força (2015)? Ou tudo se resume à qualidade dos filmes? Levando em conta que com a Marvel deu certo, e o público parece querer cada vez mais lançamentos deste universo compartilhado por anos no cinema, é bem provável que a resposta seja a terceira.

O fato é: Rogue One (2016) passou por problemas e no final das contas terminou dando certo, arrecadando uma legião de novos fãs – muitos afirmam que é o melhor produto estampando o logo da franquia lançado pela Disney (por ser um projeto bem original, mesmo sem contar com o típico humor esperado pela franquia). Particularmente, O Despertar da Força segue como auge da retomada (principalmente por ter criado uma personagem como a Rey de Daisy Ridley). Mas com Han Solo, definitivamente atingimos o ponto baixo e esperamos sinceramente que haja recuperação.

Era uma história que ninguém queria saber, num filme que ninguém pediu. Mas até aí tudo bem, porque ao longo dos tempos ganhamos filmes nestes moldes que vieram a se mostrar bem sucedidos junto ao público. O problema foi a demissão dos diretores originais (os criadores de Anjos da Lei e Uma Aventura Lego), que ao que tudo indica iriam criar um filme bem mais insano com o protagonista. E era justamente o que o pirata sideral pedia. A Disney, no entanto, optou pelo mais seguro e mundano, trazendo Ron Howard (conhecido atualmente por seus trabalhos sonolentos nos filmes da série O Código Da Vinci) para o comando. E o resultado, você acertou, foi um filme morno. Com o pesado custo de US$300 milhões (um dos filmes mais caros da história – ou “o” mais caro) – que não tinha como ser equivalido -, a superprodução abriu com sólidos US$84 milhões e seguiu com US$213 milhões até o encerramento nos EUA. Pelo mundo, o filme juntou US$392 milhões. O que significa que não veremos o famoso cafajeste do espaço de novo nos cinemas tão cedo.

Crítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Aventura fraca e genérica…

1 | Uma Dobra no Tempo

E o grande campeão é… ou devemos dizer, o grande perdedor. Tido como livro inadaptável – embora já tenha sido adaptado em 2003, como filme feito para a TV -, a obra literária de Madeleine L´Engle finalmente ganhou o tratamento na forma de uma superprodução da Disney de US$100 milhões. O filme era a grande aposta do estúdio para o início do ano, e contou com grandes nomes na frente e atrás das câmeras. A começar com estrelas do nível de Oprah Winfrey (Deus de saia) e Reese Witherspoon emprestando um pouco de seu brilho.

No comando de tudo, uma das diretoras mais promissoras da atualidade, Ava DuVernay. Bem, e segundo os especialistas, é aí que reside todos os problemas envolvendo o longa. DuVernay é uma excelente diretora e uma voz a ser ouvida quando o assunto é representatividade. Se não a conhecem ainda, é só dar uma olhada em filmes como Selma: Uma Luta Pela Igualdade (2014) e A 13ª Emenda (2016). Tais trabalhos fazem dela a “Spike Lee feminina”, adereçando para sua época o que o diretor de Faça a Coisa Certa (1989) trilhou nas décadas de 1980 e 1990.

Ou seja, tópicos fervorosos, raciais e igualitários são a praia da cineasta – que se sairia melhor no comando de filmes como os recentes O Ódio que Você Semeia, Se a Rua Beale Falasse e até mesmo As Viúvas (mais voltado ao entretenimento). Mas a opção foi por um filme estritamente comercial. Uma fantasia de entretenimento, recheada de efeitos visuais impressionantes, cujo conteúdo não foi bem transposto em tela. É claro que se pode encontrar questões representativas – mesmo que muito nas entrelinhas –, o principal sendo o protagonismo de uma jovem mulher negra.

Porém, Uma Dobra no Tempo se mostrou o projeto errado para Ava DuVernay, que não conseguiu imprimir muito de seu estilo e voz ao filme – deixando o longa com a cara que qualquer diretor poderia dar. Para piorar, a diretora vai seguir no ramo das superproduções, e seu próximo projeto será Os Novos Deuses, da DC. Que a diretora tenha mais sucesso em sua nova empreitada, e que siga os passos da companheira de casa, Patty Jenkins. Uma Dobra no Tempo arrecadou US$33 milhões em sua estreia nos EUA, e mais US$100 milhões durante todo o período de sua exibição – conseguindo ao menos se pagar. Já mundialmente, o filme fez apenas US$130 milhões, 30 milhões a mais fora do seu país de origem.

E você, o que achou destes filmes? Achou que mereceram o fracasso? Comente.

‘Monstro do Pântano’: Série da DC produzida por James Wan ganha primeiras imagens

Os fãs de ‘Monstro do Pântano‘ já podem ficar muito entusiasmados, pois as gravações da série começaram de vez e as primeiras imagens dos bastidores foram divulgadas na internet.

Confira:

Crystal Reed protagonizará a série, ela viverá Abby Arcane.

Maria Sten, Derek MearsJeryl PrescottVirginia Madsen e Jennifer Beals completam o elenco.

O roteirista Gary Dauberman (‘It: A Coisa‘) confirmou que a série será para maiores de 18 anos.

“Sempre foi o nosso desejo fazer ‘Monstro do Pântano’ com alta classificação indicativa e gravar cenas de violência gráfica, com temas adultos e fazê-lo o mais assustador possível. Por estarmos fazendo o projeto através do serviço de streaming da DC, eles realmente insistiram – apesar de não terem que insistir muito – para que fôssemos extremos. Nós realmente nos inspiramos na abordagem de Alan Moore do material. Queremos que a série siga o padrão que Moore apresentou nos anos 80. A criatura em si está incrível… Terá um visual maravilhoso.”

Dauberman continua, “Será uma história de origem do Monstro do Pântano, e Alec Holland lutando contra o que ele se tornou. Muitos desses elementos serão contados a partir do ponto de vista de Abby Arcane.”

Len Wiseman, conhecido pela franquia Anjos da Noite, dirigirá o episódio piloto.

O projeto será roteirizado por Mark Verheiden (‘Constantine‘) e Gary Dauberman (It: A Coisa), e contará com a produção da Atomic Monster, a produtora de James Wan (Invocação do Mal), que também assumirá a produção executiva ao lado de Michael Clear (Quando as Luzes se Apagam).

Na trama, quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

A série do Monstro do Pântano está prevista para 2019. As gravações começam já nos próximos meses, nos Estados Unidos.

Confira a primeira imagem oficial:

 

‘O Chamado do Mal’ ganha comercial assustador

O terror ‘O Chamado do Mal‘ ganhou um comercial bastante tenso.

Assista:

Crítica | O Chamado do Mal – Terror água com açúcar…

No filme, um presente de inauguração infernal aterroriza um jovem casal grávido quando uma entidade malévola, que não irá parar em nada até que satisfaça suas intenções mórbidas, é desencadeada de uma caixa antiga amaldiçoada.

Michael Winnick dirige, com um roteiro de C. Robert Cargill (‘A Entidade‘).

Josh Stewart (‘O Colecionador de Corpos‘) e Bojana Novakovic (‘A Maldição da Floresta‘, ‘Demônio‘) estrelam.

No Brasil, o filme será distribuído pela Imagem Filmes no dia 6 de Dezembro.

‘Aquaman’ tem easter eggs de ‘Invocação do Mal’ e ‘Velozes e Furiosos’

Em entrevista ao Digital Spy, o diretor James Wan revelou que ‘Aquaman‘ tem easter eggs a duas outras franquias que ele comandou: ‘Invocação do Mal‘ e ‘Velozes e Furiosos‘.

Velozes e Furiosos: Aquaman tem uma música escrita e cantada pelo Pitbull, e é como um grande tributo ao filme que comandei da franquia de Vin Diesel. É muito engraçado os personagens saindo da água em slow motion com uma música de hip-hop ao fundo”.

Já sobre a referência ao terror ‘Invocação do Mal‘, ele fez suspense.

“Tenho um easter egg favorito que está no filme e ninguém percebeu ainda. Posso dizer que é algo do universo de Invocação do Mal”, afirmou.

Aquaman‘ estreia no Brasil dia 14 de Dezembro, uma semana antes de chegar nos Estados Unidos.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘Você’: Netflix divulga trailer TENSO do suspense estrelado por Penn Badgley e Shay Mitchell

A Netflix divulgou o trailer legendado da série ‘Você‘ (You), protagonizada por Penn Badgley (‘Gossip Girl‘) e Shay Mitchell (‘Pretty Little Liars‘). A primeira temporada completa será lançada no serviço de streaming no dia 26 de dezembro.

Assista:

A série é “uma história de amor do século XXI que questiona: ‘O que você faria por amor?’. Na trama, um gerente de livrarias conhece uma aspirante a escritora, e usa a internet e as mídias sociais como ferramentas para reunir as informações pessoais e se aproximar dela. A estranha paixão rapidamente se torna obsessão, ao mesmo tempo em que ele passa a eliminar silenciosa e estrategicamente todos os obstáculos – e pessoas – que aparecem no seu caminho.”

Elizabeth Lail, Luca Padovan, Zach Cherry e John Stamos completam o elenco.

O canal Lifetime já garantiu a renovação da série para a sua 2ª temporada.

‘Aquaman’: Filhos de Jason Momoa terão participação especial no filme; Saiba mais!

Aquaman é uma das grandes estreias para o fim de 2018 e os fãs terão a oportunidade de conhecer os filhos do astro Jason Momoa um pouco mais.

O próprio ator revelou que seus dois filhos estarão na produção, em uma rápida participação especial. Em conversa  com a revista EW, ele ainda contou que o diretor James Wan chegou a cortar a cena gravada pelas crianças, mas rapidamente voltou atrás.

Disse:

“Minha filha veio e perguntou: ‘Você cortou a gente do filme?’ E Wan respondeu: ‘Não, não, não, não, vocês foram colocados de volta nele!’. E eles ficaram tão animados por poder participar da produção, mas já fui logo avisando, ‘não fiquem empolgados demais por estarem no longa, vocês não estão autorizados a atuarem”.

Momoa ainda falou que esperou para ver o filme apenas na premiere mundial, para que fosse um momento em família:

“Nós assistimos o filme pela primeira vez juntos. Eles não haviam visto antes e conferimos na premiere”.

Confira a foto das crianças no set de filmagens:

 

Aquaman‘ estreia no Brasil dia 14 de Dezembro, uma semana antes de chegar nos Estados Unidos.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

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‘Nightflyers’: Nova série do criador de ‘Game of Thrones’ é criticada e amarga apenas 36% no RT

A nova série de terror ‘Nightflyers‘, baseada no livro de George R.R. Martin, autor de ‘Game Of Thrones‘, estreou no último domingo (02), nos Estados Unidos.

E ao contrário do que muitos esperavam, a produção recebeu duras críticas, amargando meros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre as avaliações, a produção foi considerada cansativa por seu lento ritmo e nenhum pouco assustadora, se apropriando de artifícios comuns como jump scares e cortes rápidos que não surpreendem o espectador. Os críticos ainda salientam que nem o peso do nome de George R.R. Martin é o bastante para manter a fidelidade da audiência.

Confira as principais avaliações:

“‘Nightflyers rapidamente se move de uma incursão intrigante em ficção científica para uma confusão na escuridão mais entediante do espaço. – Ben Travers, indieWire

“A forma como o Syfy decidiu transmitir Nightflyers é um dos poucos aspectos interessantes desse fracasso de alto orçamento”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

“Ter, simplesmente, o nome de Martin nos créditos iniciais não é o suficiente para valer a pena assistir a produção”.  – Josh Bell, CBR

“‘Nightflyers é propulsora o bastante, desencadeando o medo e o terror, mesmo quando depende de velharias… Mas o espaço, em sua capacidade infinita, pode nos dar mais”.- Daniel D’Addario, Variety

“Ao longo de cinco episódios enviados para os críticos, Nightflyers mergulha na bizarrice, sem se elevar do ‘inquietante’ para o ‘assustador’. Mesmo que as tentativas de cortes que promovam jump-scares nunca sejam entendidas , Nightflyers às vezes substitui o pavor por momentos de baixo nível”. – Dan Fienberg, Hollywood Reporter

“Mas Nightflyers carece daquele peso de filme sci-fi/terror; no máximo é obscura, tanto na sua narrativa, como no desenvolvimento de seus personagens e dança junto a um ritmo de lesma, tentando construir seu elaborado cenário”. – Michael Starr, New York Post

 

A série será lançada nos EUA no dia 2 de dezembro de 2018. No Brasil, será distribuída pela Netflix, mas a data ainda não foi divulgada.

A série foi criada por Jeff Buhler, roteirista do remake de ‘Cemitério Maldito‘ e do reboot de ‘O Grito‘.

“Em quem confiar quando a humanidade está em perigo? Uma história de George R. R. Martin, Nightflyers é um thriller psicológico ambientado no espaço profundo, às vésperas da destruição da Terra. Uma tripulação de exploradores viaja na nave mais avançada da galáxia, a Nightflyer, e trabalha para interceptar um misterioso veículo alienígena que pode conter a chave para a sobrevivência do planeta. Conforme a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que forças misteriosas e até mesmo suas próprias mentes estão trabalhando contra eles.”

O elenco conta com Gretchen Mol, Eoin Macken, David Ajala, Sam Strike, Maya EsheAngus Sampson, Brían F. O’ByrneJodie Turner-Smith.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Miles Morales veste uniforme do herói em nova imagem

A animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ ganhou uma nova imagem, que traz o jovem Miles Morales trajando uma versão amadora do uniforme do herói.

Confira:

 

O filme arrebatou a crítica especializada e já conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as avaliações:

“Este é o sétimo filme de ‘Homem-Aranha‘ em 16 anos, mas este universo raramente foi tão revigorante assim”.  – Jesse Hassenger, AV Club

“A estética selvagem e contraditória do filme – elementos que colidem entre si, como uma espécie de desenho de jazz dissonante – explode delirantemente a antiquada ideia de que filmes de super heróis devem ter uma certa aparência”. –  David Ehrlich, indieWire

“O que distingue ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ no final é o fato de que ele leva sua missão a sério, mesmo quando é transparentemente bobo”. – Justin Chang, Los Angeles Times

“Uma animação impressionantemente com vontade própria, rápida e solta que se acrescenta à vasta biblioteca de filmes da coleção da Marvel”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter

“‘Arnhaverso’ tem vários pequenos prazeres e é único”. – Darren Franich, Entertainment Weekly

“É um mashup um pouquinho insano, divertidamente desafiante e às vezes emocionante, o  que faz filmes de super heróis tão populares, com a introdução de um Homem-Aranha que está pronto e foi feito para essa nova geração de crianças”.

 

Homem-Aranha no Aranhaverso estreia nos cinemas nacionais no dia 10 de janeiro de 2019.

Confira vários cartazes:

 


Na trama, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales, menino negro do Brooklyn que tenta salvar o mundo.

O elenco inclui Shameik Moore, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Liev Schreiber, Mahershala Ali, Jake Johnson e John Mulaney.

 

‘The Favourite’: Olivia Colman e Rachel Weisz em nova imagem de drama histórico

A produção ‘The Favourite’, dirigida pelo cineasta cult Yorgos Lanthimos (‘O Lagosta‘, O Sacrifício do Cervo Sagrado), ganhou uma nova imagem.

Confira:


O drama conta a história da última monarca da família britânica Stuart, a Rainha Anne, que reinou entre os anos de 1702 e 1707.

Roteirizado por Deborah Davis e Tony McNamara, ‘The Favourite’ traz a atriz Olivia Colman no papel da Rainha Anne.

Rachel Weisz viverá Sarah, a Duquesa de Marlborough, uma das confidentes mais próximas da majestade, enquanto Emma Stone interpretará Abigail Masham, uma parente distante de Sarah extremamente pobre que subitamente consegue uma posição na corte que a coloca perto da Rainha, gerando uma inversão de poderes e conflitos entre as duas. Nicolas Hoult será Robert Harley, que serviu durante o reinado de Anne como Senhor do Alto Tesouro.

O longa estreia em 23 de Novembro nos EUA. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

‘Os Miseráveis’: Minissérie com Lily Collins ganha primeiro trailer; Assista!

A minissérie de ‘Os Miseráveis’ desenvolvida pela BBC em parceria com a PBS, ganhou o seu primeiro e emocionante trailer.

A produção conta com David Oyelowo, Dominic West e Lily Collins como protagonistas.

Assista:

Na trama, que não seguirá os moldes dos musicais – como em suas adaptações anteriores -, West viverá Jean Valjean, um homem atormentado por seu passado. Oyelowo será o Inspetor Javert e Collins interpretará a jovem Fantine.

Ambientado na França do século 19, ‘Os Miseráveis‘ conta uma envolvente história de sonhos destruídos e amor não correspondido, paixão, sacrifício e redenção — um eterno testamento da sobrevivência do espírito humano. O ex-prisioneiro Jean Valjean é caçado durante décadas pelo implacável policial Javert, depois de violar a liberdade condicional. Quando Valjean aceita cuidar de Cosette, filhinha da operária Fantine, suas vidas mudam para sempre.

Os Miseráveis‘, de Victor Hgo, foi adaptado dezenas de vezes para as telas. Em 1998, Bille August dirigiu um filme estrelado por Liam Neeson, Geoffrey Rush, Uma Thurman e Claire Danes.

A mais recente foi estrelada por Hugh Jackman, Anne Hathaway e Russell Crowe em 2012, e rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Hathaway.

A minissérie estreia em 2019.

‘The Office’: Parte do elenco se reencontra após quatro anos; Confira a imagem

Parte do elenco da popular comédia ‘The Office‘ se reencontrou, após quatro anos desde o fim da série.

Compartilhado pela atriz Angela Kinsey (intérprete de Angela Martin na série) em seu Instagram, o momento registrado alguns dos principais personagens, ao lado do criador da produção, Greg Daniels.

Entre os presentes, temos também Creed Bratton, Paul Lieberstein, Brian Baumgartner, Leslie David Baker, Phyllis Smith, Oscar Nuñez, Rainn Wilson, Fischer e Ed Helms, com alguns membros faltando, como John Krasinski e Ellie Kemper.

Confira:

‘Capitã Marvel’: Antes do novo trailer, filme ganha belo cartaz

O segundo trailer de ‘Capitã Marvel‘ será lançado amanhã, dia 3, durante o Monday Night Football – no período da noite (madrugada no Brasil).

E hoje, o filme ganha um belo cartaz.

Confira, com a prévia:

O trailer de ‘Vingadores 4’ também ganhou data para lançamento – Confira!

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Capitã Marvel’: Novo trailer será lançado amanhã; Assista a prévia!

O segundo trailer de ‘Capitã Marvel‘ será lançado amanhã, dia 3, durante o Monday Night Football – no período da noite (madrugada no Brasil).

Foi divulgada uma prévia:

O trailer de ‘Vingadores 4’ também ganhou data para lançamento – Confira!

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Sucesso! ‘Animais Fantásticos 2’ ultrapassa US$ 500 milhões nas bilheterias

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ continua sendo um fenômeno ao redor do mundo. Dessa vez, o filme já ultrapassou a importante marca de US$ 500 milhões nas bilheterias.

Nos EUA, o longa acumula US$ 134 milhões. Ao redor do mundo, são impressionantes US$ 385 milhões. Ao total, ‘Os Crimes de Grindelwald‘ soma US$ 519.6 milhões.

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

Ezra Miller (Credence), Zoe Kravitz (Leta Lestrange), Callum TurnerKatherine Waterston, Alison Sudol  e Dan Fogler completam o elenco.

‘The Demonologist’: Trailer do terror tenta ressuscitar o rei dos demônios; Assista!

O terror ‘The Demonologist‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por J.M Stelly, o filme será lançado direto em VOD no dia 1º de janeiro de 2019.

No filme, “Um detetive é assombrado por pesadelos de seu passado e visões que ele não consegue entender. Quando ele investiga uma série de brutais assassinatos, ele descobre um culto que adora os quatro reis demônios do inferno e que planeja trazê-los à Terra para destruí-la. Agora, ele deve parar esse culto de começar o apocalipse e finalmente assumir o seu destino como o Demonologista.”

Brian KrauseLara Grice e Thomas Francis Murphy estrelam.